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<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-2025">
    <title>Edição 2025 do Programa Ano Sabático está com inscrições abertas para seleção de docentes da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-2025</link>
    <description>Anúncio da abertura de inscrições para a edição 2025 do Programa Ano Sabático do IEA. Os docentes da USP interessados em participar do processo seletivo devem efetuar sua inscrição até as 15h do dia 9 de setembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os docentes da USP interessados em participar da edição 2025 do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> do IEA devem se inscrever no processo seletivo até as <strong>15h do dia 9 de setembro.</strong> Os candidatos devem ter no mínimo sete anos de efetivo exercício de suas funções em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), completados até a data do início da pesquisa no Instituto.</p>
<p>Durante sua participação no Programa, que pode ser por seis meses ou um ano, os docentes selecionados ficarão dispensados de todas as atividades em sua unidade de origem, de maneira a poder atuar exclusivamente no IEA. A pesquisa deverá ter caráter interdisciplinar e ser desenvolvida na sede do Instituto, no campus da capital, ou em um dos Polos no interior, nos campi da USP em Ribeirão Preto, São Carlos e Piracicaba (em processo de ativação).</p>
<p>Os participantes receberão um auxílio único de até R$ 12 mil da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (parceira do IEA no programa) para despesas referentes ao projeto, tais como passagens aéreas, diárias, auxílio a pesquisadores e despesas com terceiros.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">Durante sua atuação no programa, os selecionados deverão realizar ao menos uma conferência por semestre de participação, bem como produzir um trabalho científico inédito e original </span><span style="text-align: justify; ">ou outro produto (tais como livro ou obra de arte), indicado em seu projeto<span>.</span></span></p>
<p>Para efetuar sua inscrição, o candidato deve enviar, via <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfxbyY9zA3nYp3d99ClbTdYFpxNewY5UepzSqTqN5Rm_caAhg/viewform">formulário on-line</a> [é necessário fazer login com conta USP], súmula curricular [segundo o modelo <a href="http://fapesp.br/5266" target="_blank">fapesp.br/5266</a>], projeto de pesquisa (com objetivos, justificativa e plano de trabalho) e as concordâncias para sua participação no Programa emitidas pelo conselho de departamento (ou colegiado equivalente) e pela congregação (ou instância equivalente) da sua unidade [veja mais detalhes no <a class="external-link" href="https://doe.sp.gov.br/executivo/universidade-de-sao-paulo/edital-iea-usp-08-2024-programa-ano-sabatico-iea-prpi-em-2025-20240703134123834425717">edital completo</a>].</p>
<p>O resultado da seleção será divulgado em <strong>18 de dezembro</strong>. Os docentes candidatos selecionados deverão iniciar suas pesquisas até março do próximo ano. No caso de participação por seis meses com início no segundo semestre de 2025, as atividades devem começar até agosto.</p>
<p>Considerados os integrantes da nona edição (2024), que iniciaram suas pesquisas em março, já são 62 os docentes da Universidades participantes do Programa [veja quem são eles em cada edição: <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conselho-deliberativo-escolhe-nomes-para-periodo-sabatico-no-iea">2016</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017">2017</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabaticos">2018</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2019">2019</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-2020">2020</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2021">2021</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2022">2022</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes/participantes-de-2023">2023</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes/participantes-de-2024" class="external-link">2024</a>].</p>
<p>O Programa é regulamentado pela <a class="external-link" href="https://leginf.usp.br/?resolucao=resolucao-no-7069-de-19-de-junho-de-2015">Resolução 7.069/15</a> da Reitoria da USP e pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/programaanosabaticoieaprpportaria.pdf" class="external-link">Portaria IEA/PRPI 01/21</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-07-03T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-debate-sobre-a-influencia-da-ia-na-vida-economica-e-social-e-sobre-como-controla-la">
    <title>Um debate sobre a influência da IA na vida econômica e social e sobre como controlá-la</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-debate-sobre-a-influencia-da-ia-na-vida-economica-e-social-e-sobre-como-controla-la</link>
    <description>o seminário "IA e a Ciência", que será realizado no IEA no dia 21 de junho, a partir das 9h, marca o lançamento da edição 141 da Revista USP, que contém o dossiê "Inteligência Artificial na Pesquisa Científica".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3><span><i>Será no próximo dia 21 de junho e refletirá sobre as ideias expostas no dossiê ”Inteligência Artificial na Pesquisa Científica” da edição atual da Revista USP</i></span></h3>
<p style="text-align: right; "><i>Por Luiz Roberto Serrano, da SCS-USP</i></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/imagem-com-o-tema-inteligencia-artificial/image" alt="Imagem com o tema inteligência artificial" title="Imagem com o tema inteligência artificial" height="310" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Imagem gerada por inteligência artifical que ilustra a capa da edição 141 da Revista USP</dd>
</dl></p>
<p>“Os embates tecnológicos e científicos ocorrem em meio ao esforço para integrar cada vez mais a IA na vida econômica e social, o que suscita dúvidas e medo sobre o grau de controle que a humanidade pode e quer ter sobre as novas tecnologias…”</p>
<p>“A IA é a mais poderosa tecnologia que a humanidade criou. É importante demais para que apenas poucas e gigantescas corporações tenham controle praticamente total sobre suas características e recursos. No mundo todo, o poder público tem a obrigação de colocar limites e salvaguardas para o uso, a pesquisa e o desenvolvimento da IA. Para manter a sociedade protegida e não apenas correr atrás do fato consumado.”</p>
<p>Os parágrafos acima são trechos da apresentação do dossiê "Inteligência Artificial na Pesquisa Científica", escrita por seu organizador, Glauco Arbix, professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e membro do Instituto de Estudos Avançados (IEA), ambos da USP, publicado na edição 141, da <a href="https://jornal.usp.br/revistausp/revista-usp-141-inteligencia-artificial-na-pesquisa-cientifica/">Revista USP</a>.</p>
<p>Pela relevância do tema, presente nas discussões dos meios científicos em todo o mundo, e para ampliar o debate em torno dele, a Superintendência de Comunicação Social da USP promove, em parceria com o IEA e o projeto Understanding Artificial Intelligence (UAI) do Instituto, o seminário "IA e a Ciência", que será realizado no IEA no dia 21 de junho, a partir das 9h.</p>
