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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/apoiando-a-inovacao-nas-industrias-o-papel-da-embrapii-no-fomento-a-inovacao-no-brasil-inscricoes-encerradas-21-de-marco-de-2017">
    <title>Apoiando a Inovação nas Indústrias: O Papel da EMBRAPII no Fomento à Inovação no Brasil - 21 de março de 2017</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-21T03:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-e-cadeias-de-valor-licoes-da-china-20-de-marco-de-2017">
    <title>Inovação e Cadeias de Valor: Lições da China - 20 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-e-cadeias-de-valor-licoes-da-china-20-de-marco-de-2017</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-e-cadeis-de-valor-licoes-da-china">
    <title>Inovação e Cadeias de Valor: Lições da China</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-e-cadeis-de-valor-licoes-da-china</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div dir="ltr">
<div class="gmail_default">
<p><span>O seminário vai discutir como a China vem se posicionando quanto à inovação nas cadeias de valor, particularmente no tocante à compra de plataformas tecnológicas de terceiros. Ao contrário de outros “tigres asiáticos”, <span>as empresas chinesas preferem comprar a desenvolver as plataformas tecnológicas básicas a partir das quais irão fundamentar suas </span><span>estratégias de marketing</span></span><span><span>.</span></span><span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p><span>John Humphrey é um dos principais pesquisadores mundiais sobre cadeias internacionais de valor. Atualmente está na Business School da Universidade de </span><span>Sussex<span>, após anos de trabalho junto ao IDS – Institute of Development Studies da mesma universidade. <span>Ele morou no Brasil nos anos 70, quando fez pesquisa de campo que resultou em livro e em diversas publicações. </span></span></span></p>
<p><span><span><span>A palestra será em inglês, sem tradução. As perguntas poderão ser feitas em português.</span></span></span></p>
<h3>Expositor:</h3>
<p>John Humphrey</p>
<h3>Coordenador:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-15T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/Apoiando-a-inovacao-nas-industrias">
    <title>Apoiando a Inovação nas Indústrias: O Papel da EMBRAPII no Fomento à Inovação no Brasil </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/Apoiando-a-inovacao-nas-industrias</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O presidente da <a class="external-link" href="http://embrapii.org.br/">EMBRAPII</a> (<span>Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial)</span>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-almeida-guimaraes" class="external-link">Jorge Almeida Guimarães</a>, apresentará o papel desempenhado pela</span><span> instituição <span>e sua contribuição </span><span> para o desenvolvimento da inovação na indústria brasileira através do fortalecimento de sua colaboração com institutos de pesquisas e universidades<span>. Ele m</span>ostrará como a excelência acadêmica é essencial para a inovação em áreas vitais para o desenvolvimento econômico nacional, dando ênfase também ao papel do setor industrial para o avanço tecnológico e às inovações que o Brasil demanda.</span></span></p>
<h3><span>Expositor:</span></h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-almeida-guimaraes" class="external-link">Jorge Almeida Guimarães</a></p>
<h3><span>Coordenador:</span></h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link"><span>Glauco Arbix</span></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-10T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia-10-de-marco-de-2017">
    <title>Inovação para Saúde Humana: a Indústria de Biotecnologia - 10 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia-10-de-marco-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-e-industria-construindo-novos-caminhos-SW">
    <title>Ciência &amp; Indústria – Construindo Novos Caminhos em Tempos Desafiadores </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-e-industria-construindo-novos-caminhos-SW</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f5f450bd-3793-f6aa-f267-2dc172582484"> </span></p>
<p>A USP constitui grande comunidade realizando atividades de Pesquisa Básica e Aplicada de qualidade, predominantemente no âmbito acadêmico, com o apoio das Agências de Fomento e grande potencial para Desenvolvimento e Inovação (DI), além de expressivas possibilidades de inserção no Setor Industrial. Neste contexto, consideramos “Indústria” o conjunto das atividades produtivas e de pesquisa, desenvolvimento e inovação, realizadas fora do âmbito acadêmico, tanto de iniciativa pública quanto privada, abrangendo todos os setores econômicos, entre os quais: industriais, do agronegócio, extrativas, de serviços, sociais, educacionais, culturais e artísticas, de gestão, e governamentais (municipais, estaduais e federais).</p>
<p>Nem sempre, no entanto, existe o suficiente cuidado de disponibilizar os conhecimentos construídos no âmbito acadêmico, alcançados com expressivos recursos provenientes de impostos, para a sociedade em geral, com destaque para a Indústria. Em decorrência, a nação e os brasileiros que investem na geração desse conhecimento, correm o risco de não fruir desses produtos essenciais, que poderiam melhorar as condições socioeconômicas do Brasil e promover o país à sua tão esperada projeção internacional. Não somente o Brasil perde com essa situação, sendo a USP, de fato, é quem mais perde nesse processo. É de forte interesse que a comunidade USPiana entenda melhor seu potencial para DI, utilizando-o efetivamente em benefício da nação, inclusive explorando melhor a sua Agência de Inovação (AUSPIN) e as Agências de Fomento, e contribuindo também para superar uma lacuna que o Brasil sofre desde seus primórdios, com a condução de uma economia fracamente baseada no conhecimento gerado em suas próprias Universidades.</p>
