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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 51 to 60.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/dia-mundial-do-meio-ambiente">
    <title>Dia Mundial do Meio Ambiente: Saúde Planetária em Tempos de Pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/dia-mundial-do-meio-ambiente</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>No Dia Mundial do Meio Ambiente, em meio à pandemia da COVID-19, o Grupo de Estudos em Saúde Planetária do Instituto de Estudos Avançados da USP, traz especialistas de diversas áreas para falar sobre esse conceito de Saúde Planetária e diversos aspectos ligados a ela e à pandemia.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent">A pandemia é um exemplo claro, dramático, das relações entre o estado do planeta e a saúde e o bem estar humano. Tudo está interligado.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">É disso que trata a Saúde Planetária. Como reverter esse quadro que cada vez se deteriora mais?</p>
<p><span><strong>Coordenação e moderação:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a> (USP)</p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p><span>Acompanhe pelo canal oficial no YouTube: </span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/channel/UCS7YSyAtwm8hqJOVAQDYEig" target="_blank">https://www.youtube.com/channel/UCS7YSyAtwm8hqJOVAQDYEig</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-27T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/SW-desafios-em-saude-no-brasil">
    <title>Vetores Saudáveis: Desenvolvimento de Medicamentos e Vacinas para a Covid-19 e os Desafios em Saúde no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/SW-desafios-em-saude-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Neste webinário serão discutidos temas fundamentais para a sociedade em meio à pandemia, principalmente, o desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas; os sintomas, transmissão e prevenção; e os impactos da desigualdade social e mortalidade.</span></p>
<p><span>As questões epidemiológicas relacionadas à pandemia de Covid-19 devem ser enfrentadas sem que se perca de vista a importância da ciência e as dimensões sociais, econômicas, geográficas e culturais.</span></p>
<p style="text-align: left; "><span>O despreparo da sociedade como um todo para enfrentar a pandemia no Brasil torna mais fortes os seus impactos socioeconômicos, com o risco de aumentar ainda mais as nossas desigualdades.</span></p>
<p class="documentContent mceContentBody">A Academia de Ciências do Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo, pela Pró-Reitoria de Pesquisa e pelo Instituto de Estudos Avançados, associam-se na organização desse ciclo de conversações virtuais sobre a construção de uma sociedade humana saudável, que permita às pessoas bem-estar físico, mental e social.</p>
<p class="documentContent mceContentBody">Com este ciclo de webinários, damos sequência à série de <i>Strategic Workshops</i>, iniciada em 2015 pela Pró-Reitoria de Pesquisa da USP. Seu objetivo é incentivar a organização da pesquisa em torno de temas estratégicos, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes unidades.</p>
<p style="text-align: left; "><strong><span>Abertura</span></strong></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvio-canuto" class="external-link">Sylvio Canuto</a><span> (Pró-Reitor de Pesquisa USP)</span></span></p>
<p><span><span></span><a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/10/" target="_blank">Vanderlan Bolzani</a><span> (Presidente da ACIESP)</span></span></p>
<p><span><span></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski </a><span>(Diretor do IEA)</span></span></p>
<p><span><strong>Expositores</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriano-d-andricopulo" class="external-link">Adriano D. Andricopulo</a> (IFSC-USP e ACIESP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dimas-tadeu-covas" class="external-link">Dimas Tadeu Covas </a>(FMRP-USP e Instituto Butantan)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/drauzio-varella" class="external-link">Drauzio Varella</a> (médico, cientista e escritor)</p>
<p><strong><span> </span><span>Instigador:</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/herton-escobar" class="external-link">Herton Escobar</a> (SCS-USP)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-25T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/SW-pandemias-clima-e-biodiversidade-1">
    <title>Vetores Saudáveis: O Relacionamento entre Pandemias, Clima e Biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/SW-pandemias-clima-e-biodiversidade-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Evidências crescentes mostram que a vulnerabilidade de nossa sociedade a novas pandemias está associada às mudanças climáticas, biodiversidade e preservação de áreas naturais. Amazônia é uma área que é repositório de milhares de vírus e bactérias desconhecidas da ciência. Estes vírus e bactérias estão em equilíbrio na fauna e flora amazônica. Quando alteramos o ecossistema via desmatamento, mobilizamos estes patógenos, que entram em contato com nossa sociedade, podendo se disseminar rapidamente como o SARS-CoV-2.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>Além disso, as mudanças climáticas são a próxima grande crise que teremos que enfrentar, com potenciais impactos socioeconômicos tão fortes quanto a pandemia COVID-19. Enquanto os impactos do COVID-19 podem durar de um ou dois anos, os impactos das mudanças climáticas serão distribuídos ao longo de muitas décadas. Não há vacinas contra as mudanças climáticas, e não podemos nos auto-isolar das mudanças climáticas.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>A biodiversidade mantém a vida em certo equilíbrio em nosso planeta, e estamos alterando este equilíbrio com potenciais consequências para a saúde, produção de alimentos, equilíbrio climático e muitos outros impactos. Perda de biodiversidade e mudanças climáticas andam juntas, cada uma com seus efeitos sobre a saúde humana.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>A Academia de Ciências do Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo, pela Pró-Reitoria de Pesquisa e pelo Instituto de Estudos Avançados, associam-se na organização desse ciclo de conversações virtuais sobre a construção de uma sociedade humana saudável, que permita às pessoas bem-estar físico, mental e social.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><span>Com este ciclo de webinários, damos sequência à série de </span><i>Strategic Workshops</i><span>, iniciada em 2015 pela Pró-Reitoria de Pesquisa da USP. Seu objetivo é incentivar a organização da pesquisa em torno de temas estratégicos, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes unidades.</span></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><span> </span></span></p>
<p><strong>Abertura:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvio-canuto" class="external-link">Sylvio Canuto</a> (Pró-Reitor de Pesquisa USP); <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/10/" target="_blank">Vanderlan Bolzani</a> (Presidente da ACIESP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski </a>(Diretor do IEA)</p>