<p>Segundo Glauco Arbix, ainda no texto de apresentação, a “promessa de ganhos de produtividade e de eficiência, que acompanha a IA, contrasta com resultados adversos, algumas vezes inesperados, no mercado de trabalho, nas desigualdades sociais, na democracia. Dilemas éticos e morais surgem a cada experimento e justificam a busca de um marco regulatório capaz de colocar limites sem asfixiar a criatividade e a inovação”. O foco do seminário será, justamente, como construir o marco regulatório sobre o uso da IA.</p>
<p>Confira a programação do evento:</p>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p>Eugênio Bucci – superintendente de Comunicação Social e professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP.</p>
<p><strong>Apresentação da publicação e condução dos debates</strong></p>
<p>Glauco Arbix – professor titular do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e membro do IEA.</p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p>André Ponce de Leon – professor titular e diretor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP, Campus São Carlos;</p>
<p>Anna Helena Reali Costa – professora titular da Escola Politécnica da USP;</p>
<p>Fabio Cozman – professor titular do Departamento de Engenharia Mecatrônica da Escola Politécnica da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-17T15:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/foz-amazonas-pesquisas-conservacao-futuro">
    <title>A Foz do Amazonas: Pesquisas, Conservação e Futuro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/foz-amazonas-pesquisas-conservacao-futuro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Neste seminário serão abordados os eixos da pesquisa científica (meio físico,  biótico, sociodiversidade e uso dos recursos), preservação e conservação na bacia da Foz do Amazonas.</p>
<p>Nosso objetivo é conectar as equipes e pesquisadores que atuam na região da bacia da Foz do Amazonas de forma a otimizar os esforços para o entendimento, a conservação e o uso desta região.</p>
<p><b>Acesse os vídeos do evento <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=LAMQtD7LYg4&amp;t=708s">MANHÃ</a><span> e <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/live/JF3dQ20U-EQ?si=HUtVRp2JYHYi8P3d">TARDE</a></span><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/live/JF3dQ20U-EQ?si=HUtVRp2JYHYi8P3d"><span><br /></span></a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-20T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-arte-ieasc-venenosas">
    <title>Venenosas, Nocivas e Suspeitas: História de Mulheres, IAs e Plantas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-arte-ieasc-venenosas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><span> </span></span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Ciclo Arte Ciência Tecnologia 2024 - IEA Polo São Carlos</b></span></p>
<p><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Criado em 2023 e sediado no IEA-USP polo São Carlos, o </span><span><b>Grupo de Pesquisa ACT&gt;  Arte Ciência Tecnologia</b></span><span> tem por finalidade reunir pesquisadores e artistas para a proposição e a  reflexão sobre trânsitos conceituais e práticas interdisciplinares  entre arte, ciência e tecnologia, a partir de temas emergentes no  cenário contemporâneo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Para  esta etapa inicial foram selecionados 3 temas estratégicos:   Informação, Meio-ambiente e Infraestrutura,  a partir dos quais  intercruzamentos, articulações, reflexões e novos processos formativos  possam ser vislumbrados e experimentados.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p>O segundo encontro do Ciclo ACT&gt; traz a artista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giselle-beiguelman" class="external-link">Giselle Beiguelman</a> para discutir arte, ciência e inteligência artificial, a partir de seus  projetos artísticos mais recentes, como Botannica Tirannica.</p>
<p><b>GISELLE BEIGUELMAN</b></p>
<p>Artista  e professora da FAU-USP. Pesquisa acervos e métodos de preservação de  arquivos nato-digitais, arte e ativismo na cidade em rede e as estéticas  da memória no século 21. É coordenadora do Projeto Temático Fapesp <a href="https://acervosdigitais.fau.usp.br/" target="_blank"><span>Acervos Digitais e Pesquisa: arte, arquitetura e design</span></a> e autora de <a href="https://www.ubueditora.com.br/politicas-imagem.html" target="_blank"><span>Políticas da imagem: vigilância e resistência na dadosfera</span></a> (UBU  Editora, 2021; 2a ed. 2023) e Memória da amnésia: políticas do  esquecimento (Edições Sesc, 2019), entre outros. Suas obras artísticas  integram acervos de museus no Brasil e no exterior, como ZKM (Alemanha),  Jewish Museum Berlin, MAC-USP e Pinacoteca de São Paulo. Em seus  projetos recentes investiga a construção do imaginário colonialista das  artes e das ciências com recursos de Inteligência Artificial. Recebeu  vários prêmios nacionais e internacionais.</p>
<p>"Em  Botannica Tirannica, Giselle Beiguelman amplia o escopo de seu trabalho  para o campo da ciência e investiga a relação entre a ciência  hegemônica, a botânica clássica e o imaginário colonialista  historicamente presente nas formas de dominação da natureza.</p>
<p>Para  estabelecer uma genealogia científica do preconceito, Beiguelman  utilizou recursos de Inteligência Artificial para cruzar e combinar  várias espécies com nomes depreciativos. Num jardim pós-natural, nascem  híbridos, plantas ao mesmo tempo reais e inventadas, verdadeiras e  falsas, desfazendo assim o ímpeto taxonômico através dos seus corpos  estranhos e nomenclaturas impronunciáveis.</p>
<p>Contra  as forças taxonômicas, os binarismos impostos e as identidades fixas,  Botannica Tirannica revive as tradições de peregrinação e nomadismo para  reconhecer as plantas, em particular as “ervas daninhas”, como formas  de vida resistentes e resilientes, criaturas agora plantadas em jardins  reais e digitais. Desses jardins, elas não serão eliminadas." <i>Ilana Feldman / Fonte: <a href="http://desvirtual.com" target="_blank">desvirtual.com</a></i><b><span><br /></span></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-08T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/labart-mact-ufsm-pesquisa">
    <title>LABART e MACT/UFSM: Compartilhando Atividades de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/labart-mact-ufsm-pesquisa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><span> </span></span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Ciclo Arte Ciência Tecnologia 2024 - IEA Polo São Carlos</b></span></p>
