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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 71 to 85.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/circuito-urbano-2021">
    <title>Centro de Síntese USP Cidades Globais participa do Circuito Urbano do ONU-Habitat</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/circuito-urbano-2021</link>
    <description>O Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA participa nos dia 5, 6 e 14 de outubro de três eventos virtuais do Circuito Urbano . O circuito faz parte da programação Outubro Urbano, iniciativa do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Urbanos (ONU-Habitat).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ilustracao-circuito-urbano" alt="Ilustração Circuito Urbano" class="image-right" title="Ilustração Circuito Urbano" />O Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA participa nos dias 5, 6 e 14 de outubro de três eventos virtuais do <a class="external-link" href="https://www.circuitourbano.org/">Circuito Urbano</a>, em dois deles como organizador. O circuito faz parte da programação Outubro Urbano, iniciativa do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Urbanos (ONU-Habitat). A programação pode ser assistida no <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/channel/UCuntso3y0Vcwvr2kWCeiR1g">canal do circuito no YouTube</a>.</p>
<p>A participação do centro de síntese ocorre nos eventos:</p>
<ul>
<li>Dia 5, 16h - Planejamento e Gestão de Cidades Marítimas diante dos Eventos Climáticos Extremos<br /> (<a class="external-link" href="https://youtu.be/PmTL4G_eMwg">link da transmissão</a>);</li>
<li>Dia 6 - Os Impactos da Crise Climática na Vida de Crianças no Brasil: Migrantes, Refugiadas e Periféricas<br /> (<a class="external-link" href="https://youtu.be/rE7JQlyO0UA">link da transmissão</a>);</li>
<li>Dia 14 - Novas Tecnologias e Descarbonização de Cidades<br />(<a class="external-link" href="https://www.inscricoes.circuitourbano.org/trabalho/view?ID_TRABALHO=48">mais informações</a>).<br /><br /></li>
</ul>
<p>O circuito é organizado desde 2018 pelo escritório do ONU-Habitat no Brasil para dar visibilidade e apoio institucional a eventos organizados por diversos atores de todo o país durante o Outubro Urbano.  Desde a criação do circuito, já foram apoiados cerca de 400 eventos.</p>
<p>O tema deste ano é “Cidades na Linha de frente da Ação Climática”, a ser discutido em quatro linhas temáticas: Cidades Sustentáveis e Livres de Carbono; 2) Cidades Inclusivas e Justas; 3) Cidades Saudáveis; e 4) Cidades Resilientes.</p>
<p>O Outubro Urbano tem início anualmente no Dia Mundial do Habitat (primeira segunda-feira do mês) e se encerra no Dia Mundial das Cidades (31 de outubro). Toda edição conta com dois temas para estimular o debate sobre como tornar a vida nas cidades melhor para todos. Este ano, a questão central em debate é o papel das cidades na luta contra a emergência climática, em preparação para a Conferência do Clima (COP26), que acontecerá de 1º a 12 de novembro em Glasgow, Reino Unido. O tema do Dia Mundial do Habitat foi “Acelerando a Ação Urbana para um Mundo Livre de Carbono”. O Dia Mundial das Cidades tratará do tema “Adaptando Cidades para a Resiliência Climática”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-05T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-como-plataforma">
    <title>UrbanSus - A Cidade como Plataforma Política, de Inovação e de Desenvolvimento Sustentável</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-como-plataforma</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os seminários <i>UrbanSus - Sustentabilidade Urbana,</i> tem como objetivo trazer a reflexão sobre o papel das cidades e estimular as boas práticas ao compartilhar soluções sustentáveis urbanas - tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras. Em 2021, este evento irá refletir sobre a Cidade como plataforma política, de inovação e do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>As cidades como plataformas (<i>City as a Platform</i>), buscam a conectividade entre governos, cidadãos e organizações, a fim de obter a criação de um valor público por meio da participação cidadã. Cidades são ecossistemas complexos, conectados em rede e estão em constante processo de mudança (Repette, P. <i>et al</i> 2021).</p>
<p>A inovação se dá a partir das soluções propostas pelo cidadão comum, o qual busca por meio dos dados criar aplicativos para a melhoria da qualidade de vida nas cidades, diante do conhecimento que tem dos problemas. Neste ponto, a inovação por meio das plataformas melhora a qualidade de vida do cidadão, diminuindo a burocracia e facilitando o acesso à informação.</p>
<p>Serão disseminadas e debatidas por meio de painéis como: Regulação e Instrumentos de Gestão; Sociedade Inovadora e Qualificada, Governança e Participação Cidadã e sobre a cidade como plataforma de tecnologia e inovação. Cada painel será contemplado por membros das 4 hélices (academia, governo, sociedade e empresas), especialistas envolvidos no tema de cidades inteligentes.</p>
<p>Este evento tem como objetivo também lançar o livro intitulado "Cidades Inteligentes - Uma abordagem humana e sustentável", produzido pelo CEDES - Centro de Estudos da Câmara dos Deputados.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Global Cities Program</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-19T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/projeto-sediado-no-iea-vai-monitorar-qualidade-do-ar-em-creches-e-escolas-infantis-da-capital-paulista">
    <title>Programa vai monitorar qualidade do ar em creches e escolas infantis da capital paulista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/projeto-sediado-no-iea-vai-monitorar-qualidade-do-ar-em-creches-e-escolas-infantis-da-capital-paulista</link>
    <description>Pesquisa será coordenada pelo NAP Escola da Metrópole e faz parte da inciativa Rede Cidadã de Qualidade do Ar, promovida pela entidade chilena Fundação Horizonte Cidadão</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-66d231c4-7fff-abf7-41b2-9f6ccbc76120"> </span></p>
<p dir="ltr"><span id="docs-internal-guid-e62c993a-7fff-f0cd-14c0-2e85c68e224b">O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/escola-da-metropole" class="external-link">Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) Escola da Metrópole</a>, sediado no IEA, vai implementar </span>em São Paulo o programa<strong> Rede Cidadã de Qualidade do Ar: Ares Novos para a Primeira Infância</strong> durante o ano de 2021.<span>O projeto visa monitorar a qualidade do ar ao redor dos Centros Educacionais Infantis (CEIs) e creches da capital paulista, com o objetivo de desenvolver ações locais de baixo custo e alto impacto, para reduzir a exposição de crianças à poluição urbana.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/bolsa-de-pesquisa-ares-novos" class="external-link">Projeto Ares Novos para a Primeira Infância oferece bolsa de pesquisa para alunos de pós-graduação</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A Rede é uma iniciativa da Convergência para a Ação, uma coalizão de mais de 80 lideranças com representantes do mundo político, acadêmico, social, cultural e das comunicações que promove a agenda da primeira infância em 18 países da América Latina e Caribe. As ações são coordenadas pela entidade chilena <a class="external-link" href="https://www.horizonteciudadano.cl/">Fundação Horizonte Cidadão</a>, com apoio da Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso. Ao todo, 13 cidades latinoamericanas receberam monitores de qualidade do ar da Fundação para serem instalados em instituções de ensino infantil escolhidas pelos líderes locais.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ana-estela-haddad-perfil/image" alt="Ana Estela Haddad - Perfil" title="Ana Estela Haddad - Perfil" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Ana Estela Haddad, vice-coordenadora do NAP Escola da Metrópole</dd>
</dl></p>
<div>
<p dir="ltr">Em São Paulo, a coordenação geral do projeto é de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-estela-haddad" class="external-link">Ana Estela Haddad</a>, vice-coordenadora do NAP. “Queremos assinar um compromisso com o poder público para colocar o tema do desenvolvimento e bem-estar da primeira infância nas formulações das políticas públicas. Os dados do  monitoramento da qualidade do ar serão disponibilizados para o poder público municipal, com o objetivo de oportunizar o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a redução da poluição ambiental e seu impacto na saúde das crianças. As participações do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva?searchterm=Paulo+Saldi" class="external-link">Paulo Saldiva </a>e do <a class="external-link" href="https://www.saudeesustentabilidade.org.br/">Instituto Saúde e Sustentabilidade</a> (ISS) têm sido decisivas para o sucesso do projeto”, afirma Ana Estela.</p>
<p dir="ltr">“Os monitores de baixo custo são programados para processar e oferecer dados mais diretos sobre os impactos da poluição em crianças pequenas", explica a patologista<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/evangelina-vormittag" class="external-link"> Evangelina Vormitagg</a>, coordenadora do ISS. Os aparelhos vão ser colocados em centros de educação infantil e próximos de grandes avenidas com fluxo de automóveis e de estações da Companhia Ambiental de São Paulo (Cetesb). Além da instalação dos equipamentos, análise, processamento e divulgação dos dados, o NAP Escola da Metrópole também será responsável por promover o intercâmbio de experiências com outras cidades participantes do projeto e incentivar novas pesquisas com os dados gerados.</p>
<table class="tabela-direita-400-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Colaboração com outras pesquisas</th>
</tr>
<tr>
