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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 321 to 335.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/neurobiologia-precisa-de-uma-nova-matematica-para-compreender-o-cerebro">
    <title>Neurobiologia precisa de uma nova matemática para compreender o cérebro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/neurobiologia-precisa-de-uma-nova-matematica-para-compreender-o-cerebro</link>
    <description>Evento promovido pelo IEA-RP mostra como o Cepid Neuromat está ajudando a desenvolver essa ciência </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN2243_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma proposta ousada e fundamental para a neurobiologia: criar uma nova matemática que ajude a entender como funciona o cérebro. É exatamente esse o objetivo do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática, o Cepid Neuromat. O coordenador do centro, Antonio Galves, esteve no dia 9 de junho em um evento realizado pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP para falar sobre as atividades desenvolvidas.<span> </span></p>
<p>“O Cepid Neuromat não é um centro de matemática aplicada, no sentido de que ele aplica a matemática já existente para tratar dados experimentais. A matemática que a biologia precisa para entender o cérebro ainda não existe. Ela precisa expressar coisas bem mais complicadas”, afirma Galves.<span> </span></p>
<p>De forma didática e com exemplos práticos, o coordenador procurou mostrar alguns resultados de pesquisas desenvolvidas pelo centro que mostram como se dá o funcionamento dos processos cerebrais.<span> </span></p>
<p>“O físico austríaco Ludwig Boltzmann formulou uma hipótese a respeito do cérebro em 1883: o cérebro faz um tipo de inferência inconsciente como forma de sobrevivência. Ele conjectura que o tempo todo você trata os estímulos que chegam do mundo ao seu redor atribuindo um modelo e usando esse modelo para fazer predições. Quando você dirige, por exemplo, é preciso prever uma série de fenômenos, senão o carro acaba sofrendo um acidente. No futebol também é assim. Por exemplo, se você for torcedor do Corinthians, você pode se perguntar como é que o Rodriguinho sabe que, quando chutar a bola, no segundo seguinte o Jô estará lá para receber. E como o Jô sabe para onde deve correr? Provavelmente, os dois analisam a situação, constroem um modelo do que está acontecendo e esse modelo é que o Rodriguinho jogue a bola em um lugar que o Jô está”, explica ele.<span> </span></p>
<p>Alguns experimentos realizados com a ajuda de um eletroencefalograma (EG) permitem aos cientistas entender de que forma o cérebro consegue processar a informação e prever o que acontecerá no momento seguinte. O coordenador explicou como o exame funciona usando como exemplo um teste conduzido pelo Neuromat, que monitora o comportamento das ondas cerebrais de voluntários durante a repetição de uma sequência de sons, a qual sofre interrupções propositais para simular um efeito surpresa.<span> </span></p>
<p>“Nós marcamos o intervalo de tempo para cada eletroencefalograma correspondendo a uma batida forte, uma fraca ou uma unidade silenciosa. O EG é uma função. Nós usamos 18 eletrodos. São 18 funções que duram mais ou menos meio segundo cada. Elas traduzem a qualidade do estímulo. A unidade silenciosa constitutiva [que faz parte da sequência determinada pelos pesquisadores], por exemplo, tem um EG diferente da batida fraca apagada em silêncio”, explica.<span> </span></p>
<p>Galves utiliza o futebol para mostrar como a matemática é utilizada nos estudos de neurobiologia. Ele compara o comportamento dos neurônios a um estádio lotado em dia de jogo, no qual os torcedores utilizam as mesmas camisas e a única forma de identificar para que time eles torcem é analisando suas reações ao longo do jogo.<span> </span></p>
<p>“Mas e o que a matemática tem a ver com isso? Tem tudo a ver com isso. Nessa variabilidade de comportamentos aparece uma regularidade que mostra que, se nós dois somos flamenguistas, nós vamos torcer ao mesmo tempo, da mesma maneira, embora eu me distraia e ela não, eu esteja chateado porque não preparei bem minha aula... Enfim, se eu pegar todos os comportamentos, eles serão essencialmente os mesmos. Ou seja: o que eu fiz foi atribuir um modelo a um comportamento global. E isso é essencialmente o que faz um neurobiólogo quando ele olha EGs e tenta entender se a evolução desse eletrodo está correlacionada ou não”, afirma o coordenador.<span> </span></p>
<p><i>Jogo multifunção</i><span> </span></p>
<p>Galves apresentou ainda um jogo para smartphones desenvolvido com o objetivo de levar as experiências desenvolvidas pelo Neuromat a alunos de ensino fundamental e médio. Nele, o jogador atua como o goleiro que precisa pegar o pênalti e deve decidir para que lado pular.<span> </span></p>
<p>“O que faz o jogador que vai bater o pênalti? Usa uma árvore com probabilidades 2-1-0: 2 representa chutar à direita, 1 à esquerda e 0 ao centro. Mas descobrimos que esse jogo podia servir pra outras coisas, como diagnóstico de Parkinson. Estamos aplicando sistematicamente para poder validar essa ferramenta. Por isso criamos uma atividade chamada AMPARO – Rede Neuromat de Apoio a Amigos e Pessoas com Doença de Parkinson”, conta.<span> </span></p>
