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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 331 to 345.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dds">
    <title>Um projeto para ampliar o entendimento sobre os distúrbios do desenvolvimento sexual</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dds</link>
    <description>A pediatra e endocrinologista Berenice Bilharinho de Mendonça, da Faculdade de Medicina da USP, integra o grupo de professores em período sabático no IEA em 2017. Seu projeto é dedicado ao esclarecimento de profissionais da saúde e do público em geral sobre os distúrbios do desenvolvimento sexual (DDS).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/berenice-milharinho-de-mendonca" alt="Berenice Bilharinho de Mendonça" class="image-inline" title="Berenice Bilharinho de Mendonça" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Berenice Bilharinho de Mendonça</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; "><span>A malformação genital é uma condição congênita que atinge 1 em cada 2.500 indivíduos, de acordo com as estimativas. Atualmente, é chamada de distúrbio do desenvolvimento sexual (DDS). Os distúrbios dessa natureza devem-se a composições cromossômicas diferentes das que determinam os sexos feminino e masculino, a alterações ou inexistência das gônadas (ovários e testículos) e à alteração na produção ou ação dos hormônios masculinos.  Essas  manifestações podem ocorrer isoladas ou associadas a outras doenças congênitas.</span></p>
<p>A falta de informação sobre os DDS e seu tratamento adequado são fontes de estigmatização social e sofrimento dos pacientes, que na verdade podem ter uma qualidade de vida normal se tiverem a devida assistência e acompanhamento.</p>
<p>Segundo a endocrinologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/berenice-bilharinho-de-mendonca" class="external-link">Berenice Bilharinho de Mendonça</a>, professora da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) em <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">ano sabático no IEA</a>, a falta de informação adequada sobre os DDS não é exclusiva do público, atingindo também parte considerável dos profissionais de saúde, o que prejudica o diagnóstico e a investigação das causas da doença, fatores essenciais para o tratamento dos pacientes.</p>
<p>No ano sabático no Instituto, iniciado em março, Berenice se dedicará ao projeto "Desenvolvimento e Divulgação de Material Educacional para aprimoramento do Diagnóstico e Tratamento dos Distúrbios do Desenvolvimento Sexual no Brasil".</p>
<p>Ela se dedica ao estudo dos DDS e ao acompanhamento de pessoas afetadas por eles há 40 anos, período em que a própria denominação popular de seus portadores, especialmente no caso de genitália atípica, passou de termos inadequados e estigmatizantes, como "hermafrodita", à imprecisão da denominação "intersexual", comum há alguns anos. Ela disse que os próprios pacientes rejeitam esses termos e por isso adotou-se a denominação distúrbio do desenvolvimento sexual no chamado Consenso de Chicago, elaborado a partir de congresso médico realizado naquela cidade americana em 2006.</p>
<p>A pesquisadora defende que a criança comece a ser tratada o quanto antes possível, inclusive com cirurgias plásticas reparadoras precisas, quando for o caso, para a definição de seu sexo social. "Isso independe da futura identificação de gênero ou preferência sexual e é fundamental para a criança não se sentir descriminada e estigmatizada."</p>
<p>"Certos setores, como grupos de portadores de DDS, tratam a questão como se houvesse algo como um 'terceiro sexo', quando na verdade as alterações são fruto de uma doença. Admite-se com naturalidade que uma criança possa nascer com malformação do coração a ser corrigida, mas não se consegue ver que o mesmo pode ocorrer com a genitália e que sua alteração não corresponde à uma variação natural'.</p>
<p>Berenice questiona os grupos defensores de que o portador de genitália atípica optem quando adultos pelo determinação do sexo social que desejarem via cirurgia: "Esses grupos geralmente são constituídos por pessoas traumatizadas por cirurgias malfeitas na infância."</p>
<p><strong>Risco de vida</strong></p>
<p>O diagnóstico precoce torna-se um caso de vida ou morte no caso de bebês com DDS associado a uma deficiência congênita de hormônios essenciais a vida produzidos pelas glândulas suprarrenais, a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC), na manifestação da doença em que há perda de sal (60% dos casos).</p>
<p>Na HSRC há produção de hormônio masculino nas meninas, o que ocasiona a virilização da genitália externa. "Mesmo em centros importantes como a cidade de São Paulo, por desconhecimento das equipes médicas, é atribuído o sexo masculino a 55% das meninas com genitália virilizada por causa da HSRC." Mas são os meninos que têm maior risco de vida, pois a HSRC não altera sua genitália e, portanto, não é aventada a hipótese de que sejam portadores da hiperplasia.</p>
