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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 381 to 395.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/conversa-sobre-a-historia-da-terra-27-de-maio-de-2019">
    <title>Conversa sobre a História da Terra - 27 de maio de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/conversa-sobre-a-historia-da-terra-27-de-maio-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropoceno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-29T12:51:27Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversa-sobre-historia-terra">
    <title>Conversa sobre a História da Terra </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversa-sobre-historia-terra</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Faz pouco mais de trinta anos que a Terra passou a ser efetivamente estudada como um sistema singular. Pouco tempo para que se avalie as conquistas dessa empreitada. Mas já está bem claro o quanto pode ser abusiva - ou mesmo mistificadora - a vinculação da ideia de <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antropoceno">Antropoceno</a> a um suposto novo paradigma científico que já teria emergido com a dita <a class="external-link" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Earth_system_science">Earth System Science.</a></p>
<p>A nova Época pode ser muito bem (ou até melhor) definida, no âmbito mais restrito da História da Terra, pela singeleza da combinação de conhecimentos sobre a Grande Aceleração - oriundos da História Ambiental - à estratigrafia do Holoceno.</p>
<p>Tal é a polêmica tese defendida no livro <i>O Antropoceno e a  Ciência do Sistema Terra</i> (Editora 34, 2019), que estará no centro do diálogo com o mais destacado historiador ambiental do Brasil: José Augusto Pádua, autor de <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142010000100009&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">“As bases teóricas da história ambiental”</a>, Estudos Avançados 24 (68), 2010, p. 81-101).</p>
<p><strong>Exposição:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-augusto-padua" class="external-link">José Augusto Pádua</a> (UFRJ)</p>
<p><strong>Coordenação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga">José Eli da Veiga</a> (IEE/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropoceno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-07T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/-linguas-africanas">
    <title>Contribuições das Línguas Africanas na Constituição das Línguas Gerais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/-linguas-africanas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A costa brasileira, de norte a sul, estava repleta de portugueses, índios da terra e negros da Guiné, que viviam nas freguesias e trabalhavam nos engenhos e nas lavouras, segundo informações do próprio Anchieta.</p>
<p>A geografia do negro sobrepunha-se simultaneamente à do português e à do aldeamento indígena missionário, onde habitavam indígenas e jesuítas. Onde havia portugueses, havia também indígenas e escravizados africanos.</p>
<p>Nesta palestra, argumenta-se que a geografia da nomeação étnica é pautada por um critério estritamente político: a delimitação territorial das concessões portuguesas acabou praticamente por projetar-se no discurso científico, traduzindo-se como a delimitação entre “famílias linguísticas” que partilhassem semelhanças lexicais.</p>
<p>Examinaremos a convivência multiétnica e multilíngue favorecida pelos aldeamentos jesuítas e a escravidão simultânea de negros e indígenas nos engenhos e nas lavouras. Analisando o tupi descrito por Anchieta, uma nova abordagem será apresentada, segundo a qual o relacionamento histórico entre negros e indígenas deixou fortes marcas linguísticas da língua de Angola no tupi.</p>
<p><strong>Exposição:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laisa-tossin" class="external-link">Laisa Tossin</a> (UnB e BBM USP)</p>
<p><strong>Coordenação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-daniel-elias-farah" class="external-link">Paulo Farah</a> (FFLCH/Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA-USP )</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Território</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Negros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>África</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Linguística</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-04T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conselho-deliberativo-escolhe-nomes-para-periodo-sabatico-no-iea">
    <title>Conselho Deliberativo divulga selecionados para sabático no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conselho-deliberativo-escolhe-nomes-para-periodo-sabatico-no-iea</link>
    <description>Candidatos iniciam projetos de pesquisa em 2016.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Programa Ano Sabático do IEA, instituído pela <a href="http://www.leginf.usp.br/?resolucao=resolucao-no-7069-de-19-de-junho-de-2015" target="_blank">Resolução nº 7.069</a>, de 19 de junho de 2015, já tem os seis professores selecionados para desenvolver projetos de pesquisa individual no IEA. Com início a partir de 2016, as pesquisas terão duração de um ano.</p>
<p><span>Os candidatos foram escolhidos pelo Conselho Deliberativo (CD) do IEA, após consulta à Comissão de Pesquisa do Instituto. Os integrantes do programa contarão com o apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa, que destinará uma verba específica de auxílio para cada projeto aprovado.</span></p>
<p><span><strong>Os contemplados e seus projetos de pesquisa são:</strong></span></p>
<p><strong>Astolfo Gomes de Mello Araujo (MAE)</strong>, com "Ontologia e Epistemologia de uma (Inter)Disciplina: A Arqueologia como Paradigma de Interdisciplinaridade e suas Implicações Teóricas e Práticas";</p>
<p><strong><span>Dária Gorete Jaremtchuk (EACH e ECA)</span></strong>, com "<span>Exílio Artístico: Trânsito de Artistas Brasileiros para Nova York Durante as Décadas de 1960 e 1970</span>";</p>
<p><strong>Flavio Ulhoa Coelho (IME)</strong>, com o projeto "História do Pensamento Algébrico e seus Desdobramentos Didáticos";</p>
<p><strong>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira (ECA)</strong><span>, com "Dinâmicas Culturais Contemporâneas: Imbricações entre Singularidades, Coletivos, Tecnologias e Instituições Culturais na Perspectiva do Comum"; </span></p>
<p><strong>Maria de los Angeles Gasalla (IO)</strong><span>, com "Futuro das Sociedades Dependentes do Mar: Mudanças Climáticas, Desigualdades, e Cooperação em Sistemas Sócio-Ecológicos Complexos"; </span></p>
<p><span></span><strong>Rodolfo Nogueira Coelho de Souza (<span>FFCLRP</span>)</strong><span>, com "Invenção de uma Ópera: A Máquina de Pascal em Pernaguá".</span></p>
<p><span><strong>O programa</strong></span></p>
<p><span>A iniciativa inédita na USP e para o meio universitário brasileiro é uma antiga aspiração do Instituto. O Programa Ano Sabático do IEA permite a criação de um ambiente adequado à reflexão, na medida em que libera os docentes de seus encargos didáticos e administrativos para que possam participar integralmente das pesquisas propostas.</span></p>
<p><span>O próximo processo seletivo deverá ocorrer no segundo semestre de 2016.</span><span> </span><span>A disputa das seis vagas é destinada a candidatos com sete anos de efetivo exercício nas funções em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP). Cada candidato deve apresentar um projeto de pesquisa com o plano de trabalho para o período sabático desejado que, segundo as regras do programa, pode ser de seis ou 12 meses.</span></p>
