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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 221 to 235.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa">
    <title>Em São Paulo, água líquida, mas não certa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa</link>
    <description>Especialistas analisam motivos do esgotamento das fontes hídricas na Região Metropolitana de São Paulo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/anhangabau/@@images/a6eb81d4-21cd-4fca-92f3-815e9019f36b.jpeg" alt="Anhangabaú" class="image-inline" title="Anhangabaú" /></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: start; "><strong>Vale do Anhangabaú, em 1890: plantações de chá do Barão de Itapetininga. Ao centro, o córrego Anhangabaú. </strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: start; "> </span></p>
<hr />
<table class="grid listing">
<tbody>
<tr>
<th>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">O  sistema de abastecimento de água de São Paulo começou a ser montado no  início do século 18. Utilizado até o limite, o córrego do Anhangabaú foi  um dos primeiros mananciais abandonados na capital paulista devido à  urbanização de seu entorno, em meados do século 19.<br />A  expansão demográfica e a ocupação desordenada do território seguiram  degradando os recursos naturais ao longo da história. Os paulistanos  viram a ascensão e queda das fontes do Ipiranga, dos mananciais de Cotia  e Rio Claro; dos rios Tamanduateí, Tietê e Pinheiros; das represas  Guarapiranga e Billings. <br />O colapso do Sistema Cantareira,  evidenciado na crise hídrica de 2014, ficará na memória dos cidadãos,  das empresas e dos gestores públicos, especialmente pela lição sobre o  devido valor da água.</p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A lógica da urbanização desordenada tem levado muitas cidades a  expandir seus sistemas de abastecimento para fontes de água cada vez  mais distantes. O paradigma hidráulico dos séculos 19 e 20, que norteou  governos tecnocráticos e centralizados, não é privilégio só do Brasil.</p>
<p>Nova York seguiu um longo caminho em busca de sua famosa água, antes  de chegar à <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1" class="external-link">gestão integrada baseada na conservação ambiental</a> que hoje  serve de modelo para o mundo. Na Espanha e na França, megaprojetos de  obras civis e seus impactos na gestão hídrica das metrópoles rendem  discussões calorosas, como ficou evidente em <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios" class="external-link">debate realizado no IEA com  especialistas desses países</a>, em visita ao Brasil em novembro de 2015.</p>
<p>“Será que essa lógica de urbanização deve ser mantida? Quais fatores  no Brasil e na Região Metropolitana de São Paulo fazem esse padrão de  degradação?”, questionou o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/janes-jorge" class="external-link">Janes Jorge</a>, da Universidade  Federal de São Paulo (UNIFESP), em <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-questionam-conceitos-201cemprestados201d-a-historia-ambiental" class="external-link">encontro </a>que mostrou a  transversalidade de temas como história, meio ambiente e gestão hídrica,  realizado em setembro de 2015 no IEA.</p>
<p>Mas se o aporte na capacidade do sistema de abastecimento é uma  necessidade, as medidas estruturais empreendidas não têm sido  suficientes para abastecer a crescente população das metrópoles. Em São  Paulo, por exemplo, mesmo com os investimentos, “tem ocorrido uma  redução do volume de água <i>per capita</i> disponível nos mananciais  para captação e no volume que as estações de tratamento de água (ETA)  têm capacidade de tratar”, mostra o artigo <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0103-40142015000200007&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">“Crise de abastecimento de  água em São Paulo e falta de planejamento estratégico”</a>, publicado no  volume 29 do número 84 da Revista Estudos Avançados.</p>
<p>Os autores mostram uma combinação perversa na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Além da redução dos volumes diários <i>per capita</i>,  os mananciais, cada vez menos resilientes, ficam mais suscetíveis a  eventos climáticos como o ocorrido no verão de 2013-2014. Porém, ainda  que a redução da disponibilidade de água esteja relacionada a um período  de estiagem e de temperaturas muito acima das normais climatológicas, a  perda de capacidade de atendimento “é o reflexo da falta de  planejamento estratégico que afeta o sistema de abastecimento da Região  nos últimos dez anos”, constata o artigo.</p>
<p>A desinformação sobre a real situação dos mananciais também reflete  nos hábitos de consumo e na percepção sobre o valor da água, pois mesmo  numa crise iminente muitos só acreditam no comprometimento dos recursos  hídricos quando a água não chega à torneira. E falta de transparência é  um importante fator que reflete na eficiência das políticas públicas e  na conscientização ambiental, mostram os autores.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/home-seca-na-cantareira" alt="Home seca na Cantareira" class="image-inline" title="Home seca na Cantareira" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Falta de planejamento e eventos climáticos extremos levaram à crise hídrica, mostra estudo publica na revista IEA.<br /></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view">Entrevista</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga">Brasil ainda precisa de mais obras hidráulicas, diz Braga</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view">Notícias</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1" class="external-link">Nova York, a metrópole com a água mais pura do planeta</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/experiencias-de-servicos-ambientais-no-brasil">PSA ainda traz poucos resultados práticos à conservação em São Paulo</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios">Momento de repensar a lógica da gestão da água e equilibrar privilégios</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-questionam-conceitos-201cemprestados201d-a-historia-ambiental">Especialistas questionam conceitos “emprestados” à história ambiental</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se por um lado não falta arcabouço legal sobre a gestão e a  conservação dos recursos naturais, tudo indica que a participação dos  cidadãos, bem como a disponibilidade de financiamentos, não têm sido  grandes problemas no que se refere à gestão e recuperação de bacias  hidrográficas brasileiras. O tema é tratado no artigo “As águas  metropolitanizadas do Alto Tietê”, da coletânea “Meio ambiente e saúde: o  desafio das metrópoles”, organizada pelo diretor do IEA, Paulo Saldiva e  outros autores.</p>
<p>Entre inúmeras políticas públicas, o Programa Córrego Limpo tinha um  cronograma de despoluir mais de 300 córregos metropolitanos até 2012.  Após a despoluição e instalação de redes de esgoto, teve início a  revitalização das margens e áreas de várzeas, além da construção de  parques lineares. O Parque Várzeas do Tietê pretende ser o maior parque  linear do mundo, com 75 quilômetros de extensão e investimentos de R$  1,7 bilhão até 2022.</p>