<p>Importante ressaltar que as Agências de Fomento dos Estados Brasileiros e da Nação estimulam e investem seriamente em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Em São Paulo, com destaque à FAPESP, também o Governo do Estado de São Paulo procura estimular a Academia à cooperação, através de mecanismos como o Plano Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação em São Paulo, em fase final de elaboração. Várias Indústrias nacionais e multinacionais também têm procurado estimular a comunidade acadêmica com a proposição de projetos de alto nível científico e oferta de recursos. Dentro dessa rica atmosfera, a comunidade acadêmica deve buscar meios para melhor explorar essa disposição favorável das Agências de Fomento e do Setor Industrial, sempre preservando suas fundamentais atividades de Pesquisa Básica, essenciais para o sucesso desse processo.</p>
<p>Sob esta perspectiva, organizamos o Workshop Ciência &amp; Indústria, com o intuito de acelerar essa discussão no âmbito da USP, com a participação de Unidades que se destacam na área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação – tecnológica, social, educacional e de gestão – e de empresas e associações criteriosamente escolhidas. O objetivo principal do evento é oferecer rumos mais eficientes para o progresso das atividades acima citadas, estimulando debates que contribuam para superar as dúvidas existentes sobre a aproximação recíproca entre Academia e Indústria.</p>
<p>Essa aproximação será benéfica para a Academia e a Indústria, e poderá abrir novas oportunidades de financiamento à Pesquisa Básica independente na Universidade, fora do âmbito das Agências Estatais de fomento, 2 aprimorar a formação de nossos alunos e ampliar a absorção dos nossos egressos na Indústria, principalmente para as áreas de Pesquisa Básica, que ainda são pouco conhecidas pelas empresas</p>
<p dir="ltr"> </p>
<div><strong>Coordenação</strong>: Guilherme Ary PLonski, Tito José Bonagamba, Antonio Mauro Saraiva.</div>
<div><strong>Organização:</strong> Guilherme Ary PLonski, Tito José Bonagamba, Antonio Mauro Saraiva, Hamilton Brandão Varela.</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-13T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia">
    <title>Inovação para Saúde Humana: a Indústria de Biotecnologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O  seminário será dividido em três partes. Em primeiro lugar será feita  uma introdução sobre o que é a indústria de Biotecnologia, incluindo sua  criação e crescimento nos EUA e fatores que contribuem para que o país  seja o líder no setor. A ênfase será em descoberta de novas drogas,  utilizando-se exemplos específicos em câncer para falar sobre inovação  em medicamentos.</p>
<p>A segunda  parte será dedicada ao panorama mundial da indústria, como as  tecnologias criadas contribuem para a melhora na saúde, mas também para a  criação de novos negócios e economia de um país.</p>
<p>Uma  análise do cenário brasileiro concluirá o seminário, com um relato da  situação do país em relação `a inovação em Biotecnologia: base  acadêmica, investimentos públicos e privados (considerando instituições  de fomento e capital de risco), exemplos de empresas inovadoras e a  indústria farmacêutica nacional.</p>
<h3>Expositora:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-golgher" class="external-link">Denise Golgher</a></p>
<h3>Moderador:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-21T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz">
    <title>Permeabilidade é o principal critério de uma universidade empreendedora, diz Etzkowitz</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz</link>
    <description>Especialista esteve no lançamento do índice de empreendedorismo universitário criado pela Brasil Júnior   </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um fluxo crescente de jovens empreendedores vem redesenhando o mapa do entorno de algumas universidades públicas paulistas. As chamadas <i>start ups </i>de base tecnológica são o produto mais visível dos programas de incentivo criados por universidades, governos e agências para estimular a inovação e o empreendedorismo no Brasil. Uma nova iniciativa para fomentar o ecossistema empreendedor universitário acaba de ser criada. O <a href="http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/17112016-Livro-Universidades-Empreendedoras.pdf" target="_blank">Índice de Universidades Empreendedoras, </a>elaborado por um conjunto de entidades estudantis lideradas pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (<a href="http://www.brasiljunior.org.br/" target="_blank">Brasil Júnior</a>), foi lançado em São Paulo, durante o debate <i>Universidades Empreendedoras - Quais São?,</i> realizado no IEA, no <strong>dia 21 de novembro</strong>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/univempreendedoras-3-web.jpg" alt="Universidades Empreendedoras - 2" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Manços (esq.), da CsF, e Neves, da Brasil Jr, apresentaram o ranking das universidades empreendedoras </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com o ranking da Brasil Júnior, a USP lidera o quadro geral das universidades mais empreendedoras do Brasil, seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO). O indicador mede também o grau de empreendedorismo segundo seis eixos, que são cultura empreendedora, inovação, extensão universitária, infraestrutura, internacionalização e capital financeiro.</p>
<p>O maior grau de cultura empreendedora foi encontrado na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), quesito em que a USP ficou em 11º lugar. A USP também se destaca na categoria extensão universitária, em que é seguida pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e Universidade Federal de Viçosa (UFV).</p>
