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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/diversity-mental-health-affirmative-action">
    <title>Diversity, Mental Health and Affirmative Action in Universities</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/diversity-mental-health-affirmative-action</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span class="markedContent" id="page172R_mcid19"><span dir="ltr">As ações afirmativas são uma forma rápida e eficiente de promover a igualdade e o acesso a oportunidades em </span><span dir="ltr">países com populações historicamente marginalizadas, contribuindo para o fortalecimento dos direitos civis e </span><span dir="ltr">da democracia na medida em que favorecem a retirada destas populações da situação de exclusão social e </span><span dir="ltr">subcidadania em que estavam inseridas. </span></span></p>
<p><span class="markedContent" id="page172R_mcid19"><span dir="ltr">Este seminário pretende discutir a relevância das ações afirmativas </span><span dir="ltr">como ferramenta de promoção da diversidade nas universidades e os desafios envolvidos na governança </span><span dir="ltr">universitária para proteção da saúde mental e promoção do sucesso acadêmico de estudantes pertencentes a </span><span dir="ltr">populações historicamente marginalizadas que ingressam nas universidades.</span></span></p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Igualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa nPeriferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-07-18T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-analisa-a-liberdade-academica-do-ponto-de-vista-juridico">
    <title>Livro analisa a liberdade acadêmica do ponto de vista jurídico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/livro-analisa-a-liberdade-academica-do-ponto-de-vista-juridico</link>
    <description>IEA lança ebook "Liberdade Acadêmica: Aspectos Jurídicos em Perspectiva", organizado por Nina Ranieri e Angela Limongi Alves, professoras da Faculdade de Direito (FD) da USP. A publicação pode ser baixada no Portal de Livros Abertos da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/766/682/2533"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-liberdade-academica" alt="Capa do livro 'Liberdade Acadêmica'" class="image-right" title="Capa do livro 'Liberdade Acadêmica'" /></a>Os fundamentos da liberdade acadêmica no Brasil estão “sob tensão em razão de conflitos de ordem ideológica, financeira e institucional, intensificados nos últimos anos”, de acordo com a conselheira do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nina-beatriz-stocco-ranieri" class="external-link">Nina Ranieri</a>, professora do Departamento de Direito do Estado da Faculdade de Direito (FD) da USP.</p>
<p>“A boa notícia é que tanto a sua importância quanto a sua força normativa vêm sendo confirmadas na maioria das situações em que têm sido testadas". No entanto, tais conflitos “revelam o quanto se deteriora a qualidade da democracia brasileira", afirma a pesquisadora.</p>
<p>Ranieri manifesta essa avaliação na apresentação do ebook “Liberdade Acadêmica: Aspectos Jurídicos em Perspectiva Comparada”, organizado por ela e Angela Limongi Alves, do mesmo departamento da FD-USP. <span>Lançado este mês pelo IEA, o livro pode ser baixado gratuitamente no </span><a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/766">Portal de Livros Abertos da USP</a><span>.</span></p>
<p>O prefácio do ebook é da cientista política <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elizabeth-balbachevsky" class="external-link">Elizabeth Balbachevsky</a>, coordenadora científica do <a class="external-link" href="https://sites.usp.br/nupps/">Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas (NUPPs)</a> da USP - sediado no IEA -, do qual Ranieri também faz parte.</p>
<p><span>"A</span><span> ascensão, no Brasil e em outras partes do mundo, de lideranças </span><span>francamente autoritárias desafia um elemento central da vida univer</span><span>sitária: a autonomia acadêmica e a liberdade de cátedra", afirma Balbachevsky. Para ela, a</span><span> liberdade aca</span><span>dêmica constitui o pilar mestre da institucionalidade da universidade </span><span>que conhecemos. "Garante a vida, o dinamismo e a qualidade da </span><span>universidade; mais do que isso, ela cria as condições ímpares que </span><span>faz da universidade o </span><span>lócus</span><span> por excelência para abrigar a ciência", ressalta a cientista política.</span></p>
<p>O ebook tem 14 capítulos e 456 páginas. Ao todo são 17 autores das áreas de direito, sociologia, ciência política e engenharia, incluindo professores, pós-graduados e pós-graduandos da USP e de outras instituições brasileiras, professores de universidades dos EUA, Austrália e Chile, e <span>integrantes do Judiciário do país, como a ex-procuradora geral da República, Raquel Dodge</span>.</p>
<p>Entre os conflitos que tencionam os fundamentos da liberdade acadêmica, Ranieri cita as restrições ao direito de ensinar e aprender, manifestadas nas leis que instituíram as diretrizes da chamada Escola sem Partido - declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal -, a proibição pelo Ministério da Educação da oferta do curso O Golpe de 2016 pela Universidade de Brasília e as restrições ao financiamento federal de bolsas de pesquisa em ciências humanas, ocorridas em 2020.</p>
<p>Outros exemplos, segundo ela, são os cortes orçamentários nas universidades federais e a instauração de inquéritos administrativos e processos judiciais contra alunos e professores, entre eles, “os clamorosos casos” de Pedro Hallal, ex-reitor da Universidade Federal de Pelotas, e de Conrado Hübner Mendes, professor da FD-USP.</p>
<p>“No plano administrativo, a nomeação de reitores pró-tempore ou mesmo a de segundos e terceiros colocados nas listas tríplices para escolha de reitores de universidades federais revela tentativas de controle das instituições à margem das garantias de autonomia universitária e da liberdade acadêmica.”</p>
<p>Ela alerta que o fenômeno não é exclusivo do Brasil, com ataques a acadêmicos, pesquisadores, alunos e instituições de ensino e pesquisa, por parte de segmentos sociais e políticos, “sendo relatados e denunciados por diversas organizações da sociedade civil, em diversos países”.</p>
<p>Mas qual é a importância da liberdade acadêmica? Por que ela foi inserida expressamente no capítulo dos direitos fundamentais da Constituição Federal brasileira? Quais as implicações dessa inserção para titulares do direito, outros cidadãos e para o Estado? Quais os desafios da liberdade acadêmica a médio e longo prazo?</p>
<p>Ranieri aponta a relevância dessas questões, “especialmente em momentos de crescente polarização política”, e acrescenta que elas não se limitam a circunstâncias e situações conjunturais. Daí a motivação para a produção do livro, que discute essas questões sob diferentes ângulos, numa abordagem sobretudo jurídica, ressalta a pesquisadora, autora da apresentação, onde faz uma explanação resumida das premissas conceituais envolvidas nas discussões.</p>
<p>“Liberdade Acadêmica: Fundamentos, Espaço Público e Democracia” é o título do capítulo 2 do livro, escrito por Angela Limongi Alves. Para ela, a liberdade acadêmica é “direito fundamental e garantia institucional dos educadores, contando com proteção específica, tanto no plano nacional quanto no internacional”.</p>
<p>Em linhas gerais, porém, a liberdade acadêmica “diferencia-se da liberdade de expressão, de opinião e científica: trata-se de uma liberdade qualificada que contempla o amplo debate de ideias e de pensamento, pressupondo-se a existência do conhecimento, próprio dos educadores”, afirma a coorganizadora do livro.</p>
<p>Em sua opinião, há uma relação de interdependência entre o direito à educação e a democracia, que se qualifica pela liberdade acadêmica. No entanto, “ainda que não se constitua em um direito absoluto, já que é constitucionalmente limitada”, a liberdade acadêmica pode sofrer questionamentos, ataques e tentativas de cerceamento, “sob a justificativa de pretensa necessidade de regulamentação, fundamentada em argumentos refratários, lastreados na ‘busca pela verdade’ e na persecução de ‘neutralidade’”, destaca a pesquisadora. A questão que se coloca em contraposição a esses argumentos “é a de que nenhum conhecimento é neutro e de que a verdade pode encontrar múltiplas faces”, afirma Limongi Alves.</p>
<p>Na conclusão do capítulo, ela diz que a “apropriação da linguagem do direito como estratégia para a sua redução” é um ponto que não pode ser ignorado, pois “a restrição da liberdade acadêmica pode significar a primeira das liberdades a sucumbir”. Se não for protegida, “pode vir a ser o prelúdio do fim de outros postulados democráticos, sem os quais a democracia e o próprio direito fenecem”.</p>
<p><strong>Avaliação da constitucionalidade</strong></p>
<p>Raquel Dodge, doutora pela Escola de Direito da Universidade Harvard, EUA, e o procurador regional da República da 3ª Região André de Carvalho Ramos, doutor pela FD-USP, são autores de capítulo que examina a constitucionalidade da proposta de exclusão, pelo governo, de conteúdos no universo escolar e do controle da liberdade de ensino e da pluralidade de ideias.</p>
<p>Eles destacam que as dimensões jurídicas do direito à educação estão definidas na Constituição Federal e nos tratados assinados pelo Brasil "e devem ser observadas pelas leis ordinárias e em sala de aula". Afirmam que o ensino democrático, plural e igualitário deve permitir o pleno desenvolvimento humano, "segundo diretrizes da proteção da dignidade humana e da promoção das liberdades fundamentais".</p>
<p>Submetido aos parâmetros constitucionais, o dever estatal de prestar serviços de educação deve incluir a participação da família sem ser determinado por ela, pois "cabe ao Estado preparar o estudante para a vida social", afirmam.</p>
<p>"A educação prepara o estudante para o exercício da cidadania e a construção de uma sociedade de paz e tolerância, e deve fornecer-lhe os conteúdos que tornem possível atingir os objetivos constitucionais em favor da democracia e de uma sociedade mais justa e solidária."</p>
<p><strong>Fora do Brasil</strong></p>
<p>Como o debate sobre a liberdade acadêmica transcorre no exterior é exemplificado no livro com artigos sobre o caso de instituições católicas nos EUA e sobre o ensino superior em geral na Austrália e no Chile.</p>
<p>O especialista em legislação educacional Charles J. Russo, professor da Escola de Direito da Universidade de Dayton, debate as dificuldades para implantação, nos EUA, das diretrizes da Constituição Apostólica <a class="external-link" href="https://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_constitutions/documents/hf_jp-ii_apc_15081990_ex-corde-ecclesiae.html">Ex-Corde Ecclesiae</a> sobre as Universidades Católicas, uma espécie de estatuto geral baixado pelo Papa João Paulo II em 1990.</p>
<p>A socióloga Alphia Possamai-Inesedy, professora da Universidade do Oeste de Sidney, destaca que a Austrália não possui garantias constitucionais para a liberdade acadêmica, ao contrário de países como o Brasil, Japão, África do Sul, Espanha e Alemanha. No entanto, "a recomendação de um código voluntário de liberdade de expressão, a qual também compreende a liberdade acadêmica, tem sido adotada por muitas universidades australianas".</p>
<p>Agustín Barroilhet Diez e Jorge Aranda Ortega, professores da Faculdade de Direito da Universidade do Chile, ressaltam que a liberdade acadêmica no Chile se desenvolveu a partir do século 19 em função da autonomia universitária. Durante o período da reforma universitária e, depois, com o advento da ditadura militar (1973-1990), "a autonomia das instituições de ensino superior se converteu em um pretexto conveniente para a profilaxia ideológica almejada pelo autoritarismo imperante".</p>
<p>Diez e Ortega explicam que, a partir de 2006, o questionamento público da qualidade das várias universidades privadas surgidas na redemocratização levou a uma reforma normativa completa, que "preservou a liberdade acadêmica e a autonomia universitária como princípios de política pública".</p>
<p>No entanto, uma vez estabelecida e legislada como princípio, a autonomia universitária pode perfeitamente tornar-se uma limitação à liberdade acadêmica, "barreira certamente justificável se os acadêmicos não se adequarem às diretrizes institucionais de seus respectivos claustros", afirmam os pesquisadores.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-03-22T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/edicao-104-estudos-avancados">
    <title>Centenário da Semana de Arte Moderna e pesquisa universitária são temas da nova "Estudos Avançados"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/edicao-104-estudos-avancados</link>
    <description>Lançada em fevereiro, a edição 104 da revista "Estudos Avançados" traz artigos sobre o centenário da Semana de Arte Moderna, o papel da pesquisa na universidade e os 60 anos da Fapesp</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f8c5253b-7fff-9de3-74c0-6f3c6ec213f4"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-revista-estudos-avancados-104" alt="Capa Revista Estudos Avançados - 104" class="image-right" title="Capa Revista Estudos Avançados - 104" />Lançada este mês, a edição 104 da <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">revista Estudos Avançados</a> traz como temas centrais o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o papel da pesquisa na universidade e a memória dos 60 anos de criação da Fapesp. A versão digital desta edição está <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2022.v36n104/">disponível na plataforma SciELO</a>.</p>
