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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 32.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-renato-janine">
    <title>Ensino superior deve se preocupar em aguçar mentes, diz ministro da Educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ica-renato-janine</link>
    <description>Em conferência da Intercontinental Academia, o ministro da Educação Renato Janine falou sobre a importância de universidades menos centradas no treinamento profissional e mais preocupadas com a formação de um repertório cultural amplo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ministro-renato-janine-e-martin-grossmann" alt="Ministro Renato Janine e Martin Grossmann" class="image-inline" title="Ministro Renato Janine e Martin Grossmann" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O ministro Renato Janine Ribeiro na conversa<br />com os participantes da Intercontinental Academia</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na avaliação de <a href="http://www.ica.usp.br/people/speakers/renato-janine-ribeiro" target="_blank">Renato Janine Ribeiro</a>, ministro da Educação, a universidade do futuro deve ser pensada não apenas em termos de treinamento em uma carreira específica, mas também de formação cultural abrangente, que amplie e diversifique a visão de mundo das pessoas. Ele falou sobre o tema em workshop com os<a href="http://www.ica.usp.br/people/candidates" target="_blank"> participantes</a> da <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">Intercontinental Academia</a> (ICA), realizado na manhã dessa sexta-feira, 24.</p>
<p>Janine, que é também membro do <a href="http://www.ica.usp.br/people/iea-usp-scientific-committee" target="_blank">comitê científico do IEA para a ICA</a> e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/o-futuro-nos-interpela" target="_blank">Grupo de Pesquisa O Futuro nos Interpela</a> do Instituto, ressaltou que sua exposição não consistia num discurso oficial, como ministro, mas num exercício utópico, com a proposta de refletir sobre o que a universidade pode se tornar nos próximos 40 ou 50 anos.</p>
<p>Para ele, a principal questão a ser considerada ao se imaginar a universidade do futuro é a necessidade de ir além da profissionalização: "É preciso pensar um sistema de ensino superior mais preocupado em aguçar mentes para compreender melhor a realidade."</p>
<p>A trajetória dos graduados em alguns dos cursos universitários mais concorridos do país seria prova da necessidade de mudanças. Segundo Janine, cerca de 20% dos diplomados em medicina não segue a carreira de médico. "Isso faz soar um sinal de alarme, pois o aluno dedica seis anos a um curso tão difícil e específico e depois deixa de lado", observou.</p>
<p>A situação é mais preocupante no curso de direito. O ministro afirmou que, embora os dados não sejam precisos, a maior parte dos formados não passa no exame da OAB e, portanto, não advoga. O padrão se repete no curso de administração e em vários outros.</p>
<p>"Estamos convencidos de que temos que mudar nossos currículos para oferecer cursos universitários mais amplos." O primeiro passo para isso, ponderou, é renovar as agendas das universidades e prepará-las para as transformações que estão em curso, dentre as quais destacou duas: a redução das desigualdades sociais e a elevação da longevidade.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>INTERCONTINENTAL<br />ACADEMIA </strong></p>
<p><i><strong>Eixo temático: Universidade</strong></i></p>
<p><strong>Workshop com<br />Renato Janine Ribeiro</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/intercontinental-academia-workshop-with-brazilian-minister-of-education-renato-janine-ribeiro" class="external-link">Vídeo</a><span> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/eixo-universidades" class="external-link">Fotos</a><br /><br /></span></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/goldemberg-ica" class="external-link">Goldemberg fala aos participantes da Intercontinental Academia sobre as contribuições da USP à sociedade</a></span></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><strong><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias_ica" class="external-link">Mais notícias</a></i></strong></p>
<p><strong><i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/docs/reports" target="_blank">Relatos críticos</a></i></strong></p>
<p><strong><i>Mais informações<br /></i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank"><i>http://intercontinental-academia.ubias.net</i></a></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>IGUALDADE </strong></p>
<p>Recordando ideias do pensador francês Alexis de Tocqueville, "um observador sagaz do cenário político do século 19", Janine afirmou que caminhamos para um mundo cada vez mais igualitário, no qual a desigualdade social não desaparecerá, mas perderá suas antigas justificativas e conviverá com um avanço significativo dos direitos dos antigos excluídos.</p>
<p>"Analisando os últimos 250 anos, é possível notar que a igualdade de fato aumentou em termos de justiça social, liberdade e diversidade, com maior inclusão das mulheres e de outros grupos historicamente discriminados", destacou.</p>
<p>A mobilidade social observada no Brasil na última década seria exemplo disso. Janine lembrou a conhecida imagem da pirâmide e do losango social. Em 2005, a sociedade brasileira podia ser representada por uma pirâmide: a base era formada por 100 milhões de pessoas em condição de muita pobreza ou miséria, que integravam as classes D e E; a faixa intermediária, correspondente à classe C, contava com 50 milhões de pessoas; e no topo estavam os 40 milhões de privilegiados que compunham as classes A e B.</p>
<p>Em 2010, a pirâmide deu lugar a um losango: a base foi reduzida a 50 milhões de brasileiros; a faixa intermediária dobrou de tamanho, passando a abranger 100 milhões de pessoas; e o topo dos mais ricos ganhou corpo, subindo para 50 milhões. "Em cinco anos, 25% da população em situação de extrema pobreza ingressou na classe C, passando para o status de classe média baixa."</p>
<p>E se a sociedade está se tornando mais igualitária, ressaltou Janine, então a tendência é que o acesso à universidade se torne um direito universal. "Se chegarmos próximo de atender a todos os que desejam ter uma educação superior, a universidade terá que ser diferente: não será voltada para a formação profissional, mas para a oferta de uma cultura geral que dê sentido para a vida das pessoas", explicou. Ela fará parte da cidadania, expressando a formação necessária para que o indivíduo se realize pessoal e profissionalmente.</p>
<p>Na opinião do ministro, o Brasil já segue em direção ao amplo acesso ao ensino superior, embora ainda esteja longe do objetivo final. Ele citou alguns dados para embasar seu ponto de vista: em 1968, quando ingressou no curso de filosofia, as universidades contavam com 100 mil alunos. Em 2003, o número era de pouco mais que 3 milhões, e hoje já ultrapassou, com mais de 7 milhões, os 20% da população na faixa dos 20 anos. "E quando um país atinge os 15%, deixa de ser elitista em termos de acesso ao ensino superior. Atualmente, estamos na categoria dos já não elitistas. Falta muito, mas avançamos", observou.</p>
<p><strong>LONGEVIDADE</strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Workshop%20Renato%20Janine%20Ribeiro-%20foto%20Marcos%20Santos.jpg/@@images/27bf82ad-4211-4fae-80ac-0e8e4e03efca.jpeg" alt="Workshop Renato Janine Ribeiro" class="image-right" title="Workshop Renato Janine Ribeiro" />A segunda transformação mencionada por Janine refere-se ao aumento exponencial da expectativa de vida da população. Segundo o ministro, caminhamos para um tempo em que viver 100 anos deixará de ser um fenômeno excepcional e se tornará algo comum. "Nesse novo mundo, as opções que você faz aos 20 anos não pode determinar os resultados que terá aos 60 anos", advertiu.<br /><br /> Para Janine, o aumento da longevidade traz à tona a questão da abertura a mudanças, as quais tendem a se tornar mais frequentes à medida que a idade avança. Isso porque uma população que vive mais permanece no mercado de trabalho por um período maior e tem mais tempo para mudar a trajetória profissional.</p>
<p>"Atualmente, achamos mais importante ser fiel à profissão que foi estudada que ser fiel ao parceiro. Mas estamos num mundo em que as mudanças acontecem e são normais. As pessoas vão mudar sua identidade várias vezes ao longo da vida, o que inclui mudar de profissão e de emprego", explicou.</p>
<p>Esse novo cenário que desponta no horizonte, afirmou o ministro, impõe um sistema universitário mais flexível, capaz de preparar os estudantes para transitar de uma área para outra, sem que isso seja visto como sinal de fracasso ou imaturidade. Ele questionou a mentalidade corrente que vê a desistência de um curso universitário como uma falha pessoal. "Por que? A vida continua. É preciso aceitar a ideia de mudança. O diploma universitário não pode ditar minha vida futura e não precisa ser um marco profissional definitivo."</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>PENSANDO UM NOVO MODELO</strong></p>
<p>Para explicar o modelo de universidade do futuro que tem em mente, Janine usou como exemplo o projeto de um curso experimental de graduação interdisciplinar em humanidades que desenvolveu para a USP, o qual não chegou a ser implementado.</p>
<p>O curo seria dividido em três semestres. No primeiro deles, as disciplinas girariam em torno da emergência da modernidade e discutiriam sobretudo o racionalismo, apoiando-se em autores como Descartes, Durkheim e Max Weber. Incluiriam, ainda, a perspectiva das artes visuais e da literatura, com a análise de romances centrados no herói problemático, como "Dom Quixote" e "Madame Bovary", que representam, disse ele, “a sombra, o lado sombrio, da modernidade”.</p>
<p>O segundo semestre traria disciplinas no eixo temático da antropologia e da antiguidade e faria um contraponto à modernidade. Já o terceiro englobaria disciplinas voltadas para a discussão da pós-modernidade, com foco no pensamento contemporâneo e na crítica aos modernos.</p>