<p><span>Os professores no exercício de período sabático no IEA terão como atribuições: realizar ao menos uma conferência pública por semestre de participação no programa e produzir um</span><span> </span><i>paper </i><span>inédito e original ou outro produto (livro ou obra de arte, por exemplo). No caso da produção de um</span><span> </span><i>paper</i><span>, este será publicado na revista "Estudos Avançados" e/ou no site do IEA.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-12-04T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-cientifica-na-sociedade-de-risco">
    <title>Conscientização sobre riscos globais deve ser componente da educação científica, diz pesquisador</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-cientifica-na-sociedade-de-risco</link>
    <description>Maurício Pietrocola, professor da Faculdade de Educação da USP participante do Programa Ano Sabático do IEA em 2019, desenvolve no Instituto a pesquisa Educação Científica e Sociedade de Risco.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mauriciio-pietrocola-pinto-de-oliveira-10-5-19/image" alt="Maurício Pietrocola Pinto de Oliveira - 10/5/19" title="Maurício Pietrocola Pinto de Oliveira - 10/5/19" height="404" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Maurício Pietrocola: ''A conscientização sobre riscos deve passar do nível local para o global''</dd>
</dl></p>
<p>Apesar das carências e desigualdades em muitas sociedades no acesso aos benefícios propiciados pelo desenvolvimento científico e tecnológico, grandes parcelas da humanidade desfrutam, em graus diversos, de melhorias significativas na qualidade de vida. Muitas dessas melhorias, no entanto, dão-se a custos elevados em termos ambientais, sociais e até culturais.</p>
<p>Isso sem falar em consequências muito mais sérias. A pesquisa sobre o núcleo atômico e o consumo de combustíveis fósseis, por exemplo, levaram a dois riscos civilizatórios: a possibilidade sempre presente de um conflito nuclear e as mudanças climáticas devido ao aquecimento global provocado pelos gases efeito estufa.</p>
<p>É notório também que a consciência sobre as implicações negativas de muitos dos hábitos de consumo e comportamento, como o uso indiscriminado de plásticos e automóveis ou o consumo exagerado de carne, tem crescido em parcelas significativas da população nas últimas décadas.</p>
<p>“O problema é que as pessoas ainda se preocupam basicamente com os impactos negativos no plano individual e local, sem considerar a inter-relação de todos os fatores em escala global”, afirma o educador Maurício Pietrocola, professor da Faculdade de Educação da USP participante do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> do IEA em 2019.</p>
<p><strong>Educação científica</strong></p>
<p>Pietrocola desenvolve no IEA o projeto Educação Científica na Sociedade de Risco. O objetivo é identificar como os estudantes do ensino básico podem ser despertados para a percepção dos riscos inerentes ao desenvolvimento científico e tecnológico, não só do ponto de vista local, mas também em conexão com aspectos globais. “Os jovens devem ser capazes de perceber os riscos, ter consciência de suas causas e implicações e estar aptos a adotar ações que contribuam para minimização desses riscos, não só no plano do indivíduo ou local, mas também no âmbito do planeta.”  Para que isso seja atingido, será preciso adequar a formação de professores e os currículos, afirma o pesquisador.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Programa Ano Sabático 2019</strong></p>
<p><strong>Notícias</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/os-projetos-dos-professores-sabaticos-de-2019" class="external-link">Programa Ano Sabático escolhe 7 pesquisadores para 2019</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-investiga-como-paises-do-brics-utilizaram-a-copa-do-mundo-para-aumentar-sua-influencia-global" class="external-link">Pesquisa analisa uso da Copa do Mundo por 3 Brics com o intuito de aumentar sua presença global</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/combate-a-corrupcao" class="external-link">Cientista político analisa mais de 3 mil operações da Polícia Federal</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/abordagens-evolucionistas-da-cultura" class="external-link">Nova área científica analisa transmissão cultural do ponto de vista evolucionista</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/coletivos-culturais-perifericos" class="external-link">Dennis de Oliveira analisa coletivos culturais periféricos da cidade de São Paulo</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O arcabouço sociológico utilizado por ele para caracterizar o período atual da humanidade como o de uma “sociedade de risco” baseia-se, sobretudo, nas formulações dos sociólogos Ulrich Beck (1944-2015) e Anthony Giddens.</p>
<p>No prefácio de “Modernização Reflexiva – Política, Tradição e Estética na Ordem Social Moderna”, livro publicado em 1995 pelos dois em parceria com Scott Lash, eles afirmam que, “enquanto espécie, já não temos garantida a nossa sobrevivência, mesmo a curto prazo – e tal é consequência das nossas próprias ações, enquanto humanidade coletiva”. Eles alertam que “novas áreas de imprevisibilidade são muitas vezes criadas pelas próprias tentativas que visavam a seu controle”.</p>
<p>Para eles, a grande relevância adquirida pelas questões ecológicas “deve-se ao fato de o ‘ambiente’ já não ser algo externo à vida social humana, e sim completamente impregnado e reordenado por ela. (...) O que era natural está hoje tão completamente enredado com o que é ‘social’ que, nessa área, já não podemos ter nada por garantido”.</p>
<p><strong>Modernidade tardia</strong></p>
<p>Na concepção de sociedade de risco formulada por Beck, explica Pietrocola, ele considera que a globalização desempenhou um processo fundamental na difusão dos riscos em escala mundial, inclusive pela difusão de tecnologias e industrialização , além de possibilidades e hábitos de consumo, num quadro em que a globalização é um dos motores do que Beck, Giddens e Lash chamam de modernidade tardia ou modernidade reflexiva.</p>
<p>"Somos uma sociedade que vive a pós-natureza, reflexo de como a tecnociência transformou a natureza em tecnonatureza; nesse tipo de modernidade, as preocupações centrais da sociedade mudam do desenvolvimento e implementação de novas tecnologias para o gerenciamento de riscos associados às tecnologias já existentes", comenta o pesquisador.</p>
<p>Ele explica que, até meados do século 20, pensava-se na educação científica quase que exclusivamente como uma espécie de qualificação para os jovens que pretendiam trilhar uma profissão de natureza científica ou tecnológica, de nível superior ou técnico.</p>
<p>“Depois da Segunda Guerra, passa-se a entender a educação em ciência como algo mais do que formar cientistas e técnicos e que a ciência e a tecnologia estão muito mais ligadas com a sociedade. Surge um movimento para pensar a importâncias da ciência para o cidadão que não vai ser um cientista ou técnico.”</p>
<p>Com isso, os currículos começam a ser reformulados para refletir a educação científica como um dos aspectos da formação para a cidadania. “Nos últimos 30/40 anos, temos trabalhado em currículos e na formação de professores com este fim.” No entanto, diz Pietrocola, essa preocupação ainda reflete uma orientação para boas práticas, “sobre o que se deve fazer ou não, com a ciência sendo uma ferramenta de graduação dessa escala”.</p>
<p>Em seus estudos, Beck vai começar a mostrar que a relação entre ciência e sociedade é tão complexa que não é mais possível distinguir onde começa uma ou outra, explica o pesquisador. "Certas práticas sociais só passaram a existir a partir da ciência e da tecnologia. Um exemplo disso é a comunicação. Até a invenção do telegrafo, a comunicação estava vinculada à velocidade dos cavalos mais rápidos. Hoje ela pode se dar em menos de um segundo." Beck também mostrou que o processo globalização passou a gerar vários tipos de riscos, diferentes daqueles existentes anteriormente, "riscos que a própria ciência e tecnologia criam".</p>