<p>Durante sua estada no IEA, Berenice desenvolverá ações para agilização do diagnóstico desse tipo de HSRC, cuja incidência é de 1 em cada 10 mil nascimentos. Como os episódios de perda de sal acontecem nos primeiros 15 dias de vida do bebê, é fundamental que ao ser identificada a possibilidade da doença no teste do pezinho (feito logo após o nascimento) sejam realizados exames bioquímicos confirmatórios em centro especializado. "Só assim será possível começar imediatamente o tratamento com medicamentos para assegurar a sobrevivência da criança, que deverá tomá-los durante toda a vida."</p>
<p>Há DDS que não são evidentes quando do nascimento nem ao longo da primeira infância, de acordo com Berenice. Pode acontecer que na puberdade uma menina não comece a menstruar e acabe sendo identificado que ela não possui ovários, mas testículos disfuncionais internos. "É um caso em que em vez de ter cromossomos sexuais XX, a menina tem cromossomos sexuais XY, definidores do sexo masculino. Essas diferenças cromossômicas acontecem em 2 de cada 50 mil indivíduos em média, ou seja, de cada 25 mil mulheres, uma terá cromossomos sexuais XY em vez de cromossomos sexuais XX,  o mesmo acontecendo em cada 25 mil homens, quando um terá cromossomos sexuais XX e não XY."</p>
<p>Essa alteração cromossômica foi o que aconteceu com a top model belga <a class="external-link" href="http://oglobo.globo.com/ela/gente/modelo-hanne-gaby-odiele-revela-que-intersexual-20820006">Hanna Gaby Odiele</a>, que já desfilou para várias grifes de alta costura (atualmente é a "face" da francesa Balanciaga). Ela possui cromossomos XY associados com a síndrome de insensibilidade completa aos andrógenos, decorrente de uma mutuação no gene que codifica o receptor androgênico localizado no cromossomo X. Aos 10 anos ela teve os testículos internos removidos e aos 18 anos passou por cirurgia para a adequação do tamanho da vagina.</p>
<p><strong>Divulgação</strong></p>
<p>O objetivo do projeto de Berenice no IEA é desenvolver e divulgar protocolos de atendimento para os profissionais da saúde e material didático esclarecedor sobre o diagnóstico clínico, laboratorial e molecular para pais, familiares e professores de crianças com DDS. A intenção é colaborar com o diagnóstico e tratamento adequado dessas crianças no Brasil.</p>
<p>A primeira atividade de Berenice será o desenvolvimento de uma proposta de registro nacional de pacientes com genitália atípica. Eles seriam registrados após seu consentimento e/ou dos pais, sendo assegurado o sigilo absoluto da identidade. Outra preocupação é divulgar o uso do cartão de emergência médica para alertar sobre o risco de crises de perda de sal em pacientes com HSRC com essa implicação.</p>
<p>Ela também disponibilizará estudos para a definição das causas moleculares do DDS no laboratório multiusuário de Sequenciamento em Larga Escala (Sela) da FMUSP. Isso será feito quando o estudo molecular for importante para atribuir o sexo social do paciente.</p>
<p>Um dos livros a serem produzidos será elaborado na forma de perguntas e respostas e voltado à orientação de familiares de crianças com genitália atípica. O outro livro será sobre educação sexual de crianças e adolescentes com DDS.</p>
<p>Em paralelo a tudo isso, ela continuará a prestar consultoria online a médicos que atendam crianças com genitália atípica em todo o país. Isso será feito via site da Disciplina de Endocrinologia e Metabologia da FMUSP (<a href="http://www.endocrinologiausp.com.br/">www.endocrinologiausp.com.br</a>) e por meios de outros recursos da internet, como o YouTube e o Skype, este no caso de ser preciso avaliar as características observáveis da criança.</p>
<p>Além disso, desenvolverá material didático a ser disponibilizado online e dará aulas presenciais a profissionais da saúde (enfermeiros, assistentes sociais, médicos e biologistas) em centros universitários de outros estados. Nessas aulas, divulgará protocolos clínicos para atendimento de crianças com genitália atípica e informará pais e familiares dessas crianças sobre a questão.</p>
<p>No campo terapêutico, Berenice pretende fazer esforços para que a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo desenvolva ações para disponibilizar as medicações hidrocortisona e fludrocortisona para o tratamento da HSRC perdedora de sal no Brasil.</p>
<p>Ela disse que o atendimento dessa demanda se enquadra nos princípios da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12401.htm" target="_blank">Lei nº 12.401 de 2011</a>, que trata da assistência terapêutica e da incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). "O importante é que esses medicamentos estejam disponíveis, seja por meio de produção de laboratórios públicos, seja pela compra de fornecedores privados nacionais ou estrangeiros."</p>
