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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/xvi-coloquio-internacional-de-geocritica">
    <title>XVI Colóquio Internacional de Geocrítica - A Ação Humana e a Mudança Climática (EVENTO ADIADO)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/xvi-coloquio-internacional-de-geocritica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="text-center" style="text-align: center; ">
<p class="mceContentBody documentContent" style="text-align: left; "><strong>EVENTO ADIADO - NOVA DATA SERÁ DIVULGADA OPORTUNAMENTE</strong></p>
<p class="mceContentBody documentContent" style="text-align: left; ">A problemática ambiental atual, centrada nas mudanças climáticas e suas consequências, não é um assunto meramente ambiental. Trata-se de discutir o modelo de geração de energia e o modelo econômico hegemônico, que é consumista e injusto.</p>
</div>
<p style="text-align: left; ">A Geografia tem que desempenhar um papel importante frente a esse enorme desafio, que envolve sua própria definição como ciência que estuda a dialética entre sociedade e ambiente, plasmada em territórios concretos e em diferentes escalas, desde a local à global.</p>
<p><strong>ÁREAS TEMÁTICAS</strong></p>
<p>A ação humana sobre o meio ambiente no último século</p>
<p>Ciência do clima e séries climáticas</p>
<p>As consequências das mudanças climáticas</p>
<p>A perda da biodiversidade</p>
<p>Mudanças climáticas e recursos hídricos</p>
<p>Iniciativas políticas e econômicas contra as mudanças climáticas</p>
<p>Iniciativas cidadãs contra as mudanças climáticas</p>
<p>Lutas sociais e mudanças climáticas</p>
<p>Ativismo jovem contra as mudanças climáticas</p>
<p>Justiça climática, transição justa e acesso aos recursos naturais</p>
<p>Conflitos socioambientais, riscos e territórios</p>
<p>Gestão da água no ciclo urbano e agrícola</p>
<p>Resíduos sólidos urbanos, redes de atores e inclusão social</p>
<p>Direito à cidade e Direito Humano à Natureza</p>
<p>Mitigação das mudanças climáticas em cidades</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">DATAS IMPORTANTES</span></strong></p>
<p><span>Inscrições de trabalho até: 10/01/2020</span></p>
<p>Data limite para o recebimento dos trabalhos finais: <strong>1 de abril de 2020</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong><strong>Acompanhe (em breve) as normas para envio dos trabalhos, atualizações e programação no site do evento: </strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong><strong><a href="https://www.even3.com.br/xvicoloquiointernacionaldegeocritica/">https://www.even3.com.br/xvicoloquiointernacionaldegeocritica/</a></strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong><strong><span>Serão disponibilizadas 60 vagas para o público ouvinte</span></strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-04T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/workshop-sistemas-inteligentes-em-perspectiva-3-de-dezembro-de-2018">
    <title>Workshop Sistemas Inteligentes em Perspectiva - 3 de dezembro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/workshop-sistemas-inteligentes-em-perspectiva-3-de-dezembro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Mauro Bellesa / IEA USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-06T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sistemas-inteligentes">
    <title>Workshop Sistemas Inteligentes em Perspectiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sistemas-inteligentes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pesquisas e projetos sobre inteligência artificial e aprendizado de máquina têm se tornado cada vez mais abrangentes, frequentes e fundamentais, mobilizando, no Brasil e no exterior, empresas, governos e universidades.</p>
<p>Nesse contexto, é importante que a USP, que já abriga numerosas iniciativas sobre o tema, articule sua presença e sua contribuição nesse assunto estruturante para o desenvolvimento econômico e social, considerando, além do autoaprendizado, capacidade de reconhecimento de padrões em grandes volumes de dados, e outros aspectos característicos da IA, questões culturais, éticas e morais.</p>
<p>Assim, a Pró-Reitoria de Pesquisa e o IEA realizam um encontro para apresentar as perspectivas e possíveis rumos acerca do tema e promover o recém-lançado edital <a class="external-link" href="http://prp.usp.br/wp-content/uploads/Portaria-PRP-668_-Sistemas-Inteligentes.pdf">Sistemas Digitais Inteligentes</a>, que visa fomentar pesquisas sobre o assunto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-27T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cooperacao-academia-industria">
    <title>Workshop identifica obstáculos e caminhos para a cooperação academia-indústria</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cooperacao-academia-industria</link>
    <description>"Ciência &amp; Industria - Construindo Novos Caminhos em Tempos Desafiadores" foi o tema do encontro da série Strategic Workshops realizado no dia 19 de junho.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ciencia-e-industria-mesa-1" alt="Ciência e Indústria mesa 1" class="image-inline" title="Ciência e Indústria mesa 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A partir da esq., Paulo Saldiva, Cristovam Buarque, Marco Antônio Zago, José Eduardo Krieger e Marcos Buckeridge durante a abertura do encontro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O desempenho do Brasil em termos de inovação tem sido prejudicados por diversos fatores, principalmente pela falta de definição do novo marco regulatório para a ciência, tecnologia e inovação (CT&amp;I) e pelos cortes orçamentários. <span>O workshop </span><i>Ciência &amp; Indústria - Construindo Novos Caminhos em Tempos Desafiadores</i><span>, realizado no dia 19 de junho, discutiu várias iniciativas acadêmicas, empresarias e das agências de fomento para a superação desses e outros entraves à inovação.</span></p>
<p>Foi mais um encontro da série Strategic Workshops, organizada pela Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP e pelo IEA, com apoio da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp). O Núcleo de Política e Gestão Tecnológica (PGT) da USP também atuou na organização do evento.</p>
<p><strong>Papel da USP</strong></p>
<p>Na abertura do workshop, o reitor da USP, Marco Antônio Zago, disse que é preciso reconstruir o país a partir da sociedade, não a partir dos políticos, e que adotou duas diretrizes em sua gestão dentro dessa perspectiva: a preservação da autonomia da universidade, “essencial para que exerça sua função central na sociedade”, e a ampliação do relacionamento externo, pois “é muito fácil falar da sociedade, mas muito difícil ouvi-la e fazer o que ela precisa”.</p>
<p>No âmbito desse relacionamento, Zago destacou o papel do Conselho Consultivo da USP, “com representantes de setores da sociedade, que está de fato influindo na vida da Universidade”.</p>
<p>No que se refere às ações para maior interação da USP com o setor produtivo, ele exemplificou com a assinatura de contratos com a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e o projeto para a construção de um prédio com 12 mil m<sup>2</sup> para iniciativas ligadas à inovação e ao empreendedorismo.  “Nesse local, jovens pesquisadores trabalharão com produção de games, soluções digitais para comunicação, equipamentos hospitalares e outros temas, num ambiente inovador e com forte relação com o mundo empresarial”.</p>
<p>Além de Zago, participaram da abertura o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), o diretor do IEA, Paulo Saldiva, e o presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp), Marcos Buckridge.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
</ul>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Video<br /><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/ciencia-industria-2013-construindo-novos-caminhos-em-tempos-desafiadores-parte-i" class="external-link">Parte 1</a> | </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/ciencia-industria-2013-construindo-novos-caminhos-em-tempos-desafiadores-parte-ii" class="external-link">Parte 2</a></span></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/ciencia-industria-2013-construindo-novos-caminhos-em-tempos-desafiadores-19-de-junho-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><strong>Outro evento</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/universidades-de-excelencia" class="external-link">Encontro analisa interdisciplinaridade e inovação em universidades de excelência</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><strong>Conceitos, Legislação e Diretrizes</strong></h3>