<p><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Criado em 2023 e sediado no IEA-USP polo São Carlos, o </span><span><b>Grupo de Pesquisa ACT&gt;  Arte Ciência Tecnologia</b></span><span> tem por finalidade reunir pesquisadores e artistas para a proposição e a  reflexão sobre trânsitos conceituais e práticas interdisciplinares  entre arte, ciência e tecnologia, a partir de temas emergentes no  cenário contemporâneo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Para  esta etapa inicial foram selecionados 3 temas estratégicos:   Informação, Meio-ambiente e Infraestrutura,  a partir dos quais  intercruzamentos, articulações, reflexões e novos processos formativos  possam ser vislumbrados e experimentados.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>E para dar início às suas atividades junto ao público, o Grupo realiza o </span><span>Ciclo Arte Ciência Tecnologia 2024</span><span>, composto por 06 palestras com pesquisadores nacionais e internacionais, entre os meses de maio e novembro.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Abrindo  o ciclo, a prof. Dra. <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/0024977948247395">Nara Cristina Santos</a> e o  prof. Dr. <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/0928401209845183">Fernando Franco Codevilla</a>, ministrarão </span><span><span><span>a palestra<i> <b>LABART e MACT/UFSM: compartilhando atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação</b></i>, onde  apresentarão</span></span></span><span> as </span><span>experiências  do Laboratório de Pesquisa em Arte Contemporânea, Tecnologia e Mídias  Digitais, o LABART, e do Museu Arte Ciência Tecnologia, o MACT, ambos  vinculados à Universidade Federal de Santa Maria/RS.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Nara Cristina Santos</b></span><span><br /></span><span>Doutora  em Artes Visuais UFRGS (2004) e Doutorado Sanduíche na Paris VIII,  França (2001). Pós-Doutorado em Artes Visuais UFRJ (2012). Professora  Titular DAV/CAL/UFSM (1993- ), no Programa de Pós-graduação em Artes  Visuais/PPGART e na Graduação em Artes Visuais. Pesquisadora em  História, Teoria, Crítica e Curadoria da Arte Contemporânea, com ênfase  transdisciplinar em Arte, Ciência e Tecnologia. Lidera o grupo de  pesquisa Arte e Tecnologia CNPq e o LABART/UFSM (2005-). Coordena a área  de Artes do MACT/UFSM (2021-).</span><span><br /></span><b><span><br /></span><span>Fernando Franco Codevilla</span></b><span><br /></span><span>Doutor  em Artes pela UNESP (2015) e bolsa PVJ CAPES PrInt no Instituto  Politécnico do Porto (2024). Professor Adjunto no DAV/CAL/UFSM (2019-),  no Programa de Pós-graduação em Artes Visuais/PPGART e na Graduação em  Artes Visuais. Vice-líder do grupo de pesquisa Arte e Tecnologia CNPq,  do LABART e da área de Artes do MACT/UFSM (2023-). Tem interesse na  intersecção em Arte, Ciência e Tecnologia. Pesquisa e produz no campo  das artes do vídeo, arte sonora e arte quântica.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-08T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/nova-estoria-evolucao-humana">
    <title>Uma nova estória para a evolução humana feita de oportunidades, não seleção</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/nova-estoria-evolucao-humana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Como  a espécie humana veio a ser o que é, dona de um cérebro três vezes  maior do que o dos seus  ancestrais e capaz de estudar a si mesmo apesar de ser menor do que  vários outros? </span></p>
<p><span>A narrativa tradicional foca nas vantagens que teriam  sido objeto de seleção natural e várias excepcionalidades exclusivamente  humanas, mas a palestrante e sua linha de pesquisa  argumentam por uma nova narrativa onde ter mais neurônios custa caro em  tempo e energia; a evolução do tamanho do cérebro depende de  oportunidades energéticas; e, mais importante de tudo, não é necessário  ser "o mais apto", apenas funcionar. </span></p>
<p><span>No entanto, uma  vez tornado possível, um cérebro cheio de neurônios como o humano  começa a tomar as rédeas da própria vida e transforma evolução em  progresso graças à tecnologia e à cultura que ele se torna capaz de  construir - mas agora precisa cuidar para manter vivas.</span></p>
<p><span><b>Conferencista:</b></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suzana-herculano-houzel">Suzana Herculano-Houzel</a> (titular da Cátedra Otavio Frias Filho)</p>
<p><b>Comentaristas:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-chaves-de-melo-e-silva">André Chaves de Melo Silva</a> (coordenador acadêmico da Cátedra Otavio Frias Filho)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vinicius-mota">Vinícius Mota</a> (secretário de redação da Folha de S.Paulo)</p>
<div>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evolução humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Otavio Frias Filho</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-29T15:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/i-seminario-internacional-ciencia-encontra-a-filantropia-16-04-2024">
    <title>I Seminário Internacional "Ciência Encontra a Filantropia" - 16/04/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/i-seminario-internacional-ciencia-encontra-a-filantropia-16-04-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência Gema Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gema Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-24T16:16:23Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-filantropia-ciencia">
    <title>USP sediará seminário internacional sobre filantropia na ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-filantropia-ciencia</link>
    <description>1º Seminário Internacional “Ciência Encontra a Filantropia" acontece dia 16 de abril, das 9h às 17h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No dia <b>16 de abril, das 9h às 17h</b>, será realizado o 1º Seminário Internacional “Ciência Encontra a Filantropia", destinado a promover o diálogo entre as comunidades científica e filantrópica no Brasil e com organizações internacionais dedicadas a essa interação [veja a <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-encontra-filantropia" class="external-link">programação completa</a>].</p>
<p>Organizado pelo Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência Gema Filantropia, do IEA, e pela Fundação José Luiz Egydio Setúbal (FJLES), com apoio do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), o seminário reunirá líderes de universidades, instituições de pesquisa, entidades filantrópicas, agências de financiamento, autoridades governamentais de ciência e tecnologia e pesquisadores engajados na causa.</p>
<p>O encontro é público e gratuito. Para participar é preciso realizar inscrição prévia online [clique <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeks-clg3qZz1yyko7cYiNVw4bUy8YCAM_Tp6MEup1z79he2Q/viewform" target="_blank">aqui</a><b> </b>para isso]. A atividade será realizada na Sala do Conselho Universitário, na rua da Reitoria, 109, Cidade Universitária, São Paulo. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA, sem necessidade de inscrição.</p>
<p><b>Objetivos e temas</b></p>
<p>Além de estimular a colaboração entre as comunidades científicas e filantrópicas brasileiras e criar canais de comunicação com entidades de filantropia científica internacionais, outro objetivo do encontro é divulgar o Gema Filantropia, buscando ampliar a rede de colaboradores e apoiadores do projeto.</p>
