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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 1 to 2.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-na-era-da-geoeconomia">
    <title>Seminário analisará desafios e estratégias para o Brasil na era da geoeconomia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-na-era-da-geoeconomia</link>
    <description>O seminário “O Brasil na Nova Era da Geoeconomia: Como se Situar, como Responder?” será realizado no dia 7 de agosto, às 9h, no IEA, com organização do Grupo de Pesquisa Economia Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/planisferio-em-quebra-cabeca" alt="Planisfério em quebra-cabeça" class="image-right" title="Planisfério em quebra-cabeça" />Diversos economistas, cientistas políticos e especialistas em relações internacionais afirmam que o mundo está vivendo a era da geoeconomia, caracterizada pela intersecção entre a lógica do conflito e os métodos do comercio, de acordo com definição do estrategista militar e historiador estadunidense Edward Luttwak, que propôs o termo em artigo de 1990.</p>
<p>Os impactos são globais, mas há desafios de governança democrática específicos ao Brasil e à América Latina, segundo os organizadores do seminário “O Brasil na Nova Era da Geoeconomia: Como se Situar, como Responder?”, que será realizado no dia 7 de agosto, às 9h, no IEA. O encontro analisará tanto esses desafios quanto as estratégias para a inserção do país no cenário internacional. Os debatedores serão:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-mendonca-de-barros" target="_blank">José Roberto Mendonça de Barros</a>, economista, ex-professor da USP e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda; integrou conselhos de diversas empresas e instituições (atualmente participa do Conselho de Administração da Scicrop e do Conselho Consultivo do Scotiabank);</li>
<li><a href="http://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lourdes-sola" target="_blank">Lourdes Sola</a>, livre-docente em ciência política e ex-professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, professora sênior do IEA e coordenadora, no Instituto, do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/economia-politica-internacional-variedades-de-democracia-e-descarbonizacao">Grupo de Pesquisa Economia<i> </i>Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização</a>;</li>
<li><a href="http://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raul-jungmann" target="_blank">Raul Jungmann</a>, conselheiro do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração; foi ministro de quatro pastas (Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública) e presidente do Ibama;</li>
<li><a href="http://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-barbosa" target="_blank">Rubens Barbosa</a>, diplomata, ex-embaixador do Brasil nos EUA e no Reino Unidos, integrante do Grupo de Análise de Conjuntura Internacional (Gacint) da Instituto de Relações Internacionais da USP e presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice).</li>
</ul>
<p>O seminário é organizado pelo Grupo de Pesquisa Economia<i> </i>Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização e terá moderação do cientista político Eduardo Viola, vice-coordenador do grupo, pesquisador colaborador do IEA, professor titular aposentado da UnB e professor de relações internacionais da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo.</p>
<p>Para participar presencialmente, é preciso preencher <a href="http://forms.gle/ekSqToWLC9rmtmJo9" target="_blank">inscrição prévia online</a>. Quem não puder comparecer terá a oportunidade de assistir à transmissão ao vivo pelo canal do IEA no <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp">YouTube</a>.</p>
<p><strong>Nova era</strong></p>
<p>Sola e Vila afirmam que o impacto cumulativo dos choques que sucederam ao da crise global de 2008, incluindo a pandemia de Covid-19, tem sido interpretado como evidência da mudança sistêmica representada pela geoeconomia e sua conjunção entre interesses econômicos e de segurança e defesa.</p>
<p>“A questão de como navegar uma avalanche de riscos geopolíticos atravessa os cálculos de longo e de curto prazo nas decisões das instituições internacionais, nos cálculos dos governos nacionais e se apresenta como incontornável também para os conselhos administrativos das empresas do setor privado”, dizem.</p>
<p>Para eles, o panorama global está adquirindo contornos extremos, com o uso de interesses econômicos como parte de uma agenda de mudança nas ordens internacional, regional e nos realinhamentos políticos no plano nacional.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Ilustração: Pixabay</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geoeconomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sistema Internacional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Economia Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-04T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/3por1-janina-onuki">
    <title>Geopolítica mundial, inserção internacional do Brasil e Nova Rota da Seda - Entrevista com Janina Onuki</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/3por1-janina-onuki</link>
