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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 51 to 65.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-debate-capacidade-das-cidades-de-se-adaptar-a-escassez-de-recursos">
    <title>Encontro debate capacidade das cidades de se adaptar à escassez de recursos </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-debate-capacidade-das-cidades-de-se-adaptar-a-escassez-de-recursos</link>
    <description>Resiliência Urbana no Contexto do Nexo Água, Energia e Alimentos acontece no dia 28 de junho, às 14h, e faz parte do projeto ResNexus, uma parceria entre a USP, e as Universidades de Wageningen, Holanda, e de Sussex, Reino Unido. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ceagesp" alt="Ceagesp" class="image-inline" title="Ceagesp" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ceagesp, centro de abastecimento de alimentos de São Paulo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um seminário no IEA se propõe a dialogar com as questões de resiliência urbana no contexto do nexo água, energia e alimentos. “A resiliência é o que ajuda as cidades a se adaptarem e se transformarem diante desses desafios, possibilitando respostas tanto para o esperado quanto para o inesperado”, explicam os organizadores.</p>
<p><i>Resiliência Urbana no Contexto do Nexo Água, Energia e Alimentos</i> acontece no dia <strong>28 de junho, às 14h</strong>, e faz parte do projeto ResNexus, uma parceria entre a USP, e as Universidades de Wageningen, Holanda, e de Sussex, Reino Unido. Para participar, não é necessária inscrição. O evento pode ser acompanhado <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web. As falas serão em inglês, sem tradução simultânea.</p>
<p>Segundo os organizadores, um dos grandes desafios do século 21 é fazer com que as cidades sejam resilientes e estejam preparadas para a crescente gama de adversidades, como enfrentamento dos efeitos das mudanças climáticas, pressões por crescentes populações migrantes e consequências de infraestruturas inadequadas.</p>
<p>Com falas em inglês e sem tradução simultânea, o seminário terá como conferencistas Fiona Marshall, da Universidade de Sussex, Bas van Vliet, da Universidade de Wageningen e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, do IEA, um dos organizadores do encontro. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-luiz-giatti">Leandro Luiz Giatti</a>, professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e que também integra o grupo de Jacobi no IEA.</p>
<p>Os demais organizadores são <a href="http://www.fsp.usp.br/site/paginas/mostrar/74" target="_blank">Departamento de Saúde Ambiental</a>, <a href="http://www.fsp.usp.br/site/paginas/mostrar/2500" target="_blank">Mestrado Profissional Ambiente Saúde e Sustentabilidade</a> e o <a href="http://www.fsp.usp.br/pos/?cat=28" target="_blank">Programa de Pós-Graduação </a><a href="http://www.fsp.usp.br/pos/?cat=28" target="_blank">Ambiente, Saúde e Sustentabilidade</a>, todos da FSP-USP.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Rovena Rosa/Agência Brasil </span></p>
<hr />
<p><i><i><strong>Resiliência Urbana no Contexto do Nexo Água, Energia e Alimentos</strong></i><br />28 de junho, 14h<br />Auditório do IEA, Rua da Biblioteca, 128, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, sem inscrição prévia<br /><i>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever</i><br />Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/resiliencia-urbana" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-13T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-12-e-13-de-junho-de-2018">
    <title>Ciclo UrbanSus: Sustentabilidade Urbana - Sustentabilidade nas Cidades - 12 e 13 de junho de 2018 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-12-e-13-de-junho-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/o-futuro-dos-oceanos-8-de-junho-de-2018">
    <title>O Futuro dos Oceanos - 8 de junho de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/o-futuro-dos-oceanos-8-de-junho-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-08T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/resiliencia-urbana">
    <title>Resiliência Urbana no Contexto do Nexo Água, Energia e Alimentos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/resiliencia-urbana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um dos grandes desafios do século 21 é fazer com que as cidades sejam resilientes e estejam preparadas para a crescente gama de adversidades, como enfrentamento dos efeitos das mudanças climáticas, pressões por crescentes populações migrantes e consequências de infraestruturas inadequadas. A resiliência é o que ajuda as cidades a se adaptarem e se transformarem diante desses desafios, possibilitando respostas tanto para o esperado quanto para o inesperado. Este seminário se propõe a dialogar com as questões de resiliência urbana no contexto do nexo água, energia e alimentos, em que complexas relações e interdependências demandam repostas capazes de transcender distintos setores.  O evento se insere como atividade do projeto ResNexus (FAPESP, proc. n. 2015/50132-6), uma parceria entre as Universidade de São Paulo, Universidade de Wageningen/Holanda e Sussex/Reino Unido.</p>
<p><strong>Comissão organizadora:</strong><span> Leandro Luiz Giatti; Ana Maria Barbieri Bedran Martins; Carolina Monteiro de CarvalhoUniversidade de Sussex); Alberto Matenhauer Urbinatti; Izabela Penha de Oliveira Santos; Simone Omori Honda; Juma Amanda Ferreira Santos.</span></p>
<p><strong>Palestrantes:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bas-van-vliet" class="external-link">Bas van Vliet </a><span>(Universidade de Wageningen/Holanda)</span></p>
<p>Patience Mguni (Universidade Wageningen/Holanda)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi </a>(IEE e IEA USP/ICLEI)</p>
<p>Ralitsa Hiteva (Universidade de Sussex/Reino Unido)</p>