<td>Outro projeto de pesquisa sediado no IEA beneficiado pelas ações do projeto "Aires Limpos" visa estudar a associação da poluição do ar com o desenvolvimento de asma em crianças de 3 a 10 anos nas cidades de São Paulo e Porto (Portugal). Intitulado “Sensores de baixo custo como ferramenta para redução da poluição do ar em creches e escolas - impacto na asma infantil” (Sensinar),  a pesquisa usa monitores de baixo custo para coletar dados da poluição atmosférica. Dessa forma, os mesmos dados coletados serão usados nos dois projetos.<br />O Sensinar é realizado pela pós-doutoranda do IEA, Samirys Rodrigues, e supervisionado pelo médico e ex-diretor do Instituto, Paulo Saldiva.  A pesquisa também é vinculada à Universidade do Porto.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<p dir="ltr">Os equipamentos usados serão monitores AirVisual Pro de IQAir, projetados para apresentar dados mais precisos a respeito da quantidade do ar e da poluição que crianças inalam. Simultaneamente, o monitor também permite mostrar a qualidade do ar local em tempo real, oferece prognósticos periódicos e propõe recomendações personalizadas para melhorar a qualidade do ar local, além de permitir o acesso dos dados para a sociedade por meio do site <a class="external-link" href="https://www.iqair.com/profile/redciudadana">IQAir</a>.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Impacto nas crianças</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Dados da Unicef e da Organização Mundial da Saúde revelam que a poluição do ar está associada a 600 mil mortes infantis por ano, e um a cada dez óbitos são de crianças com menos de 5 anos de idade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O impacto da qualidade do ar para crianças pequenas ocorre por diversos fatores naturais da infância, como explica Ana Estela, que também é professora da Faculdade de Odontologia da USP e coordenadora da Rede Cidadã de Qualidade do Ar: Ares Novos para a Primeira Infância. “Tudo afeta mais a criança, porque elas têm a frequência respiratória duas vezes mais alta que os adultos, então acabam inalando mais ar e, consequentemente, mais poluição. Por estarem em desenvolvimento, seus pulmões e vias respiratórias são mais permeáveis, o que gera mais absorção de poluentes, afetando o desenvolvimento do sistema imunológico e do cérebro."</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Estela também argumenta que a baixa estatura é um fator que coloca a criança em mais exposição ao ar contaminado. “As crianças de até 5 anos têm a altura próxima dos escapamentos dos veículos, por exemplo, assim respiram mais diretamente um ar mais concentrado em poluentes."</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NAP Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-17T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-urbana-atmosfera">
    <title>Urbansus - Atmosfera Urbana: Emissões, Impactos e Tendências no Bem-Estar das Cidades | UrbanSus – Urban Atmosphere: Emissions, Impacts and Trends of Welfare in Cities</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-urbana-atmosfera</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A poluição do ar e as mudanças climáticas ameaçam o bem-estar das populações urbanas em todo o mundo. Embora os poluentes atmosféricos e os gases do efeito estufa (GEE) tenham diferentes tempos de vida na atmosfera, ambos impactam fortemente o meio ambiente e a saúde das populações, seja diretamente (no caso de poluentes atmosféricos tóxicos) ou indiretamente (gases do efeito estufa, via efeitos da mudança climática em escalas maiores). Além disso, ambos compartilham as mesmas fontes de emissão, particularmente no ambiente urbano, onde as diferenças nos microambientes podem desempenhar um papel maior na definição das características de emissão e exposição. Portanto, é necessário entender a relação entre os ambientes urbanos e a concentração de poluentes atmosféricos e gases de efeito estufa.</p>
<p>Existem diversos desafios no monitoramento ambiental da atmosfera. Os monitores podem exigir recursos que dependem de decisões políticas para sua utilização, principalmente nos países em desenvolvimento. Além disso, a representatividade espaço-temporal das medições só pode revelar parte do quadro da emissão, concentração e exposição dos poluentes atmosféricos, o que demanda discussões sobre seu enfrentamento.</p>
<p>O Prof. Otto Klemm do Instituto de Ecologia da Paisagem da Universidade de Münster, Alemanha, vem realizando importantes pesquisas no monitoramento de poluentes atmosféricos tóxicos na escala intraurbana, utilizando uma plataforma móvel adaptada à uma bicicleta de carga. A professora Guaciara Macedo dos Santos, do Departamento de Ciência do Sistema Terrestre da Universidade da Califórnia, Irvine, tem pesquisado métodos de medição de CO<sub>2</sub> a partir de materiais vegetais, principalmente folhas de ipê, no estado do Rio de Janeiro, Brasil. Em linha semelhante, o Prof. Marcos Buckeridge, do Instituto de Estudos Avançados e do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, vem medindo metais e poluentes atmosféricos em cascas de árvores em diferentes locais de São Paulo, como parques urbanos. Representando a gestão pública, a Dra. Maria Helena R. B. Martins, Gerente do Departamento de Qualidade Ambiental da CETESB, irá apresentar o trabalho que a instituição vem fazendo no monitoramento da qualidade do ar no estado de São Paulo por meio de uma rede de mais de 70 estações automáticas de medições de poluentes.</p>
<p>Uma vez que os poluentes atmosféricos e as emissões de GEE estão ligados a uma variedade de processos e atividades em nosso dia a dia, como atividade industrial, resíduos sólidos, produção de energia, transporte e mobilidade urbana, etc., as soluções para esses problemas também devem ser integradas entre diferentes setores da sociedade. As instituições governamentais devem ser atuantes e estar alinhadas à academia e à gestão urbana para fazer as melhores opções de políticas, todas apoiadas por dados e análises científicas robustas.</p>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU se destacam como uma estrutura de colaboração nessas questões, dos quais os ODS 3) Saúde e Bem-estar, 11) Cidades e Comunidades Sustentáveis e 13) Ação Contra a Mudança Global do Clima, estão todos interligados. Por exemplo, ao conhecer as fontes de poluição do ar, as pessoas podem compreender sua contribuição e exposição a ela. Os governos locais podem agir para diminuir sua concentração visando essas fontes. A redução da quantidade de poluentes emitidos melhora o bem-estar nas cidades e as torna mais saudáveis e resilientes. Esse pensamento sistêmico é de vital importância e mostra que as soluções desenvolvidas para um dos ODS certamente beneficiarão todos. A cooperação internacional, representada pelo ODS 17) Parceria e Meios de Implementação, é de fundamental importância para a troca de ideias, melhores práticas e informações, ajudando pessoas e instituições a se conectarem e se apoiarem na busca por cidades mais sustentáveis.</p>
<p>Este evento reúne palestrantes experientes para mostrar as tendências mais recentes no monitoramento de poluentes atmosféricos urbanos e gases de efeito estufa que estão sendo realizados em diferentes locais do mundo. O objetivo deste evento é mostrar o estado da arte neste tópico, incluindo os principais desafios, perspectivas futuras e possibilidades, a fim de melhor integrar o monitoramento atmosférico ambiental com outras áreas de pesquisa e gestão urbana.</p>
<p>------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>
<p>Air pollution and climate change impact the well-being of urban populations worldwide. Although air pollutants and greenhouse gases have different atmospheric lifetimes, both greatly impact the environment and health of populations, either directly (in the case of toxic air pollutants) or indirectly (greenhouse gases, via larger-scale climate change effects). Also, both share common emission sources, particularly in the urban environment, where differences in microenvironments can play a greater role in defining emission and exposure characteristics. Therefore, it is urgent to understand the relation between urban environments and the concentration of air pollutants and greenhouse gases.</p>
<p>Environmental monitoring of the atmosphere can be challenging. Monitors can require resources which are not always available and depend on political decisions, particularly in developing countries. Also, the temporal and spatial representativeness of the measurements can only reveal part of the picture concerning air pollutants emission, concentration, and exposure, which requires discussion about how to approach it.</p>
<p>Prof. Otto Klemm from the Institute for Landscape Ecology at the University of Münster, Germany, has been conducting research in monitoring toxic air pollutants in the intraurban scale using a mobile platform adapted to a cargo bike. Prof. Guaciara Macedo dos Santos, from the Earth System Sciences Department at the University of California, Irvine, has been researching methods for measurement of CO<sub>2</sub> using plant material, particularly Ipê leaves in the state of Rio de Janeiro, Brazil. On a similar line of work, Prof. Marcos Buckeridge, from the Institute of Advanced Studies and the Institute of Biological Sciences at the University of São Paulo, has been measuring metals and air pollutants in tree barks in different locations in São Paulo, such as urban parks. Representing the public management sector, Dr. Maria Helena R. B. Martins, Manager of the Environmental Quality Department of the Environmental Company of the State of São Paulo (CETESB), will speak about the work CETESB has been carrying out in monitoring air quality in the state through a network of nearly 70 automatic ground stations.</p>
<p>Since air pollutants and GHG emissions are linked to a variety of processes and activities in our daily lives, such as industrial activity, solid waste, energy production, transportation and urban mobility, etc., the solutions to these issues must also be integrated among different sectors of society. Governmental institutions must be active and aligned to academia and urban management in order to make the best policy options, all supported by robust scientific data and analysis.</p>
<p>The UN Sustainable Development Goals (SDGs) stand out as a framework for collaboration in these issues, from which SDGs 3) Good Health and Well-Being, 11) Sustainable Cities and Communities and 13) Climate Action are all interlinked. For example, by understanding the sources of air pollution, people can comprehend their contribution and exposure to it. Local governments can act to decrease its concentration targeting the identified sources. Decreasing the amount of pollutants emitted improves welfare in cities and make them healthier and more resilient. This systemic thinking is of vital importance, and it shows that solutions developed for one of the SDGs will certainly benefit all. International cooperation, represented by SDG 17) Partnership for the Goals, is of key importance to the exchange of ideas, best practices, and information, helping people and institutions connect and support each other in the pursuit of more sustainable cities.</p>
<p>This event brings together experienced speakers to show the latest trends in the monitoring of urban air pollutants and greenhouse gases which are being carried out around the world. The objective of this event is to show the state-of-the-art in this topic, including the main challenges, future perspectives, and possibilities, in order to better integrate environmental atmospheric monitoring with other areas of research and urban management.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Global Cities Program</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-30T10:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-saude-planetaria-inscricoes">
