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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 311 to 325.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/conferencia-abordara-as-pesquisas-em-celulas-tronco-no-brasil">
    <title>Conferência abordará as pesquisas em células-tronco no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/conferencia-abordara-as-pesquisas-em-celulas-tronco-no-brasil</link>
    <description>Promovido pelo IEA-RP, evento terá como palestrante a docente do IB-USP Lygia da Veiga Pereira</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazclulasred.png" class="internal-link"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazclulasred.png/@@images/0d53284d-4018-428a-b595-882db6d9208a.png" alt="Cartaz células-tronco" class="image-left" title="Cartaz células-tronco" /></a></p>
<div style="text-align: justify; ">Grande aposta de cientistas para o tratamento e até mesmo a cura de várias doenças, as células-tronco têm sido cada vez mais utilizadas por pesquisadores no Brasil e em outros países. Para abordar os avanços alcançados nessa área, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP realiza no dia 9 de agosto, a partir das 15h, no Auditório do Bloco Didático da Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto (FMRP-USP), a conferência “Pesquisa em células-tronco no Brasil: cenário atual e perspectivas”. <span>As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas </span><strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8wTDWnmAEwyXZP-PemSUu1SVWqIGC7lCagjbYyMPVgqpEWQ/viewform">clicando aqui.</a></strong></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>No evento, a docente do Instituto de Biociências da USP Lygia da Veiga Pereira, vai mostrar os trabalhos desenvolvidos com as chamadas células-tronco embrionárias, extraídas de embriões gerados por fertilização in vitro. </span><br /><span><br /></span><span>Desde 2008, a legislação brasileira permite a realização de pesquisas com esse material, mas o assunto ainda é tema de muitos debates, principalmente envolvendo setores conservadores da sociedade, que são contra a prática.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Lygia da Veiga Pereira possui bacharelado em Física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mestrado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorado em Ciências Biomédicas pelo Mount Sinai Graduate School. Atualmente, é professora titular do Instituto de Biociências da USP, chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da USP e integrante do Centro de Terapia Celular, um dos 17 centros de pesquisa, inovação e difusão financiados pela Fapesp.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><span style="text-align: justify; ">O evento tem o apoio do Centro de Terapia Celular (CTC) e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><span style="text-align: justify; "><br /></span></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Mais informações: jhenrique@usp.br ou (16) 3315 0368.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span> 
<hr />
<i><strong><i style="text-align: justify; ">Pesquisa em células-tronco no Brasil: cenário atual e perspectivas</i><br /></strong></i><i>9 de agosto, às 15h<br /></i><i>Auditório do Bloco Didático da FMRP-USP<br /></i><i>Inscrições gratuitas - <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8wTDWnmAEwyXZP-PemSUu1SVWqIGC7lCagjbYyMPVgqpEWQ/viewform" target="_blank">neste link</a></i></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-20T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-influencia-das-emocoes-no-cotidiano">
    <title>USP Analisa discute influência das emoções no cotidiano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-influencia-das-emocoes-no-cotidiano</link>
    <description>Pesquisadores da FMRP-USP abordam atuação delas na memória, em doenças e na tomada de decisões</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/brain1845962_1280_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" /><span>Cada vez mais as emoções ocupam um importante espaço nas pesquisas realizadas pela Neurociência. Além de estarem presentes em boa parte de nosso cotidiano, elas têm papel na formação da memória, na tomada de decisões e até no desenvolvimento de algumas doenças. Para falar sobre o tema, o USP Analisa desta semana conversa com os pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP Danilo Benette Marques, Matheus Teixeira Rossignoli e Rafael Naime Ruggiero.</span><span> </span></p>
<p>O estudo das emoções está relacionado com a teoria da evolução das espécies, descrita pelo naturalista britânico Charles Darwin. “Ele propôs que essas emoções seriam universais, elas não seriam aprendidas, a gente nasce com elas porque isso está associado à evolução. Por exemplo, na surpresa ou no medo, a gente tem uma resposta a algo que pode ser considerado uma ameaça, a gente sai correndo”, explica Marques.<span> </span></p>
<p>A formação de memórias também está intrinsecamente ligada à emoção sentida no momento do acontecimento. “Quando a gente está vivendo uma experiência, há um certo número de neurônios codificando essa informação. Ao guardá-la, é basicamente como se eu reavivasse esses neurônios, mas de uma maneira mais simplificada. Eu consigo lembrar dessa situação, só que de uma maneira mais simples, tanto que nossas memorias não tão vivas, tão cheias de cores e detalhes”, afirma Ruggiero.<span> </span></p>
