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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 291 to 305.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/autores-de-livro-que-analisa-a-crise-urbana-e-a-pandemia-participam-de-debate-no-iea">
    <title>Autores de livro que analisa a crise urbana e a pandemia participam de debate no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/autores-de-livro-que-analisa-a-crise-urbana-e-a-pandemia-participam-de-debate-no-iea</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-4c70db8c-7fff-40b0-a225-c0d9209466c0"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-direito-a-cidade-e-direito-a-vida-materia-1" alt="Capa do livro - Direito à Cidade e Direito à Vida - Matéria" class="image-right" title="Capa do livro - Direito à Cidade e Direito à Vida - Matéria" />A hipótese de que a crise urbana tem uma importante dimensão explicativa para compreender a pandemia, vivida de forma desigual pela sociedade, é trabalhada no livro <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/direito-a-cidade-direito-a-vida" class="external-link">"Direito à Cidade e Direito à Vida: Perspectivas Críticas sobre o Urbano na Contemporaneidade"</a> que será lançado no dia <strong>29 de novembro, das 8h30 às 18h30</strong>. Com transmissão ao vivo pela internet, o evento também terá participação presencial do público. Interessados em comparecer devem <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScV6lzokFyfYaJVGj7T7-mDoq_tBeI0g_x6Kckxtw8d3dyLpg/viewform">realizar inscrição</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>Produto das atividades realizadas pelo Grupo de Estudos </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-teoria-urbana-critica"><span>Teoria Urbana Crítica</span></a><span> no período de fase crítica da pandemia de Covid-19, a obra é editada pelo IEA e organizada por </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos"><span>Ana Fani Alessandri Carlos</span></a><span>, do departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cibele-saliba-rizek"><span>Cibele Saliba Rizek</span></a><span>, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, coordenadora e membro do grupo, respectivamente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A publicação reúne textos das organizadoras e dos pesquisadores Paulo César Xavier Pereira, Danilo Volochko, Gustavo Prieto, César Simoni Santos, Glória da Anunciação Alves, Paolo Colosso, Isabel Pinto Alvarez e Luiz Recamán.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para apresentar seus textos, os autores farão exposição no evento, que será seguida de debates mediados por integrantes do grupo de estudos. Os detalhes da participação dos autores podem ser consultados</span><span> </span><span><a class="anchor-link" href="#Programação">na programação.</a></span></p>
<p dir="ltr"><span>Ao longo de 10 capítulos, os autores apontam que a crise urbana mencionada se desdobra em "escalas justapostas de espaço e tempo, impressas nas formas urbanas que têm por conteúdo a desigualdade social que atravessa a história brasileira, reproduzindo-se e ganhando novas proporções com a pandemia". </span></p>
<p dir="ltr"><span>O livro busca estabelecer "a necessidade e a urgência da crítica em sua radicalidade". Os textos tratam de temas como a relação entre a crise urbana e a crise sanitária; a acumulação e o papel da propriedade na produção do espaço urbano; a banalização e naturalização da morte, em especial quando a Covid-19 chega nas periferias; a violência como conteúdo da urbanização na produção do espaço capitalista; a segregação espacial e o aumento da desigualdade social; a contradição entre a presença e a ausência do Estado como "possibilidade de compreensão do projeto neoliberal"; e a análise do processo de revisão do Plano Diretor do município de São Paulo.<br /><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><a name="Programação"></a>Programação</strong></span></p>
<table class="plain">
<tbody>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>8h30</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Abertura:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (Diretor do IEA-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cibele-saliba-rizek" class="external-link">Cibele Rizek</a> (IAU e IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani A. Carlos</a> (GESP e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>9h às 12h</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Mesa 1</strong></p>
<p><strong>Mediação:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cibele-saliba-rizek" class="external-link">Cibele Rizek</a> (IAU e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>9h às 9h30</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/danilo-volochko" class="external-link">Danilo Volochko</a><span style="text-align: justify; "> (UFPR)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>9h30 às 9h50</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-prietro" class="external-link">Gustavo Prietro</a><span style="text-align: justify; "> (UNIFESP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>9h50 às 10h10</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cesar-ricardo-simoni-santos" class="external-link">César Simoni Santos</a><span style="text-align: justify; "> (FFLCH e IEA-USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>10h10 às 10h30</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gloria-da-anunciacao-alves" class="external-link">Glória A. Alves</a> (FFLCH e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>10h30 às 11h</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Debatedor:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-luiz-barbosa" class="external-link">Jorge Luis Barbosa</a> (UFF e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>11h às 12h</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Debates</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>12h às 13h30</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Almoço</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>13h30 às 16h</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Mesa 2</strong></p>
<p><strong>Mediação:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gloria-da-anunciacao-alves" class="external-link">Glória A. Alves</a> (FFLCH e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>13h30 às 14h</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-colosso" class="external-link">Paolo Colosso</a><span style="text-align: justify; "> (FFLCH e IEA-USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>14h às 14h20</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isabel-aparecida-pinto-alvarez" class="external-link">Isabel Aparecida Pinto Alvarez</a> (GESP e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>14h20 às 14h40</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-antonio-recaman-barros-1" class="external-link">Luiz Recamán</a> (FAU-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>14h40 às 15h10</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Debatedor:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-roberto-batista" class="external-link">Flávio Roberto Batista</a> (FD-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>15h10 às 16h</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Debates</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>16h às 16h20</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Coffee-Break</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>16h20 às 18h30</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Mesa 3</strong></p>
<p><strong>Mediação:</strong> <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-colosso" class="external-link">Paolo Colosso</a><span style="text-align: justify; "> (FFLCH e IEA-USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>16h20 às 16h40</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cibele-saliba-rizek" class="external-link">Cibele Rizek</a> (IAU e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>16h40 às 17h</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani A. Carlos</a> (GESP e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>17h às 17h20</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-xavier-pereira" class="external-link">Paulo César Xavier Pereira</a> (FAU e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>17h20  às 17h50</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Debatedor:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ruy-gomes-braga-neto" class="external-link">Ruy Braga</a> (FFLCH-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="132">
<p><strong>17h50 às 18h30</strong></p>
</td>
<td width="500">
<p><strong>Debates e Encerramento</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p><i><strong>Direito à Cidade e Direito à Vida: Perspectivas Críticas Sobre o Urbano na Contemporaneidade</strong><br /></i><i>29 de novembro, 8h30<br /></i><i>Evento público e gratuito, com inscrições para participação presencial<br /></i><i>Mais informações com Cláudia Regina (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>)<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-a-cidade-e-direito-a-vida-livro">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-10-14T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/alfabetizacao-midiatica-e-informacional-de-cidade-e-o-foco-de-novo-centro-de-pesquisa">
    <title>Aumento da alfabetização midiática e informacional nas cidades é objeto de novo centro de pesquisa </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/alfabetizacao-midiatica-e-informacional-de-cidade-e-o-foco-de-novo-centro-de-pesquisa</link>
    <description>O Conselho Deliberativo aprovou em março a criação do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL), associado a uma Cátedra de Cidades MIL Unesco da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/global-mil" alt="Global MIL" class="image-right" title="Global MIL" />Durante a Semana Global de Alfabetização Midiática e Informacional (AMI) de 2018, na Lituânia, a Unesco lançou o conceito de <a class="external-link" href="https://www.unesco.org/en/media-information-literacy/mil-cities?page=1">Cidades MIL</a> (sigla em inglês correspondente a AMI), para estimular as cidades a trilharem um caminho de capacitação, de forma inovadora, de um maior número de cidadãos nessa competência.</p>
<p>De acordo com a Unesco, os cidadãos assim preparados "são capazes de compreender o papel e as funções dos meios de comunicação social e de outros fornecedores de informação e possuem conhecimentos e competências básicas para analisar e utilizar, de forma crítica e eficiente, os meios de comunicação e a informação para a autoexpressão, para se tornarem aprendizes independentes e pensadores críticos, e para  participar plenamente e beneficiar-se da crescente sociedade do conhecimento e da informação".</p>
<p>Dessa forma, as Cidades MIL podem contribuir para aumentar o acesso à informação, estimular o envolvimento cívico, permitir o diálogo intercultural e inter-religioso, combater a desinformação e o ódio e criar oportunidades econômicas, sociais e culturais, ressalta o organismo da ONU.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Lançamento</h3>
<p>Leia <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/personalidades-debatem-sobre-o-modelo-cidades-mil-da-unesco-em-evento-gratuito-na-usp/">matéria do Jornal da USP</a> sobre o evento Das Cidades Inteligentes às Cidades MIL da Unesco: Fator Relacional, Visões Nacionais e Internacionais, que acontece no dia 30, às 14, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Durante a programação do encontro ocorrrerá o lançamento do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL) no IEA.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>São essas as diretrizes que norteiam as pesquisas a serem desenvolvidas pelo Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL), cuja criação foi aprovada em março pelo Conselho Deliberativo do IEA. O centro deverá funcionar em articulação com uma Cátedra Cidades MIL Unesco na USP (proposta a depender de tratativas institucionais).</p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Com duração prevista de cinco anos, o projeto tem o objetivo geral de contribuir para a pesquisa, desenvolvimento, expansão e implementação da abordagem Cidades MIL no Brasil, América Latina e Caribe e em países de outros continentes. O centro partirá da criação de um protótipo com aplicação na Cidade Universitária, de forma a ter um caso exemplar para a proposição de metas, ações e acompanhamentos de resultados da implantação das Cidades MIL.</p>