<p><strong>Expositores:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-alfredo-joly" class="external-link">Carlos Alfredo Joly</a> (UNICAMP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia" class="external-link">Nelson Gouveia</a> (FM e IEA USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo" class="external-link">Paulo Artaxo</a> (ACIESP, IF e IEA  USP)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Instigador:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> (IB e IEA USP)</p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-19T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pandemia-governo-e-sociedade">
    <title>Rede de pesquisadores debate impacto das políticas públicas durante a pandemia </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pandemia-governo-e-sociedade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fila-para-receber-auxilio-emergencial-em-caruaru/image" alt="Fila para receber auxílio emergencial em Caruaru" title="Fila para receber auxílio emergencial em Caruaru" height="280" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Fila para receber o auxílio emergencial em Caruaru (PE); integrantes da Rede de Pesquisa Solidária avaliam que milhões de trabalhadores não receberão o auxílio devido às restrições legais e à centralização dos pagamentos pela Caixa</dd>
</dl></p>
<p>No webinar <i>Covid-19: Políticas Públicas e Respostas da Sociedade</i>, no <strong>dia 5 de junho, às 10h</strong>, os coordenadores da  <a href="https://redepesquisasolidaria.org/" target="_blank">Rede de Pesquisa Solidária</a> avaliarão a atuação do governo e da sociedade brasileira no combate à disseminação do novo coronavírus e os efeitos socioeconômicos da pandemia. Para acompanhar online, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://glocalevalweek.org/pt-pt/node/add/event_participant?id=20-00861&amp;destination=pt-pt/event-detail/861">inscrição prévia</a>.</p>
<p>Segundo os coordenadores, o intuito do encontro é deixar claro por que dados precisos, colhidos e tratados criteriosamente, são especialmente importantes em momentos de crise, “quando ações públicas capazes de salvar vidas precisam ser estruturadas de modo rápido e eficaz”.</p>
<p>O webinar terá cinco expositores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger">José Eduardo Krieger</a>, do Instituto do Coração (InCor) da Faculdade de Medicina (FM) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lorena-guadalupe-barberia">Lorena Barberia</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ian-prates-cordeiro-andrade">Ian Prates</a>, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/graziela-luz-castello">Graziela Castello</a>, do Cebrap; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-senne">Fábio Senne</a>, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br). A coordenação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix">Glauco Arbix </a>, da FFLCH-USP e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Núcleo de Apoio à Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade (OIC)</a>, sediado no IEA.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/boletins" class="external-link">Leia as edições do boletim da Rede de Pesquisa Solidária</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A organização é da Rede de Pesquisa Solidária, do OIC e da Semana de Avaliação gLocal 2020.</p>
<p>Formada por mais de 60 pesquisadores, a Rede de Pesquisa Solidária é uma parceria entre a USP, Cebrap, Centro de Estudos da Metrópole e Fundação Tide Setubal, com o apoio de 16 instituições, entre as quais o IEA. Ela foi constituída com o objetivo de buscar caminhos que ajudem gestores na elaboração de políticas públicas durante a pandemia da Covid-19.</p>
<p>O webinar integra a <a href="https://www.glocalevalweek.org/pt-pt">Semana de Avaliação gLocal 2020</a>, organizada pelo Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para o Brasil e a África Lusófona (Clear, na sigla em inglês) da Escola de Economia de São Paulo (EESP) da FGV.</p>
<p>De acordo com os responsáveis pela semana, a inspiração para a iniciativa deriva do reconhecimento de duas forças que influenciam o tema da avaliação atualmente: o conhecimento global impacta as práticas de avaliação locais, e as experiências locais influenciam o pensamento global em matéria de avaliação.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i> Covid-19: Políticas Públicas e Respostas da Sociedade</i></strong><i><br /> 5 de junho, 10h<br /> Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> no site do IEA (gratuito e aberto a todos os interessados mediante <a href="https://glocalevalweek.org/pt-pt/node/add/event_participant?id=20-00861&amp;destination=pt-pt/event-detail/861">inscrição prévia</a>)<br /> Mais informações: <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-inovacao@usp.br">iea-inovacao@usp.br<br /></a><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/covid-19-politicas-publicas" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Prefeitura Municipal de Caruaru (PE)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-19T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/covid-19-leva-a-repensar-a-educacao">
    <title>Pandemia reforça necessidade de novos modelos de educação, dizem pesquisadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/covid-19-leva-a-repensar-a-educacao</link>
    <description>O webinar "Vetores Saudáveis: Possível Reconfiguração dos Modelos Educacionais Pós-Pandemia", realizado no dia 14 de maio, foi organizado pelo IEA, Pró-Reitoria de Pesquisa da USP e Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/escola-com-aulas-suspensas-por-pandemia" alt="Escola com aulas suspensas por pandemia" class="image-right" title="Escola com aulas suspensas por pandemia" /></p>
<p>Se o fechamento das escolas na maior parte dos países em função da pandemia da Covid-19 representou um desafio para a continuidade do ensino, o momento também tem possibilitado algumas transformações que podem se consolidar no pós-pandemia, como o ensino via internet.</p>
<p>Além disso, esse período tem incentivado a autonomia dos alunos, uma profunda interação entre redes e organismos ligados à educação e a reflexão sobre as mudanças necessárias para um ensino de qualidade, principalmente em países com baixo desempenho na área, como o Brasil.</p>
<p>Com o objetivo de discutir essas questões nos âmbitos internacional, do Brasil e do Estado de São Paulo, o IEA, a Pró-Reitoria de Pesquisa da USP e a Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) realizaram no dia 14 de maio, o webinar <i>Vetores Saudáveis: Possível Reconfiguração dos Modelos Educacionais Pós-Pandemia</i>.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/vetores-saudaveis-possivel-reconfiguracao-dos-modelos-educacionais-pos-pandemia" class="external-link">Vídeo do webinar</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-costin" class="external-link">Claudia Costin</a>, conselheira do IEA e diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da Ebape-FGV, tratou do panorama internacional. A situação do Brasil foi discutida por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mozart-neves" class="external-link">Mozart Neves Ramos</a>, titular Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do IEA, Polo Ribeirão Preto. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernardete-angelina-gatti" class="external-link">Bernardete Angelina Gatti</a>, integrante do Comitê Consultivo da Cátedra de Educação Básica (parceria entre o IEA e o Itaú Cultural), pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, analisou o quadro paulista. As exposições também mesclaram comentários comuns aos três níveis de análise.</p>
<p><span><strong>Equidade e qualidade</strong></span></p>