<p>“Situações muito traumáticas ou muito prazerosas facilitam a formação de uma memória bastante duradoura. É fácil o indivíduo lembrar-se de momentos muito prazerosos que marcaram sua vida, como também de momentos muito ruins. As emoções, em relação à memória, são quase responsáveis por dar um colorido, regular a intensidade daquela memória”, diz Rossignoli.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (21), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (26), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-19T20:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mesa-redonda-aborda-doencas-neuropsiquiatricas">
    <title>Mesa-redonda aborda doenças neuropsiquiátricas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mesa-redonda-aborda-doencas-neuropsiquiatricas</link>
    <description>Evento vai discutir transtornos como depressão, ansiedade, epilepsias e doença de Alzheimer</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazneuropsiquiatria.png" class="internal-link"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazneuropsiquiatria_edit.png" alt="" class="image-left" title="" /></a>O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e o Programa de Pós-graduação em Fisiologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP realizam no dia 25 de julho, a partir das 8h30, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP, a mesa-redonda “Neuropsiquiatria: da Clínica e da Bancada à Sociedade”.<span> </span></p>
<p>A depressão, a ansiedade, as epilepsias e a doença de Alzheimer são patologias que afetam milhões de pessoas ao redor do mundo, causando um grande impacto na qualidade de vida dos pacientes. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é um dos países do continente americano que lidera o ranking em doenças neuropsiquiátricas. Da mesma forma que as epilepsias, a doença de Alzheimer e a depressão também apresentam grande incidência no País.<span> </span></p>
<p>O evento vai mostrar como os estudos recentes associam a fisiopatologia das doenças neuropsiquiátricas tanto a eventos genéticos ou familiares quanto ao estresse e suas consequências, que incluem alterações no comportamento, hormonais e de expressão gênica.<span> </span></p>
<p>Entre os participantes da mesa-redonda estão a aluna de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Fisiologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP Lívea Dornela Godoy, da supervisora do Serviço de Residência em Psiquiatria do Hospital das Clínicas (HC) da FMRP-USP no ambulatório de Transtornos de Humor Cristiane Von Werne Baes, da professora do Departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP Carolina Demarchi Munhoz, do professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia da FMRP-USP Adriano Silva Sebollela, do professor do Departamento de Fisiologia da FMRP-USP Norberto Garcia Cairasco e do professor do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP Daniel Domingues dos Santos.<span> </span></p>
<p>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScYTv3UjJMWiW3wA4Dk7KiqPQA2XPFG546wCS2h42_OMbZNVw/viewform">neste link</a>. Mais informações: (16) 3315 0368 ou <a href="mailto:jhenrique@usp.br" target="_blank">jhenrique@usp.br</a>.</p>
<hr />
<p><i><strong>Neuropsiquiatria: da Clínica e da Bancada à Sociedade<br /></strong></i><i>25 de julho, 8h30<br /></i><i>Salão de Eventos do CeTI-RP<br /></i><i>Inscrições gratuitas - <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScYTv3UjJMWiW3wA4Dk7KiqPQA2XPFG546wCS2h42_OMbZNVw/viewform">neste link<br /></a></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/neuropsiquiatria-da-clinica-e-da-bancada-a-sociedade" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-14T15:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/neuropsiquiatria-da-clinica-e-da-bancada-a-sociedade">
    <title>Neuropsiquiatria: da Clínica e da Bancada à Sociedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/neuropsiquiatria-da-clinica-e-da-bancada-a-sociedade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A depressão, a ansiedade, as epilepsias e a doença de Alzheimer são patologias que afetam milhões de pessoas ao redor do mundo, causando um grande impacto na qualidade de vida dos pacientes. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é um dos países do continente americano que lidera o ranking em doenças neuropsiquiátricas. Da mesma forma que as epilepsias, a doença de Alzheimer e a depressão também apresentam grande incidência no País.</p>
<p>O evento vai mostrar como os estudos recentes associam a fisiopatologia das doenças neuropsiquiátricas tanto a eventos genéticos ou familiares quanto ao estresse e suas consequências, que incluem alterações no comportamento, hormonais e de expressão gênica.</p>
<p><strong>Conferencistas:</strong></p>
<p><span><span>Lívea Dornela Godoy </span>(FMRP-USP)<br /><span>Cristiane Von Werne Baes (HC-FMRP-USP)<br /><span>Carolina Demarchi Munhoz (ICB-USP)<br /><span>Adriano Silva Sebollela (FMRP-USP)<br /><span>Norberto Garcia Cairasco (FMRP-USP)<br /><span>Daniel Domingues dos Santos (FEA-RP/USP)</span></span></span></span></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2017-07-14T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-em-saude-podem-melhorar-a-partir-de-inovacoes-metodologicas-na-captura-de-dados">
    <title>Estudos em saúde podem melhorar com inovações na captura de dados</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-em-saude-podem-melhorar-a-partir-de-inovacoes-metodologicas-na-captura-de-dados</link>