<p>De acordo com Janine, o curso foi pensado com o objetivo de oferecer aos estudantes diferentes pontos de vista sobre um mesmo tema: por exemplo, a sociologia está preocupada em estudar as falhas da modernidade; a antropologia é avessa à modernidade: não acredita no progresso e não hierarquiza as culturas; e a ciência política tende a crer que o mundo pode ser melhor se for mais racional, tal como pressupõem os modernos.</p>
<p>"Os cursos não seriam exposições de conteúdos, mas de diferentes óculos para enxergar os fenômenos sociais. O aluno aprenderia a analisar os fenômenos de acordo com a perspectiva mais apropriada. Não há uma lente universal."</p>
<p>O ministro disse que, assim como a universidade do futuro, o curso ampliaria a visão de mundo das pessoas. "Precisamos ser poliglotas culturais e científicos: precisamos conhecer as diferentes áreas e disciplinas e saber como integrá-las", ressaltou.</p>
<p>Além da conferência com Janine, a programação da ICA incluiu mais duas sessões sobre o eixo temático "Universidade": uma <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/goldemberg-ica" target="_blank">master class</a> sobre os 80 anos da USP com José Goldemberg, ex-reitor da Universidade, que aconteceu no dia 20; e um debate com reitores e especialistas em educação sobre o futuro da universidade, realizado na tarde desta sexta-feira.</p>
<p style="text-align: right; "><span style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos:  Leonor Calazans/IEA-USP (no alto) e Marcos Santos/Jornal da USP </span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>ICA Universidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-26T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-em-taiwan-reune-diretores-dos-ubias">
    <title>Encontro em Taiwan reúne diretores dos Ubias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-em-taiwan-reune-diretores-dos-ubias</link>
    <description>O IEA estará presente no 3º encontro de diretores dos University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias), que acontece 27 a 29 de novembro, no Instituto de Estudos Avançados em Humanidades e Ciências Sociais da Universidade Nacional de Taiwan. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/encontro-ubias-taiwan" alt="Encontro Ubias Taiwan" class="image-left" title="Encontro Ubias Taiwan" />De 27 a 29 de novembro, acontece em Taipei, Taiwan, o 3º encontro de diretores dos <a href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias)</a> – rede que reúne 34 institutos de estudos avançados baseados em universidades de todo o mundo, entre os quais o IEA, que é também integrante do Comitê Diretivo.</p>
<p>Sob coordenação do <a href="http://www.ihs.ntu.edu.tw/en/">Instituto de Estudos Avançados em Humanidades e Ciências Sociais</a> (IHS, na sigla em inglês) da Universidade Nacional de Taiwan (NTU, na sigla em inglês), o evento terá como tema geral <i>Breaking Through Old Boundaries and Paradigms in a New Age of Globalization </i>e como tema específico <i>Rising East Asia in a New Age of Globalization. </i></p>
<p><i> </i></p>
<p>Ao longo dos quatro dias, haverá uma série de painéis e conferências. Entre os assuntos a serem abordados, além dos temas específicos do encontro, estão as contribuições do pensamento do Leste Asiático, da América Latina e da Península Ibérica à produção científica mundial; as potencialidades dos Ubias; a criatividade e a interdisciplinaridade; modelos de cooperação entre os institutos vinculados à rede; a condução de pesquisas na área das ciências naturais e da tecnologia em institutos de estudos avançados; e a importância das ciências sociais e humanidades na discussão de questões prementes (<a class="external-link" href="http://www.dim.mickey.tw/marketing/program">veja a programação</a>).</p>
<p>Realizado anualmente, o encontro de diretores dos Ubias é uma oportunidade para os integrantes da rede trocarem experiências, promoverem o intercâmbio cultural e científico, e articularem parcerias interinstitucionais, como é o caso da <a href="http://www.ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> (ICA). Sintetizada no conceito 2+2+2, a iniciativa consiste num projeto de cooperação acadêmica internacional, que visa a reunir dois institutos dos Ubias de dois continentes diferentes para desenvolver, ao longo de dois workshops interdisciplinares, uma pesquisa conjunta centrada num tópico temático transversal.</p>
<p>Sob a responsabilidade do IEA e do Instituto de Pesquisa Avançada (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, Japão, o projeto-piloto da ICA terá como tema "Tempo". As atividades serão iniciadas em abril de 2015, quando acontece o primeiro workshop, em São Paulo, e se estenderão até janeiro/fevereiro de 2016, período previsto para o segundo, a ser realizado em Nagoya.</p>
<p>Questões relativas ao planejamento geral da ICA, à programação dos workshops e à seleção dos pesquisadores que participarão do projeto-piloto serão deliberadas no encontro.</p>
<p><strong>PARTICIPAÇÃO DO IEA</strong></p>
<p>No primeiro dia do encontro, Martin Grossmann, diretor do IEA, e Cai Dapeng, professor associado do IAR, vão falar sobre o andamento da ICA no painel <i>Sao Paulo - Nagoya Intercontinental Academia 2015: Overview, Prospects, and Progress Report</i>. A apresentação de Grossmann e Capeng será moderada por Yun-han Chu, professor de ciência política da NTU.</p>
<p>Grossmann também fará a exposição <i>Os Desafios da Universidade no Século 21: No Agora e nos Possíveis Futuros </i>no painel <i>Thinking from Latin America and Iberia</i>, a ser realizado no dia 29. Os outros expositores do painel serão José Vicente Tavares dos Santos, diretor do Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados (ILEA) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e Rocío Davis Garcia, representante do Instituto Cultura y Sociedad da Universidad de Navarra, Espanha. A moderação estará a cargo de Luisa Shu-Ying Chang, diretora do Escritório de Assuntos Internacionais da NTU.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto:  IHS-Taiwan</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-11-25T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diretores-da-ubias-discutem-impacto-da-pesquisa">
    <title>Diretores do UBIAS discutem impacto da pesquisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diretores-da-ubias-discutem-impacto-da-pesquisa</link>
    <description>Quarto encontro da rede será coordenado pelo instituto de estudos avançados da University of Birmingham. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/institute-of-advanced-studies-of-the-university-of-birmingham-1" alt="University of Birmingham" class="image-inline" title="University of Birmingham" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Instituto de Estudos Avançados da University of Birmingham, Inglaterra, sediará encontro da rede UBIAS.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Entre os dias <strong>20 e 22 de junho</strong>, acontece em Birmingham, Inglaterra, o quarto encontro dos diretores do <a href="http://www.ubias.net/" target="_blank">University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias)</a>. A rede reúne 34 institutos de estudos avançados baseados em universidades de todo o mundo, entre os quais o IEA-USP, que também integra o Comitê Diretivo. O IEA será representado pelo seu vice-diretor, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonsky</a>, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA-USP).</p>
<p><i>UBIAS into Impact: Networking our academics to meet global challenges</i> será o tema geral do encontro. Segundo os organizadores, o impacto nas pesquisas é uma agenda fundamental no sistema de pesquisa e ensino do Reino Unido e que vem sendo cuidadosamente observado em muitos outros países. Com isto, a reunião será uma oportunidade para a rede explorar essa agenda, considerar seus benefícios e riscos e estabelecer planos de ação e contribuições entre os integrantes da rede.</p>
<p>As sessões principais trarão temas como a importância da rede UBIAS e seus benefícios potenciais; a <a class="external-link" href="http://www.ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> (ICA); interdisciplinaridade e impactos nas artes e na ciência; mídia, engajamento e controle de dados no século 21; criação de ambientes intelectuais; educação de ensino superior no Reino Unido e União Europeia e a internacionalização da pesquisa.</p>
<p>Sob a coordenação do instituto de estudos avançados da University of Birmingham, o encontro desse ano terá ainda a participação do ex-diretor do IEA-USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, que dará uma visão geral sobre o projeto ICA, no painel do dia 20. <span>Na mesma sessão participam os pesquisadores Valtteri Arstila e Vanessa Hellmann, participantes da ICA sobre "Tempo" e "Dignidade Humana", respectivamente; os representantes do Israel Institute for Advanced Studies da The Hebrew University of Jerusalem, Michal Linial e Eliezer Rabinovici, e também Michael Röckner, do instituto de estudos avançados da Universität Bielefeld, Alemanha.</span></p>
<p>Os convidados do painel sobre ICA discutirão os resultados e perspectivas futuras do projeto. Em suas duas versões, a ICA desenvolveu trabalhos sobre “Tempo” e “Dignidade Humana”. O conteúdo das pesquisas sobre o tempo, no qual os participantes têm trabalhado desde a <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/home-sao-paulo" target="_blank">Fase São Paulo</a> da ICA, irá subsidiar a criação de um<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-detalham-curso-online-sobre-o-tempo" class="external-link"> <i>Massive Open Online Course</i></a> (Mooc, na sigla em inglês), que será disponibilizado gratuitamente na plataforma Cousera.</p>