    <title>Conferência anual de Saúde Planetária, sediada pela USP, tem inscrições abertas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-saude-planetaria-inscricoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center"><i>O evento PHAM 2021, conhecido internacionalmente como a <strong>2021 Planetary Health Annual Meeting and Festival</strong>, acontecerá pela primeira vez fora do eixo Europa-Estados Unidos, entre os dias 25 a 30 de abril. Realizado de forma gratuita e virtual, é resultado de uma parceria da Universidade de São Paulo com a Planetary Health Alliance. Em sua quarta edição, terá o lançamento da <strong>Declaração São Paulo de Saúde Planetária</strong>. As inscrições estão abertas no site <a href="http://www.planetaryhealthannualmeeting.com/">www.planetaryhealthannualmeeting.com</a> .</i></p>
<p align="center"><i> </i></p>
<p><span>Ao longo de um ano, a COVID-19 infectou mais de 125 milhões de pessoas e provocou quase três milhões de mortes em todo o mundo. O Brasil, recentemente, tornou-se o novo epicentro da pandemia, acendendo o alerta das autoridades de saúde mundiais. A pandemia revelou como os seres humanos estão profundamente interligados uns com os outros e com os sistemas naturais. As conexões entre a saúde planetária e a pandemia COVID-19 são numerosas, assim como o são as interfaces desse conceito emergente com as mudanças climáticas. A saúde planetária se concentra em compreender e abordar os impactos da mudança ambiental global na saúde humana. “Se nossas atividades são parte do problema, devemos mudar nossos comportamentos e ser parte da solução, mas nenhum stakeholder consegue resolver esses problemas sozinho. Agora, mais do que nunca, é crucial reunir diferentes setores para lidar com essas questões complexas”,  afirma o professor titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Antonio Mauro Saraiva, presidente do evento e coordenador do Grupo de Saúde Planetária do Instituto de Estudos Avançados da USP (GSP-IEA-USP).</span></p>
<p><span>O tema do PHAM 2021 será “</span><a href="https://mailchi.mp/harvard/2021-pham-announcement-4724637?e=988bb5f22a">Saúde Planetária para Todos: Unindo Comunidades para Alcançar a Grande Transição</a><span>”. Nosso objetivo é reunir várias partes interessadas de todo o mundo para compartilhar seus insights sobre como poderemos garantir um novo paradigma de desenvolvimento capaz de salvaguardar o futuro da saúde humana protegendo os sistemas naturais da Terra. As sessões cobrirão vários tópicos, que vão desde os valores humanos fundamentais da saúde planetária; passando por como financiar e estruturar a produção de conhecimentos sobre o tema; abordando a incorporação dos princípios de saúde planetária nas novas economias do século 21; discutindo a necessidade de uma nova visão de governança, multilateralismo e cooperação global para atingir os objetivos; e, por fim, trazendo exemplos concretos de movimentos sociais e da construção de mudanças sociais que emergem da sociedade civil organizada.</span></p>
<p><span>Entre os palestrantes estarão a ecologista e escritora Robin Wall Kimmerer, professora da Universidade Estadual de Nova Iorque e fundadora do Centro para Povos Nativos e Meio Ambiente; a queniana Wanjira Mathai, Vice-Presidente e Diretora Regional para a África da ONG World Resources Institute (WRI); e o Fundador e Presidente da Terracycle e idealizador da plataforma Loop, Tom Szaky. Entre os palestrantes brasileiros teremos, entre outros, o jornalista Jamil Chade; Virgílio Viana, da Fundação Amazônia Sustentável; a fundadora e diretora da Rede das Marés, Eliana Sousa Silva; a líder indígena Jera Guarani; Silvia Lagnado, representando a Natura &amp; Co; além de representantes da Fapesp e de prestigiadas universidades brasileiras. Mais informações sobre os palestrantes estão disponíveis no</span><a href="https://www.planetaryhealthannualmeeting.com/"> site do evento</a><span>.</span></p>
<p><span>O PHAM 2021 será gratuito e virtual. Este evento será uma experiência produtiva e empolgante para palestrantes e participantes. A tecnologia está ao nosso lado, permitindo-nos hospedar mais de três mil participantes em uma plataforma de “conferência virtual” que incluirá painéis ao vivo, palestras, entrevistas, um lounge virtual para o público, salas de bate-papo individuais para apresentadores de pôsteres e trabalhos científicos. Haverá tradução simultânea do evento para Português, Espanhol, Francês e Mandarim.</span></p>
<p><span>Reserve a data para a Semana de Saúde Planetária, entre 25 e 30 de abril, que engloba, além da Conferência, também mais de 60 eventos paralelos e atividades artístico-culturais realizados ao redor do mundo para celebrar as ações socioambientais positivas que estão ocorrendo, bem como o nosso compromisso de remodelar o futuro! As inscrições estão abertas no site </span><a href="https://www.planetaryhealthannualmeeting.com/">https://www.planetaryhealthannualmeeting.com/</a><span>.</span></p>
<p><strong>Contato com a Imprensa:</strong></p>
<p>Daniela Vianna, pesquisadora de pós-doutorado do GSP-IEA-USP e Coordenadora de Comunicação do PHAM 2021</p>
<p>Telefone: (+55 11) 97552.6365</p>
<p>E: <a href="mailto:daniela.vianna@usp.br">daniela.vianna@usp.br</a></p>
<p>W: <a href="https://www.planetaryhealthalliance.org/">https://www.planetaryhealthalliance.org</a></p>
<p>W: <a href="http://saudeplanetaria.iea.usp.br/pt/">http://saudeplanetaria.iea.usp.br/pt/</a></p>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sobre a Planetary Health Alliance:</strong></p>
<p>A Planetary Health Alliance (PHA) é um consórcio de mais de 246 universidades, organizações não governamentais, institutos de pesquisa e entidades governamentais de 56 países comprometidos em compreender e abordar as mudanças ambientais globais e seus impactos na saúde. A missão do PHA é promover, mobilizar e liderar um campo inclusivo e transdisciplinar da saúde planetária e sua ciência, histórias, soluções e comunidades diversas para alcançar a Grande Transição, uma mudança abrangente em como os seres humanos interagem entre si e com a Natureza.</p>
<p><strong>Para cumprir sua missão, a PHA:</strong></p>
<p><strong>Encoraja e capacita uma comunidade global</strong> diversificada de saúde planetária que atravessa setores, disciplinas, gerações, visões de mundo e geografias;</p>
<p><strong>Facilita a educação e o treinamento</strong> dos profissionais de saúde planetária atuais e da próxima geração por meio do desenvolvimento e curadoria de recursos de acesso aberto, oportunidades de orientação e liderança, e programas do nível fundamental ao universitário;</p>
<p><strong>Divulga a ciência da saúde planetária, histórias e soluções</strong> por meio de amplo alcance público e envolvimento direto com a sociedade civil, setor privado, público em geral e governos;</p>
<p><strong>Promove medidas viáveis </strong>​​que os indivíduos e a sociedade possam tomar para defender e alcançar o progresso em direção à saúde planetária.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-09T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/dilemas-ambientais-urbanos">
    <title>Dilemas Ambientais-urbanos em Duas Metrópoles Latino-americanas: São Paulo e Cidade do México no Século XXI</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/dilemas-ambientais-urbanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este encontro de lançamento do livro  <a class="external-link" href="https://www.amazon.com.br/Dilemas-ambientais-urbanos-metr%C3%B3poles-latino-americanas-ebook/dp/B092RH5GZ1/ref=tmm_kin_swatch_0?_encoding=UTF8&amp;qid=1618943919&amp;sr=1-1">“Dilemas ambientais-urbanos em duas metrópoles latino-americanas: São Paulo e Cidade do México no século XXI”</a> (Editora Paco) oferece uma oportunidade de conhecer uma iniciativa de pesquisadores brasileiros e mexicanos, como resultado de interlocução sobre duas das maiores megacidades da região, suas múltiplas semelhanças e especificidades.</p>
<p>Fazer estudos comparativos é sempre um desafio, considerando a trajetória de ambas a partir da segunda metade do século XX, se aproximam quanto aos problemas e sua complexidade, bem como à emergência da questão ambiental como uma dimensão a eles transversal.</p>
<p>O livro organizado por Pedro R. Jacobi (IEE-IEA/USP), Mario Federico Bassols (UAM- Itztapalapa), Pedro Henrique Campello Torres (IEE- IEA/USP), Silvana Zioni (UFABC) e Arturo Venancio Flores (FAPUR/UAEMex)  é oportuno porque articula dilemas ambientais com a questão urbana e coloca problemas que demandam conhecimento, reflexão e medidas urgentes.</p>
<p>A relação entre cidades e meio ambiente tornou-se incontornável. Hoje, a maioria da população mundial mora em cidades, pressionando demograficamente a expansão da infraestrutura urbana e a provisão de serviços públicos básicos, gerando a um só tempo numerosas externalidades negativas sobre o meio ambiente.</p>
<p>O conjunto de capítulos apresentados representam um mosaico das principais questões, olhares cruzados desafios em contexto crescentemente ameaçado pela emergência climática e seus impactos sobre a população destas megacidades, e notadamente das populações mais vulneráveis.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-05T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/aspectos-politicos-5g-no-brasil">
    <title>Aspectos Políticos da Implantação de 5G no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/aspectos-politicos-5g-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo organizam o ciclo <strong>A Implantação de 5G no Brasil</strong> com o objetivo de oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação desta nova tecnologia.</p>
<p>Esta iniciativa integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil">Think Tank USP em Implantação de 5G no Brasil</a>, um fórum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia. No terceiro encontro do ciclo foram discutidos os Aspectos Sociais da Implantação de 5G no Brasil.</p>
<p>Essa quarta mesa da série objetiva <span>discutir as implicações políticas da adoção e implantação do 5G no Brasil, considerando a necessidade de adequação da legislação, da regulação e da relação da sociedade com a tecnologia.</span></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-01-19T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/uma-homenagem-a-trajetoria-de-pesquisa-e-ativismo-de-marina-harkot">
    <title>Uma homenagem à Marina Kohler Harkot e a sua trajetória de pesquisa e ativismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/uma-homenagem-a-trajetoria-de-pesquisa-e-ativismo-de-marina-harkot</link>