<p>Segundo o ranking, a Universidade Federal do Ceará (UFC) é a mais inovadora, seguida pela USP e PUC-Rio. Esta última é líder em termos de infraestrutura, seguida pela Unicamp e Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). A Unicamp lidera o indicador no eixo internacionalização, seguida pela USP e Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). O indicador revela ainda que o capital financeiro voltado ao empreendedorismo tem maior destaque na Unicamp, que é seguida pela USP e Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).</p>
<p>“O indicador consegue retratar o real significado de uma universidade empreendedora”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/henry-etzkowitz" class="external-link">Henry Etzkowitz</a>, presidente da <a class="external-link" href="https://www.triplehelixassociation.org/">Triple Helix Association</a> e mentor da Global Entrepreneurial University Metrics (GEUM), iniciativa voltada à criação de métricas capazes de refletir a inovação e o empreendedorismo nas universidades.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Notícia</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/indice-de-universidades-empreendedoras-tera-lancamento-em-sao-paulo" class="external-link"><span>Í</span><span>ndice de universidades empreendedoras terá lançamento em São Paulo</span></a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/universidades-empreendedoras-2013-quais-sao" class="external-link">Video </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/universidades-empreendedoras-2013-quais-sao-21-de-novembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Além de Etzkowitz, o debate organizado pelo <a href="http://pgt.prp.usp.br/?page_id=286" target="_blank">Núcleo de Política e Gestão Tecnológica</a> (PGT) da USP, pelo IEA e pela Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP contou com a participação do Pró-Reitor de Pesquisa, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, e do diretor-presidente da Fapesp, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-americo-pacheco" class="external-link">Carlos Américo Pacheco</a>. O índice foi apresentado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-pimentel-neves" class="external-link">Daniel Pimentel Neves</a>, da Brasil Júnior, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-de-rosso-mancos" class="external-link">Guilherme de Rosso Manços</a>, da Rede Ciência sem Fronteira (CsF). O debate teve a coordenação do vice-diretor do IEA, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, coordenador do PGT-USP.</p>
<p>Além da Brasil Júnior, participaram da elaboração do índice a Organização Jovem de Liderança do Mundo (AISEC), a Rede de bolsistas e ex-bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras (Rede CsF), Enactus Brasil e Associação dos Estudantes Brasileiros que estão fora do Brasil (BRASA). Criado para mostrar as iniciativas de instituições de ensino superior no Brasil que mais incentivam o empreendedorismo dentro e fora da sala de aula, o indicador foi construído por meio de uma pesquisa online que contou com a participação de mais de quatro mil estudantes universitários de todo o país. Na publicação relacionada acima há mais detalhes sobre a metodologia empregada no estudo.</p>
<p> </p>
<p><strong>Tempo em atividades externas </strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidades-empreendedoras-3" alt="Universidades Empreendedoras - 3" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ambiente inovador valoriza o contato com a sociedade, diz Etzkowitz</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A permeabilidade ou a relação extramuros é o principal critério para medir quanto uma universidade é empreendedora. Pelo menos 20% de seu quadro docente deve passar uma parte significativa de tempo desempenhando outros papéis na sociedade. Veja, por exemplo, o caso da Universidade de Stanford, que criou três categorias de cargos docentes, voltadas ao ensino, à pesquisa e à consultoria. Assim, a instituição reconhece três proporções diferentes de tempo gasto pelo docente, o que confere maior mobilidade à sua atuação dentro e fora da universidade e permite que ele tenha um engajamento sério junto à sociedade”, disse Etzkowitz.</p>
<p>Segundo o consultor, que é também professor visitante na escola de negócios da Universidade de Edinburgo, Reino Unido, o reconhecimento da atividade docente fora da universidade foi a forma como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) se tornou efetivamente uma universidade empreendedora.  Ele conta que a escola de engenharia começou a contratar consultores para dar aulas, de forma que suas consultorias continuaram a ser dadas paralelamente à atividade docente.</p>
<p>Na sequência, o MIT criou a regra do “um quinto”, segundo a qual o docente deve passar um quinto de seu tempo desenvolvendo coisas da sua área para a sociedade e ajudando empresas a desenvolver tecnologias. A regra se espalhou pelo sistema universitário da instituição. “Então a universidade deve legitimar o tempo que o docente se dedica à inovação e ao empreendedorismo junto à sociedade”, disse.</p>
<p>Etzkowitz cita o caso de pessoas que chegam a grandes descobertas e sequer cogitam entrar com pedido de patente. “Isso aconteceu com um físico escocês famoso que não acreditava que poderia patentear sua ideia. Mas quando Marconi apareceu com as mesmas ideias e reclamou patente, então esse cientista teve de voltar atrás”, disse, referindo-se à primeira transmissão de telegrafia sem fio efetuada pelo italiano Guglielmo Marconi (1874-1937), em 1899. O invento que antecedeu o rádio baseou-se nas descobertas de James Clerk Maxwell (1831-1879) e também nos inventos de Nikola Tesla (1856-1943) e ambos não haviam registrado patente, até então.</p>