<p>Segundo ele, o jogo está sendo testado também como instrumento de avaliação de pessoas com lesão no plexo braquial, um conjunto de nervos que conduz sinais da medula espinhal para os membros superiores. O estiramento do sistema nervoso periférico nesses casos causa dificuldade de movimentos e a pessoa não consegue mais trabalhar.<span> </span></p>
<p>“A operação que vai reconstruir pega uma ponta do sistema nervoso, conecta nos músculos intercostais e depois conecta no bíceps. Assim, se forma uma linha de comunicação que vai receber sinais tanto do braço, quanto dos músculos intercostais e ainda mandar de volta. É um recurso de plasticidade interessantíssimo que ainda queremos estudar. E o que pode fazer o jogo nesses casos? Ajudar os profissionais a avaliarem a evolução dessa reorganização no paciente e eventualmente no treinamento da pessoa”, diz o coordenador.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-20T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/medicina-genomica-vai-impactar-formacao-e-tomada-de-decisoes-do-profissional-de-saude">
    <title>Medicina genômica vai impactar formação e tomada de decisões do profissional de saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/medicina-genomica-vai-impactar-formacao-e-tomada-de-decisoes-do-profissional-de-saude</link>
    <description>Mudanças trazidas pelo desenvolvimento dessa ciência e pela implantação do Centro de Medicina Genômica em Ribeirão Preto serão abordadas no USP Analisa desta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CMG_09.06_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma revolução trazida pelo conhecimento adquirido com o sequenciamento do genoma humano está mudando a prática da medicina em todo o mundo. A medicina genômica, que utiliza dados obtidos a partir da análise do DNA, é capaz de detectar diversas doenças e vai exigir dos profissionais de saúde um entendimento cada vez maior sobre o assunto. Para falar sobre o futuro dessa área no Brasil e os impactos trazidos pela inauguração do Centro de Medicina Genômica do Hospital das Clínicas da USP em Ribeirão Preto, o USP Analisa recebe os professores do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) Wilson Araújo da Silva Junior e Victor Ferraz.<span> </span></p>
<p>Criado em 2012, o Centro oferece testes genéticos a pacientes atendidos pelo Hospital das Clínicas e está inaugurando uma estrutura própria, que vai melhorar o atendimento e colaborar com a formação de recursos humanos para a área. “A ideia principal desse espaço está ancorada em três pilares: a formação de recursos humanos, tanto de técnicos quanto de alunos de graduação e pós-graduação capazes de analisar e interpretar dados genômicos; o suporte à pesquisa em medicina genômica; e o oferecimento de serviços de diagnóstico molecular baseado em análise genômica”, explica Silva Junior.<span> </span></p>
<p>Segundo o docente, a medicina genômica será uma importante ferramenta para auxiliar a tomada de decisões pelo profissional de saúde, semelhante ao papel que a medicina baseada em imagens desempenha hoje. Muitos países, inclusive, já estão investindo no sequenciamento do genoma da população para identificar alterações genéticas ligadas a doenças e assim estabelecer políticas públicas de prevenção.<span> </span></p>
<p>A própria formação profissional na área da saúde vai sofrer mudanças com a inserção dessa nova técnica de análise. “É diferente de um exame tradicional. Ter ou não alteração nessa situação é delicado. Existem alterações que, de fato, vão causar a doença, alterações que não vão e alterações que precisam ser acompanhadas. Hoje, saber ou não sobre o risco de ter uma doença ou o risco reprodutivo é um direito do paciente e passa a ser um dever do médico abordá-lo”, diz Ferraz.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (9), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (14), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.<span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-09T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/genetica-influencia-escolhas-reprodutivas-e-ate-tratamentos-medicos">
    <title>Genética influencia escolhas reprodutivas e até tratamentos médicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/genetica-influencia-escolhas-reprodutivas-e-ate-tratamentos-medicos</link>
    <description>Em evento promovido pelo IEA-RP, Mayana Zatz mostra que a ciência já permite edição de genes e seleção de embriões e, em breve, proporcionará uma medicina mais personalizada</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN2204_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />A possibilidade de editar genes humanos para prevenir doenças hereditárias e também para selecionar características da preferência dos pais não é uma realidade tão distante assim. Mas quais dilemas éticos estão por trás de procedimentos que há bem pouco tempo pareciam apenas cenas de filmes de ficção científica? Esses foram alguns dos assuntos discutidos pela geneticista e docente do Instituto de Biociências da USP Mayana Zatz na conferência “GenÉtica: Escolhas que Nossas Avós não Faziam”, realizada pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP na quarta-feira, dia 31.<span> </span></p>
<p>Mayana, que também coordena o Centro de Pesquisas sobre o Genoma Humano e Células-tronco, reuniu uma vasta coletânea de histórias ao longo de 40 anos de atuação no aconselhamento genético de famílias com doenças neuromusculares. Os casos ajudam a refletir sobre o papel dos profissionais da área na orientação de escolhas reprodutivas e que resultados dos testes devem, de fato, ser compartilhados com os pacientes.<span> </span></p>