<p><span>A experiência internacional sobre a intersecção de filantropia e ciência será o tema da conferência de Joseph R. Betancourt, presidente do Commonwealth Fund, entidade sediada em Nova York, EUA, <span>que desde 1918 se dedica a apoiar a ciência, com ênfase no campo da saúde. </span></span></p>
<p>A mesa sobre iniciativas e desafios enfrentados pela filantropia científica no Brasil terá representantes do Instituto Serrapilheira e IEA.</p>
<p>As necessidades e propostas para a promoção de um ambiente legal favorável à filantropia na ciência serão debatidas por integrantes do Idis e do escritório SBSA Advogados. A última mesa tratará de estratégias e ações futuras para fortalecer a filantropia científica no Brasil.</p>
<p>No encerramento do seminário será lançado o livro "Filantropia de Risco: Do Desenvolvimento Científico ao Desenvolvimento Sustentável", publicado pela <span>FJLES e</span> considerado um passo importante para a discussão sobre o papel da filantropia no avanço científico sustentável. A autoria é de <span>Marcos Kisil, professor sênior da Faculdade de Saúde Pública da USP.</span></p>
<h3>Programação</h3>
<div id="parent-fieldname-programacao-8622a35a3f744dcf8b7c48908627c936">
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="66">
<p><b>9h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p><b>Cerimônia de Abertura</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-gilberto-carlotti-jr" class="external-link">Carlos Gilberto Carlotti Junior</a> (reitor USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-luiz-setubal" class="external-link">José Luiz Egydio Setubal</a> (presidente FJLES), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a><span>, a confirmar</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link"> </a>(secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (IEA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a><b> </b>(diretora nomeada do IEA)<b><br /></b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>10h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Abordagens internacionais sobre a interseção de filantropia e ciência</p>
<p><b><i>Conferência </i></b>em inglês, sem tradução<b><i>, de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joseph-betancourt" class="external-link">Joseph R. Betancourt</a></i></b><i>, presidente do Commonwealth Fund</i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>11h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Um panorama das iniciativas e desafios enfrentados pela filantropia científica no Brasil</p>
<p><b>Palestrantes:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristina-caldas" class="external-link">Cristina Caldas</a> (Instituto Serrapilheira)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-vitor-almeida" class="external-link">Paulo Vitor Gomes Almeida</a> (IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>12h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p><b>Intervalo</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>14h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Contribuições e projetos da Universidade de São Paulo no campo da filantropia científica</p>
<p><b>Palestrantes:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helio-nogueira-da-cruz" class="external-link">Hélio Nogueira da Cruz</a> (FEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/amancio-jorge-oliveira" class="external-link">Amâncio Jorge de Oliveira</a> (Caeni-IEA/Museu Paulista-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>15h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Discussão sobre as necessidades e propostas para um ambiente legal favorável à filantropia na ciência</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-fabiani" class="external-link">Paula Fabiani</a> (IDIS)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lais-de-figueiredo-lopes" class="external-link">Laís de Figueirêdo Lopes</a> (SBSA Advogados)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>16h</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Estratégias e ações futuras para fortalecer a filantropia científica no Brasil</p>
<p><b>Palestrantes:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-kisil" class="external-link">Marcos Kisil</a> (FSP-USP/IDIS)</p>
<p>Guilherme Ary Plonski (IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="66">
<p><b>16h30</b></p>
</td>
<td width="500">
<p>Lançamento do livro "Filantropia de Risco: Do Desenvolvimento Científico ao Desenvolvimento Sustentável", marcando um importante passo na discussão sobre o papel da filantropia no avanço científico sustentável</p>
<p>Marcos Kisil (IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gema Filantropia</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-10T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/centro-abre-selecao-para-bolsas-de-doutorado-e-pos-doutorado-em-negociacoes-internacionais">
    <title>Caeni abre seleção para bolsas de doutorado e pós-doutorado em diplomacia científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/centro-abre-selecao-para-bolsas-de-doutorado-e-pos-doutorado-em-negociacoes-internacionais</link>
    <description>O Centro de Estudos das Negociações Internacionais (Caeni) está com inscrições abertas até 4 de abril para seleção de um bolsista de doutorado e um bolsista de pós-doutorado para participação no projeto internacional Neworld@a.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sesame/image" alt="Sesame" title="Sesame" height="299" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Um exemplo de sucesso em diplomacia científica é a cooperação de vários países do Oriente Médio na construção do Sesame (Synchrotron-Light for Experimental Science and Applications in the Middle East), centro de pesquisa com fonte de luz síncrotron que tem como membros Chipre, Egito, Irã, Israel, Jordânia (onde o centro está sediado, em Allan), Paquistão, Palestina e Turquia</dd>
</dl></p>
<p>O <a class="external-link" href="https://caeni.com.br/">Centro de Estudos das Negociações Internacionais (Caeni)</a>, núcleo de apoio à pesquisa vinculado ao IEA, selecionará um bolsista de doutorado e um bolsista de pós-doutorado para participar do projeto internacional <a href="https://neworldata.org/">Neworld@a (Negotiating World Research Data – A Science Diplomacy Study)</a>, no âmbito de acordo de cooperação acadêmica com o Conselho de Pesquisa Europeu e a Universidade de Manchester, Reino Unido. Trata-se de uma pesquisa multinacional para a análise da história da diplomacia científica nos nos séculos 20 e 21.</p>
<p>Os interessados devem se inscrever até as 16h do dia 4 de abril. A seleção levará em conta as motivações para participar do projeto, expressas em carta de interesse, e o perfil do candidato. A relação dos selecionados para entrevista será divulgada no dia 8 de abril e as entrevistas ocorrerão nos dias 9 e 10 de abril. Os escolhidos para as bolsas serão conhecidos no dia 11 de abril.</p>