    <description>Em encontro realizado no IEA, Christopher Small, geofísico da Universidade de Columbia, e Marcos Rosa, geógrafo da FFLCH-USP, apresentaram pesquisas sobre a morfologia urbana.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/remote-sensing-mesa" alt="Remote Sensing - mesa" class="image-inline" title="Remote Sensing - mesa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Da esquerda para direita: Marcos Rosa, Ligia Barrozo, Reinaldo Machado e Christopher Small durante a conferência</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Extensos quarteirões, edifícios altos, áreas verdes. Todos estes são aspectos urbanos comuns no ambiente da cidade que podem afetar a saúde dos moradores de diversas maneiras.</p>
<p dir="ltr">Na conferência <i>Remote Sensing, Urban Morphology and Studies on Health</i>, realizada no dia 2 de junho, no IEA, foram apresentados dados e inovações metodológicas na captura de informações a partir de imagens de satélite em áreas urbanas, os quais  podem contribuir para entender como a morfologia urbana afeta a saúde humana. O encontro foi organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> e pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/espaco-urbano-e-saude" class="external-link">Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</a>, ambos do IEA.</p>
<p dir="ltr">Ao abordar o crescimento vertical tridimensional, relativo a grandes edifícios, o geofísico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/christopher-small" class="external-link">Christopher Small</a>, da Universidade de Columbia, EUA, comentou o efeito que essas construções têm na transferência de energia, no fluxo de energia solar que envolve a cidade e como isso pode afetar o microclima. Seu trabalho relaciona a morfologia urbana e a reflexão da energia solar com variações na temperatura do ar.</p>
<p dir="ltr">O pesquisador apresentou imagens de satélite da Grande São Paulo em diferentes datas: 1975, 2000 e 2017. Elas evidenciam o crescimento urbano e destacam as áreas com maior número de construções. As diferentes tonalidades de cores nas imagens representam a quantidade de luz solar refletida na área observada.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health-02-de-junho-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Eventos semelhantes:</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/use-of-geographic-methods-to-characterize-social-inequalities" class="external-link">Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reflexao-solar-1975" alt="Reflexão solar 1975" class="image-inline" title="Reflexão solar 1975" /></th>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reflexao-solar-2017" alt="Reflexão solar 2017" class="image-inline" title="Reflexão solar 2017" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>A intensidade da cor rosa mostra a quantidade de luz solar refletida na Grande São Paulo em 1975 e 2017, respectivamente</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">De acordo com Small, o crescimento vertical aumenta a quantidade de sombra e, consequentemente, afeta a temperatura, mesmo que seja uma alteração aparentemente pequena, como expandir uma casa de um andar para dois.</p>
<p dir="ltr">Costuma-se pensar que as áreas com mais vegetação sejam mais frias, mas, comparando a imagem que mostra os reflexos da luz solar com outra que mostra a temperatura, Small evidencia que a área mais fria é a região onde existem mais sombras. “A mesma quantidade de energia solar está indo para os dois lugares, mas se uma sombra for projetada de um prédio alto, ela cobrirá outros prédios. Esses prédios não serão iluminados”, explica o pesquisador.  Segundo Small, isso altera o fluxo de energia, já que a luz solar será absorvida pela lateral do prédio ou entrará no prédio maior, sendo irradiada metros acima da superfície do solo. Assim, uma vez que a superfície do solo não é aquecida o suficiente no período da tarde, ele não é capaz de manter calor na parte da noite.</p>
<p dir="ltr">Estudos como este podem contribuir para as pesquisas relacionadas à saúde. Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, coordenadora do grupo de estudos e professora do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, já existem dados ligando a temperatura do ar e o microclima a algumas doenças infecciosas na cidade. É o caso das epidemias de dengue, por exemplo, identificadas principalmente nas partes mais quentes da área urbana de São Paulo.</p>
<p dir="ltr">Outros estudos mostram que algumas doenças respiratórias estão associadas às populações mais vulneráveis, como idosos e crianças. “Também existem estudos tentando descobrir como a morfologia urbana pode promover ou inibir a prática de atividades físicas e como isso afeta pessoas com hipertensão, diabetes, doenças cardíacas e obesidade”, completou Barrozo.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/christopher-small" alt="Christopher Small" class="image-inline" title="Christopher Small" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Christopher Small comentou o efeito das construções na temperatura do ar</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Small comenta que no ambiente construído, ou seja, o ambiente urbano, há a possibilidade de utilização de modelos de construções que gerem menos impactos para o ambiente como um todo e até favoreçam a saúde humana: “Se levarmos em consideração o efeito das sombras e da iluminação solar, conseguiremos, por exemplo, construir ou reconstruir prédios com dispositivos capazes de capturar a radiação em uma parte do ano e refleti-la em outros meses. Isso pode fazer diferença”, exemplificou.</p>
<h3>Inovações metodológicas</h3>