    <description>A Pró-Reitoria de Pós-Graduação, o IEA e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo realizaram no dia 21 de novembro o webinar "Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marina-kohler-harkot/image" alt="Marina Kohler Harkot" title="Marina Kohler Harkot" height="450" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">A socióloga Marina Kohler Harkot</dd>
</dl></p>
<p>O webinar em homenagem a Marina Kohler Harkot no dia 21 de novembro transcorreu sob a forte emoção que a precoce e trágica morte da pesquisadora e cicloativista causa em todos que a conheceram e naqueles que apoiam as causas que ela defendia.</p>
<p>A vida de Marina foi tão intensa, que relembrar, durante as quatro horas do encontro, sua formação, interesses e realizações, se não diminuiu a tristeza por sua morte, demonstrou o quanto ela continuará presente em nossa sociedade, graças a seu legado repleto de caminhos abertos a serem trilhados por jovens pesquisadores e ativistas contra a desigualdade de gênero e em defesa da mobilidade ativa.</p>
<p>O encontro <i>Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot</i> teve a participação de pesquisadores, cicloativistas e familiares de Marina.</p>
<p>A homenagem da USP a ela foi uma iniciativa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, do IEA e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), onde Marina era doutoranda e pesquisadora do <a class="external-link" href="http://www.labcidade.fau.usp.br/">Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade)</a>.</p>
<p>A realização do encontro motivou o IEA e divulgar no dia 25 de novembro uma “<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">Carta Aberta sobre Mobilidade Ativa e Inclusiva</a>”, na qual é defendida uma série de "<span>sugestões para as bases de uma política de mobilidade urbana mais eficiente, ativa e inclusiva para cidades, em particular a de São Paulo".</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Mobilidade ativa</i></h3>
<p><i>O que caracteriza a mobilidade ativa é o transporte de pessoas sem o uso de veículos motorizados. Os principais exemplos dela são o caminhar e o uso de bicicleta.</i></p>
<p><i>Pesquisadores e ativistas veem a mobilidade ativa como meio de redução do trânsito e da poluição atmosférica na cidade, além de uma contribuição direta ou indireta (redução da poluição e de acidentes) para a saúde da população.</i></p>
<p><i>Para ser viabilizada, é preciso que as políticas públicas sobre a mobilidade urbana promovam a integração de todos os meios de transporte em toda a cidade e a segurança de sua prática, inclusive com adequação de calçadas e criação de ciclovias apropriadas.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Texto</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">Carta Aberta do IEA sobre Mobilidade Ativa e Inclusiva</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/homenagem-a-marina-harkot" class="external-link">Em homenagem a Marina Harkot, IEA, FAU e PRPG promovem discussão sobre mobilidade ativa</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/mobilidade-ativa-e-inclusiva-construindo-pontes-com-a-sociedade-uma-homenagem-a-marina-harkot" class="external-link">Vídeo da homenagem</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No webinar, foram apresentadas e comentadas diversas linhas de pesquisas desenvolvidas por Marina e por outras pesquisadoras que trabalharam com ela, não apenas os trabalhos ligados as dificuldades que as mulheres encontram para utilizar a bicicleta.</p>
<p><strong>Trajetória acadêmica</strong></p>
<p>O encontro foi constituído de três painéis. O tema do primeiro foi "A trajetória de pesquisa de Marina Harkot: das mulheres ciclistas aos territórios construídos a partir das subjetividades".</p>
<p>Os expositores foram: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro">Paula Freire Santoro</a>, orientadora de Marina e coordenadora do LabCidade; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/haydee-svab">Haydée Svab</a>, doutoranda do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP; Paulo Fernando Garreta Harkot e Maria Claudia Mibielli Kohler, pais de Marina; e Felipe Burato, seu marido.</p>
<p>Segundo Paula Santoro, Marina defendia a existência de uma política educacional que fosse um instrumento para várias formas de superação na nossa sociedade.</p>
<p>Comentou que um dos capítulos da dissertação de mestrado de Marina contém um levantamento extensivo sobre como coletar amostras nas pesquisas sobre gênero e bicicleta e possibilidade de pesquisas.</p>
<p>Ela também falou de vários tópicos presentes nos estudos de Marina, como a violência de gênero moldando não só o comportamento das mulheres, como o território onde elas se locomovem e a forma como o fazem.</p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Gênero e mobilidade</i></h3>
<p><i>A bicicleta era o principal meio de transporte de Marina Kohler Harkot e isso a levou ao cicloativismo há oito anos, adotando a mobilidade ativa para discutir as relações de gênero.</i></p>
<p><i>Socióloga formada pela FFLCH-USP, obteve o título de mestre pela FAU-USP com a dissertação “A bicicleta e as mulheres: mobilidade ativa, gênero e desigualdades socioterritoriais em São Paulo”.</i></p>
<p><i>Atualmente era pesquisadora do LabCidade, na FAU-USP, onde desenvolvia pesquisa de doutorado na área de planejamento urbano e regional.</i></p>
<p><i>Atuava também como consultora em planejamento urbano, sobretudo na elaboração de planos diretores municipais e políticas inclusivas para mulheres.</i></p>
<p><i>A defesa do ciclismo urbano era intensa no seu dia a dia. Participou do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito da cidade de São Paulo e dirigiu a Ciclocidade. </i></p>
<p><i><strong>Atropelamento</strong></i></p>
<p><i>No início da madrugada de 8 de novembro, um domingo, tudo isso foi interrompido brutalmente: Marina Kohler Harkot morreu aos 28 anos, atropelada enquanto pedalava na primeira faixa à direita da Avenida Paulo VI, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.</i></p>
<p><i>O motorista, José Maria da Costa Jr., 33, não prestou socorro a Marina e fugiu. Uma policial militar de folga que passava pela avenida chamou o Samu. Ela chegou a ser atendida, mas morreu no local.  O motorista foi identificado graças a placa do carro, anotada pela por outro motorista e repassada à policial.</i></p>
<p><i>Na manhã do dia 10 de novembro, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva do motorista, considerando que ele assumiu o risco de matar ao não prestar socorro à ciclista. Ele se apresentou à tarde no 14º Distrito Policial, onde foi indiciado por homicídio culposo (sem a intenção de matar).</i></p>
<p><i>Ficou calado durante o depoimento e foi liberado, pois a legislação eleitoral só permite prisão em flagrante nos cinco dias anteriores ao pleito. Segundo seu advogado, Costa Jr. alega não ter prestado socorro e fugido por ter ficado “assustado” com o acontecimento.</i></p>
<p><i>No dia 27 de novembro a Justiça aceitou a solicitação dos advogados da família de Marina e do Ministério Público para que o atropelador seja indiciado por homicídio doloso (com a intenção de matar).</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Haydeé Svab, Marina a procurou em 2016 e lhe disse que queria tratar da relação entre mulheres e o uso de bicicletas. Elas tiveram diversos encontros para discutir transporte ou questões de gênero, além de realizaram oficinas juntas e serem parceiras de ativismo e em trabalhos profissionais.</p>
<p>Um desses trabalhos foi uma consultoria para o Banco Mundial sobre mobilidade e gênero na cidade de São Paulo. “Aprendi com ela a trabalhar do ponto de vista da pesquisa qualitativa”, afirmou.</p>
<p>Felipe Burato disse que a grande questão para Marina era a desigualdade de gênero e que o ciclismo era uma forma de discutir isso. “Pedalar para ela era um ato político, pedalava por todas as mulheres da periferia.”</p>
<p>Para ele, Marina não se propunha simplesmente a buscar soluções aplicáveis para a mobilidade feminina: "A mudança que considerava preciso construir é começar a olhar a cidade a partir do afeto, não de quilômetros de ciclovias e avenidas”.</p>
<p>A mãe de Marina apresentou um relato da formação da filha desde o início da adolescência, quando ela quis aprender alemão. Falou dos períodos em que Marina passou na Alemanha, na França e na Suíça e de quando pensou em deixar o curso de sociologia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e prestar vestibular para a FAU.</p>
<p>Foi a mãe que a aconselhou a terminar o curso de sociologia, se aprimorar em metodologia da pesquisa e depois fazer pós-graduação na FAU.</p>
<p>O pai contou como Marina o influenciou intelectualmente, tornando-se sua “consultora em ciências sociais”, além de lhe mostrar que mais importante do que as normas legais era a mudança no comportamento das pessoas, mostrando que "o politicamente incorreto, é isso mesmo, politicamente incorreto".</p>
<p><strong>Levantamentos</strong></p>
<p>“Dados de Mobilidade Ativa e Inclusiva da Cidade São Paulo” foi o tema do segundo painel, com exposições de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carolina-rattes-la-terza-de-almeida">Carol La Terza</a>, da Rede Nossa São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jo-pereira">Jô Pereira</a>, diretora geral da Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leticia-lindenberg-lemos">Letícia Lindenberg Lemos</a>, doutoranda da FAU-USP. Os comentaristas foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, do IEA e da Faculdade de Medicina (FM) da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo">Ligia Vizeu Barrozo</a>, do IEA e da FFLCH-USP.</p>
<p>Carol La Terza disse que Marina "foi orientadora de muita gente sem precisar ser uma professora formalmente". “O trabalho dela reverbera no meu trabalho e de todo mundo.” Carol destacou o interesse da socióloga em diversos temas, como desigualdade, mobilidade e relação das mulheres e da população LGBT+ com a cidade.</p>
<p>Além de participar da criação de um Grupo de Trabalho sobre Gênero na Ciclocidade em 2015, outra iniciativa de Marina na associação foi realizar um projeto a respeito de feminismo sobre duas rodas, afirmou Jô Pereira.</p>
<p>A pesquisa mostrou as visões de mulheres ciclistas e não ciclistas das cinco regiões de São Paulo sobre sua relação com o território, com a violência de gênero e outros aspectos.</p>
<p>Letícia Lindenberg Lemos ressaltou o interesse de Marina em obter dados das regiões mais periféricas da cidade de São Paulo, realizando pesquisas em todas as prefeituras regionais. Destacou que a questão central para ela eram os problemas relacionados com gênero e como as mulheres os vivenciam. Também afirmou que os trabalhos de Marina "humanizavam a pesquisa" a partir da análise qualitativa dos dados.</p>