<p>Mais informações sobre as inscrições estão nos editais IEA-USP <a href="https://doe.sp.gov.br/executivo/universidade-de-sao-paulo/edital-iea-usp-03-2024-de-26-03-2024-202403261141238199206629" target="_blank">03/24</a> (doutorado) e <a href="https://doe.sp.gov.br/executivo/universidade-de-sao-paulo/edital-iea-04-2024-de-26-03-24-202403261141238199206638" target="_blank">04/24</a> (pós-doutorado), publicados na edição do Diário Oficial do Estado de São Paulo de 26 de março.</p>
<p>Os pesquisadores contemplados com as bolsas (com duração de 12 meses) iniciarão suas atividades no projeto no dia 15 de abril. As bolsas mensais serão de R$ 4.572,90 para o doutorando, com dedicação semanal de 30 horas, e de R$ 9.047,40 para o pós-doutorado, com carga de 40 horas semanais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Foto: <a class="external-link" href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:SESAME_main_hall_entrance.jpg">Erkcan/Wikimedia</a></i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Caeni</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diplomacia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diplomacia de Ciência e Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Bolsas de estudos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-27T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-encontra-filantropia">
    <title>I Seminário Internacional "Ciência Encontra a Filantropia"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-encontra-filantropia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em  16 de abril de 2024, a Universidade de São Paulo (USP) sediará o I  Seminário Internacional "Ciência encontra a Filantropia", em São Paulo.</p>
<p>O  evento é uma iniciativa conjunta com a <a class="external-link" href="https://fundacaojles.org.br/">Fundação José Luiz Egydio Setúbal</a> (FJLES), destinada a promover o diálogo entre as comunidades científica e  filantrópica, tanto no Brasil quanto no cenário internacional.</p>
<p>O  evento reunirá líderes de universidades, instituições de pesquisa,  entidades filantrópicas, agências de financiamento, autoridades  governamentais de Ciência e Tecnologia, e pesquisadores engajados na  causa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Objetivos:</span></p>
<p style="text-align: left; ">• Estimular a colaboração entre as comunidades científicas e filantrópicas do Brasil.</p>
<p style="text-align: left; ">• Criar canais de comunicação diretos com organizações internacionais líderes em filantropia científica.</p>
<p style="text-align: left; ">• Divulgar o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/gema-filantropia" class="external-link">projeto GEMA Filantropia</a>, buscando ampliar a rede de colaboradores e apoiadores.</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gema Filantropia</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-26T11:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/genero-e-carreira-docente-na-usp-trajetorias-e-novos-desafios-06-03-2024">
    <title>Gênero e Carreira Docente na USP: Trajetórias e Novos Desafios - 06/03/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/genero-e-carreira-docente-na-usp-trajetorias-e-novos-desafios-06-03-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gênero</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-13T14:17:34Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/quando-os-humanos-da-africa-dominaram-o-mundo">
    <title>Quando os humanos da África dominaram o mundo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/quando-os-humanos-da-africa-dominaram-o-mundo</link>
    <description>Reportagem sobre artigo publicado na revista Elselvier Quarternary Environments and Humans por pesquisadores do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th><i>Reportagem publicada pelo Jornal da USP em 27/2/24, com texto de Ivan Conterno (estagiário orientado por Luiza Caires) e arte de Carolina Borin (estagiária orientada por Moisés Dorado) - Veja a <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/ciencias/quando-os-humanos-da-africa-dominaram-o-mundo/">versão original</a></i></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><i>Grupo de pesquisa cria banco de dados que reúne medidas anatômicas dos humanos primitivos e defende hipótese de que nossa espécie tem uma origem única no continente africano</i></h3>
<p><i><br /></i></p>
<p><span style="text-align: var(--text-align); ">Centenas de milhares de anos antes dos primeiros </span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo sapiens</i><span style="text-align: var(--text-align); "> surgirem, espécies humanas muito diferentes de nós já viviam na Europa e na Ásia dominando o fogo e instrumentos primitivos. Nessa época, ao menos três espécies derivadas do </span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo erectus</i><span style="text-align: var(--text-align); ">, os primeiros hominínios a ocuparem territórios asiáticos, habitavam o mundo: na África viviam os </span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo bodoensis</i><span style="text-align: var(--text-align); ">; na Europa, os </span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo heidelbergensis;</i><span style="text-align: var(--text-align); "> e, na Ásia, os </span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo daliensis</i><span style="text-align: var(--text-align); ">.</span></p>
<div class="e-parent e-con e-con-boxed e-flex elementor-element-c71227d elementor-element" style="text-align: initial; ">
<div class="e-con-inner" style="text-align: var(--text-align); ">
<div class="e-child e-con e-flex e-con-full elementor-element-7f915c2 elementor-element" style="text-align: initial; text-align: var(--text-align); ">
<div class="elementor-widget-text-editor elementor-widget elementor-element-4308245 elementor-element">
<div class="elementor-widget-container">
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img alt="Gabriel Rocha - Foto: Arquivo Pessoal" height="290" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/20240226_gabriel_rocha-qke8ern7xvbxqxaulg8u8fvg9anz0ggt45xy6jw79w.jpg?w=1200&amp;ssl=1" style="float: right; " title="20240226_gabriel_rocha" width="290" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span class="discreet"><strong>Gabriel Rocha</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Embora distintas, as três espécies compartilhavam crânios grandes e robustos, testa achatada, capacidade craniana de média a grande e arcos acentuados sobre as sobrancelhas. A face poderia ser plana, no caso dos africanos, ou levemente projetada para frente, nas espécies que viviam fora desse continente.</p>
<p>“Nesse período, houve uma explosão de diversidade morfológica tanto na África quanto na Ásia e na Europa. Tradicionalmente, alguns autores chamam tudo de <i>Homo heidelbergensis</i>, porém observamos uma variabilidade muito grande para ser denominada dentro de uma única espécie”, introduz Gabriel Rocha, biólogo que analisou as medidas de diversos crânios antigos, ao Jornal da USP.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="e-parent e-con e-con-boxed e-flex elementor-element-76d44ce elementor-element" style="text-align: initial; ">