<p>Um dos tópicos abordados por Mayana foi a questão da privacidade, pois com um conhecimento cada vez maior sobre o genoma humano, teme-se que escolas, empregadores e até mesmo operadoras de planos de saúde tenham direito de solicitar testes para detectar, por exemplo, genes ligados à inteligência ou à propensão para determinadas doenças.<span> </span></p>
<p>"A Grã-Bretanha autorizou, em 2000, empresas a exigirem testes genéticos de clientes que tivessem parentes portadores de coreia de Huntington, sob pena de não fazer o seguro-saúde. Felizmente, nos Estados Unidos isso foi proibido. Mas no Brasil não há uma legislação específica".<span> </span></p>
<p><i>Seleção de embriões e manipulação de genes</i><span> </span></p>
<p>De acordo com a geneticista, já é possível evitar determinadas doenças genéticas nos casos de fertilização assistida por meio da seleção de embriões. “Você faz a fertilização e, quando há um embrião de 8 a 16 células, extrai-se uma ou duas células para checar a presença de mutação. Assim, somente embriões sem mutação são implantados, o que evita a interrupção da gestação”.<span> </span></p>
<p>Mas e se em vez de selecionar genes, os pesquisadores pudessem “editá-los”? Segundo Mayana, essa técnica existe e vai aumentar a possibilidade de consertar mutações. Intitulada CRISPR-Cas9, ela foi desenvolvida pela bioquímica norte-americana Jennifer Doudna e pela microbiologista francesa Emanuelle Charpentier.<span> </span></p>
<p>“Quais questões éticas isso vai levantar? A primeira é a pesquisa em células embrionárias. As cientistas acham que não deveríamos fazer pesquisa com essa tecnologia em células embrionárias. Eu defendo que sim. Se em vez de descartar um embrião que vai ter, por exemplo, uma mutação para o gene da distrofia de Duchenne, eu pudesse corrigir essa mutação e evitar que ela fosse transmitida a outras gerações, seria fantástico. Claro que ainda precisamos ter segurança para saber se estamos atuando somente sobre aquele gene ou sobre outros genes. Se a gente não fizer pesquisa, não vamos conseguir fazer isso nunca".<span> </span></p>
<p>Para Mayana, as pesquisas em genômica reservam outra revolução para a medicina: a farmacogenômica, que trará uma personalização muito maior aos tratamentos. Ela explica que variantes nos genes determinam respostas diferentes para drogas, o que faz com que cada pessoa responda de forma diferente ao uso de um mesmo medicamento. Testes genéticos permitirão determinar qual o melhor remédio e a dose mais apropriada para cada indivíduo.<span> </span></p>
<p>“A medicina do futuro será preditiva, personalizada, preventiva e participativa. A terapia gênica e celular permitirá substituir tecidos e órgãos e a morte será uma escolha, não um destino. A grande questão é: nós saberemos lidar com essa revolução?”</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-09T12:07:46Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health-02-de-junho-de-2017">
    <title>Remote Sensing, Urban Morphology and Studies on Health - 02 de junho de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health-02-de-junho-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-02T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/invisibilidades-do-trabalho-no-setor-de-servicos-sao-tema-do-usp-analisa">
    <title>Invisibilidades do trabalho no setor de serviços são tema do USP Analisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/invisibilidades-do-trabalho-no-setor-de-servicos-sao-tema-do-usp-analisa</link>
    <description>Docente da UQAM aborda também as consequências da reforma trabalhista para a saúde mental dos profissionais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc7191_edit.jpg" alt="DSC7191_edit" class="image-left" title="DSC7191_edit" />O trabalho no setor de serviços envolve uma série de dimensões relacionadas ao corpo, às emoções e à própria cognição do profissional que muitas vezes não são levadas em consideração pelos empregadores. Isso provoca uma série de invisibilidades cujas consequências atingem a própria saúde mental do trabalhador. Para abordar esse tema, o USP Analisa desta sexta (26) recebe o professor da Universidade da Quebec em Montreal (UQAM) Angelo Soares.<span> </span></p>
<p>Segundo ele, essas invisibilidades acontecem porque o modelo utilizado para analisar o trabalho baseia-se na indústria e gera distorções quando aplicado ao setor de serviços. “Hoje, por volta de 70% da população ocupada no Brasil está no setor de serviços. No Canadá, esse número chega a 79%. Essas invisibilidades estão presentes muito mais do que imaginamos em nosso dia a dia. Temos invisibilidades ao nível das competências necessárias para fazer o trabalho, por exemplo, emocionais, relacionadas à utilização do corpo, relacionais. E essas competências geralmente são invisíveis”, diz ele.<span> </span></p>
<p>Soares analisou alguns tipos de profissões do setor de serviços em suas pesquisas e identificou algumas dessas invisibilidades. “Teve uma enfermeira que me disse: ‘quando o paciente morre, todo mundo se envolve. Ele estava aqui há muito tempo, eu conheço a família, conheço os filhos, os netos. Quando ele morre, eu choro com a família. Mas quando eu saio desse quarto e entro no quarto ao lado, eu abro meu sorriso, porque esse paciente que morreu não precisa mais do meu sorriso, mas esse que está vivo precisa’. Então é uma ginástica emocional muito grande. Esse é um exemplo da competência emocional, da gestão das emoções necessária para fazer o trabalho”.<span> </span></p>