<p>Nos comentários que fez às exposições do painel, Lígia Vizeu Barrozo, geógrafa que trabalha com dados de saúde, apresentou diversos dados sobre o uso de bicicleta na cidade de São Paulo coletados em inquérito sobre saúde de adultos feito pela FM-USP em parceria com a Prefeitura em 2015.</p>
<p>Ela apresentou também estudos que fez a partir de dados coletados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), inclusive o mapeamento de áreas com maior número de acidentes.</p>
<p>Para Paulo Saldiva, a mobilidade ativa é um marco civilizatório e vai muito além das ciclovias, pois promove a saúde e o acesso a direitos humanos. Ele considera que não faltam projetos, mas compromisso dos governantes</p>
<p>Saldiva mencionou as 35 mil mortes em acidentes de trânsito por ano no Brasil. “Isso é mais do que os mortos na guerra civil de Angola, que durou 26 anos.”</p>
<p>Para ele, "o trânsito é produto do ódio e da política atual, com as mortes em São Paulo sendo fruto da elevação da velocidade permitida".</p>
<p><strong>Políticas públicas</strong></p>
<p>O terceiro painel foi “Políticas Públicas: O Que Deve Ser Feito?”. Os expositores foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/kelly-cristina-fernandes-augusto">Kelly Fernandes</a>, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec); Gilberto Frachetta, do Conselho Municipal de Saúde; e Henrique Frota, do Instituto Pólis. Os comentaristas foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-strambi">Orlando Strambi</a>, da Escola Politécnica (EP) da USP e do WRI Brasil, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, diretor do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador do Centro de Síntese USP Cidades Globais, do IEA.</p>
<p>A participação de Marina no Conselho Municipal de Transporte foi fundamental para haver paridade de gênero entre os conselheiros, segundo Kelly Fernandes.</p>
<p>Kelly apresentou um panorama da legislação sobre segurança no transporte, das alterações no Código de Trânsito Brasileiro, dos dados sobre acidentes e mortes e da fiscalização do trânsito.</p>
<p>Para ela, há uma lacuna entre as políticas públicas para segurança no trânsito e a realidade do funcionamento da cidade, "lacuna que se amplia na periferia".</p>
<p>Gilberto Fraqueta tratou especificamente da mobilidade inclusiva. Ele considera que “praticamente não há políticas públicas para os portadores de deficiência”. Hoje há uma mudança de paradigma, disse, lembrando a criação pela ONU da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da qual o Brasil é signatário.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-de-homenagem-a-marina-harkot-21-11-2020/image" alt="Participantes da homenagem a Marina Harkot - 21/11/2020" title="Participantes da homenagem a Marina Harkot - 21/11/2020" height="280" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Participaram do webinar pesquisadores, ativistas da mobilidade ativa e inclusiva e familiares da homenageada</dd>
</dl></p>
<p>“O ambiente passou a fazer parte dos obstáculos à locomoção das pessoas. Deixou de ser um problema só das pessoas e passou a ser uma preocupação da sociedade e do poder público.”</p>
<p>Henrique Frota disse que Marina fez parte da história da parceria entre o Instituto Pólis e o LabCidade e detalhou a concepção do instituto sobre mobilidade como um direito à cidade e à cidadania.</p>
<p>“A mobilidade não pode ser vista apenas como deslocamento de um ponto A para um ponto B. É um direito social, um direito humano.”</p>
<p>Para ele, não se pode falar em mobilidade apenas em termos de políticas públicas, “ela tem de ser vista de maneira integrada no conjunto das políticas urbanas”.</p>
<p>Oswaldo Strambi disse que nós últimos anos é difícil um candidato a prefeito não ter alguma proposta para estimular o uso de bicicletas. Sobre o que deve ser feito, disse ter tido algumas respostas durante o congresso anual da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transporte, realizado dias antes do webinar.</p>
<p>Segundo ele, nas três conferências magnas do congresso, feitas por pesquisadores estrangeiros renomados, uma das soluções apontadas é incentivar o uso de bicicletas.</p>
<p>Marcos Buckeridge afirmou problemas complexos exigem soluções complexas: “Primeiro é preciso identificar a complexidade e depois detectar o comportamento sistêmico”.</p>
<p>“Não se pode falar de mobilidade sem falar de saúde, ambiente, habitação e educação. É muito importante termos leis e capacitação de pessoas, mas é preciso também uma gestão sistêmica eficiente”, comentou</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): arquivo da Família Harkot; IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-01T05:53:18Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">
    <title>Carta aberta do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo sobre a mobilidade ativa e inclusiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa</link>
    <description>O Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), a partir do seminário “Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot”, realizado em 21 de novembro, expressa sua proposição para valorizar a mobilidade ativa e inclusiva nas cidades brasileiras, em particular em São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center"><strong>Carta aberta do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo sobre a mobilidade ativa e inclusiva</strong></p>
<p align="right">São Paulo, 25 de novembro de 2020</p>
<p align="center"><i> </i></p>
<p align="center"><i> </i></p>
<p align="center"><i>O Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), a partir do seminário “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mobilidade-ativa-inclusiva-marina-harkot" class="external-link">Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot</a>”, realizado em 21 de novembro de 2020 em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, ambas da Universidade de São Paulo, expressa a sua proposição para valorizar a mobilidade ativa e inclusiva nas cidades brasileiras, em particular em São Paulo.</i></p>
<p> </p>
<p>O conceito atual da mobilidade urbana ultrapassa em muito a visão da simples locomoção das pessoas. É também um instrumento de promoção de igualdade e cidadania, além de contribuir para a melhoria da saúde humana. Um sistema de mobilidade mais eficiente em termos de tempo de deslocamento e de redução da emissão de poluentes acrescenta tempo às nossas vidas, que poderemos utilizar para descansar, dormir ou investir em atividades que nos educam ou nos dão prazer, melhorando também nossa saúde mental.</p>
<p>Para aquele(a)s que se deslocam em veículos automotores a combustível, o tempo menor do trajeto reduzirá a geração e exposição aos poluentes e ao estresse térmico das grandes vias de tráfego e seu entorno. A maior fluidez e o menor custo da mobilidade transformarão o tecido urbano de obstáculo a ponto de encontro, em uma cidade onde a solidão coletiva é a regra. A mobilidade ativa – caminhadas e ciclismo – é um instrumento poderoso para a redução da epidemia de obesidade, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares e osteopenia.</p>
<p>Calçadas mais seguras são o antídoto para atropelamentos e quedas de idosos, além de permitirem a circulação de pessoas com mais restrições de mobilidade como cadeirantes. Sinalização semafórica, calçadas seguras, iluminação pública, estabelecimento de limites de velocidade mais seguros e construção de vias adequadas para bicicletas promovem importante redução de acidentes, incapacidades e mortes, bem como podem atrair mais pessoas para a mobilidade ativa, para andar a pé ou de bicicleta.</p>
<p>O conjunto de informações acima caracteriza a mobilidade eficiente, ativa e inclusiva como um elemento central para a implementação de políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades, promoção de qualidade de vida e melhoria da saúde. Os achados são embasados em extensa literatura científica e relatórios sistematizados produzidos pelas universidades paulistas e pela sociedade civil organizada.</p>
<p>São Paulo possui uma extensa lista de universidades e grupos de pesquisa voltados para o estudo dos problemas urbanos, instituições essas que produzem pesquisa de alta qualidade. Por exemplo: a Universidade de São Paulo é a segunda instituição de pesquisa que mais publica no mundo sobre temas urbanos, suplantada apenas pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos da América. A sociedade civil em São Paulo tem vários grupos e organizações dedicados a temas urbanos e mobilidade, oferecendo excelentes relatórios sobre mobilidade ativa, carências do sistema, comparações com outras cidades do mesmo porte e pesquisas do usuário.</p>
<p>O Metrô conduz um dos mais detalhados conjuntos de dados sobre deslocamentos na cidade, com origem e destino definidos. Temos mapas de acidentes com especificação por modal, com georreferenciamento detalhado destas ocorrências, mostrando de forma inequívoca os pontos críticos do sistema. Em um cenário como o de São Paulo, é lícito afirmar que o estabelecimento de políticas de mobilidade não depende de produção de novas informações, pois muito do que se necessita para aprimorar a mobilidade já foi produzido. O que é necessário é incorporá-las aos princípios e planejamento por parte das autoridades constituídas.</p>
<p><span>O IEA-USP toma a si a oportunidade de apresentar sugestões para as bases de uma política de mobilidade urbana mais eficiente, ativa e inclusiva para cidades, em particular a de São Paulo, ao mesmo tempo em que se coloca à disposição colaborar com esse processo.</span></p>
<ol>
<li><span>Os problemas de mobilidade urbana hoje apresentados por São Paulo foram, em grande parte, gerados por políticas voltadas para a mobilidade motorizada individual. Distorções de investimento públicos, acumuladas ao longo de décadas, resultaram em incentivos excessivos ao uso do automóvel. É premente o redirecionamento dos recursos para o transporte coletivo e a mobilidade ativa, acompanhado de campanhas públicas para esclarecer a importância da mobilidade ativa.</span></li>
<li><span>As calçadas de São Paulo são um problema de saúde pública, que reflete também a desigualdade da cidade. A qualidade das calçadas decresce em direção à periferia, a ponto de se tornarem inexistentes. O asfalto viário tem recebido historicamente muito mais atenção do que as calçadas correspondentes nas mesmas vias. Particularmente, as calçadas que levam a escolas, postos de saúde e hospitais públicos, bem como a implementação do acesso compartilhado de cadeiras de rodas e outras formas de locomoção local, devem ser consideradas nestes pontos críticos para onde afluem muitas pessoas, dentre elas as mais vulneráveis. Tratar pedestres como cidadãos de menor valor contraria princípios básicos da dignidade humana. É imperativo que se estabeleça um cronograma de curto e médio prazos para a recuperação das calçadas e sua manutenção, incluindo mecanismos de incentivo.</span></li>