<p>Berenice quer atuar também na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e na Secretaria da Saúde do Estado de Paulo para a redução do tempo de convocação das crianças rastreadas para HSRC por meio do teste do pezinho, para que seja reduzido o número de desidratações e internações das crianças afetas. Segundo ela, atualmente 65% das crianças submetidas a exames confirmatórios no Hospital das Clínicas da FMUSP apresentam desidratação. “Isso indica que o rastreamento neonatal ainda não evita que a criança chegue a esse estado, devido à demora no seu encaminhamento para exames específicos."</p>
<p>Ao final do projeto, Berenice escreverá artigo científico em que relatará os resultados das ações realizadas durante o ano sabático no IEA.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-25T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-internacional-apresenta-pesquisas-de-destaque-em-doencas-inflamatorias">
    <title>Simpósio internacional apresenta pesquisas de destaque em doenças inflamatórias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-internacional-apresenta-pesquisas-de-destaque-em-doencas-inflamatorias</link>
    <description>Terceira edição do evento será realizada na USP Ribeirão Preto de 21 a 23 de junho</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazinflamacao12red_site.png" alt="" class="image-left" title="" />A Sociedade Brasileira de Inflamação (SBIn) e o Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias (CRID) promovem entre os dias 21 e 23 de junho o Third International Symposium on Inflammatory Diseases - Inflamma III. O evento será realizado no auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP.<br /><br />O simpósio colocará estudantes e profissionais da área em contato com as pesquisas mais recentes em doenças inflamatórias como lúpus, zika, dengue e diabetes, entre outras. Neste ano, a programação traz oito palestrantes internacionais, além de 14 palestrantes de diversas universidades e instituições de pesquisa brasileiras.<br /><br />As submissões de trabalhos para apresentação oral ou pôster podem ser feitas até o dia 14 de maio. As regras e orientações podem ser acessadas <a class="external-link" href="http://symposiumcrid.fmrp.usp.br/submissions">neste link</a>.<br /><br />Todas as palestras serão em inglês. As inscrições podem ser feitas até a data do evento, porém os participantes que se inscreverem até 14 de maio pagarão valores menores. A programação completa, datas, valores e formulário de inscrição estão disponíveis no <a class="external-link" href="http://symposiumcrid.fmrp.usp.br">site do evento</a>.<br /><br />O Inflamma III tem apoio do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Núcleo de Apoio à Pesquisa em Doenças Inflamatórias (NAP-DIN) da USP, Pró-Reitoria de Pesquisa da USP, Santander Universidades, Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Faepa) e Inopat.<br /><br />Mais informações: (16) 3315-4526 ou (16) 3315-9051.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><b>Third International Symposium on Inflammatory Diseases - Inflamma III</b><br />21 a 23 de junho<br />Auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP<br />Inscrições: <a class="external-link" href="http://symposiumcrid.fmrp.usp.br/registrations">http://symposiumcrid.fmrp.usp.br/registrations</a><br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii</a> </i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-20T14:44:06Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii">
    <title>Third International Symposium on Inflammatory Diseases - Inflamma III</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O simpósio colocará estudantes e profissionais da área em contato com as pesquisas mais recentes em doenças inflamatórias como lúpus, zika, dengue e diabetes, entre outras. Neste ano, a programação traz oito palestrantes internacionais, além de 14 palestrantes de diversas universidades e instituições de pesquisa brasileiras.<br /><br />As submissões de trabalhos para apresentação oral ou pôster podem ser feitas até o dia 14 de maio. As regras e orientações podem ser acessadas <a class="external-link" href="http://symposiumcrid.fmrp.usp.br/submissions">neste link</a>.<br /><br />Todas as palestras serão em inglês.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-20T14:35:52Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-migracao-e-envelhecimento">