    <description>Participação da cientista política Janina Onuki, professora titular do Departamento de Ciência Política da FFLCH-USP, na série 3por1.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a class="external-link" href="https://youtu.be/beAywvRJiKY?si=5xv4HSzlcstF4ViY"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/janina-onuki-3por1" alt="Janina Onuki - 3por1" class="image-right" title="Janina Onuki - 3por1" /></a></p>
<p>A cientista política Janina Onuki concorda parcialmente com os analistas que veem certa similaridade entre o panorama geopolítico atual e aquele do século 19. Em sua participação<strong>*</strong> na <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">série 3por1</a>, ela aponta as diferenças entre os dois períodos. Também comenta os desafios do Brasil para se relacionar com os polos divergentes do sistema internacional, além da relação econômica e política do país com a China e a eventual participação na Nova Rota da Sede.</p>
<p>Onuki é professora titular do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, onde bacharelou-se em ciências sociais e obteve os títulos de mestre e doutora em ciências política. Realizou o pós-doutorado na Escola de Negócios Públicos e Internacionais da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos EUA. Foi diretora do Instituto de Relações Internacionais da USP. No IEA, participou do Programa Ano Sabático em 2022 e atualmente coordena o <a class="external-link" href="https://sites.usp.br/nupps/">Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas</a> e preside a <a href="https://www.iea.usp.br/iea/organizacao/comissao-de-pesquisa" class="external-link">Comissão de Pesquisa e Inovação</a>. Coordena também o <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/109218/gender-sti-igualdade-de-genero-em-ciencia-tecnologia-e-inovacao-dialogos-bilaterais-e-multilaterais">Projeto Temático Fapesp Gender STI: Igualdade de Gênero em Ciência, Tecnologia e Inovação: Diálogos Bilaterais e Multilaterais</a>.</p>
<h3>Entrevista</h3>
<p><strong>3por1</strong> – Professora Janina Onuki, há quem considere o panorama geopolítico atual similar àquele do século 19, com ênfases nacionalistas, emergência de uma nova potência e disputas por áreas de influência. A senhora concorda com essa visão?</p>
<table class="tabela-esquerda-borda-cinza">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; "><i style="text-align: center; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/3por1/janina-onuki" class="external-link">Assista ao vídeo<br /> da entrevista com<br />Janina Onuki</a></i></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>JO</strong> – Eu concordo em parte, porque nós estamos num contexto de emergência de governos nacionalistas a extremistas, mas acho que é uma conjuntura diferente do século 19 por duas razões: primeiro, porque nós temos um impacto muito grande da internet, acho que essa disseminação das informações e do impacto que os conflitos geram é muito maior, e também o fato de a gente ter a emergência de governos extremistas com outros interesses, muito mais amplos do que os que tínhamos no século 19.</p>
<p><strong>3por1</strong> – É possível um país como o Brasil ter um relacionamento simultâneo e proveitoso com polos divergentes do sistema internacional?</p>
<p><strong>JO</strong> – O Brasil sempre preservou sua política externa, o multilateralismo, ações pacíficas e a negociação, o diálogo com países com diferentes perfis internacionais. O fato é que é cada vez mais difícil num mundo tão polarizado nós conseguirmos manter as relações com países com divergências tão grandes com o Brasil.</p>
<p><strong>3por1</strong> – O que convém ao Brasil, ingressar ou não na Nova Rota da Seda chinesa?</p>
<p><strong>JO</strong> – Acho que o Brasil tem tido cada vez mais uma relação comercial e econômica bastante importante com a China. Acredito que o Brasil vá dar continuidade a essa relação, que não é apenas comercial, mas é [também] muito importante politicamente. Resta saber como o Brasil vai conseguir equilibrar a relação com a China – um país que vem crescendo e ganhando um espaço político cada vez maior – com a relação com outros países, como os Estados Unidos. O Brasil vai ter um desafio pela frente e, a partir da diplomacia e das negociações, tentar estabelecer um equilíbrio com a China e com os demais países do Ocidente. Mas eu vejo como inevitável a relação do Brasil com a China e a participação na Nova Rota da Seda.</p>
<p><span class="discreet"><strong><strong>* </strong></strong><strong>Entrevista gravada em 4 de julho de 2025 na sede do IEA.</strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Externa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Entrevista</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diplomacia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>China</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nova Rota da Seda</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sistema Internacional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>3por1</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-21T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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