<p>Na sessão de abertura do dia 20, os debates ficarão a cargo dos diretores Mike Hannon, da Birmingham IAS, e Bernd Kortmann, da FRIAS Freiburg. Os cientistas ministrarão palestras sobre o tema “The importance of UB-IASs and potential benefits of networking them”. Na sequência, cada diretor deverá apresentar o próprio instituto e as ações realizadas para o fortalecimento da rede.</p>
<p>Os convidados começam a chegar no campus principal da University of Birmingham a partir do dia 19 de junho. No fechamento da programação, no dia 22 de junho, está previsto um passeio ao famoso Royal Shakespeare Theatre, para a exibição da peça Dr. Faustus, de Christopher Marlowe.</p>
<p>Os encontros de diretores dos Ubias é uma oportunidade para os integrantes da rede trocarem experiências, promoverem o intercâmbio cultural e científico, e articularem parcerias interinstitucionais, como é o caso da ICA.</p>
<p><span>O encontro de diretores anterior, realizado em Taipei, Taiwan, em novembro de 2014, discutiu o tema </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-em-taiwan-reune-diretores-dos-ubias" class="external-link"><i>Breaking Through Old Boundaries and Paradigms in a New Age of </i>Globalization.</a><span> O tema específico foi </span><i>Rising East Asia in a New Age of Globalization.</i></p>
<p><i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institutional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-13T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-laymert-garcia">
    <title>Conferência aborda experiência artística transcultural entre brasileiros, ianomâmis e alemães</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ica-laymert-garcia</link>
    <description>Na primeira conferência temática da Intercontinental Academia, Laymert Garcia dos Santos falou sobre a concepção da ópera multimídia "Amazônia — Teatro Música em Três Partes".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/laymert-garcia-dos-santos-ica/@@images/29ecf238-d08a-4390-97dc-04bd800ddec8.jpeg" alt=" Laymert Garcia dos Santos - ICA" class="image-right" title=" Laymert Garcia dos Santos - ICA" />O processo de criação artística da ópera multimídia "Amazônia — Teatro Música em Três Partes" foi apresentando por <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/speakers/laymert-garcia-dos-santos">Laymert Garcia dos Santos</a> na conferência <i>Mito e Tecnociência na Amazônia Transcultural</i>, realizada na segunda-feira, dia 20, como parte da programação da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">Intercontinental Academia</a> (ICA).  <i> </i></p>
<p><i> </i></p>
<p>Resultado de um esforço de cooperação internacional e transcultural envolvendo pesquisadores brasileiros, artistas alemães e índios ianomâmis da aldeia Watoriki, na fronteira com a Venezuela, a ópera trata do futuro da floresta amazônica a partir da perspectiva ocidental, de matriz tecnocientífica, e da xamânica, de matriz mitológica.</p>
<p><i> </i></p>
<p><span>Segundo Santos, que é professor do Departamento de Sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o objetivo do experimento artístico foi reunir duas visões distintas sobre o futuro da floresta amazônica — uma baseada no pensamento mágico e outra no pensamento racional  — e encontrar um denominador comum em torno do qual produzir a obra. </span>A obra foi produzida de 2006 a 2010 a partir de uma parceria entre o Instituto Goethe, a Bienal de Munique, o Centro de Arte e Mídia ZKM Karlsruhe e a Associação Ianomâmi Hutukara, e apresentada na Bienal de Teatro Música de Munique, Alemanha, e no Sesc Pompeia, São Paulo, em 2010, e no Festival "Out of Control" de Viena, Áustria, em 2013.</p>
<p><i> </i></p>
<p>Para chegar a essa síntese entre a cosmologia xamânica e a tecnocientífica, estabeleceu-se um diálogo transcultural entre os indígenas e o "homem branco", baseado numa relação simétrica e de respeito mútuo. "Era preciso que as duas visões dialogassem e preservassem suas essências, sem se submeterem uma à outra. A ideia foi integrar, e não apagar as diferenças entre elas", explicou.</p>
<p>O conferencista comparou o processo de criação da ópera ao formato da ICA. De acordo com ele, ambas iniciativas consistem em reunir atores de culturas diversas e integrar suas cosmologias, perspectivas e visões de mundo em prol de um objetivo comum. "Trata-se não de superar os mal-entendidos, mas de transformá-los em mal-entendidos produtivos", disse, parafraseando o antropólogo francês Bruce Albert.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>INTERCONTINENTAL ACADEMIA</strong></p>
<p><i><strong>Eixo temático: Tempo</strong></i></p>
<p><strong>Conferência de Laymert Garcia<br />dos Santos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/intercontinental-academia-talk-with-laymert-garcia-dos-santos" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/conferencias" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-da-intercontinental-academia-propoe-reflexao-filosofica-sobre-tempo-e-eternidade" class="external-link">Conferência da Intercontinental Academia propõe reflexão filosófica sobre o tempo e a eteernidade</a>"</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><strong><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias_ica" class="external-link">Mais notícias</a></i></strong></p>
<p><strong><i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/docs/reports" target="_blank">Relatos críticos</a></i></strong></p>
<p><strong><i>Mais informações<br /></i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank"><i>http://intercontinental-academia.ubias.net</i></a></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A opção por uma ópera multimídia e transcultural foi fruto de uma aposta na emoção como forma de sensibilizar a sociedade sobre o problema do desmatamento na Amazônia. O foco, afirmou Santos, era abordar a questão através da arte, usando uma estratégia diferente da convencional, a qual apela para a razão a partir de informações tecnocientíficas, em geral restritas a dados, números e gráficos. "Queríamos refletir sobre por quê, mesmo sabendo que temos que parar o desmatamento, não paramos."</p>
<p><strong>A ÓPERA</strong></p>
<p>Santos explicou cada uma das três partes que compõem a ópera a partir da exibição de trechos. A primeira, "Tilt", foi inspirada na carta de Walter Raleigh à rainha Elizabeth I, na qual o explorador relata sua expedição pela região do rio Orinoco, próximo ao território dos ianomâmis na Venezuela, e afirma ter descoberto o lugar lendário que os espanhóis chamavam de "El Dorado".</p>
<p>Sonorizada com ruídos urbanos, essa seção introdutória remete ao passado, mais especificamente à perspectiva dos antigos descobridores da América, mas se passa no futuro, num tempo em que a floresta foi devastada e já não existe. Segundo Santos, "Tilt" mostra que o futuro da floresta foi selado num passado distante, com a chegada dos europeus. O "homem branco", encarnado na figura de Raleigh, seria o porta-voz da destruição vindoura.</p>
<p>"Queda do Céu", segunda parte da obra, trata do futuro da floresta na perspectiva mítica dos ianomâmis. Perpassada por cantos indígenas e sons da natureza, tal como ouvidos na mata, a narrativa mostra o triunfo de Xawara — espírito do mal que simboliza a ganância do "homem branco" — sobre os xamãs. O desfecho do embate resulta no apocalipse, ao qual a mitologia ianomâmi se refere como "queda do céu".<span> </span></p>
<p>A última parte, "Conferência Amazônica", subdivide-se em três momentos: 1) "Paraíso", que explora, a partir de dados e modelos matemáticos, os processos bioquímicos que garantem o equilíbrio dos ecossistemas e a biodiversidade em nível molecular; 2) "Conferência", no qual cientistas, políticos, xamãs e economistas debatem o futuro da floresta e chegam à conclusão de que já é tarde demais para conter o processo de devastação; e 3) "Entropia", que expõe o colapso do paraíso anunciado por ianomâmis e ocidentais, com a destruição das cadeias moleculares imprescindíveis para os ciclos vitais da natureza e a consequente destruição da floresta.</p>
<p>Na avaliação de Santos, a ópera revela que, embora sejam calcadas em lógicas muito diferentes, a cosmologia xamânica e a racionalidade tecnocientífica estão de acordo em relação ao futuro da floresta: diante do atual ritmo de desmatamento, o fim é inevitável. "Trata-se de uma morte anunciada", observou.</p>
<p style="text-align: right; "><span style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Fernanda Rezende/IEA-USP</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Índios</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-22T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/como-chegamos-as-notacoes-de-anos-meses-horas-e-dias">
    <title>Como chegamos às notações de anos, meses, horas e dias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/como-chegamos-as-notacoes-de-anos-meses-horas-e-dias</link>
    <description>A prudência nos registros e na articulação do tempo era algo indispensável na criação de narrativas históricas, numa época em que não havia um calendário unificado.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Y-Suto.jpg" alt="Yoshiyuki Suto" class="image-inline" title="Yoshiyuki Suto" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Yoshiyuki Suto, da <span>Nagoya City University.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mundo helenístico, tido como a era mais antiga de globalização na história da humanidade, foi abordado na conferência <i>Articulating Time in the Hellenistic World</i>, ministrada pelo professor de história antiga e docente do Centro do Patrimônio Cultural e de Textos da Nagoya University, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/yoshiyuki-suto" target="_self">Yoshiyuki Suto</a>.</p>
<p>Foi durante o florescimento de uma sociedade multicultural que se impôs a necessidade de sincronizar calendários, bem como padronizar registros documentais e a datação de eventos históricos. “O ajuste do tempo esteve estreitamente relacionado com o senso de estabilidade social”, disse Suto, durante a  <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya" target="_blank">Intercontinental Academia</a> (ICA).</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3><strong>Relacionado</strong></h3>
