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Direitos Humanos em Saúde, Interseccionalidades e Saúde Mental

por Cláudia Regina - publicado 18/03/2026 10:55 - última modificação 19/03/2026 15:22

Detalhes do evento

Quando

de 26/03/2026 - 09:00
a 26/03/2026 - 12:00

Onde

ON-LINE

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Telefone do Contato

11 3091-1686

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A afirmação da cidadania e da liberdade foi fundamentada na Reforma Psiquiátrica Brasileira (RPB). A defesa dos direitos humanos se concretiza em marcos legais como a Lei nº 10.216/2001, que garante os direitos das pessoas com transtornos mentais e na Portaria nº 3.088/2011, que institui a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), cuja atuação é pautada pela promoção de cuidado em liberdade, respeito e inclusão social.

Nesse contexto, torna-se importante considerar os desafios relacionados à equidade no cuidado em saúde mental, à luz da interseccionalidade, isto é, das múltiplas dimensões que atravessam as condições de vida das pessoas, como raça, gênero, classe, idade e território.

Tais marcadores podem influenciar o acesso aos serviços, bem como a forma como os direitos são reconhecidos e exercidos. É fundamental refletir sobre como a RAPS tem respondido a essas demandas e contribuir para a Rede construir respostas integradas e efetivas.

Este evento convida à reflexão sobre a intersecção entre saúde mental e direitos humanos, destacando a importância da autonomia dos usuários, do cuidado antimanicomial, do combate ao estigma e da participação social. Por meio de debates, buscamos fortalecer práticas éticas e inclusivas na RAPS, reafirmando nosso compromisso com uma sociedade mais justa, humana e democrática. A afirmação da cidadania e da liberdade foi fundamentada na Reforma Psiquiátrica Brasileira (RPB). A defesa dos direitos humanos se concretiza em marcos legais como a Lei nº 10.216/2001, que garante os direitos das pessoas com transtornos mentais e na Portaria nº 3.088/2011, que institui a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), cuja atuação é pautada pela promoção de cuidado em liberdade, respeito e inclusão social.

Nesse contexto, torna-se importante considerar os desafios relacionados à equidade no cuidado em saúde mental, à luz da interseccionalidade, isto é, das múltiplas dimensões que atravessam as condições de vida das pessoas, como raça, gênero, classe, idade e território. Tais marcadores podem influenciar o acesso aos serviços, bem como a forma como os direitos são reconhecidos e exercidos. É fundamental refletir sobre como a RAPS tem respondido a essas demandas e contribuir para a Rede construir respostas integradas e efetivas.

Inscrições

Evento público e gratuito | com inscrição prévia

Haverá certificação emitida pelo GPIPPSAM

Transmissão on-line: canal do YouTube do IEA

Programação

09h

Abertura: Carla Aguiar (GPIPPSAM/IEA-USP) e

Coordenação: Sônia Barros (GPIPPSAM/IEA-USP)

09h15 às 10h

Direitos Humanos e Vulnerabilidade Social na Saúde Mental Carla Aparecida Arena Ventura (EFRP e IEA-USP)

10h às 10h45

Direitos Humanos e Interseccionalidades em Saúde Mental nos Territórios: Como São Promovidos nas RAPS?Jeane Saskya Campos Tavares (CCS-UFRB)

10h45 às 11h45

Debate Luis Eduardo Batista (GPIPPSAM/IEA-USP)

11h45

EncerramentoSônia Barros (GPIPPSAM/IEA-USP)