<p>O docente também criticou as reformas propostas pelo governo brasileiro na área trabalhista, destacando que pode haver precarização e sérias consequências à própria saúde mental do trabalhador. “O governo afirma que essas mudanças vão gerar mais empregos, mas é preciso especificar o tipo de emprego. Podemos criar muitos postos de trabalho sem exigência de qualificação e que causem problemas de saúde. A qualidade é muito importante. Para a sociedade brasileira, será uma catástrofe que, em vez de mil empregos com autonomia e boa saúde mental para os trabalhadores, sejam criados dez mil onde, ao final de um ou dois anos, eles estejam completamente doentes”.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta sexta (26), a partir das 12h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-25T17:43:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/remote-sensing-morphology">
    <title>Remote Sensing, Urban Morphology and Studies on Health</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/remote-sensing-morphology</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Novos sensores orbitais com maior resolução espacial têm potencial para o mapeamento intraurbano, possibilitando a utilização em estudos que relacionam planejamento urbano e saúde. Alguns aspectos da morfologia urbana, tais como compactação, verticalização e presença de áreas verdes podem estimular o deslocamento ativo por meio da caminhada. Cidades com morfologias urbanas que promovem a caminhada reduzem o uso de automóvel, a emissão de gases, o custo de vida, as taxas de obesidade e promovem a interação social e o senso de comunidade.</p>
<p>O evento proposto pretende apresentar inovações metodológicas na captura de dados a partir de imagens de satélite em áreas urbanas que possam contribuir com estudos em saúde.</p>
<p><strong>Conferencistas</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/christopher-small" class="external-link">Christopher Small</a> (Columbia University)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-reis-rosa" class="external-link">Marcos Reis Rosa</a> (FFLCH-USP)</p>
<p><strong>Comentarista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/reinal-perez-machado/view" class="external-link">Reinaldo Pérez Machado</a> (FFLCH-USP)</p>
<p><strong>Moderadora</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a> (FFLCH-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-24T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ma-saude-num-bom-retiro">
    <title>Má Saúde num Bom Retiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ma-saude-num-bom-retiro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Bom Retiro foi e é um pequeno bairro na enorme metrópole paulistana. Cheio de pequenas fábricas e armazéns, o bairro operário foi povoado desde o final do século XIX por imigrantes, migrantes de áreas pobres do Nordeste brasileiro e afro-brasileiros descendentes de escravos. Enquanto as origens culturais dos imigrantes mudaram (de católicos italianos, espanhóis e portugueses no final do século XIX para judeus da Europa Oriental na metade do século XX e para imigrantes chineses, coreanos e bolivianos nos dias atuais), o bairro sempre manteve a sua visão interna e externa como sendo um lugar em que a saúde (no sentido mais amplo da palavra) é precária.</p>
<p><span>"Má saúde num Bom Retiro" analisa a "saúde do público" com enfoque em um quarteirão do “baixo Bom Retiro” de cerca de 1900 até o presente. Os dados, a partir de diferentes tipos de fontes históricas, epidemiológicas e etnográficas, irão permitir a análise minuciosa desde as histórias contadas por moradores sobre como evitar doenças até as campanhas estaduais de controle social contra uma variedade de ameaças, do crime à dengue. O projeto faz uso de novas metodologias digitais que permitem o mapeamento da "saúde do público" e como o público em questão tem pensado sobre saúde ao longo do tempo.</span></p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores-visitantes/jeffrey-lesser" class="external-link"><span class="external-link">Jeffrey Lesser</span></a> (Emory University e IEA-USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos</a></span><span> (FFLCH e IEA-USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-23T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-com-mayana-zatz-aborda-etica-e-aconselhamento-genetico-na-usp-ribeirao-preto">
    <title>Evento com Mayana Zatz aborda ética e aconselhamento genético</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-com-mayana-zatz-aborda-etica-e-aconselhamento-genetico-na-usp-ribeirao-preto</link>
    <description>Palestra é realizada pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazgentica_siteIEA.png" class="internal-link"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazgentica_siteIEA.png" alt="" class="image-left" title="" /></a>Células tronco, DNA, genoma. Muito se fala sobre esses assuntos na mídia e na universidade, mas ainda falta entendimento por boa parte da população sobre a real influência da genética em nossas vidas – e, principalmente, de que forma ela pode ser usada a nosso favor.<span> </span></p>