<p><span id="docs-internal-guid-fa1fdec9-7fff-3b88-fa95-03a83a5c0025"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O primeiro dossiê, dedicado à Semana de Arte Moderna, traz artigos que avaliam a atualidade desse movimento "complexo e plural" enquanto "um dos mais importantes movimentos da cultura brasileira", afirma o editor da revista, Sérgio Adorno. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre a Semana, "muito já se escreveu a respeito dos principais acontecimentos, de seus participantes, de suas motivações, de suas obras de referência, das polêmicas que a cercaram, de sua recepção ruidosa, de seu inconformismo com o tradicionalismo dominante nas artes". A edição, contudo, "não pretendeu repetir o que já se sabe, porém acrescentar novas contribuições", explica Adorno no editorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No artigo "Apontamentos sobre o Modernismo", Eduardo Jardim expõe dois tempos distintos nos anos 1920 como duas formas de conceber o modernismo, entre a incorporação de linguagens modernas de influência europeia e a adoção de traços nacionais na arte produzida no país.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os mitos originários a respeito da redescoberta do Brasil e da retomada das raízes coloniais como feitos do modernismo são temas presentes no artigo "A reinvenção da Semana e o mito da descoberta do Brasil", de Rafael Cardoso. O autor também traz disputas críticas em torno da Semana.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outras contribuições ainda exploram os feitos de Mário de Andrade no movimento, como seu modo de pensar a unidade brasileira e a diversidade dos "brasis". Nesse sentido, é analisado o projeto de país que apostava na mistura étnica e cultural por meio da arte e que, contemporaneamente, foi questionado devido à necessidade de determinar diferenças culturais para enfrentar desigualdades no país — conforme apontado no artigo "O Brasil e os brasis de Mário de Andrade: o fim do turista aprendiz?".</span></p>
<p dir="ltr"><span>O dossiê ainda tem artigos abordando aproximações e distanciamentos entre vanguardas argentinas e brasileiras nos anos 20 e a importância do vestuário para o modernismo brasileiro.</span></p>
<p dir="ltr"><span><span id="docs-internal-guid-8d7e3d4b-7fff-0a20-271f-f3e201aa6e3f"><span><strong>Universidade de pesquisa</strong></span></span></span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-5f7e8116-7fff-85a1-5f48-67f4efd1b4d0"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Os artigos do segundo dossiê abordam a contribuição das universidades e da pesquisa no desenvolvimento do país em diversas áreas, uma questão "atual e inesgotável" que "suscita polêmicas e posições divergentes", como afirma Adorno no editorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com o artigo que abre o dossiê, "Pesquisa e Pós-Graduação no Brasil: duas faces da mesma moeda?", escrito por Simon Schwartzman</span><span>, </span><span>o perfil de distribuição dos pesquisadores e da pós-graduação no Brasil passou a acompanhar o perfil das matrículas nos cursos de graduação a partir dos anos 2000. Com uma análise das características do sistema e da ocupação dos estudantes da pós-graduação, o autor conclui que a expansão do sistema de pesquisa respondeu às demandas por titulação de professores do ensino superior em detrimento das prioridades de pesquisa do país.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O segundo artigo ("O abandono do 'espírito universitário' na construção da Cidade Universitária Armando de Sales Oliveira") traz a história da fundação e os fundamentos da Universidade de São Paulo e considera a ausência de um espírito universitário. O artigo aponta a falta de um ambiente integrador no projeto da Cidade Universitária ao não levar em conta o aspecto acadêmico na sua construção.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Encerrando o dossiê, o artigo "A Universidade como fonte confiável para a formulação e o aperfeiçoamento de políticas públicas" avalia a influência da USP nas políticas públicas. A análise parte da atuação da universidade durante a pandemia e sua produção científica em diversas áreas do conhecimento nesse período, que serviram de fonte para a implementação e avaliação de políticas públicas.</span></p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-db30883f-7fff-c7b4-e0eb-020344c686e2"><span><strong>Fapesp 60 anos</strong></span></span></span></div>
<div><span><span><span><strong><br /></strong></span></span></span></div>
<div><span><span id="docs-internal-guid-bf9aa453-7fff-fa28-9641-743727e96770">
<p dir="ltr"><span>Para rememorar os 60 anos de criação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a revista traz artigos que abordam o sólido papel da fundação na criação de estratégias decisivas para o desenvolvimento do país sustentado no conhecimento. Apesar de enfrentar ameaças repetidas ao seu patrimônio e orçamento, a fundação ganha destaque nos artigos por sua gestão orçamentária e administrativa e pela execução de suas atividades.<br /></span></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
</span>
<p> </p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" n<span>° </span>104</span></h3>
<span id="docs-internal-guid-a6e31ba2-7fff-aeb2-6e69-88e151f31c5e">
<p dir="ltr"><span><strong>100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922</strong></span></p>
</span></span> 
<ul>
<li><span>Apontamentos sobre o modernismo -</span><span> <i>Eduardo Jardim</i></span></li>
<li><span>A reinvenção da Semana e o mito da descoberta do Brasil - </span><span><i>Rafael Cardoso</i></span></li>
<li><span>O Brasil e os brasis de Mário de Andrade: o fim do turista aprendiz? - </span><span><i>Pedro Duarte</i></span></li>
<li><span>A memória da poesia modernista - </span><span><i>Eduardo Coelho</i></span></li>
<li><span>“Uma geração pode continuar a outra”: João Cabral de Melo Neto e o modernismo - </span><span><i>Ivan Francisco Marques</i></span></li>
<li><span>Mário de Andrade: diálogos epistolares com paranaenses e cearenses -</span><span> <i>Marcos Antônio de Moraes</i></span><span> e </span><span><i>Rodrigo de Albuquerque Marques</i></span></li>
<li><span>Outras vias entre as vanguardas brasileiras e argentinas nos anos 1920 - </span><span><i>Gênese Andrade</i></span></li>
<li><span>Natureza e modernismo: Mário de Andrade e Villa-Lobos antes da Semana - </span><span><i>Flávia Camargo Toni</i></span><span> e </span><span><i>Camila Fresca</i></span></li>
<li><span>O guarda-roupa modernista: a importância do vestuário para o modernismo brasileiro - </span><span><i>Carolina Casarin</i></span></li>
<li><span>Notas sobre etnografia em Mário de Andrade - </span><span><i>Carlos Sandroni</i></span></li>
</ul>
<span><span><span> 
<ul>
</ul>
<br />
<p dir="ltr"><span><strong>Universidade de pesquisa</strong></span></p>
</span></span></span> 
<ul>
<li><span>Pesquisa e Pós-Graduação no Brasil: duas faces da mesma moeda? - </span><span><i>Simon Schwartzman</i></span></li>
<li><span>O abandono do “espírito universitário” na construção da Cidade Universitária Armando de Sales Oliveira - </span><span><i>Caio Dantas</i></span></li>
<li><span>A Universidade como fonte confiável para a formulação e o aperfeiçoamento de políticas públicas - </span><span><i>Vahan Agopyan</i></span><span> e </span><span><i>Glauco Arbix</i></span></li>
</ul>
<span><span><span> 
<ul>
</ul>
<br />
<p dir="ltr"><span><strong>Fapesp 60 anos</strong></span></p>
</span></span></span> 
<ul>
<li><span>60 anos de Fapesp: Uma política de Estado para o desenvolvimento - </span><span><i>Marco A. Zago</i></span><span> e </span><span><i>José R. Drugowich de Felício</i></span></li>
<li><span>60 anos de apoio à ciência - </span><span><i>Jacques Marcovitch</i></span></li>
<li><span>Uma visão pessoal da Fapesp nos últimos 50 e poucos anos - </span><span><i>Hernán Chaimovich</i></span></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-21T15:41:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/edicao-104-estudos-avancados">
    <title>Centenário da Semana de Arte Moderna e pesquisa universitária são temas da nova "Estudos Avançados"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/edicao-104-estudos-avancados</link>
    <description>Lançada em fevereiro, a edição 104 da revista "Estudos Avançados" traz artigos sobre o centenário da Semana de Arte Moderna, o papel da pesquisa na universidade e os 60 anos da Fapesp</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f8c5253b-7fff-9de3-74c0-6f3c6ec213f4"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-revista-estudos-avancados-104" alt="Capa Revista Estudos Avançados - 104" class="image-right" title="Capa Revista Estudos Avançados - 104" />Lançada este mês, a edição 104 da <a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista" class="external-link">revista Estudos Avançados</a> traz como temas centrais o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o papel da pesquisa na universidade e a memória dos 60 anos de criação da Fapesp. A versão digital desta edição está <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2022.v36n104/">disponível na plataforma SciELO</a>.</p>
<p><span id="docs-internal-guid-fa1fdec9-7fff-3b88-fa95-03a83a5c0025"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O primeiro dossiê, dedicado à Semana de Arte Moderna, traz artigos que avaliam a atualidade desse movimento "complexo e plural" enquanto "um dos mais importantes movimentos da cultura brasileira", afirma o editor da revista, Sérgio Adorno. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre a Semana, "muito já se escreveu a respeito dos principais acontecimentos, de seus participantes, de suas motivações, de suas obras de referência, das polêmicas que a cercaram, de sua recepção ruidosa, de seu inconformismo com o tradicionalismo dominante nas artes". A edição, contudo, "não pretendeu repetir o que já se sabe, porém acrescentar novas contribuições", explica Adorno no editorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No artigo "Apontamentos sobre o Modernismo", Eduardo Jardim expõe dois tempos distintos nos anos 1920 como duas formas de conceber o modernismo, entre a incorporação de linguagens modernas de influência europeia e a adoção de traços nacionais na arte produzida no país.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os mitos originários a respeito da redescoberta do Brasil e da retomada das raízes coloniais como feitos do modernismo são temas presentes no artigo "A reinvenção da Semana e o mito da descoberta do Brasil", de Rafael Cardoso. O autor também traz disputas críticas em torno da Semana.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outras contribuições ainda exploram os feitos de Mário de Andrade no movimento, como seu modo de pensar a unidade brasileira e a diversidade dos "brasis". Nesse sentido, é analisado o projeto de país que apostava na mistura étnica e cultural por meio da arte e que, contemporaneamente, foi questionado devido à necessidade de determinar diferenças culturais para enfrentar desigualdades no país — conforme apontado no artigo "O Brasil e os brasis de Mário de Andrade: o fim do turista aprendiz?".</span></p>
<p dir="ltr"><span>O dossiê ainda tem artigos abordando aproximações e distanciamentos entre vanguardas argentinas e brasileiras nos anos 20 e a importância do vestuário para o modernismo brasileiro.</span></p>
<p dir="ltr"><span><span id="docs-internal-guid-8d7e3d4b-7fff-0a20-271f-f3e201aa6e3f"><span><strong>Universidade de pesquisa</strong></span></span></span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-5f7e8116-7fff-85a1-5f48-67f4efd1b4d0"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Os artigos do segundo dossiê abordam a contribuição das universidades e da pesquisa no desenvolvimento do país em diversas áreas, uma questão "atual e inesgotável" que "suscita polêmicas e posições divergentes", como afirma Adorno no editorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com o artigo que abre o dossiê, "Pesquisa e Pós-Graduação no Brasil: duas faces da mesma moeda?", escrito por Simon Schwartzman</span><span>, </span><span>o perfil de distribuição dos pesquisadores e da pós-graduação no Brasil passou a acompanhar o perfil das matrículas nos cursos de graduação a partir dos anos 2000. Com uma análise das características do sistema e da ocupação dos estudantes da pós-graduação, o autor conclui que a expansão do sistema de pesquisa respondeu às demandas por titulação de professores do ensino superior em detrimento das prioridades de pesquisa do país.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O segundo artigo ("O abandono do 'espírito universitário' na construção da Cidade Universitária Armando de Sales Oliveira") traz a história da fundação e os fundamentos da Universidade de São Paulo e considera a ausência de um espírito universitário. O artigo aponta a falta de um ambiente integrador no projeto da Cidade Universitária ao não levar em conta o aspecto acadêmico na sua construção.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Encerrando o dossiê, o artigo "A Universidade como fonte confiável para a formulação e o aperfeiçoamento de políticas públicas" avalia a influência da USP nas políticas públicas. A análise parte da atuação da universidade durante a pandemia e sua produção científica em diversas áreas do conhecimento nesse período, que serviram de fonte para a implementação e avaliação de políticas públicas.</span></p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-db30883f-7fff-c7b4-e0eb-020344c686e2"><span><strong>Fapesp 60 anos</strong></span></span></span></div>
<div><span><span><span><strong><br /></strong></span></span></span></div>
<div><span><span id="docs-internal-guid-bf9aa453-7fff-fa28-9641-743727e96770">
<p dir="ltr"><span>Para rememorar os 60 anos de criação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a revista traz artigos que abordam o sólido papel da fundação na criação de estratégias decisivas para o desenvolvimento do país sustentado no conhecimento. Apesar de enfrentar ameaças repetidas ao seu patrimônio e orçamento, a fundação ganha destaque nos artigos por sua gestão orçamentária e administrativa e pela execução de suas atividades.<br /></span></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
</span>
<p> </p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" n<span>° </span>104</span></h3>
<span id="docs-internal-guid-a6e31ba2-7fff-aeb2-6e69-88e151f31c5e">
<p dir="ltr"><span><strong>100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922</strong></span></p>
</span></span> 
<ul>
<li><span>Apontamentos sobre o modernismo -</span><span> <i>Eduardo Jardim</i></span></li>
<li><span>A reinvenção da Semana e o mito da descoberta do Brasil - </span><span><i>Rafael Cardoso</i></span></li>