<div class="e-con-inner" style="text-align: var(--text-align); ">
<div class="e-child e-con e-flex e-con-full elementor-element-e80d057 elementor-element" style="text-align: initial; text-align: var(--text-align); ">
<div class="elementor-widget-text-editor elementor-widget elementor-element-a245d27 elementor-element">
<div class="elementor-widget-container" style="text-align: center; ">
<p style="text-align: left; ">Ao lado de Gabriel Rocha, o professor sênior do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-neves" class="external-link">Walter Neves</a> e as estudantes de biologia Maria Helena Senger e Letícia Valota analisaram a diversidade dos ossos e dos dentes de vários seres humanos que viveram entre 500 mil e 250 mil anos atrás, na era conhecida como Pleistoceno médio.</p>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2950236524000033#tbl0010" rel="noopener" target="_blank">A investigação desenvolvida no IEA</a> trabalha com os traços anatômicos dos fósseis, o que é muito importante, dado que o DNA não está preservado nessas espécies mais antigas. O artigo reinterpreta a história evolutiva das espécies humanas à luz das descobertas mais recentes.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img alt="Ilustração reconstrói feições do Homo erectus, os primeiros seres humanos que temos notícia a viverem fora do continente africano -  Imagem: John Gurche/Smithsonian Museum of Natural History" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/elementor/thumbs/20240226_homoerectus_reconstrucao_600px-qke3lkvn6lwve5ey55wwxy4uqj1d14s4fkq9rtlmv4.jpg?w=1200&amp;ssl=1" title="20240226_homoerectus_reconstrucao_600px" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="elementor-size-default elementor-heading-title" style="text-align: left; "><span class="discreet"><strong>Reconstrução das feições do<i> Homo erectus,</i> os primeiros seres humanos de que se tem noticia a viverem fora do continente africano</strong></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="wp-image-727449 size-full attachment-full" height="680" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/02/20240226_homo_heidelbergensis_reconstrucao.jpg?fit=600%2C680&amp;ssl=1" width="600" /></td>
</tr>
<tr>
<td><span class="discreet"><strong>Reconstrução de como seria o <i style="text-align: center; ">Homo heidelbergensis</i>, espécie que deu origem aos neandertais, exposta no Museu Nacional de História Natural de Washington</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; "><span style="text-align: var(--text-align); ">Os pesquisadores conseguiram demonstrar que a nossa espécie, que surgiu há cerca de 250 mil anos, tem uma origem única no continente africano. Paralelamente, a variante europeia </span><i style="text-align: var(--text-align); ">heidelbergensis</i><span style="text-align: var(--text-align); "> deu origem aos neandertais (</span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo neanderthalensis</i><span style="text-align: var(--text-align); ">) há aproximadamente 450 mil anos.</span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="e-parent e-con e-con-boxed e-flex elementor-element-51d68bf elementor-element" style="text-align: initial; ">
<div class="e-con-inner" style="text-align: var(--text-align); ">
<div class="e-child e-con e-flex e-con-full elementor-element-061acae elementor-element" style="text-align: initial; text-align: var(--text-align); ">
<div class="elementor-widget-text-editor elementor-widget elementor-element-8582070 elementor-element">
<div class="elementor-widget-container">
<p>Na Ásia, coexistiram denisovanos, <i>Homo erectus</i> remanescentes e, nas ilhas filipinas, os pequenos <i>Homo floresiensis</i>, de apenas um metro de altura. A variante<i> daliensis</i>, porém, parece não ter dado origem a outro grupo.</p>
</div>
</div>
<div class="elementor-widget-text-editor elementor-widget elementor-element-5808123 elementor-element">
<div class="elementor-widget-container">
<p>O cruzamento de <i>sapiens</i> com alguns indivíduos das outras espécies humanas, dentro e fora da África, pode ser observado nos traços genéticos de neandertais e denisovanos em algumas populações humanas atuais.</p>
<p>Mesmo assim, esses pequenos vestígios não alteram as principais características dos <i>sapiens</i> originais, como a capacidade craniana, a face plana, a presença do queixo e dentição pequena dos humanos modernos. Todos nós temos uma origem e uma estrutura corporal comum, bem diferente dos humanos que foram extintos.</p>
</div>
</div>
<div class="elementor-widget-text-editor elementor-widget elementor-element-eca27b3 elementor-element">
<div class="elementor-widget-container">
<p>A chegada dos humanos modernos ao Oriente Médio ocorreu há 180 mil anos. Na Europa, a chegada da nossa espécie há 50 mil anos coincide com o declínio da população de neandertais. Aos poucos, os <i>Homo sapiens</i> também substituíram as espécies humanas do Leste Asiático, como o <i>Homo daliensis</i> e o <i>Homo longi</i>.</p>
<p>De todo modo, Maria Helena Senger lembra que não existe uma espécie mais evoluída que outra.</p>
<p>“Não é porque nós sobrevivemos que somos mais evoluídos que outras espécies. Não existe um pico de evolução, em direção ao ótimo. Nós apenas temos sorte de sermos selecionados. É uma seleção quase aleatória”. Para a biologia, a evolução é apenas uma adaptação ao ambiente. “Os neandertais não eram necessariamente uma espécie mais primitiva”, reforça a estudante.</p>
<p><span style="text-align: var(--text-align); ">Ainda não se sabe se os </span><i style="text-align: var(--text-align); ">sapiens </i><span style="text-align: var(--text-align); ">daquela época foram ou não responsáveis pela extinção das demais espécies humanas, como explica Gabriel. “As evidências indicam que eles tiveram alguma participação na extinção dos neandertais. Não necessariamente de maneira agressiva, mas provavelmente na competição por alimentos, ocupando os mesmos espaços e atrapalhando um pouco a vida deles”.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><span class="discreet"><strong><img class="wp-image-727476 size-medium attachment-medium" height="300" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/02/20240226_maria.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1" width="300" /></strong></span></th>
</tr>
<tr>
<td><span class="discreet"><strong>Maria Helena Senger</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="text-align: var(--text-align); "> </span><span style="text-align: var(--text-align); ">Segundo Letícia Valota, outros fatores podem ter levado ao desaparecimento dessas populações, em um período de muita instabilidade climática. “Os neandertais coexistiram com os </span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo sapiens</i><span style="text-align: var(--text-align); "> durante muito tempo, mas viviam em grupos muito diferentes, que tendiam a ser um pouco menores em número de indivíduos [quando comparados aos grupos dos </span><i style="text-align: var(--text-align); ">sapiens</i><span style="text-align: var(--text-align); ">]”.</span></p>
