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Capa revista Estudos Avançados 98

Atualidades do trabalho

Abordagens do mundo contemporâneo do trabalho, estudos no domínio das conexões entre meio ambiente e desenvolvimento, substantivos estudos culturais e resenhas variadas comprovam que o número 98 de Estudos Avançados mantém seu propósito de uma publicação acadêmica pluralista, voltada para a disseminação de conhecimento produzido em todos os campos científicos e para a divulgação de ensaios sobre os mais distintos aspectos da cultura. Veja abaixo alguns destaques.

Trabalho

Uberização

Motofretistas

O artigo Uberização: A era do trabalhador just-in-time? baseia-se em resultados de pesquisa empírica com revendedoras de cosméticos e motofretistas, além de dados secundários sobre motoristas de Uber e os chamados bike boys. Compreendendo-se a uberização como um novo tipo de informalização, é discutido como esta envolve uma generalização de características tipicamente femininas e periféricas do trabalho, conferindo uma nova visibilidade a elementos que estruturam o viver de trabalhadores e trabalhadoras da periferia.


Amazonas

Bioeconomia

Bioeconomia

Estratégias para o desenvolvimento da bioeconomia no estado do Amazonas apresenta um panorama com relação ao desenvolvimento de uma bioecomonia fortemente ligada com as potencialidades dos recursos naturais. Essa discussão se encaixa nas buscas por alternativas para economia do estado, muito centralizada pelo Polo Industrial de Manaus, que se torna ano a ano cada vez mais ameaçado. Discute também os impactos econômicos e tecnológicos de inovação em biodiversidade e capacitação dos recursos humanos, necessários para alavancar o desenvolvimento de uma ciência aplicada na conversão de produtos da natureza em produtos comerciais.


Traje de cena

Performance

Vestimento

Em 1644, no coração de Haia, na atual Holanda, Johan Maurits van Nassau-Siegen promoveu uma festa para os cidadãos ricos da cidade para exibir seu Gabinete de Curiosidades e suas conquistas no Brasil. Em um momento de terror, houve uma performancede 11 nativos brasileiros: todas as portas foram fechadas e os “ameríndios antropófagos” realizaram a sua apresentação, alguns em trajes ritualísticos, outros nus, em escândalo nunca dantes visto em Haia e suficientemente forte para perpetuar a imagem do “selvagem da América do Sul” que, de alguma maneira, ainda hoje perdura.


José Saramago

Tempo

Cerco de Lisboa

O propósito de O tempo entre ficção e fiosofia: sobre a História do cerco de Lisboade José Saramago é discutir a concepção de tempo na História do cerco de Lisboa(1989), de José Saramago. Para tanto, a partir da leitura do romance, recorre-se a considerações filosóficas – de Agostinho, Kant, Nietzsche, Bergson, Cioran e Koselleck – sobre tempo e história. Pretende-se, assim, evidenciar e analisar os estratos temporais dessa Históriasaramaguiana com base nas relações entre ficção e filosofia.