<p><strong>Vídeo:</strong></p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-thursday-march-10-lecture-by-yoshiyuki-suto">Articulating Time in the Hellenistic World</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><i>Mais informações:</i></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/programme" target="_blank">Programação completa Fase Nagoya</a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias-ica">Todas as notícias da Intercontinental Academia</a></strong></p>
<p><strong>Site:</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><i><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net</a></i></strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Realizada de <strong>6 a 18 de março</strong> em Nagoya, Japão, a segunda fase da ICA reuniu cientistas de diversas áreas e 13 jovens pesquisadores selecionados para desenvolver estudos sobre o tema “tempo”. O conteúdo das pesquisas subsidiará os estudos dos jovens participantes da ICA na criação de um Massive Open Online Course (Mooc).</p>
<p>Suto participou das exposições do dia 10 de março, dedicadas à área de Humanidades e Ciência Sociais. Nesse dia também participaram <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/yasuhira-kanayama" target="_self">Yasuhira Kanayama</a>, da Nagoya City University, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/copy_of_sami-pihlstrom" target="_self">Sami Pihlström</a>, da University of Helsinki, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/chun-chieh-huang" target="_self">Chun-chieh Huang</a>, da National Taiwan University, <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/kirill-ole-thompson" target="_self">Kirill O. Thompson</a>, da National Taiwan University. As mesas foram presididas por <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/takaho-ando-2" target="_self">Takaho Ando</a>, Chubu University.</p>
<p>“Convencionamos usar unidades de tempo como horas, minutos, segundos, dias, para expressar o tempo. Mas nem sempre paramos para pensar sobre a origem desses marcadores”, disse Suto.</p>
<p>A partir da observação das estrelas, os egípcios foram os primeiros a contar períodos anuais e também pioneiros em criar 12 subdivisões de tempo baseadas nas estações. O historiador e geógrafo grego Heródoto escreveu no ano 3 a.C. sobre essa habilidade dos chamados “mestres do tempo”.</p>
<p>“Seus cálculos são mais precisos que os dos gregos; os gregos adicionaram um mês intercalar a cada dois anos, de modo que as estações coincidissem. Mas os egípcios contaram 30 dias para cada um dos 12 meses, adicionando cinco dias ao total de cada ano e, assim, o círculo completo das estações coincide com o calendário”, escreveu Heródoto.</p>
<p>Estudioso da Grécia e Egito antigos, o palestrante vem se especializando na história do Egito sob o domínio ptolomaico. “Chama a atenção não apenas os conhecimentos avançados dos egípcios, mas também a característica única daquele momento. Durante o helenismo aconteceu a primeira era da globalização na história da humanidade.  A criação dos enormes impérios e a divisão em grandes reinos caracteriza um momento totalmente diferente do anterior”, lembrou.</p>
<p>Durante esse período, marcado pelas expedições de Alexandre, o Grande, para a Ásia, ou pela primeira invasão de Roma na Grécia do Leste, bem como pela difusão da língua grega, os anúncios públicos e eventos históricos precisavam ser registrados, muitas vezes, em mais de um tipo de grafia ou língua e com os calendários adotados por diferentes povos, disse Suto.</p>
<p>Eram comuns documentos públicos referenciando reinados, bispados e outros fatos históricos, e trazendo notações de calendários sumério e egípcio, ou grego e egípcio, por exemplo, para que não houvesse engano sobre a data ou o fato que se queria retratar.</p>
<p>Assim, a sincronização do tempo se impunha. Para datar documentos, alguns pontos de referência importantes foram usados, como a Guerra de Troia, o Dilúvio de Deucalião (o Noé grego), ou o Retorno dos Heráclidas. Uma série cronológica mais explícita foi criada a partir dos Jogos Olímpicos de Atenas.  “O novo benchmark era baseado na lista dos vencedores olímpicos”, disse Suto.</p>
<p>Para mostrar como evoluiu a sincronização do tempo entre os diferentes povos da antiguidade, Suto introduziu dois conceitos básicos relacionados ao tempo na história. O primeiro conceito contrapõe tempo progressivo e tempo recorrente, sendo o primeiro ligado a uma cadeia linear de eventos entre o passado, o presente e o futuro; o outro, marcado por um ciclo de eventos repetidos de períodos em períodos, como as colheitas, as celebrações e assim por diante, disse.</p>
<p>O segundo conceito de tempo contrapõe tempo natural e tempo humano, sendo o primeiro relacionado aos fenômenos astronômicos e da natureza e o outro, às articulações culturais e à própria interpretação do tempo natural.</p>
<p>Mesmo nas sociedades antigas, o tempo natural coincidia com as celebrações e necessidades humanas como colheita e plantio, por exemplo. Mas foi durante o período helenístico que ocorreu a definição do começo e do fim de unidades cronológicas básicas, bem como a sincronização dos diversos tempos humanos e a formas de denotar o tempo humano na vida diária, disse.</p>
<p>Não havia uma forma de articular uma unidade de tempo que compreendesse mais de um ano. Além disso, havia dificuldades de diferenciar um ano do outro num tempo cronologicamente progressivo. Inicialmente, a forma que os antigos encontraram de fazer isso foi dando a determinado ano o nome de um magistrado ou de um padre eleito. “Isso certamente evitou muitas confusões, mas não era prático, pois essas referências não davam uma noção de sequência relativa em relação aos fatos”, contou.</p>
<p>Mas essa notação felizmente progrediu nos reinos helenísticos e em especial no Egito ptolomaico, o mais próspero e duradouro dos reinos helenísticos. Um sistema alternativo se tornou mais conhecido, que  convencionou contar o ano a partir da sucessão do trono de cada rei. Por exemplo, o ano da coroação de Ptolomeu I (305-4 AC) ficou chamado de Ano I de Ptolomeu do Egito.</p>
<p>O estabelecimento do conceito de anos regulares não apenas contribuiu para a identificação de um determinado ano, mas também para a articulação de períodos mais longos. “Permitiu articular o tempo progressivo com o respectivo período dominado por cada rei”, disse.</p>
<p>Isso ficou demonstrado na lista de reis grafada sobre um longo papiro, com os nomes de 300 reis. O documento, intitulado <i>Turin Royal Canon</i>, data da época de Ramses II e traz o exato período de duração de cada reino. Mas não se sabe por que, trata-se da única lista de reis do período faraônico.</p>
<p><span>Ptolomeu II, co-regente do pai, Ptolomeu I Sóter, introduziu mudanças no calendário de então. Tentou prolongar o ano de seu reinado, considerando o período que foi co-regente. “A razão disso é desconhecida, mas acredita-se que foi uma tentativa de prolongar também a sua autoridade sobre os legisladores de outros reinados”, disse Suto.</span></p>
<p>Afinal, o sistema de anos regulares contados a partir do ano em que um novo rei sucedia o anterior  resultou numa forma conveniente de determinar o início e o final de cada período, disse Suto.</p>
<p>A característica marcante da fase helenística, portanto, não foi só a integração estrutural e cultural do reino. Houve também a importante sincronização do tempo que, em períodos anteriores, era localmente separado nas diversas partes do reino, disse.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Astronomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-22T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/comite-conclui-selecao-dos-jovens-cientistas-que-participarao-da-intercontinental-academia">
    <title>Comitê finaliza seleção dos jovens cientistas que participarão da Intercontinental Academia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/comite-conclui-selecao-dos-jovens-cientistas-que-participarao-da-intercontinental-academia</link>
    <description>Entre os pesquisadores selecionados, há representantes de três continentes e nove países: Alemanha, Reino Unido e Finlândia (Europa); Índia, Japão, China e Taiwan (Ásia), e Estados Unidos e Brasil (América). </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-da-intercontinental-academia/@@images/b3dc0e78-1318-4002-9cb3-0ca449544434.jpeg" alt="Logo da Intercontinental Academia" class="image-right" title="Logo da Intercontinental Academia" />O Comitê Sênior de coordenação da <a href="http://www.ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> (ICA) concluiu a última etapa do processo de seleção dos 13 pesquisadores que participarão do projeto piloto da iniciativa. O resultado foi a composição de um grupo plural, que contempla a diversidade geográfica e o diálogo entre Oriente e Ocidente almejado pelos idealizadores da primeira edição da ICA. Entre os cientistas, há representantes de três continentes e sete países: Alemanha, Reino Unido e Finlândia — Europa; Japão e China — Ásia; e Estados Unidos e Brasil — Américas. (<i>Veja os perfis de cada pesquisador abaixo</i>)</p>
<p>A seleção teve início na reunião do Comitê Sênior realizada em setembro de 2014 no <a href="http://www.frias.uni-freiburg.de/en/home">Instituto de Estudos Avançados de Freiburg</a> (Frias, na sigla em inglês), Alemanha, quando foram escolhidos os primeiros nomes. A fim de garantir a participação de jovens pesquisadores de diversos países, culturas e tradições acadêmicas, a decisão sobre os outros cientistas foi adiada para que houvesse tempo de novos candidatos, provenientes de outras regiões do mundo, se inscreverem.</p>