<p>Por outro lado, o Projeto Tietê, apresentado em meio ao furor  ambientalista da Rio 92, ainda deixa dúvidas sobre o cumprimento de suas  metas, após bilhões de dólares e 24 anos investidos na despoluição do  maior canal da metrópole paulistana e maior curso d´água do estado.</p>
<p>O que ainda representa uma incógnita ao senso comum é o fato de que a  realidade das metrópoles brasileiras contrasta desastrosamente com as  legislações e as políticas ambientais vigentes no Brasil, consideradas  das mais avançadas do mundo.</p>
<p>A partir de 1997, o abastecimento público passou a ser regido pelo  Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh),  regulamentado pela Lei 9.433. Considerada uma das mais sofisticadas do  mundo, a nova legislação criou, entre outros instrumentos, a Política  Nacional de Recursos Hídricos. Entre seus diferenciais, a nova lei  considera a natureza federativa do país.</p>
<p>A chamada Lei das Águas inclui “novos paradigmas de descentralização,  utilização de instrumentos econômicos para a gestão e participação  pública no processo de tomada de decisão”, traz texto do artigo “<a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142008000200003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">Pacto  federativo e gestão das águas”</a>, publicado no número 63 da revista  Estudos Avançados. Entre outros autores, o artigo é assinado pelo atual  secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do estado, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/benedito-braga?searchterm=benedito" class="external-link">Benedito Braga.</a></p>
<p>Com longa experiência no setor de recursos hídricos, o professor  Benedito Braga, da Escola Politécnica, já passou pela Agência Nacional  de Águas e é presidente do Conselho de Administração da Sabesp, além de  presidente do Conselho Mundial das Águas.</p>
<p>Em <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga" class="external-link">entrevista</a> ao IEA, Braga fala da necessidade de  investimentos em obras de engenharia, sobre gestão integrada dos  recursos hídricos e das ações do estado no que se refere ao sistema de  abastecimento, incluindo a transposição do rio Itapanhaú, no litoral  norte. O traçado da obra é contestado por ambientalistas porque poderá  desmatar remanescentes florestais no Parque Estadual da Serra do Mar,  uma das mais importantes Unidades de Conservação do Brasil.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">créditos: LAAMARAL/netleland; Fernando Stankus - Flickr</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>History</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-09T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/problemas-das-metropoles-que-impactam-na-saude-sao-analisadas-em-novo-livro-de-paulo-saldiva">
    <title>Em novo livro, Paulo Saldiva analisa problemas das metrópoles que impactam na saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/problemas-das-metropoles-que-impactam-na-saude-sao-analisadas-em-novo-livro-de-paulo-saldiva</link>
    <description>A análise é focada principalmente na cidade de São Paulo, que, para Saldiva, é um laboratório natural para o estudo dos problemas urbanos e sua relação com o viver humano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-livro-vida-urbana-e-saude" alt="Capa Livro - Vida urbana e saúde" class="image-right" title="Capa Livro - Vida urbana e saúde" />O médico Paulo Saldiva, diretor do IEA, lançará no dia <strong>3 de abril</strong> o livro "Vida Urbana e Saúde - Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles"<i> </i>(Editora Contexto, 128 páginas), no qual analisa os principais problemas que atingem os grandes aglomerados urbanos. A sessão de autógrafos acontecerá <strong>às 19h</strong>, na livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073).</p>
<p dir="ltr"><span>Professor da Faculdade de Medicina da USP, Saldiva reúne na obra o que considera suas duas paixões: a medicina e a cidade de São Paulo, onde nasceu. Segundo ele, pela sua complexidade, a metrópole pode ser entendida como um laboratório natural para o estudo dos problemas urbanos e sua relação com o viver humano. “Uma cidade saudável é aquela em que seus cidadãos têm boa qualidade de vida”, defende. </span></p>
<p dir="ltr"><span>A obra aborda, nos primeiros capítulos, o desenvolvimento urbano desde o início das cidades, apresentando mapas como do aumento da mancha urbana em São Paulo. Em seguida, Saldiva analisa doenças como obesidade, ansiedade, infecções. O professor discorre, ainda, sobre problemas tipicamente urbanos, como violência, ilhas de calor, imobilidade e poluição, com dados como os do aumento dos casos de internação por leptospirose em relação a pluviosidade na cidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Por sua formação como patologista, Saldiva trata a cidade como um ser vivo. Ao fazer diversas comparações entre o funcionamento da cidade e do corpo humano, o autor facilita o entendimento dos problemas urbanos e como eles afetam o próprio habitante da cidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Obesidade é um deles [dos problemas]. A cidade cresceu mais do que o seu esqueleto e articulações podem suportar, vergando-se ao excesso de peso e de prédios. Calvície, representada pela expressiva destruição da sua cobertura vegetal, é outro achado importante. Importantes também são a bronquite crônica, resultado de anos de inalação de um ar poluído, como também insuficiência renal, definida pela incapacidade de excretar os resíduos de forma adequada e eficiente”, exemplifica um trecho da apresentação do livro.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na apresentação, o autor destaca que 54% da população mundial é urbana, enquanto no Brasil este número é ainda maior: cerca de 84%. “O encantamento da convivência humana, porém, habita o mesmo espaço do adoecimento, provocado pela falta de saneamento, pela contagiosidade de moléstias que chegam por mosquitos, pela poluição do ar, pela violência, e pela premência do viver moderno”, explica Saldiva.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O livro já está à venda e pode ser encontrado em algumas livrarias online. </span></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/JPbKHuhQJeM" width="560"></iframe></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-15T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/impactos-coronavirus">
    <title>Em meio à crise do coronavírus, pesquisadores do IEA dedicam-se a estudos sobre os impactos da pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/impactos-coronavirus</link>
    <description>Diferentes grupos de pesquisa têm se dedicado a analisar as maneiras de conter a transmissão da doença e as consequências dessa situação emergencial </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-andres-hernandez-arriagada-400x267/image" alt="Carlos Andrés Hernández Arriagada " title="Carlos Andrés Hernández Arriagada " height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O arquiteto Carlos Andrés Hernández Arriagada | Foto: Leonor de Calasans/IEA-USP </dd>