<p>De acordo com Pietrocola, os currículos escolares ainda estão muito voltados para riscos e necessidades individuais ou locais, como a importância de se usar filtro solar, por exemplo. "Mas se alguém resolve comprar um carro para ter maior comodidade de locomoção, não vai apenas contribuir com o congestionamento e poluição de sua cidade, também vai contribuir para o aquecimento global, para o derretimento das calotas polares, e para a submersão das Ilhas Maldivas."</p>
<p>As consequências nefastas "são distribuídas de maneira mais ou menos igual por todo o planeta". Ele explica que isso vai na contramão do que era a própria lógica do capitalismo, que procurava produzir riqueza num lugar e exportar os riscos (ambientais, sobretudo) para outro. "Lucro confinado e riscos também confinados era o padrão, com pneus usados, celulares quebrados e outros produtos e resíduos descartados sendo enviados para países pobres. Esse confinamento do risco desapareceu com a modernidade tardia.”</p>
<p><strong>Metodologia</strong></p>
<p>Pietrocola e seus orientandos estão trabalhando em duas frentes. Uma delas é centrada nos estudantes e primeiro irá mapear a percepção deles sobre os riscos decorrentes do desenvolvimento científico e tecnológico. "A perspectiva é que o nível dessa percepção seja muito baixo." Em seguida, o projeto atuará na conscientização sobre o alcance global de riscos antes tidos como apenas impacto local. A terceira fase será dedicada à identificação de ações educacionais individuais e de grupo que possam contribuir para a redução dos riscos nos âmbitos local e global.</p>
<p>"Se conseguirmos que os alunos trilhem essas três etapas, teremos de trabalhar também em outra frente, que envolve acréscimos curriculares e formação de professores para utilização metodológica." Austrália, Reino Unido e Estados Unidos já tratam da questão do risco em seus currículos, "mas não sei até que pontos os riscos civilizatórios são abordados", comenta. No caso brasileiro, ele considera que é dada ênfase apenas em riscos onde a percepção é de impacto local.</p>
<p>No segundo semestre, Pietrocola pretende iniciar o trabalho com professores de uma escola pública do município de Osasco e realizar um ciclo de seminários sobre o princípio de precaução, desigualdade, aquecimento global e outros temas com especialistas brasileiros e dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Em 2020, o projeto atuará em escolas, ocasião em que será possível verificar o quanto professores e estudantes já estarão sensibilizados para a questão dos riscos globais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-10T16:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencias-sobre-o-tempo-comecam-nesta-segunda-20">
    <title>Conferências sobre o tempo começam nesta segunda, 20</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencias-sobre-o-tempo-comecam-nesta-segunda-20</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Começam nesta segunda-feira, 20, as conferências sobre o “tempo” na Intercontinental Academia. Antes, no entanto, os participantes irão ouvir de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a>, então reitor da USP no ano de criação do IEA, uma análise crítica sobre os 80 anos da universidade.</p>
<p>Em seguida, às 10h30, iniciam-se as conferências temáticas, que acontecerão na Sala do Conselho Universitário da USP, localizada no andar térreo do prédio da Administração Central (<span>rua Praça do Relógio, 109, térreo, prédio da Administração Central - Cidade Universitária).</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">Acompanhe ao vivo</a>.</p>
<p>Veja a programação do dia:</p>
<p>8h30 – Aula magna José Goldemberg</p>
<p>Tema: Os 80 anos da Universidade de São Paulo: uma análise crítica</p>
<p>10h30 – Conferência com Matthew Kleban</p>
<p>Tema: Cosmic History and Time’s Arrow</p>
<p>14h – Conferência com Laymert Garcia dos Santos</p>
<p>Tema: Myth and Technoscience in Transcultural Amazonas</p>
<p>16h – Conferência com René Nome</p>
<p>Tema: Playing with Time in Chemistry</p>
<p>18h – Conferência com Eliezer Rabinovici</p>
<p>Tema: Constructing Time in Physics - Attempts</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-20T11:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dependencia-de-farmacos-importados">
    <title>Como superar a dependência de fármacos importados</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dependencia-de-farmacos-importados</link>
    <description>O webinar A Dependência Brasileira da Importação de Fármacos, realizado em 30 de agosto, tratou da dependência brasileira da importação de fármacos biológicos e sintéticos. O encontro fez parte da série Jornadas Científicas Contemporâneas, composta de sete webinars coordenados pelos participantes do Programa Ano Sabático em 2022.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/producao-de-biofarmacos" alt="Produção de biofármacos" class="image-right" title="Produção de biofármacos" /></span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Questão de segurança nacional e por isso merecedora de uma política de Estado. Assim o especialista em fármacos e medicamentos </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leoberto-costa-tavares">Leoberto Costa Tavares</a><span style="text-align: justify; ">, professor titular da Faculdade de Ciências Farmacêutica (FCF) da USP e participante do Programa Ano Sabático do IEA, vê a dependência brasileira da importação de fármacos biológicos e sintéticos.</span></p>
<p dir="ltr">Evidenciada na pandemia de Covid-19, essa dependência não é nova e coloca o país em condição de alta vulnerabilidade, segundo Tavares: “O Brasil tem autonomia na fabricação de medicamentos e consegue atender a demanda da população, mas essa autonomia é parcial, já que depende da importação de fármacos, principalmente da China e da Índia, principais fornecedores internacionais.”</p>
<p dir="ltr">Para discutir as condições para a superação dessa independência, Tavares entrevistou quatro especialistas no webinar <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-a-dependencia-brasileira-da-importacao-de-farmacos">A Dependência Brasileira da Importação de Fármacos</a>, no dia 30 de agosto. O encontro fez parte da série <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-investigativas-ano-sabatico">Jornadas Científicas Contemporâneas</a>, composta de sete webinars coordenados pelos participantes do Programa Ano Sabático.  A série foi organizada em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação e integrou a programação do ciclo <a href="https://www.pensabrasil.usp.br/">USP Pensa o Brasil</a>, realizado de 29 de agosto a 2 de setembro.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminarios-sabaticos-2022" class="external-link">JORNADAS INVESTIGATIVAS CONTEMPORÂNEAS</a></p>
<hr noshade="noshade" size="3" width="100%" />
<p><span><strong>A Dependência Brasileira de Importação de Fármacos</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-a-dependencia-brasileira-da-importacao-de-farmacos">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>A Dimensão de Gênero nos Acordos de Ciência, Tecnologia e Inovação</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/igualdade-de-genero-e-estrategica-no-dialogo-politico-global-dizem-especialistas" class="external-link">Notícia</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-a-dimensao-de-genero-nos-acordos-de-ciencia-tecnologia-inovacao" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>Mutações do Ethos Escolar no Período (Pós-)Pandêmico</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/problemas-das-escolas-sao-anteriores-a-pandemia-mas-foram-acentuados-por-ela-avaliam-professores-em-evento-do-iea" class="external-link">Notícia</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-mutacoes-do-ethos-escolar-no-periodo-pos-pandemico" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>A Disciplina Arqueológica entre a Interdisciplinaridade e o Patrimônio Cultural</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-arqueologia-como-estimulo-a-nocao-de-pertencimento" class="external-link">Notícia</a></li>