<p>Outro caso muito famoso envolvendo patentes foi protagonizado pelo mentor de Etzkowitz, o norte-americano Robert K. Merton, criador da multimilionária Focus Group. Merton inventou uma técnica de pesquisa de opinião que posteriormente foi usada por um grupo de estudantes para avaliar a experiência das pessoas a respeito de determinados produtos. “Anos mais tarde, Merton foi convidado para uma reunião especial na Associação Americana de Pesquisa de Opinião Pública e então explicaram a Merton o que fizeram com sua invenção. Ele ficou espantado, não imaginava que com sua técnica de pesquisa seria possível criar uma indústria. Ao final, disse que desejaria ter pedido a patente”, contou Etzkowitz.</p>
<p>“Portanto, é bom pensar na pesquisa básica, mas também nos seus efeitos práticos. Além disso, precisamos criar maneiras de analisar o impacto das pesquisas de forma que não seja apenas pela publicação de artigos”, disse. <span>Foi com esse objetivo que Etzkowitz e seu sócio na Triple Helix Association, professor Loet Leydesdorff, decidiram lançar em 2015 a </span><a href="https://www.triplehelixassociation.org/news/the-global-entrepreneurial-university-metrics-initiative" target="_blank">Global Entrepreneurial University Metrics (GEUM)</a><span>. A iniciativa visa ao desenvolvimento de novas métricas – que incluam empreendedorismo, gênero, diversidade e promoção do interesse publico – para avaliar os sistemas de classificação universitários.</span></p>
<p>“Meu sócio especializou-se na métrica de publicações científicas e começou a questionar a forma como as universidades constroem suas métricas sobre o número de <i>papers </i>publicados. Notamos que se continuarmos a dar importância só aos <i>papers</i>, as universidades empreendedoras irão desaparecer. Por isso juntamos pesquisadores de diversos países, incluindo o Brasil, para criar uma métrica capaz de avaliar o empreendedorismo nas universidades. Em breve faremos workshops em Palo Alto, Califórnia, onde os primeiros resultados serão apresentados”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Mudança na prática pedagógica</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidades-empreendedoras-4" alt="Universidades empreendedoras - 4 " class="image-inline" title="Universidades empreendedoras - 4 " /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>É preciso se reinventar como professor para que empreendedorismo não seja só uma disciplina, diz Pacheco, da Fapesp </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Américo Pacheco, revelou números que sinalizam o aumento da atividade empreendedora nas universidades. Mas pontuou que o maior desafio para impulsionar a inovação e o empreendedorismo nas instituições de ensino superior diz respeito principalmente às mudanças nas práticas pedagógicas.</p>
<p>“Do ponto de vista pedagógico é difícil mudar a maneira como se ensinam as coisas, especialmente nas escolas de engenharia, que são muito tradicionais e por isso resistem mais às mudanças. Uma coisa é introduzir uma disciplina de empreendedorismo e outra é mudar a forma de ensinar, tirar o aluno da conduta passiva, estimular mais a solução de problemas, introduzir mais projetos e menos provas. Isso vai além da introdução do empreendedorismo. É preciso se reinventar como professor, buscar coisas novas dentro da prática pedagógica”, disse Pacheco.</p>
<p>Pacheco elogiou a criação do ranking de universidades empreendedoras e principalmente a agenda que dela resultará. “A iniciativa estimula a competição e as universidades disputam quem fica com o maior número de patentes porque isso gera prestígio para as instituições”, disse.</p>
<p>Segundo Pacheco, as universidades brasileiras responderam bem ao novo ambiente institucional que vem proporcionando estímulos ao empreendedorismo, especialmente após a criação da lei de inovação, que sinalizou a importância das parcerias público-privado. “O Brasil vem avançando muito mais do que outros países nessa área. Mas isso gera dúvidas se esse novo ecossistema é sustentável e se isso tem sentido econômico. As universidades brasileiras hoje são responsáveis por 16% das patentes depositadas no INPI [Instituto Nacional de Propriedade Industrial] por residentes brasileiros e essa proporção no passado era de 2%. Por outro lado, as universidades americanas têm 4% das patentes concedidas pelo USPTO [United States Patent and Trademark Office] e esse número tem permanecido nos últimos 20 anos”.</p>
<p>Se por um lado esse movimento é positivo, também demonstra a debilidade do setor privado no Brasil, acredita. Além disso, insere a cultura de valorização da propriedade intelectual no meio universitário, afirma.</p>
<p>A consequência desse novo quadro é o aumento de <i>start ups</i> no entorno das universidades públicas no estado de São Paulo, formando os chamados <i>hubs</i> de empreendedorismo nas proximidades dos campi de universidades como USP, Unicamp, federais e estaduais de São Carlos e também de São José dos Campos, Ribeirão Preto e Botucatu, observou.</p>
<p>Importante notar que egressos daquelas universidades compõem a maior parte dos proponentes de negócios para o Pesquisa Iniciativa em Pequenas Empresas (PIPE-Fapesp), programa que financia projetos de base tecnológica para micro, pequenas e médias empresas, segundo Pacheco.</p>
<p>O diretor-presidente disse que até o final de 2016 serão aprovados quase 300 projetos dessa natureza. “O PIPE já acumula cerca de 1600 projetos aprovados e é a maior carteira de empresas de base tecnológica financiados por uma instituição”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/univempreendedoras-2web.jpg" alt="Universidades Empreendedoras - 1" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Krieger (esq.), pró-reitor de pesquisa da USP, e Plonski, vice-diretor do IEA</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na abertura do debate <i>Universidades Empreendedoras - Quais São?,</i> o pró-reitor de Pesquisa da USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger">José Eduardo Krieger</a> falou sobre iniciativas e editais da USP que mostram o empenho da Universidade em promover o empreendedorismo. Entre elas, as parcerias com a Receita Federal e a associação de exportadores de carnes, que buscam soluções para desafios desses organismos, os quais afetam também a sociedade.</p>