</dl>O confinamento da população imposto pela pandemia do coronavírus tem testado a capacidade das metrópoles brasileiras para lidar com a crise. Além do impacto no sistema de saúde, o esforço para conter a transmissão da doença alterou o funcionamento de serviços essenciais e as relações de convivência entre os habitantes.<br /><br />Pesquisadores do IEA de diferentes grupos de pesquisa têm se dedicado a analisar as maneiras de conter a transmissão da doença, as consequências dessa situação emergencial e o que o governo tem feito, ou pode fazer, para minimizar seus efeitos. <br /><br />Um deles é o arquiteto <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-andres-hernandez-arriagada" class="external-link">Carlos Andrés Hernández Arriagada</a>, professor da Universidade Mackenzie e pós-doutorando do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA. Liderando a equipe do <a class="external-link" href="https://www.lab-strategy.com/">Labstrategy</a> (Laboratório de Estratégias Projetuais), projeto de pesquisa sobre desenvolvimento urbano fundado em 2013, Hernández começou, ainda em meados de fevereiro, a pesquisar o impacto do coronavírus em centros urbanos.<br /><br />Inicialmente, o foco do estudo era na cidade chilena de Concepción — apesar de morar há 35 anos no Brasil, Hernández segue próximo, em suas pesquisas, de seu país natal. No início de março, a pedido de professor Marcos Buckeridge, coordenador do Cidades Globais, Hernández coordenou uma análise brasileira, focada nas regiões paulistanas do Brás e de Paraisópolis.<br /><br />A metodologia da pesquisa liderada pelo arquiteto seguia o padrão do Labstrategy: entender as vulnerabilidades de regiões fragilizadas da cidade, e a partir disso orientar como lidar com os impactos de uma pandemia nessas regiões. “Nosso trabalho é identificar cenários críticos futuros e gerar soluções”, resume Hernández.<br /><br /></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Reunião sobre medidas de mitigação do Covid-19</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/coronavirus-reuniao" class="external-link">Notícia</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/reuniao-medidas-de-mitigacao-covid-19-1" class="external-link">Vídeo</a><span class="external-link"> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/reuniao-sobre-medidas-de-mitigacao-do-covid-19-12-de-marco-de-2020" class="external-link">Fotos</a></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O estudo de caso do Brás, <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/a-covid-19-na-cidade-o-impacto-da-desigualdade" class="external-link">apresentado em <span class="external-link">reunião no IEA</span></a> no dia 12 de março, mostrou que sem a aplicação de medidas de contenção a transmissão da doença poderia sair do controle. Ao analisar a “feirinha da madrugada”, feira de roupas a céu aberto que ocorre no bairro semanalmente e recebe até 25 mil pessoas, Hernández calculou que, em seis horas, todas essas pessoas poderiam ser expostas ao vírus — bastaria que apenas 2 ou 3 pessoas contaminadas fossem à feira.<br /><br />No caso de Paraisópolis, o pesquisador <a class="external-link" href="https://wixlabs-pdf-dev.appspot.com/assets/pdfjs/web/viewer.html?file=%2Fpdfproxy%3Finstance%3DlFUk1YSF7Du13nbhxqelykGN9WHSHJM2eOzlx37XwZ8.eyJpbnN0YW5jZUlkIjoiZTYwYWY2NmItY2JlOC00OGNiLWI0YWEtZGZmYjE0Nzk5NWFlIiwiYXBwRGVmSWQiOiIxM2VlMTBhMy1lY2I5LTdlZmYtNDI5OC1kMmY5ZjM0YWNmMGQiLCJtZXRhU2l0ZUlkIjoiYWQ3ZDM0YzUtNGM5Yy00ZjczLWJjODEtMGI1NmI4NDEzYmRkIiwic2lnbkRhdGUiOiIyMDIwLTA0LTE0VDE2OjA0OjU5LjgxOFoiLCJkZW1vTW9kZSI6ZmFsc2UsImFpZCI6ImIwN2E1ZjI4LTQwZjMtNDJjYi04YTM4LWQyMjg3ZDBlZTU3OCIsImJpVG9rZW4iOiI0Yjc3YzJhZS04Nzc0LTA3YjgtMDgyYi1kNGFkYWMzOGFlNzMiLCJzaXRlT3duZXJJZCI6ImNkODVlZGFmLWU1NjAtNDg3ZS04NWQ3LWU0MWU2MjM3MTIxNyJ9%26compId%3Dcomp-k8gklcyp%26url%3Dhttps%3A%2F%2Fdocs.wixstatic.com%2Fugd%2Fcd85ed_8811c50147a2426fad5b66931e14d841.pdf#page=1&amp;links=false&amp;originalFileName=ESTRATEGIAS%20COVID%2019_%20CARLOS_HERNANDEZ%20_&amp;locale=pt&amp;allowDownload=false&amp;allowPrinting=false">publicou no site do Labstrategy</a> orientações para prevenir a disseminação da doença na comunidade. A região foi escolhida por conta de sua alta densidade e abrangência territorial, mas suas fragilidades, similares a outras áreas de vulnerabilidade da cidade, permitem que o estudo seja aplicado em outras comunidades paulistanas.<br /><br />Essa fragilidade territorial, explica Hernández, é tanto por conta da degradação do meio ambiente como em relação à carência de renda, qualidade da moradia e distância de equipamentos e serviços necessários.<br /><br />Entre as orientações para conter a transmissão, o artigo sugere o desenvolvimento de uma rede de atendimento emergencial no local, com médicos e equipe de suporte monitorando a situação, além de medidas para identificar e recuperar possíveis focos endêmicos, como córregos com despejo de esgoto. <br /><br />“Infelizmente, a confirmação <i>[no dia 4 de abril]</i> de 70 casos em Paraisópolis indica que as medidas preventivas não foram aplicadas”, lamenta Hernández.<br /><br /><b>Resiliência</b><br /><br />Outra pesquisa do Instituto a lidar com o tema é do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/a-resiliencia-financeira-das-cidades-contemporaneas" class="external-link">Grupo de Pesquisa A Resiliência Financeira das Cidades Contemporâneas</a>, coordenado pelo professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-aquino" class="external-link">André de Aquino</a>, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP/USP).<br /><br />Em estágio inicial, o trabalho é focado em áreas metropolitanas e baseado em três aspectos da resiliência destes territórios: a orçamentária, a dos serviços essenciais e a das comunidades carentes.<br /><br />O grupo quer entender como os orçamentos dos municípios vão reagir às demandas e impactos que as medidas de contenção estão causando. “Como o orçamento aprovado não previa essa situação, também queremos analisar como o Poder Legislativo vai rediscutir essa questão”, explica Aquino, “no sentido de flexibilizar o uso e a transferência de recursos, bem como o limite fiscal”.<br /><br /><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/andre-carlos-busanelli-de-aquino-300x200/image" alt="André Carlos Busanelli de Aquino " title="André Carlos Busanelli de Aquino " height="300" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">O professor André de Aquino, coordenador do grupo que realiza a pesquisa | Foto: FEA-RP/USP</dd>