<p><strong>Moderador:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-luiz-giatti" class="external-link">Leandro Luiz Giatti</a> (IEA e FSP USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-05T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-sustentabilidade-na-cidade">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Sustentabilidade nas Cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-sustentabilidade-na-cidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Alinhado aos <a class="external-link" href="http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/politica-externa/desenvolvimento-sustentavel-e-meio-ambiente/134-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-ods">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS</a> da ONU, o <strong>Ciclo de</strong> <strong>Seminários UrbanSus: Sustentabilidade Urbana </strong>tem por objetivo refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras. Há a necessidade de soluções efetivas, acessíveis, equitativas e duráveis para desafios mais urgentes, envolvendo mobilidade, segurança hídrica, energia, saneamento ambiental, áreas verdes, segurança alimentar, rápida urbanização e suas complexas interações com as mudanças globais e a falta de acesso a serviços por grande parte da população.</p>
<p>O ciclo é promovido pelo Programa<strong> USP Cidades Globais</strong>, sediado no Instituto de Estudos Avançados, em conjunto com a Faculdade de Saúde Pública e o Instituto de Biociências, da Universidade de São Paulo, com o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade. Esta construção envolve o fomento, a formulação e a implementação de políticas públicas de forma intersetorial e sistêmica na direção do desenvolvimento sustentável das áreas urbanas, levando em consideração as necessárias interrelações entre ambiente, sociedade e uma nova economia.</p>
<p>Atualmente mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas, o que faz com que suas taxas de produção e consumo sejam muito elevadas, aumentando exponencialmente a demanda por serviços ecossistêmicos e consequentemente seu impacto ambiental. Ocupando menos de 2% da área terrestre em 2015, as áreas urbanas concentravam 80% da produção econômica, entre 60 e 80% do consumo de energia, aproximadamente 75% das emissões de CO² (PNUMA, 2011 apud Habitat-III, 2015), e sua “pegada aquática” correspondia a cerca de 41% da superfície da Terra (McDonald, 2014 apud ONU-Habitat III, 2015).</p>
<p>Além dos problemas ambientais, as cidades apresentam grandes problemas socioeconômicos. As desigualdades socioeconômicas são multideterminadas e retroalimentadas por diferentes fatores como escolaridade, raça, gênero, idade, classe, nacionalidade, entre outros, que afetam o acesso a serviços públicos e privados e a direitos sociais como educação, moradia, saúde e mobilidade. A desigualdade no acesso a terra e a “favelização” de grande número de pessoas são responsáveis por grandes impactos ambientais e a destruição de ecossistemas, seja pela ocupação de regiões inapropriadas como áreas de bacias hidrográficas, pelo não acesso aos serviços básicos de saneamento ou pelo inadequado atendimento às necessidades de controle ambiental. Em 2015, um terço dos habitantes urbanos no mundo em desenvolvimento (863 milhões de pessoas) viviam em condições similares às das favelas (ONU-Habitat III, 2015).</p>
<p>Um dos principais, senão o principal motivo, dos grandes impactos ambientais que são encontrados e da crescente desigualdade social, foi a crença no desenvolvimento apenas enquanto crescimento, uma interpretação unidimensional que acabou por gerar uma visão não integrada entre as áreas urbanas e ambiental e por desconsiderar a necessidade de promover a igualdade de renda e acesso a serviços essenciais de qualidade para todos sem distinção e o enfrentamento das discriminações sociais. Este paradigma unidimensional está aos poucos sendo alterado por paradigmas multidimensionais de desenvolvimento do qual os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2030 são o principal expoente. Como consequência, esta visão precisa ser amplamente debatida e disseminada em todas as regiões com o objetivo de serem encontrados equacionamentos e soluções específicas às suas respectivas necessidades.</p>
<p><span>O </span><strong>Seminário Sustentabilidade nas Cidades</strong><span> é o primeiro evento do Ciclo de Seminários UrbanSus: Sustentabilidade Urbana, estando programado em 5 painéis, nos quais serão debatidas as seguintes temáticas: (i) contribuição da universidade para a promoção da gestão sustentável das cidades, (ii) impacto da globalização no planejamento urbano, (iii) instrumentos de política, planejamento e gestão urbana: da teoria à prática/ (iv) políticas públicas e gestão para cidades sustentáveis: experiências de cidades brasileiras, (v) avanços com relação a gestão urbana e sustentabilidade.</span></p>
<p><strong>Comissão organizadora</strong></p>
<p>Amanda Silveira Carbone; Arlindo Philippi Jr.; Debora Sotto; <span>Djonathan Gomes Ribeiro; </span>Gilda Collet Bruna; Lais Fajersztajn; Marcos Buckeridge; Maria da Penha Vasconcellos; Mary Lobas de Castro; Ricardo Young; <span>Sandra Sedini; </span>Sonia Maria Viggiani Coutinho.</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/relatoria_urbansus_1" class="external-link">RELATORIA </a></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-26T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/futuro-dos-oceanos">
    <title>O Futuro dos Oceanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/futuro-dos-oceanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><strong>XII SEMINÁRIO DE MANEJO INTEGRADO</strong></p>
<p style="text-align: left; ">A oceanografia é uma área do conhecimento interdisciplinar cujas origens remontam à necessidade do ser humano de entender o ambiente marinho de forma a garantir a manutenção das atividades culturais, econômicas e de subsistência e a prevenir os efeitos negativos de eventos extremos, como tempestades e inundações.</p>
<p style="text-align: left; "><span>Os Seminários de Manejo Integrado foram idealizados em 2006 como um instrumento adicional para a formação de recursos humanos em gestão e governança costeira e oceânica, discutindo temas atuais e estimulando o contato com profissionais atuantes na área. Vinculados inicialmente à disciplina de “Manejo Integrado de Ecossistemas Costeiros e Oceânicos” do Instituto Oceanográfico da USP, os seminários emanciparam-se, buscando integrar diversos temas direta ou indiretamente relacionados às linhas de atuação da oceanografia. A integração de diferentes visões e práticas profissionais é um princípio que rege a definição de temas e palestrantes para o evento, o qual é visto como uma estratégia de aproximação dos alunos do curso de oceanografia com as mais variadas formas de atuação profissional.</span></p>