<li><span>O Brasil e os brasis de Mário de Andrade: o fim do turista aprendiz? - </span><span><i>Pedro Duarte</i></span></li>
<li><span>A memória da poesia modernista - </span><span><i>Eduardo Coelho</i></span></li>
<li><span>“Uma geração pode continuar a outra”: João Cabral de Melo Neto e o modernismo - </span><span><i>Ivan Francisco Marques</i></span></li>
<li><span>Mário de Andrade: diálogos epistolares com paranaenses e cearenses -</span><span> <i>Marcos Antônio de Moraes</i></span><span> e </span><span><i>Rodrigo de Albuquerque Marques</i></span></li>
<li><span>Outras vias entre as vanguardas brasileiras e argentinas nos anos 1920 - </span><span><i>Gênese Andrade</i></span></li>
<li><span>Natureza e modernismo: Mário de Andrade e Villa-Lobos antes da Semana - </span><span><i>Flávia Camargo Toni</i></span><span> e </span><span><i>Camila Fresca</i></span></li>
<li><span>O guarda-roupa modernista: a importância do vestuário para o modernismo brasileiro - </span><span><i>Carolina Casarin</i></span></li>
<li><span>Notas sobre etnografia em Mário de Andrade - </span><span><i>Carlos Sandroni</i></span></li>
</ul>
<span><span><span> 
<ul>
</ul>
<br />
<p dir="ltr"><span><strong>Universidade de pesquisa</strong></span></p>
</span></span></span> 
<ul>
<li><span>Pesquisa e Pós-Graduação no Brasil: duas faces da mesma moeda? - </span><span><i>Simon Schwartzman</i></span></li>
<li><span>O abandono do “espírito universitário” na construção da Cidade Universitária Armando de Sales Oliveira - </span><span><i>Caio Dantas</i></span></li>
<li><span>A Universidade como fonte confiável para a formulação e o aperfeiçoamento de políticas públicas - </span><span><i>Vahan Agopyan</i></span><span> e </span><span><i>Glauco Arbix</i></span></li>
</ul>
<span><span><span> 
<ul>
</ul>
<br />
<p dir="ltr"><span><strong>Fapesp 60 anos</strong></span></p>
</span></span></span> 
<ul>
<li><span>60 anos de Fapesp: Uma política de Estado para o desenvolvimento - </span><span><i>Marco A. Zago</i></span><span> e </span><span><i>José R. Drugowich de Felício</i></span></li>
<li><span>60 anos de apoio à ciência - </span><span><i>Jacques Marcovitch</i></span></li>
<li><span>Uma visão pessoal da Fapesp nos últimos 50 e poucos anos - </span><span><i>Hernán Chaimovich</i></span></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-21T15:41:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversa-thiago-herick-de-sa">
    <title>Conversa com Dr. Thiago Hérick de Sá </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversa-thiago-herick-de-sa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Esta conversa tem como objetivo fornecer aos universitários e pesquisadores em início de carreira uma visão geral sobre as trajetórias de carreira internacional, incluindo aquelas na Organização Mundial da Saúde e nas Nações Unidas. O convidado para este bate-papo, com formação e pós-graduação pela Universidade de São Paulo, trabalha na Organização Mundial da Saúde em Genebra desde 2017 e trará perspectivas sobre as escolhas feitas ao longo de sua formação acadêmica e trajetória profissional. O Dr. Thiago Hérick de Sá deverá falar também sobre o dia a dia do seu trabalho, suas funções atuais, os benefícios e desafios de seguir esta carreira, as expectativas e avaliação de seu desempenho e maneiras de identificar e se candidatar para posições tanto em ensino e pesquisa quanto em organismos internacionais.</p>
<p><span>Esse evento oferecerá um panorama sobre as possibilidades do apoio da AUCANI/USP e esclarecerá dúvidas de alunos interessados.</span></p>
<p><strong>Expositor:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thiago-herick-de-sa" class="external-link">Thiago Hérick de Sá</a> (<span>Organização Mundial da Saúde, Department of Environment, Climate Change and Health)</span></p>
<p><strong>Participação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-muniz-oliva-filho" class="external-link">Sérgio Muniz Oliva Filho</a> <span>(AUCANI/USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arielly-tomazia-costa" class="external-link">Arielly Tomazia Costa</a> (pós-graduanda FFLCH/USP)</span></p>
<p><span><strong>Mediação:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a> (FFLCH e IEA/USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-18T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-universidade-educacao-basica">
    <title>Sustentabilidade: Diálogos Entre a Universidade e a Educação Básica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-universidade-educacao-basica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-79548c7a-7fff-34c1-660f-acd137ca9414"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento irá expor ações e projetos em andamento no tocante a sustentabilidade e a incorporação da temática água em espaços educacionais, contando com apoio de instituições como, o Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-São Carlos), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) da USP e o Mestrado Profissional em Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais (PROFCIAMB). Promovendo a consolidação do diálogo entre a universidade e a Educação Básica.</span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-8752db3a-7fff-58c6-0fb6-8dea6464921e"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Coordenador</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tadeu-fabricio-malheiros" class="external-link">Tadeu Fabrício Malheiros</a></span><span> (EESC-USP) </span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Expositores</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong> </strong></span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gersica-moraes-nogueira-da-silva" class="external-link">Gérsica Moraes Nogueira da Silva</a> (IEA USP </span><span style="text-align: justify; ">- Polo São Carlos)</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Vinicius </span><span>Perez Dictoro <span style="text-align: justify; ">(IEA USP </span><span style="text-align: justify; ">- Polo São Carlos)</span></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong>Debatedores</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong> </strong></span><span>Renata Rozendo Maranhão (</span><span>SINGREH/ ANA)</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span><span>Nelma Regina Segnini Bossolan</span><span> (IFSC)</span></p>
<div><span>
<h3>Transmissão:</h3>
</span></div>
<p> </p>
<div>Assista a transmissão por <a class="external-link" href="https://youtu.be/GWIrj7WrOPE">aqui</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Larissa Barreto Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-12-14T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/about-academia-uma-visao">
    <title>'About Academia', exposição digital de Antoni Muntadas, pode ser vista até 31 de dezembro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/about-academia-uma-visao</link>
    <description>Exposição online "About Academia", do artista espanhol Antoni Muntadas, foi prorrogada até 31 de dezembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-parte-de-about-academia" alt="Cartaz (parte) de 'About Academia'" class="image-right" title="Cartaz (parte) de 'About Academia'" />Foi prorrogada até 31 de dezembro a exposição online "<a class="external-link" href="https://aboutacademia.iea.usp.br/" style="text-align: justify; ">About Academia</a><span style="text-align: justify; ">", trabalho do artista multimídia e professor espanhol <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antoni-muntadas" class="external-link">Antoni Muntadas</a>. A partir de 1º de janeiro, o conteúdo terá acesso restrito a pessoas que trabalharam na mostra.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Relacionado</strong></h3>
<p><strong>As quatro mesas-redondas sobre a exposição:</strong></p>
<li>Antoni Mutandas: About Academia I-II, uma Interpretação Online, 2011-2017 (2021)</li>
<ul>
<li>Mesa 1 - Que Universidade Queremos? (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online-2011-2017-2021" class="external-link">português</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-an-online-interpretation-2011-2017-2021" class="external-link">english</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-una-interpretacion-online-2011-2017-2021" class="external-link">español</a>) - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini" class="external-link">Néstor Garcia Canclini, </a><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/macae-evaristo" class="external-link">Macaé Evaristo</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ailton-krenak" class="external-link">Ailton Krenak</a>, <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antoni-muntadas" class="external-link">Antoni Muntadas</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a></li>
<li>Mesa 2 - Universidade e Contexto (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online-2011-2017-2021-mesa-redonda-universidade-e-contexto" class="external-link">português</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-an-online-interpretation-university-and-context" class="external-link">english</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-una-interpretacion-online-universidad-y-contextohttp:/www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-una-interpretacion-online-universidad-y-contexto" class="external-link">español</a>) - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-wisnik" class="external-link">Guilherme Wisnik</a>;</li>
<li>Mesa 3 - Intercontinental Academia (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/copy_of_antoni-muntadas-about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online-2011-2017-2021-mesa-redonda-intercontinental-academia" class="external-link">português</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-an-online-interpretation-2011-2017-2021-intercontinental-academia" class="external-link">english</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-una-interpretacion-online-2011-2017-2021-mesa-redonda-intercontinental-academia" class="external-link">español</a>) - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nikki-moore" class="external-link">Nikki Moore</a> (EUA), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-pecanha-do-nascimento" class="external-link">Érica Peçanha do Nascimento</a> (Brasil), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-gange-1" class="external-link">David Gange</a> (Reino Unido), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julia-buenaventura" class="external-link">Julia Buenaventura</a> (Colômbia)  e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariko-murata" class="external-link">Mariko Murata</a> (Japão)</li>
</ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/about-academia-e-o-debate-stem-steam-na-universidade" class="external-link">About Academia e o Debate Stem &amp; Steam na Universidade</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/soraya-soubhi-smaili" class="external-link">Soraya Soubhi Smaili</a> (Unifesp), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> e Antoni Muntadas</li>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; ">"About Academia" é uma versão digital das videoinstalações apresentadas por ele em instituições americanas em 2011 e 2017. </span>Muntadas propõe uma reflexão por meio da arte sobre o sistema acadêmico e universitário dos Estados Unidos, especialmente em relação à dualidade público-privado e às</span><span> complexas relações entre a produção do conhecimento e os interesses econômicos que influenciam a educação em suas diferentes formas pedagógicas. Ele considera também o possível conflito entre os valores acadêmicos e o poder da administração universitária.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">É a primeira vez que o trabalho é exibido na América Latina. Todos os materiais forma traduzidos para o português e para o espanhol. A princípio seria mostrado em videoinstalação na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP, mas as restrições provocadas pela pandemia fizeram com que fosse adaptada para um site. </span><span style="text-align: justify; ">A realização é uma iniciativa do Fórum Permanente, do IEA e da BBM-USP, com apoio do Programa de Ação Cultural (Proac) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do governo do Estado de São Paulo.</span></p>
<p>Para promover uma circulação proveitosa do projeto em universidades fora dos EUA, Muntadas propõe que sejam realizadas mesas de debates que contextualizam os conflitos e dificuldades próprias do sistema universitário que hospeda o trabalho, confrontando-o com outros modelos em contextos e culturas diferentes.</p>
<p>Isso também ocorreu na versão online brasileira, que teve quatro mesas-redondas. As três primeiras ocorreram por ocasião da abertura da exposição. Os temas foram: Que Universidade Queremos?, em 30 de abril, e Universidade e Contexto e Intercontinental Academia, as duas em 10 de maio. A quarta mesa-redonda foi 'About Academia' e o Debate do tem &amp; Steam na Universidade, em 19 de novembro, voltada ao debate crítico sobre o papel da arte no âmbito universitário, em particular diante da prevalência do Stem (Science, Technology and Mathematics) nas políticas e ações institucionais.</p>
<p>A exposição também é tema de uma série de três videoconferências no site catalão de arte <a class="external-link" href="https://artssantamonica.gencat.cat/es/detall/Cicle-Tres-interpretacions-sobre-les-maneres-de-presentacio-00002">Santa Mònica</a>, com os conferencistas com Antoni Mercader (6 de outubro), Enric Franch (17 de novembro) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> (15 de dezembro).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-12-13T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-debate-a-inclusao-da-arte-nas-politicas-e-acoes-institucionais-academicas">
    <title>Encontro debate a inclusão da arte nas políticas e ações institucionais acadêmicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-debate-a-inclusao-da-arte-nas-politicas-e-acoes-institucionais-academicas</link>
