<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-meio-ambiente-vida-cidades-saude" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-e-clima-planos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-urbana-atmosfera" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-como-plataforma" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-10-anos-residuos-solidos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/uma-homenagem-a-trajetoria-de-pesquisa-e-ativismo-de-marina-harkot" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-cientifico-sobre-a-complexidade-de-sao-paulo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-conceito-juridico-para-o-fluxo-de-pessoas-bens-e-servicos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-4" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/tragedia-no-rs-a-crise-climatica-e-a-adaptacao-das-cidades" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/the-contribution-of-living-labs-to-urban-sustainability-transitions-how-to-deal-with-upscaling-12-de-novembro-de-2019" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/upscaling" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/tendencia-e-macrometropole-de-sao-paulo-dominar-o-sistema-urbano-brasileiro" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/residuos-solidos" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-meio-ambiente-vida-cidades-saude">
    <title>Urbansus - Desafios na Interface do Meio Ambiente com a Vida nas Cidades e com a Saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-meio-ambiente-vida-cidades-saude</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento tem como objetivo abordar temas centrados no meio ambiente e que afetam a vida e a saúde nas cidades: conexão entre sociedade e meio ambiente; doenças causadas por pragas urbanas; eventos climáticos e meteorológicos que ameaçam a vida e segurança da população; e segurança hídrica nas cidades. Destaca-se a importância de interligar de forma transversal temas como vida urbana, saúde e ambiente natural. Foram convidados profissionais de variadas áreas de conhecimento, com experiências práticas e acadêmicas nas diversas instâncias da sociedade, para apresentarem pontos de vista e caminhos para a busca da saúde e do bem-estar nas cidades.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/urbansus/copy5_of_RelatoriaUrbanSus18_08_2022Painel2.pdf" class="internal-link">Relatoria</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-10T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024">
    <title>UrbanSus - Cultura, Cuidado e Regeneração de Rios Urbanos - 29/02/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-18T16:41:22Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-e-clima-planos">
    <title>UrbanSus - Cidades e Clima: Planos de Ação e Medidas de Adaptação Climática </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-e-clima-planos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/urbansus" class="external-link">Ciclo de Seminários UrbanSus</a> tem o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, o Ciclo UrbanSus visa refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas, compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras.</p>
<p>O Seminário <strong><i>Cidades e Clima: Planos de Ação e Medidas de Adaptação </i></strong>visa apresentar à comunidade em geral, experiências aplicadas em Planos de Ação Climática nas cidades do Brasil e da Alemanha. Serão apresentados os planos de adaptação climática de Hamburgo e de São Paulo, assim como dois casos de aplicação de medidas de adaptação climática relacionadas a riscos climáticos nas cidades de Santos e São Paulo.<span> </span></p>
<p>Inicialmente, será apresentado o <strong>Plano de Adaptação Climática de Hamburgo </strong>pela <strong>Profa. Dra. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cathrin-zengerling" class="external-link">Cathrin Zengerling</a>, LL.M</strong>. (<strong>University of Freiburg</strong>). Essa apresentação será em inglês, com Moderação, provocações e apoio do <strong>Prof. Dr. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> e da pesquisadora do IEA – Dra. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto" class="external-link">Debora Sotto</a></strong>.</p>
<p>Em seguida, será realizado um painel em português sobre o tema do planejamento da ação climática nas cidades, iniciado com a apresentação da <strong>Arquiteta e Urbanista, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laura-lucia-vieira-ceneviva" class="external-link">Laura Ceneviva</a>, Mestre pela FAU-USP, especializada em Planejamento Regional e Urbano pela Technische Universität Berlin, Alemanha, </strong>sobre o estado da arte e os pressupostos adotados <strong>no Plano de Ação Climática de São Paulo 2020</strong>, e seguida, com a apresentação de dois casos de aplicação de medidas de adaptação climática relacionadas a riscos climáticos nas cidades de Santos e São Paulo: <strong>Adaptação baseada em Ecossistemas com sensibilidade a gênero no caso do Montserrat em Santos</strong>, pelo<strong> Prof. Dr. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-vicente-coffani-nunes" class="external-link">João Vicente Coffani Nunes</a> da UNESP, consultor da GIZ,</strong> e o trabalho de <strong>Modelagem Hidrológica da bacia do córrego Lajeado em São Paulo, a ser apresentado pela Prof. Dra. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-koury" class="external-link">Ana Paula Koury</a> da Universidade São Judas (São Paulo) e membro do Laboratório Klimapolis</strong>. <strong> </strong></p>