<p>A intenção é promover e compartilhar conhecimentos confiáveis bem como práticas eficientes relacionadas à educação comunicativa e ao pensamento crítico nas diversas áreas das cidades. "A proposta tem como centro o cidadão, mas considera o uso das novas tecnologias, inclusive da inteligência artificial (IA) no sistema urbano em geral", enfatizam os autores da proposta.</p>
<p>A perspectiva é que as metas a serem atingidas estejam em consonância com os <a class="external-link" href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030</a> da ONU, com os princípios conhecidos como ESP (sigla em inglês para ambiental, social e governança) e as principais diretrizes de saúde pública para infodemias ou epidemias de informação.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o conceito das Cidades Mil foi plasmado a partir de pontos não contemplados nas cidades inteligentes (smart cities) e avança em questões de inclusão ética, de religião e crenças, de idade e de identificação de instâncias em que categorias de superdiversidade são evidenciadas, de maneira a delinear nessas paisagens socioculturais os mecanismos de abordagem crítica, inovadora e democrática com a integração dessas instâncias.</p>
<p>A proposta baseia-se em indicadores e em métricas para diagnosticar, gerir e integrar bairros, comunidades, cidades, cidades corporativas e cidades universitárias do ponto de vista MIL, com a utilização das tecnologias de forma ética, de maneira a consolidar o respeito e a integração de grupos vulneráveis.</p>
<p>O CIIDCMIL tem como foco específico a articulação de um grupo interdisciplinar que adote como prioridade de reflexão “a transformação de espaços urbanos em espaços interativos, resilientes e não vulneráveis a impactos negativos do avanço tecnológico, da alta virtualidade da vida cotidiana e do intenso efeito das fake news, que afetam decisões e pensamentos, levando à desconexão de políticas públicas inclusivas e consoantes com uma vida participativa consciente".</p>
<p>Para que que esse espírito de “Cidadão MIL” emerja, o centro defende a criação de espaços de gestão mais transparentes e conectados com as necessidades e percursos dos indivíduos, consideradas as diferenças entre eles, além de serem locais de experimentação de um envolvimento contributivo dos cidadãos. Dois aspectos devem ser considerados para a construção desse espírito, afirmam: estudos com base em métricas, incluindo a coconstrução de uma rede alimentadora de um observatório de evolução de métricas de acompanhamento dos efeitos de pequenas intervenções; no aspecto do envolvimento contributivo, devem ser levadas em conta as práticas vivenciadas e a percepção de que a diferença importa nessa coconstrução urbana.</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>O coordenador do CIIDCMIL é Mitsuru Hanaze, professor titular do Departamento de Publicidade, Relações Públicas e Turismo da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e coordenador geral do Centro de Estudos de Avaliação e Mensuração em Comunicação e Marketing (Ceacom), sediado na escola. A vice-coordenação e a coordenação executiva são desempenhadas por Felipe Chibás Ortiz, professor do Programa em Integração da América Latina (Prolam) da USP e também integrante do Ceacom.</p>
<p>Além de Hanaze e Ortiz, fazem parte do núcleo acadêmico do projeto, pela USP, outros professores da ECA, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), além de integrantes da UFMT, UFRN e Universidade Católica de Brasília. Alguns desses docentes e outros da ECA, FEA e FAU participam como supervisores ou representantes de grupos de pesquisa.</p>
<p>Os grupos de pesquisa produzirão dados quantitativos relacionados às regiões de seu trabalho de campo (23 países das Américas, Caribe, Europa, África e Oriente Médio), alimentando uma plataforma de integração do conhecimento geral relativo às métricas de interesse do projeto. Cada equipe cotejará seus dados regionais com a cidade de São Paulo e coordenará a comparação com a dinâmica da Cidade Universitária.</p>
<p><strong>Temas e linhas de pesquisa</strong></p>
<p>Os trabalhos temáticos serão organizados em quatro linhas de pesquisa e atuação:</p>
<ul>
<li>Cidades Mil : espaços urbanos segundos os princípios da Unesco (e-governo participativo e mobilidade urbana):</li>
<li>comunicação e educação com MIL;</li>
<li>saúde integral e educação MIL;</li>
<li>inteligência artificial e startups MIL.</li>
</ul>
<p>Essas linhas se desdobram em uma dúzia de enfoques mais específicos, entre os quais figuram: o uso de IA na educação, na eficiência energética, na mobilidade urbana e na governança de prefeituras, hospitais, bairros e comunidades; sistemas de informação e aplicativos para saúde; e modelos de negócios inovadoras para organizações e startups em Cidades MIL.</p>
<p><strong>Cronograma</strong></p>
<p>Os trabalhos do projeto serão divididos em três fases. Na primeira delas (até março/2025), serão implantados o CIIDMIL e a Cátedra MIL Unesco da USP, com a realização de um evento de divulgação das duas iniciativas. Também serão iniciadas no período as pesquisas a serem aplicadas na Cidade Universitária.</p>
<p>A segunda fase (março/2025 a março/2026) será dedicada à implantação do projeto-piloto de cidade MIL na Cidade Universitária e em outros espaços urbanos, a produção de um curso Mooc (sigla em inglês para curso online aberto e massivo) de formação de consultores em Cidade MIL e palestras e seminários de divulgação.</p>
<p>Os três últimos anos do projeto (março/2026 a março/2029) serão dedicados à terceira fase, voltada a implementação do projeto em outros campi e cidades. Isso compreenderá a capacitação, assessoria e consultoria para cidades que desejarem implantá-lo e puderem custear o trabalho. O período também será voltado à publicação de livros e artigos sobre Cidades MIL.</p>
<p style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Ilustração: adaptada do postar da Global Media and Information Literacy (MIL) Week 2018/Unesco</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agenda 2030</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mídia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Smart cities</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-19T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-roteiro-cientifico-cultural">
    <title>Atividade da Intercontinental Academia mostra facetas da desigualdade social e da interculturalidade na cidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ica-roteiro-cientifico-cultural</link>
    <description>No roteiro "Centralidades ↔ Periferias", os participantes da ICA conheceram um pouco dos impactos das desigualdades socioeconômicas e da diversidade cultural na organização do espaço urbano da capital paulista.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os contrastes entre a região central e periférica da cidade de São Paulo foram apresentados aos participantes da<a class="external-link" href="http://ica.usp.br"> Intercontinental Academia</a> (ICA) no roteiro científico-cultural "Centralidades ↔ Periferias", realizado no domingo, dia 19. A atividade incluiu, ainda, uma exposição sobre as relações entre fluxos migratórios e interculturalidade na capital paulista.</p>
<p>O percurso teve início no centro da cidade, com passagem pelo Pátio do Colégio, marco da fundação da cidade de São Paulo; pela Faculdade de Direito (FD) da USP, no Largo São Francisco; e pela Catedral da Sé. Na segunda etapa do trajeto, os participantes conheceram as imediações da região central e ouviram um pouco sobre as especificidades do bairro Pacaembu e do bairro Canindé, onde visitaram a Praça Kantuta. Na terceira etapa, o itinerário foi pela periferia da capital, passando pela Vila Madeiros, na Zona Norte, com parada para o almoço no restaurante Mocotó; pela USP Leste, no Jardim Matarazzo; e pelo Centro de Recuperação e Educação Nutricional (Cren), na Vila Jacuí, ambos na Zona Leste.</p>
<p><span>A atividade foi coordenada por </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/sylvia-duarte-dantas?searchterm=Sylvia+Dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a></span><span>, coordenadora do </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-intelectuais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</a></span><span> do IEA e professora da Unifesp; </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/ana-lydia-sawaya" class="external-link">Ana Lydia Sawaya</a></span><span>, coordenadora do </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/nutricao" class="external-link">Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza</a></span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/nutricao" class="external-link"> </a>do IEA e também professora da Unifesp; </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/fernando-mussa-abujamra-aith" class="external-link">Fernando Aith</a></span><span>, conselheiro da </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-unesco-de-educacao-para-paz-direitos-humanos-democracia-e-tolerancia" class="external-link">Cátedra Unesco de Educação para Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância</a></span><span>, sediada no IEA, e professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP); e </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/suzana-pasternak?searchterm=Suzana+Pasternak" class="external-link">Suzana Pasternak</a></span><span>, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-left: 60px; ">
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>INTERCONTINENTAL<br />ACADEMIA</strong></p>
<p><span><strong><i>Roteiro Científico-Cultural</i></strong></span></p>
<p><span><strong>Centralidades ↔ Periferias</strong></span></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/roteiro-cientifico-cultural-201ccentralidades-2194-periferias201d-19-de-abril-de-2105?b_start:int=0" class="external-link">Fotos<br /><br /></a></span></li>
</ul>
<p><span><strong>Notícia</strong></span></p>
<span> 
<ul>
<li><span>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-roteiro-cientifico-e-cultural" class="external-link">Participantes da Intercontinental Academia conhecem a multiplicidade científica e cultural de São Paulo</a>"</span></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><strong><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias_ica" class="external-link">mais notícias</a></i></strong></p>
<p><strong><i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/docs/reports" target="_blank">Relatos críticos</a></i></strong></p>
<p><strong><i>Mais informações<br /></i><i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net</a></i></strong></p>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>INTERCULTURALIDADE</strong></p>
<p>Dantas explicou que São Paulo foi erguida com auxílio de imigrantes oriundos de várias partes do mundo, sobretudo os de origem japonesa e italiana, que chegaram na primeira metade do século 20 para suprir a demanda de mão-de-obra no campo e nas indústrias e exerceram grande influência na conformação cultural da cidade.</p>
<p>Segundo a professora, nas últimas décadas a capital vem passando por novos fluxos imigratórios, dentre os quais se destaca o de bolivianos, que já somam mais de 300 mil. Atraídos pelo crescimento da economia brasileira, esses imigrantes vêm para São Paulo em busca de emprego e melhores condições de vida. Muitos, em situação ilegal no país, submetem-se a condições de trabalho degradantes, caracterizadas por baixa remuneração e jornadas extenuantes, em confecções nos bairros Bom Retiro e Brás.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Roteiro-cientifico-cultural-Centralidades-Periferias-29-web.jpg/@@images/c99c668d-67ba-4f49-a0f2-19a15a2f4e12.jpeg" alt="Praça Kantuta" class="image-inline" title="Praça Kantuta" /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os participantes da ICA tiveram a oportunidade de conhecer um pouco do universo desses imigrantes na Praça Kantuta, onde uma feira boliviana reúne cerca de 3 mil pessoas todos os domingos para cultivar a gastronomia, o artesanato, o folclore e as danças típicas de diversas regiões da Bolívia. Rodrigo González, vice-presidente da Associação Gastronômica Cultural e Folclórica Boliviana "Padre Bento", que organiza a feira, falou aos pesquisadores sobre a importância do evento semanal para a transmissão da cultura boliviana às gerações que já nascem no Brasil e para a promoção das trocas culturais com brasileiros e outros imigrantes latino-americanos.</p>
<p><strong>CIDADE LEGAL X CIDADE ILEGAL</strong></p>
<p>Na passagem pelo Pacaembu, Martin Grossmann, diretor do IEA, fez uma exposição sobre o plano arquitetônico do bairro. Baseado no modelo "cidade-jardim", o projeto foi inspirado na arquitetura britânica da era vitoriana e buscou respeitar a topografia da região, o que resultou em ruas com traçado sinuoso e em casas com grandes terrenos e áreas jardinadas.</p>