<p><span style="text-align: var(--text-align); "> </span><span style="text-align: var(--text-align); ">Achados recentes mostram que diversas espécies humanas coexistiram há 100 mil anos, como o </span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo naledi</i><span style="text-align: var(--text-align); ">, localizado na África do Sul em 2017, e o </span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo luzonensis</i><span style="text-align: var(--text-align); "> nas Filipinas em 2019 e diversas espécies na China. Essas evidências aumentam o nosso conhecimento sobre as antigas populações humanas e enriquecem as ferramentas para determinar as idades e as origens dos ancestrais humanos.</span></p>
<p><span style="text-align: var(--text-align); "> </span><span style="text-align: var(--text-align); ">Um grande banco de dados com a descrição das características das espécies hominínias durante os 7 milhões de anos de evolução humana será disponibilizado pelo grupo de pesquisa em alguns meses. “Até então, todas essas medidas estavam perdidas em diversos artigos”, justifica Maria, responsável pelos dados sobre mandíbulas, já trabalhadas pelo grupo em outro artigo.</span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="e-parent e-con e-con-boxed e-flex elementor-element-507fada elementor-element" style="text-align: initial; ">
<div class="e-con-inner" style="text-align: var(--text-align); ">
<div class="elementor-widget-text-editor elementor-widget elementor-element-f83b998 elementor-element">
<div class="elementor-widget-container">
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img class="wp-image-727474 size-medium attachment-medium" height="300" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/02/20240226_leticia.jpg?fit=300%2C300&amp;ssl=1" width="300" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span class="discreet"><strong>Letícia Valota</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O objetivo central da equipe é fortalecer a incipiente paleoantropologia brasileira por meio da democratização do acesso a essas informações. Foram consideradas medidas de crânio, reunidas por Gabriel, mandíbulas, por Maria, e dentes, por Letícia.</p>
<p>O artigo ajuda a localizar outras descobertas, como o crânio humano peculiar achado em 2006 na província de Anhui, na China, e o crânio antigo achado por um operário durante a construção de uma ponte na cidade Harbin, no mesmo país, em 1933, no quadro de espécies já conhecidas. Por diversos motivos, o trabalhador escondeu os restos desse habitante primitivo por décadas. Em 2018, porém, sua família foi convencida a entregá-los a pesquisadores da Universidade de Geociências de Hebei. O crânio seria de uma espécie ainda não conhecida que teria vivido há pelo menos 146 mil anos entre mamutes e cervos gigantes.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="e-parent e-con e-con-boxed e-flex elementor-element-7bbefa6 elementor-element" style="text-align: initial; ">
<div class="e-con-inner" style="text-align: var(--text-align); ">
<div class="e-child e-con e-flex e-con-full elementor-element-16cdc9b elementor-element" style="text-align: initial; text-align: var(--text-align); ">
<div class="elementor-widget-text-editor elementor-widget elementor-element-9a8d75e elementor-element">
<div class="elementor-widget-container">
<p>Algumas ossadas também foram reclassificadas nos últimos anos. É o caso de um crânio quase completo do grupo que originou a nossa espécie encontrado por mineradores que trabalhavam próximo a Marraquexe, no Marrocos, em 1961. Os fósseis escavados no local tinham sido datados com 40 mil anos. No entanto, métodos mais avançados de verificação apontaram em 2019 que eles teriam na verdade cerca de 315 mil anos. Hoje, os <i>sapiens </i>encontrados em 1963 na Etiópia são considerados os mais antigos, com cerca de 233 mil anos.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/grafico-de-especies-humanas" alt="Gráfico de espécies humanas" class="image-inline" title="Gráfico de espécies humanas" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="discreet"><span class="discreet"><strong>Gráfico gerado por análise estatística. Os indivíduos nomeados por siglas, em cinza escuro, foram aproximados das populações mais bem estabelecidas pela ciência de acordo com suas características físicas. Quanto mais próximos dos polígonos, mais provável que pertençam às espécies representadas - Imagem: Elsevier Quaternary Environments and Humans</strong></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para a análise, os fósseis foram agrupados de acordo com os grupos populacionais a que pertenciam. Através de uma análise estatística, foi possível mapear a proximidade dos indivíduos de acordo com as características anatômicas reunidas no banco de dados, das quais foram selecionados 25 traços mais relevantes.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="e-child e-con e-flex e-con-full elementor-element-ea4368c elementor-element" style="text-align: initial; text-align: var(--text-align); ">
<div class="elementor-widget-heading elementor-widget elementor-element-00314ad elementor-element" style="text-align: center; ">
<div class="elementor-widget-container">
<p class="elementor-size-default elementor-heading-title" style="text-align: left; "><span style="text-align: var(--text-align); ">O gráfico obtido confirmou que os </span><i style="text-align: var(--text-align); ">sapiens </i><span style="text-align: var(--text-align); ">e os neandertais realmente poderiam ser classificados como espécies separadas das demais, mas os fósseis tradicionalmente conhecidos como </span><i style="text-align: var(--text-align); ">heidelbergensis </i><span style="text-align: var(--text-align); ">eram completamente diferentes entre si. “Os sapiens de todas as regiões — da África, da Ásia, da Europa e do Oriente Médio — coincidiram, o que significa que é uma espécie realmente coesa. Os </span><i style="text-align: var(--text-align); ">heidelbergensis</i><span style="text-align: var(--text-align); "> não, porque cada um aparece em um ponto diferente do gráfico. Ficou muito óbvio que realmente não tem como serem da mesma espécie, porque se espera pelo menos que tenha a interseção igual a que tiveram os neandertais”, resume Maria.</span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="e-parent e-con e-con-boxed e-flex elementor-element-98dc477 elementor-element" style="text-align: initial; ">
<div class="e-con-inner" style="text-align: var(--text-align); ">
<div class="elementor-widget-heading elementor-widget elementor-element-0a728db elementor-element" style="text-align: center; ">
<div class="elementor-widget-container">
<p class="elementor-size-default elementor-heading-title" style="text-align: left; "><span style="text-align: var(--text-align); ">Letícia salienta que o agrupamento dos </span><i style="text-align: var(--text-align); ">Homo sapiens</i><span style="text-align: var(--text-align); "> visualizado no gráfico é o que fortalece a hipótese de uma origem única na África para todas as populações do mundo. “Se eles tivessem se originado em lugares diferentes, provavelmente não estariam tão agrupados dessa forma”.</span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="e-parent e-con e-con-boxed e-flex elementor-element-4e236ca elementor-element" style="text-align: initial; ">