    <description>Encontro virtual "About Academia e o debate do Stem &amp; Steam na Universidade" será realizado no dia 19 de novembro, às 10h. Evento integra série para contextualizar a exposição "About Academia", do artista espanhol Antoni Muntadas, à realidade brasileira e latino-americana.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/croqui-para-videoinstalacao-about-academia/image" alt="Croqui para videoinstalação &quot;About Academia&quot;" title="Croqui para videoinstalação &quot;About Academia&quot;" height="368" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Croqui de Antoni Muntadas para a videoinstalação ''About Academia''</dd>
</dl>O Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e  o Privado do IEA e a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin realizam no dia <strong>19 de novembro</strong>, <strong>às 10h,</strong> o encontro virtual <i>About Academia e o debate do Stem &amp; Steam na Universidade</i>, que faz parte da série de encontros para contextualizar a <a href="http://aboutacademia.iea.usp.br/">exposição About Academia</a>, do artista espanhol Antoni Muntadas, à realidade brasileira e latino-americana.</p>
<p>O encontro visa contribuir para o debate crítico sobre o papel da arte no âmbito universitário, em particular diante da prevalência do Stem (Science, Technology, Engineering and Mathematics) nas políticas e ações institucionais acadêmicas.</p>
<p>Além de Muntadas, participam do debate a farmacêutica Soraya Soubhi Smaili, professora da Escola Paulista de Medicina da Unifesp e ex-reitora da mesma universidade, e biólogo Marcos Buckeridge, diretor do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador do Centro de Síntese USP Cidades Globais. A introdução e mediação do evento será do diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski.</p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p>A mostra online "About Academia"<i> </i>consiste de depoimentos e entrevistas acerca da academia, principalmente sob o prisma do sistema de ensino superior norte-americano. A exposição está disponível em <a href="https://aboutacademia.iea.usp.br/">aboutacademia.iea.usp.br</a>, assim como os registros dos encontros realizadas no primeiro semestre deste ano, que foram:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online-2011-2017-2021/mesas-de-debate-contextualizam-about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online">Que Universidade Queremos?</a> (30 de abril), com Antoni Muntadas, Aílton Krenak, Macaé Evaristo e Néstor García Canclini;</li>
<li><a href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online-2011-2017-2021/mesas-de-debate-contextualizam-about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online">Intercontinental Academia</a> (10 de maio), com Nikki Moore (EUA), Érica Peçanha (Brasil), David Gange (Reino Unido), Julia Buenaventura (Colômbia)  e Mariko Murata (Japão);</li>
<li><a href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online-2011-2017-2021/mesas-de-debate-contextualizam-about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online">Universidade e Contexto</a> (10 de maio), Naomar de Almeida, Helena Nader, Renato Janine Ribeiro e Guilherme Wisnik.</li>
</ul>
<div class="kssattr-atfieldname-organizacao kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-macro-rich-field-view kssattr-target-parent-fieldname-organizacao-1546421f8b6f45308cd1ef616aa6a886" id="parent-fieldname-organizacao-1546421f8b6f45308cd1ef616aa6a886">
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<div class="kssattr-atfieldname-organizacao kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-macro-rich-field-view kssattr-target-parent-fieldname-organizacao-d383f9482b84412ca9788a4f8fd8aa83" id="parent-fieldname-organizacao-d383f9482b84412ca9788a4f8fd8aa83">
<hr />
<p><i><strong><i>About Academia e o debate do Stem &amp; Steam na Universidade</i><br /></strong>19 de novembro, 10h<br />Evento online aberto ao público e sem necessidade de inscrição<br /></i><i>Transmissão pela internet <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo<br /></a></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678</i></p>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-11-17T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/encontro-universidades-latino-americas">
    <title>Universidades latino-americanas discutem reconstrução do desenvolvimento econômico e social</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/encontro-universidades-latino-americas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>De 13 a 15 de julho, a revista britânica “<a class="external-link" href="https://www.timeshighereducation.com/">Times Higher Education</a>” (THE) e a USP realizam o <a href="https://www.timeshighered-events.com/latin-america-universities-summit-2021"> Latin America Universities Summit</a>, cujo tema geral é “Universidades para o Bem Público: Reconstruindo o Desenvolvimento Econômico e Social”.</p>
<p>O objetivo do encontro virtual é examinar como o ensino superior latino-americano pode desenvolver estratégias para melhor capacitar-se, adaptar-se à digitalização, aumentar seu impacto estratégico e ampliar a percepção pública do papel das universidades em sociedades em evolução.</p>
<p>Lideranças de universidades latino-americanas e parceiros delas de outras partes do mundo tratarão da internacionalização das universidades da região, de como elas podem fortalecer seu trabalho em ciências sociais e humanidades, reforçar parcerias com o setor privado e reposicionar-se como agentes de mudanças positivas.</p>
<p>Os temas específicos dos três dias são, respectivamente: “As Universidades Maximizando seus Impactos”, “O Desafio da Internacionalização” e “Construindo Capacidade para Construir Impacto”.</p>
<p>O encontro terá expositores do Brasil, Peru, Colômbia, Chile, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido. Entre os brasileiros estão o reitor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a> e outros dirigentes da USP, o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, e a ex-conselheira do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-costin" class="external-link">Claudia Costin</a>.</p>
<p>Durante o encontro haverá o lançamento do THE Latin America University Rankings 2021, com uma exposição detalhada sobre os dados mais recentes apurados pelo levantamento.</p>
<p>A participação é gratuita para representantes de universidades, organismos governamentais e organizações não governamentais. A <a href="https://www.timeshighered-events.com/latin-america-universities-summit-2021/page/1757359/register">inscrição</a> permitirá acesso a todas as sessões bem como solicitar gravações das sessões depois do evento.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-07-12T14:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/colaboracao-e-pandisciplinaridade-nas-transformacoes-das-universidades">
    <title>Colóquio defende universidade colaborativa, pandisciplinar e aberta à sociedade e outros saberes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/colaboracao-e-pandisciplinaridade-nas-transformacoes-das-universidades</link>
    <description>O colóquio "Sobre a Universidade: Crítica com Alma", no dia 22 de junho, organizado pela Cátedra Olavo Setúbal e pela Cátedra de Educação Básica, constituiu a parte acadêmica do "1º Encontro Inter-Cátedras do IEA".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Diálogo entre cátedras</h3>
<p>Foi um colóquio bastante esperado, dada a possibilidade de reunir integrantes das cátedras do IEA para continuar a discussão sobre o papel da universidade e a importância das cátedras como componentes das transformações acadêmicas, afirmou a vice-diretora do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes">Roseli de Deus Lopes</a>, na abertura do evento.</p>
<p>O tema do colóquio, <i>Sobre a Universidade: Crítica com Alma,</i> fez referência à exposição online em cartaz no IEA<a href="https://aboutacademia.iea.usp.br/" target="_blank"> </a><a href="https://aboutacademia.iea.usp.br/" target="_blank"><i>About Academia</i></a>, do artista espanhol <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antoni-muntadas" class="external-link">Antoni Muntadas</a>, e ao ensaio de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-meira-monteiro" class="external-link">Pedro Meira Monteiro</a> sobre a obra e a vida de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, "Crítica com alma", publicado pela revista "Piauí" em  junho de 2021.</p>
<p>Também participaram da abertura <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-inoue">Ana Inoue</a>, superintendente do Itaú Educação e Trabalho, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-maria-guedes-paiva" target="_blank">Patrícia Guedes</a>, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Itaú Social, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron">Eduardo Saron</a>, diretor do Itaú Cultural.</p>
<p>Ana Inoue comentou que as reuniões da Cátedra de Educação Básica têm sido muito ricas e estão avançando no que se refere às licenciaturas e outros temas. Mais de 80% das matrículas na educação básicas estão na escola pública, “que precisa muito do olhar que a cátedra tem sobre ela”, afirmou.</p>
<p>Patricia Guedes apresentou um histórico da atuação do Itaú Social desde 1995 para a melhoria da educação pública em termos de qualidade e quantidade.</p>
<p>Segundo ela, o trabalho era feito em parceria com governos e centrado no ensino fundamental, sempre dedicado à formação profissional de gestores, técnicos e professores.</p>
<p>“Ao longo desse trabalho e acompanhando uma série de diagnósticos, vimos que muitos estudos apontavam que parte dos desafios vinham da formação inicial dos profissionais, mas nosso trabalho continuava voltado para a educação continuada.”</p>
<p>Ela relatou que em 2017 e 2018, uma série encontros no IEA com vários pesquisadores começou a discutir tanto o quê quanto o como se ensina.</p>
<p>“Começamos a conversar sobre uma proposta de trabalho por cinco anos, por meio de uma cátedra no IEA, para a formulação de propostas para a melhoria da formação inicial dos professores.”</p>
<p>Os debates e reuniões organizados pela cátedra e os encontros aos sábados com professores de todo o estado, nos quais foram colhidas muitas de suas expectativas, reforçou a preocupação com a formação inicial dos professores, sobretudo em relação às licenciaturas, comentou Patrícia.</p>
<p>Eduardo Saron afirmou que para o Itaú Cultural a parceria com o IEA na Cátedra Olavo Setubal é fundamental. “O IEA cumpre um papel de janela para nós que estamos no mundo da cultural e expande os horizontes da Universidade.”</p>
<p>No encerramento do colóquio, o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a> lembrou outras cátedras que já existiram no IEA antes do conjunto atual, que inclui, além das duas organizadoras do colóquio (Olavo Setubal e de Educação Básica), a Cátedra Unesco de Sustentabilidade do Oceano, a Cátedra Sergio Henrique Rodrigues (sediada no Polo Ribeirão Preto do IEA, numa parceria com o Santander Universidades), a Cátedra Oscar Sala, colaboração entre o IEA e o NIC.br no âmbito de convênio entre a USP e o CGI.br, e a Cátedra Otavio Frias Filho, parceria com o jornal “Folha de São Paulo.</p>
<p>Ele adiantou que estão andamento tratativas para uma sétima cátedra, desta vez dedicada as doenças cardiovasculares.</p>
<p>Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-carlos-de-menezes">Luís Carlos de Menezes</a>, integrante da Cátedra de Educação Básica, a universidade está diante de um desafio que ela não pode aceitar: “A gravidade política e a pobreza da discussão parlamentar desafiam a universidade a pensar a si mesma e o mundo de forma mais analítica e crítica”.</p>
<p>O pró-reitor de Pós-Graduação, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-gilberto-carlotti-jr">Carlos Gilberto Carlotti Jr.</a> afirmou que a pós-graduação é relativamente jovem no nosso modelo, com pouco mais de 50 anos. “Precisamos chegar a uma versão 3.0 nesse sistema, para não ficarmos presos às avaliações da Capes, de agências externas e da regulamentação existente.”</p>
<p>Essa foi a razão de a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG) ter criado no final de 2019 a Cátedra Paschoal Senise, destinada a trazer personalidades acadêmica de fora da USP pensar o sistema de pós-graduação da Universidade, afirmou. O primeiro escolhido para ocupar a cátedra foi Abílio Baeta Neves, ex-presidente da Capes, que iniciou suas atividades em maio de 2020.</p>
<p>Último a falar no colóquio, o pró-reitor de Pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvio-canuto">Sylvio Canuto</a>, destacou a importância de encontros como aquele para discutir a universidade. Comentou que viu a universidade brasileira passar por várias dificuldades: “Ingressei na Universidade de Brasil em 1968, quando ela foi invadida [por tropas policiais e do Exército]”.</p>
<p>No entanto, ressaltou que mesmo num momento singular como o atual, as instituições acadêmicas têm mostrado sua pujança. “A resposta da pesquisa perante a pandemia é extraordinária. Na USP, são quase 300 projetos sobre a Covid-19 e o Sars-CoV-2, em áreas diversas, da medicina à sociologia."</p>
<p>Ele considera, porém, que a universidade precisa repensar um aspecto: “Apesar de ter encarado o desafio de forma competente, se tivesse havido maior planejamento, poderia ter feito mais.”</p>
<p>Afirmou também que as avaliações feitas pela PRP indicam que os pesquisadores com contribuições importantes não são necessariamente aqueles com melhores índices nas agências de fomento. “Não critico as avaliações da Capes, mas acho importante rever certos critérios, pois alguns vícios foram incorporados”, finalizou.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Dedicado à crítica institucional sobre as universidades brasileiras, o colóquio <i>Sobre a Universidade: Crítica com Alma</i>, realizado no dia 22 de junho, serviu-se das experiências de várias cátedras da USP - seis delas sediadas no IEA - para refletir sobre as transformações que se impõem às instituições acadêmicas. De acordo com os expositores, essas transformações são uma necessidade imperiosa diante das novas forma de circulação do conhecimento e das mudanças econômicas, sociais e culturais que caracterizam a atualidade.</p>
<p>Organizado pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultural e Ciência</a>, parceria entre o IEA e o Itaú Cultural, e pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica">Cátedra de Educação Básica</a>, colaboração entre o Instituto e o Itaú Social.  o colóquio constituiu a parte acadêmica do <i>1º Encontro Intercátedras do IEA</i>.</p>