<p>O Comitê Sênior deu continuidade ao processo seletivo no  <a href="http://dim.mickey.tw/marketing/">3º Encontro de Diretores</a> dos <a href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study</a> (Ubias) — rede que reúne 34 institutos de estudos avançados baseados em universidades de todo o mundo, à qual a ICA está vinculada. Durante o evento, realizado em novembro de 2014 em Taipei, Taiwan, chegou-se a um acordo sobre a indicação de quatro novos candidatos, todos provenientes da Ásia. O processo foi finalizado em fevereiro de 2015, quando os dois últimos pesquisadores foram escolhidos.</p>
<p><strong>ACADEMIA INTERCONTINENTAL</strong></p>
<p>Sintetizada no conceito 2+2+2, a ICA consiste num projeto de cooperação acadêmica internacional, que visa a reunir dois institutos dos Ubias de dois continentes diferentes para desenvolver, ao longo de dois <i>workshops</i> interdisciplinares, uma pesquisa conjunta centrada num tópico temático transversal.</p>
<p>Sob a responsabilidade do IEA e do Instituto de Pesquisa Avançada (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, Japão, o projeto-piloto da ICA terá como tema "Tempo". O primeiro <i>workshop</i> acontece de 17 a 30 de abril, em São Paulo, e o segundo, a ser realizado em Nagoya, está previsto para janeiro/fevereiro de 2016.</p>
<p><strong>PARTICIPANTES DA ICA </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Américas</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/andre-cravo" alt="André Cravo Mascioli" class="image-inline" title="André Cravo Mascioli" /></td>
<td>
<div id="_mcePaste">
<p><i>André Mascioli Cravo — Brasil</i><br /> Psicólogo graduado pela USP, onde também doutorou-se em neurofisiologia e fez estágio de pós-doutoramento na Faculdade de Medicina (FMUSP). É professor de neurociência cognitiva do Centro de Matemática, Computação e Cognição da Universidade Federal do ABC (UFABC).</p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eduardo-almeida" alt="Eduardo Almeida" class="image-inline" title="Eduardo Almeida" /></td>
<td>
<p><i>Eduardo de Almeida — Brasil<br /> </i>Biólogo graduado pela Universidade de Minas Gerais e doutor em entomologia pela Cornell University, Estados Unidos.<br /> É professor do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/adriano-de-cezaro" alt="Adriano De Cezaro" class="image-inline" title="Adriano De Cezaro" /></td>
<td>
<p><i>Adriano de Cezaro — Brasil<br /> </i>Matemático graduado pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), doutor em matemática pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e pós-doutor pelo Instituto de Ciências da Computação da University of British Columbia, Canadá. É professor do Instituto de Matemática, Física e Estatística da FURG.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helder-nakaya-1" alt="Helder Nakaya - Perfil" class="image-inline" title="Helder Nakaya - Perfil" /></td>
<td>
<p><i>Helder Nakaya — Brasil</i><br /> Biólogo graduado pela USP, onde também doutorou-se em bioquímica e biologia molecular. Pós-doutor pela Emory University, Estados Unidos. É professor do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP e do Departamento de Patologia da Escola de Medicina da Emory University.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marius-muller" alt="Marius Müller - Perfil" class="image-inline" title="Marius Müller - Perfil" /></td>
<td>
<p><i>Marius Müller — Brasil (é alemão, mas representa a USP na ICA)<br /> </i>Biólogo graduado pela Christian-Albrechts-University, Alemanha, onde também doutorou-se em biogeoquímica marinha pelo Leibniz Institute of Marine Sciences, Alemanha. É pós-doutorado pelo Laboratório de Oceanografia Villefranche-sur-mer, França; e pelo Instituto de Estudos Marinhos da University of Tasmania, Austrália. É pós-doutorando no Instituto de Oceanografia (IO) da USP.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Nikki%20Moore-72.jpg" alt="Nikki Moore" class="image-inline" title="Nikki Moore" /></td>
<td>
<p><i>Nikki Moore — Estados Unidos</i><br /> Bacharel em artes pela Baylor University, Estados Unidos, e mestre em História, Teoria e Crítica da Arte e da Arquitetura / Master of Science in Architectural Studies em História (S.M.Arch.S) pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). É doutoranda em História da Arte na Rice University, Estados Unidos.</p>
<strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Ásia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Norihito-Nakamichi-72.jpg" alt="Norihito Nakamichi" class="image-inline" title="Norihito Nakamichi" /></td>
<td>
<p><i>Norihito Nakamichi — Japão<br /> </i>Graduado pela Faculdade de Agricultura da Universidade de Nagoya, Japão, onde também doutorou-se na mesma área. É professor associado do Instituto de Biomoléculas Transformadoras (ITbM, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/kazuhisa-takeda" alt="Kazuhisa Takeda" class="image-inline" title="Kazuhisa Takeda" /></td>
<td>
<p><i>Kezuhisa Takeda — Japão<br /> </i>Bacharel em literatura pela Universidade Reitaku, Japão, e doutor em estudos regionais pela Universidade Sophia, também no Japão. É professor assistente do Instituto de Estudos Avançados Waseda (WIAS, na sigla em inglês) e pesquisador do Instituto de Estudos Latino-americanos Waseda, ambos da Universidade Waseda, Japão.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/liu-yang-yang" alt="Liu Yang Yang" class="image-inline" title="Liu Yang Yang" /></td>
<td>
<p><i>Liu Yangyang — China<br /> </i>Bacharel pela Universidade Normal Nanjing, China, e doutor pela Universidade do Sudoeste, também na China. É professor associado do Departamento de Psicologia da Universidade Nanjing, na China.</p>
<strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><strong>Europa</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><br /></td>
<td>
<p><i>Boris Roman Gibhardt — Alemanha<br /> </i>Bacharel em Literatura Geral e Comparada, História da Artes e Musicologia pela Universidade Johannes Gutenberg Mainz, Alemanha, e doutor em Literatura Geral e Comparada pela Universidade Livre de Berlim. É professor de História da Arte na Universidade de Bielefeld, Alemanha, e pesquisador visitante do Instituto de Estudos Avançados / Centro de Pesquisa Interdisciplinar da instituição.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/david-gange" alt="David Gange" class="image-inline" title="David Gange" /></td>
<td>
<p><i>David Gange — Reino Unido<br /> </i>Historiador graduado pelo Trinity College da University of Cambridge, Reino Unido, onde também doutorou-se em história e fez estágio de pós-doutoramento. É professor sênior de história moderna da University of Birmingham.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eva-von-contzen" alt="Eva Von Contzen" class="image-inline" title="Eva Von Contzen" /></td>
<td>
<p><i>Eva von Contzen — Alemanha<br /> </i>Bacharel em Arte Inglesa e Clássica pela Ruhr-Universidade Bochum, Alemanha, onde doutorou-se em teoria da narrativa medieval inglesa. Foi pesquisadora visitante júnior do Instituto de Estudos Avançados de Freiburg (Frias, na sigla em inglês), também na Alemanha. É professora Ruhr-Universidade Bochum na área de Cultura, Literatura e Língua Inglesa Medieval e Antiga.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Valtteri-Arstila_72.jpg" alt="Valtteri Arstila" class="image-inline" title="Valtteri Arstila" /></td>
<td>
<p><i>Valtteri Arstila — Finlândia<br /> </i>Cientista Social graduado pela Universidade de Turku, Finlândia, onde também doutorou-se em filosofia. É pesquisador do Departamento de Ciências do Comportamento e Filosofia da Universidade de Turku.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"> Fotos: Arquivos pessoais</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-04T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/com-o-tema-inteligencia-e-inteligencia-artificial-ica-4-promoveu-encontros-entre-pesquisadores-de-diversos-paises">
    <title>Com o tema "inteligência e inteligência artificial", ICA 4 reuniu pesquisadores de diversos países</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/com-o-tema-inteligencia-e-inteligencia-artificial-ica-4-promoveu-encontros-entre-pesquisadores-de-diversos-paises</link>
    <description>Segunda fase do evento aconteceu em Belo Horizonte, entre 7 e 12 de novembro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-43e447d4-7fff-829f-c442-5ceddc5f2b12"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEB-Fellows_UFMG.jpg" alt="Fellows UFMG" class="image-right captioned" title="Fellows UFMG" />Em novembro, aconteceu em Belo Horizonte a segunda fase da quarta edição do Intercontinental Academia (ICA), cujo tema foi "Inteligência e Inteligência Artificial". </span></p>
<p dir="ltr"><span>Esta edição explorou questões interdisciplinares fundamentais na intersecção da ciência cognitiva, neurociência e inteligência artificial (IA), e foi organizada pelo</span><span> </span><a href="https://www.ufmg.br/ieat"><span>Instituto de Estudos Avançados Interdisciplinares (Ieat)</span></a><span> da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o </span><a href="https://www.paris-iea.fr/fr/"><span>Instituto de Estudos Avançados de Paris</span></a><span>, que integra a </span><a href="http://rfiea.fr/"><span>Rede Francesa de IEAs</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Dentre os três brasileiros selecionados, dois são da USP: André Fujita, professor do Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística, indicado pelo IEA, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-coelho-de-soarez"><span>Patricia Coelho de Soárez</span></a><span>, especialista em avaliação de tecnologias para saúde e professora da Faculdade de Medicina. O terceiro, Evandro Cunha, é linguista computacional e professor da Faculdade de Letras da UFMG.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Fujita, o termo que descreve as experiências promovidas pelos encontros é "fantástico". Eles promoveram trocas de experiência entre os 19 pesquisadores participantes, os </span><span>fellows</span><span>, colaborações com outras faculdades e contato com mentores que proporcionaram inspiração aos participantes – entre eles, estavam ganhadores de Nobel e diretores de centros renomados. "Isso permitiu pensar 'fora da caixa' e montar uma colaboração com a</span><span> fellow</span><span> Laura Candiotto, uma filósofa especialista em emoções", destaca.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de Belo Horizonte, o pesquisador participou da primeira fase, que aconteceu em outubro de 2021 em Paris, na França, e de um encontro intermediário durante a segunda fase em Nagoya, no Japão. Este último foi realizado de 31 de agosto a 2 de setembro, e teve como tema principal robótica e inteligência artificial. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Na ocasião, Fujita apresentou um seminário na Escola de Medicina da Universidade de Nagoya, e foram discutidos temas de trabalhos dos participantes presentes e dos professores que trabalham com robótica na instituição. Segundo o pesquisador, as discussões estavam centradas em como robôs com aparência humana se inseririam na sociedade, além de robôs que auxiliam os humanos em atividades do cotidiano.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Especializado em bioinformática, Fujita trabalha com a interação entre componentes biológicos e a forma como eles criam fenótipos específicos, atuando com métodos estatísticos para analisar dados biológicos em larga escala. Sua contribuição no ICA4 se concentrou em sua experiência com análise de redes biológicas, bem como na interdisciplinaridade de sua área.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; ">