<li>Vídeo</li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>O Laboratório de Estudos Línguísticos Transatlânticos (Lelt) Pensa o Brasil: Reflexões Interdisciplinares entre Línguística, História e Antropologia</strong></span></p>
<ul>
<li>Notícia</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-o-laboratorio-de-estudos-linguisticos-transatlanticos-lelt-pensa-o-brasil-reflexoes-interdisciplinares-entre-linguistica-historia-e-antropologia" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>Saúde Planetária na Prática: Da "Declaração de São Paulo às Ações Concretas"</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/saude-planetaria-demanda-acoes-concretas-e-dialogo-entre-areas-do-conhecimento-dizem-pesquisadores" class="external-link">Notícia</a></li>
<li>Vídeo</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">De acordo com Tavares, os posicionamentos discutidos pelos entrevistados levam a concluir que o Brasil tem condições de superar, ainda que parcialmente, a dependência de fármacos. No caso dos sintéticos, a independência total ou parcial dependerá de o país estabelecer uma política de Estado, a fim de promover o incentivo e financiamento à produção, sendo necessária também uma reserva de mercado inicial até que a atividade industrial se consolide, afirmou.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:320px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/leoberto-costa-tavares/image" alt="Leoberto Costa Tavares" title="Leoberto Costa Tavares" height="335" width="320" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:320px;">Leoberto Costa Tavares</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">“No caso dos biofármacos, a conclusão é que o Brasil tem grande possibilidade de se tornar independente e até exportador desses produtos, já que possui pessoal altamente qualificado e estrutura para a produção já instalada e em pleno funcionamento, faltando apenas aumentar o incentivo ao segmento que tem sido feito pelo Ministério da Saúde, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e agências de fomento à pesquisa, em especial a Finep e a Fapesp”, disse Tavares.</p>
<p dir="ltr">Os entrevistados do seminário foram: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adalberto-pessoa-junior">Adalberto Pessoa Junior</a>, professor livre docente da FCF-USP, pela qual é doutor em tecnologia bioquímico-farmacêutica, com pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/benedito-barraviera">Benedito Barraviera</a>,  professor titular de infectologia da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) da Unesp, onde coordena a implantação da fábrica de amostras de biofármacos no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (Cevap); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-graciano">José Antônio Graciano</a>, profissional do mercado atuando há 40 anos em laboratórios nacionais, nos últimos 10 anos envolvido no fornecimento de IFAs (insumos farmacêuticos ativos) por produtores internacionais aos laboratórios brasileiros; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lauro-moretto">Lauro Moretto</a>, consultor de inovação do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), mestre em tecnologia bioquímico-farmacêutica e doutor em ciência dos alimentos pela FCF-USP.</p>
<p dir="ltr">Em sua entrevista, Adalberto Pessoa Jr. explicou que os biofármacos são produzidos a partir de seres vivos ou processos biológicos, como bactérias, fungos, vírus e células animais, e são de grande importância, por exemplo, na produção de vacinas, como ficou demonstrado no caso da Covid-19. “Todo mundo está correndo atrás dessas tecnologias”, afirmou, lembrando que a Pfizer desenvolveu sua vacina de RNA mensageiro para o Sars-CoV-2 em menos de 70 dias. Outras tecnologias de vacina a partir de biofármacos são as de vírus desativado e as retrovirais.</p>
<p>Também está crescendo muito o desenvolvimento de medicamentos a partir de anticorpos monoclonais, muito utilizados no tratamento de câncer de forma muito específica e pontente e para o tratamento de doenças sem fármacos sintéticos disponíveis, acrescentou.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-antonio-graciano/image" alt="José Antônio Graciano" title="José Antônio Graciano" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">José Antônio Graciano</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Sobre a possibilidade de os biofármacos virem a substituir em parte os fármacos sintéticos (que respondem por 90% do total) a médio ou longo prazo, Pessoa Jr. afirmou que eles não devem substituir, mas complementar o uso de sintéticos. “O que se vê é que o aumento na utilização dos biológicos aumenta também a de sintéticos, pois um tratamento nunca é exclusivo de um ou de outro. A tendência é que haja uma mudança na proporção entre eles, com o uso de mais biológicos.”</p>
<p dir="ltr">Um dos fatores para a permanência dessa complementaridade é que o fármaco sintético é muito mais barato do que o biológico, mais caro porque a escala de produção é menor e as tecnologias envolvidas são mais complexas. Além disso, explicou, é relativamente fácil produzir um genérico do fármaco sintético, enquanto o biofármaco não permite a produção de algo idêntico, apenas biossimilar.</p>
<p dir="ltr">Provar que um biofármaco é similar ao de referência é processo muito complexo e caro, disse Pessoa Jr.: “A estrutura é, geralmente, uma molécula proteica e esse tipo de molécula é tão complexo que exige, para a comprovação de similaridade, que sejam feitas inúmeras análises físico-químicas, microbiológicas e estruturais, estudos in vitro e de atividades biológicas”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/venedito-barraviera/image" alt="Benedito Barraviera" title="Benedito Barraviera" height="363" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Benedito Barraviera</dd>
</dl></p>
<p>Quanto à possibilidade de o país se tornar independente da importação desses insumos, ele disse não ter dúvida quanto a isso e exemplificou com a produção de vacinas pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz.</p>
<p dir="ltr">Ele lembrou que em 2015 a Eurofarma desenvolveu o primeiro medicamento biossimilar da América Latina, o Fiprima (filgrastim), que começou a ser comercializado em 2016. Ele é indicado para pacientes que apresentam o sistema imunológico comprometido pelo tratamento quimioterápico. Por meio de acordo de transferência tecnológica, o medicamente é produzido também pela Fiocruz, para fornecimento ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p dir="ltr">“De lá para cá temos diversas empresas trabalhando com produção de biofármacos. Isso está crescendo porque temos pessoal altamente especializado, incluindo profissionais com doutorado e pós-doutorado em bioinformática, engenharia genética, tecnologia de fermentações, nanobiotecnologia, purificação biomolecular e formulação.” No entanto, falta mais investimento, pois grande parte dos especialistas está saindo do emprego por falta de oportunidades de trabalho, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Pessoa Jr. considera que a infraestrutura existente permite produção de biofármacos suficiente para atender parte significativa da demanda. Bio-Manguinhos, a unidade produtora de imunobiológicos da Fiocruz, “possui estrutura enorme de produção a partir da bactéria <i>Escherichia colli</i>, uma bactéria amplamente conhecida e responsável pela produção de muitos biofármacos”.</p>