<p>Grossmann observou que a organização urbana do bairro, reservado à elite paulista, contrasta com condições precárias de habitação no centro da cidade, onde usuários de droga e sem-teto dormem nas calçadas ou ocupam prédios vazios, resistindo ao movimento de expulsão da classe de baixa renda das ditas "centralidades".</p>
<p>Aith lembrou que esse contraste trata-se de um dos efeitos do crescimento acelerado pelo qual São Paulo passou sobretudo a partir da década de 1950. Nesse período, intensificou-se um processo de urbanização descontrolada, marcada pela ocupação caótica do espaço, que dividiu a capital em dois mundos distintos: a cidade legal, provida de planejamento urbano, habitações regulares e serviços públicos, como transporte, rede de água e de energia, escolas e hospitais; e a cidade ilegal, que cresce em direção à periferia e em meio à miséria, dando origem a favelas e moradias precárias de todo tipo.<span> </span></p>
<p>De acordo com o conselheiro, a dificuldade de ter acesso a habitações regulares na "cidade legal", imposta pelas profundas desigualdades socioeconômicas que marcam a cidade de São Paulo, empurram a população pobre para locais cada vez mais distantes do centro, onde não há infraestrutura adequada de transporte, saúde, saneamento básico e educação.</p>
<p>Nessas regiões periféricas, os indivíduos  ocupam terrenos de terceiros (privados ou do Estado) e dão início às chamadas "autoconstruções" — casas feitas de material barato e construídas com mão-de-obra dos próprios moradores e vizinhos. Aith frisou que, somente quando a ocupação irregular já está em estado avançado e é irreversível, o Estado mobiliza-se para "legalizar" o local a partir de projetos de reurbanização.</p>
<p><strong>PERIFERIA</strong></p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/periferia/@@images/e81607a7-8900-405b-8378-9a273a102ad9.jpeg" alt="Periferia" class="image-inline" title="Periferia" /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A transição entre a cidade legal e a cidade ilegal pôde ser observada à medida que o roteiro do passeio avançou em direção à periferia. Na Vila Medeiros, os pesquisadores da ICA conheceram um exemplo de bairro periférico reurbanizado, que teve início com ocupação irregular. Nos arredores da USP Leste, viram casas precárias estabelecidas num parque ecológico, onde a construção é proibidas pelas leis ambientais.</p>
<p>O grupo teve um panorama mais detalhado das condições de vida na periferia a partir da exposição de Sawaya sobre o trabalho desenvolvido pelo Cren da Vila Jacuí, bairro que <span>surgiu com a ocupação irregular de uma área de manancial que integra uma reserva ecológica.</span></p>
<p>Embora já tenha sido "reurbanizada", a Vila Jacuí ainda carece de infraestrutura e serviços públicos e <span>é dominada pelo tráfico de drogas. Com um </span><span>dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) da Zona Leste de São Paulo, o bairro </span>tem no Cren um instrumento para melhoria da qualidade de vida da população.</p>
<p>O Centro atua desde 1993 no combate e prevenção à subnutrição e obesidade infanto-juvenil, fazendo avaliação nutricional, do desenvolvimento e da aprendizagem; tratando infeções; educando; e promovendo a inserção no mundo da cultura. Para isso, conta com um hospital-dia, que recebe cerca de 100 crianças e oferece <span>diariamente</span><span> cinco refeições balanceadas para cada uma.</span></p>
<p>Além de contribuir para a recuperação e educação nutricional da população infanto-juvenil, o Cren serve como um espaço de reunião familiar e de prática de atividades diversas: há computadores disponíveis para a comunidade, uma brinquedoteca e uma infraestrutura para o desenvolvimento de atividades físicas e culturais (música, teatro, dança e esportes).</p>
<p>Sawaya, que é ex-coordenadora e atual diretora científica do Cren, ressaltou a importância do projeto como uma iniciativa para desenvolver o protagonismo juvenil e dar oportunidades para jovens e crianças se afastarem da criminalidade. De acordo com ela, das pessoas que frequentam o Centro, 60% têm um familiar na prisão e 70%, um familiar envolvido com uso de drogas ou abuso do álcool.</p>
<p>A professora destacou que, ao longo dos 23 anos de funcionamento, o projeto já atendeu 3 milhões de crianças e contribuiu para reduzir substancialmente o número de assassinatos no bairro.</p>
<p style="text-align: right; "><span style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Rafael Borsanelli/IEA-USP (no alto) e Fernanda Rezende/IEA-USP</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Dasp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desnutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-20T21:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-3">
    <title>Aspectos Sociais da Implantação de 5G no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-3</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo organizam o ciclo <strong>A Implantação de 5G no Brasil</strong> com o objetivo de oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação desta nova tecnologia.</p>
<p>Esta iniciativa integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil">Think Tank USP em Implantação de 5G no Brasil</a>, um fórum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia. No terceiro encontro do ciclo serão discutidos os Aspectos Sociais da Implantação de 5G no Brasil.</p>
<p>Esta terceira mesa da série objetiva discutir as implicações sociais em um cenário de conectividade e ubiquidade computacional, antevendo o impacto na sociedade desse cenário, com aplicações que utilizam massivamente dados e técnicas de inteligência artificial, comparado com um cenário de atraso na implantação das tecnologias 5G no Brasil.</p>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lidia-goldenstein" class="external-link">Lídia Goldenstein</a> (Consultora)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (FM e IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-ronaldo-rocha" class="external-link">José Ronaldo Rocha</a> (Ernest &amp;Young)</p>
<p><strong>Moderadora</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-herminia-brandao-tavares-de-almeida" class="external-link">Maria Hermínia Tavares de Almeida</a> (IRI e FFLCH/USP)</p>
<p><strong>Relatora</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cecilia-emi-yamanaka-matsumura" class="external-link">Cecilia Matsumura</a> (IBE/USP)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>5G</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-21T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/aspectos-politicos-5g-no-brasil">
    <title>Aspectos Políticos da Implantação de 5G no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/aspectos-politicos-5g-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo organizam o ciclo <strong>A Implantação de 5G no Brasil</strong> com o objetivo de oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação desta nova tecnologia.</p>
<p>Esta iniciativa integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil">Think Tank USP em Implantação de 5G no Brasil</a>, um fórum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia. No terceiro encontro do ciclo foram discutidos os Aspectos Sociais da Implantação de 5G no Brasil.</p>
<p>Essa quarta mesa da série objetiva <span>discutir as implicações políticas da adoção e implantação do 5G no Brasil, considerando a necessidade de adequação da legislação, da regulação e da relação da sociedade com a tecnologia.</span></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-01-19T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-2">
    <title>Aspectos Econômicos da Implantação de 5G no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Webinar</strong></span></p>
<p><span>A Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de </span><span>Relações Internacionais organizam o ciclo </span><strong>A Implantação de 5G no </strong><strong>Brasil</strong><span> com o objetivo de oferecer à sociedade brasileira subsídios para a </span><span>implementação desta nova tecnologia. </span></p>
<p>Esta iniciativa integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil" class="external-link">Think Tank em Implantação de 5G no Brasil</a>, um fórum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia. No segundo encontro do ciclo serão discutidos os Aspectos Econômicos da Implantação de 5G no Brasil.</p>
<p><span> </span><span>Estudos diversos preveem que a plenitude do benefício econômico das tecnologias 5G será alcançado em torno de 2035. A dimensão econômica global da velocidade desse benefício pleno é estimada pelo Fórum Econômico Mundial em 13,6 trilhões de dólares americanos.</span></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">Há, todavia, várias condicionantes associadas a essa promessa: a OCDE (<span>Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico</span><span>)</span><span>, por exemplo, menciona </span><span>que " a extensão dos benefícios da 5G basicamente dependerá da velocidade </span><span>de implantação da 5G, de quão rapidamente ela é adotada e da adaptação dos </span><span>marcos regulatório e institucional a esses desenvolvimentos".</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div>Esta segunda <span>mesa da série objetiva discutir o espectro amplo das implicações econômicas </span><span>da 5G para o Brasil em um contexto de conectividade e ubiquidade, em vários </span><span>cenários de implantação.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-malta-de-sa-brandao" class="external-link">José Eduardo Malta de Sá Brandão</a> (IPEA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-caetano-barbosa-de-souza" class="external-link">Rubens Caetano Barbosa de Souza </a>(MCTI)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/geraldo-araujo" class="external-link">Geraldo Araujo</a> (Accenture)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (IEA-USP)</p>
<p><strong>Relator</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-augusto-franca-vargas" class="external-link">Carlos Augusto França Vargas</a> (PGT/USP e Universidade Positivo)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>5G</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-02T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-1">
    <title>As políticas para a sustentabilidade urbana vistas pela complexidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-1</link>
    <description>O IEA e a iniciativa Virada Sustentável realizaram o seminário "Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públicas" no dia 24 de agosto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/virada-sustentavel-sustentabilidade-complexidade-e-politicas-publicas-mesa-24-08-2017" alt="Virada Sustentável - Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públicas - mesa - 24/8/2017" class="image-inline" title="Virada Sustentável - Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públicas - mesa - 24/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Abertura do seminário <i>Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públicas</i></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Apesar de não ser uma tarefa fácil, é preciso pensar na sustentabilidade das grandes metrópoles com o olhar da complexidade, de forma a permitir a elaboração e execução de políticas públicas apropriadas, segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1" class="external-link">Ricardo Young</a>, pesquisador convidado do IEA. <span>Ele coordena</span><span> pesquisa </span><span>no </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a> <span>sobre como fazer convergir as visões dos princípios das cidades sustentáveis, das smart cities e das mudanças necessárias na governança para dar suporte a uma visão sistêmica integrada da gestão urbana.</span></p>
<p>A questão foi analisada no seminário <i>Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públicas</i>, no dia 24 de agosto, por quatro especialistas: o vereador José Police Neto (PSD-SP), o vice-prefeito de Guarulhos (SP), Alexandre Zeitune, o urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nabil-georges-bonduki" class="external-link">Nabil Bonduki</a>, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e ex-vereador de São Paulo, e o superintendente da SP-Urbanismo, Marcelo Ignatios. Young foi o coordenador.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-police-neto-virada-sustentavel-24-8-2017" alt="José Police Neto - Virada Sustentável - 24/8/2017" class="image-inline" title="José Police Neto - Virada Sustentável - 24/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>José Police Neto</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O encontro foi o primeiro dos quatro seminários organizados pelo <span> </span>Programa USP Cidades Globais e pela sétima edição da <a href="https://www.viradasustentavel.org.br/conteudos/sao-paulo.html">Virada Sustentável São Paulo</a>, realizada de 24 a 27 de agosto. Os temas dos outros eventos foram <i><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=Cwli_h70ZA8&amp;t=4701s">Mudanças Climáticas e Cidades</a></i> (também no dia 24 de agosto); <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=mTDB-Ct0GuE">Mobilidade Urbana</a>; e <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=YZPgCMctCR4">Desigualdade e Violênci</a>a (esses dois no dia 25 de agosto).</p>