<h3>Relacionado</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Notícias:</strong><br /><span id="docs-internal-guid-f01560bd-7fff-7a3b-7ccd-e06c2dd175d7"> 
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/4a-edicao-da-international-academia-paris-2021">Pesquisadores recebem sugestões de mentores da ICA 4 e estabelecem parcerias</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/4a-intercontinental-academia-discute-inteligencia-artificial">Edição da Intercontinental Academia sobre 'inteligência e inteligência artificial' começa em 13 de junho</a></li>
</ul>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Enquanto o encontro em Paris foi dividido em oito dias de seminários, as atividades no Brasil foram focadas no trabalho entre os pesquisadores, com reuniões paralelas com mentores, convidados do meio acadêmico e do setor produtivo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Um evento de destaque para o pesquisador foi a visita aos laboratórios de neurociência e robótica, além de uma reunião com </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida"><span>Virgílio Almeida</span></a><span>, professor emérito do Departamento de Ciência da Computação da UFMG e titular da cátedra Oscar Sala, sobre o centro de inteligência artificial na saúde. "A reunião com o professor Virgílio foi uma porta de entrada para colaborações com o pessoal de ciência da computação e saúde da UFMG", declara.</span></p>
<div><span>
<p dir="ltr">Para ele, um dos principais impactos das atividades em seu trabalho é o encontro com Toshio Fukuda, presidente do Instituto de Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas (IEEE). Além de críticas e sugestões, o professor emérito da Universidade de Nagoya ofereceu custear a ida do pesquisador ao Japão para passar alguns meses trabalhando com seu grupo de robótica.</p>
<p dir="ltr">Com o tema "Tempo", a primeira edição do ICA foi realizada em 2015 em São Paulo, no IEA da USP, e em Nagoya. Em 2016, "Dignidade Humana" foi o tema da segunda edição, que ocorreu em Jerusalém, Bielefeld e Johanesburgo. Já entre 2018 e 2019, a terceira edição tratou do tema "Leis: Rigidez e Dinâmica", em Nanyang, Singapura, e Birmingham, no Reino Unido.</p>
</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-21T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nobel-nagoya">
    <title>Cientistas da Universidade de Nagoya, parceira do IEA, ganham Nobel de Física</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nobel-nagoya</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/isamu-akasaki-hiroshi-amano-e-shuji-nakamura" alt="Isamu Akasaki, Hiroshi Amano e Shuji Nakamura" class="image-inline" title="Isamu Akasaki, Hiroshi Amano e Shuji Nakamura" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Isamu Akasaki e Hiroshi Amano, da Universidade de Nagoya, e Shuji Nakamura, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, são os ganhadores do Nobel de Física de 2014</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O <a class="external-link" href="http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/2014/press.html">Prêmio Nobel de Física de 2014</a> foi  atribuído aos inventores da lampada de LED (light-emitting diodes): <a class="external-link" href="http://en.nagoya-u.ac.jp/people/distinguished_award_recipients/nagoya_university_distinguished_professor_isamu_akasaki.html">Isamu  Akasaki</a> e <a class="external-link" href="http://profs.provost.nagoya-u.ac.jp/view/html/100001778_en.html">Hiroshi Amano</a>, ambos da Universidade de Nagoya, Japão, e <a class="external-link" href="http://ssleec.ucsb.edu/nakamura">Shuji  Nakamura</a>, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, EUA. O anúncio dos  ganhadores foi feito no início da manhã desta terça-feira, 7, em Estocolmo, Suécia, sede da Fundação Nobel.</p>
<p>O Comitê do Nobel  justificou a concessão do prêmio aos três cientistas por terem inventado "os  eficientes diodos emissores de luz azul, os quais possibilitaram luminosidade e  economia de energia de fontes de luz branca". Segundo o comitê, os LEDs serão a  fonte de luz do século 21, assim como as lâmpadas incandescentes o foram no  século 20.</p>
<p>Os pesquisadores dividirão um prêmio  de US$ 1,1 milhão (cerca de R$ 2,7 milhões), que lhes será entregue em cerimônia em  Estocolmo no dia 10 de dezembro.</p>
<p><a class="external-link" href="http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/2014/press.html"></a><span>O IEA sente-se honrado em divulgar essa premiação, pois a </span><a class="external-link" href="http://en.nagoya-u.ac.jp/">Universidade de Nagoya</a><span>, por intermédio de seu</span><a class="external-link" href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/~iar/?lang=en"> Instituto de Pesquisa Avançada (IAR)</a><span>, do qual Akasaki é membro, é parceira do IEA na </span><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">Academia Intercontinental</a><span>, que reunirá jovens pesquisadores de vários países num projeto interdisciplinar sobre o tempo em 2015.</span></p>
<p><span>Com a concessão do Nobel a Akasaki e Amano, a Universidade de Nagoya conta agora com seis laureados com o prêmio. Os outros quatro são Makoto Kobayashi (<span>Nobel de Física de 2008), </span>Toshihide Maskawa (<span>Nobel de Física de 2008</span>), Osamu Shimomura (Nobel de Química de 2008) e Ryoji Noyori (Nobel de Química de 2001).</span></p>
<p><span>Esses cientistas (com exceção, por enquanto, de Amano) e mais sete outros renomados cientistas compõem a Academia do IAR. De acordo com o site do instituto, "a Academia é composta pelos 'scholars' de que a universidade mais se orgulha, os quais fornecem orientação e sugestões relativas ao avanço acadêmico das atividades da universidade, além de transmitirem, </span><span>por meio da excelência de seus trabalhos, </span><span>a essência da pesquisa acadêmica a jovens pesquisadores e pós-graduandos</span><span>.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Universidade de Nagoya e Universidade da Califórnia em Santa Bárbara</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-10-07T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-roteiro-cientifico-cultural">
    <title>Atividade da Intercontinental Academia mostra facetas da desigualdade social e da interculturalidade na cidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ica-roteiro-cientifico-cultural</link>
    <description>No roteiro "Centralidades ↔ Periferias", os participantes da ICA conheceram um pouco dos impactos das desigualdades socioeconômicas e da diversidade cultural na organização do espaço urbano da capital paulista.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os contrastes entre a região central e periférica da cidade de São Paulo foram apresentados aos participantes da<a class="external-link" href="http://ica.usp.br"> Intercontinental Academia</a> (ICA) no roteiro científico-cultural "Centralidades ↔ Periferias", realizado no domingo, dia 19. A atividade incluiu, ainda, uma exposição sobre as relações entre fluxos migratórios e interculturalidade na capital paulista.</p>
<p>O percurso teve início no centro da cidade, com passagem pelo Pátio do Colégio, marco da fundação da cidade de São Paulo; pela Faculdade de Direito (FD) da USP, no Largo São Francisco; e pela Catedral da Sé. Na segunda etapa do trajeto, os participantes conheceram as imediações da região central e ouviram um pouco sobre as especificidades do bairro Pacaembu e do bairro Canindé, onde visitaram a Praça Kantuta. Na terceira etapa, o itinerário foi pela periferia da capital, passando pela Vila Madeiros, na Zona Norte, com parada para o almoço no restaurante Mocotó; pela USP Leste, no Jardim Matarazzo; e pelo Centro de Recuperação e Educação Nutricional (Cren), na Vila Jacuí, ambos na Zona Leste.</p>
<p><span>A atividade foi coordenada por </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/sylvia-duarte-dantas?searchterm=Sylvia+Dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a></span><span>, coordenadora do </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-intelectuais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</a></span><span> do IEA e professora da Unifesp; </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/ana-lydia-sawaya" class="external-link">Ana Lydia Sawaya</a></span><span>, coordenadora do </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/nutricao" class="external-link">Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza</a></span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/nutricao" class="external-link"> </a>do IEA e também professora da Unifesp; </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/fernando-mussa-abujamra-aith" class="external-link">Fernando Aith</a></span><span>, conselheiro da </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-unesco-de-educacao-para-paz-direitos-humanos-democracia-e-tolerancia" class="external-link">Cátedra Unesco de Educação para Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância</a></span><span>, sediada no IEA, e professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP); e </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/suzana-pasternak?searchterm=Suzana+Pasternak" class="external-link">Suzana Pasternak</a></span><span>, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-left: 60px; ">