<p class="visualClear" style="text-align: left; ">Maior e mais importante ecossistema do planeta, o mar regula a vida na Terra. Sem ele, a vida no planeta não existiria ou, ao menos, seria radicalmente diferente de tudo o que conhecemos. <span>Os oceanos cumprem papel fundamental no equilíbrio climático do planeta: regulam a circulação atmosférica, distribuem umidade e controlam as temperaturas do planeta. São os maiores produtores de oxigênio da Terra. Sequestram carbono e metano da atmosfera, mitigando o efeito estufa. </span><span>O mar guarda um imenso patrimônio de biodiversidade e é fonte de alimento para bilhões de pessoas. Possui recursos minerais e farmacológicos inestimáveis, proporciona lazer e recreação, movimenta o turismo. Os oceanos são as grandes autoestradas do comércio global.</span></p>
<p class="visualClear" style="text-align: left; ">A Scientific American Brasil, em parceria com o Instituto Oceanográfico da USP e o Instituto de Estudos Avançados da USP, irá comemorar o Dia Mundial dos Oceanos com um seminário que discutirá questões cruciais sobre a conservação e futuro dos oceanos. Serão abordados quatro temas chaves:</p>
<ol>
<li>oceanos e mudanças climáticas;</li>
<li>preservação da vida e biodiversidade marinha;</li>
<li>soluções para um mar sem lixo; e</li>
<li>estratégias de conservação marinha, com destaque para as áreas marinhas protegidas.</li>
</ol>
<p> </p>
<p><strong> <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/sciam-programacao-2018/" class="external-link">CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA</a></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-23T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/outorga-sistema-cantereira">
    <title>Nova outorga do Sistema Cantareira traz retrocesso, segundo pesquisadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/outorga-sistema-cantereira</link>
    <description>Seminário "Renovação da Outorga do Sistema Cantereira" foi realizado no dia 10 de maio de 2017.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reservatorio-paiva-castro" alt="Reservatório Paiva Castro" class="image-inline" title="Reservatório Paiva Castro" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Reservatório Paiva Castro, um dos seis que formam o Sistema Cantareira, que terá sua outorga renovada no fim de maio</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia 31 de maio foi publicada a nova <a href="http://www2.ana.gov.br/Paginas/servicos/outorgaefiscalizacao/renovacaocantareira.aspx">outorga do Sistema Cantareira</a> à Sabesp. Trata-se da permissão dada à companhia para captar a água dos reservatórios do sistema para abastecimento público por mais 10 anos. No entanto, vários pesquisadores consideram que as novas normas representam um retrocesso em relação à concessão em vigor até este mês.</p>
<p>A outorga atual foi concedida em 2004 pelo Departamento de Águas e Esgoto (DAEE) do Estado de São Paulo (DAEE), por delegação da Agência Nacional de Águas (ANA), uma vez que parte da área de captação pertence a Minas Gerais. O período da concessão terminou em 2014, todavia, devido à crise hídrica, sua validade foi prorrogada duas vezes, primeiro até outubro de 2015 e depois até maio de 2017.</p>
<p>Apesar de o processo de formulação e entrada em vigor da nova outorga estar em sua reta final, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA decidiu realizar um seminário para debater as principais características da nova concessão, sobretudo os aspectos que consideram questionáveis.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Seminário<br /><strong>Renovação da Outorga do Sistema Cantareira</strong></p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-avaliam-proposta-de-renovacao-da-outorga-no-sistema-cantareira" class="external-link">Especialistas avaliam proposta de renovação da outorga do Sistema Cantareira</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/renovacao-da-outorga-do-sistema-cantareira" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/renovacao-da-outorga-do-sistema-cantareira-10-de-maio-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<i>Lei mais notícias<br />sobre <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-recursos-naturais" class="external-link">recursos naturais</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-meio-ambiente" class="external-link">meio ambiente</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os expositores do seminário <i>Renovação da Outorga do Sistema Cantareira</i>, realizado no dia 10 de maio, foram: o engenheiro hidráulico e de saneamento <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-carlos-zuffo">Antonio Carlos Zuffo</a>, da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp; a economista, socióloga e geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-fracalanza">Ana Paula Fracalanza</a>, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (Procam) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP; e o biólogo e ambientalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-paulo-ribeiro-capobianco">João Paulo Capobianco</a>, presidente do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS). A coordenação foi do geólogo e comunicólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes">Pedro Luiz Côrtes</a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. Côrtes e Ana Paula integram o grupo de pesquisa promotor do seminário.</p>
<p>Além de coordenar o encontro, Côrtes fez a exposição inicial, na qual relatou o histórico do sistema Cantareira, das outorgas à Sabesp e da crise hídrica de 2013/2014. Também destacou os principais pontos polêmicos da nova concessão.</p>
<p><span>Ele afirmou que o consumo de água da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) deve aumentar caso a tendência de crescimento da população se mantenha e os usuários não sejam mais bem orientados e convencidos a fazer um uso racional da água.</span></p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedro-luiz-cortes-10-5-2017" alt="Pedro Luiz Côrtes - 10/5/2017" class="image-inline" title="Pedro Luiz Côrtes - 10/5/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Pedro Luiz Côrtes</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Historiando sobre a recente crise hídrica, ele disse que a partir de maio de 2012 a quantidade de água que entrava no Sistema Cantareira já era menor do que o pior registro até então conhecido, verificado nos anos 50. "No entanto, mesmo com essa redução drástica, o consumo ficou superior ao captado a partir de maio de 2013, porque se acreditava que o verão seria chuvoso o suficiente para repor a água." Segundo Côrtes, essa situação demandava uma gestão melhor do recurso do que a realizada.</p>
<p><strong>Períodos de seca</strong></p>