<li><span>Os princípios que regulam o fluxo de veículos contrariam o próprio Código de Trânsito vigente no País. No Código, é estabelecido que as prioridades no trânsito são, em ordem decrescente, o pedestre, a bicicleta, o transporte coletivo, o transporte de cargas e, finalmente, os automóveis. Na prática, a mais populosa cidade do país inverteu essa sequência ao longo da sua história. Isso é atestado pelo tempo exíguo semafórico das faixas de pedestre, pela má qualidade das calçadas, pela baixa segurança dos ciclistas e pela desigualdade da qualidade do transporte público. Adotar práticas efetivas de proteção e equidade para a mobilidade das pessoas e para os modais mais vulneráveis devem ser objeto de uma política consistente e de longo prazo.</span></li>
<li><span>A adoção de políticas para a consolidação do transporte por bicicletas como modal de integração com os modais de grande fluxo de passageiros deve ser estendida para toda a cidade, e não se concentrar em áreas mais consolidadas. Bicicleta é um importante meio de promover a atividade física daqueles que trabalham longas horas para seu sustento, bem como representa enorme fonte de economia para as pessoas com menor salário. Um projeto de infraestrutura de bicicletários e vias de acesso a estes deveria ser objeto de políticas definidas, com cronogramas e metas de curto e médio prazos estabelecidos.</span></li>
<li><span>Criar observatórios contínuos de segurança viária, com mapeamento dos acidentes nas dimensões do tempo e do espaço, deve ter a mesma importância que atualmente tem a medição de congestionamentos de veículos nas vias. Contamos quilômetros de congestionamento e localizamos os pontos de trânsito ruim com muita precisão. Fazemos o mesmo com feridos, incapacitados ou mortos?</span></li>
<li><span>Monetizar as perdas diretas e indiretas dos danos à saúde provocados pelos acidentes e poluição decorrentes da mobilidade, bem como das horas perdidas de trabalho por congestionamentos, será absolutamente necessário para estabelecer políticas baseadas na relação custo/efetividade. Em outras palavras, os investimentos para o aprimoramento da mobilidade dão retorno financeiro muito superior ao dispêndio. É chegado o momento de deixar de subsidiar modais ineficientes com recursos públicos, tempo e saúde da maioria dos contribuintes.</span></li>
</ol>
<p><span><br />As proposições acima não esgotam o tema. O IEA-USP se coloca à disposição para colaborar por meio de suas diversas iniciativas, centros de síntese e grupos de estudos e pesquisas.</span></p>
<p><strong>Mais informações e íntegra do seminário “Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot” em:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mobilidade-ativa-inclusiva-marina-harkot">http://www.iea.usp.br/eventos/mobilidade-ativa-inclusiva-marina-harkot</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-25T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/homenagem-a-marina-harkot">
    <title>Em homenagem a Marina Harkot, IEA, FAU e PRPG promovem discussão sobre mobilidade ativa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/homenagem-a-marina-harkot</link>
    <description>Evento no dia 21, das 9h às 13h, reunirá especialistas e representantes da sociedade civil para tratar de propostas que promovam a mobilidade ativa segura e inclusiva.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Marina-Harkot-Materia.png/image" alt="Marina Harkot" title="Marina Harkot" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A aluna da USP e cicloativista Marina Harkot, vítima de um atropelamento no dia 8, será homenageada neste evento</dd>
</dl>A bandeira da mobilidade ativa, defendida em vida por <a class="anchor-link" href="#Sobre Marina Harkot">Marina Kohler Harkot</a>, será o tema de um seminário online neste <strong>sábado, dia 21, das 9h às 13h</strong>, promovido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA), pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG) e Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. A transmissão acontece em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a> e no <a class="external-link" href="http://bit.ly/homenagemmarina">YouTube</a> do IEA. O público poderá enviar perguntas pelo chat do canal.</p>
<p>O encontro <i>Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem a Marina Harkot</i> terá a participação de especialistas e ativistas em mobilidade urbana e familiares da homenageada. Após o evento, a partir das apresentações e discussões, será produzida uma carta endereçada aos candidatos a prefeito que disputam o segundo turno das eleições municipais.</p>
<p>O conceito de mobilidade ativa engloba o transporte de pessoas utilizando apenas instrumentos não motorizados, como o caminhar e com o uso de bicicletas. Os especialistas que participarão do encontro defendem que esta modalidade pode ajudar a diminuir o problema de trânsito nas cidades, além de contribuir para a saúde da população, direta ou indiretamente.</p>
<p>No entanto, para que a mobilidade ativa seja viável, o grupo aponta que é necessário formular políticas públicas inclusivas, que invistam na integração dos meios de transporte em todas as regiões da cidade e promovam a segurança de todos os usuários, inclusive por meio de calçadas e ciclovias adequadas.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>9h - Abertura: </strong></p>
<ul>
<li>Carlos Gilberto Carlotti Junior <span>– </span>Pró-Reitor de Pós-Graduação da USP</li>
<li>Guilherme Ary Plonski <span>– </span>Diretor do IEA-USP</li>
<li>João Whitaker – Presidente da Comissão de Pós-Graduação FAU-USP</li>
<li>Marcos Buckeridge <span>– </span>Coordenador do Centro de Síntese USP Cidades Globais - IEA-USP</li>
</ul>
<p><span><br /><strong>9h30 - Painel</strong></span><strong> 1: </strong><span><strong>A trajetória de pesquisa de Marina Harkot: das mulheres ciclistas aos territórios construídos a partir das subjetividades</strong></span></p>
<p><span><span>Participantes</span>:</span></p>
<ul>
<li>Paula Freire Santoro - LabCidade FAU-USP</li>
<li>Haydee Svab – amiga e parceira da Marina, mestre pela Poli-USP</li>
<li>Felipe Romero – jornalista, marido da Marina</li>
<li>Família Kohler Harkot</li>
</ul>
<p><span> Moderadora</span>: Roseli de Deus Lopes – Poli-USP / IEA-USP</p>
<p><strong>10h30 - Painel 2: </strong><span><strong>Dados de mobilidade ativa e inclusiva da cidade de São Paulo</strong></span></p>
<p><span>Apresentadores</span>:</p>
<ul>
<li>Carol La Terza - Rede Nossa São Paulo</li>
</ul>
<ul>
<li>Jo Pereira - Ciclocidade</li>
<li>Letícia Lindenberg Lemos - doutoranda FAU-USP, ex-pesquisadora do LabCidade</li>
</ul>
<p><span>Debatedores</span>:</p>
<ul>
<li>Paulo Saldiva - FMUSP e IEA-USP, cicloativista e médico patologista</li>
<li>Ligia Vizeu Barrozo - FFLCH-USP e IEA-USP</li>
</ul>
<p><span> Moderador</span>: João Whitaker – FAU-USP / IEA-USP</p>
<p><strong>11h30 - Painel 3: Políticas públicas: o</strong><span><strong> que deve ser feito?</strong></span></p>
<p><span>Apresentadores</span>:</p>
<ul>
<li>Kelly Fernandes - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)</li>
<li>Gilberto Frachetta  - Conselho Municipal de Saúde, ex-presidente do CMPD</li>
<li>Henrique Frota - Instituto Pólis</li>
</ul>
<p><span>Debatedores</span>:</p>
<ul>
<li>Marcos Buckeridge - IB-USP e USP Cidades Globais -IEA</li>
<li>Orlando Strambi - <span>Poli- USP (Transportes) e WRI Brasil</span></li>
</ul>
<p>Moderador: Guilherme Ary Plonski - Poli, FEA e IEA-USP</p>
<p><strong>12h30 - <strong><span>Discussões sobre a carta e encerramento</span></strong></strong></p>
<p>Durante todo o seminário, as pesquisadoras do Centro de Síntese USP Cidades Globais Débora Sotto e Tatiana Tucunduva, em conjunto com as pesquisadoras do NEV-USP Thaís Bueno e Beatriz Oliveira de Carvalho, conduzirão uma dinâmica para coletar comentários, críticas e sugestões dos apresentadores e participantes. Essa atividade terá como resultado a facilitação gráfica do evento, posteriormente divulgada no site do USP Cidades Globais e também em um painel artístico que ficará disponível fisicamente no Instituto de Estudos Avançados.</p>
<p><strong><a name="Sobre Marina Harkot"></a>Sobre Marina Harkot</strong></p>
<p>Na madrugada do dia 8 de novembro, Marina pedalava na Zona Oeste de São Paulo, quando foi atropelada. O motorista fugiu sem prestar socorro e ela morreu no local, aos 28 anos de idade. Socióloga formada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, obteve o título de mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), também da USP, com a <a class="external-link" href="https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16139/tde-17092018-153511/pt-br.php">dissertação “A bicicleta e as mulheres: mobilidade ativa, gênero e desigualdades socioterritoriais em São Paulo”</a>.</p>
<p>Atualmente era pesquisadora do Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade) da FAU, onde desenvolvia pesquisa de doutorado na área de planejamento urbano e regional, com bolsa Capes e tese <span>intitulada "Corpos e fronteiras: a construção de territórios a partir das subjetividades"</span><span>. Também atuava como consultora em planejamento urbano, sobretudo na elaboração de planos diretores municipais e políticas inclusivas para mulheres.</span></p>
<p><span>A defesa do ciclismo urbano era intensa no seu dia a dia. Participou do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito da cidade de São Paulo e coordenou a Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade).</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Deficiência</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-18T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-e-clima-planos">
    <title>UrbanSus - Cidades e Clima: Planos de Ação e Medidas de Adaptação Climática </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-e-clima-planos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/urbansus" class="external-link">Ciclo de Seminários UrbanSus</a> tem o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, o Ciclo UrbanSus visa refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas, compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras.</p>