<p><span><span>Police Neto afirmou que o<strong> </strong></span></span><span>Estado consome um terço do PIB e decide – via normas, autorizações, políticas – o destino de outro terço da riqueza produzida pelo país. “Quando o gestor erra, o país não tem como acertar”, daí a importância de ele ser abastecido com informações técnico-científicas e também por aquelas consideras leigas ou populares, de acordo com o vereador.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>SEMINÁRIOS DO PROGRAMA USP CIDADES GLOBAIS NA VIRADA SUSTENTÁVEL</strong></p>
<p><strong>Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públlicas</strong></p>
<ul>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=ZarHgwtF_lk&amp;t=50s">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Mudança Climática e Cidades</strong></p>
<p><i>Notícia</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-2" class="external-link">Os efeitos das mudanças climáticas nas cidades e como enfrentá-los</a></li>
</ul>
<ul>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=Cwli_h70ZA8&amp;t=4701s">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Mobilidade Urbana</strong></p>
<p><i>Notícia</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-3" class="external-link">A mobilidade urbana como fator de sustentabilidade das cidades</a></li>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=mTDB-Ct0GuE">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Desigualdade e Violência</strong></p>
<p><strong><i>Notícia</i></strong></p>
<ul>
<li><strong><i><br /></i></strong></li>
</ul>
<ul>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=YZPgCMctCR4">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<i>Leia mais sobre o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>“O problema é que o setor público ainda é muito carente de estruturas para a organização e fluxo das informações. As autoridades públicas não foram formadas para isso nos últimos 20/25 anos.”</span></p>
<p><span>Quando assumiu seu primeiro mandato, em 2005, ele informou à sua equipe que desejava trabalhar com indicadores sobre a qualidade do serviço público e com a tentativa de elabora um código de proteção e defesa do usuário desses serviços. "Os motivos para isso eram o fato de o setor público em cidades ser eminentemente um prestador de serviços de educação, saúde, transporte, saneamento e ambientais e a inexistência de indicadores, que inviabiliza a parametrização de futuras políticas públicas."</span></p>
<p><span>Police Neto disse que um dos primeiros trabalhos que realizou foi justamente convencer o Executivo de que era preciso adotar uma legislação que estabelecesse indicadores de desempenho dos serviços públicos. “A partir do final de 2005, a cidade de São Paulo passou a ter uma legislação bastante moderna sobre isso, mas que ainda carece de efetiva implantação.”</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/nabil-bonduki" alt="Nabil Bonduki - Virada Sustentável - 24/8/2017" class="image-inline" title="Nabil Bonduki - Virada Sustentável - 24/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Nabil Bonduki</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Ele também elogiou o fato de o novo Plano Diretor de São Paulo ter levado à criação de um departamento municipal para controle da função social da propriedade urbana. O uso da inteligência para mapeamento das carências de água, gás, iluminação pública também deve ser uma meta, segundo ele.</span></p>
<p><span>A possibilidade de aferir o desempenho de um plano diretor foi introduzida no primeiro plano da cidade, adotado em 2002, segundo o</span><span> superintendente da SP-Urbanismo. Ele defendeu que as administrações tenham estruturas adequadas para a pesquisa aplicada, geração de dados e acumulo de conhecimento, para que “não cometam os mesmos erros do passado”.</span></p>
<p><span>Ignatios lembrou como se deu a ocupação do território da cidade ao longo do tempo, com as áreas alagáveis deixadas para as indústrias e o posterior adensamento perto delas, resultando em impermeabilização do solo e retirada das árvores. Até chegarmos aos números atuais de 300 a 350 novos prédios residenciais a cada ano e "as dificuldades para fazer com que esse crescimento seja corresponsável por um desenvolvimento mais sustentável”,</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ricardo-young-virada-sustentavel-24-8-2017" alt="Ricardo Young - Virada Sustentável - 24/8/2017" class="image-inline" title="Ricardo Young - Virada Sustentável - 24/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ricardo Young</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O início de um marco regulatório para São Paulo em termos de sustentabilidade teve início em 2009 com uma lei orientadora sobre as questões ambientais, segundo Ignatios.</span></p>
<p><span>“Em 2013 e 2014, as discussões sobre o Plano Diretor trouxeram de volta vários desses conceitos, com o propósito de se ter uma cidade mais compacta, com menos deslocamentos, mais áreas verdes e melhoria energética. A Lei de Zoneamento, em 2016, abriu mais espaço para a drenagem e maior quantidade de áreas verdes, com a criação da chamada cota ambiental.”</span></p>
<p><span>Ele disse que um projeto de lei de 2015 propôs a criação de um “IPTU verde”, pelo qual os proprietários de construções antigas que adotassem medidas para melhoria ambiental e sustentabilidade teriam um incentivo fiscal. Se isso fosse adotado, “se fecharia um círculo virtuoso para que no futuro houvesse indicadores de alguma melhoria”. </span></p>
<p><span><span>Para Bonduki, o importante é que haja continuidade, "para não ficarmos no zigue-zague permanente que tem acontecido entre as gestões". Ele considera que foi construído um arcabouço importante que precisa ser continuado. "O</span></span><span> processo de elaboração do Plano Diretor [do qual ele foi relator] ganhou força social e requer que possamos defendê-lo como um processo da cidade, pois hoje há uma ameaça de mudá-lo e de mudar a Lei do Zoneamento. Se isso acontecer a cada três anos, a existência de um plano perde o sentido.”</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcelo-ignatiios-virada-sustentavel-24-8-2017" alt="Marcelo Ignatios - Virada Sustentável - 24/8/2017" class="image-inline" title="Marcelo Ignatios - Virada Sustentável - 24/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Marcelo Ignatios</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>“Temos de ter uma cidade e uma região metropolitana que não cresçam horizontalmente, pois há o risco de criarmos uma macrometrópole compacta que envolveria Santos, São José dos Campos, Campinas/Americana e Sorocaba. É preciso preservar as zonas rurais entorno dessas áreas, com produção econômica sustentável e qualidade ambiental.”</span></p>
<p><span>Bonduki disse que o adensamento da cidade deve se dar nos eixos do transporte coletivo e com um planejamento adequado para os fundos de vale e os eixos da malha ferroviária, com drenagem, permeabilidade do solo e reconstituição das áreas verdes. "Aí estão as duas diretrizes previstas no plano de 2002.".</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alexandre-zeitune-virada-sustentavel-24-8-2017" alt=" Alexandre Zeitune - Virada Sustentável - 24/8/2017" class="image-inline" title=" Alexandre Zeitune - Virada Sustentável - 24/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alexandre Zeitune</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>“Também cumpre um papel importante a ocupação dos imóveis vazios ou subutilizados. Os proprietários desses imóveis começaram a ser notificados em 2015 e já acabou o prazo de um ano previsto pela lei. Deveriam estar pagando imposto progressivo em 2017, mas não há ninguém pagando.”</span></p>
<p><span>Para o vice-prefeito de Guarulhos, os modelos sistêmicos para a gestão de cidades no país não roda políticas públicas: “A ideia é que tudo fique como está, com os mesmos dominantes e dominados e com tudo tendo de ser pedido às autoridades.” </span></p>
<p><span>Segundo ele, a gestão de que faz parte “colocou a população como protagonista do processo, com as autoridades se tornando servidores públicos”. As diretrizes, segundo ele, foram “o aprofundamento democrático, a transparência, a gestão colaborativa e a sustentabilidade, de forma a se ter uma nova dimensão de sociedade”.</span></p>
<p><span>“A grande contribuição é um modelo de plataforma colaborativa propondo que se mudem as soluções estruturais via tecnologia e até as políticas culturais de gestão pública. Pegamos as demandas no Facebook e resolvemos pelo WhatsApp.”</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sistemas Complexos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-19T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ricardo-ohtake-e-o-novo-titular-da-catedra-olavo-setubal">
    <title>As perspectivas da cultura sob o olhar de Ricardo Ohtake</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ricardo-ohtake-e-o-novo-titular-da-catedra-olavo-setubal</link>
    <description>Posse do novo titular da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência reúne cientistas e artistas na Sala do Conselho Universitário</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ricardo-ohtake-posse" alt="Ricardo Ohtake - posse" class="image-inline" title="Ricardo Ohtake - posse" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Ricardo Ohtake, novo titular da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Abordar a trajetória da arte e da cultura no Brasil no Pós-Segunda Guerra até a crise de 2016 e analisar a atual situação das instituições e atividades da área, com perspectivas para o futuro, são algumas das metas do novo titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, criada em 2015 e lançada oficialmente em fevereiro de 2016 pelo IEA em convênio com o Itaú Cultural. O arquiteto, designer gráfico e gestor cultural <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-ohtake" class="external-link">Ricardo Ohtake</a> tomou posse no dia 17 de março, em cerimônia na Sala do Conselho Universitário, com a presença de autoridades, patrocinadores da Cátedra, artistas e cientistas.</p>
<p>“A discussão do futuro é o que mais interessa, principalmente por causa da nova situação política, social, econômica, administrativa e institucional brasileira, que sabemos, criou no país uma anomalia jurídica, provocando insegurança para a população e certa insegurança no meio cultural”, disse o novo titular.</p>
<p>Ao abrir a cerimônia, o idealizador e coordenador acadêmico da Cátedra, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e ex-diretor do IEA, deu as boas vindas ao novo titular e agradeceu aos trabalhos realizados pelo catedrático <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-paulo-rouanet" class="external-link">Sérgio Paulo Rouanet,</a> diplomata e ensaísta, ex-secretário nacional de Cultura e autor do projeto da lei de incentivo à cultura que leva o seu nome. No ano inaugural da Cátedra, Rouanet desenvolveu a aproximação entre as fronteiras do saber, no âmbito pessoal, institucional e científico, como lembrou em seu discurso.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/posse-ricardo-ohtake-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia-17-de-marco-de-2017" class="external-link">Foto </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/posse-ricardo-ohtake-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Vídeo</a></p>
<p>Notícia<br /><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/rouanet-inaugura-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Rouanet inaugura Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/eventos" class="external-link">Realizações da cátedra</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As novas atividades incluirão o debate sobre as ações e o pensamento de dirigentes culturais e a participação das instituições no desenvolvimento do campo artístico e cultural, numa reflexão que remontará à própria história cultural do Brasil, mostrou.</p>