<p>“O secretário de Saneamento e Recursos Hídricos à época, Benedito Braga, falava de uma ‘situação climática inusitada’.” Para verificar se isso realmente ocorrera, Côrtes consultou os dados colhidos pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP sobre as precipitações na RMSP, em busca de períodos com redução significativa das chuvas.</p>
<p>“Não foi uma situação climática inusitada, os períodos de estiagem severa são relativamente constantes.  O volume de água que caiu foi até maior do que em outros períodos. A gestão do sistema de abastecimento deveria contar com a ocorrência desses episódios.”</p>
<p>Sobre a nova outorga, Côrtes explicou que ela estabelece faixas de operação do sistema dependentes do volume dos reservatórios. No caso de volume igual ou superior a 60%, a captação é será a normal, de 33 m3/s. O total captado vai sendo reduzido de acordo com o diminuição do volume nas  quatro faixas seguintes (atenção, alerta, restrição e especial), caindo para até 15,3 m3/s quando o volume do sistemas estiver abaixo de 20% (faixa especial).</p>
<p>Segundo o pesquisador, as outorgas têm apresentado o grave erro de não levar em consideração os prognósticos climáticos para os meses subsequentes ao período de estiagem, o que garantiria melhor administração da água disponível. Ele espera que a nova outorga contenha essa avaliação futura.</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antonio-carlos-zuffo-10-5-2017" alt="Antonio Carlos Zuffo - 10/5/2017" class="image-inline" title="Antonio Carlos Zuffo - 10/5/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Antonio Carlos Zuffo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Zuffo concorda com Côrtes nessa questão, “pois observa-se que ao longos dos últimos 100 anos houve períodos longos de precipitação média alta ou reduzida.” Explicou que a perspectiva de enchimento dos reservatórios pós-estiagem, no verão 2012/2013, não se concretizou porque os efeitos do El Niño não atingiram a região.</p>
<p><strong>Subdimensionamento</strong></p>
<p>Segundo ele, quando o Sistema Cantareira foi projetado, levaram-se em consideração dados de 1935 a 1970, “período em que as precipitações foram em média 15% mais baixas do que a média da série histórica de cem anos; além disso, a alternância entre precipitações mínimas e máximas ocorreram em períodos curtos, por isso os reservatórios necessários para regularizar a vazão são menores”.</p>
<p>A partir de 1976, houve um aumento de 15% na média das precipitações, “por isso na outorga de 2004 a captação passou de 33 m<sup>3</sup>/s para 36m<sup>3</sup>/s". Todavia, as chuvas aumentaram, mas se concentraram em número menor de dias, o que "provocou enchentes nos períodos chuvosos seguidos de secas mais prolongadas,  que exigiram maior exploração dos reservatórios; isso indica a falta de volume de regularização do Sistema Cantareira".</p>
<p>Ele acredita que as próximas décadas serão de precipitação média menor, com a redução na produção de água de todos os sistemas do Sudeste. “Viveremos o que já aconteceu entre as décadas de 30 e 70.” N<span>as duas épocas de renovação da outorga houve seca, comentou. “Se esse intervalo de aproximadamente 11 anos se mantiver, haverá seca entre 2025 e 2027.”</span></p>
<p><strong>Modelo de gestão</strong></p>
<p>A gestão dos reservatórios do Sistema Cantareira era feita num modelo conservador, com menor risco de falta de água para o abastecimento, mas baixa eficiência operacional, disse Zuffo. <span>Diante das críticas que eram feitas, resolveu-se adotar um modelo mais arrojado, no qual é assumido maior risco, “por isso passamos por um período de dois anos seguidos de enchentes [2009 e 2010] e depois dois anos seguidos de falta de água [2014-2015].”</span></p>
<p>Zuffo destacou que a nova outorga estabelece que a descarga mínima para as bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Baicas PCJ) não será mais de 3 m<sup>3</sup>/s, mas de 0,25 m<sup>3</sup>/s, “um regime de restrição hídrica para uma área do estado com uma importante região metropolitana (Campinas), que ficará limitada em seu desenvolvimento por falta de água.”</p>
<p>Ele questionou o fato de novamente a outorga considerar apenas a quantidade de água e não sua qualidade. “Em abril de 2014, a vazão dos rios caiu, mas a quantidades de efluentes não. Com isso, houve o aumento da poluição e a consequente morte de dezenas de toneladas de peixe. Isso levou o Ministério Público a suspender o Banco de Águas e determinar uma descarga maior nas Bacias PCJ, para melhoria da qualidade da água.”</p>
<p><strong>Recuperação</strong></p>
<p><span>Antes da crise, eram retirados mais de 36 m</span><sup>3</sup><span>/s e agora são distribuídos apenas 24 m3/s, de acordo com o pesquisador. "Isso acontece por causa da redução de consumo em torno de 30% que ainda se mantém. Graças a isso houve a recuperação do Sistema Cantareira, não  às precipitações nos últimos dois períodos chuvosos, que foram abaixo da média.”</span></p>
<p>Para Zuffo, se houver clima extremo, as Bacias PCJ vão sofrer tanto em períodos de excesso quanto de falta de chuva. “Seria preciso realizar obras para garantir o abastecimento futuro das bacias: interligação dos reservatórios Jaguari (na Bacia do rio Paraíba do Sul) e Atibainha, e construção dos reservatórios Pedreira (no rio Jaguari) e Duas Pontes (Bacia do rio Camanducaia).”</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ana-paula-fracalanza-10-5-2017" alt="Ana Paula Fracalanza - 10/5/2017" class="image-inline" title="Ana Paula Fracalanza - 10/5/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ana Paula Fracalanza</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ana Paula considera que o processo de adoção da nova outorga é um contraponto ao de 2004, “quando houve um discussão bastante ampla sobre o uso da água”.</p>
<p><span>Ela disse que em 2003, quando a outorga concedida em 1974 estava para vencer, já vigoravam a política nacional e a política paulista de recursos hídricos e houve um debate como seria a renovação. “Já estávamos num governo democrático, os comitês de bacia discutiam com a sociedade civil e houve a participação de vários atores sociais na discussão. A região de origem da água [Bacias PCJ] foi contemplada com o recebimento de 5 m<sup>3</sup>/s do Sistema Cantareira.”</span></p>
<p>Em sua opinião, a análise da outorga de 2004 demonstra que ela foi feita com consenso político, adequação funcional e observância das normas. “Mas isso não aconteceu durante a crise hídrica, que chamo de 'crise de abastecimento entre 2014 e 2017'.”</p>
<p><strong>Continuidade da crise</strong></p>