<p>A primeira sessão do workshop tratou dos empecilhos conceituais e regulatórios para a parceria entre instituições de ciência e tecnologia (ICT) e empresas. Para o presidente da Embrapii, Jorge Guimarães, o modelo de sua entidade pode ajudar a pensar na quebra de algumas dessas barreiras, por já ter se tornado uma experiência pedagógica em seus poucos anos de funcionamento.</p>
<p>O objetivo central da Embrapii é promover a inovação nas indústrias, “cuja grande maioria não possui centros de pesquisa”, por meio da diminuição de risco e custos para o desenvolvimento de soluções e produtos, explicou Guimarães.</p>
<p>A empresa também busca fomentar a colaboração entre empresas e as ICTs, com estas sendo credenciadas como unidades Embrapii destinadas à execução de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&amp;I) para as indústrias.</p>
<p>De acordo com Guimarães, esse modelo permite a negociação direta entre a unidade credenciada e a indústria. Com isso, os prazos de negociação são encurtados. O repasse de recursos da Embrapii é de natureza privada, o que permite à unidade de CTI contratar profissionais específicos para o projeto por meio da CLT.</p>
<p>“Atualmente temos 34 unidades credenciadas (12 são universidades) e até o final do ano termos 42, sendo 17 institutos privados e cinco públicos, entre eles o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Pauloualo. As 140 empresas participantes serão 200 no final do ano, com 280 projetos.”</p>
<p><strong>Marco legal</strong></p>
<p>A definição e implantação do novo marco regulatório para CT&amp;I foi o tema da exposição da presidente da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader.</p>
<p>Ela lembrou o fato de o Brasil responder atualmente por 2,7% da produção científica mundial, ficando em 13º lugar no ranking científico internacional, mas “com um nível de eficiência deprimente em termos de inovação, onde está na 69ª posição, com a queda de 6 posições de 2015 para 2016”.</p>
<p>Ela historiou o processo em andamento de definição do novo marco legal para CT&amp;I desde a inclusão do artigo 219-A na Constituição Federal por meio da aprovação por unanimidade da Emenda Constitucional nº 85, promulgada em fevereiro de 2015.</p>
<p>O desafio, segundo ela, é a derrubada dos oito vetos da ex-presidente Dilma a artigos da Lei 13.243. Além disso, “a regulamentação da lei pode anular o que já está nela e na Constituição”. Ela defendeu também a implantação de marcos legais de CT&amp;I nos estados e no Distrito Federal. “O único estado que fez algo foi o Acre, cujo Executivo encaminhou à Assembleia Legislativa uma proposta de adequação da legislação.”</p>
<p>Disse ainda que é preciso aprimorar a Lei do Bem (11.196/05), que estabelece incentivos fiscais a empresas inovadoras, alterar o Decreto 8.772/16, que regulamenta a Lei 13.123/15, que trata do acesso ao patrimônio genético e conhecimentos tradicionais, e barrar a tramitação de um projeto para uma nova lei das licitações que vai contra tudo que foi definido no marco legal.</p>
<p><strong>Projetos mobilizadores</strong></p>
<p>Para o presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luís Davidovitch, as diretrizes para o incremento e integração da ciência  e da indústria são: a redução dos entraves burocráticos, definição de marcos regulatórios, financiamento contínuo e adequado à pesquisa, reforma da educação – com indução da colaboração entre academia e indústria –, projetos mobilizadores e ambiente econômico favorável.</p>
<p>“O exemplo que gosto de citar de projeto mobilizador é o programa espacial americano, desenvolvido depois que o primeiro satélite soviético foi lançado.” Como exemplo do passado de atuação do setor privado na pesquisa, citou os projetos de inovação para telecomunicações desenvolvidos pelos Laboratórios Bell. “E na atualidade, há o trabalho para desenvolver o computador quântico feito por pesquisadores na Microsoft, IBM e Google.”</p>
<p>Entre as dificuldades do cenário brasileiro, Davidovitch mencionou a queda da participação de produtos industrializados nas exportações brasileiras desde 2015, as dificuldades orçamentárias do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e a perda de cérebros, com  jovens pesquisadores preferindo continuar no exterior depois da conclusão de suas pesquisas em outros países.</p>
<p>À título de comparação, ele citou a importância da participação da iniciativa privada no financiamento da pesquisa  nos EUA: “No MIT [Instituto de Tecnologia de Massachusetts], 19% dos recursos para pesquisas são pagos por empresas. A Universidade de Princeton recebeu US$ 400 milhões de ex-alunos em 2015, a Universidade Harvard obteve US$ 650 milhões.”</p>
<p><strong>Ensino</strong></p>
<p>As dificuldades na pós-graduação foram abordadas pelo secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, Álvaro Toubes Prata. Ele destacou o desenvolvimento do sistema desde os anos 60, mas criticou a falta de apoio que recebe: “A primeira dissertação de mestrado é de 1963 e a primeira tese de doutorado é de 1967. O que fizemos nesse curto período é incrível. O sistema tem melhorado cada vez mais, mas em função das restrições orçamentárias não tem recebido os incentivos que merece”.</p>
<p>Prata também falou sobre a necessidade de mudanças na graduação, que “não sabemos se é uma formação ou uma forma de profissionalização”. Ele defende que a profissão de “empreendedor” (independentemente do curso de formação) seja mais valorizada. “Há vida virtuosa para que gosta de ciência fora do ambiente universitário.”</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ciencia-e-industria-cristovao-buarque" alt="Ciência e Indústria - Cristovam Buarque" class="image-inline" title="Ciência e Indústria - Cristovam Buarque" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cristovam Buarque: "Razões corporativas da academia levam à falta de rigor na avaliação de programas de pesquisa"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Commodities x manufaturas</strong></p>
<p>Para Cristovam Buarque, "não bastam os políticos, é preciso haver ideias, filosofias na cabeça dos políticos”. O que está acontecendo é que “não temos coesão social e política e não temos um rumo para onde seguir”. Afirmou que “a indústria metal-mecânica se foi nos anos 80 e não nos preparamos para a nova era do conhecimento e para a falta de recursos.”</p>
<p>Vanderlei Salvador Bagnato, coordenador da Agência USP de Inovação (Auspin) comentou que, ao contrário do que fora dito pelo senador, “o Brasil tem um rumo: ser fornecedor de comida para o mundo”.  Enfatizou que as commodities do agronegócio possuem muita tecnologia no seu desenvolvimento e produção. A presidente do CNPq concordou com Bagnato e afirmou que “o Brasil já é o pais da segurança alimentar”. Ressalvou, no entanto, que a Embrapa vai perder competitividade em razão das restrições orçamentárias.</p>
<p>Ao comentar esses questionamentos, Buarque disse que não investir em tecnologia é trabalhar com demanda física. “Carne é mais importante que computador, mas computador a gente troca quando surge uma inovação”. Outra fragilidade do modelo, segundo ele, é que “a soja será levada para a África por empresários brasileiros, a produção ficando mais próxima da China”.</p>
<p><strong>Mentalidade</strong></p>
<p>Ainda em sua exposição, o senador apresentou críticas à academia e ao empresariado. Quanto à primeira, disse que razões "corporativas" levam à falta rigor na avaliação de programas de pesquisa "que, apesar de bons, são mais de interesse dos pesquisadores envolvidos do que da sociedade".</p>
<p>Buarque também fez críticas severas à mentalidade do empresariado brasileiro, “acostumado a viver às custas do Estado, sonegar impostos, importar tecnologias antigas e explorar o trabalhador”. Para mudar essa mentalidade, ele sugere que o BNDES só incentive empresas preocupadas com a inovação tecnológica e que alguns impostos sejam substituídos por tributo específico para o apoio à ciência e à tecnologia.</p>
<p>No debate após as exposições, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Eduardo Krieger, disse que entre os problemas citados pelos expositores não figurou o fato de o Brasil “ser campeão” em economia fechada: “Por que o empresariado investiria se a economia é fechada, se não tem de competir?”. Davidovitch respondeu que há outros mecanismos de estímulo: “A Oracle começou com uma encomenda CIA para um banco de dados”.</p>
<h3><strong>Estímulos às indústrias</strong></h3>