</dl>O segundo aspecto vai tratar da operação de serviços essenciais durante a quarentena, como a coleta de lixo — considerando o aumento do lixo doméstico e o apoio à coleta de lixo hospitalar — e a segurança pública. “O funcionamento desses serviços nas cidades pode trabalhar sobrecarregado e queremos entender como essa questão será tratada pelo governo.”<br /><br />Outro ponto que interessa o grupo é como as autoridades articulam o abastecimento das cidades, e como implementam políticas específicas para garantir a circulação de mercadorias entre municípios.<br /><br />O terceiro aspecto foca em comunidades carentes e fragilizadas das metrópoles. “São regiões com grande aglomeração de pessoas, em que o Estado tem dificuldade de chegar e prestar serviços de forma apropriada”, explica Aquino. “Por isso, esperamos que essas comunidades se articulem para responder à  essa situação de crise. Queremos entender como isso ocorrerá”.<br /><br />Ainda que essa resposta já tenha começado — com a mobilização das pessoas para ajudar vizinhos idosos a comprar alimentos e medicamentos, por exemplo —, o grupo quer analisar outras ações coordenadas entre o Estado e a comunidade para enfrentar a crise. Uma iniciativa dos habitantes com o apoio ou coordenação do governo pode ser uma das alternativas para ajudar na resolução do problema, aponta o pesquisador.<br /><br />“É algo que nestas proporções ainda não enfrentamos no passado recente no país. Em acidentes, como o rompimento da barragem em Mariana (MG) ou em deslizamentos de encostas em épocas de chuva, a Defesa Civil conta com indivíduos que são das comunidades e ajudam voluntariamente. Mas são situações isoladas. Agora é uma situação crônica em diversos centros do país”, explica.<br /><br />Além de André de Aquino, participam da pesquisa Gustavo Capellini, da USP; Ricardo Lopes Cardoso, da Fundação Getúlio Vargas; Ricardo Rocha de Azevedo, da Universidade Federal de Uberlândia André Feliciano Lino e Lidiane Dias, ambos da Universidade Federal do Pará.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa A Resiliência Financeira das Cidades Contemporâneas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-14T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/homenagem-a-marina-harkot">
    <title>Em homenagem a Marina Harkot, IEA, FAU e PRPG promovem discussão sobre mobilidade ativa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/homenagem-a-marina-harkot</link>
    <description>Evento no dia 21, das 9h às 13h, reunirá especialistas e representantes da sociedade civil para tratar de propostas que promovam a mobilidade ativa segura e inclusiva.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Marina-Harkot-Materia.png/image" alt="Marina Harkot" title="Marina Harkot" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A aluna da USP e cicloativista Marina Harkot, vítima de um atropelamento no dia 8, será homenageada neste evento</dd>
</dl>A bandeira da mobilidade ativa, defendida em vida por <a class="anchor-link" href="#Sobre Marina Harkot">Marina Kohler Harkot</a>, será o tema de um seminário online neste <strong>sábado, dia 21, das 9h às 13h</strong>, promovido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA), pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG) e Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. A transmissão acontece em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a> e no <a class="external-link" href="http://bit.ly/homenagemmarina">YouTube</a> do IEA. O público poderá enviar perguntas pelo chat do canal.</p>
<p>O encontro <i>Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem a Marina Harkot</i> terá a participação de especialistas e ativistas em mobilidade urbana e familiares da homenageada. Após o evento, a partir das apresentações e discussões, será produzida uma carta endereçada aos candidatos a prefeito que disputam o segundo turno das eleições municipais.</p>
<p>O conceito de mobilidade ativa engloba o transporte de pessoas utilizando apenas instrumentos não motorizados, como o caminhar e com o uso de bicicletas. Os especialistas que participarão do encontro defendem que esta modalidade pode ajudar a diminuir o problema de trânsito nas cidades, além de contribuir para a saúde da população, direta ou indiretamente.</p>
<p>No entanto, para que a mobilidade ativa seja viável, o grupo aponta que é necessário formular políticas públicas inclusivas, que invistam na integração dos meios de transporte em todas as regiões da cidade e promovam a segurança de todos os usuários, inclusive por meio de calçadas e ciclovias adequadas.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>9h - Abertura: </strong></p>
<ul>
<li>Carlos Gilberto Carlotti Junior <span>– </span>Pró-Reitor de Pós-Graduação da USP</li>
<li>Guilherme Ary Plonski <span>– </span>Diretor do IEA-USP</li>
<li>João Whitaker – Presidente da Comissão de Pós-Graduação FAU-USP</li>
<li>Marcos Buckeridge <span>– </span>Coordenador do Centro de Síntese USP Cidades Globais - IEA-USP</li>
</ul>
<p><span><br /><strong>9h30 - Painel</strong></span><strong> 1: </strong><span><strong>A trajetória de pesquisa de Marina Harkot: das mulheres ciclistas aos territórios construídos a partir das subjetividades</strong></span></p>
<p><span><span>Participantes</span>:</span></p>
<ul>
<li>Paula Freire Santoro - LabCidade FAU-USP</li>
<li>Haydee Svab – amiga e parceira da Marina, mestre pela Poli-USP</li>
<li>Felipe Romero – jornalista, marido da Marina</li>
<li>Família Kohler Harkot</li>
</ul>
<p><span> Moderadora</span>: Roseli de Deus Lopes – Poli-USP / IEA-USP</p>
<p><strong>10h30 - Painel 2: </strong><span><strong>Dados de mobilidade ativa e inclusiva da cidade de São Paulo</strong></span></p>
<p><span>Apresentadores</span>:</p>
<ul>
<li>Carol La Terza - Rede Nossa São Paulo</li>
</ul>
<ul>
<li>Jo Pereira - Ciclocidade</li>
<li>Letícia Lindenberg Lemos - doutoranda FAU-USP, ex-pesquisadora do LabCidade</li>
</ul>
<p><span>Debatedores</span>:</p>
<ul>
<li>Paulo Saldiva - FMUSP e IEA-USP, cicloativista e médico patologista</li>
<li>Ligia Vizeu Barrozo - FFLCH-USP e IEA-USP</li>
</ul>
<p><span> Moderador</span>: João Whitaker – FAU-USP / IEA-USP</p>
<p><strong>11h30 - Painel 3: Políticas públicas: o</strong><span><strong> que deve ser feito?</strong></span></p>
<p><span>Apresentadores</span>:</p>
<ul>
<li>Kelly Fernandes - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)</li>
<li>Gilberto Frachetta  - Conselho Municipal de Saúde, ex-presidente do CMPD</li>
<li>Henrique Frota - Instituto Pólis</li>
</ul>
<p><span>Debatedores</span>:</p>
<ul>
<li>Marcos Buckeridge - IB-USP e USP Cidades Globais -IEA</li>
<li>Orlando Strambi - <span>Poli- USP (Transportes) e WRI Brasil</span></li>
</ul>
<p>Moderador: Guilherme Ary Plonski - Poli, FEA e IEA-USP</p>
<p><strong>12h30 - <strong><span>Discussões sobre a carta e encerramento</span></strong></strong></p>
<p>Durante todo o seminário, as pesquisadoras do Centro de Síntese USP Cidades Globais Débora Sotto e Tatiana Tucunduva, em conjunto com as pesquisadoras do NEV-USP Thaís Bueno e Beatriz Oliveira de Carvalho, conduzirão uma dinâmica para coletar comentários, críticas e sugestões dos apresentadores e participantes. Essa atividade terá como resultado a facilitação gráfica do evento, posteriormente divulgada no site do USP Cidades Globais e também em um painel artístico que ficará disponível fisicamente no Instituto de Estudos Avançados.</p>
<p><strong><a name="Sobre Marina Harkot"></a>Sobre Marina Harkot</strong></p>