<p>Para esclarecer mais a respeito desse tema, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP traz no dia 31 de maio, a partir das 15h, a palestra “GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam”, com a geneticista e docente do Instituto de Biociências da USP Mayana Zatz. O evento será realizado no <span style="text-align: justify; ">auditório do Bloco Didático</span> da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdzqdJ9qdP736iS-W4xazu2ZiuuSQNnx0v8sPnwppeztMuD0Q/viewform">neste link</a>.<span> </span></p>
<p>A geneticista vai abordar temas discutidos em seu livro de mesmo nome. Nele, ela utiliza histórias verídicas, ocorridas com pessoas que procuraram sua equipe para aconselhamento genético, para exemplificar avanços genéticos, dilemas éticos e como é importante continuar investindo nessa área da ciência. O aconselhamento genético é uma consulta que inclui procedimentos e orientações sobre doenças genéticas para que os pacientes e as famílias tomem as melhores decisões em relação a tratamentos e planejamento familiar.<span> </span></p>
<p>Mayana Zatz possui doutorado em genética pela USP e pós-doutorado em genética humana pela Universidade da Califórnia. É coordenadora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-Tronco, um dos centros de pesquisa, inovação e difusão (Cepids) financiados pela Fapesp. Foi membro do Projeto Genoma Humano, um esforço internacional para o mapeamento do genoma humano e a identificação de todos os nucleotídeos que o compõem. Também participou ativamente da aprovação das pesquisas com células-tronco embrionárias pelos parlamentares, em 2005 e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2008.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">O evento tem o apoio da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p>Mais informações: <a href="mailto:jhenrique@usp.br">jhenrique@usp.br</a> ou (16) 3315 0368.</p>
<hr />
<p><i><strong>GenÉtica: escolhas que nossas avós não faziam<br /></strong></i><i>31 de maio, 15h<br />Auditório da FMRP-USP (Av. Bandeirantes, 3900 - Monte Alegre, Ribeirão Preto-SP)<br />Inscrições gratuitas - <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdzqdJ9qdP736iS-W4xazu2ZiuuSQNnx0v8sPnwppeztMuD0Q/viewform">neste link</a><br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/genetica-escolhas-que-nossas-avos-nao-faziam" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/genetica-escolhas-que-nossas-avos-nao-faziam</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-23T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/genetica-escolhas-que-nossas-avos-nao-faziam">
    <title>GenÉtica: Escolhas que Nossas Avós não Faziam</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/genetica-escolhas-que-nossas-avos-nao-faziam</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A geneticista e docente do Instituto de Biociências da USP Mayana Zatz vai abordar temas discutidos em seu livro de mesmo nome. Nele, ela utiliza histórias verídicas, ocorridas com pessoas que procuraram sua equipe para aconselhamento genético, para exemplificar avanços genéticos, dilemas éticos e como é importante continuar investindo nessa área da ciência.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-23T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/governo-trump-e-as-repercussoes-sustentabilidade">
    <title>Governo Trump e as Repercussões nas Interfaces Ambiente, Saúde Global e Sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/governo-trump-e-as-repercussoes-sustentabilidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O debate promovido enfocará as implicações das recentes medidas do Governo Trump para as questões ambientais, a sustentabilidade e a saúde global. Especial atenção será dada ao decreto autorizando a <a class="external-link" href="https://www.epa.gov/">Agência de Proteção Ambiental do Estados Unidos</a> (EPA) a desmontar o Plano de Energia Limpa e as alterações propostas ao Obama Care.</span></p>
<h3><span style="text-align: justify; ">Expositores</span></h3>
<p><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-ritti" class="external-link">Carlos Ritt</a></span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-ritti" class="external-link">l </a>(Observatório do Clima e INPA)</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura" class="external-link">Deisy Ventura </a></span><span style="text-align: justify; ">(</span><span style="text-align: justify; ">IRI/IEA/FSP-USP)</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-jose-viola" class="external-link">Eduardo Viola</a> </span><span style="text-align: justify; ">(UnB)</span></p>
<h3>Coordenação</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-marques-di-giulio" class="external-link">Gabriela Di Giulio</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Ribeiro</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-28T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dds">
    <title>Um projeto para ampliar o entendimento sobre os distúrbios do desenvolvimento sexual</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dds</link>