<p>A segunda sessão do encontro foi dedicada às formas de estimular a demanda da indústria por ciência. O coordenador da Agência USP de Inovação, Vanderlei Salvador Bagnato foi o moderador e destacou que a melhor forma de promover isso é a criação pelas universidades de parques tecnológicos e incubadoras. “A USP não possui um parque tecnológico, mas tem incubadoras, até em associação em cidades onde não possui campus.”</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ciencia-e-industria-carlos-americo-pacheco" alt="Ciência e Indústria - Carlos Américo Pacheco" class="image-inline" title="Ciência e Indústria - Carlos Américo Pacheco" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Carlos Américo Pacheco: "A cooperação universidade-empresa é importante, mas não substitui o esforço interno das empresas”</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um dos expositores da sessão foi o presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp, Carlos Américo Pacheco, para quem a inovação é um fenômeno empresarial dependente de investimento, crédito e outros fatores: “As empresas inovam por pressão do mercado. A cooperação universidade-empresa é importante, mas não substitui o esforço interno das empresas.”</p>
<p><strong>Financiamento privado</strong></p>
<p>Por outro lado, ele considera que as universidades não devem ver na cooperação com empresas uma forma de financiamento, mas sim uma maneira de ampliar as oportunidades para seus alunos. “No futuro o dinheiro virá do setor privado, mas vai ficar nele, não vai financiar as universidades”.</p>
<p>“Em todo lugar do mundo as políticas nacionais estimulam essa cooperação como forma de criar oportunidades para os alunos, até para justificar o investimento público em pesquisa e a contribuição dela para a sociedade.”</p>
<p>Pacheco foi um dos representantes das agências de fomento no workshop, por isso deu algumas informações sobre os programas da Fapesp para o estímulo à cooperação universidade-empresas.</p>
<p>Um deles é o programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), funcionando já há 20 anos, tendo apoiado 1.700 projetos de 1.100 empresas. “A geografia de implantação dos projetos segue mais ou menos a geografia dos principais campi no Estado de São Paulo. A taxa de mortalidade das empresas é muito baixa, ficando ao redor de 7%. Depois de oito anos elas atingem um faturamento de  R$ 20 milhões”.</p>
<p>Outra iniciativa da Fapesp é o Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (Pite), que possibilita a gestão conjunta de pesquisas sobre temas escolhidos pelas empresas. “Como spin-off desse programa surgiram os Centros de Pesquisa em Engenharia, projetos com dez anos de prazo em vez dos três ou quatro anos habituais do Pite.”</p>
<p>A fundação implantará um terceiro programa a partir de consulta pública sobre a criação de centros de engenharia em manufatura avançada (manufatura aditiva, sistemas ciber-físicos, sensores/rastreadores e aplicações de inteligência artificial).</p>
<p><strong>Ações do empresariado</strong></p>
<p>Uma das representante do setor privado na mesa foi Gianna Sagazio, diretora de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e coordenadora executiva da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI).</p>
<p>Ela disse que a MEI foi lançada 2008 com o objetivo de “contribuir com a elaboração de políticas de inovação efetivas e estimular as empresas a investir nessa atividade“. A entidade reúne 150 lideranças empresariais mais 400 pessoas, entre empresários, presidentes de conselhos e dirigentes de empresas.</p>
<p>Gianna afirmou que mesmo a ideia de criação da Embrapii surgiu e prosperou na MEI, que também gestou a criação de um programa envolvendo o BNDES e a Finep, além de atuar para a aprovação do novo marco regulatório de CT&amp;I.</p>
<p>Assim como a presidente da SBPC na primeira sessão, Gianna destacou o fato de o Brasil ter caído da 47ª para a 69ª no Índice Global de Inovação entre 2011 a 2017, sendo o 7º colocado entre os países da América Latina e o último entre os Brics.</p>
<p>“O Brasil tem um ambiente nada favorável para os negócios. Precisaria aumentar em 60% seus recursos financeiros e humanos e apresentar resultados 160% maiores para se comparar ao primeiro país do ranking, a Suíça.</p>
<p>Ela defendeu a adoção de planejamento de longo prazo para projetos estratégicos para o país, com encomendas tecnológicas que estimulem a relação entre instituições de pesquisa e empresas.</p>
<p><strong>A pesquisa nas empresas</strong></p>
<p>A mesa teve também a participação de representantes das áreas de pesquisa e desenvolvimento de duas empresas: o diretor executivo do Instituto Tecnológico Vale, Sandoval Carneiro Jr., e o líder do Social Data Analytics Group da IBM Research do Brasil, Cláudio Pinhanez.</p>
<p>De acordo com Carneiro Jr., a Vale criou a Gerência Executiva de Tecnologia e Inovação em 2009 para servir como ambiente de interação interna, com outras empresas e com instituições de pesquisa brasileiras. O resultado foi a implantação de dois Institutos de Tecnologia Vale, um em Belém, PA, voltado ao desenvolvimento sustentável, e outro em Ouro Preto, MG, dedicado à mineração.</p>
<p>Os dois institutos possuem parecerias com várias agências federais e estaduais e mais de 200 iniciativas com universidades e empresas fornecedoras de produtos e serviços. Há parcerias também com universidades do Chile, Japão, Suécia, África do Sul e de outros países e mestrados profissionais em Belém, Ouro Preto e Moçambique, segundo o expositor.</p>
<p><strong>Perspectivas</strong></p>
<p>O cenário favorável brasileiro no início da década fez com que o país fosse escolhido entre 150 candidatos para a instalação de um laboratório da IBM, informou Pinhanez.  “A disputa final ficou entre Brasil, Austrália e Emirados Árabes Unidos.”</p>
<p>“Era um momento bom na economia e na política. Poderíamos suprir as necessidades de muitas empresas que não possuem laboratórios. Entramos no mercado para competir com as universidades em certo nível de pesquisa.”</p>
<p>Dois atrativos do país para esse tipo de iniciativa da IBM são o grande número de pesquisadores com alta qualificação e um bom conjunto de incentivos governamentais, segundo Pinhanez.</p>
<p>Em 2010 foram inaugurados os laboratórios no Rio de Janeiro e na capital paulista, que contam atualmente com 70 doutores, brasileiros e estrangeiros, com uma média de uma nova contratação por mês. “Em 2016, os trabalhos resultaram em 101 publicações e 56 patentes depositadas. Nos sete anos de funcionamento, foram 412 publicações e 250 depósitos de patentes.”</p>
<p><strong>Competição limitada</strong></p>
<p>Ele apontou algumas dificuldades para vender ciência no Brasil: a competição no mercado é limitada e, portanto, há baixo incentivo à inovação; há poucas empresas de alcance global enfrentando forte competição internacional; e os juros altos tornam os investimentos de risco pouco atrativos, canalizando os recursos para o mercado financeiro. “Mas a academia não consegue inteferir nesses fatores.”</p>
<p>Pinhanez considera que os acadêmicos brasileiros devem se preparar para a competição com estruturas de pesquisas externas à universidade, inclusive vindas do exterior. “O mundo virá aqui para competir por ciência, inovação, e alunos. A pesquisa é algo internacionalizado hoje em dia e as  universidades têm todos os recursos para serem competitivas. “Como a USP vai se transformar para fazer frente à esse desafio?”, indagou.</p>
<p>Os outros problemas que ele identifica são a preocupação excessiva com o retorno do investimento em curto prazo e a mentalidade dos gerentes de inovação, “que não assumem riscos”.</p>
<p><strong>Gerações</strong></p>
<p>Pinhanez também criticou o perfil dos acadêmicos mais velhos, “tanto de direita quando de esquerda”, por serem “muito puristas”. Além da questão cultural, ele vê um problema geracional, pois considera a faixa etária abaixo de 40 anos mais apta a desenvolver inovação. “A idade média em Silicon Valley é de 35 anos. Em Israel é a mesma situação. A mudança tem de ser cultural.”</p>
<p>Essa tese de maior aptidão dos pesquisadores mais jovens para fazer inovação foi questionada no debate pelo presidente da Aciesp, Marcos Buckridge, e pelo coordenador científico do NGT-USP e vice-diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski, que disse ser mais baixa a taxa de mortalidade das start-ups lideradas por pesquisadores seniores, de acordo com pesquisas feitas nos EUA e em Israel.</p>
<p><strong>O caso Petrobras</strong></p>
<p>O gerente de Relacionamento com a Comunidade de C&amp;T da Petrobras, Eduardo Fernando dos Santos, disse que a empresa não tem problema para se beneficiar da ciência. Ele lembrou que em 1963 foi criado o seu Centro de Pesquisa, já em parceria com a UFRJ. Quando da descoberta dos campos gigantes na Bacia de Campos nos anos 80, foi instituído o Programa de Capacitação em Águas Profundas, responsável pelo desenvolvimento da tecnologia de produção de petróleo em lâminas d’água de até mil metros, que foi aprimorada para exploração até 2 mil metros de profundida nos anos 90, quando da descoberta de jazidas mais profundas.</p>