<p>“Mais do que modismo, a inovação é uma fonte grande de recursos para a universidade. Não significa que é a única moeda e ninguém perdeu a noção do que é esta universidade e que nosso principal papel é formar indivíduos diferenciados para atuar na sociedade. Esse é o nosso primeiro produto. Mas temos a oportunidade de transformar conhecimento em riqueza e devemos aproveitar da melhor forma, em especial através dos parques tecnológicos, que dará bases para um ecossistema de inovação na universidade”, disse o professor Krieger.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-30T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-inteligentes">
    <title>Pesquisadores e poder público discutem como tornar São Paulo uma cidade inteligente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-inteligentes</link>
    <description>Realizado no dia 6 de dezembro, das 9h às 18h15, na Antiga Sala do Conselho Universitário da USP, a atividade é organizada pelo Programa USP Cidades Globais, do IEA, e pelo Departamento de Ciência da Computação do IME-USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidades-inteligentes" alt="Cidades Inteligentes" class="image-right" title="Cidades Inteligentes" />Soluções em meio ambiente, mobilidade urbana, saúde e educação passam por um bom planejamento e por estratégias realistas de execução. Somadas ao uso de novas tecnologias, algumas ações podem ser mais viáveis, ter resultados otimizados e custos reduzidos. Este é o modelo de uma cidade inteligente, que será amplamente discutido no seminário <i>Cidades Inteligentes: Como São Paulo Pode se Tornar uma Delas?</i>.</p>
<p>A realizar-se no dia <strong>6 de dezembro, das 9h às 18h15</strong>, no <a class="external-link" href="https://www.google.com.br/maps/place/Biblioteca+Brasiliana+Guita+e+Jos%C3%A9+Mindlin/@-23.5622849,-46.7220506,15z/data=!4m2!3m1!1s0x0:0xdeccbf8feef8a374?sa=X&amp;ved=0ahUKEwjp7_ne1d3QAhXCDZAKHVWMC8sQ_BIIcjAQ">auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</a> (<span class="_Xbe">Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária)</span>, a atividade é organizada pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, do IEA, e pelo Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, no âmbito da série <i>Strategic Workshops </i>da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP.</p>
<p><span>O evento é aberto ao público, mas requer inscrição prévia via </span><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfQyHLV8lJ_h_ozukBCCaYx0aImq47DoBCyOe9yn7HsJXXMgg/viewform" target="_blank">formulário online.</a><span> Quem não puder comparecer, poderá assistir ao seminário </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela internet</a><span> (sem necessidade de inscrição)</span>.</p>
<p><span>O encontro será dividido em três painéis. No primeiro deles, "Governo &amp; Ciência: Big Data a Serviço da Cidade", o futuro secretário municipal de Inovação e Tecnologia do governo João Dória na prefeitura de São Paulo, o vereador Daniel Annenberg, será um dos convidados a avaliar medidas que podem tornar São Paulo uma cidade inteligente, além de discutir possibilidades de cooperação entre universidades e governos neste segmento.</span></p>
<p>No segundo painel, "Ciência, Planejamento e Mobilidade Urbana", o vereador Nabil Bonduki, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, é um dos que falará sobre como a ciência pode diminuir custos e organizar o transporte público visando à melhoria da qualidade de vida nas cidades.</p>
<p>A terceira e última parte, "Saúde e Meio Ambiente Inteligentes na Cidade", terá a participação do futuro secretário municipal da Pessoa com Deficiência do município de São Paulo, Cid Torquato, do diretor do IEA, o patologista Paulo Saldiva, e do vereador Gilberto Natalini, dentre outros nomes. A mediação será do advogado e ambientalista Fábio Feldmann.</p>
<p><span>Entre os painéis, haverá a demonstração de aplicativos e softwares da área de meio ambiente e mobilidade urbana.</span></p>
<p><span><span>“Por meio de técnicas avançadas de computação e ferramentas de gestão mais sofisticadas e poderosas para seus gestores, as Cidades Inteligentes deverão baixar sensivelmente seus custos, pois permitirão o uso de sua infraestrutura de forma mais racional e sustentável”, explica Fábio Kon, professor do IME que coordena o evento ao lado de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a><span>, coordenador do Programa USP Cidades Globais e professor do Instituto de Biociências da USP.</span></span></p>
<p><span>Segundo os organizadores, ao reunir especialistas de diversas áreas para refletir sobre os problemas da cidade, espera-se encontrar possibilidades de interação entre pesquisadores, empresas e governo municipal para a produção tanto de conhecimento científico quanto de ferramentas concretas para a cidade e seus cidadãos.</span></p>
<h3>Programação</h3>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-3516da90dd6c43808df0410a4935ad48 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao " id="parent-fieldname-programacao-3516da90dd6c43808df0410a4935ad48">
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="64">
<p> </p>
</td>
<td width="567"><strong> 
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="64">
<p><strong>9h</strong></p>
</td>
<td width="567">