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>INTERCONTINENTAL<br />ACADEMIA</strong></p>
<p><span><strong><i>Roteiro Científico-Cultural</i></strong></span></p>
<p><span><strong>Centralidades ↔ Periferias</strong></span></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/roteiro-cientifico-cultural-201ccentralidades-2194-periferias201d-19-de-abril-de-2105?b_start:int=0" class="external-link">Fotos<br /><br /></a></span></li>
</ul>
<p><span><strong>Notícia</strong></span></p>
<span> 
<ul>
<li><span>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-roteiro-cientifico-e-cultural" class="external-link">Participantes da Intercontinental Academia conhecem a multiplicidade científica e cultural de São Paulo</a>"</span></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><strong><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias_ica" class="external-link">mais notícias</a></i></strong></p>
<p><strong><i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/docs/reports" target="_blank">Relatos críticos</a></i></strong></p>
<p><strong><i>Mais informações<br /></i><i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net</a></i></strong></p>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>INTERCULTURALIDADE</strong></p>
<p>Dantas explicou que São Paulo foi erguida com auxílio de imigrantes oriundos de várias partes do mundo, sobretudo os de origem japonesa e italiana, que chegaram na primeira metade do século 20 para suprir a demanda de mão-de-obra no campo e nas indústrias e exerceram grande influência na conformação cultural da cidade.</p>
<p>Segundo a professora, nas últimas décadas a capital vem passando por novos fluxos imigratórios, dentre os quais se destaca o de bolivianos, que já somam mais de 300 mil. Atraídos pelo crescimento da economia brasileira, esses imigrantes vêm para São Paulo em busca de emprego e melhores condições de vida. Muitos, em situação ilegal no país, submetem-se a condições de trabalho degradantes, caracterizadas por baixa remuneração e jornadas extenuantes, em confecções nos bairros Bom Retiro e Brás.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Roteiro-cientifico-cultural-Centralidades-Periferias-29-web.jpg/@@images/c99c668d-67ba-4f49-a0f2-19a15a2f4e12.jpeg" alt="Praça Kantuta" class="image-inline" title="Praça Kantuta" /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os participantes da ICA tiveram a oportunidade de conhecer um pouco do universo desses imigrantes na Praça Kantuta, onde uma feira boliviana reúne cerca de 3 mil pessoas todos os domingos para cultivar a gastronomia, o artesanato, o folclore e as danças típicas de diversas regiões da Bolívia. Rodrigo González, vice-presidente da Associação Gastronômica Cultural e Folclórica Boliviana "Padre Bento", que organiza a feira, falou aos pesquisadores sobre a importância do evento semanal para a transmissão da cultura boliviana às gerações que já nascem no Brasil e para a promoção das trocas culturais com brasileiros e outros imigrantes latino-americanos.</p>
<p><strong>CIDADE LEGAL X CIDADE ILEGAL</strong></p>
<p>Na passagem pelo Pacaembu, Martin Grossmann, diretor do IEA, fez uma exposição sobre o plano arquitetônico do bairro. Baseado no modelo "cidade-jardim", o projeto foi inspirado na arquitetura britânica da era vitoriana e buscou respeitar a topografia da região, o que resultou em ruas com traçado sinuoso e em casas com grandes terrenos e áreas jardinadas.</p>
<p>Grossmann observou que a organização urbana do bairro, reservado à elite paulista, contrasta com condições precárias de habitação no centro da cidade, onde usuários de droga e sem-teto dormem nas calçadas ou ocupam prédios vazios, resistindo ao movimento de expulsão da classe de baixa renda das ditas "centralidades".</p>
<p>Aith lembrou que esse contraste trata-se de um dos efeitos do crescimento acelerado pelo qual São Paulo passou sobretudo a partir da década de 1950. Nesse período, intensificou-se um processo de urbanização descontrolada, marcada pela ocupação caótica do espaço, que dividiu a capital em dois mundos distintos: a cidade legal, provida de planejamento urbano, habitações regulares e serviços públicos, como transporte, rede de água e de energia, escolas e hospitais; e a cidade ilegal, que cresce em direção à periferia e em meio à miséria, dando origem a favelas e moradias precárias de todo tipo.<span> </span></p>
<p>De acordo com o conselheiro, a dificuldade de ter acesso a habitações regulares na "cidade legal", imposta pelas profundas desigualdades socioeconômicas que marcam a cidade de São Paulo, empurram a população pobre para locais cada vez mais distantes do centro, onde não há infraestrutura adequada de transporte, saúde, saneamento básico e educação.</p>
<p>Nessas regiões periféricas, os indivíduos  ocupam terrenos de terceiros (privados ou do Estado) e dão início às chamadas "autoconstruções" — casas feitas de material barato e construídas com mão-de-obra dos próprios moradores e vizinhos. Aith frisou que, somente quando a ocupação irregular já está em estado avançado e é irreversível, o Estado mobiliza-se para "legalizar" o local a partir de projetos de reurbanização.</p>
<p><strong>PERIFERIA</strong></p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/periferia/@@images/e81607a7-8900-405b-8378-9a273a102ad9.jpeg" alt="Periferia" class="image-inline" title="Periferia" /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A transição entre a cidade legal e a cidade ilegal pôde ser observada à medida que o roteiro do passeio avançou em direção à periferia. Na Vila Medeiros, os pesquisadores da ICA conheceram um exemplo de bairro periférico reurbanizado, que teve início com ocupação irregular. Nos arredores da USP Leste, viram casas precárias estabelecidas num parque ecológico, onde a construção é proibidas pelas leis ambientais.</p>
<p>O grupo teve um panorama mais detalhado das condições de vida na periferia a partir da exposição de Sawaya sobre o trabalho desenvolvido pelo Cren da Vila Jacuí, bairro que <span>surgiu com a ocupação irregular de uma área de manancial que integra uma reserva ecológica.</span></p>
<p>Embora já tenha sido "reurbanizada", a Vila Jacuí ainda carece de infraestrutura e serviços públicos e <span>é dominada pelo tráfico de drogas. Com um </span><span>dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) da Zona Leste de São Paulo, o bairro </span>tem no Cren um instrumento para melhoria da qualidade de vida da população.</p>
<p>O Centro atua desde 1993 no combate e prevenção à subnutrição e obesidade infanto-juvenil, fazendo avaliação nutricional, do desenvolvimento e da aprendizagem; tratando infeções; educando; e promovendo a inserção no mundo da cultura. Para isso, conta com um hospital-dia, que recebe cerca de 100 crianças e oferece <span>diariamente</span><span> cinco refeições balanceadas para cada uma.</span></p>
<p>Além de contribuir para a recuperação e educação nutricional da população infanto-juvenil, o Cren serve como um espaço de reunião familiar e de prática de atividades diversas: há computadores disponíveis para a comunidade, uma brinquedoteca e uma infraestrutura para o desenvolvimento de atividades físicas e culturais (música, teatro, dança e esportes).</p>
<p>Sawaya, que é ex-coordenadora e atual diretora científica do Cren, ressaltou a importância do projeto como uma iniciativa para desenvolver o protagonismo juvenil e dar oportunidades para jovens e crianças se afastarem da criminalidade. De acordo com ela, das pessoas que frequentam o Centro, 60% têm um familiar na prisão e 70%, um familiar envolvido com uso de drogas ou abuso do álcool.</p>
<p>A professora destacou que, ao longo dos 23 anos de funcionamento, o projeto já atendeu 3 milhões de crianças e contribuiu para reduzir substancialmente o número de assassinatos no bairro.</p>
<p style="text-align: right; "><span style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Rafael Borsanelli/IEA-USP (no alto) e Fernanda Rezende/IEA-USP</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Dasp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desnutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-20T21:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-intercontinental-abre-inscricoes">
    <title>Academia Intercontinental seleciona jovens pesquisadores para estudar "inteligência e inteligência artificial"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/academia-intercontinental-abre-inscricoes</link>
    <description>4ª edição do programa vai estudar inteligência  e inteligência artificial e é organizada pela Rede Francesa de Institutos Avançados e pelo Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><i><span>Com informações do IEAT</span></i></p>
<p style="text-align: left; ">A rede de Institutos de Estudo Avançado Baseados em Universidades (Ubias, na sigla em inglês) está com inscrições abertas para a 4ª edição da Academia Intercontinental (ICA), cujo tema é "Inteligência e Inteligência Artificial". Podem se candidatar pesquisadores em início ou meio de carreira, com doutorado completo e fluência em inglês. São aceitas candidaturas de pesquisadores vinculados a qualquer instituição acadêmica ou com vínculo com a indústria, organizações não governamentais, instituições artísticas ou de outra natureza, desde que com cargo equivalente ao de professor ou pesquisador.</p>