<p>O Seminário <strong><i>Cidades e Clima: Planos de Ação e Medidas de Adaptação </i></strong>visa apresentar à comunidade em geral, experiências aplicadas em Planos de Ação Climática nas cidades do Brasil e da Alemanha. Serão apresentados os planos de adaptação climática de Hamburgo e de São Paulo, assim como dois casos de aplicação de medidas de adaptação climática relacionadas a riscos climáticos nas cidades de Santos e São Paulo.<span> </span></p>
<p>Inicialmente, será apresentado o <strong>Plano de Adaptação Climática de Hamburgo </strong>pela <strong>Profa. Dra. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cathrin-zengerling" class="external-link">Cathrin Zengerling</a>, LL.M</strong>. (<strong>University of Freiburg</strong>). Essa apresentação será em inglês, com Moderação, provocações e apoio do <strong>Prof. Dr. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> e da pesquisadora do IEA – Dra. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto" class="external-link">Debora Sotto</a></strong>.</p>
<p>Em seguida, será realizado um painel em português sobre o tema do planejamento da ação climática nas cidades, iniciado com a apresentação da <strong>Arquiteta e Urbanista, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laura-lucia-vieira-ceneviva" class="external-link">Laura Ceneviva</a>, Mestre pela FAU-USP, especializada em Planejamento Regional e Urbano pela Technische Universität Berlin, Alemanha, </strong>sobre o estado da arte e os pressupostos adotados <strong>no Plano de Ação Climática de São Paulo 2020</strong>, e seguida, com a apresentação de dois casos de aplicação de medidas de adaptação climática relacionadas a riscos climáticos nas cidades de Santos e São Paulo: <strong>Adaptação baseada em Ecossistemas com sensibilidade a gênero no caso do Montserrat em Santos</strong>, pelo<strong> Prof. Dr. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-vicente-coffani-nunes" class="external-link">João Vicente Coffani Nunes</a> da UNESP, consultor da GIZ,</strong> e o trabalho de <strong>Modelagem Hidrológica da bacia do córrego Lajeado em São Paulo, a ser apresentado pela Prof. Dra. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-koury" class="external-link">Ana Paula Koury</a> da Universidade São Judas (São Paulo) e membro do Laboratório Klimapolis</strong>. <strong> </strong></p>
<p>Finalmente haverá um debate entre os panelistas e resposta a perguntas do público, com a mediação dos coordenadores do USP Cidades Globais, <strong>Professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr</a>, e do pesquisador colaborador do USP Cidades Globais, Doutor em Saúde Pública: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ivan-carlos-maglio" class="external-link">Ivan Carlos Maglio</a>.</strong></p>
<p>O conjunto do evento será objeto de um relato crítico a ser elaborado para divulgação pelos seguintes relatores: <strong>Dra.</strong> <strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-viggiani-coutinho" class="external-link">Sonia Maria Viggiani Coutinho</a>, Pesquisadora Colaboradora do </strong><strong>IEA USP/Cidades Globais</strong><strong>, Dra. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/amanda-silveira-carbone" class="external-link">Amanda Silveira Carbone</a> e Msc. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-alves-neder" class="external-link">Eduardo Alves Neder</a>, FSP/USP.</strong></p>
<p>O encontro é promovido pelo Centro de Síntese Cidades Globais em conjunto com o <strong>Laboratório Klimapolis</strong>, <span>uma cooperação de longo prazo entre parceiros alemães e brasileiros que foi estabelecida em 2019 por meio de um acordo entre o Instituto Max Planck de Meteorologia (MPI-M) e o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG / USP). O laboratório a</span>borda a relação entre o clima, a poluição da água e do ar, e a sociedade. O Laboratório pretende contribuir para o desenvolvimento de cidades ambientalmente resilientes no Brasil através de um conjunto de pesquisas transdisciplinares que adotam como estratégia o diálogo entre grupos disciplinares e os atores sociais e valorizando a aprendizagem social na construção de uma abordagem para a questão  ambiental. Pretende co-produzir com autoridades municipais e outros atores, abordagens para o desenvolvimento de cidades sustentáveis e melhores estruturas de governança climática no país.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
<p><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-17T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-pesquisas-investigaciones">
    <title>UrbanSus - Pesquisas/Investigaciones Latino Americanas:  Inquietações em Equador, Colômbia e México</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-pesquisas-investigaciones</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Transformações sociais, impactos epidêmicos e intempéries climáticas têm gerado inquietações e questionamentos sobre o atual panorama das cidades na América Latina, especialmente sobre como o crescimento desses territórios pode vir a atender as crescentes demandas das suas populações.</p>
<p>Esse cenário evidencia a necessidade de se compreender o papel das cidades médias e intermédias e suas zonas de expansão na criação e articulação de redes, zonas habitacionais e espaços públicos integradores de territórios como elementos inovadores e estruturantes do desenvolvimento local e social.</p>
<p>Nesse contexto, as pesquisas ou investigações científicas realizadas por Universidades latino-americanas podem orientar soluções para o crescimento urbano em rede e seus impactos. Exemplos disso são as experiências de Bogotá, na Colômbia, com soluções para o equacionamento do impacto do medo nos espaços públicos; o programa internacional “Contest City” em Quito, no Equador, pautado pela readequação das ações de recuperação de zonas periféricas urbanas; o enfrentamento da segregação espacial nas cidades médias mexicanas e os processos neoliberais de desenvolvimento habitacional na estruturação territorial em Cuernavaca, no México.</p>
<p>As experiências na gestão de cidades médias e intermédias latino-americanas, em que pesem as suas peculiaridades territoriais, podem contribuir para a compreensão de processos urbanos similares nas cidades médias e intermédias brasileiras, bem como para o desenvolvimento de soluções inovadoras de gestão urbana no Brasil.</p>
<p>Assim, o Seminário <strong><i>“Pesquisas / Investigaciones Latino Americanas: Inquietações em Equador, Colômbia e México”</i></strong>, concebido no âmbito do Projeto “Metrópoles Latinomericanas: instrumentos sustentáveis para o desenvolvimento territorial frente a intempéries” do Centro de Síntese USP Cidades Globais, tem por objetivo tratar da territorialidade na geração de políticas organizacionais em cidades médias e intermédias da América Latina considerando suas peculiares características territoriais, sociais e econômicas  e seus impactos sobre a estruturação de espaços públicos, no intuito de colher subsídios para a reflexão sobre a organização das cidades brasileiras de mesmo porte.</p>
<p>O evento insere-se no <strong>Ciclo de Seminários UrbanSus</strong>, uma série de seminários desenvolvida pelo Centro de Síntese USP Cidades Globais no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo com o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental.</p>
<p>Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, o Ciclo UrbanSus visa refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas e soluções sustentáveis urbanas, colocando-se como um espaço para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade urbana na academia, na sociedade e no setor público.</p>
<p>Desse modo, dentro da proposta do Ciclo UrbanSus, o Seminário se organizará em um único painel, sob o tema <i>“Inquietações Latino Americanas”</i>, abordando experiências em gestão de cidades intermédias no Equador, Colômbia e México,  considerando suas características, áreas de expansão,  espaços públicos e atividades econômicas.</p>
<p>Espera-se que as exposições, realizadas por notáveis pesquisadores e especialistas latino-americanos, seguidas por debates com os pesquisadores do USP Cidades Globais e perguntas do público em geral, possam indicar soluções e recomendações para o desenvolvimento de políticas de gestão pública para as cidades brasileiras.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Comissão Organizadora</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-andres-hernandez-arriagada" class="external-link">Carlos Andrés Hernandez Arriagada</a> (IEA USP/ FAU Mackenzie); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tatiana-cortese" class="external-link">Tatiana Tucunduva P. Corteze</a> (IEA USP/Uninove); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto" class="external-link">Debora Sotto</a> (IEA USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glaucia-cristina-garcia-dos-santos" class="external-link">Glaucia Cristina Garcia dos Santos</a> (FAU USP).</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-16T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole">
    <title>Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - Desafios para o Planejamento e a Governança Ambiental na Macrometrópole Paulista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>(lançamento de livro) - <a href="https://drive.google.com/file/d/19f_0QljFRct-bYbQLW0DrPqW_gTtQSgE/view?usp=sharing" rel="noopener noreferrer" style="text-align: justify; " target="_blank">Download</a></strong></p>
<p>O seminário em questão abarca apresentação de pesquisas consolidadas no âmbito do <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/97000/governanca-ambiental-da-macrometropole-paulista-face-a-variabilidade-climatica/">Projeto Temático FAPESP 2015/03804-9 </a>e que resultaram na publicação de livro homônimo que, em perspectiva interdisciplinar, traz a contribuições de 54 autores, de diversas instituições como USP, UFABC, ITA, UNESP, UNIFESP, UNB, UNESCO, entre outras.</p>
<div><span>Os participantes irão debater a importância da aproximação entre ciência e política para a tomada de decisão com foco nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e <span>refletir sobre é a contribuição subnacional para o acompanhamento das metas desses ODS no Estado de São Paulo.</span></span></div>
<div><span><span>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
</span></span></div>
<div></div>
<p><span><span><strong>Abertura:</strong></span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA USP)</p>
<p><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi </a>(ICLEI/IEA/IEE/USP)</p>
<p class="visualClear"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/klaus-frey" class="external-link">Klaus Frey</a><span> (PGT/UFABC) </span></span></p>
<p class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ruth-ferreira-ramos" class="external-link">Ruth Ferreira</a> (UFABC)</p>