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger" class="external-link"><strong><span class="external-link">José Eduardo Krieger</span> </strong></a>(Pró-Reitoria de Pesquisa USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-kon"><strong>Fabio Kon</strong></a> (IME USP - INCT Internet do Futuro para Cidades Inteligentes)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge"><strong>Marcos Buckeridge</strong></a> (IEA USP Cidades Globais/ACIESP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="64">
<p><strong>9h15</strong></p>
</td>
<td width="567">
<p><strong>Painel 1: Governo &amp; Ciência: Big Data a Serviço da Cidade</strong></p>
<p>Moderador: Marcos Buckeridge</p>
<ul>
<li><i>Como governo e universidade podem trabalhar em conjunto para obter melhores resultados?</i></li>
<li><i>Quais políticas públicas devem ser adotadas para tornar São Paulo uma Cidade Inteligente?</i></li>
<li><i>Quais modelos e técnicas científicas e computacionais podem ser aplicados para tornar São Paulo mais inteligente?</i></li>
</ul>
<p><span id="docs-internal-guid-45b282ca-abad-4dec-80ca-b324e49d53f3"><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-eduardo-ferreira" class="external-link">João Eduardo Ferreira</a></strong> (STI/USP)</span></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-marcondes" class="external-link">Roberto Marcondes</a></strong> (FAPESP)</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-haddad" class="external-link">Eduardo Haddad</a></strong> (FEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marta-teresa-da-silva-arretche"><strong>Marta Teresa da Silva Arretche</strong></a><strong> </strong>(FFLCH e Centro de Estudos da Metrópole USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-annemberg"><strong>Daniel Annenberg</strong></a><strong> </strong>(Indicado secretário municipal de Inovação e Tecnologiapara gestão 2017-2020)</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandre-calil" class="external-link">Alexandre Calil</a> </strong>(LabProdam)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="64">
<p><strong>11h30</strong></p>
</td>
<td width="567">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="64">
<p><strong>13h30</strong></p>
</td>
<td width="567">
<p><strong>Painel 2: Ciência, Planejamento e Mobilidade Urbana</strong></p>
<p>Moderador: Fabio Kon</p>
<ul>
<li><i>A Ciência pode diminuir custos e organizar o transporte público de forma a melhorar a qualidade de vida nas cidades?</i></li>
<li><i>Ferramentas computacionais podem ajudar no planejamento urbano e em futuros planos diretores da cidade?</i></li>
</ul>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miguel-bucalem" class="external-link">Miguel Bucalem</a></strong> (EP USP Cidades)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nabil-georges-bonduki"><strong>Nabil Bonduki</strong></a><strong> </strong>(FAU USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudio-barbieri-da-cunha"><strong>Claudio Barbieri da Cunha</strong></a><strong> </strong>(EP USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-speicys" class="external-link"><strong>Roberto Speicys</strong> </a>(Scipopulis)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="64">
<p><strong>15h30</strong></p>
</td>
<td width="567">
<p><strong>Intervalo e Demonstração de Sistemas de Software e Aplicativos</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="64">
<p><strong>16h</strong></p>
<p><strong><br /></strong></p>
</td>
<td width="567">
<p><strong>Painel 3: Saúde, Acessibilidade e Meio Ambiente Inteligentes na Cidade</strong></p>
<p>Moderador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-feldmann"><strong>Fabio Feldmann</strong></a></p>
<ul>
<li><i>Como podemos aplicar a análise de dados e a computação para melhorar o meio ambiente e a saúde da população paulistana?</i></li>
<li><i>Há bases de dados que poderiam ser melhor estudadas? Há dados relevantes que sensores na Internet das Coisas poderiam coletar?</i></li>
<li><i><br /></i></li>
</ul>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-assuncao-faus-da-silva-dias" class="external-link">Maria Assunção Faus da Silva Dias</a> </strong>(IAG USP)</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva"><strong>Paulo Saldiva</strong></a> (IEA USP)</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-lippi" class="external-link">Adriana Lippi </a></strong>(SALT Ambiental)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="64">
<p><strong>18h</strong></p>
</td>
<td width="567">
<p><strong>Encerramento</strong></p>
<p>Fabio Kon</p>
<p>Marcos Buckeridge</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="64">
<p><strong>18h15</strong></p>
</td>
<td width="567">
<p><strong>Término dos trabalhos</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p> </p>
<p class="documentFirstHeading"><i><strong>Cidades Inteligentes: Como São Paulo Pode se Tornar uma Delas?<br /></strong></i><i>6 de dezembro, das 9h às 18h15<br /></i><i>Auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - <span class="_Xbe"><a class="external-link" href="https://www.google.com.br/maps/place/Biblioteca+Brasiliana+Guita+e+Jos%C3%A9+Mindlin/@-23.5622849,-46.7220506,15z/data=!4m5!3m4!1s0x0:0xdeccbf8feef8a374!8m2!3d-23.5622849!4d-46.7220506">Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária</a>, </span>São Paulo<br /></i><i>Evento aberto ao público, gratuito e com inscrição via <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfQyHLV8lJ_h_ozukBCCaYx0aImq47DoBCyOe9yn7HsJXXMgg/viewform" target="_blank">formulário online<br /></a></i><i>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela internet<br /></a></i><i>Informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-inteligentes" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/cidades-inteligentes</a> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-22T11:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-agricultura-urbana-da-usp">