<div class="e-con-inner" style="text-align: var(--text-align); ">
<div class="elementor-widget-text-editor elementor-widget elementor-element-9bf7f03 elementor-element">
<div class="elementor-widget-container">
<div class="clr entry-content">
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Fotos (a partir do alto): arquivo pessoal de Gabriel Rocha; John Gurche/Smithsonian Museum<br />of Natural History; Tim Evanson; arquivo pessoal de Maria Helena Senger; arquivo pessoal de Letícia Valota</i></span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Paleoantropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evolução humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Núcleo de Pesquisa e Divulgação em Evolução Humana</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-02-28T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/selecao-pos-doc-saberes-indigenas">
    <title>Cátedra Olavo Setubal seleciona bolsista de pós-doutorado para pesquisa sobre saberes das mulheres indígenas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/selecao-pos-doc-saberes-indigenas</link>
    <description>Candidatos podem se inscrever das 10h do dia 8 até as 18h de 21 de fevereiro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><b>Notícia</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/cosacc-titulares2024" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal terá 3 mulheres indígenas como titulares em 2024</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; ">A <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> lançou <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/oportunidades-pesquisa/edital-iea-usp-02-2024-bolsa-pos-doutorado-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">edital</a> para seleção de pesquisador de pós-doutorado nas áreas de antropologia, psicologia, pedagogia, saúde pública, artes, literatura, estudos culturais, direitos humanos ou áreas afins. O selecionado receberá bolsa de R$ 9.047,40 por 12 meses e colaborará para o programa <i>Caminho da Cutia: territórios e saberes das mulheres indígenas</i>, liderado pelas titulares da Cátedra em 2024, as <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/cosacc-titulares2024" class="external-link">indígenas Arissana Pataxó, Francy Baniwa e Sandra Benites</a>.</p>
<p style="text-align: left; ">Os candidatos podem se inscrever das <strong>10h do dia 8 até as 18h de 21 de fevereiro </strong>por meio do preenchimento de <a class="external-link" href="https://forms.gle/JLhYijk49N2svaKd7">formulário</a> e envio de documentos, incluindo pré-projeto de pesquisa e carta de motivação. Será necessário comprovar desempenho acadêmico e produção científica relacionados à temática indígena e experiência em trabalho de campo, realização de entrevistas, levantamento de conteúdos, e em pesquisas com povos indígenas. São diferenciais a habilidade na operação de equipamentos de áudio e vídeo e de aplicativos para o desenvolvimento da pesquisa e sua comunicação.</p>
<p style="text-align: left; ">Veja todos os requisitos no <strong><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/oportunidades-pesquisa/edital-iea-usp-02-2024-bolsa-pos-doutorado-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">edital</a></strong>.</p>
<p style="text-align: left; ">No dia 1º de março será divulgada a lista dos selecionados para entrevista nos dias 4 e 5 com a coordenação da Cátedra e as catedráticas. A divulgação do resultado final do processo seletivo acontecerá no dia 7 de março, no site do IEA.</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Atividades</strong></p>
<p style="text-align: left; ">O bolsista participará do planejamento das ações relacionadas ao programa da trinca, do desenvolvimento de pesquisas, organização e realização de encontros e ciclos de palestras, eventual execução de curso que poderá ser oferecido no segundo semestre, bem como da elaboração dos produtos da titularidade. É necessário ter disponibilidade para viagens para trabalho de campo.</p>
<p style="text-align: left; ">Durante as atividades, o pós-doutorando irá interagir constantemente com a coordenação da Cátedra e o corpo funcional do IEA-USP, tanto em reuniões quanto na organização e produção das atividades administrativas, culturais e acadêmicas.</p>
<p style="text-align: left; ">São deveres do bolsista e condições para permanência no Programa de Bolsas:</p>
<p style="text-align: left; ">· Apresentar bom desempenho acadêmico;</p>
<p style="text-align: left; ">· Cumprir as atividades propostas no projeto;</p>
<p style="text-align: left; ">· Cumprir a carga horária prevista;</p>
<p style="text-align: left; ">· Respeitar o cronograma de execução do projeto;</p>
<p style="text-align: left; ">· Não ter vínculo empregatício e dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas;</p>
<p style="text-align: left; ">· Apresentar relatório de atividades parciais e final;</p>
<p style="text-align: left; ">· Não acumular o recebimento de bolsas;</p>
<p style="text-align: left; ">· Fazer referência à condição de bolsista da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência nas publicações, trabalhos apresentados e quaisquer outros meios de divulgação dos resultados do projeto;</p>
<p style="text-align: left; ">· O cumprimento do Código de Ética da USP e, conforme o projeto de pesquisa, eventuais normas éticas específicas.</p>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p style="text-align: left; ">A Cátedra Olavo Setubal é uma iniciativa do IEA em parceria com a Fundação Itaú. Foi criada em 2015 com o intuito de fomentar reflexões interdisciplinares sobre temas acadêmicos, artístico-culturais e sociais nos âmbitos regional e global.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pós-doutorado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-02-08T11:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/cidades-ancestrais-arqueologia-urbana-e-memoria-dos-povos-negros-e-indigenas-22-11-2023">
    <title>Cidades Ancestrais: Arqueologia Urbana e Memória dos Povos Negros e Indígenas - 22/11/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/cidades-ancestrais-arqueologia-urbana-e-memoria-dos-povos-negros-e-indigenas-22-11-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Negros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-01-10T20:20:47Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/usp-lecture-origins-of-the-genus-homo-09-10-2023">
    <title>USP Lecture: Origins of the Genus Homo - 09/10/2023 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/usp-lecture-origins-of-the-genus-homo-09-10-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>NPCEH</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evolução humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Paleontologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-01-08T19:35:10Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