<p>Na madrugada do dia 8 de novembro, Marina pedalava na Zona Oeste de São Paulo, quando foi atropelada. O motorista fugiu sem prestar socorro e ela morreu no local, aos 28 anos de idade. Socióloga formada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, obteve o título de mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), também da USP, com a <a class="external-link" href="https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16139/tde-17092018-153511/pt-br.php">dissertação “A bicicleta e as mulheres: mobilidade ativa, gênero e desigualdades socioterritoriais em São Paulo”</a>.</p>
<p>Atualmente era pesquisadora do Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade) da FAU, onde desenvolvia pesquisa de doutorado na área de planejamento urbano e regional, com bolsa Capes e tese <span>intitulada "Corpos e fronteiras: a construção de territórios a partir das subjetividades"</span><span>. Também atuava como consultora em planejamento urbano, sobretudo na elaboração de planos diretores municipais e políticas inclusivas para mulheres.</span></p>
<p><span>A defesa do ciclismo urbano era intensa no seu dia a dia. Participou do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito da cidade de São Paulo e coordenou a Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade).</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Deficiência</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-18T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/brcidades-agenda-propostas">
    <title>Em ano eleitoral, BrCidades lança agenda com propostas para governos e sociedade civil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/brcidades-agenda-propostas</link>
    <description>Lançamento reunirá arquitetos, urbanistas, pesquisadores e professores universitários no IEA, no dia 9 de março, às 9h30</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:333px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/corrego-na-sao-remo/image" alt="Córrego na São Remo" title="Córrego na São Remo" height="500" width="333" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:333px;">O combate à desigualdade e o apoio a movimentos populares que reivindicam moradia, saneamento e mobilidade estão entre as questões prioritárias da BrCidades | Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</dd>
</dl></p>
<p><span>Em ano de eleições municipais, a rede <a class="external-link" href="https://www.brcidades.org/">BrCidades</a><span> </span> irá apresentar no IEA um projeto para as cidades brasileiras. Construído coletivamente após dois anos de trabalho e contribuições de 16 núcleos estaduais, a agenda visa à construção de cidades economicamente dinâmicas, socialmente justas, culturalmente plurais e sustentáveis em termos ambientais. </span><span>As propostas são destinadas a governos e à sociedade civil e serão </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/br-cidades" class="external-link">lançadas</a><span> no dia <strong>9 de março, às 9h30</strong>, no IEA.</span></p>
<p>O encontro reunirá, além de membros da rede, arquitetos, urbanistas, pesquisadores e professores universitários para debater as pautas levantadas pela agenda (confira a <a class="anchor-link" href="#Participantes">lista de participantes</a>). O debate é aberto ao público, mas requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScCm_GPm8VfpLcVYeHNzsior2WiYD-wpLmRdZhZMCkFzw5KYw/viewform">inscrição</a>. Para assistir a <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> no site do IEA, não é preciso se inscrever.<br /><br />A BrCidades espera aproveitar as eleições municipais e a atenção da opinião pública com as cidades para pautar questões que, “embora urgentes, nem sempre estão presentes em debates e discursos atualmente dominantes”. Entre essas questões, a rede coloca como pontos cruciais o combate à desigualdade e o apoio a movimentos populares que reivindicam moradia, saneamento e mobilidade.<br /><br />O coletivo ainda inclui em sua pauta o que vê como “um novo ciclo de movimentos sociais urbanos”: os movimentos negro e feminista, além dos artísticos, periféricos e estudantis em geral. “Nesse sentido, não se trata de um programa de governo, mas sim de um conjunto de proposições que objetivam incidir em políticas públicas e nas questões urgentes na sociedade”.<br /><br />Entre os temas que serão aprofundados na agenda, com propostas objetivas de intervenção, estão:</p>
<ul>
<li>o uso da terra nas grandes cidades e a falta de moradias para populações de baixa renda;</li>
<li><span id="docs-internal-guid-a6ffd382-7fff-81fe-8f69-67f4edf5e9da"><span>a falta de investimentos públicos em periferias e favelas; </span></span></li>
<li><span><span><span id="docs-internal-guid-ba901c4d-7fff-9795-1376-f09ae1e0dd64"><span>o controle do orçamento e a democratização das informações as gestões públicas; </span></span></span></span></li>
<li><span><span><span><span><span id="docs-internal-guid-6a676597-7fff-a4cd-c23a-aa9020bee650"><span>o combate a todas as formas de segregação étnica e racial; </span></span></span></span></span></span></li>
<li><span><span><span><span><span><span><span id="docs-internal-guid-8580cc90-7fff-b944-d124-75f786941864"><span>o combate a todas as formas de violência contra a mulher, bem como a reafirmação das políticas de igualdade de gênero;</span></span></span></span></span></span></span></span></li>
<li><span><span><span><span><span><span><span><span><span id="docs-internal-guid-ad9628d0-7fff-cc9d-6184-abd8430cda48"><span>a mobilidade urbana, transporte coletivo e valorização de meios alternativos ao automóvel;</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></li>
<li><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span id="docs-internal-guid-8510ddca-7fff-de9c-2603-49acd64c2ab6"><span>o combate da poluição das águas, da terra e do ar e o preparo das cidades para os efeitos das mudanças climáticas. </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>BrCidades</strong></p>
<p><span><span>O coletivo BrCidades </span>reúne pesquisadores, profissionais e militantes de movimentos sociais e busca “construir cidades mais justas, mais solidárias, economicamente dinâmicas e ambientalmente sustentáveis”. Através <span>de seus 16 núcleos estaduais, a rede organiza</span></span><span> debates públicos, seminários e fóruns e tem parcerias e relações com mais de 60 movimentos sociais e mais de 40 entidades técnicas, estudantis e profissionais, além de pesquisadores de 25 universidades públicas e privadas.</span></p>
<p><strong><a name="Participantes"></a>Participantes confirmados</strong></p>
<p><strong>Ermínia Maricato</strong> — Arquiteta e urbanista, foi professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e secretária de Habitação e Desenvolvimento Urbano do município de São Paulo entre 1989 e 1992.</p>
<p><strong>Celso Carvalho</strong> — Foi secretário nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades.</p>
<p><strong>João Sette Whitaker Ferreira</strong> — Professor da FAU-USP, foi secretário de habitação do município de São Paulo, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/escola-da-metropole" class="external-link">NAP Escola da Metrópole</a>.</p>
<p><strong>Karina Leitão</strong> — Professora da FAU-USP, tem experiência na área de planejamento urbano e regional.</p>