<p class="visualClear"><span><strong>Debatedores:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a> (IEA e IO USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alice-junqueira" class="external-link">Alice Junqueira</a> (Climax Brasil)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristina-yumie-aoki-inoue" class="external-link"><span> </span><span>Cristina Yumie </span><span>Aoki Inoue</span></a> (UnB)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><strong>Mediadoras:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-de-oliveira-nusdeo" class="external-link">Ana Maria de Oliveira Nusdeo</a> (IEA e FD USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-canil" class="external-link">Katia <span>Canil</span></a> (UFABC)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-10T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-pesquisas">
    <title>UrbanSus - Morar nas Ruas de São Paulo Durante a Pandemia de Covid-19: Vivências, Intervenções, Pesquisas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-pesquisas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>3 sessões online:</b></p>
<p><b><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-vivencias" class="external-link">Vivências</a>: 10 de novembro, às 14h<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-intervencoes" class="external-link">Intervenções</a>: 26 de novembro, às 14h<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-pesquisas" class="external-link">Pesquisas</a>: 7 de dezembro, às 14h</b></p>
<p>Organizadas pelo Global Center of Spatial Methods for Urban Sustainability (GCSMUS-USP/TU Berlin) em colaboração com o <span>Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA</span>, as três sessões deste Simpósio pretendem reunir olhares socialmente diversificados em torno de uma mesma questão: Como é o cotidiano de homens, mulheres e crianças para os quais as ruas de São Paulo têm sido lugares de moradia, durante a pandemia de Covid-19?</p>
<p>Os(as) expositores(as) contam com trajetórias de vida marcadas, respectivamente, pelo pernoitar mais ou menos regular nas ruas, pelo trabalho profissional com/sobre a chamada população de rua, e por pesquisarem cientificamente acerca de quem vive nos espaços públicos da cidade.</p>
<p>Congregando ângulos sociais tão distintos de apreensão e reflexão a respeito de um fenômeno socioespacial que caracteriza com vigor crescente as grandes cidades do globo e, assim, desafia a Agenda 2030 da ONU de sustentabilidade urbana, a proposta é implementar na USP um espaço de trocas metodológicas cruzadas entre teoria e empiria, vivência e intervenção, conhecimento e prática em torno do assunto.</p>
<p><b>Relatoria final: </b><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fraya-frehse" class="external-link">Fraya Frehse</a> (GCSMUS-USP-TU Berlin/USP-Cidades Globais), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ignacio-castillo-ulloa" class="external-link">Ignacio Castillo Ulloa</a> (GCSMUS-TU-Berlin), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-tokuzi-kohara" class="external-link">Luiz Kohara</a> (Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carmen-lucia-albuquerque-de-santana" class="external-link">Carmen Santana</a> (Unifesp/Rede PopRua), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-antonieta-da-costa-vieira" class="external-link">Maria Antonieta da Costa Vieira </a>(Pastoral Nacional do Povo da Rua/Rede PopRua)</p>
<p><b>Acesse o relatório final dos seminários <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/destaques/urbansus-morar-ruas/" class="external-link">aqui</a></b></p>
<p><b><i>Sessão 3: Pesquisas</i></b></p>
<p>Que conhecimento científico vem à tona quando pesquisadores de pós-graduação das áreas da saúde, das ciências sociais e da arquitetura e do urbanismo se juntam para compartilhar resultados investigativos de seu trabalho de campo com a população em situação de rua no centro de São Paulo durante o mês de novembro de 2020?</p>
<p><b><a name="expositores"></a>Abertura:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ignacio-castillo-ulloa" class="external-link">Ignacio Castillo Ulloa</a> (GCSMUS-TU Berlin)</p>
<p><b>Expositores(as):</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julio-renato-lancelotti" class="external-link">Pe Julio Lancelotti</a> (Pastoral do Povo da Rua)</p>
<p>Ana Carolina Gil (PUC-SP/Estagiária GCSMUS)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-carolina-martins-silva" class="external-link">Anna Carolina Martins Silva</a> (Unifesp/Estagiária GCSMUS)</p>
<p>Caio Moraes Reis (TU Berlin/Estagiário GCSMUS)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ednan-silva-santos" class="external-link">Ednan Santos </a>(UFABC/Estagiário GCSMUS)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giovanna-olinda-dos-santos-bernardino" class="external-link">Giovanna Bernardino</a> (UFABC/Estagiária GCSMUS)</p>
<p>Giulia Patitucci (SMDH-PMSP/Estagiária GCSMUS)</p>
<p>Paula Rochlitz Quintão (Rede PopRua/Estagiária GCSMUS)</p>
<p>Tales Fontana Cunha (USP/Estagiário GCSMUS)</p>
<p><b>Mediadora: </b></p>
<p><b> </b><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fraya-frehse" class="external-link">Fraya Frehse</a> (GCSMUS-USP-TU Berlin/USP-Cidades Globais)</p>
<p><b>Relatora:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-antonieta-da-costa-vieira" class="external-link">Maria Antonieta da Costa Vieira</a> (Pastoral Nacional do Povo da Rua/Rede PopRua)</p>
<p><b>Vídeo:</b></p>
<p><i>"<a class="external-link" href="https://youtu.be/vX8j4OqQA6I" target="_blank">A Rua de Máscara</a> (São Paulo, 5 de novembro de 2020)"</i></p>
<p>(direção e argumento:<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fraya-frehse" class="external-link"> </a>Fraya Frehse; câmera: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcus-repa" class="external-link">Marcus Repa</a>, edição: Marcus Repa e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-flavia-guimaraes-hartmann" class="external-link">Anna Flávia Hartmann</a> – São Paulo, 2020)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-04T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-intervencoes">
    <title>UrbanSus - Morar nas Ruas de São Paulo Durante a Pandemia de Covid-19: Vivências, Intervenções, Pesquisas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-intervencoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>3 sessões online:</b></p>
<p><b><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-vivencias" class="external-link">Vivências</a>: 10 de novembro, às 14h<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-intervencoes" class="external-link">Intervenções</a>: 26 de novembro, às 14h<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-morar-nas-ruas-covid-19-pesquisas" class="external-link">Pesquisas</a>: 7 de dezembro, às 14h</b></p>
<p>Organizadas pelo Global Center of Spatial Methods for Urban Sustainability (GCSMUS-USP/TU Berlin) em colaboração com o <span>Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA</span>, as três sessões deste Simpósio pretendem reunir olhares socialmente diversificados em torno de uma mesma questão: Como é o cotidiano de homens, mulheres e crianças para os quais as ruas de São Paulo têm sido lugares de moradia, durante a pandemia de Covid-19?</p>
<p>Os(as) expositores(as) contam com trajetórias de vida marcadas, respectivamente, pelo pernoitar mais ou menos regular nas ruas, pelo trabalho profissional com/sobre a chamada população de rua, e por pesquisarem cientificamente acerca de quem vive nos espaços públicos da cidade.</p>
<p>Congregando ângulos sociais tão distintos de apreensão e reflexão a respeito de um fenômeno socioespacial que caracteriza com vigor crescente as grandes cidades do globo e, assim, desafia a Agenda 2030 da ONU de sustentabilidade urbana, a proposta é implementar na USP um espaço de trocas metodológicas cruzadas entre teoria e empiria, vivência e intervenção, conhecimento e prática em torno do assunto.</p>
<p><b>Relatoria final:<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fraya-frehse" class="external-link"> </a></b><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fraya-frehse" class="external-link">Fraya Frehse </a>(GCSMUS-USP-TU Berlin/USP-Cidades Globais), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ignacio-castillo-ulloa" class="external-link">Ignacio Castillo Ulloa</a> (GCSMUS-TU-Berlin), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-tokuzi-kohara" class="external-link">Luiz Kohara </a>(Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carmen-lucia-albuquerque-de-santana" class="external-link">Carmen Santana</a> (Unifesp/Rede PopRua), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-antonieta-da-costa-vieira" class="external-link">Maria Antonieta da Costa Vieira</a> (Pastoral Nacional do Povo da Rua/Rede PopRua)</p>
<p><b>Acesse o relatório final dos seminários <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/destaques/urbansus-morar-ruas/" class="external-link">aqui</a></b></p>
<p><b><i>Sessão 2: Intervenções</i></b></p>
<p>Como tem sido o cotidiano de quem se engaja profissionalmente em ações práticas de cuidado com a população em situação de rua na cidade de São Paulo em tempos de Covid-19?</p>
<p><b>Abertura:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ignacio-castillo-ulloa" class="external-link">Ignacio Castillo Ulloa</a> (GCSMUS-TU Berlin)</p>
<p><b>Expositores(as):</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-tokuzi-kohara" class="external-link">Luiz Kohara</a> (Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariza-rangon" class="external-link">Mariza Rangon</a> (Apoio - Associação de Auxílio Mútuo da Zona Leste)</p>
<p><b>Mediadora: </b></p>
<p><b></b><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fraya-frehse" class="external-link">Fraya Frehse</a> (GCSMUS-USP-TU Berlin/USP-Cidades Globais)</p>
<p><b>Relatora: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carmen-lucia-albuquerque-de-santana" class="external-link">Carmen Santana</a> (Unifesp/Rede PopRua)</p>
<p><b>Vídeo:</b></p>
<p><i>"<a class="external-link" href="https://youtu.be/vX8j4OqQA6I" target="_blank">A Rua de Máscara</a> (São Paulo, 5 de novembro de 2020)"</i></p>
<p>(direção e argumento:<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fraya-frehse" class="external-link"> </a>Fraya Frehse; câmera: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcus-repa" class="external-link">Marcus Repa</a>, edição: Marcus Repa e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-flavia-guimaraes-hartmann" class="external-link">Anna Flávia Hartmann</a> – São Paulo, 2020)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2020-11-04T14:10:00Z</dc:date>
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