<p>Um dos motivos para ela afirmar que a "crise de abastecimento” ainda perdura é o fato de ter verificado no site da Sabesp, no dia 8 de maio, que há regiões da RMSP onde ainda há restrição de fornecimento entre 22/23h até as 4h do dia seguinte.</p>
<p>“No momento, estamos com 65% do volume dos reservatórios preenchidos, o que se enquadra na faixa normal da nova outorga, que permitirá a captação de 33 m<sup>3</sup>/s. No entanto, a Sabesp está retirando apenas 24 m<sup>3</sup>/s." Para ela, isso é outro indicador de que a “crise de abastecimento” continua.</p>
<p>Ana Paula afirmou que pela proposta da nova outorga, não haverá uma garantia de fornecimento de água para as Bacias PCJ. Outro retrocesso, segundo ela, é o fato de, ao contrário da outorga de 2004, a nova concessão não prever o acompanhamento de situações emergenciais pelos Comitês das Bacia PCJ e AT (Alto Tietê), DAEE e ANA, que serão apenas comunicados sobre a situação. “Isso já aconteceu durante a crise hídrica.”</p>
<p><span>A falta de transparência nesse momento de regulamentação da nova outorga revela-se no fato de não haver explicações sobre por que, num faixa normal de volume útil, não são captados 33 m<sup>3</sup>/s, mas sim 24 m<sup>3</sup>/s. “Se a redução de pressão nas tubulações durar para sempre, será criada uma injustiça socioambiental com quem vai continuar a ter dificuldade para a obtenção de água.”</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/joao-paulo-capobianco-10-5-2017" alt="João Paulo Capobianco - 10/5/2017" class="image-inline" title="João Paulo Capobianco - 10/5/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Sustentabilidade</strong></p>
<p>Para Capobianco, a questão da outorga “deve ser vista no contexto geral da gestão da água como um bem socioambiental vital para a sociedade e trata-se de uma inflexão clara entre democracia e sustentabilidade”.</p>
<p>“A participação da sociedade é central para demonstrar o quanto a desconexão entre esses dois fatores pode ser danosa para a gestão desse recurso e, por consequência, para a sociedade.”</p>
<p>Segundo ele, a segurança hídrica envolve pelo menos três aspectos: conservação e restauração de mananciais; investimento em saneamento e reuso; e incentivos econômicos para conservação e recuperação. “Se analisarmos a situação de São Paulo, vamos descobrir que temos uma gestão completamente incompetente em todos esses aspectos.”</p>
<p>Para ele, é fundamental que a outorga, a tarifa e o licenciamento ambiental estejam integrados como ferramenta da sociedade para fazer uma intervenção estruturante na gestão dos recursos hídricos com a perspectiva da sustentabilidade.</p>
<p><strong>Tarifa</strong></p>
<p>Apesar de a nova outorga estar definida, Capobianco considera que "ainda há oportunidade de discutir a tarifa, processo que se inicia agora e deve durar um ano, com a convocação de audiências públicas".</p>
<p>A versão da segurança hídrica que prepondera na gestão pública é a da oferta de água, criticou. “Na verdade, todo investimento realizado pelo poder público nessa questão, e potencializado pela crise hídrica, foi aplicado na transposição de bacias para trazer água de regiões mais distantes, mais água para ser contaminada e perdida nas tubulações.”</p>
<p>Disse também que é preciso discutir o fato de a outorga não ser onerosa, uma vez que a água, para ser produzida, demanda uma série de cuidados. “Ela vem da natureza para ser coletada, distribuída e cobrada, mas ela não vem de graça, há condições necessárias para que ela continue fluindo.”</p>
<p>“O que acontece é que quando se fala de outorga, as discussões são sobre volume de água, como se esse volume fosse uma garantia para sempre e como se a água viesse do nada. A empresa vai pegar essa água, tratar (porque ela degrada) e distribuir, mas não paga nada por isso. Os valores pagos aos comitês de bacia e outros pagamentos são irrisórios.”</p>
<p>Capobianco afirmou que, "ao contrário da opinião de várias pessoas, o IDS considera que a outorga do direito de uso deveria prever além de qualidade também a disponibilidade dos recursos, ou seja, o cuidado com os mananciais"</p>
<p>Durante o debate, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e professor do Procam, comentou que a participação da sociedade é fundamental para que ela seja corresponsável pelas decisões: “Se ela não participa, aceita uma tutela, que poderá ser tecnocrática ou economicista.”</p>
<p>Para ele, a outorga não é apenas uma questão de métrica, mas de definir um caminho para a adoção de uma agenda fundamental de discussão sobre a disponibilidade da água. “E não é só uma avaliação de efeitos do El Niño e da La Niña, mas de explicitações de que os eventos extremos são cada vez mais recorrentes e mais próximos entre si, independentemente dos ciclos citados no seminário.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: 1) OS2Warp/Wikimedia Commons; 2, 3, 4 e 5, Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-05T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/renovacao-da-outorga-do-sistema-cantareira-10-de-maio-de-2017">
    <title>Renovação da Outorga do Sistema Cantareira - 10 de maio de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/renovacao-da-outorga-do-sistema-cantareira-10-de-maio-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-avaliam-proposta-de-renovacao-da-outorga-no-sistema-cantareira">
    <title>Especialistas avaliam proposta de renovação da outorga do Sistema Cantareira </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-avaliam-proposta-de-renovacao-da-outorga-no-sistema-cantareira</link>
    <description>O seminário Renovação da Outorga do Sistema Cantareira, que acontece no dia 10 de maio, das 9h às 12h, apresentarão a proposta que está em jogo e discutirão outras medidas que poderiam ser adotadas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sistema-cantareira" alt="Sistema Cantareira" class="image-inline" title="Sistema Cantareira" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>Sistema Cantareira: com renovação da outorga, retirada de água só será permitida se o nível registrado permitir</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Será publicada no dia 31 deste mês a <a class="external-link" href="http://www2.ana.gov.br/Paginas/servicos/outorgaefiscalizacao/renovacaocantareira.aspx">renovação da outorga do Sistema Cantareira</a>, um dos maiores reservatórios do mundo, composto por seis barragens interligadas e que atende boa parte<span> de São Paulo, as regiões de Campinas e Piracicaba. </span>D<span>entre as novidades, está prevista a implantação de um mecanismo de faixas de utilização, em que só será autorizada a retirada de água se o nível do Cantareira permitir.</span></p>