<p><strong>Maria Lucia Refinetti</strong> — Arquiteta e urbanista, é professora da FAU-USP. Foi conselheira no Conselho de Habitação do Município de São Paulo entre 2003 e 2007.</p>
<p><strong>Caio Santo Amore</strong> — Arquiteto e urbanista, é professor da FAU-USP.</p>
<p><strong>Francisco Comaru</strong> — Engenheiro, é professor na Universidade Federal do ABC.</p>
<p><strong>Paolo Colosso</strong> — Arquiteto, é professor na Universidade Federal de Santa Catarina.</p>
<p><strong>Margareth Uemura</strong> — Arquiteta e urbanista, faz parte do Conselho Municipal de Habitação de São Paulo e da diretoria do Instituto Pólis.</p>
<p><strong>Carina Serra</strong> — Arquiteta e urbanista, é coordenadora do BrCidades.</p>
<p><strong>Douglas Magami</strong> — Defensor público do estado de São Paulo com experiência e atuação na área de habitação e urbanismo.</p>
<p><strong>Lizete Rubano</strong> — Arquiteta e urbanista, é professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie.</p>
<p><strong>Luiz Kohara</strong> — Engenheiro civil e urbanista, é fundador e colaborador do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos.</p>
<hr />
<p><i><span><strong>BrCidades: Por um Projeto Coletivo para as Cidades do Brasil</strong><br /></span><span>9 de março, 9h30<br /></span><span>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span><span>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScCm_GPm8VfpLcVYeHNzsior2WiYD-wpLmRdZhZMCkFzw5KYw/viewform">inscrição prévia</a> - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br /></span><span>M</span><span>ais informações: com Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone (11) 3091-1678<br /></span><span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/br-cidades" class="external-link">Página do evento</a></span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-18T15:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eixos-estruturacao-urbana">
    <title>Eixos da Estruturação Urbana: Origens, Processo e Contradições</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eixos-estruturacao-urbana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="normal">Este seminário envolve diferentes pesquisadores e instituições com o intuito de discutir criticamente a relação entre a regulação urbana e a produção imobiliária financeirizada em São Paulo, com foco nos Eixos de Estruturação Urbana propostos no Plano Diretor Estratégico de São Paulo de 2014.</p>
<p class="normal">O evento está organizado em partes, cada uma delas composta por apresentação de artigos que devem resultar em uma publicação pelo IEA.</p>
<p class="normal">Uma introdução, que traz <b>CONCEITOS, CONTEXTO E ORIGENS</b> dos Eixos. Apresenta os modelos e conceitos mobilizados, alterações institucionais que ajudam a compreender, e as aproximações e distanciamentos na relação entre planejamento urbano e da mobilidade/transporte. Atualiza as análises sob novas luzes conceituais, inclusive com abordagem interseccional.</p>
<p class="normal">Uma segunda que contextualiza os Eixos à luz das dinâmicas imobiliárias financeirizadas atuais e seus efeitos nos tipos de produtos, gestão e agentes produtores e faz <b>ANÁLISES DA PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA FINANCEIRIZADA</b>, mais amplas, com diferentes fontes de informação (lançamentos imobiliários, licenciamento municipal, IPTU), espacialização e análises sobre os modelos econômicos financeiros, as tipologias produzidas e público a que se destinam.</p>
<p class="normal">Uma terceira envolve <b>ESTUDOS DE CASO ou ENFOQUES TEMÁTICOS ESPECÍFICOS</b>, com pesquisas em determinados eixos, sobre tipologias, produtores, conforto ou outros temas específicos.</p>
<p class="normal"><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Freire Santoro</a> (FAU-IEA/USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laisa-stroher" class="external-link">Laisa Stroher</a> (UFRJ)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-23T12:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eixos-estruturacao-urbana-2">
    <title>Eixos da Estruturação Urbana: Análise da Produção Imobiliária Financeirizada</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eixos-estruturacao-urbana-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="normal">Este seminário envolve diferentes pesquisadores e instituições com o intuito de discutir criticamente a relação entre a regulação urbana e a produção imobiliária financeirizada em São Paulo, com foco nos Eixos de Estruturação Urbana propostos no Plano Diretor Estratégico de São Paulo de 2014.</p>
<p class="normal">O evento está organizado em partes, cada uma delas composta por apresentação de artigos que devem resultar em uma publicação pelo IEA.</p>
<p class="normal">Uma introdução, realizada em 23 de abril, que traz <strong>CONCEITOS, CONTEXTO E ORIGENS</strong> dos Eixos. Apresenta os modelos e conceitos mobilizados, alterações institucionais que ajudam a compreender, e as aproximações e distanciamentos na relação entre planejamento urbano e da mobilidade/transporte. Atualiza as análises sob novas luzes conceituais, inclusive com abordagem interseccional.</p>
<p class="normal">Uma segunda que contextualiza os Eixos à luz das dinâmicas imobiliárias financeirizadas atuais e seus efeitos nos tipos de produtos, gestão e agentes produtores e faz <strong>ANÁLISES DA PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA FINANCEIRIZADA</strong>, mais amplas, com diferentes fontes de informação (lançamentos imobiliários, licenciamento municipal, IPTU), espacialização e análises sobre os modelos econômicos financeiros, as tipologias produzidas e público a que se destinam.</p>
<p class="normal">Uma terceira envolve <strong>ESTUDOS DE CASO ou ENFOQUES TEMÁTICOS ESPECÍFICOS</strong>, com pesquisas em determinados eixos, sobre tipologias, produtores, conforto ou outros temas específicos.</p>
<p class="normal"><strong>Coordenação:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Freire Santoro</a> (FAU-IEA/USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laisa-stroher" class="external-link">Laisa Stroher</a> (UFRJ)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-23T12:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/educacao-e-clima">
    <title>Educação e Clima - 18 de setembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/educacao-e-clima</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-e-clima">
    <title>Educação e Clima</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-e-clima</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Movimentos e greves globais pelo clima têm acontecido de forma cada vez mais organizada e com mais frequência, liderados principalmente por estudantes da educação básica de países europeus, para pressionar os governos e empresas a agirem com urgência em prol das reduções dos gases de efeito estufa. A complexidade acerca da temática das mudanças climáticas afeta diversos indivíduos e grupos sociais, nos quais há participação de um maior número de atores sociais na procura de possibilidades e alternativas de adaptação e mitigação para as incertezas impostas. Para isso, devem ser criados espaços que garantam o diálogo e a reflexão.</span></p>