<p>Ohtake relembrou a evolução da sociedade e da mentalidade brasileira – incluindo suas típicas contradições e complexidades com as quais se construiu “um país moderno e medieval” – e relacionou essa trajetória aos passos dados pelo país no campo cultural e artístico.</p>
<p>Mencionou os primórdios da cosmopolitização do Brasil, em especial no Rio de Janeiro e São Paulo, quando surgiram ícones como a Cia Cinematográfica Vera Cruz, o TBC Teatro Brasileiro de Comédia, e as instituições de arte, a Bienal e  os museus, entre eles o Museu de Arte de São Paulo (MASP), criado pela burguesia agrícola do café.</p>
<p>Expor e desenvolver a própria trajetória no trabalho como dirigente cultural, no contexto da cidade, do país e internacionalmente; convidar críticos, dirigentes culturais, artistas, historiadores para participar de debates e depoimentos; abordar a relação da arte com a política e o papel das exposições no debate da arte; e analisar a função de dirigentes culturais no desenvolvimento das instituições e do pensamento, serão alguns dos objetivos perseguidos por Ohtake.</p>
<p>O novo titular pretende trazer sua experiência de mais de 50 anos nesse campo. Foi secretário da Cultura do Estado de São Paulo, secretário do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, diretor do Centro Cultural São Paulo, diretor do Museu da Imagem e do Som e da Cinemateca Brasileira. Deu aula em diversas faculdades de arquitetura, comunicações e artes plásticas e foi curador da participação brasileira na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2010.</p>
<p>A família Ohtake é uma das mais influentes na arte e na arquitetura do país. Filho da artista plástica Tomie Ohtake (1913-2015) e irmão do também arquiteto Ruy Ohtake – que assina o projeto do famoso prédio na zona oeste que abriga o Instituto Tomie Ohtake –, Ricardo Ohtake é formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e atualmente dirige o Instituto Tomie Ohtake.</p>
<p>“Se por um lado, a atividade cultural é sempre provida por recursos muito limitados, por outro isso exige sempre muita imaginação e ousadia para que as proposições se resolvam. O dirigente não precisa ser intelectual, mas deve saber por onde andam os conceitos, as variações de abordagens, os artistas, a história da arte e, também, conhecer a engenharia de realização das atividades. Como o recurso nunca é suficiente, saber dar as prioridades e alternativas é fundamental para ter sentido em tudo que se faz”, ressaltou.</p>
<p>Ao repassar a própria trajetória no trabalho de dirigente cultural, Ohtake relembrou a infância quando, criança, inventava coisas e brincadeiras na rua do bairro paulistano da Mooca. “Percebi com surpresa ter interiorizado o que o crítico Mário Pedrosa dizia na década de 1950 para minha mãe: ‘O fundamental é ser original’. Entendi que original tinha que ser sempre, não só na criação artística”. <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/discurso-ricardo-ohtake" class="internal-link">O discurso de Ohtake está disponível na íntegra neste link.</a></p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/posse-ricardo-ohtake-mesa" alt="Posse Ricardo Ohtake - mesa" class="image-inline" title="Posse Ricardo Ohtake - mesa" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A partir da esq.: Eduardo Saron, Ricardo Ohtake, <span>José Roberto Sadek, Vahan Agopyan, Sérgio Paulo Rouanet, Roberto Setúbal e Paulo Saldiva.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Homenagens</strong></p>
<p>A Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência, criada para fomentar reflexões interdisciplinares sobre temas acadêmicos, artístico-culturais e sociais nos âmbitos regional e global, vem tomando a forma de uma “plataforma experimental de liberdade”, segundo Grossmann.</p>
<p>“Se Rouanet praticou nesse período de Cátedra o exercício permanente da crítica pelos produtores e pelas instituições acadêmicas e culturais, Ricardo Ohtake pretende explorar o exercício experimental da liberdade, seja como figura pública, como gestor cultural, ou pela sua sabedoria e seu pensar constante que produz uma prática exemplar no campo das artes e da cultura”, disse Grossmann.</p>
<p>Em quase 12 meses de atividade à frente da Cátedra, Rouanet buscou aproximações e interações amplas, seja no campo epistêmico, institucional ou mesmo pessoal, mostrou. “A participação de tantos colegas no esforço de prestigiar outras áreas do saber, da cultura, das artes, psicanálise, ciência e filosofia, foi uma tentativa de minimizar o fosso que separa as ciências humanas das outras ciências”, disse.</p>
<p>Para Rouanet, a Cátedra foi uma oportunidade única de aprofundar um pouco mais o esforço de unificação da ciência, esforço que se estendeu ao campo institucional, com a USP interagindo com outras instituições.</p>
<p>Nas palavras do diretor do IEA, professor Paulo Saldiva, a cerimônia traz o signo simbólico da generosidade e da paixão, expressas na “ação de patrocinadores como o Itaú Cultural, ou no trabalho de pessoas como o Ricardo, que vêm compartilhar sua experiência, ensinar e iluminar o espírito”, disse.</p>
<p>A Cátedra celebra também a união entre a academia, artistas, intelectuais e jovens que puderam ver o exemplo de valores raros como a liderança e o encantamento, disse Saldiva. “Valores como a generosidade, a paixão e o encantamento pelo estudo fazem muita falta para nossa juventude hoje. São sentimentos que fazem com que as coisas aconteçam, a despeito de todas as dificuldades”, enfatizou.</p>
<p>O vice-reitor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a> ressaltou a importância da interlocução entre a academia e os setores externos, proporcionada pelas cátedras e por instâncias interdisciplinares como Instituto de Estudos Avançados da USP. “Costumo dizer que o IEA é o <i>think tank</i> da USP, um local de debates de temas transversais e, assim como as cátedras, capaz de promover a interação com a sociedade. O diálogo com a sociedade é um desafio do século 21 para todas as universidades e com o apoio do Itaú Cultural estamos conseguindo aumentar essa interação”, disse Agopyan.</p>
<p>Roberto Setúbal, presidente executivo do banco Itaú, ao falar sobre o apoio à Cátedra, preferiu rememorar a personalidade do pai e sua tradição de valorização à cultura, em sua trajetória de empresário e engenheiro formado pela Escola Politécnica (Poli) da USP. “Severo, firme e exigente, mas sempre muito aberto ao diálogo e às novas idéias. Homem de ciência e da pesquisa – trabalhou no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Prefeito que criou a secretaria de Cultura da cidade de São Paulo, gesto que muito me orgulhou na minha época de estudante e que demonstra como ele valorizava a cultura e como era aberto ao novo”, disse.</p>
<p>Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, lembrou o importante papel de Ohtake na democratização da cultura e das artes no Brasil. “A democratização do acesso à cultura, tanto discutida pelos gestores no país, é tema que permanecerá por muito tempo. Arte e cultura estão além de necessidades e direitos do cidadão. Se o artista pensa a arte como campo dos desejos, gestores e atores da política cultural precisam pensar a cultura sob esse aspecto. Não se trata de democratizar o acesso apenas. Trata-se de autonomia e liberdade de expressão. A democracia cultural pensa e entende o indivíduo como ator de si, cidadão autônomo que tem o direito à liberdade de expressão, de ver e vivenciar todas as culturas”, disse Saron.</p>
<p>A professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lilia-katri-moritz-schwarcz" class="external-link">Lilia Moritz Schwarcz</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, foi convidada a ministrar o discurso de recepção ao homenageado. Relembrou o trabalho realizado com Ohtake e os projetos empreendidos no Instituto Tomie Ohtake.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lilia-schwarcz" alt="Lilia Schwarcz - posse Ricardo Ohtake" class="image-inline" title="Lilia Schwarcz - posse Ricardo Ohtake" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>Lilia Schwarcz, da FFLCH: "Ricardo distribuiu dádivas no campo da arte e cultura".</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Visionário das artes, intelectual da cultura, acadêmico do mundo dos museus, das artes no sentido amplo, sabe que a cultura é o que ela faz. Nas palavras de Ricardo, entre as diversas maneiras de aferir o sucesso das diferentes formas de arte, existe uma questão unificadora, que é a transformação que sofre o expectador da arte diante de uma obra, a emoção que faculta um novo conhecimento, uma nova sensibilidade, uma nova experiência”, citou a professora.</p>
<p>Para Schwarcz, Ohtake “distribuiu dádivas”: percorreu o campo da arquitetura, artes gráficas, decoração, urbanismo, desenho, teatro, educação, cinema, do mundo editorial, da dança, da fotografia e das artes plásticas; fez exposições, documentários, festivais cinema, patrocinou concertos, criou desenhos para muitos livros. “Inspirou gerações, tendo passado por inúmeras instituições, até pousar no Instituto Tomie Ohtake, que se abriu para todo tipo de experimentação”.</p>
<p>“Impossível passar pelo Ricardo sem ser profundamente afetado por sua história, seu sorriso, sua generosidade, seu silêncio muito ruidoso, pelo afeto transformador. Parabenizo a USP por perceber que Ricardo é um acadêmico nato na sublime função de multiplicador cultural e, assim, um imenso distribuidor de dádivas, um intelectual aberto à diversidade, à pluralidade e à igualdade nesse país infelizmente ainda tão desigual”, disse a professora.</p>
<p>O secretário da Cultura do Estado de São Paulo, José Roberto Sadek, ressaltou a ligação importante promovida pela Cátedra entre a universidade e a sociedade, e a promoção do diálogo não polarizado, tratado com a complexidade e as nuances que o tema requer.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Design</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-27T10:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/copy4_of_as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico">
    <title>As Mudanças Climáticas e as Negociações Internacionais (Ciclo Temático) - EVENTO ADIADO</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/copy4_of_as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>“A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris”: Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p><span>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para </span><strong>mudança nos padrões de emissões</strong><span> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a </span><strong>resiliência</strong><span> dos sistemas naturais e antrópicos, </span><strong>adaptações</strong><span> e dar suporte às </span><strong>políticas públicas</strong><span> locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a </span><a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a><span> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</span></p>
<p>Os principais temas destes debates, voltados para a identificação de oportunidades para redução das emissões, adaptações, para o desenvolvimento de tecnologias e soluções inovadoras, resilientes e voltadas para a transição para uma economia de baixo impacto de carbono, contemplando o nexus: <strong>água – energia – alimento e cidades</strong>, suas múltiplas interações e como respondem às <strong>mudanças climáticas</strong>.</p>
<p><span>Os debates terão o formato de “talk-show”, com o tema principal apresentado e moderado por </span><strong>curador(es) envolvido diretamente com o tema escolhido</strong><span>, o qual convida à participação três outros debatedores, representando a iniciativa privada, formuladores de políticas públicas e a academia. Neste formato, não haverá o uso de dispositivos audiovisuais ou PowerPoint, visando estimular o debate e a participação do público.</span></p>
<p><span>Os resultados dos debates serão consolidados em um único documento, o qual será levado a COP21 em eventos paralelos, e entregue ao Governo Brasileiro. Após a COP21, será realizado novo evento, trazendo os resultados obtidos e quais as ações que deverão ser tomadas pelos países, empresas e pela sociedade civil.</span></p>
<p><strong>29 de outubro</strong>, das 9:30 às 12:30</p>
<ul>
<li><strong>As Mudanças Climáticas e as Negociações Internacionais: a Posição do Governo Brasileiro</strong></li>
</ul>
<p><strong>Curadores:</strong> Dr. Carlos Klink – Ministério do Meio Ambiente</p>
<h3><span>Expositores:</span></h3>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-ciclo-tematico-151119">
