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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 1 to 2.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/descolonizar-a-inteligencia-artificial">
    <title>É Possível Descolonizar a Inteligência Artificial?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/descolonizar-a-inteligencia-artificial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Decolonização é a crítica ao colonialismo moderno, dos sistemas de conhecimento às práticas que resultaram no genocídio e expropriação material e imaterial de muitos povos ao redor do planeta. Com base em ideologias racistas e preconceitos de gênero, o colonialismo moderno perpetua-se em práticas implícitas e explícitas que ficam cada vez mais evidentes nos vieses algorítmicos.</p>
<p>A lógica da universalização tende a colocar como centro e modelo padrão para o que se entende como espécie humana, o mesmo sujeito que foi o protagonista da revolução industrial: homens brancos, ricos e do norte global. Desse modo, a “supremacia branca” é reflexo de uma supremacia tecnológica, computacional e financeira.</p>
<p>Considerando que uma “IA Responsável” deve ser socialmente benéfica, ser desenvolvida e testada para segurança, ser responsável perante as pessoas, incorporar conceitos de <i>privacy by design</i>, manter altos padrões de excelência científica e estar disponível para usos de acordo com estes princípios tais como as diretrizes apontadas pela UNESCO, conclui-se que esta tecnologia deve ser um benefício para a humanidade, de modo a não reforçar injustiças sociais, exploração e todo tipo de violência.</p>
<p>A IA Responsável, capaz de atender toda legislação de proteção a cidadania e direitos fundamentais, requer um diálogo com o tema da decolonização, desde que os problemas das práticas individuais e sociais que geram os dados são muito mais profundos e não se solucionam apenas com medidas técnicas, seja na área da computação, seja na área do direito. Sendo, portanto, fundamental que tais áreas, junto a grupos interdisciplinares busquem soluções para uma IA Responsável, reconhecendo perspectivas e valores plurais dentro de uma diversidade não apenas étnica e de gênero, como também epistêmica.</p>
<p>Este encontro pretende contribuir com o debate em curso para novas regulamentações sobre os usos da IA que se expandem para diversas áreas da sociedade, desde justiça, saúde, trabalho e educação, entendendo o seu potencial de impacto sobre a cultura.</p>
<p><b>Abertura</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida">Virgílio Almeida</a> (IEA-USP e UFMG)</p>
<p><b>Expositores</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deivison-faustino" class="external-link">Deivison Faustino</a> (Unifesp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paola-ricaurte-quijano" class="external-link">Paola Ricaurte Quijano</a> (Harvard University)</p>
<p><b>Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elen-nas" class="external-link">Elen Nas</a> (IEA-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-01T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-venda-da-cidade-como-politica-publica">
    <title>A Venda da Cidade como Política Pública</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-venda-da-cidade-como-politica-publica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Esse evento se desdobra do debate realizado em 2018 no IEA, na mesa redonda sobre as metamorfoses impostas à metrópole pelo projeto político do então prefeito João Doria. A transformação da cidade de São Paulo de uma metrópole industrial para financeira vem acompanhada pelo empresariamento urbano em que os processos de reprodução econômica e espacial repousam fortemente nos negócios imobiliários e de infraestrutura urbana. As alianças entre o poder político e grupo de empreendedores aparecem no discurso da gestão empresarial da cidade deteriorando o sentido do político e a relação do habitante com o espaço cotidiano. A “venda da cidade” e o espaço da metrópole visto como fonte de lucro se faz com prejuízo do morar e a espoliação da maioria dos grupos urbanos. As alianças políticas dominantes reforçam o sentido do que é público/democracia em confronto com o que é privado, redundando no político como uma questão de negócio a ser resolvido no âmbito do mercado.  Esse ambiente de negócios é produto da explosão/implosão da cidade, pela potência organizadora e totalizadora do Estado, da extensão do mundo da mercadoria através da produção do espaço urbano, os lugares da realização da vida expõem e reforçam o poder da propriedade privada, do dinheiro, solidificando um conjunto de valores éticos e estéticos orientadores da vida urbana.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-07-06T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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