    <description>A pediatra e endocrinologista Berenice Bilharinho de Mendonça, da Faculdade de Medicina da USP, integra o grupo de professores em período sabático no IEA em 2017. Seu projeto é dedicado ao esclarecimento de profissionais da saúde e do público em geral sobre os distúrbios do desenvolvimento sexual (DDS).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/berenice-milharinho-de-mendonca" alt="Berenice Bilharinho de Mendonça" class="image-inline" title="Berenice Bilharinho de Mendonça" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Berenice Bilharinho de Mendonça</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; "><span>A malformação genital é uma condição congênita que atinge 1 em cada 2.500 indivíduos, de acordo com as estimativas. Atualmente, é chamada de distúrbio do desenvolvimento sexual (DDS). Os distúrbios dessa natureza devem-se a composições cromossômicas diferentes das que determinam os sexos feminino e masculino, a alterações ou inexistência das gônadas (ovários e testículos) e à alteração na produção ou ação dos hormônios masculinos.  Essas  manifestações podem ocorrer isoladas ou associadas a outras doenças congênitas.</span></p>
<p>A falta de informação sobre os DDS e seu tratamento adequado são fontes de estigmatização social e sofrimento dos pacientes, que na verdade podem ter uma qualidade de vida normal se tiverem a devida assistência e acompanhamento.</p>
<p>Segundo a endocrinologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/berenice-bilharinho-de-mendonca" class="external-link">Berenice Bilharinho de Mendonça</a>, professora da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) em <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">ano sabático no IEA</a>, a falta de informação adequada sobre os DDS não é exclusiva do público, atingindo também parte considerável dos profissionais de saúde, o que prejudica o diagnóstico e a investigação das causas da doença, fatores essenciais para o tratamento dos pacientes.</p>
<p>No ano sabático no Instituto, iniciado em março, Berenice se dedicará ao projeto "Desenvolvimento e Divulgação de Material Educacional para aprimoramento do Diagnóstico e Tratamento dos Distúrbios do Desenvolvimento Sexual no Brasil".</p>
<p>Ela se dedica ao estudo dos DDS e ao acompanhamento de pessoas afetadas por eles há 40 anos, período em que a própria denominação popular de seus portadores, especialmente no caso de genitália atípica, passou de termos inadequados e estigmatizantes, como "hermafrodita", à imprecisão da denominação "intersexual", comum há alguns anos. Ela disse que os próprios pacientes rejeitam esses termos e por isso adotou-se a denominação distúrbio do desenvolvimento sexual no chamado Consenso de Chicago, elaborado a partir de congresso médico realizado naquela cidade americana em 2006.</p>
<p>A pesquisadora defende que a criança comece a ser tratada o quanto antes possível, inclusive com cirurgias plásticas reparadoras precisas, quando for o caso, para a definição de seu sexo social. "Isso independe da futura identificação de gênero ou preferência sexual e é fundamental para a criança não se sentir descriminada e estigmatizada."</p>
<p>"Certos setores, como grupos de portadores de DDS, tratam a questão como se houvesse algo como um 'terceiro sexo', quando na verdade as alterações são fruto de uma doença. Admite-se com naturalidade que uma criança possa nascer com malformação do coração a ser corrigida, mas não se consegue ver que o mesmo pode ocorrer com a genitália e que sua alteração não corresponde à uma variação natural'.</p>
<p>Berenice questiona os grupos defensores de que o portador de genitália atípica optem quando adultos pelo determinação do sexo social que desejarem via cirurgia: "Esses grupos geralmente são constituídos por pessoas traumatizadas por cirurgias malfeitas na infância."</p>
<p><strong>Risco de vida</strong></p>
<p>O diagnóstico precoce torna-se um caso de vida ou morte no caso de bebês com DDS associado a uma deficiência congênita de hormônios essenciais a vida produzidos pelas glândulas suprarrenais, a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC), na manifestação da doença em que há perda de sal (60% dos casos).</p>
<p>Na HSRC há produção de hormônio masculino nas meninas, o que ocasiona a virilização da genitália externa. "Mesmo em centros importantes como a cidade de São Paulo, por desconhecimento das equipes médicas, é atribuído o sexo masculino a 55% das meninas com genitália virilizada por causa da HSRC." Mas são os meninos que têm maior risco de vida, pois a HSRC não altera sua genitália e, portanto, não é aventada a hipótese de que sejam portadores da hiperplasia.</p>
<p>Durante sua estada no IEA, Berenice desenvolverá ações para agilização do diagnóstico desse tipo de HSRC, cuja incidência é de 1 em cada 10 mil nascimentos. Como os episódios de perda de sal acontecem nos primeiros 15 dias de vida do bebê, é fundamental que ao ser identificada a possibilidade da doença no teste do pezinho (feito logo após o nascimento) sejam realizados exames bioquímicos confirmatórios em centro especializado. "Só assim será possível começar imediatamente o tratamento com medicamentos para assegurar a sobrevivência da criança, que deverá tomá-los durante toda a vida."</p>
<p>Há DDS que não são evidentes quando do nascimento nem ao longo da primeira infância, de acordo com Berenice. Pode acontecer que na puberdade uma menina não comece a menstruar e acabe sendo identificado que ela não possui ovários, mas testículos disfuncionais internos. "É um caso em que em vez de ter cromossomos sexuais XX, a menina tem cromossomos sexuais XY, definidores do sexo masculino. Essas diferenças cromossômicas acontecem em 2 de cada 50 mil indivíduos em média, ou seja, de cada 25 mil mulheres, uma terá cromossomos sexuais XY em vez de cromossomos sexuais XX,  o mesmo acontecendo em cada 25 mil homens, quando um terá cromossomos sexuais XX e não XY."</p>