<p>Para Claudia Costin, que atua em diversos fóruns nacionais e internacionais sobre educação, o momento não é mais de falar apenas em garantir acesso à escola, “queremos acesso equitativo a educação com qualidade, com resultados de aprendizagem relevantes e efetivos”, conforme o expresso no <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/ods4/">Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS4)</a> da Agenda 2030 da ONU.</p>
<p class="MsoNormal">Ela disse que duas metas do ODS4 são fundamentais: educação primária (ensino fundamental no Brasil) e secundária (ensino médio) de qualidade para todos os meninos e meninas e acesso a programas pré-escolares para todas as crianças, para que estejam preparadas quando ingressarem no ensino primário.</p>
<p class="MsoNormal">No entanto, entre os países em desenvolvimento, o Brasil é citado como em crise de aprendizagem, afirmou. De acordo com os dados de 2016 do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), no terceiro ano, 55% dos estudantes de escola pública "são na prática analfabetos"; em matemática, 54,4% não sabem o que deveriam saber, segundo Costin. “Ou seja, a crise começa cedo. Não estamos conseguindo as competências básicas, e isso no pré-pandeia.”</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Desempenho no Pisa</strong></p>
<p class="MsoNormal">De acordo com ela, no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) da OCDE (Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento), em 79 economias avaliadas, o Brasil é uma das com maior desigualdade educacional. “Ainda, assim, entre os estudantes brasileiros, os 25% mais ricos tem pior desempenho do que os 25% mais pobres dos países mais ricos.”</p>
<p class="MsoNormal">Há também a questão de como a educação pode preparar os indivíduos para a chamada Revolução 4.0, caracterizada pela aceleração do processo de automação e de uso de inteligência artificial, disse. “Calcula-se que 2 bilhões de postos de trabalho serão extintos até 2030. Outros serão criados, mas demandarão competências sofisticadas. Com o crescimento da desigualdade, quem não tiver essas competências terá mais chances de ter sua renda diminuída. As consequências são uma cidadania frágil e riscos de aceitação de populismos.”</p>
<p class="MsoNormal">Segundo Claudia, diante desse cenário, os melhores sistemas educacionais do mundo estão enfatizando a resolução colaborativa de problemas, com estimulo à utilização dos conhecimentos e à promoção da criatividade; a personalização do ensino, com ações dirigidas a quem não sabe, em vez do modelo de repetência; e a mescla do uso da tecnologia com as aulas, reinventando o processo de ensino de modo que a escola possa ensinar a pensar.</p>
<p class="MsoNormal">"Vamos mal no Pisa. Sabemos a tabela periódica, mas não sabemos refletir sobre a aplicação dos conhecimentos de química em problemas da realidade."</p>
<p class="MsoNormal">Ela comentou que na primeira semana de maio havia 190 países com escolas fechadas devido à pandemia, com 1,5 bilhão de alunos sem aulas presenciais. “Há alguma forma de aprendizagem remota emergencial. Dois meses sem aulas nas escolas públicas enquanto as escolas privadas despejam conteúdo via internet só vai aumentar a desigualdade educacional. Nem todo mundo tem acesso à internet, computador ou celular, que às vezes é um só para toda família."</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Inclusão digital</strong></p>
<p class="MsoNormal">Apesar disso, reconheceu que houve aceleração na inclusão digital, “ainda sem o uso ideal das plataformas, mas com algum aprendizado que, se consolidado, servirá de base para a construção do futuro na área". Mas alertou que será preciso ampliar a conectividade e em maior velocidade de residências e escolas, pois a maneira de ensinar e aprender vai se transformar. "Os jovens que estão aprendendo em casa adquiriram certa autonomia para aprender, a pesquisar na internet. Isso é algo sobre o qual pode-se construir em cima e consolidar no ensino superior."</p>
<p class="MsoNormal">A utopia de Claudia, "no sentido de algo que ainda não teve lugar", é de que no fim da pandemia seja construída uma escola onde todos aprendam, com equidade, alunos e professores trabalhem colaborativamente, inclusive em comunidades virtuais, e o aluno aprenda a se reinventar para postos de trabalho novos, aprenda a empreender sua vida, os saberes não estejam fragmentados, o acadêmico e o técnico dialoguem, o tempo e o espaço sirvam formem para a autonomia e a capacidade de solidariedade.´</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Panorama brasileiro</strong></p>
<p class="MsoNormal">Mozart Ramos Neves, que foi presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), disse ser "extremamente pessimista" quanto ao pós-pandemia no âmbito federal diante da dificuldade de montar uma agenda a partir da baixa aprendizagem e desigualdade da educação antes da pandemia.</p>
<p class="MsoNormal">"O Ministério da Educação teria de ser extremamente atuante, articulado e colaborativo com as redes de ensino, apresentando um espectro mais amplo de soluções para a mudança do cenário", afirmou. “Não é isso que estamos encontrando, mas sim um ministro fazendo gracinhas enquanto o cenário do desastre passa na porta do ministério.”</p>
<p class="MsoNormal">O maior exemplo dessa dificuldade é o caso do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), disse. "O país inteiro pede o adiamento e só o ministério não enxerga essa necessidade. Vai avaliar o quê?”</p>
<p class="MsoNormal">No entanto, ele disse estar otimista em relação ao trabalho dinâmico empreendido pelas redes de ensino diante da pandemia: “Se o MEC não faz o seu faz papel, nós estamos fazendo".</p>
<p class="MsoNormal">“No caso de São Paulo, milhões de alunos e milhares de professores estão participando, com a colaboração da TV Cultura e o uso de aplicativos e centros de mídia.”</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Outras competências</strong></p>
<p class="MsoNormal">Ele manifestou seu otimismo também em relação às competências socioemocionais, que "estarão bem mais desenvolvidas, com o surgimento de pessoas criativas e inovadoras, capazes de se reinventar em ambientes complexos e voláteis como o atual".</p>
<p class="MsoNormal">“Vamos despertar para o desenvolvimento de outras competências que não tínhamos e de forma articulada com as competências cognitivas tradicionais da atividade escolar.”</p>
<p class="MsoNormal">Neves manifestou sua preocupação com a "pandemia do desemprego". Será preciso "achatar a curva do desemprego para o país voltar a crescer. Para ele, uma educação integral que propicie o desenvolvimento pleno do indivíduo "talvez seja a grande aliada para ganharmos velocidade na aceleração do crescimento”.</p>
<p class="MsoNormal">Escolaridade é ponto de partida, não de chegada, afirmou. "Precisamos dar educação com significado e isso exige construir as diretrizes docentes." Segundo ele, o país conseguiu construir a formação inicial dos professores, agora precisa construir a formação continuada.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Recomposição de modelos</strong></p>
<p class="MsoNormal">Para Bernardete Angelina Gatti, que já presidiu o Conselho Estadual de Educação de São Paulo, é preciso pensar na recomposição dos modelos educacionais e nas condições que teremos no pós-pandemia.</p>