<p>“A descoberta da reserva do pré-sal em 2006 trouxe desafios tecnológicos imensos.” A partir do uso de recursos definidos pela cláusula de investimento em P&amp;D (0,5% da receita bruta da exploração dos campos de alta produção) em parcerias com a academia, “o pré-sal hoje é uma grande realidade, responsável atualmente por 58% da produção doméstica”.</p>
<p>Os resultados para a academia são imensos, segundo Santos. Ele disse que publicação do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) indicou que até 2013, tinham sido publicados 3.719 artigos publicados e produzidas 2.479 dissertações de mestrado e 1.738 teses de doutorado. “Esse trabalho também produziu um grande número de pesquisadores e bolsistas e originou cursos de graduação e pós-graduação.”</p>
<p>Mas há alguns problemas no sistema, admitiu: a burocracia rígida da Agência Nacional do Petróleo (ANP), das instituições de ciência e tecnologia, dos órgãos de controle e da própria Petrobras. Outro problema é como inserir na cadeia de valor inúmeras empresas que são geradas a partir desse relacionamento. “Há empresas que nem sequer conseguem fazer parte do cadastro de fornecedores da Petrobras, pois não podem atender certos requisitos, como experiência na área.”</p>
<p>No debate, Buckridge disse que artigo recente afirma que “a economia mundial já se descolou da dependência do petróleo, cujo espaço está sendo tomado pelas fontes renováveis”.  Diante disso, pergutou a Santo se  “vai valer a pena para o Brasil todo o investimento futuro da Petrobrás”.</p>
<p>O representante da Petrobras afirmou que discorda da ideia de que a economia mundial se desconectou do petróleo. “Enquanto houver grandes reservas ainda vai estar atrelada. A Petrobras não está fugindo desse debate, nosso plano de negócio é a reafirmação da empresa como indústria de energia. Além disso, haverá a matriz de transição baseada no gás natural. É difícil sair do petróleo, pois apesar de haver combustíveis substitutos, não há alternativa para outros produtos importantes da indústria petroquímica.”</p>
<p><strong>Diferença de valores</strong></p>
<p>Para o presidente da Opto Eletrônica, Jarbas Caiado de Castro Neto, também professor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, as dificuldades na relação entre universidades e empresas é que os dois lados possuem ideias e valores diferentes para um mesmo mundo. No entanto, acredita que a interação entre os dois setores não exige que as universidades estejam presentes nas empresas, mas que criem um ambiente favorável para elas.</p>
<p>“Criamos o Optical Innovation Universe em São Carlos, um grupo de ótica que não é uma enormidade e que teve um impacto grande no surgimento de empresas na região.”</p>
<p>Ele afirmou que uma das causas do baixo desempenho em inovação que o impressiona é a “falta de ambição dos estudantes brasileiros, falta de vontade de mudar sua cidade, a sociedade”.</p>
<p>Castro argumentou que a maioria das 10 empresas mais valiosas do mundo tem menos de 30 anos de vida. “As empresas de sucesso são muito valorizadas nos EUA. Pessoas como Steve Jobs e Mark Zuckenberg são tratados como popstars".</p>
<p>Para ele, se o Brasil quiser ser um país do Primeiro Mundo e gerar empregos para engenheiros e outros profissionais qualificados, deve questionar o modelo baseado na exportação de commodities.</p>
<h3>A atuação das agências de fomento</h3>
<p>A terceira e última sessão do workshop foi dedicada ao papel das agências de fomento como facilitadoras de interação universidade-empresa, tendo como expositores o presidente do CNPq, Mário Borges, e o superintendente da Regional São Paulo da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Oswaldo Massambani. A moderação foi de Glaucius Oliva, do IFSC-USP, ex-presidente do CNPq.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ciencia-e-industria-mario-neto-borges" alt="Ciência e Indústria - Mário Neto Borges" class="image-inline" title="Ciência e Indústria - Mário Neto Borges" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mário Borges: "Brasil tem desenvolvimento distorcido"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para Borges, o Brasil tem um “desenvolvimento distorcido”, porque desenvolveu muito bem a ciência, pouco a tecnologia e quase nada a inovação. “É bom que tenhamos desenvolvido a ciência. O representante da IBM destacou na sessão anterior que uma vantagem brasileira é a qualidade dos recursos humanos. Essa formação de mestres e doutores ocorreu graças ao trabalho do CNPq e da Capes, com programas que evoluíram independentemente dos governos.”</p>
<p>O que deve ser feito hoje, segundo ele, é atuar mais na tecnologia e inovação, sem descuidar da ciência, “para termos equilíbrio no desenvolvimento do Brasil e gerar riqueza.”</p>
<p><strong>Comércio exterior</strong></p>
<p>Ele citou exemplos do comércio exterior que justificam essa necessidade: “Nas importações brasileiras, as máquinas respondem por 27%, produtos químicos por 18%. Em comparação, das exportações, 7,6% são máquinas e 5,5% são produtos químicos. Um prejuízo considerável para a balança comercial”.</p>
<p>“Nossas commodities, embora tenham muita tecnologia, não serão suficientes para gerar riqueza, transformar o Brasil numa potência não só econômica, mas também social, científica e cultural.”</p>
<p>Além dos problemas de financiamento, ele cita outras três dificuldades do sistema: burocracia, falta de pessoal qualificado e desarticulação entre as agências. “Estamos tentando melhorar a articulação. Havia uma disputa  danada entre CNPq e a Finep, uma vez que os dois disputam verbas do FNDCT [Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico]. Levamos o escritório da Finep para dentro do CNPq para iniciarmos uma maior articulação.”</p>
<p>Ele também relacionou os atuais programas do CNPq ligado direta ou indiretamente à inovação:</p>
<ul>
<li>Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE), que concede bolsas a pesquisadores nas empresas; </li>
<li>Bolsas de Fomento Tecnológico; </li>
<li>Bolsa para Jovens Talentos, “para repatriar aqueles que foram atuar exterior”; </li>
<li>Bolsa para Jovens Talentos Inovadores;</li>
<li>Doutorado Acadêmico Industrial (“primeiro em parceria com a UFABC e agora a ser expandido para o ITA”);</li>
<li>Inova Talentos, em colaboração com o IEL e envolvendo empresas internacionais;</li>
<li>Agente Local de Inovação, em parceria com o Sebrae, para alunos de gradução. </li>
</ul>
<p><span>Em relação aos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), afirmou tratar-se de um programa prioritário da Presidência da República na área de tecnologia e inovação, ao lado do projeto de um satélite geoestacionário. “A boa notícia é que estamos ampliando o programa, vamos passar de 101 para 104 INTCs, tendo o apoio da Vale em 3 dos novos institutos e de fundos do Reino Unido e Alemanha para alguns existentes e outros a serem criados. Nossa meta é chegar a pelo menos 130 INCTs.”</span></p>
<p><strong>Investimentos e subvenção</strong></p>
<p>Massambani concentrou sua exposição nas iniciativas atuais e planejadas da Finep, financiadas em grande parte por recursos provenientes do FNDCT e voltadas ao atendimento de três finalidades: demanda espontânea de crédito pelas empresas, chamamentos públicos por meio de editais e encomendas governamentais.</p>
<p>Os projetos são avaliados a partir de cinco níveis crescentes de grau de inovação e risco tecnológico: pré-investimento, inovação para a competitividade, inovação contínua para desempenho, inovação pioneira, e inovação crítica. “Quanto maior a inovação e o risco, menor o custo do dinheiro”. Outros atrativos dos programas são os prazos maiores de carência e de pagamento.</p>
<p>Uma ação importante da Finep para alavancar empresas inovadoras são os investimentos diretos, com a aquisição de participação acionária, e indireto, através de fundos de investimento, afirmou o expositor.</p>
<p>Há também a subvenção (aporte de recursos não reembolsáveis), que exige uma contrapartida da empresa. “Isso acaba puxando a participação de capital privado para o processo de desenvolvimento, reduzindo o investimento público.”</p>
<p>Massambani destacou também o programa Inova Empresa, que prevê investimento em áreas estratégicas, fomento a planos de inovação empresariais e descentralização do crédito para pequenas e médias empresas.</p>
<p>Apesar das dificuldades orçamentárias, novas ações tem sido adotadas, de acordo com Massambani. É o caso do Finep Startup, que aporta até RS$ 1 milhão para empresas com receita bruta de até RS$ 3,6 milhões. “E estamos trabalhando na criação do Finep Conecta, que acopla crédito à subvenção.”</p>
