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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicao-alfredo-bosi-entre-a-critica-e-a-utopia">
    <title>Exposição Alfredo Bosi: entre a Crítica e a Utopia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/exposicao-alfredo-bosi-entre-a-critica-e-a-utopia</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b><i>Visitação<span> de terça a domingo e feriados, das 10h às 18h</span></i></b></p>
<p>A exposição <i>Alfredo Bosi: entre a crítica e a utopia</i> é dedicada à vida e à obra do historiador da cultura, professor e crítico literário. O objetivo é celebrar a trajetória desse grande intelectual por meio de itens de seu próprio acervo, recentemente revisitados pela família e pelo IEA após sua morte por covid-19 em 2021.</p>
<p>É composta por fotos do álbum da família, documentos pessoais e acadêmicos, recortes de jornal, cartas trocadas com personalidades como Carlos Drummond de Andrade, objetos de uso pessoal e profissional, como uma antiga máquina de escrever Olivetti, além de manuscritos e datiloscritos com o planejamento de aulas e estudos preliminares de obras fundamentais para pensar o país, como a <i>Dialética da colonização </i>(1992).</p>
<p>Para além do pensamento crítico do autor, a exposição se propõe a apresentar passagens da vida e facetas de Alfredo Bosi ainda pouco conhecidas pelo público. É o caso de sua infância e juventude, e a militância junto à esquerda católica, inclusive no período da ditadura militar. Além de sua presença decisiva no IEA, onde atuou por mais de 30 anos.</p>
<p><i>Alfredo Bosi: entre a crítica e a utopia</i> acontece no ano de comemoração do aniversário de 60 anos da defesa da tese de doutorado, <i>Itinerario della narrativa pirandelliana</i>, texto no qual Alfredo Bosi já se propunha a investigar a tensão entre sujeito e condicionamento histórico na literatura, preocupação que atravessa toda a sua obra.</p>
<p>A exposição oferece ainda alguns “pontos interativos”, como materiais encadernados e reproduções fac-símiles para manuseio. Entre eles está a adaptação feita por Paulo de Salles Oliveira ao ensaio “Os trabalhos da mão”, publicado em <i>O ser e o tempo da poesia</i> (1977), com ilustrações de Cecília Helena de Salles Oliveira.</p>
<p><b>Sobre Alfredo Bosi</b></p>
<p>Nasceu em São Paulo, em 1936. Formado em letras neolatinas pela antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, deu aulas de literatura italiana na USP entre 1960 e 1970, quando passou a se dedicar ao estudo e ao ensino de literatura brasileira. Dentre outras obras, é autor de <i>O ser e o tempo da poesia </i>(1977), <i>Céu, inferno </i>(1988), <i>Dialética da colonização </i>(1992), <i>Machado de Assis: o enigma do olhar </i>(1999), <i>Literatura e resistência </i>(2002), <i>Brás Cubas em três versões </i>(2006) e <i>Ideologia e contraideologia </i>(2010). Por sua contribuição aos estudos literários e da cultura, tornou-se, em 2003, o sétimo ocupante da Cadeira nº 12 da Academia Brasileira de Letras.</p>
<p>Além de crítico e professor de literatura, foi também um militante em prol da justiça social, dos direitos humanos e do meio-ambiente, tendo atuado na Pastoral Operária de Vila Yolanda, em Osasco, durante a ditadura militar, no Centro de Defesa dos Direitos Humanos D. Paulo Evaristo e na Comissão de Justiça e Paz de São Paulo.</p>
<p>Membro do Conselho Deliberativo do IEA-USP desde 1987, foi diretor (1998-2001) e vice-diretor (1987-1997 e 2002-2006) do IEA, além de editor da revista entre 1989 e 2019.</p>
<p><b>Mesa de abertura</b></p>
<p>Mesa-redonda com a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alcides-villaca" class="external-link">Alcides Villaça</a> (FFLCH/USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-meira-monteiro" class="external-link">Pedro Meira Monteiro</a> (Universidade de Princeton, EUA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/augusto-massi" class="external-link">Augusto Massi</a> (FFLCH/USP) no dia 21 de março às 18h. Veja mais informações <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mesa-abertura-exposicao-alfredo-bosi-critica-utopia" class="external-link">aqui</a>.</p>
<p> </p>
<h3>Serviço</h3>
<p><b>Exposição Alfredo Bosi entre a crítica e a utopia</b></p>
<p><b>Abertura</b> 21 de março a partir das 19 horas</p>
<p><b>Onde</b> <a class="external-link" href="http://www.mariantonia.prceu.usp.br/">Centro MariAntonia</a> da USP – Edifício Rui Barbosa</p>
<p>Rua Maria Antônia 294 – Vila Buarque – São Paulo, SP (próximo às estações Higienópolis e Santa Cecília do metrô)</p>
<p><b>Quando </b>de 21 de março a 26 de maio de 2024</p>
<p><b>Visitação</b> terça a domingo e feriados, da 10 às 18 horas</p>
<p><b>Quanto</b> Grátis</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-02-28T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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    <title>Exposição Alfredo Bosi: entre a Crítica e a Utopia</title>