<p dir="ltr">Estudos mais detalhados da morfologia urbana estão mais fáceis de serem realizados graças a novas formas de pesquisa. O cloud process methodology – metodologia que utiliza o armazenamento de dados em nuvem – é uma delas.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-reis-rosa" class="external-link">Marcos Reis Rosa</a>, geógrafo da FFLCH, explica que, na metodologia tradicional é preciso escolher uma área, selecionar os dados das imagens, baixá-las, calibrar corretamente todos os parâmetros, fazer processos digitais e classificar imagem a imagem para, só então, ter o produto final. No sistema de armazenamento em nuvem, os passos são os mesmos, porém, é possível programar todos eles no começo da pesquisa. Logo que se obtém os resultados, já é possível iniciar um novo processo, simplesmente alterando os parâmetros, locais e datas. “O pesquisador pode focar seu tempo em analisar as informações e em buscar novos parâmetros”, explicou Rosa.</p>
<p dir="ltr">Exemplo de plataforma que oferece tais possibilidades é o Google Earth. Utilizando processamento de nuvem, ele possui um catálogo de dados de diversas imagens de satélite, além de ferramentas para analisar todos esses dados.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o pesquisador, outras vantagens do processamento em nuvem incluem a facilidade em produzir imagens sem nuvens do céu, durante vários dias em um mesmo horário, e, também, facilidade em produzir índices usando todas as imagens de um espaço de tempo específico ou até mesmo de um ano todo.</p>
<p dir="ltr">As falas de Rosa e Small foram comentadas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/reinal-perez-machado/view" class="external-link">Reinaldo Pérez Machado</a>, do Departamento de Geografia FFLCH.</p>
<p dir="ltr"><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans - IEA/USP. Mapas: Arquivo - Christopher Small</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-12T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/neurobiologia-precisa-de-uma-nova-matematica-para-compreender-o-cerebro">
    <title>Neurobiologia precisa de uma nova matemática para compreender o cérebro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/neurobiologia-precisa-de-uma-nova-matematica-para-compreender-o-cerebro</link>
    <description>Evento promovido pelo IEA-RP mostra como o Cepid Neuromat está ajudando a desenvolver essa ciência </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN2243_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma proposta ousada e fundamental para a neurobiologia: criar uma nova matemática que ajude a entender como funciona o cérebro. É exatamente esse o objetivo do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática, o Cepid Neuromat. O coordenador do centro, Antonio Galves, esteve no dia 9 de junho em um evento realizado pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP para falar sobre as atividades desenvolvidas.<span> </span></p>
<p>“O Cepid Neuromat não é um centro de matemática aplicada, no sentido de que ele aplica a matemática já existente para tratar dados experimentais. A matemática que a biologia precisa para entender o cérebro ainda não existe. Ela precisa expressar coisas bem mais complicadas”, afirma Galves.<span> </span></p>
<p>De forma didática e com exemplos práticos, o coordenador procurou mostrar alguns resultados de pesquisas desenvolvidas pelo centro que mostram como se dá o funcionamento dos processos cerebrais.<span> </span></p>
<p>“O físico austríaco Ludwig Boltzmann formulou uma hipótese a respeito do cérebro em 1883: o cérebro faz um tipo de inferência inconsciente como forma de sobrevivência. Ele conjectura que o tempo todo você trata os estímulos que chegam do mundo ao seu redor atribuindo um modelo e usando esse modelo para fazer predições. Quando você dirige, por exemplo, é preciso prever uma série de fenômenos, senão o carro acaba sofrendo um acidente. No futebol também é assim. Por exemplo, se você for torcedor do Corinthians, você pode se perguntar como é que o Rodriguinho sabe que, quando chutar a bola, no segundo seguinte o Jô estará lá para receber. E como o Jô sabe para onde deve correr? Provavelmente, os dois analisam a situação, constroem um modelo do que está acontecendo e esse modelo é que o Rodriguinho jogue a bola em um lugar que o Jô está”, explica ele.<span> </span></p>
<p>Alguns experimentos realizados com a ajuda de um eletroencefalograma (EG) permitem aos cientistas entender de que forma o cérebro consegue processar a informação e prever o que acontecerá no momento seguinte. O coordenador explicou como o exame funciona usando como exemplo um teste conduzido pelo Neuromat, que monitora o comportamento das ondas cerebrais de voluntários durante a repetição de uma sequência de sons, a qual sofre interrupções propositais para simular um efeito surpresa.<span> </span></p>
<p>“Nós marcamos o intervalo de tempo para cada eletroencefalograma correspondendo a uma batida forte, uma fraca ou uma unidade silenciosa. O EG é uma função. Nós usamos 18 eletrodos. São 18 funções que duram mais ou menos meio segundo cada. Elas traduzem a qualidade do estímulo. A unidade silenciosa constitutiva [que faz parte da sequência determinada pelos pesquisadores], por exemplo, tem um EG diferente da batida fraca apagada em silêncio”, explica.<span> </span></p>
<p>Galves utiliza o futebol para mostrar como a matemática é utilizada nos estudos de neurobiologia. Ele compara o comportamento dos neurônios a um estádio lotado em dia de jogo, no qual os torcedores utilizam as mesmas camisas e a única forma de identificar para que time eles torcem é analisando suas reações ao longo do jogo.<span> </span></p>