<p>Essa alteração cromossômica foi o que aconteceu com a top model belga <a class="external-link" href="http://oglobo.globo.com/ela/gente/modelo-hanne-gaby-odiele-revela-que-intersexual-20820006">Hanna Gaby Odiele</a>, que já desfilou para várias grifes de alta costura (atualmente é a "face" da francesa Balanciaga). Ela possui cromossomos XY associados com a síndrome de insensibilidade completa aos andrógenos, decorrente de uma mutuação no gene que codifica o receptor androgênico localizado no cromossomo X. Aos 10 anos ela teve os testículos internos removidos e aos 18 anos passou por cirurgia para a adequação do tamanho da vagina.</p>
<p><strong>Divulgação</strong></p>
<p>O objetivo do projeto de Berenice no IEA é desenvolver e divulgar protocolos de atendimento para os profissionais da saúde e material didático esclarecedor sobre o diagnóstico clínico, laboratorial e molecular para pais, familiares e professores de crianças com DDS. A intenção é colaborar com o diagnóstico e tratamento adequado dessas crianças no Brasil.</p>
<p>A primeira atividade de Berenice será o desenvolvimento de uma proposta de registro nacional de pacientes com genitália atípica. Eles seriam registrados após seu consentimento e/ou dos pais, sendo assegurado o sigilo absoluto da identidade. Outra preocupação é divulgar o uso do cartão de emergência médica para alertar sobre o risco de crises de perda de sal em pacientes com HSRC com essa implicação.</p>
<p>Ela também disponibilizará estudos para a definição das causas moleculares do DDS no laboratório multiusuário de Sequenciamento em Larga Escala (Sela) da FMUSP. Isso será feito quando o estudo molecular for importante para atribuir o sexo social do paciente.</p>
<p>Um dos livros a serem produzidos será elaborado na forma de perguntas e respostas e voltado à orientação de familiares de crianças com genitália atípica. O outro livro será sobre educação sexual de crianças e adolescentes com DDS.</p>
<p>Em paralelo a tudo isso, ela continuará a prestar consultoria online a médicos que atendam crianças com genitália atípica em todo o país. Isso será feito via site da Disciplina de Endocrinologia e Metabologia da FMUSP (<a href="http://www.endocrinologiausp.com.br/">www.endocrinologiausp.com.br</a>) e por meios de outros recursos da internet, como o YouTube e o Skype, este no caso de ser preciso avaliar as características observáveis da criança.</p>
<p>Além disso, desenvolverá material didático a ser disponibilizado online e dará aulas presenciais a profissionais da saúde (enfermeiros, assistentes sociais, médicos e biologistas) em centros universitários de outros estados. Nessas aulas, divulgará protocolos clínicos para atendimento de crianças com genitália atípica e informará pais e familiares dessas crianças sobre a questão.</p>
<p>No campo terapêutico, Berenice pretende fazer esforços para que a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo desenvolva ações para disponibilizar as medicações hidrocortisona e fludrocortisona para o tratamento da HSRC perdedora de sal no Brasil.</p>
<p>Ela disse que o atendimento dessa demanda se enquadra nos princípios da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12401.htm" target="_blank">Lei nº 12.401 de 2011</a>, que trata da assistência terapêutica e da incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). "O importante é que esses medicamentos estejam disponíveis, seja por meio de produção de laboratórios públicos, seja pela compra de fornecedores privados nacionais ou estrangeiros."</p>
<p>Berenice quer atuar também na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e na Secretaria da Saúde do Estado de Paulo para a redução do tempo de convocação das crianças rastreadas para HSRC por meio do teste do pezinho, para que seja reduzido o número de desidratações e internações das crianças afetas. Segundo ela, atualmente 65% das crianças submetidas a exames confirmatórios no Hospital das Clínicas da FMUSP apresentam desidratação. “Isso indica que o rastreamento neonatal ainda não evita que a criança chegue a esse estado, devido à demora no seu encaminhamento para exames específicos."</p>
<p>Ao final do projeto, Berenice escreverá artigo científico em que relatará os resultados das ações realizadas durante o ano sabático no IEA.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-25T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-internacional-apresenta-pesquisas-de-destaque-em-doencas-inflamatorias">
    <title>Simpósio internacional apresenta pesquisas de destaque em doenças inflamatórias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-internacional-apresenta-pesquisas-de-destaque-em-doencas-inflamatorias</link>