<p class="MsoNormal">“Que faz a educação não são as leis, normas, bases curriculares, são as pessoas, especialmente a educação básica, sensível à presença do professor" disse a pesquisadora para quem a educação "é feita no chão da terra" e deve considerar a territorialidade. "Precisamos ser articulados, mas respeitar a diversidade."</p>
<p class="MsoNormal">No retorno pós-pandemia, será preciso um planejamento integrado e localizado, comentou. "Podemos ter parâmetros amplos, mas com planejamento localizado, que mobilize não só gestores das secretarias estaduais e municipais e dirigentes regionais, mas sim cada escola, seu diretor e conjunto de professores. Isso vai demandar ajustes importantes."</p>
<p class="MsoNormal">Ela defende quatro diretrizes para os ajustes:</p>
<ul>
<li>serenidade, “para não atropelar o retorno, alunos e o currículo”, de forma a “tirar a ansiedade da rede” e infundir os ajustes físicos e curriculares necessários;</li>
<li>pensar com objetividade, uma vez que as necessidades podem ser diferentes em cada escola;</li>
<li>flexibilidade, para a escola poder montar com autonomia seu planejamento em função de suas especificidades e considerando que os alunos voltarão com grandes diferenças de aprendizagem;</li>
<li>preparação dos professores, para que possam trabalhar com objetividade, flexibilidade e autonomia e atuar com alunos com graus variados de aprendizagem.</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">Segundo ela, um projeto de retorno tem de considerar o diferente e o descentralizado. “Teremos de ter alternativas criadas nas próprias escolas.”</p>
<p class="MsoNormal">Mas como ser criativo com grade curricular, tópicos fechados, aulas de disciplinas diferentes que se sucedem? Como pode haver interdisciplinaridade e desenvolvimento de projetos transversais? Para Bernardete, isso exigirá que se abra para as escolas a possibilidade de diferentes organizações pedagógicas.</p>
<p class="MsoNormal">Outro ponto importante, de acordo com a pesquisadora, é a questão da fixação dos profissionais, diante dos constantes problemas de remoção e solicitação de transferências. “É preciso favorecer a fixação de equipes, para que constituam um corpo coerente capaz de pensar a educação de forma integrada.”</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Formação de professores</strong></p>
<p class="MsoNormal">Ela enfatizou a necessidade de dar um sentido à educação: “Trabalhamos com conhecimentos de modo abstrato, mas na verdade eles são produtos humanos e respondem a necessidades humanas.”</p>
<p class="MsoNormal">Para ela, os professores não são formados para serem profissionais e aprenderem o sentido vivo de seu conhecimento. "O professor de biologia se diz biólogo e não professor; o professor de história se considera historiador e não professor."</p>
<p class="MsoNormal">Bernardete afirmou que os cursos de licenciatura já deveriam ter mudado há mais de 20 anos, “mas quando vamos discutir isso, são levantados problemas materiais, há o medo de alguns de que sua disciplina desapareça, ocorre disputa de espaço e ficamos no impasse da reformulação do currículo”.</p>
<p class="MsoNormal">Nas respostas às perguntas do público e do instigador do debate, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a>, professor visitante do IEA e titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica" class="external-link">Cátedra de Educação Básica</a>, os três expositores tiveram a oportunidades de discutir diversos temas complementares às suas apresentações.</p>
<p class="MsoNormal">Alguns desses temas foram as condições de saúde dos professores, a possibilidade de expansão dos modelos de escolas inovadoras (“rapidamente descobertas pela classe média, o que impede a construção de um sistema para todos”, segundo Claudia) e a necessidade de melhoria na comunicação dos especialistas em educação com a sociedade (“temos muitas siglas, termos, não nos preocupamos em saber se o outro lado nos entendeu; precisamos ganhar a sociedade”, afirmou Nunes).</p>
<div id="_mcePaste">
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS04 - Educação de Qualidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-19T00:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/urbanismo-e-pandemia">
    <title>Pandemia ressalta desigualdade urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/urbanismo-e-pandemia</link>
    <description>Os encontros com o tema "Confinamento, Desigualdade e Vida Urbana" organizados pelo Grupo de Estudos de Teoria Urbana Crítica foram realizados nos dias 4 e 8 de maio.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/brasilandia-sao-paulo-sp/image" alt="Brasilândia, São Paulo, SP" title="Brasilândia, São Paulo, SP" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Brasilândia, na Zona Norte da cidade de São Paulo, no final de abril já era o distrito com maior número de mortes por Covid-19</dd>
</dl></p>
<p>Em dois encontros intitulados <i>Confinamento, Desigualdade e Vida Urbana</i>, nos dias 4 e 8 de maio, pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-teoria-urbana-critica">Grupo de Estudos de Teoria Urbana Crítica</a> do IEA refletiram, a partir de uma leitura da realidade urbana brasileira, sobre o momento crítico que o mundo vive sob a pandemia da Covid-19.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, é no cotidiano das cidades que podem ser constatadas e compreendidas as mudanças radicais promovidas pela pandemia. “Longe de ser democrática, sua expansão se realiza de forma desigual, aprofundando o drama urbano.”</p>
<p>Os encontros contaram com oito expositores:<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos"> Ana Fani Alessandri Carlos</a> (FFLCH-USP), coordenadora do grupo; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cibele-saliba-rizek">Cibele Rizek</a> (IAU-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-xavier-pereira">Paulo Cesar Xavier Pereira</a> (FAU-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cesar-ricardo-simoni-santos">Cesar Simoni Santos</a> (FFLCH-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gloria-da-anunciacao-alves">Glória da Anunciação Alves</a> (FFLCH-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-antonio-recaman-barros-1">Luiz Antonio Recamán Barros</a> (FAU-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-prietro">Gustavo Prieto</a> (Unifesp); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-colosso">Paolo Colosso</a> (UFSC). Ana Fani e Cibele também atuaram como mediadoras, a primeira no dia 4 e a segunda no dia 8.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/confinamento-desigualdade-e-vida-urbana-1o-encontro" class="external-link">Vídeo do 1º encontro</a> - 4/5/2020</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/confinamento-desigualdade-e-vida-urbana-2o-encontro-1" class="external-link">Vídeo do 2º encontro</a> - 8/5/2020</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Ponto de partida</strong></p>
<p>Para Cibele Rizek, é preciso tomar como ponto de partida para a discussão sobre os efeitos da pandemia as restrições orçamentárias impostas pela <a class="external-link" href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/emecon/2016/emendaconstitucional-95-15-dezembro-2016-784029-publicacaooriginal-151558-pl.html">Emenda Constitucional 95</a>, aprovada no final de 2016, com cortes significativos de verbas para saúde, educação, moradia e ciência e tecnologia. “Agora, às crises econômica, social e política somou-se a crise sanitária”.</p>