    <title>As Mudanças Climáticas e as Megacidades (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-ciclo-tematico-151119</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>“A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris”: Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p><span>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para </span><strong>mudança nos padrões de emissões</strong><span> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a </span><strong>resiliência</strong><span> dos sistemas naturais e antrópicos, </span><strong>adaptações</strong><span> e dar suporte às </span><strong>políticas públicas</strong><span> locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a </span><a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a><span> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</span></p>
<p>Os principais temas destes debates, voltados para a identificação de oportunidades para redução das emissões, adaptações, para o desenvolvimento de tecnologias e soluções inovadoras, resilientes e voltadas para a transição para uma economia de baixo impacto de carbono, contemplando o nexus: <strong>água – energia – alimento e cidades</strong>, suas múltiplas interações e como respondem às <strong>mudanças climáticas</strong>.</p>
<p><span>Os debates terão o formato de “talk-show”, com o tema principal apresentado e moderado por </span><strong>curador(es) envolvido diretamente com o tema escolhido</strong><span>, o qual convida à participação três outros debatedores, representando a iniciativa privada, formuladores de políticas públicas e a academia. Neste formato, não haverá o uso de dispositivos audiovisuais ou PowerPoint, visando estimular o debate e a participação do público.</span></p>
<p><span>Os resultados dos debates serão consolidados em um único documento, o qual será levado a COP21 em eventos paralelos, e entregue ao Governo Brasileiro. Após a COP21, será realizado novo evento, trazendo os resultados obtidos e quais as ações que deverão ser tomadas pelos países, empresas e pela sociedade civil.</span></p>
<p><strong>19 de novembro</strong>, das 9:30 às 12:30</p>
<ul>
<li><strong>As Mudanças Climáticas e as Megacidades: Mobilidade Sustentável, Saúde Pública e Planejamento do Crescimento</strong></li>
</ul>
<p><strong>Curador:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tomas-alvim" class="external-link">Tomas Alvim</a> - Arq. Futuro</p>
<h3><span>Expositores:</span></h3>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lauro-pinotti" class="external-link">Lauro Pinotti</a></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-firmino-pereira" class="external-link">Luiz Firmino Pereira</a></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvio-barros" class="external-link">Silvio Barros</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-e-mudancas-climaticas">
    <title>As Mudanças Climáticas e a Segurança Alimentar (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-e-mudancas-climaticas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>“A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris” -  Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p><span>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para </span><strong>mudança nos padrões de emissões</strong><span> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a </span><strong>resiliência</strong><span> dos sistemas naturais e antrópicos, </span><strong>adaptações</strong><span> e dar suporte às </span><strong>políticas públicas</strong><span> locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a </span><a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a><span> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</span></p>
<li><strong>
<h3><strong>As mudanças Climáticas e a Segurança alimentar: Conseguiremos Alimentar 10 Bilhões de Pessoas?</strong></h3>
<p><strong>As principais questões a serem debatidas dentro deste tema serão: </strong><br />a) Como a agricultura irá alimentar 10 bilhões de pessoas</p>
<p>b) Como conciliar a produção de alimentos, fibra, energia de forma sustentável e consciente?</p>
<p>c) O papel da agricultura como importante vetor para adaptação e redução das emissões dos GEE</p>
<p>d) E agricultura como elemento chave para geração de renda e redução dos impactos em ambientes urbanos em cenários de instabilidade econômica, politica e ambiental e  das mudanças climáticas.</p>
<h3><span>Expositor:</span></h3>
</strong></li>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-vieira" class="external-link">Marcelo Vieira</a></span></span></p>
<h3><span><span>Debatedores:</span></span></h3>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-do-amaral" class="external-link">Luiz Fernando do Amaral </a></span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-faveret" class="external-link">Paulo Faveret</a></span></span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/rubens-rizek" class="external-link">Rubens Rizek Junior</a></span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral" class="external-link">Weber Amaral</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-e-matriz-energetica">
    <title>As Mudanças Climáticas e a Matriz Energética (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-e-matriz-energetica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>As Mudanças Climáticas e a Matriz Energética:</strong><span> </span><strong>oportunidades, inovações e adaptações necessárias para uma transição para uma economia de baixo carbono</strong></p>
<p><span>Nesta mesa, os principais temas a serem tratados envolverão a relação entre as mudanças climáticas e a matriz energética, crescimento de novas fontes de energia, desenvolvimento de novas tecnológicas e consolidação de mercados para energias renováveis e política energética.</span></p>
<p>Modelos de negócios e investimentos em energia e as necessárias adaptações em função das consequências das mudanças climáticas, para que sejam atingidas as metas propostas pelos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) <span>e o aumento máximo de  2°C  na média da temperatura do planeta. Este será o segundo debate da série </span><strong>“A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris”: Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para <strong>mudança nos padrões de emissões</strong> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a<strong>resiliência</strong> dos sistemas naturais e antrópicos, <strong>adaptações</strong> e dar suporte às <strong>políticas públicas</strong>locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a <a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</p>
<h3>Moderador</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlo-linkevieius-pereira" class="external-link">Carlo Linkevieius Pereira</a></p>
<h3>Debatedores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral" class="external-link">Weber Amaral</a></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaz/zilmar-de-souza" class="external-link">Zilmar de Souza</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-cop21">
    <title>As Mudanças Climáticas e a Crise Hídrica (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-cop21</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris - Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p><span>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para </span><strong>mudança nos padrões de emissões</strong><span> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a </span><strong>resiliência</strong><span> dos sistemas naturais e antrópicos, </span><strong>adaptações</strong><span> e dar suporte às </span><strong>políticas públicas</strong><span> locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a </span><a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a><span> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</span></p>
<p>Os principais temas destes debates, voltados para a identificação de oportunidades para redução das emissões, adaptações, para o desenvolvimento de tecnologias e soluções inovadoras, resilientes e voltadas para a transição para uma economia de baixo impacto de carbono, contemplando o nexus: <strong>água – energia – alimento e cidades</strong>, suas múltiplas interações e como respondem às <strong>mudanças climáticas</strong>.</p>
<p><span>Os debates terão o formato de “talk-show”, com o tema principal apresentado e moderado por </span><strong>curador(es) envolvido diretamente com o tema escolhido</strong><span>, o qual convida à participação três outros debatedores, representando a iniciativa privada, formuladores de políticas públicas e a academia. Neste formato, não haverá o uso de dispositivos audiovisuais ou PowerPoint, visando estimular o debate e a participação do público.</span></p>
<p><span>Os resultados dos debates serão consolidados em um único documento, o qual será levado a COP21 em eventos paralelos, e entregue ao Governo Brasileiro. Após a COP21, será realizado novo evento, trazendo os resultados obtidos e quais as ações que deverão ser tomadas pelos países, empresas e pela sociedade civil.</span></p>
<p><strong>Primeiro tema: </strong><strong><strong>30 de setembro - <span style="text-decoration: underline;"><a class="external-link" href="https://www.google.com.br/maps/place/R.+da+Pra%C3%A7a+do+Rel%C3%B3gio,+109+-+Butant%C3%A3,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP,+05508-050/@-23.5606351,-46.7218425,18.25z/data=!4m2!3m1!1s0x94ce56470e87e719:0x9ebbcd50f082d6a9">Antiga Sala do Conselho Universitário</a></span></strong></strong></p>
<ul>
<li><strong>As Mudanças Climáticas e a Crise Hídrica</strong>: <strong>o que Vem Sendo Feito e Deveremos Fazer?</strong></li>
</ul>
<p><strong>Curador</strong>: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/newton-de-lima-azevedo-jr" class="external-link">Newton de Lima Azevedo</a> (Governador brasileiro no <a class="external-link" href="http://www.worldwatercouncil.org/es/quienes-somos/organizacion/junta-de-gobernadores/associacao-brasileira-da-infraestrutura-e-industrias-de-base-abdib/">World Water Council</a>)</p>
<h3><strong>Expositores:</strong></h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/eduardo-mario-mendiondo" class="external-link">Eduardo Mario Mendiondo</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/copy_of_sonia-chapman" class="external-link">Sonia Chapman</a></p>
<p>Stela Goldenstein</p>
<p>Rubem La Laina Porto</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/eduardo-mario-mendiondo" class="external-link"></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-urbana-periferias">
    <title>Arte urbana produzida pelas periferias brasileiras é tema de encontro na Cátedra Olavo Setubal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arte-urbana-periferias</link>
    <description>O evento Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias é o segundo do ciclo Centralidades Periféricas, organizado pela cátedra, e será realizado no IEA, no dia 28 de setembro, a partir das 14h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Gafite-Michel-Onguer.jpg" alt="Grafite Michel Onguer" class="image-inline" title="Grafite Michel Onguer" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Uma das obras do artista plástico paulistano Michel Onguer</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Após refletir sobre a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-da-periferia"><span>literatura produzida nas periferias</span></a>, a <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia"><span>Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</span></a> promoverá um debate sobre arte urbana a partir de experiências estéticas como o grafite, pixo e HQ produzidas por artistas das periferias das cidades. Esse diálogo reunirá artistas do Rio de Janeiro e de São Paulo com o objetivo de propiciar trocas de experiências e reflexões sobre a percepção dessas artes pela população das cidades. </span></p>
<p>O encontro <i>Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias</i> é o segundo do ciclo <i>Centralidades Periféricas</i>, organizado pela cátedra sob a coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>, e será realizado no IEA, no dia <strong><span>28 de setembro, a partir das 14h</span></strong>. Para acompanhar presencialmente é preciso <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfF-UMxtId1Emr_SlqBiH0CwFXfZRo8akF8RkGXmtL8dUzDgw/viewform" target="_blank"><span>se inscrever</span></a>, o que não é necessário para os interessados em acompanhar a atividade <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a> pela internet.</p>
<p><span>Participarão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/panmela-castro"><span>Panmela Castro</span></a>, artista visual e mestre em processos artísticos contemporâneos, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-esquivel"><span>Carlos Esquivel</span></a>, artista carioca conhecido como “Mestre Acme”, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-dsalete"><span>Marcelo D'Salete</span></a>, professor, ilustrador e autor de histórias em quadrinhos, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/michel-onguer"><span>Michel Onguer</span></a>, artista plástico e fundador da <a href="http://ciclosocialarte.wixsite.com/arte" target="_blank">Ciclo Social Arte</a>, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franco" class="external-link">Sérgio Miguel Franco</a>, curador e produtor cultural.</span></p>