<p>“Outra iniciativa relevante é a que está sendo desenvolvida com os núcleos de inovação tecnológica. A ideia é treinar agentes de inovação para que interajam com as empresas. Isso está sendo articulado com Fiesp, Ciesp, Sebrae, Investe São Paulo, Centro Paula Souza, Senai e institutos federais.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto 1: Fernanda Rezende/IEA-USP; Fotos 2,3 e 4: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-30T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-industria">
    <title>Workshop busca caminhos para ampliar interação academia-indústria</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/academia-industria</link>
    <description>O workshop "Ciência &amp; Indústria - Construindo Novos Caminhos em Tempos Desafiadores" realiza-se no dia 19 de junho, das 8h30 às 17h30, no IEA. O encontro faz parte da série "Strategic Workshops" e é organizado por Pró-Reitoria de Pesquisa, IEA, Núcleo de Política e Gestão Tecnológica e IEA, com apoio da Academia de Ciências do Estado de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/centro-de-simulacoes-do-tanque-de-provas-numerico" alt="Centro de Simulações do Tanque de Provas Numérico" class="image-inline" title="Centro de Simulações do Tanque de Provas Numérico" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Tanque de Provas Numérico (Centro de Simulações), parceria da USP com a Petrobras, que é uma das principais clientes, ao lado da Braspetro, da Marinha do Brasil e da Vale</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A USP conta com uma grande comunidade dedicada à pesquisa básica e aplicada, realizada com o apoio das agências estatais de fomento e com grande potencial para desenvolvimento e inovação (DI), além de possibilidades expressivas para inserção no setor industrial.</span></p>
<p><span>Nem sempre, no entanto, há o suficiente cuidado em disponibilizar os conhecimentos construídos no âmbito acadêmico - graças a expressivos recursos provenientes de impostos - à sociedade em geral e em especial à indústria.</span></p>
<p>Encontrar caminhos para eliminar essa distorção é o objetivo do workshop <i>Ciência &amp; Indústria - Construindo Novos Caminhos em Tempos Desafiadores</i>, que se realiza<i> </i>no <strong>dia 19 de junho, das 8h30 às 17h30</strong>, na antiga sala do Conselho Universitário, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet. (<i>Leia a <a class="anchor-link" href="#programa--o">programação</a> abaixo.</i>)</p>
<p>O encontro faz parte da série Strategic Workshops, iniciativa da Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP e do IEA, com apoio da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp). Desta vez a organização inclui também o <span>Núcleo de Política e Gestão Tecnológica (PGT) da USP. </span><span>O encontro é gratuito e aberto ao público, mas requer inscrição previa via </span><a class="external-link" href="https://goo.gl/oMq54z" target="_blank">formulário online</a><span>.</span></p>
<p><strong>Diálogo</strong></p>
<p><span>O intuito dos organizadores do workshop é acelerar a discussão sobre a interação academia-indústria no âmbito da USP. Para isso, convidaram para dialogar representantes de unidades da Universidade que se destacam em pesquisa, desenvolvimento e inovação - nas áreas tecnológica, social, educacional e de gestão -, de empresas e de entidades públicas e privadas relacionadas com a questão.</span></p>
<p>A expectativa é que o encontro colabore na identificação de rumos mais eficientes para as atividades em parceria entre os dois setores, além de estimular debates que contribuam para superar as dúvidas existentes sobre a aproximação entre academia e indústria.</p>
<p>Segundo os responsáveis pelo workshop, essa aproximação é benéfica para a academia e a indústria e poderá abrir novas oportunidades de financiamento à pesquisa básica independente na Universidade, fora do âmbito das agências estatais de fomento. "Também permitirá o aprimoramento na formação dos alunos e maior absorção dos egressos pela indústria, principalmente nas áreas de pesquisas básica, ainda pouco conhecidas pelas empresas."</p>
<p><strong>Riscos</strong></p>
<p>Para a comissão organizadora, devido ao relativo distanciamento entre academia e indústria, a nação e os brasileiros que investem na geração do conhecimento "correm o risco de não usufruir de produtos essenciais, que poderiam melhorar as condições socioeconômicas do Brasil e promover o país à sua tão esperada projeção internacional".</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p>OUTRO EVENTO</p>
<p><strong>Encontro Acadêmico Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência<br />15/5/2017</strong></p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/universidades-de-excelencia" class="external-link">Encontro analisa interdisciplinaridade e inovação em universidades de excelência</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-1" class="external-link">Vídeo 1</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-2" class="external-link">Vídeo 2</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-3" class="external-link">Vídeo 3</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-4" class="external-link">Vídeo 4</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-5" class="external-link">Vídeo 5</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-encerramento-e-momento-musical" class="external-link">Vídeo 6</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-15-de-maio-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<i>Leia outras notícias sobre a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-usp" class="external-link">USP</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-tecnologia" class="external-link">tecnologia</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-economia" class="external-link">economia</a></i>
<p> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Não somente o Brasil perde com essa situação: "A USP é que mais perde nesse processo". Por isso, os responsáveis pelo workshop consideram de forte interesse que a comunidade uspiana "entenda melhor seu potencial para DI, utilizando-o efetivamente em benefício da nação".</p>
<p>Entre os meios para isso, sugerem que os pesquisadores da USP "explorem melhor sua Agência de Inovação (Auspin) e as agências de fomento, contribuindo também para superar uma lacuna que o Brasil sofre desde seus primórdios: a condução de uma economia fracamente baseada no conhecimento gerado em suas próprias universidades".</p>
<p><strong>Estímulos</strong></p>
<p>Eles ressaltam, porém, que as agências de fomento estaduais e federais estimulam e investem seriamente em pesquisa, desenvolvimento e inovação. "Em São Paulo, com destaque à Fapesp, também o governo estadual procura estimular a academia à cooperação, através de mecanismos como o Plano Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação em São Paulo, em fase final de elaboração."</p>
<p>Várias indústrias nacionais e multinacionais também têm procurado estimular a comunidade acadêmica com a proposição de projetos de alto nível científico e oferta de recursos, segundo a comissão organizadora. "Dentro dessa rica atmosfera, a comunidade acadêmica deve buscar meios para melhor explorar essa disposição favorável das agências de fomento e do setor industrial, sempre preservando suas atividades de pesquisa básica, essenciais para o sucesso desse processo."</p>
<p><span>Ao falar em "indústria", a organização do encontro refere-se ao conjunto de atividades produtivas e de pesquisa, desenvolvimento e inovação realizadas fora do âmbito acadêmico tanto pela iniciativa pública quanto pela privada, abrangendo todos os setores econômicos, entre os quais: industriais, do agronegócio, extrativista, de serviços, sociais, educacionais, culturais e artísticos, de gestão e governamentais (municipais, estaduais e federais).</span></p>
<p>A coordenação do workshop é de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, vice-diretor do IEA e coordenador científico do PGT-USP; Tito José Bonagamba, diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, da Escola Politécnica (Poli). Os três e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela</a>, assessor técnico da PRP-USP, são os organizadores.</p>
<h3><a name="programa--o"></a>PROGRAMAÇÃO</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>8h30</strong></td>
<td>
<p><strong>Abertura - A Visão do Governo do Estado de São Paulo e da USP</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-antonio-zago" class="external-link">Marco Antônio Zago</a>, reitor da USP</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristovam-buarque" class="external-link">Cristovam Buarque</a>, senador (PPS-DF), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Inovação do Senado</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, pró-reitor de Pesquisa da USP</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, diretor do IEA</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp)</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<th>9h</th>