<p>Para discutir o novo modelo proposto e debater outras possíveis medidas, um grupo de especialistas se reunirá no seminário <i>Renovação da Outorga do Sistema Cantareira</i>, que acontece no <strong>dia 10 de maio</strong>, das <strong>9h às 12h</strong>, na Sala de Eventos do IEA. A discussão será transmitida <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web.</p>
<p>Apesar de conter mudanças positivas, o coordenador do encontro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes" class="external-link">Pedro Luiz Côrtes</a>, membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, diz que a proposta de renovação não está sendo apresentada à população. Um dos pontos que vêm sendo questionados, segundo ele, é a ausência de uma verificação do prognóstico climático para o período que definem como seco – de 1º de junho a 30 de novembro.</p>
<p>“Da forma como está, a decisão do quanto poderá ser retirado de água será tomada com base no nível do sistema, e não levando em conta se os próximos meses serão chuvosos ou não”, explica.</p>
<p><span>As etapas de discussão sobre a renovação da outorga já passaram, mas Côrtes acredita que o texto final ainda poderá sofrer alterações até a sua publicação, caso algum fato relevante seja apresentado.</span></p>
<p>A exposição será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a>, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP; Antonio Carlos Zuffo, professor do Departamento de Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp; e o biólogo e ambientalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-paulo-ribeiro-capobianco" class="external-link">João Paulo Capobianco</a>, do Instituto Democracia e Sustentabilidade – IDS.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong><i>Renovação da Outorga do Sistema Cantareira</i><br /></strong></i><i>10 de maio, das 9h às 12h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA - Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto ao público, sem <strong>i</strong><strong>nscrição prévia</strong> - Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet <br /></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br)</i><i>, telefone: (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/renovacao-da-outorga-do-sistema-cantareira" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-02T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/renovacao-da-outorga-do-sistema-cantareira">
    <title>Renovação da Outorga do Sistema Cantareira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/renovacao-da-outorga-do-sistema-cantareira</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O Sistema Cantareira constitui-se no principal reservatório de água para a Região Metropolitana de São Paulo, além de atender as regiões de Campinas e Piracicaba.</span></p>
<p>Está em discussão a <a class="external-link" href="http://www2.ana.gov.br/Paginas/servicos/outorgaefiscalizacao/renovacaocantareira.aspx">renovação da outorga desse Sistema</a> com novas regras de uso e gestão.</p>
<p><span>O grupo de pesquisa "Meio Ambiente e Sociedade" do IEA-USP coloca em debate o novo modelo proposto a partir da perspectiva de especialistas na gestão de recursos hídricos.</span></p>
<p><span>Exposição</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a> (USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-carlos-zuffo" class="external-link">Antonio Carlos Zuffo</a> (Unicamp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-paulo-ribeiro-capobianco" class="external-link">João Paulo Capobianco </a> (Instituto Democracia e Sustentabilidade - IDS)</p>
<p><strong>Coordenação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes" class="external-link">Pedro Luiz Côrtes</a> (ECA e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-26T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/agua-nostalgias-e-traumas-narrativas-direitos-e-politicas-na-inglaterra-17-de-abril-de-2017">
    <title>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra - 17 de abril de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/agua-nostalgias-e-traumas-narrativas-direitos-e-politicas-na-inglaterra-17-de-abril-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/narrativas-sociais-sobre-agua-e-direitos">
    <title>Narrativas sociais sobre água, cidadania e políticas públicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/narrativas-sociais-sobre-agua-e-direitos</link>
    <description>Pesquisadora do Reino Unido traz temas de pesquisa realizados em parceria com brasileiros, no dia 17 de abril</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agua-narrativas-sociais-1" alt="Água narrativas sociais 1" class="image-inline" title="Água narrativas sociais 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A construção de narrativas sobre a simbologia de temas ambientais terá debate no dia 17 de abril </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="external-link" href="https://www2.warwick.ac.uk/fac/arts/theatre_s/cp/staff/garde-hansen/">Joanne Garde-Hansen</a>, diretora do Centre for Cultural and Media Policy Studies, da University of Warwick, Reino Unido, trará no dia <strong>17 de abril</strong>, das <strong>15h às 18h</strong>, o tema <i>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</i>. A cientista desenvolve atividades de ensino e pesquisa na área de mídia, memória, arquivos e patrimônio e recentemente vem trabalhando com colegas brasileiros na construção de narrativas sociais ligadas a água e políticas públicas.</p>
<p>Com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online e sem necessidade de inscrição prévia, o encontro acontece na Sala de Eventos do IEA e terá a moderação dos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, da Faculdade de Educação (FE) da USP, <a class="external-link" href="http://www.bv.fapesp.br/pt/pesquisador/89104/danilo-rothberg/">Danilo Rothberg,</a> da Universidade Estadual Paulista (Unesp), <a class="external-link" href="http://www4.esalq.usp.br/pesquisa/node/202">Antonio Almeida</a>, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da USP e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz" class="external-link">Gilson Schwartz</a>, da Escola de Comunicações de Artes (ECA) da USP e integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017" class="external-link">Programa Ano Sabático do IEA em 2017</a> e coordenador do encontro.</p>