<p><span>Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-vidal-marinho"><span>Marcio Vidal</span></a>, poeta e colaborador da cátedra, representações visuais como pichações e grafite “carregam histórias e contextos específicos, vindos de lugares e repertórios que nos deslocam na cidade”. Para ele, trazer para a USP artistas oriundos da periferia e que estampam toda a cidade com suas intervenções é uma maneira de demonstrar à Universidade a relevância de diferentes movimentos artísticos.</span></p>
<p><span>“A ideia da Eliana com a cátedra é justamente trazer a periferia para dentro da USP e levar a USP até a periferia também, mas não de uma forma vazia”, lembra. Por isso, Vidal reitera que o propósito do encontro é que o público e os debatedores reflitam sobre como é possível ultrapassar o diálogo e estabelecer um vínculo real entre a periferia e a universidade. “Além de um evento, o que isso pode virar?”</span></p>
<p><span> Por divergir do método academicista, ele acredita que o conhecimento produzido nas periferias raramente é aceito nas universidades. “É exatamente isso que o <i>Centralidades Periféricas</i> quer discutir”. Segundo ele, o tema é “velho” no Rio de Janeiro, que conta com projetos como o Universidades das Quebradas, que leva todo o conhecimento gerado pelas periferias para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e vice-versa. “Os professores vão até o subúrbio para dar aulas e as pessoas saem da periferia para dar aulas na UFRJ também.”</span></p>
<p><span> O ciclo <i>Centralidades Periféricas</i> apresenta diálogos ​para o público geral entre docentes, técnicos, estudantes, artistas, intelectuais, ativistas e moradores de periferias brasileiras sobre o tema geral “Democracia, Artes e Saberes Plurais”.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Michel Onguer/Facebook</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Centralidades Periféricas – Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias</strong><br /></i><i><span>28 de setembro, às 14h<br /></span><span>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span><span>Evento gratuito, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a><span> pela internet<br /></span><span>Para acompanhar presencialmente, é necessário se </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfF-UMxtId1Emr_SlqBiH0CwFXfZRo8akF8RkGXmtL8dUzDgw/viewform">inscrever<br /></a><span>Mais informações: Sandra Sedini (</span><a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><span>); telefone (11) 3091-1678<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/centralidades-perifericas-artes-visuais">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Dasp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-04T15:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arborizacao-urbana-deve-atender-a-criterios-tecnicos-e-ter-acao-coordenada-afirmam-especialistas">
    <title>Arborização urbana deve atender a critérios técnicos e ter ações coordenadas, afirmam especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arborizacao-urbana-deve-atender-a-criterios-tecnicos-e-ter-acao-coordenada-afirmam-especialistas</link>
    <description>Gestores municipais, representantes da sociedade civil e acadêmicos debateram plantio e conservação das árvores de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-publico" alt="Verdejando público" class="image-inline" title="Verdejando público" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><i>Workshop Verdejando: </i>sociedade civil debate arborização da capital. A partir da esq.: subprefeito Oziel de Souza; secretário do Verde, Gilberto Natalini; jornalista Ananda Apple; professor Buckeridge e Ricardo Cardim</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Áreas cobertas com vegetação têm o potencial de reduzir em até 20% o risco de mortalidade por câncer e doenças respiratórias em relação a regiões sem vegetação, mostra artigo recém-publicado na revista científica Environmental Health Perspective. Num cenário de mudanças climáticas, a revegetação das grandes cidades está na agenda do dia e foi com o objetivo de discutir “Que arborização queremos para São Paulo?” que o <i>Workshop Verdejando</i> reuniu especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil no dia <strong>17 abril</strong>, na antiga Sala do Conselho Universitário da USP.</p>
<p>Organizado pela Rede Globo em parceria com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) e o Programa USP Cidades Globais do IEA, o encontro teve a moderação da jornalista Ananda Apple e do professor Marcos Buckeridge, coordenador do USP Cidades Globais e presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-buckeridge-e-cardim" alt="Verdejando Buckeridge e Cardim" class="image-inline" title="Verdejando Buckeridge e Cardim" /></th><th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-publico2" alt="Verdejando - público 2" class="image-inline" title="Verdejando - público 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<p><strong>À esq.: professor Buckeridge e o botânico Ricardo Cardim. À dir.: Patrícia Iglecias, supervisora de Gestão Ambiental (SGA) da USP (ao fundo à esquerda, Paulo Saldiva, diretor do IEA, e à direita, o sanitarista Eduardo Jorge, ex-candidato do PV à Presidência) </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na ocasião, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, vereador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-natalini" class="external-link">Gilberto Natalini</a> (PV), anunciou a criação do Comitê Municipal de Arborização e falou da implementação experimental de um sistema de gerenciamento por satélite para a fiscalização das árvores da cidade. Também fez a promessa de que não será mais permitido substituir o plantio de árvores pela construção de jardins verticais, como ocorreu num polêmico Termo de Compromisso Ambiental (TCA) assinado por uma construtora em 2015 com a Prefeitura Municipal.</p>
<p>O líder do governo na Câmara Municipal de São Paulo, vereador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aurelio-nomura" class="external-link">Aurélio Nomura</a> (PSDB), defendeu a implementação de um plano diretor do verde para efetivar políticas permanentes sobre plantio e cuidado com as árvores. Disse também que irá levar ao prefeito João Dória Jr (PSDB) a proposta de destinar parte do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) arrecadado pela Prefeitura para o investimento obrigatório em áreas verdes. “Nada mais justo, pois são os carros os maiores responsáveis pela emissão de material particulado”, disse Nomura.</p>
<p>O engenheiro agrônomo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joaquim-cavalcanti" class="external-link">Joaquim Cavalcanti</a>, do Grupo Técnico sobre Normatização das Melhores Práticas de Arborização Urbana da Prefeitura, defendeu a necessidade de um inventário arbóreo e a capacitação humana para o trabalho de reconhecimento e diagnóstico das espécies urbanas. “Poderíamos pensar numa brigada de arboristas, com um grande envolvimento da sociedade civil”, disse.</p>
<p>Os desafios operacionais são muitos, principalmente quanto à normas regulamentadoras de segurança do trabalho e à capacitação do profissional responsável pelas podas e manutenção, ressaltou Cavalcanti. “A NR35 fala em andaimes, postes, prédios, mas não atende a quem trabalha na altura fazendo podas. Da mesma forma, a NR12, sobre o trabalho com motosserra, não abrange esse profissional”, observou.</p>
<p><strong>Ações coordenadas para o plantio</strong></p>
<p>O projeto Verdejando vem estimulando a importância do verde no ambiente urbano, com a veiculação de reportagens inseridas nas programações regionais da TV Globo e a promoção de oficinas de plantios e a revitalização de praças e parques. O seminário na USP é mais uma tentativa de buscar o engajamento e a sensibilização para o tema, disse Ananda.</p>
<p>Árvores contribuem para minimizar a poluição do ar e reduzir as amplitudes térmicas. Captam gás carbônico liberando oxigênio. Proporcionam beleza visual, sombreamento e abrigo para a avifauna. Contribuem assim para diminuir problemas respiratórios e melhorar a qualidade de vida nas metrópoles.</p>
<p>Porém, a forma de plantar, quando, como, onde e o que plantar são questões que precisam integrar uma ação coordenada, para que a iniciativa possa otimizar os resultados, facilitar o manejo e proporcionar o necessário controle fitossanitário das árvores, indicou o secretário Natalini.</p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Polêmica sobre jardins verticais </strong></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/corredor-verde-23-de-maio" alt="Verdejando corredor verde 23 de maio" class="image-inline" title="Verdejando corredor verde 23 de maio" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Primeira etapa do “Corredor Verde” na Avenida 23 de Maio foi inaugurada no dia 9 de abril </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O secretário Natalini foi aplaudido ao anunciar que o município não irá mais permitir a substituição do plantio de árvores pela construção de jardins verticais, como ocorreu no Termo de Compromisso Ambiental (TCA) concedido em 2015 a uma construtora. Os ambientalistas criticam a medida, pois os serviços ambientais de jardins suspensos não se comparam aos benefícios fornecidos pelas árvores.</p>
<p>O assunto virou polêmica quando uma construtora desmatou 837 árvores em 2013 no bairro do Morumbi, incluindo espécies nativas, para construir prédios residenciais. A empresa ganhou a permissão de fazer um jardim vertical no Minhocão, região Central, em vez de plantar árvores. Porém, com a assinatura do secretário Natalini, a atual gestão municipal já utilizou parte do TCA daquela construtora também para fazer  o “corredor verde” da Avenida 23 de Maio, implantado no local onde foram apagados os grafites da via.</p>
<p>“Isso não acontecerá mais. Só pegamos o bonde andando e foi melhor fazer esse acordo do que entrar num litígio judicial”, garantiu Natalini.</p>
<p>O secretário fez uma assinatura simbólica da criação do Comitê Municipal de Arborização e anunciou que o organismo será composto por oito membros do poder público – SVMA e prefeituras regionais – e oito da sociedade civil.</p>
<p>A <a class="external-link" href="https://www.imprensaoficial.com.br/Certificacao/GatewayCertificaPDF.aspx?notarizacaoID=59f41529-0df8-4f04-b12e-c6c47b07f75b">portaria </a>sobre a criação do organismo foi publicada no diário oficial do município no dia 26 de abril. Terá como missão propor ações de plantio, conservação, articulação de ações integrando as iniciativas de plantio, além de organizar encontros técnicos para formação continuada de cidadãos interessados na temática.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Precisamos sair daqui com uma plataforma mínima de entendimento e cooperação entre empresas, governos, organizações não-governamentais e cidadãos para construirmos essa força política social para plantar na cidade de São Paulo, mas de uma forma coordenada”, disse Natalini.</p>
<p>Os três viveiros da capital – Manequinho Lopes, no parque do Ibirapuera, Arthur Etzer, localizado no parque do Carmo, e Harry Blossfel, no parque Cemucam, em Cotia – são responsáveis pelo fornecimento de mudas para órgãos municipais que plantarem em áreas públicas. Adicionalmente, o município vem recebendo mudas de empresas que fizeram termos de ajuste de conduta ou termos de compromisso ambiental para ter o direito de construir. Há também empresas que, simplesmente, fazem doações de mudas.</p>
<p>“Portanto, o problema hoje não é falta de mudas. Precisamos, sim, de mão de obra e locais para o plantio. A Secretaria está mapeando isso e verificamos que cabem 10 mil mudas em parques. Há ainda vias públicas, calçadas e clubes esportivos em condições de plantar”, disse Natalini.</p>
<p>O secretário lembrou que as pessoas plantam pouco em seus quintais porque as legislações restringem ações de manejo, plantio ou mesmo supressão de árvores em terrenos particulares. “Precisamos facilitar as coisas para que as pessoas possam plantar e manejar árvores em seus quintais. Não devemos ter esse tabu de que árvore não pode ser suprimida. É a última medida, mas em algum momento pode ser necessário”, disse.</p>
<p><strong>Árvore por habitante</strong></p>