<p>Os expositores foram o antropólogo cultural argentino <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini">Néstor García Canclini</a>, titular da Cátedra Olavo Setubal, o coordenador acadêmico da mesma cátedra, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann">Martin Grossmann</a>, e o titular da Cátedra de Educação Básica, o ex-reitor da UFBA <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho">Naomar de Almeida Filho</a>. A coordenação e a introdução às falas foi da semioticista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-santaella">Lúcia Santaella</a>, professora da PUC-SP e titular da Cátedra Oscar Sala, parceria entre o IEA e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lucia-santaella-perfil/image" alt="Lucia Santaella - Perfil" title="Lucia Santaella - Perfil" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Lucia Santaella</dd>
</dl>Santaella centrou sua fala na importância das novas cátedras, sem deixar de mencionar as transformações esperadas para as instituições acadêmicas de forma geral.</p>
<p>Para ela, os tempos atuais são “hipercomplexos e desafiam a capacidade de compreensão e as estratégias de ação, e a eficácia da ação depende de clareza de pensamento, sendo preciso recuar no tempo para poder dar um salto no presente”.</p>
<p><strong>Mudança topológica</strong></p>
<p>O modo como as cátedras estão atuando e crescendo em número na USP é a expressão mais legítima de uma reviravolta topológica, segundo ela. Sem perder o que as antigas tinham de mais digno – “uma imantação do conhecimento” -, as novas cátedras processam uma transformação estrutural no modo como o conhecimento é gerado e disseminado, afirmou.</p>
<p>“Enquanto as cátedras históricas estruturavam-se de forma hierárquica e acabavam por abrigar condutas de submissão e obediência, as novas cátedras, guiada pelo ideal da liberdade colaborativa da inteligência coletiva, estruturam-se por coordenação, cuja chave-mestra encontra-se na capacidade de escuta do outro movida pela curiosidade e pela capacidade de autotransformação, que necessita da heterocrítica para se realizar.”</p>
<p>Em conformidade com essas diretrizes, Santaella julga que é preciso repensar não só as cátedras, mas também o papel da própria instituição universitária “nesse limiar ontológico, biológico e antropológico em que a espécie humana se encontra”.</p>
<p><strong>Pandisciplinaridade</strong></p>
<p>É preciso dizer não às estruturas hierárquicas, centralizadoras, que “aprisionam o conhecimento com o intuito de formar mentes dóceis, afirmou. Ela defendeu a convergência das cátedras, para que atuem juntas – no que ela chama de pandisciplinaridade – na quebra do isolamento e assim “possam dar vasão à potência do pensamento com vistas à necessária transformação estrutural, topológica da instituição universitária, antes que ela perca sua razão de ser nesta era de aprendizagem ubíqua entre seres ubíquos.”</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/nestor-canclini-perfil/image" alt="Néstor Canclini - Perfil" title="Néstor Canclini - Perfil" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Néstor García Canclini</dd>
</dl>Néstor García Canclini também se referiu ao papel inovador das cátedras atuais como uma referência para uma necessária reestruturação das instituições universitárias. Seu tema foi “A Universidade Ganha Autonomia Colocando-se Fora de Si”.</p>
<p>Para ele, é preciso pensar o significado que a pandisciplinaridade mencionada por Santaella pode ter para a universidade “ir para fora”. O fato de a Cátedra Olavo Setubal ter escolhido um latino-americano estrangeiro [ele próprio] para ocupá-la parece indicar que a USP está se abrindo para fora, afirmou.”</p>
<p>Canclini disse que seu projeto na cátedra, intitulado “A Institucionalidade da Cultura no Contexto Atual de Mudanças Socioculturais”, também questiona as universidades.</p>
<p><strong>Autonomia</strong></p>
<p>Segundo o antropólogo, as universidades latino-americanas começaram a se tornar autônomas, públicas e laicas a partir da reforma ocorrida em 1918 na Universidade de Córdoba, Argentina, como resultado de movimentos estudantis, numa reformulação de depois atingiu o Peru e outros países. Ele fez um paralelo daquele momento com os questionamentos atuais da universidade, feitos por estudantes excluídos por raça, gênero, origem econômica ou educativa.</p>
<p>No entanto, aquela autonomia conquistada a partir de Córdoba e a presença social das universidades têm diminuído desde meados do século 20, disse Canclini: “Várias transformações foram deslocando-as da esfera pública, transferindo o papel da universidade a outros lugares.  Pode-se citar nesse caso os meios de comunicação de massa, a partir dos anos 50/60, sobretudo com o surgimento da televisão. Como cresceram as universidades privadas e as públicas estancaram, aumentou a dependência de corporações para o financiamento e planejamento das agendas de pesquisa e docência.”</p>
<p><strong>Perda de espaço</strong></p>
<p>Para ele, no século atual, as universidades também estão perdendo centralidade devido à ocupação de grande partes dos canais de distribuição do saber pelas redes sociodigitais. “Elas vêm perdendo lugar nas sociedades, sobretudo entre os jovens.” Essa perda de espaço leva a uma “questão que escandaliza professores e autoridades universitárias: as universidades são necessárias?”.</p>
<p>Ele lembrou que autoridades governamentais de vários países questionam os recursos investidos em cursos e pesquisas das ciências sociais, humanidades, estudos medievais e artes. Além disso, muitas empresas preferem profissionais formados em universidades privadas ou simplesmente institutos tecnológicos, onde se aprende a aplicar conhecimento e há pouca pesquisa, comentou.</p>
<p>“Os jovens e suas famílias vem constatando há duas gerações que o conhecimento obtido nas universidades não ajuda a conseguir trabalho e, além disso, parte do que estudaram logo se tornará obsoleto em razões das mudanças científicas, tecnológicas e sociais. E na pandemia, muitos estudantes tiveram de decidir entre continuar estudando ou trabalhar sustentar sua família.”</p>
<p>A falta de recursos, o questionamento de temas de pesquisa e a ênfase na formação técnica são resultados das políticas neoliberais, disse Canclini, para quem as universidades são obrigadas a defender sua autonomia num panorama com poucos recursos e baixo apoio social.</p>
<p>“Houve um tempo em que era mais fácil crer que as ciências são necessárias, ainda que às vezes essa crença fosse apenas dos que faziam ciência. Hoje corremos o risco de que nos castiguem com a indiferença e nos deixem sem trabalho, sem salário e sem bolsas.”</p>
<p><strong>Ensino privado</strong></p>
<p>Segundo Canclini, em 1970, a América Latina tinha 1,9 milhão de estudantes universitários em 75 universidades, com esses números saltando em 2016 para 22 milhões de estudantes e 4.220 universidades, das quais dois terços são privadas.</p>
<p>“A massificação do ensino superior vem ocorrendo em grande parte por iniciativas privadas. De acordo com um informe da Rede IndecES [Rede Ibero-Americana de Indicadores do Ensino Superior]​, em 2016, os países latino-americanos com maior porcentagem de estudantes em universitárias privadas eram Chile (82%), El Salvador (77%) e Brasil (72%).”</p>
<p>A situação leva a duas perguntas centrais, de acordo com Canclini: como se combina o fato de que nas décadas em que as universidades se deselitizaram, massificando-se, com o crescimento do desemprego dos jovens e a redução de sua participação na distribuição da riqueza, com o agravamento de sua situação de precariedade? qual é o vínculo entre a desregulação dos mercados, a precarização do trabalho dos jovens e o tipo de formação que eles recebem nas universidades?</p>
<p><strong>Nem-nens</strong></p>
<p>Ele disse que o Banco Mundial indicou em janeiro de 2016 a existência de mais de 20 milhões de jovens que nem estudavam e nem trabalham, os chamados nem-nens. “Dois terços deles são mulheres, o que acentua a disparidade de gênero. Predominam os que abandonam as escolas antes de concluir o ensino médio e não conseguem ingressar no setor formal.”</p>
<p>O estudo indica uma correlação entre a quantidade de nem-nens e a deliquência em alguns países. “Entre 2008 e 2013, quando os homicídios triplicaram no México, se percebiam vínculos significativos entre a proporção de nem-nens e a taxa de homicídios, principalmente nos estados fronteiriços com os Estados Unidos.”</p>
<p>Canclini citou outro estudo do Banco Mundial no qual é sugerido que o aumento do desemprego e a falta de acesso a uma educação mais qualificada impulsiona muitos jovens há duas alternativas: emigrar ou ingressar em redes criminosas.</p>
<p><strong>Juvenicídio</strong></p>
<p>Segundo ele, vários autores latino-americanos veem vínculos entre o fracasso do neoliberalismo a uma “aniquilação maciça de jovens, a políticas de juvenicídio.”</p>
<p>O estudo do mesmo Banco Mundial recomenda aumentar o número de anos de ensino obrigatório, as bolsas, escolas de templo integral e construção de condições socioeconômicas e qualidade educacional, a fim de reter os jovens nas escolas e capacitá-los para uma melhor inserção no mercado de trabalho, afirmou Canclini. “Mas são conselhos que se chocam com a tendência de desregulamentar e desestabilizar o trabalho bem como reforçar os lugares subordinados dos países dependentes como exportadores de matérias-primas e manufaturas com baixo valor agregado.”</p>
<p>O colocar-se fora de si defendido por Canclini como postura ideal para as universidades inclui ela relacionar-se com outros saberes. Como exemplo, citou a necessidade de a medicina alopática ocidental dialogar com práticas orientais e de povos indígenas e tradicionais. “É preciso cuidar da relação entre mente e corpo e deixar de tratá-los como coisas separadas. Deve-se verificar como o diálogo entre conhecimentos técnicos e outros saberes tradicionais pode gerar aprendizados cognitivos que ajudem a pensar sobre o sentido de cada especialidade.”</p>
<p>É preciso considerar também os novos hábitos dos leitores, que leem de acordo com necessidades estruturais, afirmou. Segundo ele, em entrevistas com produtores culturais, artistas visuais e outros profissionais que estão sendo feitas em seu projeto na cátedra, verificou-se que computadores e celulares contribuem para esse novo estilo de atuação como centros de operações para tarefas múltiplas.</p>
<p>Outra urgência, segundo Canclini, é transformar a universidade num lugar em que se editam saberes, não o sentido. “A pretensão de ter só um sentido implica imperialismo, colonialismo.”</p>
<p><strong>História das cátedras</strong></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Naomar%20Monteiro%20de%20Almeida%20Filho-Perfil.jpg/image" alt="Naomar Monteiro de Almeida Filho - Perfil" title="Naomar Monteiro de Almeida Filho - Perfil" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Naomar de Almeida Filho</dd>
</dl>Naomar de Almeida Filho fez a exposição “Da Cátedra: Reinvenção de uma Tradição”. Segundo ele, a universidade se especializou em cultivar tradições. “O projeto original tinha muito desse elemento. A universidade medieval tinha lugares bem demarcados pela matriz eurocêntrica e religiosa, sendo instalada em mosteiros e catedrais. A cátedra demarcava o trono do líder religioso de um certo território.”</p>
<p>Na universidade clássica e no Iluminismo, passou-se da relevância do trono para a relevância de quem o ocupava, disse Almeida Filho.  “Pessoas diferentes podiam ocupar a cátedra, com a transferência do poder simbólico a elas.”</p>
<p>Após o Renascimento, as cátedras se tornando lugares de estudos clássicos, como na Universidade de Coimbra, Portugal, considerada a alma mater das universidades brasileiras, afirmou. “Houve um deslocamento da cátedra para o catedrático. A universidade brasileira copiou o modelo, mas não o copiou direito.”</p>
<p>A universidade mudou seu projeto no Iluminismo, adotando uma bifurcação: universidades para formar quadros e outras para produzir conhecimento científico, disse. “Os modelos lusitano e francês foram a referência da universidade brasileira para o primeiro caso. A referência para o segundo caso é o projeto de Humboldt, Hegel e outros sábios para a Universidade de Berlim.”</p>
<p>Para Almeida Filho, a universidade contemporânea assumiu a missão de ser um lugar de “crítica cultural, transformação social e, agora, de pandisciplinaridade”. As transformações começaram com a reforma universitária promovida a partir da Revolta de Córdoba em 1918, mencionada antes por Canclini, disse. "Uma das mandeiras dos estudantes era a extinção das cátedras vitalícias."</p>
<p>A principal diferença entre as cátedras atuais na América Latina é o tempo de permanência do titular. “Ocupei a Cátedra Juan Cesar Garcia da Universidade de Guadalajara, no México, por duas semanas, período necessário para organizar um evento.” Há também cátedras que constituem um programa de pesquisa, independente do tempo de duração e de seus ocupantes.</p>
<p><strong>Formação de intelectuais</strong></p>
<p>De acordo com Almeida Filho, tratar das cátedras permite distinguir entre ensino terciário e outras missões das instituições universitárias. "O ensino superior destina-se à formação de quadros e replicação de tecnologias. Isso habilita profissionalmente, mas não cria capital simbólico". Para ele, a educação universitária deve destinar-se à formação de intelectuais e produtores de conhecimento.</p>
<p>“No Brasil atual, as instituições universitárias tem cumprido mais a função de ensino profissionalizante do que as missões históricas da universidade. Temos a oportunidade ímpar de recriar o conceito de cátedras, supostamente anacrônico, recuperando o que se perdeu com a negação da tradição. Retomar sua missão histórica é o que nossa nação precisa neste momento.”</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/martin-grossmann-perfil/image" alt="Martin Grossmann - Perfil" title="Martin Grossmann - Perfil" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Martin Grossmann</dd>