    <title>Seminário aborda migração e envelhecimento populacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-migracao-e-envelhecimento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Eventoimigraoidosos.png" alt="" class="image-left" title="" />No dia 24 de março, às 13h30, ocorrerá o seminário <i>“Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos”</i>, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP.</span></p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O objetivo do evento será discutir os desafios impostos pela migração e pelo envelhecimento, como a migração de trabalhadores mais velhos com grande capital humano acumulado; a migração de filhos, que podem deixar os pais idosos em situação de vulnerabilidade, a inserção de idosos no mercado de trabalho e as demandas por um novo olhar sobre a flexibilidade da jornada.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Os palestrantes serão o pesquisador do Centro de Estudos de Migração Internacional da Universidade Federal de São Carlos Igor José de Renó Machado, a docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Cynthia Soares Carneiro e o psicólogo e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Migrações da Universidade de Lisboa Carlos Barros.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O seminário é organizado pela professora Carla da Silva Santana, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e conta com o apoio do Instituto de Estudos Avançados da USP e Rádio USP Ribeirão Preto.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O valor da inscrição é R$ 5 para idosos e estudantes e R$ 10 para profissionais e demais interessados, pagos no dia do evento.</div>
<p> </p>
<hr />
<p><span class="discreet"><strong>Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos</strong><br />24 de março, às 13h30<br />Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP<br />Inscrições: <a class="external-link" href="https://goo.gl/pOalDC">clique aqui</a><a class="external-link" href="https://goo.gl/pOalDC"><br /></a>Valores: R$ 5 para idosos e estudantes, R$ 10 para profissionais e demais interessados, pagos no dia do evento<br />Informações: João Henrique - jhenrique@usp.br / (16) 3315-0368<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-16T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos">
    <title>Migração e envelhecimento populacional: desafios contemporâneos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-envelhecimento-populacional-desafios-contemporaneos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O objetivo do evento será discutir os desafios impostos pela migração e pelo envelhecimento, como a migração de trabalhadores mais velhos com grande capital humano acumulado; a migração de filhos, que podem deixar os pais idosos em situação de vulnerabilidade, a inserção de idosos no mercado de trabalho e as demandas por um novo olhar sobre a flexibilidade da jornada.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2017-03-16T14:07:25Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cirurgia-fetal-ajuda-a-prevenir-problemas-de-desenvolvimento-em-bebes">
    <title>Cirurgia fetal ajuda a prevenir problemas de desenvolvimento em bebês</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cirurgia-fetal-ajuda-a-prevenir-problemas-de-desenvolvimento-em-bebes</link>
    <description>Procedimento, que ainda é pouco realizado no Brasil, será tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/babypublic_domain_pixabay.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma técnica capaz de corrigir malformações graves antes mesmo do nascimento, a cirurgia fetal pode salvar vidas e evitar diversos problemas em crianças. O procedimento, que ainda é pouco realizado no Brasil, será tema do USP Analisa desta semana. O programa entrevista o professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Lourenço Sbragia Neto.</span><span> </span></p>
<p>Segundo ele, existem dois tipos de cirurgia fetal. Na cirurgia fetal aberta, um corte no abdome da paciente permite que o cirurgião chegue até o útero e faça o procedimento por meio de uma incisão muito pequena, sem a necessidade de retirar o feto do órgão. Já a intervenção fetal é realizada com o auxílio de um aparelho chamado fetoscópio, evitando cortes no abdome da paciente.<span> </span></p>
<p>O docente destaca ainda que esse tipo de cirurgia é bastante indicado em duas situações. No caso de defeitos da coluna conhecidos popularmente como espinha bífida, o procedimento evita a ocorrência de hidrocefalia e reduz em até 50% a necessidade de implantação de uma válvula após o nascimento, prevenindo problemas no desenvolvimento neuromotor. Já em tumores raros no pulmão ou na coluna que geram sangramentos, a cirurgia fetal é fundamental para salvar a vida do bebê.<span> </span></p>
<p>“Toda situação de indicação para doença fetal precisa ser bem diagnosticada. Por isso, é necessário que toda grávida faça o pré-natal para identificar algum tipo de doença, especificamente um ultrassom, permitindo que se possa triar, a partir de 20 semanas, algum defeito congênito”, explica o docente.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta sexta (17), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=9639">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-15T20:07:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia-10-de-marco-de-2017">