<p dir="ltr">Quando se trata de proteínas muito especializadas, o volume não é tão grande, apontou. Por exemplo, a asparaginase é um medicamento para tratamento de leucemia linfoblástica aguda, que tem de 3 a 5 mil novos casos por ano. Para atender a esse mercado, o Brasil precisa importar o produto. Se tivéssemos um biorreator de apenas 100 litros, conseguiríamos produzir o necessário em seis meses de produção, afirmou.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/adalberto-pessoa-junior/image" alt="Adalberto Pessoa Junior" title="Adalberto Pessoa Junior" height="339" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Adalberto Pessoa Junior</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Com mão de obra, equipamentos de médio porte e infraestrutura, questiona-se por que o país ainda depende da importação. No caso da asparaginase, com mercado pequeno, Adalberto acredita que o biofármaco deveria ser produzido por algum órgão público para ser fornecido pelo SUS.</p>
<p dir="ltr">"Começamos a pesquisar a asparaginase em 2013, pois faltou o produto. Se o paciente ficar um mês sem tomar, morre. Era uma questão de independência, até de soberania nacional."</p>
<p dir="ltr">Para Leoberto, o norte a ser perseguido pelo Brasil é o aumento da produção e atendimento a países vizinhos, e essa é a proposta que tem sido feita em conversas com a Fiocruz, que tem a planta para <i>e. coli</i>, afirmou Adalberto. "A gente transferiria a tecnologia para fornecimento gratuito pelo SUS. O que sobrasse, seria vendido para o mercado latino-americano e depois para o resto do mundo."</p>
<p dir="ltr">Estamos produzindo uma asparaginase melhorada em relação ao que há no mercado, que causa diversos efeitos colaterais, disse Adalberto. Ele afirmou que um biorreator de mil litros abasteceria o Brasil e a América Latina, e acredita que isso é "altamente prioritário", não apenas enquanto questão econômica, mas de segurança nacional.</p>
<p dir="ltr">Cerca de 50 anos atrás, a China estava na mesma situação que o Brasil. Ela reagiu e agora é a principal fornecedora de biofármacos, disse Leoberto. "Os custos poderiam ser competitivos com os China, Índia e Itália, ou teríamos que fazer num primeiro momento uma espécie de reserva de mercado?", questionou.</p>
<p dir="ltr">Para Adalberto, isso depende do produto. No caso da dose da asparaginase, atualmente ela custa 1.600 dólares. "A chinesa está em torno de 60, 70 dólares, mas causa diversos efeitos colaterais." Avaliando o custo de produção da asparaginase peguilada, ele afirmou que seria possível produzi-la por 100 dólares a dose. "Eles também estão produzindo por menos de 100; vendem a 1600 porque são os únicos no mercado." A China apresenta mão de obra barata, mas tem custo de transporte, imposto e a questão da validade, que diminui conforme a demora para chegar nos hospitais brasileiros.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lauro-moreto/image" alt="Lauro Moretto" title="Lauro Moretto" height="255" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Lauro Moretto</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Para Graciano, o Brasil tem autonomia na produção e exportação de medicamentos, mas alta dependência de fármacos da China e Índia. Ele apontou que em 2021, o país importou  3,2 bilhões de dólares e produziu 338 milhões de dólares de IFA. "Entendo que não estamos dando a devida importância à necessidade de independência de insumos base para atendimento da população."</p>
<p dir="ltr">Em 2019, foi apresentada uma lei para privilegiar os registros de medicamentos que tenham IFAs nacionais. Está tramitando até hoje, mas não passou da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), lembrou. O mercado brasileiro farmacêutico é o oitavo do mundo, crescendo 5% ao ano.</p>
<p dir="ltr">Para Moretto, não apenas o governo federal poderia ter uma ação, como também vários governos estaduais poderiam ter plataformas próprias, além de pedir ajuda para o governo central e adquirir protagonismo no contexto geral.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Rogério Reis/Fiogruz; arquivo pessoal de Leoberto Costa Tavares; arquivo pessoal de José Antônio<br />Graciano; Secom-UFG; arquivo pessoal de Adalberto Pessoa Junior; Câmara Municipal de São Paulo</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Farmacologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-09-13T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/como-regular-a-cannabis-um-guia-pratico-29-06-2023">
    <title>Como Regular a Cannabis: Um Guia Prático - 29/06/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/como-regular-a-cannabis-um-guia-pratico-29-06-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Canabidiol</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Farmacologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Políticas Públicas de Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-07-05T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/como-a-usp-divulga-sua-producao-em-ciencia-inovacao-e-tecnologia-11-de-novembro-de-2015">
    <title>Como a USP Divulga sua Produção em Ciência, Inovação e Tecnologia - 11 de novembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/como-a-usp-divulga-sua-producao-em-ciencia-inovacao-e-tecnologia-11-de-novembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-18T16:21:17Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ia-monitoramento-epidemias">
    <title>Como a Inteligência Artificial Pode Transformar o Monitoramento de Epidemias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ia-monitoramento-epidemias</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-977cc96c-7fff-e9d0-e515-226bb3024875"><span>O monitoramento de epidemias ainda depende, em grande parte, de sistemas de informação de vigilância  de notificação de agravos, que enfrentam limitações na coleta e análise de dados em tempo real.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nesta conferência, </span><i>segunda do ciclo </i><b><i>“Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”</i></b><i>,</i><b><i> </i></b><span>serão exploradas iniciativas que aplicam técnicas inovadoras incluindo o uso de inteligência artificial e modelos de forecasting e/ou nowcasting para detectar surtos com maior agilidade e precisão ou coletam novas fontes de dados (e.g. Google Trends, Google Mobility, dados de mídias sociais, etc), ou criaram novos sistemas de informação (e.g. um data lake que permite integração de dados de várias plataformas) que podem permitir entender as evidências de uma potencial emergência precocemente. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Será discutido também o papel estratégico das universidades nesse cenário — como elas podem contribuir para o avanço dessas tecnologias e de que forma a disponibilização de dados pode potencializar o desenvolvimento de métodos cada vez mais eficazes para a vigilância epidemiológica inclusive as capacidades de realizar esforços para a detecção precoce de possíveis surtos.</span></p>
<p dir="ltr">O Ciclo é organizado pelos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-sara-levin" class="external-link">Anna Levin</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura">Deisy Ventura</a> (PPG em Saúde Global e Sustentabilidade da FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliseu-waldman" class="external-link">Eliseu Waldman</a> (FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ester-sabino">Ester Sabino</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lorena-barberia">Lorena Barberia</a> (FFLCH-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia">Nelson Gouveia</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-amelia-veras">Maria Amélia Veras</a> (Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo), <a class="external-link" href="https://www5.usp.br/reitoria/superintendencias/superintendente-de-saude/">Paulo Lotufo</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA e POLI-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-figueiredo-costa" class="external-link">Silvia Figueiredo Costa</a> (FM-USP).</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-30T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/comite-conclui-selecao-dos-jovens-cientistas-que-participarao-da-intercontinental-academia">