<p>“Precisamos tirar as pessoas dos morros e áreas de risco, acabar com as desigualdades e fornecer serviços básicos para a população pobre, que será a mais atingida pelas mudanças climáticas globais. Mas não podemos negar que as árvores possuem um papel muito importante num cenário de aquecimento global nas grandes cidades. Elas tendem a influenciar a distribuição da umidade do ar e pode ser que haja uma relação com enchentes, tema que nosso grupo também está estudando”, disse o professor Buckeridge.</p>
<p>O professor divulgou dados do estudo <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142015000200085">“Árvores urbanas em São Paulo: planejamento, economia e água”</a>, que ele publicou na Revista Estudos Avançados volume 29, número 84, mostrando que as zonas Central e Leste da capital apresentam os menores índices de árvore viária por habitante. “Esse mapeamento já pode servir de guia para o planejamento de ações iniciais de plantio”, apontou.</p>
<p>Prefeito regional de Cidade Tiradentes, o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/oziel-evangelista-de-souza">Oziel de Souza</a> chamou a região de “selva de pedras” e disse que um dos objetivos à frente da gestão local é arborizar o bairro, desmatado para a construção de casas populares. A meta é chegar até o final do ano com o plantio de 10 mil mudas, disse Souza.</p>
<p>Ao contrário de Cidade Tiradentes, em vez de demandas sociais e de plantio, a regional de Vila Mariana, zona Sul de São Paulo, enfrenta desafios com manutenção da alta densidade arbórea. “Num único dia de ventania, perdemos cerca de 300 árvores no ano passado. Muito disso se deve às raízes enfraquecidas pelas intervenções nas calçadas que sufocam o caule e as raízes”, disse o prefeito regional, jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bene-mascarenhas" class="external-link">Benedito Mascarenhas Louzeiro,</a> responsável pelos bairros de Moema, Saúde e Vila Mariana.</p>
<p>Segundo Louzeiro, há muito desgaste na relação entre moradores e a subprefeitura e desta com a Eletropaulo, por conta da responsabilização pela queda das árvores na região. “No que se refere a podas, retirada de galhos e fiação, a subprefeitura de vila Mariana é a que mais emite multas para a Eletropaulo por descumprimento da legislação. Estamos com a proposta de um projeto piloto de manejo envolvendo as ruas Tangará, Joaquim Távora, Humberto Primo e Bagé, para mapear a cuidar das árvores”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Roçadeiras e muretas</strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-caixotes-e-muretas" alt="Verdejando caixotes e muretas" class="image-inline" title="Verdejando caixotes e muretas" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-rocadeira" alt="verdejando roçadeira" class="image-inline" title="verdejando roçadeira" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acima, muretas obstruindo canteiros e o anelamento do caule causado por roçadeiras são equívocos que sufocam raízes e matam as mudas. Abaixo, a proteção do tronco com cano PVC e matéria orgânica, mostra Cardim.</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-protecao-anelamento" alt="Verdejando proteção anelamento" class="image-inline" title="Verdejando proteção anelamento" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Autor de pesquisas que serviram de base para a criação das três primeiras reservas públicas naturais de Cerrado na cidade de São Paulo, o botânico e ativista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-cardim" class="external-link">Ricardo Cardim</a> apontou os maiores erros na arborização e manutenção de parques e jardins, que resultam nas quedas e problemas fitossanitários das árvores na metrópole.</p>
<p>“É preocupante a mania de obstruir os canteiros das árvores urbanas com muretas e caixotes cimentados construídos no entorno do tronco”, diz Cardim. Segundo o botânico, essa prática impede a entrada de água e nutrientes e enfraquece as raízes, sendo uma das principais causas de quedas de árvores na capital.</p>
<p>“Poderíamos pensar num mutirão para transformar esse cenário. Tão importante quanto plantar um milhão de árvores no município é desobstruir 500 mil delas. Assim nós as ajudamos a permanecer de pé e proporcionando serviços ambientais”, disse.</p>
<p>Outra prioridade é acabar com o anelamento causado por roçadeiras durante as podas de grama. “Em geral falta treinamento aos prestadores desse serviço e eles acabam machucando a base do tronco ao cortar a grama. Essa é a verdadeira causa da mortalidade das mudas, e não o vandalismo, como se pensa”, afirma Cardim.</p>
<p>A solução para acabar com o anelamento do tronco é proteger o colo da arvore, seja com matéria orgânica e pedras ou mesmo com cano PVC no entorno, ou as duas coisas, aponta. “Precisamos criar um trabalho de educação muito consistente para as pessoas entenderem que essas práticas são prejudiciais”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Espécies nativas e padrão de mudas</strong></p>
<p>Canelas, jacarandá do campo, cambuci, cedro rosa, ingá, araçá, cambuatã, jacatirão-cabuçu, araucária, figueira brava, guatambu, açoita-cavalo e copaíba são algumas das espécies de Mata Atlântica que deveriam compor a paisagem de parques, praças e ruas,  defendeu o botânico e ativista Ricardo Cardim.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-poda-paisagistica" alt="Verdejando poda paisagística" class="image-inline" title="Verdejando poda paisagística" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Uso de espécies exóticas e poda paisagística: práticas criticadas por participantes do encontro</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A “monocultura” de sibipirunas, paus-ferro e mirindibas, espécies exóticas da moda que praticamente dominam a atual paisagem urbana, traz menos serviços ambientais e menos benefícios para a avifauna nativa, justifica Cardim.</p>
<p>“Concordo que deveríamos ter mais árvores de espécies nativas nas cidades. Mas o problema é que não conhecemos o comportamento de muitas delas e que tipo de doenças podem ter ao longo do tempo. Quanto maior a diversidade, maiores as dificuldades. Então estamos estudando essa questão para poder passar nosso conhecimento para o poder público e para os ativistas realizarem melhor sua tarefa”, disse o professor Buckeridge.</p>
<p>Cardim observa que as mudas entregues para plantio por empresas que cumprem termos de ajuste de conduta ou de compromisso ou de compensação ambiental deveriam respeitar uma variabilidade de espécies e determinado padrão de qualidade para as mudas.</p>
<p>“Antigamente as mudas eram entregues com copa e atendiam a um tamanho mínimo. Já chegavam trazendo serviço ambiental. Hoje são entregues mudas mínimas, quase que gravetos fadados à morte”, compara.</p>
<p>Para enfrentar esse problema, seria necessário dar uma pontuação para a qualidade das mudas entregues pelas empresas, seja por critérios de variabilidade e importância biológica ou pela qualidade geral da planta, defende.</p>
<p>“Será que o padrão Depave atende a todas as situações de plantio na cidade de São Paulo? Precisamos repensar isso”, afirma Cardim, referindo-se às normas do Departamento de Parques e Áreas Verdes (Depave) da Prefeitura Municipal, que regula o padrão de mudas para plantio na capital, por meio da Portaria 85/10 da SVMA.</p>
<p>Cardim aproveitou para divulgar as ações da Floresta de Bolso, técnica desenvolvida por ele e que consiste em concentrar grande biodiversidade e massa arbórea numa pequena área, transformando terrenos e trechos abandonados em espaços de preservação de matas nativas. As iniciativas de plantio são abertas ao público e divulgadas em uma <a class="external-link" href="https://www.facebook.com/events/1251460341640877/">página do Facebook</a>.</p>
<p>O ator Vitor Fasano, também presente no encontro, lembrou importância dos quintais frutíferos para a avifauna e a necessidade de educação ambiental tanto para particulares que queiram plantar, quanto para os prestadores de serviços de jardinagem. Defendeu a ideia de um paisagismo urbano baseado em árvores nativas apropriadas ao embelezamento de grandes avenidas.</p>
<p>Em vez de espécies nativas, condomínios e praças se valem de um “paisagismo repetitivo” da moda, baseado em plantas chinesas, africanas, asiáticas e japonesas, disse Ananda Apple. As mais utilizadas são a falsa murta, o podocarpo, o buchinho, a areca e a palmeira azul, que são desconfiguradas pelas empresas de jardinagem para “formar um pretenso jardim escultural”, observou a jornalista.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/workshop-verdejando-manha-exposicoes" class="external-link">Vídeo 1</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/workshop-verdejando-manha-debate" class="external-link">Vídeo 2</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/workshop-verdejando-tarde-exposicoes" class="external-link">Vídeo 3</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/workshop-verdejando-tarde-debate" class="external-link">Vídeo 4</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/workshop-verdejando-17-de-abril-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Critérios técnicos e monitoramento</strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-poda-irregular" alt="Verdejando poda irregular" class="image-inline" title="Verdejando poda irregular" /></p>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-poda-de-arvore" alt="Verdejando poda de árvore" class="image-inline" title="Verdejando poda de árvore" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-protocolo-risco" alt="Verdejando protocolo risco" class="image-inline" title="Verdejando protocolo risco" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Podas irregulares, protocolos de segurança no trabalho e monitoramento das condições fitossanitárias foram apontados como medidas urgentes para a conservação das árvores urbanas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A superintendente de Gestão Ambiental (SGA) da USP e ex-secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-iglecias" class="external-link">Patricia Iglecias</a>, uma das debatedoras do encontro, destacou a necessidade de fazer uma revisão da legislação de plantio e manejo das árvores urbanas, inclusive no regramento das compensações ambientais. “No âmbito do Estado há o conceito de restauração que inclui critérios para o plantio e para a manutenção. Acredito que debater critérios técnicos de plantio e manutenção das árvores urbanas é muito importante nesse momento”, disse Iglecias.</p>
<p>Para a professora, é importante “pensar numa política de educação ambiental da sociedade e incluir no debate temas da agenda internacional de sustentabilidade, sem perder de vista o que queremos com a arborização de São Paulo”, disse.</p>
<p>Além de Iglecias, participaram como debatedores o professor Fabio Kohn, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) e Internet do Futuro para Cidades Inteligentes (INCT); Jorge Belix de Campos, da Associação Mata Ciliar, e Juliana Gatti, do Instituto Árvores Vivas.</p>
<p>Kohn mencionou as iniciativas do projeto Cidades Inteligentes, que está pesquisando tecnologias inovadoras como a internet das coisas para criar modelos de sensores capazes de monitorar a vida e a saúde das árvores. Sugeriu também a criação de cursos online visando orientar sobre o plantio, além de aplicativos que auxiliem na gestão e manutenção das diversas espécies.</p>
<p>Segundo Natalini, a SVMA está em tratativas com uma empresa americana para avaliar a possibilidade de instalar um sistema via satélite capaz de dar a posição, a situação de poda e as condições fitossanitárias das árvores. “É como um Big Brother que vale por mil fiscais e já compramos um piloto por R$ 300 mil para monitorar parte da vegetação urbana. É uma forma mais fácil e barata, baseada em tecnologia da informação, que pode fornecer dados com alta precisão. Estamos fortemente propensos a comprar esse sistema”, disse o secretário.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nik-sabey">Nik Sabey</a>, da iniciativa <a class="external-link" href="https://www.facebook.com/novasarvoresporai/?fref=ts">Novas Árvores por Aí</a>, falou das ações coletivas para o plantio de espécies nativas, entre elas, araucária, palmito juçara, cambuci e outras. “Há muitas idéias que podem ser aplicadas para deixar a cidade mais permeável e mais verde. Nova York já enxerga a arborização como medida de saúde pública”, ressaltou.</p>
<p><span class="discreet">Imagens:<br />1: reprodução; 2 e 3: Marcos Santos/Jornal da USP; 4: Luiz Guadagnoli/SECOM/Fotos Públicas; 5 a 11: reprodução</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-03T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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