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<p>A exposição <i>Alfredo Bosi: entre a crítica e a utopia</i> é dedicada à vida e à obra do historiador da cultura, professor e crítico literário. O objetivo é celebrar a trajetória desse grande intelectual por meio de itens de seu próprio acervo, recentemente revisitados pela família e pelo IEA após sua morte por covid-19 em 2021.</p>
<p>É composta por fotos do álbum da família, documentos pessoais e acadêmicos, recortes de jornal, cartas trocadas com personalidades como Carlos Drummond de Andrade, objetos de uso pessoal e profissional, como uma antiga máquina de escrever Olivetti, além de manuscritos e datiloscritos com o planejamento de aulas e estudos preliminares de obras fundamentais para pensar o país, como a <i>Dialética da colonização </i>(1992).</p>
<p>Para além do pensamento crítico do autor, a exposição se propõe a apresentar passagens da vida e facetas de Alfredo Bosi ainda pouco conhecidas pelo público. É o caso de sua infância e juventude, e a militância junto à esquerda católica, inclusive no período da ditadura militar. Além de sua presença decisiva no IEA, onde atuou por mais de 30 anos.</p>
<p><i>Alfredo Bosi: entre a crítica e a utopia</i> acontece no ano de comemoração do aniversário de 60 anos da defesa da tese de doutorado, <i>Itinerario della narrativa pirandelliana</i>, texto no qual Alfredo Bosi já se propunha a investigar a tensão entre sujeito e condicionamento histórico na literatura, preocupação que atravessa toda a sua obra.</p>
<p>A exposição oferece ainda alguns “pontos interativos”, como materiais encadernados e reproduções fac-símiles para manuseio. Entre eles está a adaptação feita por Paulo de Salles Oliveira ao ensaio “Os trabalhos da mão”, publicado em <i>O ser e o tempo da poesia</i> (1977), com ilustrações de Cecília Helena de Salles Oliveira.</p>
<p><strong>Sobre Alfredo Bosi</strong></p>
<p>Nasceu em São Paulo, em 1936. Formado em letras neolatinas pela antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, deu aulas de literatura italiana na USP entre 1960 e 1970, quando passou a se dedicar ao estudo e ao ensino de literatura brasileira. Dentre outras obras, é autor de <i>O ser e o tempo da poesia </i>(1977), <i>Céu, inferno </i>(1988), <i>Dialética da colonização </i>(1992), <i>Machado de Assis: o enigma do olhar </i>(1999), <i>Literatura e resistência </i>(2002), <i>Brás Cubas em três versões </i>(2006) e <i>Ideologia e contraideologia </i>(2010). Por sua contribuição aos estudos literários e da cultura, tornou-se, em 2003, o sétimo ocupante da Cadeira nº 12 da Academia Brasileira de Letras.</p>
<p>Além de crítico e professor de literatura, foi também um militante em prol da justiça social, dos direitos humanos e do meio-ambiente, tendo atuado na Pastoral Operária de Vila Yolanda, em Osasco, durante a ditadura militar, no Centro de Defesa dos Direitos Humanos D. Paulo Evaristo e na Comissão de Justiça e Paz de São Paulo.</p>
<p>Membro do Conselho Deliberativo do IEA-USP desde 1987, foi diretor (1998-2001) e vice-diretor (1987-1997 e 2002-2006) do IEA, além de editor da revista entre 1989 e 2019.</p>
<p><strong>Mesa de abertura</strong></p>
<p>Mesa-redonda com a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pessoas/pasta-pessoaa/alcides-villaca" class="external-link">Alcides Villaça</a> (FFLCH/USP), <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pessoas/pasta-pessoap/pedro-meira-monteiro" class="external-link">Pedro Meira Monteiro</a> (Universidade de Princeton, EUA) e <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pessoas/pasta-pessoaa/augusto-massi" class="external-link">Augusto Massi</a> (FFLCH/USP) no dia 21 de março às 18h. Veja mais informações <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/mesa-abertura-exposicao-alfredo-bosi-critica-utopia" class="external-link">aqui</a>.</p>
<p> </p>
<h3>Serviço</h3>
<p><strong>Exposição Alfredo Bosi entre a crítica e a utopia</strong></p>
<p><strong>Abertura</strong> 21 de março a partir das 19 horas</p>
<p><strong>Onde</strong> <a class="external-link" href="http://www.mariantonia.prceu.usp.br/">Centro MariAntonia</a> da USP – Edifício Rui Barbosa</p>
<p>Rua Maria Antônia 294 – Vila Buarque – São Paulo, SP (próximo às estações Higienópolis e Santa Cecília do metrô)</p>
<p><strong>Quando </strong>de 21 de março a 26 de maio de 2024</p>
<p><strong>Visitação</strong> terça a domingo e feriados, da 10 às 18 horas</p>
<p><strong>Quanto</strong> Grátis</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
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      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
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