<p style="text-align: left; ">Estão programados um encontro em formato virtual, em junho de 2021, e dois encontros de imersão – o primeiro em outubro de 2021, em Paris, e o segundo em junho de 2022, em Belo Horizonte. A Rede Francesa de Institutos Avançados e o Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG são os responsáveis pela organização.</p>
<p style="text-align: left; "><span id="docs-internal-guid-dad2b560-7fff-7884-29b4-7fc04b3e3d31">A Academia Intercontinental reúne jovens pesquisadores de diferentes países e áreas de estudo para estudarem um único tema. Em 2015, o IEA-USP sediou a <a class="external-link" href="http://ica.usp.br/home-sao-paulo">primeira fase da edição inaugural do programa</a>, organizada em parceria com o Instituto para Pesquisa Avançada da Universidade de Nagoya (IAR, na sigla em inglês), no Japão. </span></p>
<p style="text-align: left; "><strong>Candidaturas</strong><br /><span>As submissões devem ser feitas através do endereço applications-ica4@rfiea.fr </span><strong>até o dia de 31 de março</strong><span> de 2021. Toda a comunicação deverá ser feita exclusivamente em inglês.</span></p>
<p style="text-align: left; "><strong>Candidatos vinculados à USP </strong>devem passar por uma seleção prévia com o comitê científico local. Se a Universidade recomendar a candidatura e esta for aprovada na seleção final, a USP será responsável por dar suporte ao participante nos encontros de imersão. As dúvidas e documentação devem ser enviadas para o email <a href="http://rkmeckien@usp.br/" target="_blank">rkmeckien@usp.br</a> até 11 de março.</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Mentores e fellows<br /></strong>Nos encontros, os candidatos aprovados terão a chance de debater tópicos de pesquisa com um notável grupo de mentores, que foram previamente convidados para participar desta edição da Intercontinental Academia.</p>
<p style="text-align: left; ">Acesse a chamada completa abaixo:</p>
<div class="afi-document" style="float: left; text-align: left; ">
<div class="afi-document-icon" style="text-align: center; float: left; "><img src="https://www.ufmg.br/ieat/wp-content/plugins/attachment-file-icons/mime/pdf-icon.png" /></div>
<div class="afi-document-link" style="padding-left: 5px; text-align: center; float: left; "><a class="external-link" href="http://www.ubias.net/march31">CALL for fellows – Intercontinental Academia</a></div>
</div>
<div class="afi-clear" style="text-align: left; "></div>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p style="text-align: left; "><strong>Rede UBIAS</strong><br />Iniciada em 2010, a rede Ubias congrega atualmente cerca de 50 institutos de estudos avançados ao redor do mundo e tem a proposta de promover um ambiente para a troca de experiências entre pesquisadores de diversas áreas, culturas e formações, criando um espaço produtivo para pesquisa inovadora. Uma das iniciativas de maior sucesso da rede Ubias é a Intercontinental Academia (ICA), na qual o intercâmbio científico entre gerações, disciplinas, culturas e continentes se dá em torno de um grande tema.</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Saiba mais em <a href="http://www.ubias.net/" target="_blank">www.ubias.net</a></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cooperação Internacional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-02-10T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-intercontinental-anuncia-novo-prazo-de-inscricao">
    <title>Academia Intercontinental anuncia novo prazo de inscrição</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/academia-intercontinental-anuncia-novo-prazo-de-inscricao</link>
    <description>Pesquisadores com até 40 anos interessados em participar do projeto devem enviar  carta com currículo até o dia 7 de agosto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<blockquote>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-da-intercontinental-academia" style="float: right; " title="Logo da Intercontinental Academia" class="image-inline" alt="Logo da Intercontinental Academia" />Foi prorrogado para 17 de agosto o prazo de inscrição na seleção dos pesquisadores que participarão da Academia Intercontinental</strong>, projeto da rede Ubias que visa a promover o intercâmbio científico e cultural entre instituições e jovens pesquisadores do mundo todo.</p>
</blockquote>
<blockquote>O tema escolhido foi o <strong>tempo</strong>, por ser usualmente conceitualizado de maneira distinta em cada área do saber, seja ela das humanidades ou das ciências naturais. Para uma visão abrangente dos impactos dessas noções na ciência e na cultura em termos gerais é preciso que haja um diálogo acadêmico entre pessoas que trabalhem e mesmo vivenciem os diferentes conceitos sobre o tempo.</blockquote>
<blockquote><br /></blockquote>
<blockquote>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Relacionado</strong></h3>
<p><span><strong>Notícia</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/prazo-academia-intercontinental" class="external-link">Prorrogado para 21 de agosto o prazo para inscrição na pré-seleção da Academia Intercontinental</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-intercontinental-reunira-pesquisadores-de-varios-paises-para-estudos-interdisciplinares-sobre-o-tempo" class="external-link">Academia Intercontinental reunirá pesquisadores de vários países para estudos interdisciplinares sobre o tempo</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A programação prevê a realização de dois workshops, um em março de 2015 e outro em janeiro/fevereiro de 2016, em São Paulo e Nagoya, respectivamente, além de atividades à distância entre os dois encontros.</p>
<p>Os pesquisadores interessados em participar devem ter até 40 anos, doutorado completo ou pós-doutorado (concluído ou em andamento) em qualquer área do conhecimento e fluência em inglês. Para se inscreverem, os candidatos deverão entrar em contato com um dos IEAs integrantes da rede Ubias e enviar para análise uma carta de intenção e um currículo atualizado. <strong>O IEA-USP irá receber as cartas até dia 7 de agosto</strong>, data a partir da qual iniciará a pré-seleção dos inscritos.</p>
<p>Mais informações sobre o projeto: <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net</a>.</p>
<ul>
</ul>
</blockquote>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-07-15T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-saude-nas-cidades-inteligentes">
    <title>A dinâmica das leis e seu impacto no desenvolvimento das cidades e na IA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direito-saude-nas-cidades-inteligentes</link>
    <description>Exposição será feita por Carla Ventura, participante da 3ª edição da Intercontinental Academia, sobre Leis: Rigidez e Dinâmica. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ica-3" alt="ICA 3" class="image-right" title="ICA 3" />A dinâmica das leis e seu impacto nas cidades e na inteligência artificial estão sendo explorados pela professora da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carla-ventura" class="external-link">Carla Ventura</a> na 3ª edição da <a class="external-link" href="http://ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> (ICA), realizada nos meses de março de 2018 e 2019 em Singapura e Birmingham, respectivamente.</p>
<p>Representante do IEA-USP nesse projeto de pesquisa interdisciplinar internacional, Carla falará no IEA, dia <strong>17 de junho, às 14h</strong>, sobre o tema que vem trabalhando ao longo de dois anos e sobre a experiência de participar da ICA. Haverá transmissão ao vivo pelo site do IEA. A participação presencial requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeS3ekp40Au7qGn-4FIpDQmsIo-WnyjLACnGHVgamZ38VIOBQ/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<p>A ICA 3 foi organizada pelos IEAs das universidades de Birmingham, Reino Unido e Nanyang, Cingapura. Reuniu 18 pesquisadores de diferentes disciplinas e países para estudar um tema comum sob diferentes perspectivas: “Leis: Rigidez e Dinâmica”.</p>
<p>No IEA, Carla discutirá as lições apreendidas, refletindo sobre os caminhos construídos pelo grupo para lidar com os desafios do trabalho interdisciplinar, as diversas possibilidades de colaboração entre seus participantes, assim como a definição de algumas frentes de trabalho. Ela falará ainda sobre sua motivação no projeto, as características dos participantes, a organização e o formato inovador dos workshops da edição.</p>
<p><span><strong>O projeto</strong></span></p>
<p>A <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">Intercontinental Academia</a> é uma iniciativa da <a href="http://www.ubias.net/" target="_blank">Rede Ubias</a> que reúne pesquisadores jovens e seniores para estudar um único assunto sob diversas perspectivas durante dois períodos de imersão. A primeira edição, cujo tema foi Tempo, foi organizada pelo IEA-USP e pelo Instituto para a Pesquisa Avançada da Universidade de Nagoya, Japão, em 2015 e 2016. A segunda edição, sobre Dignidade humana, foi promovida pelo IEA da Universidade Hebraica de Jerusalém e pelo Centro para Pesquisa Interdisciplinar da Universidade de Bielefeld, Alemanha, em 2016.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cala-ventura-Perfil-Escola-de-Enfermagem-de-Ribeirao-Preto-da-USP.jpg" alt="Carla Ventura - Perfil" class="image-left" title="Carla Ventura - Perfil" />Perfil</strong></p>
<p>Carla é formada em relações internacionais e em direito, com mestrado em direito internacional e doutorado em administração. É professora do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto, onde ensina sobre direitos humanos, saúde, desenvolvimento, saúde mental, bioética e legislação da enfermagem, entre outros. Ela também coordena um grupo de pesquisa sobre saúde global, liderando uma equipe de graduandos, mestres, doutores e pós-doutores.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-11T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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