<p>Vários processos já estavam em curso quando surgiu a Covid-19, de acordo com a pesquisadora. “Os sindicatos e partidos estavam desarmados. Os movimentos sociais, marcados pela solidariedade, estavam quebrados. Os direitos sociais estavam corrompidos por ideias como a do empreendedorismo e da meritocracia. E ampliou-se o poder do capital sobre o trabalho com as reformas trabalhista e da Previdência.”</p>
<p>Ela destacou as assimetrias sociais radicais, fruto da desigualdade. “Isso impossibilita o isolamento em territórios populares. O isolamento é uma questão de classe social.”</p>
<p>“Estamos diante de uma política da morte produzida pelo forte desinvestimento em moradia, saúde, educação e ciência e tecnologia.”</p>
<p>Para Cibele, há um avanço ainda maior do capital, tendo como pano de fundo a “grande constelação de crises”. Isso fica evidente na possibilidade de demissão, suspensão ou redução de salários e obrigatoriedade de férias, afirmou. Além disso, ela aponta a intensificação das formas de controle do trabalho feito em casa.</p>
<p><span><strong>Recursos e direitos desiguais</strong></span></p>
<p>Ana Fani Alessandri Carlos disse que as imagens de cidadãos em imensas filas nas agências da Caixa Econômica Federal para tentar receber o auxílio emergencial de R$ 600,00 indicam “a barbárie que vivemos, não só com a pandemia".</p>
<p>Ela afirmou que as mortes nas áreas de populações mais vulneráveis, nas periferias, exemplificam a desigualdade de uma sociedade de classes.</p>
<p>“É uma questão social que mostra como os cidadãos participam de forma desigual na riqueza gerada pela sociedade. A hierarquia social se concretiza em hierarquia urbana.” Disse que não há apenas uma separação no espaço, mas também na repartição da riqueza, da qual “a propriedade do solo é uma expressão".</p>
<p>A desigualdade é real não apenas em termos de recursos, mas também na fruição de direitos, afirmou. “Um exemplo claro é o do auxílio emergencial, que coloca o cidadão numa situação humilhante em filas durante toda a noite, com problemas sanitários, venda de vagas e outras dificuldades.”</p>
<p>A violência presente na forma como a urbanização se produz na cidade de São Paulo também é um indicador de como o Estado distribui recursos e orienta políticas públicas, de acordo com a pesquisadora.</p>
<p>“As políticas liberais não buscam mais do que reduzir os custos sociais. São feitas com a diminuição dos gastos com a saúde e a educação. A lógica do crescimento econômico vem acompanhada da violência, da política do crescimento centralizada."</p>
<p>“A pandemia faz com que o drama urbano mostre sua face desumana", disse Ana Fani. "O que preenche o vácuo é a solidariedade, que vem das urgências, mas exige o fim das condições que criaram as urgências. O que se quer exatamente é que a solidariedade não seja necessária, pois os direitos devem ser iguais para todos.”</p>
<p><strong>Esvaziamento seletivo</strong></p>
<p>Para César Simoni Santos, o esvaziamento das cidades torna evidente, do ponto de vista das ciências humanas e sociais, que há um distanciamento dos polos da desigualdade a ser analisado.</p>
<p>“O elemento que contraria o esvaziamento são os serviços essenciais, que definem quem ocupa as ruas. A ideia de serviço essencial tem um fundamento social que ultrapassa a especificação normativa. É um fundamento ligado à reprodução biológica da vida e em estreita conexão com a noção de urgência, crivo da permanência no espaço público.”</p>
<p>As urgências não são uma dádiva da natureza, mas um produto social, segundo o pesquisador. Dessa forma, os grupos sociais são expostos de forma diferenciada à possibilidade de contágio. “As urgências das metrópoles brasileiras têm deixado as ruas cheias. Que tipo de esvaziamento pode-se esperar nas periferias se as urgências da vida colocam as pessoas em atividade, contrariando a única forma de combate à transmissão da doença?”</p>
<p>O que há, disse, é um esvaziamento “totalmente seletivo”, que tirou a classe média das ruas.  “Tudo que podia foi transferido para o lar e ficou nas ruas tudo ligado ao atendimento das urgências do regime econômico, que determina a delegação ao mais pobres o funcionamento da reprodução econômica.”</p>
<p>Há também uma repartição profunda entre o trabalho que pode ser feito em casa e aquele mecânico, muscular, que exige a presença física, ressaltou Santos. Essa diferença é radicalizada neste momento por formas muito particulares de penetração dos interesses econômicos: “As pobres são delegadas as urgências da cidade, mas também há uma invasão das casas, desestruturando as rotinas domésticas e capturando os tempos ociosos e os espaços de afeto e lazer, que passam a ser entregues à reprodução econômica.”</p>
<p><strong>Debate urbanístico</strong></p>
<p>Luiz Antonio Recamán Barros discutiu o que ele considera o debate necessário a ser feito da arquitetura e do urbanismo sob o efeito da pandemia e as desigualdades sociais que ela reforça.</p>
<p>Ele disse que se discute três cenários possíveis para o pós-pandemia: uma grande transformação na sociedade à maneira da ocorrida no Renascimento; uma grande catástrofe, resultando numa maior exploração dos mais pobres; uma grande depressão econômica, seguida de uma volta ao que era antes.</p>
<p>“Teremos, provavelmente, uma combinação dessas três possibilidades. Ainda está em disputa a abertura que a ruptura e transformações neste ciclo histórico causarão. Vale a pena refletir, do ponto de vista do urbanismo, para que a possibilidade aberta não seja uma nova onda de ideologias sobre e racionalidade sistêmica de controle da vida.”</p>
<p>Segundo ele, na gênese do urbanismo no século 19 estão presentes as preocupações com as epidemias e a repressão popular. Afirmou que esses mitos estão de volta, numa repetição histórica não desejável. “Fala-se que o vírus deve ter surgido nas franjas do capitalismo chinês, fruto da pobreza confinada nas cidades por causa da precariedade das formas rurais de vida e que essa pobreza reproduz as práticas do campo.”</p>
<p>Se ele vem desse universo e se dissemina nas grandes cidades, "há um grande paradoxo diante do elogio sempre feito às metrópoles em sua dimensão quantitativa de pessoas, produção, diversidade e outros fatores".</p>
<p>"Agora que o vírus chega de todos os lados, a cidade é criticada como um local de diversidade e de risco. É curioso como conservadores e progressistas tendem a concordar com a necessidade de descongestionamento territorial. Nova York passa a ser o trágico exemplo do que não deve ser repetido.”</p>
<p><strong>Riscos de retrocesso</strong></p>
<p>“Para pensar e agir nas cidades nesse quadro criado pela pandemia, precisamos estar cientes de que nossa sociedade produziu ao mesmo tempo o que há de melhor e o de pior”, afirmou Paolo Colosso.</p>
<p>"Fomos impactados por duas grandes crises. A primeira foi a econômica internacional iniciada em 2008. A segunda, a da pandemia, é alavancada por aquela. São os dois principais marcos históricos do século até agora. E eles demonstram que as democracias capitalistas só continuam a ser chamadas assim por força do hábito."</p>
<p>No caso brasileiro, disse haver "uma distribuição desigual dos sofrimentos". Apontou o fato de mais de 6 milhões de famílias do país não terem moradia digna e quase metade da população não ser atendida por coleta e tratamento de esgoto. "Os grandes empresários conseguem em algumas horas a liberação de grandes somas e os R$ 600,00 de auxílio emergencial demoram semanas para sair e com inúmeras complicações."</p>