<p>O tema fluido relacionando água, compartilhamentos culturais e memória convida ao diálogo sobre conceitos entre culturas, narrativas sociais, direitos e políticas públicas. “O termo seca, por exemplo, na Europa assume um significado que não coincide com a percepção do fato no Brasil ou em outros países”, diz a pesquisadora.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua" class="external-link">Especial Água: Eventos, publicações, reportagens e projetos do IEA sobre o tema água</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Não há uma definição universal sobre termos que apenas teoricamente possuem o mesmo valor ou significado, afirma Garde-Hansen. Nesse sentido, o debate propõe uma reflexão sobre a diversidade ligada a temas que merecem mais atenção na terminologia científica e nas políticas públicas. Buscará conexões e convergências cruciais para a compreensão compartilhada necessária ao diálogo futuro entre nações e culturas.</p>
<p>Organizado pelo IEA, o debate tem apoio do Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo (Nutau) da USP, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da The University of Warwick.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A palestrante</strong></p>
<p>Joanne Garde-Hansen é docente na área de Cultura, Mídia e Comunicação, responsável pelo mestrado em Mídia Global e Comunicação e diretora do Centre for Cultural and Media Policy Studies, da University of Warwick, Reino Unido. desenvolve pesquisas na área de mídia, memória, arquivos e patrimônio. Mantém colaborações multidisciplinares com cientistas das mais diversas áreas, entre elas geografia, recursos naturais, computação, história, além de comunicação e cultura.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agua-narrativas-sociais-2" alt="Água narrativas sociais 2" class="image-inline" title="Água narrativas sociais 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Em Crateús, sertão do Ceará, moradores pagam R$ 0,50 por galão de 20 litros de água não potável</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Autora de diversos livros – os recentes incluem “Emotion Online: Theorizing Affect in the Internet” (Palgrave Macmillan, 2013), em co-autoria com Kristyn Gorton; “Mídia e Memória” (Edinburgh University Press, 2011), escrito em co-autoria com Andrew Hoskins e Anna Reading; e “Social Memory Technology: Theory, Practice, Action” (Routledge 2016), entre outros.</p>
<p>Desde 2012 vem trabalhando com parceiros do Brasil, como o professor Gilson Schwartz, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, Karen Worcman, do Museu da Pessoa e Carlos Henrique Rezende Falci, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), nos seguintes projetos: “O Digital: Memória Coletiva e Redes Sociais em Conflitos Globais Emergentes”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o British Council; “Memória como Metadados”, financiado Fundo de Parceria Warwick Brasil.</p>
<p>De 2014 a 2019 será co-investigadora do projeto “Developing a Drought Narrative Resource in a Multi-Stakeholder Decision-Making Utility for Drought Risk Management, ou  <a href="http://www1.uwe.ac.uk/et/research/dry.aspx" target="_parent">DRY (Drought Risk and You)</a>.</p>
<p>Desde 2016 vem realizando visitas em Bauru, interior do estado de São Paulo, explorando o tema “Narrativas sobre a Água e Hidrocidadania Digital”, pesquisa realizada com o professor Danilo Rothberg, da Univeridade Estadual Paulista (Unesp) com financiamento da Fapesp e Warwick University.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas; Fernando Frazão/Agência Brasil</span></p>
<hr />
<p><i><strong>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</strong><br /></i><i>17 de abril, das 15h às 18h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA. Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo. <br /></i><i>Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Informações com Sandra Sedini, pelo telefone (11) 3091-1678 ou <a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br<br /></a></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/agua-nostalgias-e-traumas" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epistemologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-28T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agua-nostalgias-e-traumas">
    <title>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agua-nostalgias-e-traumas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Qual a definição científica de “seca”?</span></p>
<div>Não há uma definição <span>universal, o que se entende como “seca” na Europa não </span><span>coincide com a percepção do fato no Brasil e em outros países.</span> A diversidade é evidente no campo acadêmico e nas políticas <span>públicas. Questões como duração, causas e impactos </span><span>econômicos e sociais merecem mais discussão e pesquisa.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Há uma urgência de compartilhamento de experiências, <span>conexões e conceitos que convida ao diálogo entre culturas e </span><span>nações, visando a uma convergência crucial no futuro. Se uma </span><span>compreensão compartilhada é essencial para a ação, como </span><span>conectar narrativas, direitos e políticas públicas, inclusive num</span> mesmo país ou região?</div>
<div></div>
<h3>Abertura</h3>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a></div>
<div>
<div></div>
<h3><span>Expositora<span> </span></span></h3>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joanne-garden-hansen" class="external-link">Joanne Garde-Hansen</a> (Diretora do “Centre for Cultural <span>and Media Policy Studies”, University of Warwick, United Kingdom)</span></div>
<div></div>
<h3><span>Debatedores<span> </span></span></h3>
<div>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a> (IEA-USP, PROCAM-USP)</div>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/danilo-rothberg" class="external-link">Danilo Rothberg</a> (UNESP)</div>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-almeida" class="external-link">Antonio Almeida </a>(ESALQ-USP, Diversitas FFLCH-USP)</div>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz" class="external-link">Gilson Schwartz</a> (CTR-ECA- USP, Programa Sabático no IEA-USP)</div>
<h3><span>Moderadora:</span></h3>
<div><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-worcman" class="external-link">Karen Worcman</a> (Museu da Pessoa)</span></div>
<div></div>
<div>Relatoria: Karen Worcman e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-becker" class="external-link">Ana Becker</a></div>
