Direitos Humanos em Saúde, Interseccionalidades e Saúde Mental
Detalhes do evento
Quando
a 26/03/2026 - 12:00
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A afirmação da cidadania e da liberdade foi fundamentada na Reforma Psiquiátrica Brasileira (RPB). A defesa dos direitos humanos se concretiza em marcos legais como a Lei nº 10.216/2001, que garante os direitos das pessoas com transtornos mentais e na Portaria nº 3.088/2011, que institui a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), cuja atuação é pautada pela promoção de cuidado em liberdade, respeito e inclusão social.
Nesse contexto, torna-se importante considerar os desafios relacionados à equidade no cuidado em saúde mental, à luz da interseccionalidade, isto é, das múltiplas dimensões que atravessam as condições de vida das pessoas, como raça, gênero, classe, idade e território.
Tais marcadores podem influenciar o acesso aos serviços, bem como a forma como os direitos são reconhecidos e exercidos. É fundamental refletir sobre como a RAPS tem respondido a essas demandas e contribuir para a Rede construir respostas integradas e efetivas.
Este evento convida à reflexão sobre a intersecção entre saúde mental e direitos humanos, destacando a importância da autonomia dos usuários, do cuidado antimanicomial, do combate ao estigma e da participação social. Por meio de debates, buscamos fortalecer práticas éticas e inclusivas na RAPS, reafirmando nosso compromisso com uma sociedade mais justa, humana e democrática. A afirmação da cidadania e da liberdade foi fundamentada na Reforma Psiquiátrica Brasileira (RPB). A defesa dos direitos humanos se concretiza em marcos legais como a Lei nº 10.216/2001, que garante os direitos das pessoas com transtornos mentais e na Portaria nº 3.088/2011, que institui a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), cuja atuação é pautada pela promoção de cuidado em liberdade, respeito e inclusão social.
Nesse contexto, torna-se importante considerar os desafios relacionados à equidade no cuidado em saúde mental, à luz da interseccionalidade, isto é, das múltiplas dimensões que atravessam as condições de vida das pessoas, como raça, gênero, classe, idade e território. Tais marcadores podem influenciar o acesso aos serviços, bem como a forma como os direitos são reconhecidos e exercidos. É fundamental refletir sobre como a RAPS tem respondido a essas demandas e contribuir para a Rede construir respostas integradas e efetivas.
Inscrições
Evento público e gratuito | com inscrição prévia
Haverá certificação emitida pelo GPIPPSAM
Transmissão on-line: canal do YouTube do IEA
Organização
Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Políticas Públicas de Saúde Mental (GPIPPSAM/IEA-USP)
Programação
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09h |
Abertura: Carla Aguiar (GPIPPSAM/IEA-USP) e Coordenação: Sônia Barros (GPIPPSAM/IEA-USP) |
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09h15 às 10h |
Direitos Humanos e Vulnerabilidade Social na Saúde Mental – Carla Aparecida Arena Ventura (EFRP e IEA-USP) |
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10h às 10h45 |
Direitos Humanos e Interseccionalidades em Saúde Mental nos Territórios: Como São Promovidos nas RAPS? – Jeane Saskya Campos Tavares (CCS-UFRB) |
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10h45 às 11h45 |
Debate – Luis Eduardo Batista (GPIPPSAM/IEA-USP) |
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11h45 |
Encerramento – Sônia Barros (GPIPPSAM/IEA-USP) |