<p>Finalmente haverá um debate entre os panelistas e resposta a perguntas do público, com a mediação dos coordenadores do USP Cidades Globais, <strong>Professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr</a>, e do pesquisador colaborador do USP Cidades Globais, Doutor em Saúde Pública: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ivan-carlos-maglio" class="external-link">Ivan Carlos Maglio</a>.</strong></p>
<p>O conjunto do evento será objeto de um relato crítico a ser elaborado para divulgação pelos seguintes relatores: <strong>Dra.</strong> <strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-viggiani-coutinho" class="external-link">Sonia Maria Viggiani Coutinho</a>, Pesquisadora Colaboradora do </strong><strong>IEA USP/Cidades Globais</strong><strong>, Dra. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/amanda-silveira-carbone" class="external-link">Amanda Silveira Carbone</a> e Msc. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-alves-neder" class="external-link">Eduardo Alves Neder</a>, FSP/USP.</strong></p>
<p>O encontro é promovido pelo Centro de Síntese Cidades Globais em conjunto com o <strong>Laboratório Klimapolis</strong>, <span>uma cooperação de longo prazo entre parceiros alemães e brasileiros que foi estabelecida em 2019 por meio de um acordo entre o Instituto Max Planck de Meteorologia (MPI-M) e o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG / USP). O laboratório a</span>borda a relação entre o clima, a poluição da água e do ar, e a sociedade. O Laboratório pretende contribuir para o desenvolvimento de cidades ambientalmente resilientes no Brasil através de um conjunto de pesquisas transdisciplinares que adotam como estratégia o diálogo entre grupos disciplinares e os atores sociais e valorizando a aprendizagem social na construção de uma abordagem para a questão  ambiental. Pretende co-produzir com autoridades municipais e outros atores, abordagens para o desenvolvimento de cidades sustentáveis e melhores estruturas de governança climática no país.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
<p><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-17T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-urbana-atmosfera">
    <title>Urbansus - Atmosfera Urbana: Emissões, Impactos e Tendências no Bem-Estar das Cidades | UrbanSus – Urban Atmosphere: Emissions, Impacts and Trends of Welfare in Cities</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-urbana-atmosfera</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A poluição do ar e as mudanças climáticas ameaçam o bem-estar das populações urbanas em todo o mundo. Embora os poluentes atmosféricos e os gases do efeito estufa (GEE) tenham diferentes tempos de vida na atmosfera, ambos impactam fortemente o meio ambiente e a saúde das populações, seja diretamente (no caso de poluentes atmosféricos tóxicos) ou indiretamente (gases do efeito estufa, via efeitos da mudança climática em escalas maiores). Além disso, ambos compartilham as mesmas fontes de emissão, particularmente no ambiente urbano, onde as diferenças nos microambientes podem desempenhar um papel maior na definição das características de emissão e exposição. Portanto, é necessário entender a relação entre os ambientes urbanos e a concentração de poluentes atmosféricos e gases de efeito estufa.</p>
<p>Existem diversos desafios no monitoramento ambiental da atmosfera. Os monitores podem exigir recursos que dependem de decisões políticas para sua utilização, principalmente nos países em desenvolvimento. Além disso, a representatividade espaço-temporal das medições só pode revelar parte do quadro da emissão, concentração e exposição dos poluentes atmosféricos, o que demanda discussões sobre seu enfrentamento.</p>
<p>O Prof. Otto Klemm do Instituto de Ecologia da Paisagem da Universidade de Münster, Alemanha, vem realizando importantes pesquisas no monitoramento de poluentes atmosféricos tóxicos na escala intraurbana, utilizando uma plataforma móvel adaptada à uma bicicleta de carga. A professora Guaciara Macedo dos Santos, do Departamento de Ciência do Sistema Terrestre da Universidade da Califórnia, Irvine, tem pesquisado métodos de medição de CO<sub>2</sub> a partir de materiais vegetais, principalmente folhas de ipê, no estado do Rio de Janeiro, Brasil. Em linha semelhante, o Prof. Marcos Buckeridge, do Instituto de Estudos Avançados e do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, vem medindo metais e poluentes atmosféricos em cascas de árvores em diferentes locais de São Paulo, como parques urbanos. Representando a gestão pública, a Dra. Maria Helena R. B. Martins, Gerente do Departamento de Qualidade Ambiental da CETESB, irá apresentar o trabalho que a instituição vem fazendo no monitoramento da qualidade do ar no estado de São Paulo por meio de uma rede de mais de 70 estações automáticas de medições de poluentes.</p>