    <title>Inovação para Saúde Humana: a Indústria de Biotecnologia - 10 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia-10-de-marco-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-aborda-importancia-do-hc-e-impacto-da-crise-na-saude">
    <title>A importância do HC e o impacto da crise na saúde serão abordados pelo USP Analisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-aborda-importancia-do-hc-e-impacto-da-crise-na-saude</link>
    <description>Programa, que vai ao ar nesta sexta (10), entrevista superintendente do Hospital das Clínicas da USP Ribeirão, Benedito Carlos Maciel</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Benedito_Maciel_1003.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Referência em saúde para mais de 90 municípios e quase quatro milhões de habitantes, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP possui números que impressionam. Mas em tempos de crise, como manter em funcionamento uma estrutura desse porte? Para debater essa e outras questões sobre saúde, o USP Analisa desta semana entrevista o superintendente do HC Benedito Carlos Maciel.<span> </span></p>
<p>Segundo ele, a importância do hospital vai além do atendimento à população na área de saúde. A pesquisa e o ensino são outros pilares fundamentais, que abrigam 4600 estudantes em oito carreiras e geram 450 novos projetos de pesquisa por ano. “É um importante centro de formação de pessoal. Temos pesquisas importantes em todas as áreas do hospital, entre elas imunologia, hemoterapia e terapia celular”, explica.<span> </span></p>
<p>Para Maciel, embora a crise financeira que o País atravessa seja bastante preocupante, ainda não houve um impacto expressivo na manutenção dos serviços. “Trabalhamos com restrições no orçamento e isso exige que se faça um esforço para racionalizar custos e tentar manter a atividade do hospital e o atendimento à população inalterados. Até o momento, temos conseguido. Esperamos que, em um tempo curto, essa dificuldade se amenize para podermos ampliar o atendimento da forma que a população gostaria”.<span> </span></p>
<p>Outro tema que será abordado no programa é o exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo que avalia os egressos dos cursos de medicina. Em 2016, 48% dos alunos que fizeram a prova foram reprovados. “O Cremesp não tem prerrogativa de definir se o profissional que não consegue nota mínima não poderia atuar como médico, mas seria positivo para a qualidade da medicina brasileira se o exame exigisse essa aprovação”, diz Maciel.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta sexta (10), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-08T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/chegada-da-fiocruz-a-ribeirao-preto-sera-tema-do-usp-analisa">
    <title>Chegada da Fiocruz a Ribeirão Preto será tema do USP Analisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/chegada-da-fiocruz-a-ribeirao-preto-sera-tema-do-usp-analisa</link>
    <description>Plataforma da instituição, a primeira no Estado, terá parceria com três unidades da USP e Supera Parque</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/rodrigo_fiocruz_siteIEA.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Após 16 anos de negociações, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) chega ao Estado de São Paulo. A instalação da plataforma bi-institucional, localizada em Ribeirão Preto, será tema do USP Analisa desta semana. O programa entrevista o pesquisador titular da Fundação e coordenador do projeto da plataforma Rodrigo Stabeli.<span> </span></p>
<p>“A Fiocruz é uma autarquia do Ministério da Saúde presente em 11 Estados. Ela é voltada à pesquisa de problemas brasileiros, sobretudo na saúde. Por exemplo, a linha de frente da vigilância das epidemias no País, por exemplo, é feita pelos laboratórios de referência da Fiocruz e pelo Instituto Evandro Chagas, do Pará. São 116 anos de existência, que começaram com o combate a moléstias brasileiras da época como a febre amarela e a peste bubônica quando a Fiocruz ainda era chamada de Instituto Soroterápico Nacional”, explica.</p>
<p><span>Em Ribeirão Preto, a Fiocruz vai atuar em parceria com o Supera Parque, da Prefeitura Municipal, e três unidades da USP: a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) e o Hospital das Clínicas. O objetivo da plataforma é desenvolver pesquisa translacional na área de produção de bioinsumos, biofármacos e chips diagnósticos point of care. Os primeiros chips para diagnóstico estarão focados em zika, dengue, chikungunya e exames eletivos para o programa Rede Cegonha do Ministério da Saúde.</span><span> </span></p>