    <description>Terceira edição do evento será realizada na USP Ribeirão Preto de 21 a 23 de junho</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazinflamacao12red_site.png" alt="" class="image-left" title="" />A Sociedade Brasileira de Inflamação (SBIn) e o Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias (CRID) promovem entre os dias 21 e 23 de junho o Third International Symposium on Inflammatory Diseases - Inflamma III. O evento será realizado no auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.<br /><br />O simpósio colocará estudantes e profissionais da área em contato com as pesquisas mais recentes em doenças inflamatórias como lúpus, zika, dengue e diabetes, entre outras. Neste ano, a programação traz oito palestrantes internacionais, além de 14 palestrantes de diversas universidades e instituições de pesquisa brasileiras.<br /><br />As submissões de trabalhos para apresentação oral ou pôster podem ser feitas até o dia 14 de maio. As regras e orientações podem ser acessadas <a class="external-link" href="http://symposiumcrid.fmrp.usp.br/submissions">neste link</a>.<br /><br />Todas as palestras serão em inglês. As inscrições podem ser feitas até a data do evento, porém os participantes que se inscreverem até 14 de maio pagarão valores menores. A programação completa, datas, valores e formulário de inscrição estão disponíveis no <a class="external-link" href="http://symposiumcrid.fmrp.usp.br">site do evento</a>.<br /><br />O Inflamma III tem apoio do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Núcleo de Apoio à Pesquisa em Doenças Inflamatórias (NAP-DIN) da USP, Pró-Reitoria de Pesquisa da USP, Santander Universidades, Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Faepa) e Inopat.<br /><br />Mais informações: (16) 3315-4526 ou (16) 3315-9051.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><b>Third International Symposium on Inflammatory Diseases - Inflamma III</b><br />21 a 23 de junho<br />Auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP<br />Inscrições: <a class="external-link" href="http://symposiumcrid.fmrp.usp.br/registrations">http://symposiumcrid.fmrp.usp.br/registrations</a><br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii</a> </i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-20T14:44:06Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii">
    <title>Third International Symposium on Inflammatory Diseases - Inflamma III</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O simpósio colocará estudantes e profissionais da área em contato com as pesquisas mais recentes em doenças inflamatórias como lúpus, zika, dengue e diabetes, entre outras. Neste ano, a programação traz oito palestrantes internacionais, além de 14 palestrantes de diversas universidades e instituições de pesquisa brasileiras.<br /><br />As submissões de trabalhos para apresentação oral ou pôster podem ser feitas até o dia 14 de maio. As regras e orientações podem ser acessadas <a class="external-link" href="http://symposiumcrid.fmrp.usp.br/submissions">neste link</a>.<br /><br />Todas as palestras serão em inglês.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-20T14:35:52Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-migracao-e-envelhecimento">
    <title>Seminário aborda migração e envelhecimento populacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-migracao-e-envelhecimento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Eventoimigraoidosos.png" alt="" class="image-left" title="" />No dia 24 de março, às 13h30, ocorrerá o seminário <i>“Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos”</i>, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP.</span></p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O objetivo do evento será discutir os desafios impostos pela migração e pelo envelhecimento, como a migração de trabalhadores mais velhos com grande capital humano acumulado; a migração de filhos, que podem deixar os pais idosos em situação de vulnerabilidade, a inserção de idosos no mercado de trabalho e as demandas por um novo olhar sobre a flexibilidade da jornada.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Os palestrantes serão o pesquisador do Centro de Estudos de Migração Internacional da Universidade Federal de São Carlos Igor José de Renó Machado, a docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Cynthia Soares Carneiro e o psicólogo e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Migrações da Universidade de Lisboa Carlos Barros.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O seminário é organizado pela professora Carla da Silva Santana, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e conta com o apoio do Instituto de Estudos Avançados da USP e Rádio USP Ribeirão Preto.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O valor da inscrição é R$ 5 para idosos e estudantes e R$ 10 para profissionais e demais interessados, pagos no dia do evento.</div>
<p> </p>
<hr />
<p><span class="discreet"><strong>Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos</strong><br />24 de março, às 13h30<br />Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP<br />Inscrições: <a class="external-link" href="https://goo.gl/pOalDC">clique aqui</a><a class="external-link" href="https://goo.gl/pOalDC"><br /></a>Valores: R$ 5 para idosos e estudantes, R$ 10 para profissionais e demais interessados, pagos no dia do evento<br />Informações: João Henrique - jhenrique@usp.br / (16) 3315-0368<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-16T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos">
    <title>Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O objetivo do evento será discutir os desafios impostos pela migração e pelo envelhecimento, como a migração de trabalhadores mais velhos com grande capital humano acumulado; a migração de filhos, que podem deixar os pais idosos em situação de vulnerabilidade, a inserção de idosos no mercado de trabalho e as demandas por um novo olhar sobre a flexibilidade da jornada.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-16T14:07:25Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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