</dl>Para Martin Grossmann<strong>, </strong>as cátedras servem como uma plataforma de crítica institucional, um caminho para a universidade se renovar também intramuros. “Elas podem ser um lugar de crítica institucional, junto com a governança e o Conselho Universitário, para que a Universidade se transforme e seja responsiva às demandas da crise que vivenciamos.”</p>
<p>Grossmann falou sobre “A Cátedra nos Estudos Avançados” e lembrou que o IEA integra a rede internacional Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study) desde 2010, criada para agregar o crescente número de IEAs que vêm sendo criados em universidades de todos os continentes há várias décadas.</p>
<p>Segundo ele, uma das diretrizes de atuação do IEA é a equivalência entre as ciências (naturais e sociais), as artes e as humanidades. No caso das artes, o objetivo é ir além dos aspectos históricos e englobar sua a institucionalidade.</p>
<p><strong>Vanguarda crítica</strong></p>
<p>Grossmann considera a criação, em 1930, do Institute for Advanced Study (IAS) de Princeton um marco da vanguarda crítica da universidade. “Abraham Flexner, que tinha reformulado o ensino de medicina nos Estados Unidos e no Canadá, se lançou na criação de um instituto independente, sem vínculo com uma universidade, para se pensar de outra forma. Foi um gesto político num momento de tensão, e permitiu acolher pesquisadores como Einstein e outros cientistas judeus que saíram da Europa devido às perseguições nazistas.</p>
<p>Outro marco da vanguarda no período, desta vez na institucionalização da arte, foi a inauguração em 1939, em Nova York, da sede do Museu de Arte Moderna (MoMA), “um prédio com uma nova arquitetura, uma nova ambience para se pensar arte”. Para ele, o prédio do MoMA e o IAS marcam algo como uma vanguarda 1.0.</p>
<p>O marco seguinte, uma espécie de vanguarda 2.0, é para ele a criação, em 1968, do Centro de Pesquisa Interdisciplinar (ZiF, na sigla em alemão) da Universidade de Bielefeld, Alemanha, e a inauguração, no mesmo ano, da sede do Museu de Arte de São Paulo (Masp).</p>
<p>Em sua opinião, as universidades brasileiras se desenvolvem, do ponto de vista da arquitetura, como universidades modernistas. “Havia uma ciência modernista também, num país que se formava e procurava ser representado como uma nação moderna.”</p>
<p>No caso do Masp, Grossmann afirma que o museu já anunciava o pós-modernismo. “Não existe nada igual no mundo, um edifício aberto, com janelas imensas, onde as obras parecem flutuar no espaço e o visitante caminha entre elas como um flâneur crítico.”</p>
<p>Para Grossmann, a criação do IEA em 1986 inicia um novo processo de vanguarda no interior do sistema acadêmico, e “essa vanguarda 3.0 está em andamento”.</p>
<p>Ele considerou o colóquio uma iniciativa da Cátedra Olavo Setubal e da Cátedra de Educação Básica para o início de um diálogo entre as cátedras do IEA, de forma a promover "o pensamento irrequieto, no contrafluxo do pensamento tradicional, cooperando para que a USP se reposicione diante da sociedade".</p>
<p><strong>Colaboração interna</strong></p>
<p>Durante o debate, o ex-diretor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) Pedro Dallari falou sobre a experiência da Cátedra José Bonifácio, criada em 2013 para receber anualmente um personalidade ibero-americana. A cátedra é uma iniciativa do Centro Ibero-Americano (Ciba), núcleo ligado à Pró-Reitoria de Pesquisa e ao Instituto de Relações Internacionais (IRI), e tem apoio financeiro do Banco Santander</p>
<p>Dallari afirmou que a cátedra tem uma característica adicional ao trabalho de promover o relacionamento da Universidade com sociedade, conforme enfatizado nas exposições: “Na José Bonifácio há uma coisa anterior, que é a relação da cátedra com o interior da USP.”</p>
<p>Segundo ele, a cátedra cria uma dinâmica com os jovens da universidade. “O tema de trabalho escolhido pelo catedrático se torna um tema de pesquisa. É lançado um edital e os pós-graduandos com temas próximos ao que foi escolhido pelo catedrático passam a se relacionar com ele. No final, é produzido um livro.”</p>
<p>Dallari questionou o fato de a estrutura docente da USP não incluir os catedráticos. “É uma honraria, não viram professores da Universidade. Agora começamos a usar a figura do professor colaborador, para que o titular possa ser integrado ao quadro docente da USP.”</p>
<p>Ele comentou que as normas quase impossibilitaram que Garcia, catedrático de 2020 e “uma das lendas do sistema financeiro latino-americano”, participasse de uma banca de tese por não possuir titulação acadêmica.</p>
<p><strong>Inteligência artificial</strong></p>
<p>Ainda no debate, Lúcia Santaella comentou que um desafio adicional se impõe para a agenda de mudanças da universidade: o desenvolvimento da inteligência artificial. “O que temos ainda é uma inteligência artificial fraca, mas não vai parar por aí. Enquanto as corporações correm no seu desenvolvimento, as universidades estão paradas.” As consequências serão várias, como a perda de empregos, e esse cenário “acrescenta um dilema magno ao quadro colocado por Canclini".</p>
<p>Em resposta a ela, Canclini disse que a questão é decisiva para a transformação das universidades. Ele vê, porém, algo de muito errático no mundo da inteligência artificial. “A função da universidade seria editar esses saberes”.</p>
<p>“Historicamente, a universidade tem o papel de criticar o conhecimento, problematizá-lo em outras direções. Me parece que grande parte da inteligência artificial tem trabalhado no sentido de cancelar essa associação problemática.”</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-06-28T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/primeiro-encontro-catedras">
    <title>1º encontro das cátedras do IEA discute relação universidade-sociedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/primeiro-encontro-catedras</link>
    <description>"1º Encontro Intercátedras do IEA", no dia 22 de junho, às 14h, terá primeira parte dedicada ao colóquio "Sobre a Universidade: Crítica com Alma".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; ">Catedráticos, coordenadores e professores integrantes das cátedras do IEA estarão juntos pela primeira vez num encontro online no dia <strong>22 de junho, às 14h</strong>, com o objetivo de refletir sobre a relação entre a universidade e a sociedade no mundo contemporâneo e planejar atividades conjuntas.</p>
<p style="text-align: left; ">A primeira parte do 1<i>º Encontro Intercátedras do IEA</i> será dedicada ao colóquio <i>Sobre a Universidade: Crítica com Alma</i>, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet. Nele, a noção de cátedra será abordada como "dispositivo de sinergia acadêmica".</p>
<p style="text-align: left; ">Com coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-santaella" class="external-link">Lucia Santaella</a>, titular da Cátedra Oscar Sala, o colóquio terá as seguintes exposições:</p>
<ul>
<li><i>La universidad gana autonomía poniéndose fuera de sí - </i><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini" class="external-link">Néstor García Canclini</a>, titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</li>
<li><i>Da cátedra: reinvenção de uma tradição - </i><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a>, titular da Cátedra de Educação Básica;</li>
<li><i>A cátedra nos estudos avançados</i> - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, coordenador acadêmico da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência.</li>
</ul>
<p>A abertura contará com a participação de: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a>, vice-diretora do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-maria-guedes-paiva" target="_blank">Patrícia Guedes</a>, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Itaú Social, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-inoue" class="external-link">Ana Inoue</a>, superintendente do Itaú Educação e Trabalho, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron" class="external-link">Eduardo Saron</a>, diretor do Itaú Cultural.</p>
<p>Em seguida às exposições, haverá um debate, com comentários iniciais de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-carlos-de-menezes" class="external-link">Luís Carlos de Menezes</a>, integrante da Cátedra de Educação Básica. Terão prioridades para apresentar perguntas os membros da Cátedra de Educação Básica, ex-catedráticos da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência, outros catedráticos do IEA, coordenadores de cátedras e aqueles que formularem questões no chat do YouTube.</p>
<p>O colóquio será encerrado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvio-canuto" class="external-link">Sylvio Canuto</a>, pró-reitor de Pesquisa, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-gilberto-carlotti-jr" class="external-link">Carlos Gilberto Carlotti Jr.</a>, pró-reitor de Pós-Graduação.</p>
<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Planejamento</strong></p>
<p>A segunda parte do encontro, às 16h30 (sem transmissão), será dedicada ao planejamento de futuras atividades conjuntas das cátedras. Estarão presentes coordenadores e titulares das cinco cátedras do Instituto:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica">Cátedra de ducação Básica</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-unesco-para-a-sustentabilidade-dos-oceanos/catedra-oceanos">Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/catedra-sergio-henrique-ferreira">Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala/catedra-oscar-sala">Cátedra Oscar Sala</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Reinvenção</strong></p>
<p>"Ao revisitar as trajetórias históricas e definições conceituais desses espaços e dispositivos, pretende-se analisar o dispositivo ‘cátedra’, seus significados atuais e potencial para atuação transformadora da universidade e da sociedade", afirmam os organizadores.</p>
<p style="text-align: left; ">Segundo eles, ao dialogar com signos e ritos da tradição universitária, "as cátedras podem ser reinventadas como possibilidade de ação ampla, diversa e efetiva para cumprir a quarta missão [crítica cultural e transformação social] da universidade num mundo tecnológico, hiperconectado, conflitivo e multifacetado".</p>
<p>O tema do colóquio faz referência à exposição online em cartaz no IEA<a href="https://aboutacademia.iea.usp.br/"> </a><a href="https://aboutacademia.iea.usp.br/"><i>About Academia</i></a> do artista espanhol <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antoni-muntadas" class="external-link">Antoni Muntadas</a> e ao ensaio de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-meira-monteiro" class="external-link">Pedro Meira Monteiro</a> sobre obra e vida de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, "Crítica com alma", publicado pela revista Piauí em sua edição de junho de 2021. Professor, historiador e crítico literário, membro da Academia Brasileira de Letras, Bosi morreu em 7 de abril, aos 84 anos. Sua extraordinária trajetória acadêmica desenvolveu-se totalmente vinculada à USP, com relação especial com o IEA, do qual foi diretor de 1998 a 2001 e onde editou a revista "Estudos Avançados" por 30 anos.</p>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedras</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-06-16T11:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mesa-redonda-1-about-academia">
    <title>Exposição 'About Academia', de Antoni Muntadas, é aberta com mesa-redonda sobre futuro das universidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mesa-redonda-1-about-academia</link>
    <description>Mesa-redonda "Que Universidade Queremos?", no dia 30 de abril, marcou a abertura da exposição virtual "Antoni Muntadas: About Academia I-II, uma Interpretação Online, 2011-2017 (2021)".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><a class="external-link" href="https://www.aboutacademia.iea.usp.br"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-da-exposicao-about-academia" style="float: left; " title="Cartaz da exposição &quot;About Academia&quot;" class="image-right" alt="Cartaz da exposição &quot;About Academia&quot;" /></a></p>
<h3><strong>Exposição</strong></h3>
<p><i>Em cartaz até 31 de outubro em </i><i><i><a class="external-link" href="https://www.aboutacademia.iea.usp.br">www.aboutacademia.iea.usp.br</a>,</i></i><i> a exposição <i>"Antoni Muntadas: About Academia I-II, uma Interpretação Online, 2011-2017 (2021)" é composta por dois conjuntos de projeções e publicações referentes às edições da videoinstalação "About Academia" produzidas por Muntadas em 2011 e 2017. Também integram o projeto a mesa-redonda de inauguração e duas outras que acontecem no dia 10 de maio.</i></i></p>
<p><i>A partir de entrevistas realizadas pelo artista com professores e alunos, o</i><i> "projeto" (como Muntadas prefere chamar a videoinstalação) procura estimular a reflexão sobre o papel das universidades na atualidade - tendo como referência o contexto dos Estados Unidos -</i><i>, o lugar da arte nesse cenário, as relações entre público e privado e entre tradição e contemporaneidade, o futuro das universidades e a interdisciplinaridade.</i></p>
<p><i><i>O projeto foi apresentado pela primeira vez no </i></i><i><i>Center for the Visual Arts, em 2011, a convite da Universidade Harvard. Depois foi exposto em várias cidades da América do Norte e Europa.</i></i></p>
<p><i><i>Com a versão online atual, é a primeira vez que "About Academia"  é exibido na América Latina, <i>graças a parceria entre o IEA, o <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/" target="_blank">Fórum Permanente </a>e a <a class="external-link" href="https://www.bbm.usp.br/pt-br/">Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM</a>) da USP, com patrocínio do Programa de Ação Cultural (Proac) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.</i></i></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na mesa-redonda <i>Que Universidade Queremos?</i>, que inaugurou a versão online da videoinstalação “About Academia” [<i>leia no box ao lado</i>] no dia 30 de abril, o artista espanhol <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antoni-muntadas" class="external-link">Antoni Muntadas</a> disse que seu “projeto” (como ele prefere chamar o trabalho) é uma reflexão crítica sobre a universidade americana, que possui “coisas boas e outras problemáticas”. Ele espera que o projeto contribua para o surgimento de outros formatos de universidade.</p>