<p>“Mas e o que a matemática tem a ver com isso? Tem tudo a ver com isso. Nessa variabilidade de comportamentos aparece uma regularidade que mostra que, se nós dois somos flamenguistas, nós vamos torcer ao mesmo tempo, da mesma maneira, embora eu me distraia e ela não, eu esteja chateado porque não preparei bem minha aula... Enfim, se eu pegar todos os comportamentos, eles serão essencialmente os mesmos. Ou seja: o que eu fiz foi atribuir um modelo a um comportamento global. E isso é essencialmente o que faz um neurobiólogo quando ele olha EGs e tenta entender se a evolução desse eletrodo está correlacionada ou não”, afirma o coordenador.<span> </span></p>
<p><i>Jogo multifunção</i><span> </span></p>
<p>Galves apresentou ainda um jogo para smartphones desenvolvido com o objetivo de levar as experiências desenvolvidas pelo Neuromat a alunos de ensino fundamental e médio. Nele, o jogador atua como o goleiro que precisa pegar o pênalti e deve decidir para que lado pular.<span> </span></p>
<p>“O que faz o jogador que vai bater o pênalti? Usa uma árvore com probabilidades 2-1-0: 2 representa chutar à direita, 1 à esquerda e 0 ao centro. Mas descobrimos que esse jogo podia servir pra outras coisas, como diagnóstico de Parkinson. Estamos aplicando sistematicamente para poder validar essa ferramenta. Por isso criamos uma atividade chamada AMPARO – Rede Neuromat de Apoio a Amigos e Pessoas com Doença de Parkinson”, conta.<span> </span></p>
<p>Segundo ele, o jogo está sendo testado também como instrumento de avaliação de pessoas com lesão no plexo braquial, um conjunto de nervos que conduz sinais da medula espinhal para os membros superiores. O estiramento do sistema nervoso periférico nesses casos causa dificuldade de movimentos e a pessoa não consegue mais trabalhar.<span> </span></p>
<p>“A operação que vai reconstruir pega uma ponta do sistema nervoso, conecta nos músculos intercostais e depois conecta no bíceps. Assim, se forma uma linha de comunicação que vai receber sinais tanto do braço, quanto dos músculos intercostais e ainda mandar de volta. É um recurso de plasticidade interessantíssimo que ainda queremos estudar. E o que pode fazer o jogo nesses casos? Ajudar os profissionais a avaliarem a evolução dessa reorganização no paciente e eventualmente no treinamento da pessoa”, diz o coordenador.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-20T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/medicina-genomica-vai-impactar-formacao-e-tomada-de-decisoes-do-profissional-de-saude">
    <title>Medicina genômica vai impactar formação e tomada de decisões do profissional de saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/medicina-genomica-vai-impactar-formacao-e-tomada-de-decisoes-do-profissional-de-saude</link>
    <description>Mudanças trazidas pelo desenvolvimento dessa ciência e pela implantação do Centro de Medicina Genômica em Ribeirão Preto serão abordadas no USP Analisa desta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CMG_09.06_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma revolução trazida pelo conhecimento adquirido com o sequenciamento do genoma humano está mudando a prática da medicina em todo o mundo. A medicina genômica, que utiliza dados obtidos a partir da análise do DNA, é capaz de detectar diversas doenças e vai exigir dos profissionais de saúde um entendimento cada vez maior sobre o assunto. Para falar sobre o futuro dessa área no Brasil e os impactos trazidos pela inauguração do Centro de Medicina Genômica do Hospital das Clínicas da USP em Ribeirão Preto, o USP Analisa recebe os professores do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) Wilson Araújo da Silva Junior e Victor Ferraz.<span> </span></p>
<p>Criado em 2012, o Centro oferece testes genéticos a pacientes atendidos pelo Hospital das Clínicas e está inaugurando uma estrutura própria, que vai melhorar o atendimento e colaborar com a formação de recursos humanos para a área. “A ideia principal desse espaço está ancorada em três pilares: a formação de recursos humanos, tanto de técnicos quanto de alunos de graduação e pós-graduação capazes de analisar e interpretar dados genômicos; o suporte à pesquisa em medicina genômica; e o oferecimento de serviços de diagnóstico molecular baseado em análise genômica”, explica Silva Junior.<span> </span></p>
<p>Segundo o docente, a medicina genômica será uma importante ferramenta para auxiliar a tomada de decisões pelo profissional de saúde, semelhante ao papel que a medicina baseada em imagens desempenha hoje. Muitos países, inclusive, já estão investindo no sequenciamento do genoma da população para identificar alterações genéticas ligadas a doenças e assim estabelecer políticas públicas de prevenção.<span> </span></p>
<p>A própria formação profissional na área da saúde vai sofrer mudanças com a inserção dessa nova técnica de análise. “É diferente de um exame tradicional. Ter ou não alteração nessa situação é delicado. Existem alterações que, de fato, vão causar a doença, alterações que não vão e alterações que precisam ser acompanhadas. Hoje, saber ou não sobre o risco de ter uma doença ou o risco reprodutivo é um direito do paciente e passa a ser um dever do médico abordá-lo”, diz Ferraz.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (9), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (14), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.<span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-09T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/genetica-influencia-escolhas-reprodutivas-e-ate-tratamentos-medicos">
    <title>Genética influencia escolhas reprodutivas e até tratamentos médicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/genetica-influencia-escolhas-reprodutivas-e-ate-tratamentos-medicos</link>