<p>"Nossa geração acreditou no progresso, mas a "Dialética do Conhecimento", de Adorno e Horkheimer, nos ensina que a realidade não caminha só para a frente, que podemos caminhar a passos largos rumo à regressão."  Ele também citou as “Teses sobre o Conceito de História”, de Walter Benjamin, para quem "nunca houve um monumento da cultura que não fosse também um monumento da barbárie".</p>
<p>No entanto, Colosso considera que nem todas as saídas estão bloqueadas. O pensamento crítico tende a reforçar o clima de bloqueio e ater-se apenas à regressão, disse. "Ele precisa pensar nas contradições acirradas e estar preparado para o que está acontecendo. Precisa ser ousado e superar a melancolia e o cinismo."</p>
<p>Para o pesquisador, o momento é de identificar onde está o impulso da juventude, a abertura da educação popular, o desejo por transformações e atentar para o movimento das mulheres que constroem a primavera feminista e aos movimentos populares que são referência no cuidado com os mais pobres.</p>
<p>“Cabe a nós construirmos um futuro mais generoso. Isso vai ser diário, mas a micropolítica não será suficiente. Precisamos de uma estratégia macropolítica ambiciosa". Entre as medidas que defende estão a taxação de grandes fortunas, da remessa de lucros para o exterior, dos bancos e dos sonegadores e a garantida de saúde e renda, universalização do saneamento básico e recursos para a pesquisa.</p>
<p><strong>Construção do urbano </strong></p>
<p>Para Paulo César Xavier de Barros, haverá um antes e um depois da pandemia e será preciso pensar sobre a vida e seu sentido no pós-Covid-19. Considerando um futuro mais distante, afirmou que a crise econômica que já vivíamos continuara e a dúvida é se será possível encontrar oportunidades que se traduzam em possibilidades de algo melhor.</p>
<p>Quanto ao isolamento a que todos estão sujeitos, disse não ser uma alienação, "assim como estar só não é uma condição para a solidão". Exemplificou com o fato de lideranças de favelas utilizaram tecnologia digital para falar da precariedade do ambiente urbano.</p>
<p>O que a universidade pode fazer sobre as desigualdades urbanas é compreendê-las, afirmou. "É preciso repensar como as nossas cidades têm sido construídas. A lógica dessa construção encaminha para o desastre urbano."</p>
<p><strong>Impactos na educação</strong></p>
<p>Glória da Anunciação Alves tratou dos impactos da pandemia na educação e das perspectivas para a área. Para ela, falar de educação é falar das emergências da vida da população.</p>
<p>“As escolas públicas são onde muitas crianças de baixa renda têm sua única refeição do dia. Como alimentá-las em casa, onde os pais estão isolados e sem recursos e o Estado demora a oferecer uma solução? São Paulo criou o Merenda em Casa, que destina R$ 55,00 por mês para cada criança, o que significa o mesmo que não as alimentar.”</p>
<p>Em relação ao ensino em si, ela apontou a diferença nas respostas à pandemia dadas pelas escolas privadas e pelas públicas. As privadas começaram o ensino a distância e aulas remotas logo depois do surgimento da Covid-19 na cidade de São Paulo, ao passo que "os governos do estado e da capital demoraram quase um mês para indicar alguma solução, e partindo do pressuposto de que todos possuem computadores ou celulares e acesso à internet”, comentou.</p>
<p>Segundo ela, haverá piora no ensino para crianças de baixa renda e crescimento dos negócios na educação. “Grandes empresas estão criando plataformas de ensino via internet. Essas novas tecnologias vão imperar com o argumento de que nas escolas privadas os professores já são pessoas jurídicas e há falta deles nas escolas públicas."</p>
<p><strong>Milícias e neoliberalismo</strong></p>
<p>Nesse quadro de desigualdades e falta de direitos ressaltado pela eclosão da pandemia, Gustavo Prieto tratou de mais um componente de violência presente nas periferias desamparadas pelo Estado: a atuação das milícias no Rio de Janeiro e suas relações políticas e econômicas.</p>
<p>Ele disse que as práticas milicianas participam da razão neoliberal ao valorizarem, entre outros aspectos, um mercado imoral como mecanismo de reprodução de recursos, a ordem, a moralidade tradicional, a igreja e o passado mítico ditatorial da segurança.</p>
<p>Para ele, a atuação das milícias as aproxima das pautas da extrema direita, do liberalismo econômico, do conservadorismo cristão, do racismo e do ódio ao Estado. Além disso, "elas maximizam os rendimentos políticos" dos candidatos e governantes que apoiam.</p>
<p>Prieto mencionou declarações do então deputado federal Jair Bolsonaro em defesa das milícias em 2008, durante pronunciamento na Câmara dos Deputados e em entrevista à BBC.</p>
<p>"A retórica do bandido bom é bandido morto caracteriza as milícias como um mal menor e endossa práticas autorizadas de terceirização da violência", afirmou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a href="https://www.flickr.com/photos/jonathandossantos/6743652999/in/photostream/">Jonathan dos Santos/Flickr</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-13T03:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/SW-modelos-educacionais-pos-pandemia-1">
    <title>Vetores Saudáveis: Possível Reconfiguração dos Modelos Educacionais Pós-Pandemia (WEBINÁRIO)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/SW-modelos-educacionais-pos-pandemia-1</link>
    <description> 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em paralelo ao esforço prioritário de contribuir para abrandar as consequências nefastas da atual crise deflagrada pela disseminação do SARS-CoV-2, cabe às instituições acadêmicas abrir espaços parao pensamento coletivo sobre a reconfiguração da sociedade humana pós-pandemia. A Academia de Ciências do Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo, pela Pró-Reitoria de Pesquisa e pelo Instituto de Estudos Avançados, associam-se na organização de um ciclo de conversações virtuais sobre a construção de uma sociedade humana saudável, que permita às pessoas bem-estar físico, mental e social.</p>
<p>Ainda em tempos de pandemia, com este ciclo de webinários damos sequência à série de <i>Strategic Workshops</i>, iniciada em 2015 pela Pró-Reitoria de Pesquisa da USP. Seu objetivo é incentivar a organização da pesquisa em torno de temas estratégicos, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes Unidades.</p>
<p>Este primeiro webinário focalizará o fundamento para essa construção, que é a <strong>educação</strong>, com destaque para a educação básica de qualidade.As exposições focalizarão a possível reconfiguração dos modelos educacionais pós-pandemia sob três óticas – internacional, nacional e estadual.</p>
<p><span><strong>Abertura:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvio-canuto" class="external-link">Sylvio Canuto</a> (Pró-Reitor de Pesquisa USP); <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/10/">Vanderlan Bolzani</a> (Presidente da ACIESP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski </a>(Diretor do IEA)</p>