<p>Uma vez que os poluentes atmosféricos e as emissões de GEE estão ligados a uma variedade de processos e atividades em nosso dia a dia, como atividade industrial, resíduos sólidos, produção de energia, transporte e mobilidade urbana, etc., as soluções para esses problemas também devem ser integradas entre diferentes setores da sociedade. As instituições governamentais devem ser atuantes e estar alinhadas à academia e à gestão urbana para fazer as melhores opções de políticas, todas apoiadas por dados e análises científicas robustas.</p>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU se destacam como uma estrutura de colaboração nessas questões, dos quais os ODS 3) Saúde e Bem-estar, 11) Cidades e Comunidades Sustentáveis e 13) Ação Contra a Mudança Global do Clima, estão todos interligados. Por exemplo, ao conhecer as fontes de poluição do ar, as pessoas podem compreender sua contribuição e exposição a ela. Os governos locais podem agir para diminuir sua concentração visando essas fontes. A redução da quantidade de poluentes emitidos melhora o bem-estar nas cidades e as torna mais saudáveis e resilientes. Esse pensamento sistêmico é de vital importância e mostra que as soluções desenvolvidas para um dos ODS certamente beneficiarão todos. A cooperação internacional, representada pelo ODS 17) Parceria e Meios de Implementação, é de fundamental importância para a troca de ideias, melhores práticas e informações, ajudando pessoas e instituições a se conectarem e se apoiarem na busca por cidades mais sustentáveis.</p>
<p>Este evento reúne palestrantes experientes para mostrar as tendências mais recentes no monitoramento de poluentes atmosféricos urbanos e gases de efeito estufa que estão sendo realizados em diferentes locais do mundo. O objetivo deste evento é mostrar o estado da arte neste tópico, incluindo os principais desafios, perspectivas futuras e possibilidades, a fim de melhor integrar o monitoramento atmosférico ambiental com outras áreas de pesquisa e gestão urbana.</p>
<p>------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>
<p>Air pollution and climate change impact the well-being of urban populations worldwide. Although air pollutants and greenhouse gases have different atmospheric lifetimes, both greatly impact the environment and health of populations, either directly (in the case of toxic air pollutants) or indirectly (greenhouse gases, via larger-scale climate change effects). Also, both share common emission sources, particularly in the urban environment, where differences in microenvironments can play a greater role in defining emission and exposure characteristics. Therefore, it is urgent to understand the relation between urban environments and the concentration of air pollutants and greenhouse gases.</p>
<p>Environmental monitoring of the atmosphere can be challenging. Monitors can require resources which are not always available and depend on political decisions, particularly in developing countries. Also, the temporal and spatial representativeness of the measurements can only reveal part of the picture concerning air pollutants emission, concentration, and exposure, which requires discussion about how to approach it.</p>
<p>Prof. Otto Klemm from the Institute for Landscape Ecology at the University of Münster, Germany, has been conducting research in monitoring toxic air pollutants in the intraurban scale using a mobile platform adapted to a cargo bike. Prof. Guaciara Macedo dos Santos, from the Earth System Sciences Department at the University of California, Irvine, has been researching methods for measurement of CO<sub>2</sub> using plant material, particularly Ipê leaves in the state of Rio de Janeiro, Brazil. On a similar line of work, Prof. Marcos Buckeridge, from the Institute of Advanced Studies and the Institute of Biological Sciences at the University of São Paulo, has been measuring metals and air pollutants in tree barks in different locations in São Paulo, such as urban parks. Representing the public management sector, Dr. Maria Helena R. B. Martins, Manager of the Environmental Quality Department of the Environmental Company of the State of São Paulo (CETESB), will speak about the work CETESB has been carrying out in monitoring air quality in the state through a network of nearly 70 automatic ground stations.</p>
<p>Since air pollutants and GHG emissions are linked to a variety of processes and activities in our daily lives, such as industrial activity, solid waste, energy production, transportation and urban mobility, etc., the solutions to these issues must also be integrated among different sectors of society. Governmental institutions must be active and aligned to academia and urban management in order to make the best policy options, all supported by robust scientific data and analysis.</p>