    <description>Em evento promovido pelo IEA-RP, Mayana Zatz mostra que a ciência já permite edição de genes e seleção de embriões e, em breve, proporcionará uma medicina mais personalizada</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN2204_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />A possibilidade de editar genes humanos para prevenir doenças hereditárias e também para selecionar características da preferência dos pais não é uma realidade tão distante assim. Mas quais dilemas éticos estão por trás de procedimentos que há bem pouco tempo pareciam apenas cenas de filmes de ficção científica? Esses foram alguns dos assuntos discutidos pela geneticista e docente do Instituto de Biociências da USP Mayana Zatz na conferência “GenÉtica: Escolhas que Nossas Avós não Faziam”, realizada pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP na quarta-feira, dia 31.<span> </span></p>
<p>Mayana, que também coordena o Centro de Pesquisas sobre o Genoma Humano e Células-tronco, reuniu uma vasta coletânea de histórias ao longo de 40 anos de atuação no aconselhamento genético de famílias com doenças neuromusculares. Os casos ajudam a refletir sobre o papel dos profissionais da área na orientação de escolhas reprodutivas e que resultados dos testes devem, de fato, ser compartilhados com os pacientes.<span> </span></p>
<p>Um dos tópicos abordados por Mayana foi a questão da privacidade, pois com um conhecimento cada vez maior sobre o genoma humano, teme-se que escolas, empregadores e até mesmo operadoras de planos de saúde tenham direito de solicitar testes para detectar, por exemplo, genes ligados à inteligência ou à propensão para determinadas doenças.<span> </span></p>
<p>"A Grã-Bretanha autorizou, em 2000, empresas a exigirem testes genéticos de clientes que tivessem parentes portadores de coreia de Huntington, sob pena de não fazer o seguro-saúde. Felizmente, nos Estados Unidos isso foi proibido. Mas no Brasil não há uma legislação específica".<span> </span></p>
<p><i>Seleção de embriões e manipulação de genes</i><span> </span></p>
<p>De acordo com a geneticista, já é possível evitar determinadas doenças genéticas nos casos de fertilização assistida por meio da seleção de embriões. “Você faz a fertilização e, quando há um embrião de 8 a 16 células, extrai-se uma ou duas células para checar a presença de mutação. Assim, somente embriões sem mutação são implantados, o que evita a interrupção da gestação”.<span> </span></p>
<p>Mas e se em vez de selecionar genes, os pesquisadores pudessem “editá-los”? Segundo Mayana, essa técnica existe e vai aumentar a possibilidade de consertar mutações. Intitulada CRISPR-Cas9, ela foi desenvolvida pela bioquímica norte-americana Jennifer Doudna e pela microbiologista francesa Emanuelle Charpentier.<span> </span></p>
<p>“Quais questões éticas isso vai levantar? A primeira é a pesquisa em células embrionárias. As cientistas acham que não deveríamos fazer pesquisa com essa tecnologia em células embrionárias. Eu defendo que sim. Se em vez de descartar um embrião que vai ter, por exemplo, uma mutação para o gene da distrofia de Duchenne, eu pudesse corrigir essa mutação e evitar que ela fosse transmitida a outras gerações, seria fantástico. Claro que ainda precisamos ter segurança para saber se estamos atuando somente sobre aquele gene ou sobre outros genes. Se a gente não fizer pesquisa, não vamos conseguir fazer isso nunca".<span> </span></p>
<p>Para Mayana, as pesquisas em genômica reservam outra revolução para a medicina: a farmacogenômica, que trará uma personalização muito maior aos tratamentos. Ela explica que variantes nos genes determinam respostas diferentes para drogas, o que faz com que cada pessoa responda de forma diferente ao uso de um mesmo medicamento. Testes genéticos permitirão determinar qual o melhor remédio e a dose mais apropriada para cada indivíduo.<span> </span></p>
<p>“A medicina do futuro será preditiva, personalizada, preventiva e participativa. A terapia gênica e celular permitirá substituir tecidos e órgãos e a morte será uma escolha, não um destino. A grande questão é: nós saberemos lidar com essa revolução?”</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-09T12:07:46Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health-02-de-junho-de-2017">
    <title>Remote Sensing, Urban Morphology and Studies on Health - 02 de junho de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/remote-sensing-urban-morphology-and-studies-on-health-02-de-junho-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-02T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/invisibilidades-do-trabalho-no-setor-de-servicos-sao-tema-do-usp-analisa">
    <title>Invisibilidades do trabalho no setor de serviços são tema do USP Analisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/invisibilidades-do-trabalho-no-setor-de-servicos-sao-tema-do-usp-analisa</link>
    <description>Docente da UQAM aborda também as consequências da reforma trabalhista para a saúde mental dos profissionais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc7191_edit.jpg" alt="DSC7191_edit" class="image-left" title="DSC7191_edit" />O trabalho no setor de serviços envolve uma série de dimensões relacionadas ao corpo, às emoções e à própria cognição do profissional que muitas vezes não são levadas em consideração pelos empregadores. Isso provoca uma série de invisibilidades cujas consequências atingem a própria saúde mental do trabalhador. Para abordar esse tema, o USP Analisa desta sexta (26) recebe o professor da Universidade da Quebec em Montreal (UQAM) Angelo Soares.<span> </span></p>