<p><strong>Expositores:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-costin" class="external-link">Claudia Costin</a> – Ex-Diretora Global de Educação do Banco Mundial e atual Diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV/EBAPE: <strong>quais são os cenários vislumbrados nos principais foros internacionais?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mozart-neves" class="external-link">Mozart Neves Ramos</a> – Ex-Reitor da Universidade Federal de Pernambuco, ex-Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação e atual titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do Instituto de Estudos Avançados da USP (polo de Ribeirão Preto): <strong>que expectativas podemos nutrir no âmbito nacional?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernardete-angelina-gatti" class="external-link">Bernardete Angelina Gatti</a> – Pesquisadora sênior da Fundação Carlos Chagas no campo da educação e atual presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Estadual de Educação: <strong>quais são as perspectivas para o Estado de São Paulo?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Instigador:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a> - Ex-Reitor da Universidade Federal da Bahia e da Universidade Federal do Sul da Bahia; atual professor visitante e titular da Cátedra de Educação Básica do Instituto de Estudos Avançados da USP.</p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><strong>http://www.iea.usp.br/aovivo</strong></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-05T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/apos-novo-coronavirus-ser-achado-em-testiculo-estudo-vai-verificar-presenca-no-semen">
    <title>Após novo coronavírus ser achado em testículo, estudo vai verificar presença no sêmen</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/apos-novo-coronavirus-ser-achado-em-testiculo-estudo-vai-verificar-presenca-no-semen</link>
    <description>Pesquisa vai investigar presença do vírus em fluidos e seus efeitos, trazendo dados que podem ajudar a desenvolver tratamentos complementares para a covid-19</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Publicado no Jornal da USP</i></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th><a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/apos-novo-coronavirus-ser-achado-em-testiculo-estudo-vai-verificar-presenca-no-semen/">Ouça a entrevista na Rádio USP</a></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jorge-hallak-300x267/image" alt="Jorge Hallak " title="Jorge Hallak " height="237" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O médico Jorge Hallak</dd>
</dl>Um estudo realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) parte da similaridade celular entre os pulmões, rins, testículos e epidídimos (ducto que coleta e armazena os espermatozoides) para buscar a presença do novo coronavírus no organismo. O vírus tem como alvo principal os pulmões, mas em cerca de 7% dos pacientes em estado grave é verificada a insuficiência renal. Portanto, outros órgãos se tornam possíveis portas de entrada para o vírus, que precisa penetrar na célula para levar ao adoecimento. Um grupo da FMUSP que realiza necropsias em pacientes de covid-19, por exemplo, <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/ciencias/necropsias-ja-detectaram-novo-coronavirus-em-testiculo-e-glandulas-salivares/">já detectou o vírus em testículo e glândulas salivares</a>. <br /><br />Em entrevista ao <a class="external-link" href="http://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/jornal-da-usp-no-ar/">Jornal da USP no Ar</a>, o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-hallak" class="external-link">Jorge Hallak</a>, da FMUSP, pesquisador e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/saude-masculina" class="external-link">Grupo de Estudos em Saúde Masculina</a> do Instituto de Estudos Avançados (IEA), explica que os pulmões possuem receptores denominados ACE-2, também presentes nos testículos, epidídimos e rins. A partir dessas informações, o estudo se debruça sobre quais acometimentos sofrem esses órgãos, uma vez que se tornam portas de entrada do sistema corporal para o novo coronavírus, e busca entender o quanto são responsáveis pelo estado geral do paciente. <br /><br />“Ao estudar o porquê desse vírus entrar nas células dos testículos, vamos tentar encontrar mecanismos que consigam inibir a ação do patógeno na célula. O paciente que está internado e não está grave pode, com o devido consentimento, ter o espermatozoide ejaculado e utilizado na pesquisa. Sendo uma célula que sai do corpo, não é preciso fazer biópsia ou outro exame invasivo”, afirma o médico.<br /><br />Hallak informa que, além de identificar se há ou não presença do vírus no sêmen, o estudo vai verificar em que estágio da doença o vírus se faz presente na ejaculação. Confirmada a presença no sêmen, o vírus poderá ser cultivado em laboratório para que seja analisada a sua viabilidade em outros fluidos. Com isso, será possível estudar “toda uma cadeia de testes para analisar os radicais de oxigênio (moléculas prejudiciais à célula) e um fenômeno que ocorre quando a membrana externa do espermatozoide sofre danos destrutivos”.<br /><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEB-anatomia-homem.jpg/image" alt="Anatomia homem" title="Anatomia homem" height="237" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O sistema genital masculino</dd>
</dl><br />O professor complementa que a “doença tem uma característica particular já conhecida: uma tempestade de citocinas, que são substâncias altamente metabólicas, inflamatórias e imunológicas, então o indivíduo não morre pelo vírus, mas sim por seu efeito no metabolismo, causando uma reação inflamatória brutal”. <br /><br />Na sua avaliação, além de inédito, esse estudo tem grande relevância: “Já se conhecem alguns mecanismos de lesão no espermatozoide e nos testículos, e com a pesquisa poderemos, eventualmente, oferecer outro tratamento complementar para auxiliar na evolução dos pacientes no curto prazo”.<br /><br />Hallak lembra que os homens são os mais suscetíveis à evolução para um quadro grave da covid-19, o que ocorre principalmente pelo fato de se prevenirem menos do que as mulheres e buscarem menos ajuda médica. “A interação do metabolismo desses indivíduos com fatores externos faz com que eles não tenham uma resposta imunológica ou inflamatória boa frente ao agressor.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP e Wikimedia Commons</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos em Saúde Masculina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-27T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-da-usp-se-unem-covid-19">
    <title>Pesquisadores da USP se unem para aperfeiçoar políticas públicas contra a Covid-19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-da-usp-se-unem-covid-19</link>
    <description>Glauco Arbix explica que rede de pesquisas se divide em frentes e o andamento dos projetos será divulgado em boletins semanais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Publicado no Jornal da USP</i></p>
<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEB-agbrasil.jpg" alt="Isolamento social" class="image-right" title="Isolamento social" /></span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p><a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/ciencias/pesquisadores-da-usp-se-unem-para-aperfeicoar-politicas-publicas-contra-covid-19/">Ouça a entrevista na Rádio USP</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/boletins" class="external-link">Veja todos os boletins publicados pelo grupo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Pesquisadores da USP se unem em projeto de rede de pesquisa solidária, a fim de aperfeiçoar as políticas públicas do governo para o  enfrentamento da crise do coronavírus. O projeto</span><span> Covid-19: Políticas Públicas e as Respostas da Sociedade</span><span> é uma iniciativa de pesquisadores para calibrar o foco e aperfeiçoar a qualidade das políticas públicas dos governos nos diferentes níveis de atuação.</span></p>