<td>
<p><strong>1ª Sessão - Quebrando Barreiras Conceituais e Regulatórias</strong></p>
<ul>
<li>Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristovam-buarque" class="external-link">Cristovam Buarque</a>, senador (PPS-DF), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Inovação do Senado</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alvaro-toubes-prata" class="external-link">Álvaro Toubes Prata</a>, secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC<i> </i></li>
<li>Jorge Almeida Guimarães, diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII)</li>
<ul>
<li>Moderador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp)</li>
</ul>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h</strong></td>
<td>
<p><strong>2ª Sessão - Como Estimular a Demanda da Indústria por Ciência</strong></p>
<ul>
<li><span>Sandoval Carneiro Jr, diretor executivo do Instituto Tecnológico Vale</span></li>
<li>Gianna Sagazio, diretora de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e coordenadora executiva da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI)</li>
<li>Cláudio Pinhanez, líder do Social Data Analytics Group da IBM (Research-Brazil)</li>
<li>Eduardo Santos, gerente de Relacionamento com a Comunidade de C&amp;T da Petrobras</li>
<li>Jarbas Caiado de Castro Neto, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e presidente da Opto Eletrônica</li>
<ul>
<li>Moderador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vanderlei-salvador-bagnato" class="external-link">Vanderlei Salvador Bagnato</a>, coordenador da Agência USP de Inovação (Auspin)</li>
</ul>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td>
<p><strong>3ª Sessão - Interação Ciência &amp; Indústria como Fator Estratégico de Desenvolvimento: O Papel das Agências de Fomento</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-americo-pacheco" class="external-link">Carlos Américo Pacheco</a>, diretor presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp</li>
<li>Mário Neto Borges, presidente do CNPq</li>
<li>Oswaldo Massambani, titular da Superintendência Regional da Finep em São Paulo</li>
<ul>
<li>Moderador: Glaucius Oliva, do <span>Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP</span></li>
</ul>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h</strong></td>
<td><strong>4ª Sessão - Rompendo Barreiras e Traçando Perspectivas<br /></strong>(Encerramento, Discussão Geral e Recomendaçoes)
<p><strong><i> </i></strong></p>
<ul>
<li>Moderadores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>,vice-diretor do IEA e coordenador científico do PGT-USP, e Tito José Bonagamba, diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left"> </p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<p><i><strong><i>Ciência &amp; Indústria - Construindo Novos Caminhos em Tempos Desafiadores</i><br /></strong>19 de junho - 8h30<br />Antiga Sala do Conselho Universitário, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, aberto ao público e com inscrição prévia via <a class="external-link" href="https://goo.gl/oMq54z" target="_blank">formulário online<br /></a>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição)<br /></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1678<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-e-industria-construindo-novos-caminhos" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/ciencia-e-industria-construindo-novos-caminhos</a></i></p>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Tanque de Provas Numérico da USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-06T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/walter-colli">
    <title>Walter Colli recebe prêmio do CNPq</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/walter-colli</link>
    <description>Ex-conselheiro do IEA, Colli é o vencedor da edição de 2014 do Prêmio Almirante Álvaro Alberto para a Ciência e a Tecnologia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/walter-colli" alt="Walter Colli - Perfil" class="image-left" title="Walter Colli - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O bioquímico Walter Colli<br /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O bioquímico <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/conselho-deliberativo/ex-conselheiros-2/walter-colli" class="external-link">Walter Colli</a>, ex-conselheiro do IEA, é o ganhador da edição de 2014 do Prêmio Almirante Álvaro Alberto para a Ciência e a Tecnologia, que este ano contemplou a área de Ciências da Vida.</p>
<p><span>Concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Fundação Conrado Wessel e a Marinha do Brasil, o prêmio é dedicado a pesquisadores brasileiros cuja produção acadêmica oferece contribuições relevantes para o desenvolvimento científico e tecnológico do país.</span></p>
<p><span>Colli é professor titular aposentado do Instituto de Química (IQ) da USP, onde atualmente é colaborador sênior e bolsista produtividade do CNPq. É médico e doutor em bioquímica pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), pós-doutor em biologia molecular pelo The Public Health Research Institute, EUA, e livre-docente pelo IQ. Foi presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e diretor-geral da Associação Brasileira da Tecnologia de Luz Síncrotron (ABTLuS). Desde 2003, é coordenador adjunto da Diretoria Científica da Fapesp.</span></p>
<p><span>A cerimônia de premiação de Colli será realizada em Brasília, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontece em outubro. O prêmio consiste em diploma, medalha e R$ 200 mil.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-12T21:45:34Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/ieas/visita-a-university-of-princeton-eua-17-a-19-de-marco-de-2013">
    <title>Visita a University of Princeton, EUA - 17 a 19 de março de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/ieas/visita-a-university-of-princeton-eua-17-a-19-de-marco-de-2013</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-03-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/virologia-prospectiva-estrategias-para-responder-a-emergencias-em-saude-7-de-agosto-de-2018">
    <title>Virologia Prospectiva: Estratégias para Responder a Emergências em Saúde - 7 de agosto de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/virologia-prospectiva-estrategias-para-responder-a-emergencias-em-saude-7-de-agosto-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-07T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/virologia-prospectiva-emergencias-em-saude">
    <title>Virologia Prospectiva: Estratégias para Responder a Emergências em Saúde </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/virologia-prospectiva-emergencias-em-saude</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Dada a história recente de recorrentes emergências virais no Brasil (ZIKV, CHIKV, YFV), e o cenário atual, onde antigas ameaças podem ser reintroduzidas (Sarampo, Pólio, etc), urge estabelecer estratégias proativas e integradas que enfrentem essas emergências. As diversas instituições no contexto acadêmico e de saúde publica realizam ações pulverizadas, que atendem a essas emergências responsivamente, mas não possuem mecanismos que consigam antecipar esses cenários, mitigando impactos econômicos e de saúde pública. Nesse contexto, para fomentar essa discussão, o presente workshop visa criar o espaço conexial para que pesquisadores e profissionais possam trocar ideias no âmbito de uma virologia prospectiva e as estratégias para responder à emergências em Saúde.</p>
<p><span>Iniciada em 2015, a série S</span><i>trategic Workshops </i><span>já promoveu 31 encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo.</span></p>
<div class="gmail_default">
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default">O objetivo​ deste workshop​ é incentivar a organização da pesquisa na USP em torno desse tema estratégico, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes Unidades.</div>
<div class="gmail_default"><strong><br /></strong></div>
<div class="gmail_default">
<p><strong>Coordenação:</strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-zanotto" class="external-link"> Paolo Zanotto</a> (ICB USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-pereira-de-souza" class="external-link">Renato Pereira de Souza</a> (Instituto Adolfo Lutz); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/camila-malta-romano" class="external-link">Camila Malta Romano</a> (HC USP e Instituto de Medicina Tropical USP)</p>