<p>Segundo ele, essas invisibilidades acontecem porque o modelo utilizado para analisar o trabalho baseia-se na indústria e gera distorções quando aplicado ao setor de serviços. “Hoje, por volta de 70% da população ocupada no Brasil está no setor de serviços. No Canadá, esse número chega a 79%. Essas invisibilidades estão presentes muito mais do que imaginamos em nosso dia a dia. Temos invisibilidades ao nível das competências necessárias para fazer o trabalho, por exemplo, emocionais, relacionadas à utilização do corpo, relacionais. E essas competências geralmente são invisíveis”, diz ele.<span> </span></p>
<p>Soares analisou alguns tipos de profissões do setor de serviços em suas pesquisas e identificou algumas dessas invisibilidades. “Teve uma enfermeira que me disse: ‘quando o paciente morre, todo mundo se envolve. Ele estava aqui há muito tempo, eu conheço a família, conheço os filhos, os netos. Quando ele morre, eu choro com a família. Mas quando eu saio desse quarto e entro no quarto ao lado, eu abro meu sorriso, porque esse paciente que morreu não precisa mais do meu sorriso, mas esse que está vivo precisa’. Então é uma ginástica emocional muito grande. Esse é um exemplo da competência emocional, da gestão das emoções necessária para fazer o trabalho”.<span> </span></p>
<p>O docente também criticou as reformas propostas pelo governo brasileiro na área trabalhista, destacando que pode haver precarização e sérias consequências à própria saúde mental do trabalhador. “O governo afirma que essas mudanças vão gerar mais empregos, mas é preciso especificar o tipo de emprego. Podemos criar muitos postos de trabalho sem exigência de qualificação e que causem problemas de saúde. A qualidade é muito importante. Para a sociedade brasileira, será uma catástrofe que, em vez de mil empregos com autonomia e boa saúde mental para os trabalhadores, sejam criados dez mil onde, ao final de um ou dois anos, eles estejam completamente doentes”.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta sexta (26), a partir das 12h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-25T17:43:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/remote-sensing-morphology">
    <title>Remote Sensing, Urban Morphology and Studies on Health</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/remote-sensing-morphology</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Novos sensores orbitais com maior resolução espacial têm potencial para o mapeamento intraurbano, possibilitando a utilização em estudos que relacionam planejamento urbano e saúde. Alguns aspectos da morfologia urbana, tais como compactação, verticalização e presença de áreas verdes podem estimular o deslocamento ativo por meio da caminhada. Cidades com morfologias urbanas que promovem a caminhada reduzem o uso de automóvel, a emissão de gases, o custo de vida, as taxas de obesidade e promovem a interação social e o senso de comunidade.</p>
<p>O evento proposto pretende apresentar inovações metodológicas na captura de dados a partir de imagens de satélite em áreas urbanas que possam contribuir com estudos em saúde.</p>
<p><strong>Conferencistas</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/christopher-small" class="external-link">Christopher Small</a> (Columbia University)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-reis-rosa" class="external-link">Marcos Reis Rosa</a> (FFLCH-USP)</p>
<p><strong>Comentarista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/reinal-perez-machado/view" class="external-link">Reinaldo Pérez Machado</a> (FFLCH-USP)</p>
<p><strong>Moderadora</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a> (FFLCH-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-24T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ma-saude-num-bom-retiro">
    <title>Má Saúde num Bom Retiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ma-saude-num-bom-retiro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Bom Retiro foi e é um pequeno bairro na enorme metrópole paulistana. Cheio de pequenas fábricas e armazéns, o bairro operário foi povoado desde o final do século XIX por imigrantes, migrantes de áreas pobres do Nordeste brasileiro e afro-brasileiros descendentes de escravos. Enquanto as origens culturais dos imigrantes mudaram (de católicos italianos, espanhóis e portugueses no final do século XIX para judeus da Europa Oriental na metade do século XX e para imigrantes chineses, coreanos e bolivianos nos dias atuais), o bairro sempre manteve a sua visão interna e externa como sendo um lugar em que a saúde (no sentido mais amplo da palavra) é precária.</p>
<p><span>"Má saúde num Bom Retiro" analisa a "saúde do público" com enfoque em um quarteirão do “baixo Bom Retiro” de cerca de 1900 até o presente. Os dados, a partir de diferentes tipos de fontes históricas, epidemiológicas e etnográficas, irão permitir a análise minuciosa desde as histórias contadas por moradores sobre como evitar doenças até as campanhas estaduais de controle social contra uma variedade de ameaças, do crime à dengue. O projeto faz uso de novas metodologias digitais que permitem o mapeamento da "saúde do público" e como o público em questão tem pensado sobre saúde ao longo do tempo.</span></p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores-visitantes/jeffrey-lesser" class="external-link"><span class="external-link">Jeffrey Lesser</span></a> (Emory University e IEA-USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos</a></span><span> (FFLCH e IEA-USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-23T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-com-mayana-zatz-aborda-etica-e-aconselhamento-genetico-na-usp-ribeirao-preto">