<p style="text-align:start; "><span>Os <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/" target="_blank"><span>17 Objetivos de D</span><span>esenvolvimento Sustentável</span></a> (ODS) e a <a href="http://www.agenda2030.com.br/" target="_blank"><span>Agenda 2030</span></a>, lançados em 2015 pela ONU, propõem a construção de uma nova forma de governança por meio de diversas metas que envolvem a ação conjunta de governos, empresas, escolas e sociedade civil. O ODS 13 – Combate às mudanças climáticas – em especial, prevê alcançar a meta 13.3: “melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação global do clima, adaptação, redução de impacto, e alerta precoce à mudança do clima”, sendo uma das estratégias para a construção de conhecimento e planos de adaptação feitos de forma coletiva.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p style="text-align:start; "><span>O envolvimento da sociedade civil na agenda climática, apesar de pequeno, está ampliando sua notoriedade por meio da juventude. No dia 15 de março de 2019, mais de um milhão de crianças e jovens participaram da Greve Global pelo Clima. A mobilização global dos jovens tem como pauta principal a crítica aos adultos, principalmente os tomadores de decisões de seus países, que estão deixando um mundo cada vez mais impactado pelo aquecimento global, sem se comprometerem com a agenda climática.</span></p>
<p style="text-align:start; "><span>O encontro Educação e Clima tem como objetivo reunir a ciência e a sociedade à luz das mobilizações dos jovens em prol de ações para a agenda climática, dando voz àqueles que estão na prática de atividades sobre educação e clima.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-04T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/economia-circular-inovacao-em-modelos-de-negocios-e-oportunidades-para-o-brasil-1o-de-setembro-de-2017">
    <title>Economia Circular: Inovação em Modelos de Negócios e Oportunidades para o Brasil - 1º de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/economia-circular-inovacao-em-modelos-de-negocios-e-oportunidades-para-o-brasil-1o-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-01T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/economia-circular-SW">
    <title>Economia Circular: Inovação em Modelos de Negócios e Oportunidades para o Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/economia-circular-SW</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A proposta deste evento parte do pressuposto de que qualquer sistema cujo fundamento seja o simples consumo, não o uso restaurativo de recursos, incorre em perdas significativas de valor. O conceito de Economia Circular (EC), restaurativa e regenerativa por princípio, busca manter de forma intencional, desde a concepção de novos negócios e produtos, os componentes e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor, o tempo todo. Configura-se como um ciclo contínuo de positivo desenvolvimento que preserva e aprimora o capital natural, otimiza a produtividade de recursos e minimiza riscos sistêmicos com a gestão de estoques finitos e fluxos renováveis.</p>
<p>A Economia Circular apresenta propostas aderentes às necessidades do mundo contemporâneo e das novas tendências de mercado. A partir da inovação para modelos de negócios circulares, como o Sistema Produto-Serviço, o compartilhamento, design voltado para a circularidade, reutilização, remanufatura e outros, muitos valores e oportunidades são criados.</p>
<p>Deste modo, o Workshop é dividido em três módulos temáticos:</p>
<p><strong>Bloco I. Fundamentos da Economia Circular (*)</strong></p>
<p><strong>Bloco II. A Economia Circular no Brasil: casos de sucesso e modelos de negócios inovadores </strong></p>
<p><strong>Bloco III. Habilitadores da transição para a Economia Circular</strong></p>
<p>Estes blocos contarão com apresentações de palestrantes do Brasil e do exterior, seguidas de debates entre eles e a audiência. Este <i>Strategic Workshop</i> propõe fomentar o diálogo entre Empresas, Governo, Setor Financeiro e Academia em torno das estratégias para o Brasil acelerar sua transição para Economia Circular, criando um ambiente favorável de nucleação de colaborações entre os participantes e para o desenvolvimento de uma agenda de pesquisa, inovação e desenvolvimento à longo prazo.</p>
<p><span><span>Iniciada em 2015, a série S</span><em>trategic Workshops</em><span> já promoveu 25 encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo. O evento reúne pesquisadores da USP em torno de temas transdisciplinares e o objetivo é mapear expertises e promover novos arranjos de pesquisas entre os próprios pesquisadores da Universidade.</span>.</span></p>
<p><strong>Coordenação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aldo-ometto" class="external-link">Aldo Ometto</a> (EESC USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral" class="external-link">Weber Amaral</a> (ESALQ USP)</p>
<p><strong>Organização: </strong><span>Aldo Ometto (EESC USP), </span><span>Weber Amaral (ESALQ USP) e</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela </a>(PRP USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-21T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/distrito-de-inovacao-no-estado-de-sao-paulo-a-implantacao-do-citi-sp-centro-internacional-de-tecnologia-e-inovacao-19-06-2023">
    <title>Distrito de Inovação no Estado de São Paulo: a Implantação do CITI SP - Centro Internacional de Tecnologia e Inovação - 19/06/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/distrito-de-inovacao-no-estado-de-sao-paulo-a-implantacao-do-citi-sp-centro-internacional-de-tecnologia-e-inovacao-19-06-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-26T17:47:51Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-governanca-metropolitana-e-democratizacao-da-governanca-urbana-entrevista-com-ana-fani-alessandri-carlos">
    <title>Direito à cidade e governança urbana - Entrevista com Ana Fani Alessandri Carlos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-governanca-metropolitana-e-democratizacao-da-governanca-urbana-entrevista-com-ana-fani-alessandri-carlos</link>
    <description>Participação da geógrafa Ana Fani Alessandri Carlos, professora sênior do Departamento de Geografia da FFLCH-USP, na série 3por1.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ana-fani-alessandri-carlos-3por1" alt="Ana Fani Alessandri Carlos - 3por1" class="image-right" title="Ana Fani Alessandri Carlos - 3por1" />Em sua participação na série de entrevistas em vídeo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=xdzEHwZfFTE&amp;list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">3por1</a>, a geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani Alessandri Carlos</a> fala sobre a importância de o direito à cidade mobilizar a sociedade para que se pense numa cidade diferente daquela condicionada pelo poder econômico. Ela comenta também a forma de constituição das regiões metropolitanas e a democratização da gestão inframunicipal.</span></p>