<p>“O Brasil tem um déficit de R$ 15 bilhões na balança comercial em virtude da importação de medicamentos disponibilizados pelo SUS. A plataforma pretende atuar em desenvolvimentos que possam agir na redução do déficit comercial, usando a inteligência brasileira e seus parceiros para fazer produção nacional utilizando o que está preconizado pela política do Complexo Econômico e Industrial da Saúde. A atuação da plataforma bi-institucional tem como objetivo gerar subsídios que possam ser colocados na cadeia de inovação da Fiocruz, em seus centros de prototipagem e de produção para que esses processos e insumos possam ser colocados no caminho industrial e ofertados à população. A iniciativa é inédita no País e conta amplamente com o apoio do Governo do Estado e da Prefeitura de Ribeirão Preto”, diz Stabeli.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta sexta (24), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-22T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diabetes-exige-estilo-de-vida-mais-saudavel-dos-pacientes">
    <title>Diabetes exige estilo de vida mais saudável dos pacientes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diabetes-exige-estilo-de-vida-mais-saudavel-dos-pacientes</link>
    <description>Entrevistado do USP Analisa desta semana, pesquisador da USP Carlos Couri explica que convivência com doença é possível desde que haja cuidado na alimentação e prática de exercícios físicos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/USPAnalisaCarlosCouri.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma doença silenciosa, que atinge cerca de 13 milhões de brasileiros e é considerada atualmente uma epidemia. Esse é o diabetes, um problema que afeta a produção de insulina, hormônio fundamental para controlar a quantidade de açúcar no sangue. Para esclarecer uma série de dúvidas que a população ainda tem sobre a doença, o USP Analisa desta semana conversa com o médico e pesquisador da Equipe de Transplante de Células-tronco da USP Ribeirão Preto Carlos Eduardo Barra Couri.<span> </span></p>
<p>Ele explica que o diabetes se manifesta de três formas. O diabetes tipo 1 atinge crianças, adolescentes e pessoas magras e exige a aplicação diária de doses de insulina. O tipo 2 está presente em 90% dos casos e acomete idosos e adultos, em consequência de fatores genéticos, obesidade e maus hábitos alimentares. Já o tipo 3 é o diabetes gestacional, que pode ocorrer somente durante a gravidez.<span> </span></p>
<p>Segundo Couri, a doença não deve ser encarada apenas de forma negativa. “Existem pessoas para as quais o diabetes faz bem. Afinal, ele te obriga a se cuidar melhor, a se alimentar bem, não fumar, praticar atividades físicas regularmente. O paciente precisa aprender a conviver com isso”.<span> </span></p>
<p>É o caso do funcionário da prefeitura do campus da USP Ribeirão Preto, José Leandro Rosa, que também participa do programa. Ele descobriu que tinha diabetes tipo 1 aos 20 anos e hoje, aos 52, procura se cuidar. “A convivência às vezes é difícil, mas a gente se acostuma. Vou ao Hospital das Clínicas a cada três meses para acompanhamento e também faço contagem de carboidratos”, conta ele.<span> </span></p>
<p>Couri vai discutir ainda as pesquisas mais recentes no tratamento do diabetes, que envolvem terapia com células-tronco e até o uso de um pâncreas artificial. O programa vai ao ar nesta sexta (17), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-15T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-desta-semana-aborda-doencas-inflamatorias">
    <title>USP Analisa desta semana aborda doenças inflamatórias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-desta-semana-aborda-doencas-inflamatorias</link>
    <description>Programa é uma produção conjunta da USP FM e do IEA Polo Ribeirão Preto</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/montagemRitaeJuan.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Qual a importância de conhecer melhor as doenças inflamatórias? E que impacto a pesquisa nessa área gera na vida da população? Para falar sobre isso, o programa <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> recebe nesta semana a coordenadora de Educação e Difusão do Conhecimento Rita Tostes e o gestor de Educação e Difusão do Conhecimento Juan Azevedo, ambos do <a class="external-link" href="http://crid.fmrp.usp.br/">Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias (CRID)</a>, um dos centros de pesquisa, inovação e difusão (Cepids) mantidos pela Fapesp no campus da USP em Ribeirão Preto.</span><span> </span></p>
<p>Segundo Rita, o CRID teve início em 2013 e é um projeto de longo prazo, com previsão de duração até 2022. “Nosso objetivo é descobrir novos alvos biológicos e assim poder desenvolver medicamentos mais eficazes para doenças inflamatórias. Outro tema pesquisado pelo centro são os marcadores de diagnósticos, importantes para determinar se as pessoas têm aquela doença”, explica.<span> </span></p>