    <title>Encontro de Agricultura Urbana da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-agricultura-urbana-da-usp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupos-anteriores/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana" class="internal-link">Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU)</a> do IEA integra a <a class="external-link" href="http://prceu.usp.br/snct2016/">Semana USP de Ciência e Tecnologia 2016</a> em um dia de atividades como <span style="text-align: start; float: none; ">debates e oficinas sobre aspectos variados envolvendo a produção de alimento em ambiente urbano, <span class="Apple-converted-space"></span></span><span style="text-align: start; ">trocas de sementes e mudas,<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span style="text-align: start; ">feira de<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span style="text-align: start; ">produtos orgânicos e veganos e exibição de vídeos.</span></p>
<p>O evento, coordenado pelas Pró-Reitorias de Cultura e Extensão Universitária e de Pesquisa da USP, faz parte da <a class="external-link" href="http://semanact.mcti.gov.br/">Semana Nacional de Ciência e Tecnologia</a>, cujo intuito é aproximar a população da ciência. O tema deste ano é <span style="text-align: start; float: none; ">“A Ciência Alimentando o Brasil”.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-21T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana-23-de-setembro-de-2016">
    <title>Políticas Inovadoras para a Mobilidade Urbana - 23 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana-23-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-23T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/da-escola-para-o-museu">
    <title>Da escola para o museu</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/da-escola-para-o-museu</link>
    <description>V Seminário do Ciência Web discute a utilização de espaços não formais de divulgação científica, cultural e tecnológica como ferramenta para complementar o conteúdo dado pelo professor em sala de aula</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/logoseminriositeIEA.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Transformar o aprendizado em sala de aula em uma atividade leve e até mesmo lúdica tem sido um desafio para muitos professores. Porém, há locais especializados em utilizar momentos de lazer para ensinar algo novo ou inclusive reforçar conteúdos que o estudante já viu na escola: são os espaços não formais de divulgação científica, cultural e tecnológica, como museus, planetários, jardins botânicos, zoológicos, aquários, unidades de ciência móvel e outras associações que atuam na popularização da ciência e tecnologia no País.</p>
<p><span>Para familiarizar professores, coordenadores e demais gestores de escolas públicas do Estado de São Paulo com esses importantes instrumentos de complementação das aulas, a Agência Multimídia de Difusão Científica e Educacional Ciência Web, um projeto realizado no Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos da USP, realiza no dia 19 de outubro a 5ª edição do Seminário do Ciência Web.</span><span> </span></p>
<p>“A realização desse Seminário propõe uma discussão e a elaboração de sugestões visando-se usar efetivamente espaços não formais com a finalidade de apoiar as atividades educacionais formais, além do encaminhamento dos resultados alcançados por esse evento às autoridades educacionais das secretarias municipais de educação dos municípios da região e da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo”, explica a coordenadora da Agência e professora emérita do IEA Polo São Carlos da USP, Yvonne Primerano Mascarenhas.<span> </span></p>
<p>O evento terá palestras de representantes de instituições como Parque Cientec da USP, Catavento Cultural, Museu da Língua Portuguesa e Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Complementando a programação, serão realizadas duas mesas redondas. A primeira vai abordar a pesquisa em educação não formal, com as docentes Tânia Margarida Lima Costa, da Escola de Educação Básica e Profissional (EBAP) da UFMG, e Alessandra Bizerra, do Instituto de Biociências da USP. Já a segunda mesa redonda terá como tema a interação entre espaços não formais e escolas em São Carlos, e vai reunir representantes da UFSCar, da Diretoria de Ensino de São Carlos, do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) da USP e do Museu da Ciência Mário Tolentino.<span> </span></p>
<p>Após o evento, a Agência Multimídia de Difusão Científica e Educacional Ciência Web vai elaborar um guia que será divulgado às escolas estaduais e municipais com informações sobre como usar os recursos educacionais existentes nos espaços científico-culturais participantes, além de uma listagem com os principais museus, centros e espaços de divulgação científica existentes no Estado de São Paulo.<span> </span></p>
<p>O V Seminário do Ciência Web será realizado a partir das 8h, no auditório do CDCC, na Rua Nove de Julho, 1227, Centro, São Carlos. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet, no site do evento (<a class="external-link" href="http://www.cienciaweb.org.br/Vseminario">www.cienciaweb.org.br/Vseminario</a>). Mais informações pelo e-mail <a href="mailto:agenciacienciaweb@gmail.com">agenciacienciaweb@gmail.com</a>.</p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><span class="discreet"><strong><i>V Seminário do Ciência Web<br /></i></strong>19 de outubro, a partir das 8h<br />Auditório do CDCC-USP (Rua Nove de Julho, 1227, Centro, São Carlos-SP)<br />Evento gratuito e aberto ao público<br />Inscrições pelo site <a name="Portal Ciência Web"></a><a class="external-link" href="http://www.cienciaweb.org.br/Vseminario">www.cienciaweb.org.br/Vseminario</a>. Mais informações pelo e-mail <a href="mailto:agenciacienciaweb@gmail.com">agenciacienciaweb@gmail.com</a> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-21T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desenvolvimento-tecnologico-oleo-gas">