<p><span>“Vivemos uma situação excepcional e não podemos parar de jeito nenhum com nossas atividades de pesquisa, em especial num momento em que há um abalo muito grande nas certezas, num mar de notícias que são desencontradas. A confusão é grande, não há uma atuação que tem uma voz única dos governos federal e estaduais”, comenta o professor Glauco Arbix, </span><span>do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, coordenador do Observatório da Inovação do Instituto de Estudos Avançados (IEA), um dos coordenadores do projeto</span><span>, ao </span><i>Jornal da USP no Ar</i><span>. </span></p>
<p><span>Pensando na dimensão do desafio, pesquisadores começaram a reunir especialistas de várias áreas, como humanas, medicina, engenharia e estatística, a fim de “avaliar a qualidade daquilo que é feito pelo setor público para pessoas que estão enfrentando dificuldades, seja no âmbito da saúde, da economia e, agora, para entender o que o mundo da política conta para nós”, explica Arbix. </span></p>
<p><span>Os pesquisadores do projeto montaram quatro frentes relacionadas à pandemia. A primeira trata do distanciamento e da quarentena, avalizando a questão da saúde pública e os impactos na política fiscal. “Conversando com outras universidades, como a de Oxford, na Inglaterra, e a de Chicago e Columbia, nos EUA, percebemos que os critérios para definição de políticas públicas no Brasil são falhos, e é disso que esse primeiro projeto trata”, aponta o professor. </span></p>
<p><span>O segundo é um projeto qualitativo sobre as dificuldades que comunidades deprimidas, do ponto de vista de renda e de salário estão passando, a fim de montar um quadro sobre as necessidades dessa população. Já o terceiro é um projeto ligado ao mercado de trabalho para identificar as categorias mais essenciais no Brasil e acompanhar, por exemplo, do ponto de vista da renda, se conseguem trabalhar de casa ou não, explica o professor.</span></p>
<p><span>A malha de proteção social é o foco do quarto projeto: como os instrumentos, ferramentas e programas que já existiam, como o Bolsa Família, e que estão sendo criados, como o coronavoucher, auxiliam a população e amenizam o impacto negativo da pandemia. “Nossa avaliação é saber se essas mudanças e decisões do governo federal e dos governos estaduais estão sendo suficientes”, afirma Arbix. </span></p>
<p><span>Ele explica que os projetos já estão em andamento e serão divulgados em boletins semanais. “Serão boletins que procuram estar baseados em fatos e dados coletados e trabalhados por indicadores, com ferramentas avançadas a que temos acesso, justamente para melhorar a qualidade das políticas públicas”, finaliza. </span></p>
<p><span>A rede de pesquisa solidária conta com apoio de diversas instituições: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Medicina Assistida por Computação Científica, Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Observatório da Inovação, Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, Instituto de Estudos Avançados da USP, Instituto de Pesquisas do Hospital Albert Einstein, Centro de Estudos da Metrópole (CEM) da USP, Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG e Centro de Ciência e Tecnolgia do Ipea e também das empresas InLoco e The Great Place to Work.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-15T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/censo-interrompe-atividades-coronavirus">
    <title>Censo de comunidades vizinhas à USP interrompe atividades presenciais por precaução contra o coronavírus</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/censo-interrompe-atividades-coronavirus</link>
    <description>Censo Pontes e Vivências de Saberes interrompe atividades presenciais em comunidades vizinhas à USP até 10 de maio.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">Para colaborar com a luta contra a disseminação do coronavírus (Sars-CoV-2) causador da covid-19, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/censo-jardim-sao-remo-jardim-keralux-e-vila-guaraciaba-1/home-censo-comunidades" class="external-link">Censo Pontes e Vivências de Saberes</a> suspendeu as atividades presenciais até 10 de maio. Dessa forma, ficam interrompidas entrevistas, reuniões de formação e a circulação de pesquisadores nas quatro comunidades da cidade de São Paulo abrangidas pelo projeto: Jardim São Remo, vizinho à Cidade Universitária, no Butantã; Vila Clô, Jardim Keralux e Vila Guaraciaba, próximas a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each), em Ermelino Matarazzo.</span></p>
<p style="text-align: left; ">O <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/comunicado-do-censo-pontes-e-vivencias-de-saberes-24-3-2020" class="external-link">comunicado</a> distribuído pela coordenação do censo informa que, nesse período de interrupção, "os esforços serão voltados para a sistematização e a análise dos dados, para que, em breve, possamos divulgar alguns resultados desta pesquisa".</p>
<p style="text-align: left; ">A decisão de suspender as atividades presenciais foi adotada em observância às diretrizes sanitárias estabelecidas pelo poder público e em conformidades com outras medidas já adotadas pela Reitoria da USP e pela direção do IEA.</p>
<p style="text-align: left; "><span>Com isso, a coordenação do Censo "reafirma seu compromisso com os moradores dos territórios pesquisados e com os estudantes que integram a equipe responsável pelo levantamento de dados", somando-se a outras instituições preocupadas com "ações de prevenção entre os grupos sociais mais vulneráveis às crises e epidemias no campo da saúde".</span></p>
<p style="text-align: left; "><span>A situação será reavaliada após 10 de maio e novas orientações serão fornecidas pela coordenação do Censo. Dúvidas podem ser esclarecidas por meio de mensagem a </span><a href="mailto:catedraarteculturausp@usp.br">catedraarteculturausp@usp.br</a>.</p>
<p style="text-align: left; ">O censo é um dos projetos desenvolvidos pelo IEA sob a égide da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> e coordenação geral da ativista social e cultural <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>, titular da cátedra em 2018 e atualmente professora visitante do Instituto. O levantamento de dados nas comunidades é feito por alunos de graduação da USP bolsistas do projeto, <span>com a colaboração de moradores que atuam como articuladores locais.</span></p>
<div id="_mcePaste">O censo conta com o apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa e a participação de diversos docentes da USP, que se envolveram na seleção e formação dos pesquisadores, na elaboração dos questionários e no processo de análise dos dados. Os professores Oswaldo Baquero (Projeto Saúde Única em Periferias, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia), Ana Estela Haddad (Projeto Aproxima-Ação, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão) e Lucia Maciel Barbosa (Projeto Práticas Mediativas: Núcleo Educativo e Expositivo, da Escola de Comunicação e Artes) também são parceiros do Censo, por meio da concessão de bolsas de pesquisa e de pesquisadores.</div>
<p> </p>
<p style="text-align: left; ">Outras informações sobre a atuação da USP no combate à propagação do coronavírus estão em <a href="https://coronavirus.usp.br/">https://coronavirus.usp.br</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Dasp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-24T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