<p>Uma das exigências da Fapesp para o apoio aos Cepids é a difusão do conhecimento. Juan conta que essa área do projeto tenta alcançar três tipos de público: os próprios pesquisadores em doenças inflamatórias, o público leigo e os estudantes de ensino médio e fundamental. “A difusão do conhecimento vai muito além da simples divulgação. Você tem um conhecimento, no caso, em doenças inflamatórias, e precisa transferi-lo de uma forma que seja acessível a um público cada vez maior”.<span> </span></p>
<p>Entre as atividades de difusão realizadas pelo CRID em quatro anos, estão a realização de vários eventos, tanto científicos quanto voltados ao público em geral, oficinas em parceria com a Zoom Lego Education, o projeto Jovem Imunologista e o desenvolvimento de um jogo para celulares e tablets. “Considerando o impacto do Centro na comunidade, a difusão é o que mais conseguimos mensurar. Existe um despertar para algumas questões, a curiosidade dos estudantes e a desmistificação da imagem do cientista”, diz Juan.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta sexta (10), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-09T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biotecnologia-e-saude-humana">
    <title>A inovação em biotecnologia a serviço da saúde humana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biotecnologia-e-saude-humana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/denise-golgher-1" alt="Denise Golgher - 1" class="image-inline" title="Denise Golgher - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A bioquímica e consultora Denise Golgher</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A origem e o desenvolvimento da biotecnologia, sua presença no mundo hoje, sobretudo na área da saúde, e o cenário brasileiro do setor serão discutidos no seminário <i>Inovação para Saúde Humana: A Indústria de Biotecnologia</i>, no <strong>dia 10 de março, às 10h</strong>, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>A exposição será da pesquisadora e consultora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-golgher" class="external-link">Denise Golgher</a>, especializada em tecnologias inovadoras para a saúde humana. A mediação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP</a>, que organiza o seminário.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público, mas requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdEIEoQTfK7CUuPy5J-cA9aLDC4NHAYy9gYXCcrnHLVRiomhA/viewform">inscrição prévia</a>. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p><span><strong>Exposição</strong></span></p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-dcae2e4eb0624f0d85fa9054c61a24d4 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-dcae2e4eb0624f0d85fa9054c61a24d4">
<p>A apresentação de Denise terá três partes. Na primeira, explicará o que é a indústria de biotecnologia, sua criação e crescimento nos EUA e os fatores que contribuem para que esse país seja o líder no setor. Ela dará ênfase à descoberta de novas drogas, exemplificando com trabalhos inovadores em medicamentos para câncer.</p>
<p><span>A segunda parte será dedicada ao panorama mundial da indústria e como o desenvolvimento de tecnologias no setor contribui para a melhoria da saúde da população e, também, para a criação de novos negócios e condições econômicas de um país.</span></p>
<p>Uma análise <span>da situação do Brasil em relação à biotecnologia</span><span> concluirá a exposição. Os temas a serem abordados são: base acadêmica, investimentos públicos e privados (considerando instituições de fomento e capital de risco), exemplos de empresas inovadoras e a indústria farmacêutica nacional.</span></p>
<p>Denise trabalha há 20 anos com biologia celular, imunologia e biotecnologia. Sua experiência inclui estudos e análises de tecnologias emergentes em saúde humana e desenvolvimento de negócios. <span>Ela é mestre em bioquímica pela USP e doutora em biologia celular pela Universidade Johns Hopkins, EUA. Realizou pesquisa de pós-doutorado sobre imunologia de tumores na Universidade de Oxford, Reino Unido, e estudou gestão de negócios na Fundação Dom Cabral</span><span>.</span></p>
</div>
<div class="past-position section-item editable-item" id="experience-78536996">
<div id="experience-78536996-view"></div>
</div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-dcc5a0900b224cb2b64a35726b16445c kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao"><strong><i> 
<hr />