</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><strong>Organização:</strong> Paolo Zanotto (ICB USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-tavares-magalhaes" class="external-link">Ana Paula Tavares Magalhães</a> (PRP USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela</a> (IQSC e PRP USP)</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-18T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/video-apresenta-a-pesquisa-de-paulo-saldiva-sobre-poluicao-do-ar">
    <title>Vídeo apresenta a pesquisa de Paulo Saldiva sobre poluição do ar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/video-apresenta-a-pesquisa-de-paulo-saldiva-sobre-poluicao-do-ar</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <a class="external-link" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/en/2016/10/20/profile-paulo-saldiva/?cat=videos-en">Pesquisa Fapesp</a> fez um vídeo, legendado em inglês, que apresenta de forma didática o trabalho que o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, vem realizando há anos como pesquisador dos efeitos da poluição do ar na saúde humana.</p>
<p>Entusiasta do tema e apaixonado pela capital paulista, Saldiva lembra que “poluição do ar não se resolve com remédio, nem com campanhas de saúde”. <span>A solução passa pelo </span>planejamento urbano, questões relacionadas à mobilidade, estudos sobre uso e ocupação do solo.</p>
<p>Enquanto o cigarro é entendido como um tema de saúde pública, observa o pesquisador, a poluição do ar ainda não o é, mesmo que cerca de 14 mil pessoas morram precocemente em razão dela somente na cidade de São Paulo.</p>
<p>A pesquisa de Saldiva integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA, e que tem como objetivo desenhar propostas cientificamente embasadas que possam melhorar a qualidade de vida nas metrópoles.</p>
<p><iframe frameborder="0" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/80CmuYmxYOE" width="854"></iframe></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-31T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/vice-diretor-do-iea-representa-usp-em-comissao-da-capes">
    <title>Vice-diretor do IEA é representante da USP em comissão da Capes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/vice-diretor-do-iea-representa-usp-em-comissao-da-capes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-ary-plonski-2" alt="Guilherme Ary Plonski" class="image-left" title="Guilherme Ary Plonski" /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, vice-diretor do IEA, é o representante da USP na Comissão Especial formada pela Capes para acompanhar e monitorar a implantação do Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG-2011-2020). Instituída pela Portaria n° 58 de 18 de março de 2019, a comissão é composta por outros 11 membros, incluindo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, uma das titulares da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência, que representará a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>
<p>Os demais integrantes são Jorge Luís Nicolas Audy, da Pontifícia Universidade Católica (PUC/RS), que presidirá a comissão; Adalberto Luis Val, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa); José Fernandes de Lima, da Universidade Federal de Sergipe (UFS); Lúcia Galvão de Albuquerque, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp); Renato Machado Cotta, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Santuza Maria Ribeiro Teixeira, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Adalberto Grassi Carvalho, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); Flavia Calé Silva, da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG); Luiz Roberto Liza Curi, do Conselho Nacional de Educação (CNE); Márcio de Castro Silva Filho, do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Foprop).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-17T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/vice-coordenador-do-iea-polo-sao-carlos-participa-de-workshop-sobre-comunicacao-e-pesquisa">
    <title>Vice-coordenador do IEA Polo São Carlos participa de workshop sobre comunicação e pesquisa </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/vice-coordenador-do-iea-polo-sao-carlos-participa-de-workshop-sobre-comunicacao-e-pesquisa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/noticias/IMG_20150429_143614_edit.jpg/@@images/fad712f6-bab0-49b4-8dda-67fc1497999c.jpeg" alt="Hamilton_Workshop" class="image-left" title="Hamilton_Workshop" />O vice-coordenador do Instituto de Estudos Avançados Polo São Carlos Hamilton Varela participou, no dia 29 de abril, do workshop Comunicação e Pesquisa na Universidade de São Paulo, realizado pela Superintendência de Comunicação Social da universidade.<span> </span></p>
<p>O objetivo do evento foi reunir cientistas e jornalistas para discutir e propor meios que facilitem o fluxo da divulgação científica das Unidades de Ensino e Pesquisa para os veículos de comunicação. “Se não prestarmos conta do que fazemos, a sociedade vai pensar que somos apena uma escola de terceiro grau, e não um centro de pesquisa”, afirmou o vice-reitor da USP Vahan Agopyan.<span> </span></p>
<p>Varela, que também é assessor da Pró-Reitoria de Pesquisa da universidade, representou o pró-reitor José Eduardo Krieger no evento. “Quem conhece a USP por dentro se surpreende com a qualidade das pesquisas que são realizadas aqui, mas muitas delas não são divulgadas. Devido ao tamanho e à complexidade da universidade, essa tarefa está longe de ser trivial”, disse ele.<span> </span></p>
<p>O vice-coordenador do IEA Polo São Carlos citou alguns exemplos de iniciativas construídas com a Superintendência de Comunicação Social no sentido de ampliar a divulgação das pesquisas, como a série de reportagens sobre os Núcleos de Apoio à Pesquisa (NAPs) e os Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) existentes na universidade.<span> </span></p>
<p>O evento teve ainda duas mesas redondas: uma com a jornalista Mônica Teixeira, da Univesp TV, o jornalista da Folha de S. Paulo Marcelo Leite, o editor da Revista Pesquisa Fapesp Fabrício Marques e o editor do Jornal da USP Roberto Castro para mostrar a divulgação das pesquisas da universidade pela visão dos jornalistas; e outra reunindo pesquisadores da universidade para apresentar cases positivos de divulgação.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-05-11T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-arte-ieasc-venenosas">
    <title>Venenosas, Nocivas e Suspeitas: História de Mulheres, IAs e Plantas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-arte-ieasc-venenosas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><span> </span></span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Ciclo Arte Ciência Tecnologia 2024 - IEA Polo São Carlos</b></span></p>
<p><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Criado em 2023 e sediado no IEA-USP polo São Carlos, o </span><span><b>Grupo de Pesquisa ACT&gt;  Arte Ciência Tecnologia</b></span><span> tem por finalidade reunir pesquisadores e artistas para a proposição e a  reflexão sobre trânsitos conceituais e práticas interdisciplinares  entre arte, ciência e tecnologia, a partir de temas emergentes no  cenário contemporâneo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Para  esta etapa inicial foram selecionados 3 temas estratégicos:   Informação, Meio-ambiente e Infraestrutura,  a partir dos quais  intercruzamentos, articulações, reflexões e novos processos formativos  possam ser vislumbrados e experimentados.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p>O segundo encontro do Ciclo ACT&gt; traz a artista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giselle-beiguelman" class="external-link">Giselle Beiguelman</a> para discutir arte, ciência e inteligência artificial, a partir de seus  projetos artísticos mais recentes, como Botannica Tirannica.</p>
<p><b>GISELLE BEIGUELMAN</b></p>
<p>Artista  e professora da FAU-USP. Pesquisa acervos e métodos de preservação de  arquivos nato-digitais, arte e ativismo na cidade em rede e as estéticas  da memória no século 21. É coordenadora do Projeto Temático Fapesp <a href="https://acervosdigitais.fau.usp.br/" target="_blank"><span>Acervos Digitais e Pesquisa: arte, arquitetura e design</span></a> e autora de <a href="https://www.ubueditora.com.br/politicas-imagem.html" target="_blank"><span>Políticas da imagem: vigilância e resistência na dadosfera</span></a> (UBU  Editora, 2021; 2a ed. 2023) e Memória da amnésia: políticas do  esquecimento (Edições Sesc, 2019), entre outros. Suas obras artísticas  integram acervos de museus no Brasil e no exterior, como ZKM (Alemanha),  Jewish Museum Berlin, MAC-USP e Pinacoteca de São Paulo. Em seus  projetos recentes investiga a construção do imaginário colonialista das  artes e das ciências com recursos de Inteligência Artificial. Recebeu  vários prêmios nacionais e internacionais.</p>