<div><span><br /></span></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-22T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/a-governabilidade-do-nexo-urbano-23-de-novembro-de-2016">
    <title>A Governabilidade do Nexo Urbano - 23 de novembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/a-governabilidade-do-nexo-urbano-23-de-novembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-23T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-governabilidade-do-nexo-urbano">
    <title>Nexo urbano: nova perspectiva de governança da sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-governabilidade-do-nexo-urbano</link>
    <description>O seminário "A Governabilidade do Nexo Urbano" será realizado no dia 17 de novembro, das 14 às 17 horas, na Sala de Eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838">
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mercado-de-frutas-e-hortalicas" alt="Mercado de frutas e hortaliças" class="image-inline" title="Mercado de frutas e hortaliças" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>A disponibillidade de alimentos é um dos<br />componentes do enfoque chamado de nexo urbano</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Pesquisadores têm considerado a análise da articulação das ofertas de água, alimentos e energia uma perspectiva inovadora para o exame da sustentabilidade de sistemas urbanos, tanto em termos operacionais quanto de governança. Essa abordagem será o tema do seminário <i>A Governabilidade do Nexo Urbano</i>, no dia <b>23</b> <strong>de novembro, das 14 às 18 horas</strong>.</p>
<p><span> </span><span>O encontro vai discutir a interação entre os três recursos </span><span>nas condições de urbanização de países em desenvolvimento, especialmente no caso do Brasil (</span><i>leia a <a class="anchor-link" href="#programacao">programação</a> abaixo</i><span>).</span></p>
<p>De acordo com os organizados do evento, "as possibilidades de otimização sistêmica de cadeias de provimento se colocam como necessárias para a redução das compensações e interdependências na produção e oferta conjunta de água, energia e alimentos".</p>
</div>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao " id="parent-fieldname-inscricao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838">
<p>O seminário é uma realização do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, do <a class="external-link" href="http://govamb.iee.usp.br/" target="_blank">Grupo de Estudos e Acompanhamento de Governança Ambiental</a> (GovAmb) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) e do <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/paginas/mostrar/74" target="_blank">Departamento de Saúde Ambiental</a> da Faculdade de Saúde Pública (FSP), todos da USP.</p>
<p>A Comissão Organizadora é constituída por Leandro Giatti (IEA e FSP), Pedro Roberto Jacobi (IEA, FE e IEE), Michele Dalla Fontana (Universidade de Veneza, Itália), Alberto Urbinatti, Joshua Daniel Shake (FSP) e Leandro Belini.</p>
<p>O evento é aberto ao público, mas requer inscrição prévia via <a class="external-link" href="https://goo.gl/Ys874A" target="_blank">formulário online.</a> Quem não puder comparecer, poderá assistir ao seminário <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela internet</a> (sem necessidade de inscrição)</p>
</div>
</div>
<div></div>
<div>
<h3><a name="programacao"></a>Programação</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>14h</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Abertura - Uma Breve Apresentação sobre o Nexo Urbano</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-luiz-giatti" class="external-link">Leandro Giatti</a> (IEA e FSP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>1º BLOCO</td>
<td><strong>A GOVERNABILIDADE SETORIAL DO NEXO EM NÍVEL MUNICIPAL</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h20</strong></td>
<td><strong>O Município e o Alcance de Políticas Públicas<br />que Conectam Alimentação Saudável e Sustentável</strong><br />Patrícia Constante Jaime (FSP-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h50</strong></td>
<td><strong>Gestão Municipal de Energia</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/celio-bermann" class="external-link">Célio Bermann</a> (IEA e IEE)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h20</strong></td>
<td>
<p><strong>A Água como Foco Central das Cadeias do Nexo<br />e a Atuação do Município na Gestão dos Recursos Hídricos</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi </a>(IEA, FE e IEE)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h50</strong></td>
<td><i>Intervalo</i></td>
</tr>
<tr>
<td>2º BLOCO</td>
<td><strong>INTERDEPENDÊNCIA E SINERGIA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h</strong></td>
<td>
<p><strong>Investigação do Nexo Urbano no Município de Guarulhos<br />e a Perspectiva do Planejamento Urbano</strong><br />Michele Dalla Fontana (Universidade de Veneza, Itália) e Joshua Daniel Shake (FSP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h30</strong></td>
<td>
<p><strong>Identificação de Interdependências e Possibilidades<br />de Sinergia Viáveis a Partir do Nível Municipal<br /></strong>Debate aberto à todos os participantes<br />Moderador: Leandro Giatti (IEA e FSP)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao "><br /> 
<hr />
</div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao "><i><strong>A Governabilidade do Nexo Urbano</strong><br />23 de novembro, das 14 às 18h<br />Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento aberto ao público, gratuito e com inscrição via <a class="external-link" href="https://goo.gl/Ys874A" target="_blank">formulário online<br /></a>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela internet</a><br />Informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678</i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-f5fee8fb858e4c359b3d9180f8ab3838 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao " style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://www.flickr.com/photos/portalpbh/15083996238/in/photolist-nsY2JZ-dnggVW-cyirid-e2zYPV-oYUwnB-pgpCYe-ef968V-dihWzH-eSrSmf-dWUHNg-bN5L6P-dWUHJi-nfpffe-dX1nPL-oYVqyE-dP5WoW-dD2hRs-e4HoFk-oYUwXz-dX1nw3-ajyYNd-nfpfoR-psM2B4-dSKcSE-e2Vs8r-bUsBE2-bVj3WA-c7NSuU-cD5WAA-oYUvsF-pgpCsp-oYUwHg-oYUvFg-bQQC8F-bQQAEr-bchgev-cD5WgJ-nqUPLM">Doralice Calazans</a></span></div>
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    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2016-11-08T16:20:00Z</dc:date>
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