    <title>Comitê finaliza seleção dos jovens cientistas que participarão da Intercontinental Academia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/comite-conclui-selecao-dos-jovens-cientistas-que-participarao-da-intercontinental-academia</link>
    <description>Entre os pesquisadores selecionados, há representantes de três continentes e nove países: Alemanha, Reino Unido e Finlândia (Europa); Índia, Japão, China e Taiwan (Ásia), e Estados Unidos e Brasil (América). </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-da-intercontinental-academia/@@images/b3dc0e78-1318-4002-9cb3-0ca449544434.jpeg" alt="Logo da Intercontinental Academia" class="image-right" title="Logo da Intercontinental Academia" />O Comitê Sênior de coordenação da <a href="http://www.ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> (ICA) concluiu a última etapa do processo de seleção dos 13 pesquisadores que participarão do projeto piloto da iniciativa. O resultado foi a composição de um grupo plural, que contempla a diversidade geográfica e o diálogo entre Oriente e Ocidente almejado pelos idealizadores da primeira edição da ICA. Entre os cientistas, há representantes de três continentes e sete países: Alemanha, Reino Unido e Finlândia — Europa; Japão e China — Ásia; e Estados Unidos e Brasil — Américas. (<i>Veja os perfis de cada pesquisador abaixo</i>)</p>
<p>A seleção teve início na reunião do Comitê Sênior realizada em setembro de 2014 no <a href="http://www.frias.uni-freiburg.de/en/home">Instituto de Estudos Avançados de Freiburg</a> (Frias, na sigla em inglês), Alemanha, quando foram escolhidos os primeiros nomes. A fim de garantir a participação de jovens pesquisadores de diversos países, culturas e tradições acadêmicas, a decisão sobre os outros cientistas foi adiada para que houvesse tempo de novos candidatos, provenientes de outras regiões do mundo, se inscreverem.</p>
<p>O Comitê Sênior deu continuidade ao processo seletivo no  <a href="http://dim.mickey.tw/marketing/">3º Encontro de Diretores</a> dos <a href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study</a> (Ubias) — rede que reúne 34 institutos de estudos avançados baseados em universidades de todo o mundo, à qual a ICA está vinculada. Durante o evento, realizado em novembro de 2014 em Taipei, Taiwan, chegou-se a um acordo sobre a indicação de quatro novos candidatos, todos provenientes da Ásia. O processo foi finalizado em fevereiro de 2015, quando os dois últimos pesquisadores foram escolhidos.</p>
<p><strong>ACADEMIA INTERCONTINENTAL</strong></p>
<p>Sintetizada no conceito 2+2+2, a ICA consiste num projeto de cooperação acadêmica internacional, que visa a reunir dois institutos dos Ubias de dois continentes diferentes para desenvolver, ao longo de dois <i>workshops</i> interdisciplinares, uma pesquisa conjunta centrada num tópico temático transversal.</p>
<p>Sob a responsabilidade do IEA e do Instituto de Pesquisa Avançada (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, Japão, o projeto-piloto da ICA terá como tema "Tempo". O primeiro <i>workshop</i> acontece de 17 a 30 de abril, em São Paulo, e o segundo, a ser realizado em Nagoya, está previsto para janeiro/fevereiro de 2016.</p>
<p><strong>PARTICIPANTES DA ICA </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Américas</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/andre-cravo" alt="André Cravo Mascioli" class="image-inline" title="André Cravo Mascioli" /></td>
<td>
<div id="_mcePaste">
<p><i>André Mascioli Cravo — Brasil</i><br /> Psicólogo graduado pela USP, onde também doutorou-se em neurofisiologia e fez estágio de pós-doutoramento na Faculdade de Medicina (FMUSP). É professor de neurociência cognitiva do Centro de Matemática, Computação e Cognição da Universidade Federal do ABC (UFABC).</p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eduardo-almeida" alt="Eduardo Almeida" class="image-inline" title="Eduardo Almeida" /></td>
<td>
<p><i>Eduardo de Almeida — Brasil<br /> </i>Biólogo graduado pela Universidade de Minas Gerais e doutor em entomologia pela Cornell University, Estados Unidos.<br /> É professor do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/adriano-de-cezaro" alt="Adriano De Cezaro" class="image-inline" title="Adriano De Cezaro" /></td>
<td>
<p><i>Adriano de Cezaro — Brasil<br /> </i>Matemático graduado pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), doutor em matemática pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e pós-doutor pelo Instituto de Ciências da Computação da University of British Columbia, Canadá. É professor do Instituto de Matemática, Física e Estatística da FURG.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helder-nakaya-1" alt="Helder Nakaya - Perfil" class="image-inline" title="Helder Nakaya - Perfil" /></td>
<td>
<p><i>Helder Nakaya — Brasil</i><br /> Biólogo graduado pela USP, onde também doutorou-se em bioquímica e biologia molecular. Pós-doutor pela Emory University, Estados Unidos. É professor do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP e do Departamento de Patologia da Escola de Medicina da Emory University.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marius-muller" alt="Marius Müller - Perfil" class="image-inline" title="Marius Müller - Perfil" /></td>
<td>
<p><i>Marius Müller — Brasil (é alemão, mas representa a USP na ICA)<br /> </i>Biólogo graduado pela Christian-Albrechts-University, Alemanha, onde também doutorou-se em biogeoquímica marinha pelo Leibniz Institute of Marine Sciences, Alemanha. É pós-doutorado pelo Laboratório de Oceanografia Villefranche-sur-mer, França; e pelo Instituto de Estudos Marinhos da University of Tasmania, Austrália. É pós-doutorando no Instituto de Oceanografia (IO) da USP.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Nikki%20Moore-72.jpg" alt="Nikki Moore" class="image-inline" title="Nikki Moore" /></td>
<td>
<p><i>Nikki Moore — Estados Unidos</i><br /> Bacharel em artes pela Baylor University, Estados Unidos, e mestre em História, Teoria e Crítica da Arte e da Arquitetura / Master of Science in Architectural Studies em História (S.M.Arch.S) pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). É doutoranda em História da Arte na Rice University, Estados Unidos.</p>
<strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Ásia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Norihito-Nakamichi-72.jpg" alt="Norihito Nakamichi" class="image-inline" title="Norihito Nakamichi" /></td>
<td>
<p><i>Norihito Nakamichi — Japão<br /> </i>Graduado pela Faculdade de Agricultura da Universidade de Nagoya, Japão, onde também doutorou-se na mesma área. É professor associado do Instituto de Biomoléculas Transformadoras (ITbM, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/kazuhisa-takeda" alt="Kazuhisa Takeda" class="image-inline" title="Kazuhisa Takeda" /></td>
<td>
<p><i>Kezuhisa Takeda — Japão<br /> </i>Bacharel em literatura pela Universidade Reitaku, Japão, e doutor em estudos regionais pela Universidade Sophia, também no Japão. É professor assistente do Instituto de Estudos Avançados Waseda (WIAS, na sigla em inglês) e pesquisador do Instituto de Estudos Latino-americanos Waseda, ambos da Universidade Waseda, Japão.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/liu-yang-yang" alt="Liu Yang Yang" class="image-inline" title="Liu Yang Yang" /></td>
<td>
<p><i>Liu Yangyang — China<br /> </i>Bacharel pela Universidade Normal Nanjing, China, e doutor pela Universidade do Sudoeste, também na China. É professor associado do Departamento de Psicologia da Universidade Nanjing, na China.</p>
<strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Europa</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><br /></td>
<td>
<p><i>Boris Roman Gibhardt — Alemanha<br /> </i>Bacharel em Literatura Geral e Comparada, História da Artes e Musicologia pela Universidade Johannes Gutenberg Mainz, Alemanha, e doutor em Literatura Geral e Comparada pela Universidade Livre de Berlim. É professor de História da Arte na Universidade de Bielefeld, Alemanha, e pesquisador visitante do Instituto de Estudos Avançados / Centro de Pesquisa Interdisciplinar da instituição.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/david-gange" alt="David Gange" class="image-inline" title="David Gange" /></td>
<td>
<p><i>David Gange — Reino Unido<br /> </i>Historiador graduado pelo Trinity College da University of Cambridge, Reino Unido, onde também doutorou-se em história e fez estágio de pós-doutoramento. É professor sênior de história moderna da University of Birmingham.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eva-von-contzen" alt="Eva Von Contzen" class="image-inline" title="Eva Von Contzen" /></td>
<td>
<p><i>Eva von Contzen — Alemanha<br /> </i>Bacharel em Arte Inglesa e Clássica pela Ruhr-Universidade Bochum, Alemanha, onde doutorou-se em teoria da narrativa medieval inglesa. Foi pesquisadora visitante júnior do Instituto de Estudos Avançados de Freiburg (Frias, na sigla em inglês), também na Alemanha. É professora Ruhr-Universidade Bochum na área de Cultura, Literatura e Língua Inglesa Medieval e Antiga.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Valtteri-Arstila_72.jpg" alt="Valtteri Arstila" class="image-inline" title="Valtteri Arstila" /></td>
<td>
<p><i>Valtteri Arstila — Finlândia<br /> </i>Cientista Social graduado pela Universidade de Turku, Finlândia, onde também doutorou-se em filosofia. É pesquisador do Departamento de Ciências do Comportamento e Filosofia da Universidade de Turku.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"> Fotos: Arquivos pessoais</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-04T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-pesquisa-tem-novos-dirigentes">
    <title>Comissão de Pesquisa tem nova composição</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-pesquisa-tem-novos-dirigentes</link>
    <description>Conselho Deliberativo do IEA elegeu Alcindo Aparecido dos Santos, do Instituto de Química, novo vice-presidente da Comissão de Pesquisa, cuja Presidência foi assumida por Balbachevsky, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/elizabeth-balbachevsky/image" alt="Elizabeth Balbachevsky - Perfil" title="Elizabeth Balbachevsky - Perfil" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Elizabeth Balbachevsky</dd>
</dl></p>
<p>A cientista política <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elizabeth-balbachevsky" class="external-link">Elizabeth Balbachevsky</a>, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, tornou-se em junho presidente da Comissão de Pesquisa do IEA, no lugar do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, da Escola Politécnica, que passará a dedicar-se integralmente ao projeto do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/saude-planetaria-uma-abordagem-transdisciplinar-para-a-sustentabilidade-do-planeta-integrada-a-saude-humana" class="external-link">Grupo de Estudos Saúde Planetária</a>, sediado no IEA.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alcindo-aparecido-dos-santos/image" alt="Alcindo Aparecido dos Santos" title="Alcindo Aparecido dos Santos" height="181" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Alcindo Aparecido dos Santos</dd>
</dl></p>
<p>Balbachevsky era vice-presidente da comissão e automaticamente assumiu a Presidência, como preconiza o Estatuto da USP. Em razão disso, o Conselho Deliberativo do Instituto realizou eleição no dia 8 de junho para escolha do novo vice-presidente, tendo sido eleito o professor Alcindo Aparecido dos Santos, do Departamento de Química Fundamental do Instituto de Química.</p>
<p>Os outros candidatos ao cargo foram Ana Estela Haddad, professora da Faculdade de Odontologia e assessora técnica da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, e Luciano Vieira de Araújo, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades e assessor da Superintendência de Tecnologia da Informação.</p>
<p>Cabe à Comissão de Pesquisa avaliar propostas de projetos apresentadas por pesquisadores e grupos de pesquisa, levando em consideração as caraterísticas e prioridades acadêmicas do IEA.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Leonor Calasans/IEA-USP; Instituto de Química da USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institutional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-06-10T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-pesquisa-do-iea-tem-novos-presidente-e-vice-presidente">
    <title>Comissão de Pesquisa do IEA tem novos presidente e vice-presidente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-pesquisa-do-iea-tem-novos-presidente-e-vice-presidente</link>
    <description>No dia 21 de junho, o Conselho Deliberativo (CD) do IEA escolheu a chapa composta por Antonio Mauro Saraiva e Elisabete Moreira Assaf para ocupar os cargos de presidente e vice-presidente da Comissão de Pesquisa do Instituto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-920bdd36-2407-bba7-bf20-9989842b81f0"> </span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antonio-mauro-saraiva" alt="Antonio Mauro Saraiva - Perfil" class="image-inline" title="Antonio Mauro Saraiva - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Antonio Mauro Saraiva, novo presidente da Comissão de Pesquisa do IEA</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No dia 21 de junho, o Conselho Deliberativo (CD) do IEA escolheu a chapa composta por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elisabete-moreira-assaf" class="external-link">Elisabete Moreira Assaf</a> para ocupar os cargos de presidente e vice-presidente da Comissão de Pesquisa do Instituto. Até o momento, o principal cargo da comissão era ocupado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela</a>, professor do Instituto de Química da USP de São Carlos (IQSC), com vice-presidência de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-jose-da-costa-filho" class="external-link">Antônio José da Costa Filho</a>, vice-coordenador do Polo de Ribeirão Preto do IEA.</p>
<p dir="ltr"><span> </span><span>Saraiva é professor e chefe do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais (PCS) da Escola Politécnica (EP) da USP. Assaf é professora do Departamento de Físico-Química do IQSC.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span>A outra chapa concorrente tinha como candidata à presidência a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a>, da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, e à vice-presidência o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tito-jose-bonagamba" class="external-link">Tito José Bonagamba</a>, do Instituto de Física da USP de São Carlos (IFSC).</p>
<p><span><span> </span></span><span>“O IEA tem um papel de grande importância na USP e estaremos honrados em contribuir para cumprir sua função”, escreveram os ganhadores em sua carta de inscrição. “Acreditamos que nossa experiência prévia pode ser útil ao Instituto e a sua Comissão de Pesquisa”, concluíram. </span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-920bdd36-2407-bba7-bf20-9989842b81f0"><span>Saraiva e Assaf devem permanecer no cargo até o início de 2020, quando se encerra o mandato do diretor do IEA, Paulo Saldiva. </span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-28T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cnpq-estuda-transformar-bolsas-em-contratos-de-trabalho-temporarios">