    <title>Evento com Mayana Zatz aborda ética e aconselhamento genético</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-com-mayana-zatz-aborda-etica-e-aconselhamento-genetico-na-usp-ribeirao-preto</link>
    <description>Palestra é realizada pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazgentica_siteIEA.png" class="internal-link"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazgentica_siteIEA.png" alt="" class="image-left" title="" /></a>Células tronco, DNA, genoma. Muito se fala sobre esses assuntos na mídia e na universidade, mas ainda falta entendimento por boa parte da população sobre a real influência da genética em nossas vidas – e, principalmente, de que forma ela pode ser usada a nosso favor.<span> </span></p>
<p>Para esclarecer mais a respeito desse tema, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP traz no dia 31 de maio, a partir das 15h, a palestra “GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam”, com a geneticista e docente do Instituto de Biociências da USP Mayana Zatz. O evento será realizado no <span style="text-align: justify; ">auditório do Bloco Didático</span> da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdzqdJ9qdP736iS-W4xazu2ZiuuSQNnx0v8sPnwppeztMuD0Q/viewform">neste link</a>.<span> </span></p>
<p>A geneticista vai abordar temas discutidos em seu livro de mesmo nome. Nele, ela utiliza histórias verídicas, ocorridas com pessoas que procuraram sua equipe para aconselhamento genético, para exemplificar avanços genéticos, dilemas éticos e como é importante continuar investindo nessa área da ciência. O aconselhamento genético é uma consulta que inclui procedimentos e orientações sobre doenças genéticas para que os pacientes e as famílias tomem as melhores decisões em relação a tratamentos e planejamento familiar.<span> </span></p>
<p>Mayana Zatz possui doutorado em genética pela USP e pós-doutorado em genética humana pela Universidade da Califórnia. É coordenadora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-Tronco, um dos centros de pesquisa, inovação e difusão (Cepids) financiados pela Fapesp. Foi membro do Projeto Genoma Humano, um esforço internacional para o mapeamento do genoma humano e a identificação de todos os nucleotídeos que o compõem. Também participou ativamente da aprovação das pesquisas com células-tronco embrionárias pelos parlamentares, em 2005 e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2008.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">O evento tem o apoio da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p>Mais informações: <a href="mailto:jhenrique@usp.br">jhenrique@usp.br</a> ou (16) 3315 0368.</p>
<hr />
<p><i><strong>GenÉtica: escolhas que nossas avós não faziam<br /></strong></i><i>31 de maio, 15h<br />Auditório da FMRP-USP (Av. Bandeirantes, 3900 - Monte Alegre, Ribeirão Preto-SP)<br />Inscrições gratuitas - <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdzqdJ9qdP736iS-W4xazu2ZiuuSQNnx0v8sPnwppeztMuD0Q/viewform">neste link</a><br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/genetica-escolhas-que-nossas-avos-nao-faziam" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/genetica-escolhas-que-nossas-avos-nao-faziam</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-23T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/genetica-escolhas-que-nossas-avos-nao-faziam">
    <title>GenÉtica: Escolhas que Nossas Avós não Faziam</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/genetica-escolhas-que-nossas-avos-nao-faziam</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A geneticista e docente do Instituto de Biociências da USP Mayana Zatz vai abordar temas discutidos em seu livro de mesmo nome. Nele, ela utiliza histórias verídicas, ocorridas com pessoas que procuraram sua equipe para aconselhamento genético, para exemplificar avanços genéticos, dilemas éticos e como é importante continuar investindo nessa área da ciência.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-23T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/governo-trump-e-as-repercussoes-sustentabilidade">
    <title>Governo Trump e as Repercussões nas Interfaces Ambiente, Saúde Global e Sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/governo-trump-e-as-repercussoes-sustentabilidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O debate promovido enfocará as implicações das recentes medidas do Governo Trump para as questões ambientais, a sustentabilidade e a saúde global. Especial atenção será dada ao decreto autorizando a <a class="external-link" href="https://www.epa.gov/">Agência de Proteção Ambiental do Estados Unidos</a> (EPA) a desmontar o Plano de Energia Limpa e as alterações propostas ao Obama Care.</span></p>
<h3><span style="text-align: justify; ">Expositores</span></h3>
<p><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-ritti" class="external-link">Carlos Ritt</a></span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-ritti" class="external-link">l </a>(Observatório do Clima e INPA)</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura" class="external-link">Deisy Ventura </a></span><span style="text-align: justify; ">(</span><span style="text-align: justify; ">IRI/IEA/FSP-USP)</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-jose-viola" class="external-link">Eduardo Viola</a> </span><span style="text-align: justify; ">(UnB)</span></p>
<h3>Coordenação</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-marques-di-giulio" class="external-link">Gabriela Di Giulio</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Ribeiro</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-28T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