<p>Muntadas explicou que fez 150 entrevistas de uma hora com pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Universidade Harvard. As perguntas trataram de tópicos como academia versus universidade, privado versus público, conhecimentos versus titulação e emprego, instituição versus corporação. Para ele, “About Academia” é “um artefato que precisa ser posto em atividade”.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Que Universidade Queremos?</strong><br />Mesa-redonda<br />30/4/2021</p>
<ul>
<li>Notícia<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sobre-academia" class="external-link"><br /></a><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/about-academia-online" class="external-link">Exposição online "About Academia", de Antoni Muntadas, será inaugurada em 30 de abril</a></li>
<li>Vídeos<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/sobre-academia" class="external-link"><br /></a><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-uma-interpretacao-online-2011-2017-2021" class="external-link">Português</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-una-interpretacion-online-2011-2017-2021" class="external-link">Español</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/antoni-muntadas-about-academia-i-ii-an-online-interpretation-2011-2017-2021" class="external-link">English</a></li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong>Sobre Academia</strong><br />Conferência de<br />Antoni Muntadas<br />18/8/2017</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sobre-academia" class="external-link">Notícia</a>: "Artista catalão reflete sobre as relações da academia com o ensino superior"</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/sobre-academia" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/sobre-academia-18-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr noshade="noshade" size="3" width="100%%" />
<p><br /><strong>Algumas atividades do IEA de questionamento e promoção da universidade pública</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/projetos-especias-anteriores/os-desafios-do-ensino-superior-no-brasil-1/os-desafios-do-ensino-superior-no-brasil" class="external-link">Ensino Superior e Universidades (eventos e publicações)</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-goldemberg" class="external-link">Goldemberg fala aos participantes da Intercontinental Academia sobre as contribuições da USP à sociedade</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/arte-artista-universidade" class="external-link">Arte, Artista, Universidade</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quanto ao método de execução do trabalho, Muntadas afirmou que o uso de entrevistas em trabalhos de campo sempre nutriu sua forma de ser e de pensar: “A entrevista é uma forma elementar para entender e receber informações”.</p>
<p>Além de Muntadas, participaram do encontro o antropólogo cultural e sociólogo argentino <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini" class="external-link">Néstor García Canclini</a>, titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Artes, Cultura e Ciência</a> (parceria do IEA com o Itaú Cultural); o líder indígena, ambientalista e filósofo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ailton-krenak" class="external-link">Ailton Krenak</a>; e a educadora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/macae-evaristo" class="external-link">Macaé Evaristo</a>, ex-secretária da Educação de Minas Gerais. A moderação foi do curador da exposição virtual, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, coordenador do  <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/forum-permanente">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a> do IEA e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. A presidência coube ao diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>.</p>
<p>Canclini afirmou ver "About Academia" como um estímulo a seu projeto na cátedra no IEA, "um trabalho sobre as novas formas de institucionalidade cultural em países da América Latina".</p>
<p>Para ele, a ciência e a tecnologia fornecem respostas às perguntas da sociedade, mas "a arte trabalha com perguntas para as quais não temos respostas", disse, em referência ao projeto de Muntadas.</p>
<p>"Não é muito comum alguém, depois de viver décadas nos Estados Unidos, se animar a fazer perguntas tão incômodas e difíceis para acadêmicos de primeiro nível do país", afirmou.</p>
<p>Canclini apresentou uma visão ampla de vários aspectos levantados pelo trabalho de Muntadas, como a questão da territorialidade das universidades, suas relações e de seus pesquisadores com o público, sua gradual transformação em empresas e a migração das atividades acadêmicas, sobretudo o ensino, para a esfera online.</p>
<p>"No 'About Academia II" [em 2017], aparecem chineses que ensinam e estudam nos Estados Unidos. É fundamental ter como referência o aspecto territorial da universidade, mas é preciso atentar também para a situação online: estamos passando de uma universidade estabelecida num lugar de uma cidade para outra que se irradia para o mundo."</p>
<p>Relacionando o projeto de Muntadas com a realidade acadêmica latino-americana, Krenak afirmou que a universidade se instalou na América Latina e se reproduziu ao longo do século 20 como uma "caixa preta": "Ali está todo o repertório, a lógica, a racionalidade, o método de medir e reproduzir o mundo. Se pensarmos nela como algo não identificável, não será exagero. A universidade latino-americana só era acessível a integrantes de famílias de proprietários de terras e políticos".</p>
<p>Para ele, na América Latina, as universidades "reproduziram a sociedade colonial com uma tranquilidade e naturalidade que ninguém questiona. Perpetuaram um poder colonial disfarçado de modernidade". A Constituição de 1988 não teve coragem de expandir esse espaço de senhores herdeiros a outras pessoas, segundo Krenak. "Nem os povos indígenas nem os negros do Brasil eram recebidos nas universidades."</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-da-mesa-redonda-que-universidade-queremos-30-4-2021/image" alt="Participantes da mesa-redonda &quot;Que Universidade Queremos?&quot; - 30/4/2021" title="Participantes da mesa-redonda &quot;Que Universidade Queremos?&quot; - 30/4/2021" height="187" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Participantes da mesa-redonda:na faixa superior, a partir da esquerda, Martin Grossmann, Néstor García Canclini e Macaé Evaristo; embaixo, Antoni Muntadas, Aílton Krenak e Guilherme Ary Plonski</dd>
</dl></p>
<p>O ideal seria que a universidade se comprometesse com a vida e adotasse a causa dos povos onde está instalada, para que a instituição sofresse uma metamorfose, disse Krenak. Em sua opinião, cada vez mais a pesquisa é feita a partir de demandas de empresas: "Onde a ciência está? Ainda está dentro da universidade ou migrou para os gabinetes dos executivos e conselhos administrativos das empresas?".</p>
<p>As novas tecnologias digitais de comunicação vão "tencionar a caixa preta das universidades", disse. As atividades online vividas durante a atual pandemia exemplificam o que deverá acontecer, de acordo com ele. "Os jovens vão querer permanecer em seus territórios de origem e fazer seus estudos de forma online."</p>
<p>Para Krenak, as universidades têm de ser capazes de mudar a partir de dentro, para que "não se tornem no futuro maravilhosos centros de visitação, monumentos históricos muito interessantes, até com alguma função social, mas não mais um centro de produção de conhecimento, pois essa função terá sido capturada pelas corporações".</p>
<p>Baseada em sua experiência como professora e gestora no ensino básico público, Macaé ressaltou a importância de pensar a universidade sempre a partir das demandas dos movimentos populares. Para ela, a questão fundamental está na forma como a instituição universidade se estrutura. "No Brasil, com a exclusão de negros e indígenas, sem acesso à universidade, como eles reconhecerão uma instituição da qual não participam do ponto de vista da construção?", indagou.</p>
<p>Macaé citou o período em que trabalhou no Ministério da Cultura em projeto de implantação de licenciaturas interculturais indígenas. "Muitos professores indígenas contribuíram com essa discussão e hoje há licenciaturas desse tipo em várias universidades brasileiras."</p>
<p>No entanto, ela considera difícil pensar na criação de uma universidade indígena diante da rigidez da estrutura acadêmica, pois, apesar de haver mestres e doutores indígenas, "a universidade ainda é pouco permeável aos saberes tradicionais e como eles se organizam".</p>
<p>Macaé enfatizou a necessidade de mudanças para a inclusão de negros e indígenas na academia: "Queremos a universidade, mas não essa que olha para a gente e nos desconecta. Queremos construir uma universidade que nos respeite como sujeitos coletivos, respeite nossa produção intelectual e nossas relações sociais, econômicas e humanas. Queremos subverter a universidade, primeiro com a presença de nossos corpos, e isso já é uma revolução".</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-04T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-com-angel-gurria">
    <title>Em conferência com Angel Gurría, USP e OCDE iniciam aproximação para intercâmbio de conhecimentos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-com-angel-gurria</link>
    <description>Secretário-geral da Organização falará sobre a importância do conhecimento na reconfiguração do mundo a partir de agora.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/300x300-Angel-Gurria-Herve-Cortinat-Flickr.png/image" alt="Angel Gurria" title="Angel Gurria" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, fará conferência em evento do IEA</dd>
</dl>Angel Gurría, secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), será o conferencista principal no evento online “OCDE e USP: Reconfigurando o mundo a partir do conhecimento”, que acontece no dia </span><strong>6 de maio, das 13h às 14h30</strong><span>. O encontro marcará o início de uma aproximação formal entre o organismo internacional e a Universidade. A transmissão acontecerá pelo site do IEA: </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" target="_blank">www.iea.usp.br/aovivo</a><span>.</span></p>
<div>Também participarão o embaixador Carlos Márcio Cozendey, representante do Brasil perante a OCDE; o reitor da USP Vahan Agopyan; o diretor do IEA Guilherme Ary Plonski; e o pesquisador do IEA Alberto Pfeifer, coordenador geral do Grupo de Análise de Conjuntura Internacional (GACInt) do IRI-USP.<br /><br />À frente da OCDE desde 2006, Gurría deixará a organização no final de maio e, ainda este ano, se tornará pesquisador no Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP. Nesta conferência, ele fará uma reflexão sobre os caminhos possíveis para uma sociedade global impactada por processos transformacionais de escala planetária, como a pandemia de Covid-19, as mudanças climáticas e o uso de tecnologias da informação.<br /><br />“No ensejo da trajetória de acessão do Brasil, o evento inicia a sistematização do relacionamento entre USP e OCDE, com vistas a compreender o funcionamento da Organização e facilitar o acesso às metodologias e recursos disponíveis”, avalia Pfeifer. Segundo ele, a aproximação formal também irá propiciar oportunidades de intercâmbios entre os especialistas da OCDE e a sociedade brasileira em geral e a comunidade USP, em particular.</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-03T11:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/about-academia-online">
    <title>Exposição online 'About Academia', de Antoni Muntadas, será inaugurada em 30 de abril</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/about-academia-online</link>
    <description>A exposição virtual "Antoni Muntadas: About Academia I-II, uma Interpretação Online, 2011-2017 (2021)" será inaugurada no dia 30 de abril, quando também haverá a mesa redonda "Que Universidade Queremos?"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/exposicao-sobre-academia-de-antoni-muntandas/image" alt="Exposição &quot;Sobre Academia&quot;, de Antoni Muntandas" title="Exposição &quot;Sobre Academia&quot;, de Antoni Muntandas" height="312" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Videoinstalação ''About Academia'', de Antoni Muntadas, em 2017</dd>
</dl></p>
<p>Será inaugurada no <strong>dia 30 de abril</strong> a exposição virtual "<i><a class="external-link" href="https://aboutacademia.iea.usp.br">Antoni Muntadas: About Academia I-II, uma Interpretação Online, 2011-2017 (2021)</a></i>". A abertura da mostra será acompanhada de mesa-redonda às <strong>14h</strong> com a presença de Muntadas, Ailton Krenak, Néstor García Canclini, Eliane Sousa Silva e Macaé Evaristo.</p>
<p>Duas outras mesas-redondas serão realizadas no dia 10 de maio [veja <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/about-academia-online#programacao" class="external-link">programação</a> abaixo]. A exposição irá até 31 de outubro, no site <a class="external-link" href="https://aboutacademia.iea.usp.br">https://aboutacademia.iea.usp.br</a>, onde também acontecerão os debates.</p>
<p>A videoinstalação "About Academia" foi apresentada originalmente por Muntadas no Center for the Visual Arts, a convite da Universidade Harvard, em 2011, último ano de sua estada como professor no programa de Arte, Cultura e Tecnologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Depois o trabalho foi apresentado em diferentes versões em diversas cidades, entre as quais Boston, Vancouver, Amsterdam e Sevilha.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><dl class="captioned image-left" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antoni-muntadas-2017/image" alt="Antoni Muntadas - 2017" title="Antoni Muntadas - 2017" height="368" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O artista Antoni Muntadas durante sua conferência no IEA em 2017</dd>
</dl></p>
<h3>Tradutor de imagens do contemporâneo</h3>