    <title>Desenvolvimento Tecnológico em Óleo e Gás Offshore</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desenvolvimento-tecnologico-oleo-gas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Esse Workshop Estratégico tem como objetivo apresentar as iniciativas, desafios e perspectivas de pesquisas na área de produção offshore de óleo e gás no Brasil, principalmente no que tange a recuperação avançada de óleo, em reservatórios turbidíticos da Bacia de Campos. Serão apresentados projetos de pesquisa e inovação em andamento na USP em parceria com universidades brasileiras, cujos resultados estão alcançando repercussões numa escala mundial.</p>
<p>A série de eventos <i>Strategic Workshops</i> da USP busca articular os pesquisadores em torno de temas transdisciplinares, que contemplem a USP como um todo. O objetivo tem sido organizar a pesquisa na USP priorizando temas em que temos excelência ou que tenham grande potencial, mas que precisem de melhor articulação.</p>
<h3>Coordenadores</h3>
<div class="visualClear">Kazuo Nishimoto (EP-USP)</div>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julio-meneghini" class="external-link">Julio R Meneghini</a> (EP-USP)</div>
<h3>Organizadores</h3>
<div class="visualClear">Kazuo Nishimoto (EP-USP)</div>
<div class="visualClear">Julio R Meneghini (EP-USP)</div>
<div class="visualClear">Hamilton Varela (EP-USP)</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biocombustíveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Petróleo</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-16T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana">
    <title>Políticas Inovadoras para a Mobilidade Urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-inovadoras-para-a-mobilidade-urbana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O que irá nos salvar do desafio da mobilidade urbana? Tecnologia, novos hábitos e comportamentos, planejamento urbano? Cidades inteligentes? Ou fazer mais do mesmo? Qual a natureza do problema? O período recente revela um sem número de possibilidades de intervenção nos sistemas de transporte urbano. Quais os objetivos a serem cumpridos pelo sistema de transportes (ou de mobilidade, ao gosto do freguês) e quais os critérios para selecionar as intervenções mais adequadas e com que nível de intensidade aplica-las?</p>
<p>Os últimos anos viram o crescimento da crítica à ênfase na cultura do automóvel (mas não há sinais claros de reversão dessa tendência entre nós). As “saídas” estão sendo empurradas para outros setores, em parte com razão.</p>
<div class="visualClear">O que têm feito as cidades que têm liderado as mudanças e buscado a sustentabilidade? Que políticas têm sido adotadas para atingir os novos objetivos? São muitas as questões, um número muito menor de respostas, mas é em muito passado o tempo de discuti-las com seriedade e sem preconceitos.</div>
<div class="visualClear"></div>
<h3 class="visualClear">Palestrante</h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-strambi" class="external-link">Orlando Strambi</a></div>
<h3 class="visualClear">Moderador</h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leonardo-augusto-de-vasconcelos-gomes" class="external-link">Leonardo Gomes</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-12T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/polimeros-derivados-de-fontes-renovaveis">
    <title>Materiais Poliméricos Derivados de Fontes Renováveis</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/polimeros-derivados-de-fontes-renovaveis</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O desenvolvimento de novos polímeros derivados de fontes renováveis tem assumido posição de destaque recentemente, tanto em função de razões ambientais como por não empregar matérias-primas de origem fóssil. Além disso, esses polímeros oferecem a possibilidade de desenvolvimento de produtos inovadores.</span></p>
<p>Estes materiais estão integrados ao contexto de <i>biorrefinaria</i>, que consiste na exploração dos recursos naturais para produção integrada de energia, combustíveis e insumos químicos e materiais. Nesse contexto, o Brasil já se configura como líder, principalmente em função do seu programa de biocombustíveis, mas também pela sua importância na produção de produtos de origem na biomassa como celulose, amido e óleos vegetais, entre outros.</p>
<p>A grande vantagem da utilização da biomassa é a possibilidade de empregá-la na produção de materiais <i>idênticos</i> aos obtidos de fontes fósseis e também de <i>novos</i> materiais. Entretanto, devido ao fato dos compostos de partida serem distintos daqueles derivados de fontes fósseis, os processos geralmente envolvem novas rotas e demandam constante aprimoramento científico e tecnológico, fundamental para que os produtos da biomassa sejam de fato competitivos.</p>
<p>O propósito desse <i>strategic workshop </i>é reunir pesquisadores acadêmicos e industriais que estão envolvidos em atividades de pesquisa aplicada e tecnológica para o desenvolvimento de novos materiais macromoleculares obtidos a partir de recursos renováveis. Pretende-se estabelecer um quadro da importância destas atividades e traçar um cenário das perspectivas desse setor levando em conta as exigências do mercado local e as tendências mundiais. Adicionalmente, pretende-se fortalecer os vínculos entre os pesquisadores presentes, aproximando os setores acadêmico e industrial, o que é de suma importância para que esta estratégia se torne de fato uma realidade.</p>
<p><span>A série de eventos </span><i>Strategic Workshops</i><span> da Pró-Reitoria de Pesquisa, busca articular os pesquisadores em torno de temas transdisciplinares, que contemplem a USP como um todo. O objetivo tem sido organizar a pesquisa na universidade priorizando temas em que temos excelência ou que tenham grande potencial, mas que precisem de melhor articulação.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-06T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