    <title>CNPq estuda transformar bolsas em contratos de trabalho temporários</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cnpq-estuda-transformar-bolsas-em-contratos-de-trabalho-temporarios</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, presidente do órgão fala sobre essa medida e ações para aumentar a diversidade de gênero, racial e territorial entre os projetos de pesquisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b9324f47-7fff-2c8a-c5e2-28aabd4b4e47"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome54.png/@@images/734cfbb7-70f6-4d4d-82c0-19acbc0f5895.png" alt="" class="image-left" title="" />À frente da presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde o início do ano, o físico Ricardo Galvão tem como desafio não apenas ajudar a reestruturar a ciência brasileira, mas também atender diversas demandas importantes dos pesquisadores. Em entrevista ao USP Analisa, ele conversou sobre duas delas: a carreira do cientista e ações afirmativas que ampliem a diversidade de gênero, racial e também territorial entre os projetos de pesquisa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Galvão, é preciso tomar cuidado quando se fala em profissionalização do pesquisador, já que esse processo envolve a criação de um conselho para regulamentar e fiscalizar a profissão, restringindo a atuação do cientista. Segundo o professor, em vez de profissionalizar, o que se pode fazer é criar um contrato de trabalho específico com o pesquisador vinculado às bolsas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Eu e a professora Mercedes Bustamante, presidente da Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior], estamos formando um grupo de trabalho para estudar a viabilidade de usar a lei que foi aprovada ainda no governo Temer, que permite a órgãos públicos fazer contratações temporárias de até quatro anos. Então nós estamos estudando a possibilidade - e aí eu não quero animar todo mundo, porque estudo jurídico é complexo, não é imediato. Mas queremos fazer um estudo para que as bolsas se tornem contratos de trabalhos temporários, renováveis a cada quatro anos e CLT”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em relação à diversidade, o presidente do CNPq explica que vai passar aos Comitês de Assessoramento, responsáveis por analisarem os projetos de pesquisa, que sejam utilizados como critérios de desempate a igualdade de gênero, a questão racial e a distribuição territorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Na igualdade de gênero, sabemos como fazer; na racial, é mais complexo porque nós não temos os dados históricos. Os pesquisadores não eram requisitados a colocar a raça ao fazer sua aplicação. Nós temos agora, embora não seja obrigatório, muitos colocam quando assim o desejam. Então nesse ano já temos levantamento sobre isso. E o outro ponto é a questão territorial. Quando se faz uma equiparação entre projetos mais ou menos no mesmo nível, até com pouca diferenciação, mas que venha por exemplo de regiões como o Norte, o Centro-Oeste, que isso seja levado em conta ao atribuir as bolsas”, diz Galvão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-19T15:36:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inct-agroalimentar">
    <title>CNPq aprova proposta de INCT sobre sistema agroalimentar brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inct-agroalimentar</link>
    <description>Proposta de INCT sobre sistema agroalimentar brasileiro foi aprovada pelo CNPq no dia 30 de junho; iniciativa é coordenada pelo professor sênior Ricardo Abramovay e tem sede no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alimentos-vegetais" alt="Alimentos vegetais" class="image-right" title="Alimentos vegetais" />O IEA agora é sede de um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) do CNPq dedicado à erradicação da fome e à segurança alimentar no Brasil. A aprovação da iniciativa constou do resultado final da Chamada INCT 46/2024, divulgado no dia 30 de junho.</p>
<p>Com o título "Superar a Tríplice Monotonia do Sistema Agroalimentar", a proposta foi elaborada pela <a class="external-link" href="https://catedrajc.fsp.usp.br/">Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis</a> da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. O coordenador do novo INCT é o professor sênior do IEA e pesquisador da cátedra <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay" class="external-link">Ricardo Abramovay</a>. O total de recursos aprovado pelo CNPq para o instituto é de cerca de R$ 7,3 milhões.</p>
<p>Além da Cátedra Josué de Castro e do IEA, integram o INCT: o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP, a Embrapa Acre, o Instituto Federal Catarinense em Santa Rosa do Sul, o Instituto Fome Zero, o Centro de Pesquisa Climática Woodwell e Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam Amazônia). As instituições parceiras são a plataforma francesa Agropolis International e quatro institutos: Comida do Amanhã, Clima e Sociedade, Ibirapitanga e Folio.</p>
<p>De acordo com autores da proposta, o sistema agroalimentar contemporâneo responde por nada menos que um terço das emissões globais de gases de efeito estufa. Ele é também o mais importante vetor de erosão da biodiversidade e está na raiz de algumas das formas mais graves de poluição, afirmam.</p>
<p>"A ingestão de calorias e de produtos animais no mundo é muito superior às necessidades metabólicas das pessoas. Não é o aumento das safras que permitirá zerar a fome nas regiões onde ela se concentra e sim a estabilidade política, a conquista da democracia e de meios para o acesso a uma alimentação saudável e diversificada", acrescentam os pesquisadores.</p>
<p>Diante desse quadro, apresentam-se três desafios centrais (ligados à "triplice monotonia do sistema agroalimentar" brasileiro), segundo os responsáveis pelo INCT:</p>
<ul>
<li>elaborar métodos que permitam introduzir biodiversidade no interior das culturas agrícolas;</li>
<li>reduzir drasticamente o vínculo entre produção animal (sobretudo de aves e suínos) e o uso de antibióticos;</li>
<li>aumentar a diversidade da dieta, algo que passa tanto pela redução no consumo de produtos animais quanto pela quase completa eliminação dos ultraprocessados.</li>
</ul>
<p>A decisão de tratar desses desafios por meio de um INCT se deve ao fato de esse tipo de organização permitir a criação de redes de pesquisa, facilitando a colaboração entre diferentes instituições e pesquisadores, promovem a formação e qualificação de recursos humanos, e possibilitando a transferência de conhecimento e tecnologias para a sociedade, por meio de parcerias com o setor público e empresarial. Entre os objetivos do INCT estão:</p>
<ul>
<li>produzir uma agenda de inovações institucionais para a transição justa e sustentável do sistema agroalimentar brasileiro;</li>
<li>contribuir para a intensificação sustentável da pecuária bovina e, assim, para a redução de suas emissões de gases efeito estufa;</li>
<li>Contribuir para a transparência no uso de antimicrobianos na criação animal brasileira e para métodos produtivos que reduzam a concentração animal e o uso de antibióticos;</li>
<li>ampliar o bem-estar dos animais;</li>
<li>apresentar propostas abrangentes que possam garantir o acesso a alimentos saudáveis nas cidades;</li>
<li>investigar os potenciais impactos da redução do consumo de produtos de origem animal na ingestão de proteínas e nutrientes pela população brasileira.</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Governo de Rondônia</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agribusiness</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>INCT Agroalimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-10T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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