<p>Nascido em 1942, em Barcelona, Espanha, e radicado em Nova York, EUA, Antoni Muntadas estudou na Escola Técnica Superior de Engenheiros Industriais em sua cidade natal e no Centro Gráfico Pratt, de Nova York. É pioneiro em videoarte (desde meados dos anos 70) e expandiu sua produção para o uso de várias linguagens plásticas, meios e suportes. A intervenção no espaço público é uma de suas mais radicais formas de crítica cultural.</p>
<p>Muntadas tem sido convidado a ministrar cursos, workshops e palestras em várias das mais importantes escolas de arte e museus do mundo, como na Escola de Arquitetura e Planejamento do MIT, em 2001. É conferencista regular no programa Arte e Arquiteturano Massachusetts Institute of Technology - School of Architecture em Cambridge, Massachussets, onde ministrou a disciplina ‘Seminar on Public Art’ (início 2001); é conferencista regular do Cornell University Seminars no programa ‘Dialogues Art and Architecture’ (início 2006) e professor da IUAV Veneza, Itália, (início 2004).</p>
<p>Sua obra tem sido exposta em todo o mundo, em eventos como a Bienal de Veneza (Itália) (1976 e 2005), a Documenta de Kassel (Alemanha) (6ª e 10ª edições); 16ª Bienal de São Paulo e Bienais de Havana (Cuba) e Lyon (França). Expôs, entre outros, no Museu de Arte Moderna de Nova York, no Museu de Arte de Berkeley, no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia de Madrid, e no Museu de Arte Contemporânea de Barcelona. É considerado o pai da net.art espanhola e se define como ‘um tradutor de imagens do que se passa no mundo contemporâneo’.</p>
<p>Recebeu inúmeras bolsas e prêmios, como o Prêmio Nacional de Artes Plásticas 2005, concedido pelo Ministério da Cultura da Espanha por sua trajetória artística e por ser um dos mais inovadores artistas do panorama espanhol. Além disso, Muntadas tem uma longa trajetória de diálogo com a América do Sul, em especial com o Brasil, onde várias vezes realizou exposições e ministrou cursos em museus, bienais e instituições, inclusive como convidado em três ocasiões pelo Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. É representado no Brasil desde o final dos anos 70 pela Galeria Luisa Strina, onde expõe regularmente.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O projeto discute o papel e a função das universidades na atualidade, o lugar da arte nesse âmbito, a relação entre público e privado, tradição e contemporaneidade, o futuro das universidades e a interdisciplinaridade, a partir de entrevistas realizadas pelo artista com professores e alunos.</p>
<p>A exposição é composta por dois conjuntos de projeções e publicações. Enquanto "About Academia I" (2011) aborda essas questões a partir da perspectiva de professores e acadêmicos, "About Academia II" (2017) aprofunda seus temas exclusivamente do ponto de vista dos estudantes.</p>
<p>A criação da videoinstalação imersiva, online e interativa dá protagonismo aos dois conjuntos. Dessa forma, respeita a duração dos tempos dos vídeos originalmente desenvolvidos pelo artista para a sua existência em um espaço físico.  Com isso, apesar da interatividade de navegação, não é possível ao visitante o controle dos vídeos projetados. A experiência estética na virtualidade possui, portanto, correspondência com o tempo real do espaço expositivo analógico.</p>
<p>A princípio, a videoinstalação "About Academia" seria montada na <a class="external-link" href="https://www.bbm.usp.br/pt-br/">Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM)</a> das USP, mas, diante das restrições impostas pela pandemia, Muntadas decidiu interpretar o projeto de forma online, num site interativo, com curadoria de Martin Grossmann, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a> do IEA e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP</p>
<p>É a primeira vez que o projeto é apresentado na América Latina, com todos os seus materiais em edição bilingue (português e espanhol), graças a parceria entre o IEA, o <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/">Fórum Permanente </a>e BBM-USP, com o patrocínio do Programa de Ação Cultural (Proac) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Sobre Academia</strong><br />Conferência de<br />Antoni Muntadas<br />18/8/2017</p>
<ul>
<li>Notícia<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sobre-academia" class="external-link"><br />Artista catalão reflete sobre as relações da academia com o ensino superior</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/sobre-academia" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/sobre-academia-18-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr noshade="noshade" size="3" width="100%%" />
<p><span><br /><strong>Algumas atividades do IEA de questionamento e promoção da universidade pública</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/projetos-especias-anteriores/os-desafios-do-ensino-superior-no-brasil-1/os-desafios-do-ensino-superior-no-brasil" class="external-link">Ensino Superior e Universidades (eventos e publicações)</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-goldemberg" class="external-link">Goldemberg fala aos participantes da Intercontinental Academia sobre as contribuições da USP à sociedade</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/arte-artista-universidade" class="external-link">Arte, Artista, Universidade</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Grossmann, a exposição e as mesas-redondas se inserem na constante preocupação do IEA, desde os anos 90 , em  "problematizar e promover a universidade pública" [veja algumas dessas atividades no box à direita]. Ele ressalta que essa questão integrou seu <a href="https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/memoria-institucional/projeto-de-gestao-2012-2017" class="external-link">Projeto de Gestão</a> quando foi diretor do IEA (2012-2016). "Chamo isso de 'critica institucional' e é um dos grandes diferenciais do IEA como plataforma da interdisciplinaridade da USP."</p>
<p>Para ele, "o IEA é muito mais do que o think tank da USP: é também um laboratório, um 'atelier', uma incubadora e vem fazendo muito bem essa crítica de dentro - 'criticism from within' - da propria Universidade, algo supernecessário quando nos comportamos também como corporação".</p>
<p><strong>Arte e sistema acadêmico</strong></p>
<p>"About Academia" provoca uma reflexão por meio da arte sobre o sistema acadêmico e universitário estadunidense, mais especificamente sobre a dualidade público/privado, assim como as complexas relações entre a produção do conhecimento e os interesses econômicos que influenciam a educação em suas diferentes formas de pedagogia.</p>
<p>A videoinstalação de Muntadas considera o possível conflito entre uma faculdade (e seus valores) e uma administração (e seu poder).</p>
<p>Para fazer uma circulação proveitosa do projeto em universidades que não sejam norte-americanas, Muntadas propõe mesas de debates que contextualizam os conflitos e dificuldades próprias do sistema universitário local, confrontando-o com outros modelos em contextos e culturas diferentes.</p>
<p><strong>Publicações</strong></p>
<p>No site da exposição estarão disponíveis duas publicações bilingues (português/espanhol) com as transcrições completas das falas dos entrevistados, dentre eles Noam Chomsky, David Harvey, Carol Becker e Ute Meta Bauer, além dos estudantes. As publicações estarão acessíveis parcialmente. Para obter o conteúdo completo é necessário comprá-las (por preço reduzido). O link para a compra constará do site. <strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong><a name="programacao"></a>Mesas-redondas</strong></h3>
<p>Com transmissões pelos sites do <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">IEA</a>, BBM e Fórum Permanente.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<p><strong>30 de abril, das 14 às 17h</strong></p>
<p><strong>QUE UNIVERSIDADE QUEREMOS?</strong></p>
<p>• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nestor-garcia-canclini" class="external-link">Néstor García Canclini</a> (antropólogo cultural, titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência)<br />• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a> (educadora e ativista sociocultural, professora visitante do IEA)<br />• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/macae-evaristo" class="external-link">Macaé Evaristo</a> (educadora, ex-secretária da Educação de Minas Gerais)<br />• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ailton-krenak" class="external-link">Ailton Krenak</a> (líder indígena, ambientalista e filósofo)<br />Antoni Muntadas (artista)<br /><i>• Moderador:</i> Martin Grossmann (coordenador do Fórum Permanente e professor da ECA-USP)</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/croqui-para-videoinstalacao-about-academia/image" alt="Croqui para videoinstalação &quot;About Academia&quot;" title="Croqui para videoinstalação &quot;About Academia&quot;" height="368" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Croqui de Antoni Muntadas para a videoinstalação ''About Academia''</dd>
</dl></p>
<p><strong><i>10 de maio, das 9 às 12h</i></strong></p>
<p><strong>INTERCONTINENTAL ACADEMIA</strong></p>
<p>• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nikki-moore" class="external-link">Nikki Moore</a> (historiadora da arte, pesquisadora da Universidade Wake Forest, EUA)<br />• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-pecanha-do-nascimento" class="external-link">Érica Peçanha</a> (antropóloga, pós-doutoranda no IEA)<br />• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-gange-1" class="external-link">David Gange</a> (historiador, pesquisador da Universidade de Birmingham, Reino Unido)<br />• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julia-buenaventura" class="external-link">Julia Buenaventura</a> - historiadora da arte, pesquisadora da Universidade dos Andes, Colômbia)<br />• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariko-murata" class="external-link">Mariko Murata</a> (teórica de mídia e museus, pesquisadora da Universidade Kansai, Japão)<br /><i>• Moderador:</i> Martin Grossmann (coordenador do Fórum Permanente e professor da ECA-USP)</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<p><i><strong>10 de maio</strong>, das <strong>13h30 às 16h</strong></i></p>
<p><strong>UNIVERSIDADE E CONTEXTO</strong></p>
<p>• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a> (epidemiologista, titular da Cátedra Educação Básica e ex-reitor da UFBA)<br />• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a> (biomédica, professora da Unifesp e vice-presidente da ABC)<br />• <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-wisnik" class="external-link">Guilherme Wisnik</a> (arquiteto, curador e professor da FAU-USP)<br /><i>• Moderador:</i><i> </i><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a> (filósofo, professor da FFLC-USP e ex-ministro da Educação)</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): arquivo pessoal de Antoni Muntadas; Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-26T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/narrativas-perifericas-na-universidade-publica">
    <title>Narrativas Periféricas na Universidade Pública</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/narrativas-perifericas-na-universidade-publica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Narrativas periféricas: entre pontes, conexões e saberes plurais</i> é um livro que reúne textos de 45 participantes do projeto <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/censo-jardim-sao-remo-jardim-keralux-e-vila-guaraciaba-1" class="external-link">Democracia, Artes e Saberes Plurais (DASP)</a>, entre pesquisadores de graduação e pós-graduação, consultores, docentes e moradores dos territórios pesquisados.</p>
<p>Idealizado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a> para a sua titularidade na <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> do IEA-USP, o projeto tem o objetivo de promover pesquisas e interações para aproximar a universidade das periferias e favelas, e é protagonizado por sujeitos de origem popular, negra e periférica.</p>
<p>Neste evento, que marca o lançamento do <b>e-book gratuito</b>, as narrativas construídas sobre o projeto e a universidade pública são tomadas como ponto de partida para pensar a produção de conhecimento em periferias e favelas, a presença periférica no ensino superior e a relação da USP e seu entorno.</p>
<p><b>Download gratuito</b>: <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/narrativas-perifericas-3" class="external-link">PDF</a> ou <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/narrativas-perifericas-epub" class="external-link">epub</a></p>
<p><b>Abertura:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, diretor do IEA USP</p>
<p>Eliana Sousa Silva, Redes da Maré e IEA USP</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariana-almeida" class="external-link">Mariana Almeida</a>, Fundação Tide Setubal</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jader-rosa" class="external-link">Jader Rosa</a>, gerente do Observatório Itaú Cultural</p>
<p><b>Debatedores:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isadora-nunes" class="external-link">Isadora Nunes</a>, estudante de GPP/USP e pesquisadora do projeto DASP</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-pompeu" class="external-link">Rafael Pompeu</a>, multiartista e articulador local do projeto DASP</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rosangela-malachias" class="external-link">Rosangela Malachias</a>, professora da UERJ e pesquisadora do nPeriferias – Grupo de Pesquisa das Periferias</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edmund-baracat" class="external-link">Edmund Baracat</a>, Pró-Reitor de Graduação da USP</p>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-pecanha-do-nascimento" class="external-link">Érica Peçanha</a>, organizadora do livro e supervisora geral do DASP</p>
<h3 class="visualClear">Transmissão</h3>
<div class="visualClear">Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Periferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa nPeriferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-12T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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