<p>"Em  Botannica Tirannica, Giselle Beiguelman amplia o escopo de seu trabalho  para o campo da ciência e investiga a relação entre a ciência  hegemônica, a botânica clássica e o imaginário colonialista  historicamente presente nas formas de dominação da natureza.</p>
<p>Para  estabelecer uma genealogia científica do preconceito, Beiguelman  utilizou recursos de Inteligência Artificial para cruzar e combinar  várias espécies com nomes depreciativos. Num jardim pós-natural, nascem  híbridos, plantas ao mesmo tempo reais e inventadas, verdadeiras e  falsas, desfazendo assim o ímpeto taxonômico através dos seus corpos  estranhos e nomenclaturas impronunciáveis.</p>
<p>Contra  as forças taxonômicas, os binarismos impostos e as identidades fixas,  Botannica Tirannica revive as tradições de peregrinação e nomadismo para  reconhecer as plantas, em particular as “ervas daninhas”, como formas  de vida resistentes e resilientes, criaturas agora plantadas em jardins  reais e digitais. Desses jardins, elas não serão eliminadas." <i>Ilana Feldman / Fonte: <a href="http://desvirtual.com" target="_blank">desvirtual.com</a></i><b><span><br /></span></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-08T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-filantropia-ciencia">
    <title>USP sediará seminário internacional sobre filantropia na ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-filantropia-ciencia</link>
    <description>1º Seminário Internacional “Ciência Encontra a Filantropia" acontece dia 16 de abril, das 9h às 17h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No dia <b>16 de abril, das 9h às 17h</b>, será realizado o 1º Seminário Internacional “Ciência Encontra a Filantropia", destinado a promover o diálogo entre as comunidades científica e filantrópica no Brasil e com organizações internacionais dedicadas a essa interação [veja a <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-encontra-filantropia" class="external-link">programação completa</a>].</p>
<p>Organizado pelo Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência Gema Filantropia, do IEA, e pela Fundação José Luiz Egydio Setúbal (FJLES), com apoio do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), o seminário reunirá líderes de universidades, instituições de pesquisa, entidades filantrópicas, agências de financiamento, autoridades governamentais de ciência e tecnologia e pesquisadores engajados na causa.</p>
<p>O encontro é público e gratuito. Para participar é preciso realizar inscrição prévia online [clique <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeks-clg3qZz1yyko7cYiNVw4bUy8YCAM_Tp6MEup1z79he2Q/viewform" target="_blank">aqui</a><b> </b>para isso]. A atividade será realizada na Sala do Conselho Universitário, na rua da Reitoria, 109, Cidade Universitária, São Paulo. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA, sem necessidade de inscrição.</p>
<p><b>Objetivos e temas</b></p>
<p>Além de estimular a colaboração entre as comunidades científicas e filantrópicas brasileiras e criar canais de comunicação com entidades de filantropia científica internacionais, outro objetivo do encontro é divulgar o Gema Filantropia, buscando ampliar a rede de colaboradores e apoiadores do projeto.</p>
<p><span>A experiência internacional sobre a intersecção de filantropia e ciência será o tema da conferência de Joseph R. Betancourt, presidente do Commonwealth Fund, entidade sediada em Nova York, EUA, <span>que desde 1918 se dedica a apoiar a ciência, com ênfase no campo da saúde. </span></span></p>
<p>A mesa sobre iniciativas e desafios enfrentados pela filantropia científica no Brasil terá representantes do Instituto Serrapilheira e IEA.</p>
<p>As necessidades e propostas para a promoção de um ambiente legal favorável à filantropia na ciência serão debatidas por integrantes do Idis e do escritório SBSA Advogados. A última mesa tratará de estratégias e ações futuras para fortalecer a filantropia científica no Brasil.</p>
<p>No encerramento do seminário será lançado o livro "Filantropia de Risco: Do Desenvolvimento Científico ao Desenvolvimento Sustentável", publicado pela <span>FJLES e</span> considerado um passo importante para a discussão sobre o papel da filantropia no avanço científico sustentável. A autoria é de <span>Marcos Kisil, professor sênior da Faculdade de Saúde Pública da USP.</span></p>
<h3>Programação</h3>
<div id="parent-fieldname-programacao-8622a35a3f744dcf8b7c48908627c936">
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p><b>9h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p><b>Cerimônia de Abertura</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-gilberto-carlotti-jr" class="external-link">Carlos Gilberto Carlotti Junior</a> (reitor USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-luiz-setubal" class="external-link">José Luiz Egydio Setubal</a> (presidente FJLES), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a><span>, a confirmar</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link"> </a>(secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (IEA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a><b> </b>(diretora nomeada do IEA)<b><br /></b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>10h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Abordagens internacionais sobre a interseção de filantropia e ciência</p>
<p><b><i>Conferência </i></b>em inglês, sem tradução<b><i>, de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joseph-betancourt" class="external-link">Joseph R. Betancourt</a></i></b><i>, presidente do Commonwealth Fund</i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>11h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Um panorama das iniciativas e desafios enfrentados pela filantropia científica no Brasil</p>
<p><b>Palestrantes:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristina-caldas" class="external-link">Cristina Caldas</a> (Instituto Serrapilheira)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-vitor-almeida" class="external-link">Paulo Vitor Gomes Almeida</a> (IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>12h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p><b>Intervalo</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>14h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Contribuições e projetos da Universidade de São Paulo no campo da filantropia científica</p>
<p><b>Palestrantes:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helio-nogueira-da-cruz" class="external-link">Hélio Nogueira da Cruz</a> (FEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/amancio-jorge-oliveira" class="external-link">Amâncio Jorge de Oliveira</a> (Caeni-IEA/Museu Paulista-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>15h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Discussão sobre as necessidades e propostas para um ambiente legal favorável à filantropia na ciência</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-fabiani" class="external-link">Paula Fabiani</a> (IDIS)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lais-de-figueiredo-lopes" class="external-link">Laís de Figueirêdo Lopes</a> (SBSA Advogados)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>16h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Estratégias e ações futuras para fortalecer a filantropia científica no Brasil</p>
<p><b>Palestrantes:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-kisil" class="external-link">Marcos Kisil</a> (FSP-USP/IDIS)</p>
<p>Guilherme Ary Plonski (IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>16h30</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Lançamento do livro "Filantropia de Risco: Do Desenvolvimento Científico ao Desenvolvimento Sustentável", marcando um importante passo na discussão sobre o papel da filantropia no avanço científico sustentável</p>
<p>Marcos Kisil (IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gema Filantropia</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-10T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/usp-lecture-origins-of-the-genus-homo-09-10-2023">
    <title>USP Lecture: Origins of the Genus Homo - 09/10/2023 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/usp-lecture-origins-of-the-genus-homo-09-10-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>NPCEH</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evolução humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Paleontologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-01-08T19:35:10Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




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