<i>Inovação para Saúde Humana: A Indústria de Biotecnologia</i></i></strong></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-dcc5a0900b224cb2b64a35726b16445c kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao"><i>10 de março, às 10h</i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-dcc5a0900b224cb2b64a35726b16445c kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao"><i>Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo</i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-dcc5a0900b224cb2b64a35726b16445c kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao"><i>Evento público, gratuito e com <span class="external-link">inscrição prévia - T<span>ransmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pela internet</span></span></i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-dcc5a0900b224cb2b64a35726b16445c kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Arquivo de Denise Golgher</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-24T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/14a-conferencia-internacional-em-saude-urbana-recebe-artigos-ate-17-de-marco">
    <title>14ª Conferência Internacional em Saúde Urbana recebe artigos até 31 de março</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/14a-conferencia-internacional-em-saude-urbana-recebe-artigos-ate-17-de-marco</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mobilidade-urbana/@@images/c7853f9a-2ee2-40e2-a3f0-4293e7d64bf0.jpeg" alt="Mobilidade urbana" class="image-left" title="Mobilidade urbana" />A <a class="external-link" href="http://www.icuh2017.org/">14ª Conferência Internacional em Saúde Urbana</a> (14th International Conference on Urban Health) está com chamada aberta, <strong>até 31 de março,</strong> para a submissão de artigos científicos relacionados ao tema deste ano: “Equidade em Saúde: A Nova Agenda Urbana e as Metas de Desenvolvimento Sustentável” (Health Equity: The New Urban Agenda and Sustainable Development Goals). O encontro acontece <strong>de 26 a 29 de setembro</strong> em Coimbra, Portugal.</p>
<p>Com no máximo 300 palavras e submetidos em inglês, os resumos deverão ser de artigos relacionados aos seguintes assuntos:</p>
<p><span>- Governança urbana e políticas orientadas para a equidade (Urban governance and equity-oriented policies)</span></p>
<p><span> </span><span>- Compreensão e abordagem das mudanças demográficas, epidemiológicas e da sociedade (Understanding and addressing demographic, epidemiologic and societal change)</span></p>
<p><span></span><span>- Planejamento urbano saudável, medição e métricas, dados e pesquisa (Healthy urban planning, measurement and metrics, data and research)</span></p>
<p><span></span><span>- Saúde e sustentabilidade ambiental (Environmental health and sustainability)</span></p>
<p><span></span><span>- Cuidados de saúde - acesso, serviços e qualidade (Health care - access, services and quality)</span></p>
<p><span>Caso tenha o trabalho aceito, pelo menos um dos autores deve comparecer à conferência para apresentação oral e exposição do artigo em mural. As submissões podem ser feitas </span><a class="external-link" href="http://www.icuh2017.org/submit-abstract.asp">online</a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Igualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-17T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia">
    <title>Inovação para Saúde Humana: a Indústria de Biotecnologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O  seminário será dividido em três partes. Em primeiro lugar será feita  uma introdução sobre o que é a indústria de Biotecnologia, incluindo sua  criação e crescimento nos EUA e fatores que contribuem para que o país  seja o líder no setor. A ênfase será em descoberta de novas drogas,  utilizando-se exemplos específicos em câncer para falar sobre inovação  em medicamentos.</p>
<p>A segunda  parte será dedicada ao panorama mundial da indústria, como as  tecnologias criadas contribuem para a melhora na saúde, mas também para a  criação de novos negócios e economia de um país.</p>
<p>Uma  análise do cenário brasileiro concluirá o seminário, com um relato da  situação do país em relação `a inovação em Biotecnologia: base  acadêmica, investimentos públicos e privados (considerando instituições  de fomento e capital de risco), exemplos de empresas inovadoras e a  indústria farmacêutica nacional.</p>
<h3>Expositora:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-golgher" class="external-link">Denise Golgher</a></p>
<h3>Moderador:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-21T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/a-saude-no-brasil-apos-a-pec-241-8-de-dezembro-de-2016">
    <title>A Saúde no Brasil após a PEC 241 - 8 de dezembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/a-saude-no-brasil-apos-a-pec-241-8-de-dezembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-08T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




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