<p><span class="text-strikethrough-none text-decoration-none font-feature-calt-off font-feature-clig-off font-feature-liga-off OYPEnA">Ana Fani é professora sênior do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, onde coordena o <a class="external-link" href="https://gesp.fflch.usp.br/">Grupo de Estudos sobre São Paulo - Geografia Urbana Crítica Radical</a>. No IEA ela coordena o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-teoria-urbana-critica" class="external-link">Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</a>. Sua formação acadêmica da graduação à livre-docência ocorreu na USP. </span><span style="text-align: justify; ">Realizou pesquisas de pós-doutorado nas Universidades Paris 1 Panthéon-Sorbonne e Paris Diderot. Tornou-se professora titular do Departamento de Geografia da FFLCH em 2005.</span><span style="text-align: justify; "> Foi professora visitante em universidades da Espanha, Argentina, México e Colômbia e coordenou ou coordena convênios com instituições acadêmicas em vários países europeus.</span></p>
<h3>Entrevista</h3>
<p><strong>3por1</strong> – Professora Ana Fani Alessandri Carlos, o direito à cidade permanecerá uma utopia enquanto o poder econômico controlar o desenvolvimento urbano?</p>
<table class="tabela-esquerda-borda-cinza">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center; "><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=xdzEHwZfFTE&amp;list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0&amp;index=1&amp;pp=iAQB"><strong><i>Assista ao<br />vídeo da<br />entrevista com<br />Ana Fani Alessandri Carlos</i></strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>AFAC</strong> – Quanto a isso, não resta a menor dúvida. O problema do crescimento e do desenvolvimento urbano é que o processo é feito a partir daquilo que interessa aos setores imobiliários e setores econômicos da nossa sociedade. O direito à cidade é um outro [diferente] da ideia de que a cidade é fonte de negócios. O direito à cidade está associado à ideia do fim da desigualdade socioespacial que nós estamos vivendo. Claro que a gente não pode acabar com essa desigualdade socioespacial de um dia para o outro, mas a gente precisa pensar na possibilidade de caminhar na direção de que o direito à cidade mobilize a sociedade para pensar uma outra cidade que não seja aquela dos negócios.</p>
<p><strong>3por1 </strong>– As regiões metropolitanas brasileiras estão adequadamente estruturadas para a atuação coordenada de seus municípios?</p>
<p><strong>AFAC</strong> – Veja, o debate sobre as regiões metropolitanas tem uma fase histórica que é a constituição do processo de urbanização que produz a grande cidade, que produz a metrópole, e o seu desenvolvimento e o crescimento da mancha urbana extrapolam o município central. E temos regiões metropolitanas que são leis, são formadas através de leis. Então nós temos dois movimentos contrários. Um que é o movimento natural do processo de urbanização, natural no sentido de que ele é socioespacial espontâneo, e aquele que é formulado através de lei. Essa formulação através de lei, ela agrupa municípios em função de gestão e não como um movimento de processo de urbanização.</p>
<p><strong>3por1</strong> – Para tornar mais democrática a governança de cidades com subprefeituras, caso de São Paulo, os subprefeitos e pelo menos parte de seus conselheiros não deveriam ser eleitos pelos moradores?</p>
<p><strong>AFAC</strong> – Veja, não resta a menor dúvida de quanto mais a sociedade puder escolher os seus governantes, mais próximo ela estará de uma vivência, de um cotidiano democrático. O problema é como se fazer esse tipo de votação e como é que se podem criar laços entre os candidatos e os eleitores, através de um amplo debate sobre o que é o bairro, sobre o que é a vida do bairro e como é possível a subprefeitura, através de um diálogo mais próximo com os cidadãos, com os habitantes da cidade, conseguir pensar primeiro no espaço mais restrito da vida para no segundo momento pensar, a partir do bairro, o que pensar ou como agir ou como interpretar e viver na cidade de forma mais ampla.</p>
<p><span class="discreet"><strong>Entrevista gravada em 12 de maio de 2025 na sede do IEA.</strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-23T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-discute-moradia-mobilidade-e-uso-do-espaco-publico">
    <title>Direito à cidade discute moradia, mobilidade e uso do espaço público</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-discute-moradia-mobilidade-e-uso-do-espaco-publico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/architecturaldesignarchitecturebrazil2065850.jpg/@@images/0f3567cc-b619-43b9-88a4-8c1079bcf27d.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O direito à cidade é uma ideia criada nos anos 60 que defende para todos os cidadãos moradia digna, transporte público de qualidade e a possibilidade de ocupar os espaços urbanos, tornando-os locais de troca de ideias e experiências. Para falar sobre essa ideia e como ela está aplicada nos centros urbanos brasileiros, o USP Analisa desta semana recebe a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP Raquel Rolnik.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Ela critica o processo de financeirização da moradia e da política habitacional voltada à compra da casa própria no Brasil. “Programa de casa própria, financeirizado ou não, nunca vai atingir aqueles que mais precisam. Porque quem mais precisa de casa não tem dinheiro para pagar o principal, que dirá com juros. Portanto não adianta, não tem malabarismo de sistema financeiro que consiga prover habitação para quem mais precisa, que é quem tem menos renda, mais vulnerabilidade, mais dificuldade, através de modelos como esse”.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Raquel fala ainda sobre a qualidade do transporte público nas médias e grandes cidades, que começou a melhorar um pouco quando a classe média – que, segundo ela, até o final do século passado, deslocava-se basicamente em automóveis – passou a utilizar com mais frequência o transporte coletivo.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">“Isso é muito visível em são Paulo, onde o sistema de transporte coletivo a meu ver, está muito longe de ser um bom transporte, mas melhorou significativamente com a expansão do metrô, a expansão da CPTM, a ligação do metrô com a CPTM. Isso vai gerando políticas como o bilhete único, a integração modal, os corredores exclusivos de ônibus, que vão melhorando o desempenho do transporte público de uma forma muito devagar ainda no nosso País”.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">A entrevista vai ao ar nesta quarta (15), às 18h05, com reapresentação no domingo (19), às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" style="padding-left: 0px; ">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-13T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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    <title>Dinâmicas Socioterritoriais na América Latina - 04 de junho de 2018</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-04T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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