<p>The UN Sustainable Development Goals (SDGs) stand out as a framework for collaboration in these issues, from which SDGs 3) Good Health and Well-Being, 11) Sustainable Cities and Communities and 13) Climate Action are all interlinked. For example, by understanding the sources of air pollution, people can comprehend their contribution and exposure to it. Local governments can act to decrease its concentration targeting the identified sources. Decreasing the amount of pollutants emitted improves welfare in cities and make them healthier and more resilient. This systemic thinking is of vital importance, and it shows that solutions developed for one of the SDGs will certainly benefit all. International cooperation, represented by SDG 17) Partnership for the Goals, is of key importance to the exchange of ideas, best practices, and information, helping people and institutions connect and support each other in the pursuit of more sustainable cities.</p>
<p>This event brings together experienced speakers to show the latest trends in the monitoring of urban air pollutants and greenhouse gases which are being carried out around the world. The objective of this event is to show the state-of-the-art in this topic, including the main challenges, future perspectives, and possibilities, in order to better integrate environmental atmospheric monitoring with other areas of research and urban management.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Global Cities Program</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-30T10:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-como-plataforma">
    <title>UrbanSus - A Cidade como Plataforma Política, de Inovação e de Desenvolvimento Sustentável</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidade-como-plataforma</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os seminários <i>UrbanSus - Sustentabilidade Urbana,</i> tem como objetivo trazer a reflexão sobre o papel das cidades e estimular as boas práticas ao compartilhar soluções sustentáveis urbanas - tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras. Em 2021, este evento irá refletir sobre a Cidade como plataforma política, de inovação e do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>As cidades como plataformas (<i>City as a Platform</i>), buscam a conectividade entre governos, cidadãos e organizações, a fim de obter a criação de um valor público por meio da participação cidadã. Cidades são ecossistemas complexos, conectados em rede e estão em constante processo de mudança (Repette, P. <i>et al</i> 2021).</p>
<p>A inovação se dá a partir das soluções propostas pelo cidadão comum, o qual busca por meio dos dados criar aplicativos para a melhoria da qualidade de vida nas cidades, diante do conhecimento que tem dos problemas. Neste ponto, a inovação por meio das plataformas melhora a qualidade de vida do cidadão, diminuindo a burocracia e facilitando o acesso à informação.</p>
<p>Serão disseminadas e debatidas por meio de painéis como: Regulação e Instrumentos de Gestão; Sociedade Inovadora e Qualificada, Governança e Participação Cidadã e sobre a cidade como plataforma de tecnologia e inovação. Cada painel será contemplado por membros das 4 hélices (academia, governo, sociedade e empresas), especialistas envolvidos no tema de cidades inteligentes.</p>
<p>Este evento tem como objetivo também lançar o livro intitulado "Cidades Inteligentes - Uma abordagem humana e sustentável", produzido pelo CEDES - Centro de Estudos da Câmara dos Deputados.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Global Cities Program</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-19T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-10-anos-residuos-solidos">
    <title>UrbanSus - 10 Anos da Política Nacional de Resíduos Sólidos: Evolução, Cenários e Perspectivas da Política, Gestão e Gerenciamento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-10-anos-residuos-solidos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Webinar</strong></p>
<p>Analisar e refletir sobre resultados da implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos ao longo dos 10 anos de sua vigência. Abordar entraves de evoluções, dialogar sobre riscos, desafios e tendências pós pandemia.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Resíduos sólidos</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-17T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/uma-homenagem-a-trajetoria-de-pesquisa-e-ativismo-de-marina-harkot">
    <title>Uma homenagem à Marina Kohler Harkot e a sua trajetória de pesquisa e ativismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/uma-homenagem-a-trajetoria-de-pesquisa-e-ativismo-de-marina-harkot</link>
    <description>A Pró-Reitoria de Pós-Graduação, o IEA e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo realizaram no dia 21 de novembro o webinar "Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marina-kohler-harkot/image" alt="Marina Kohler Harkot" title="Marina Kohler Harkot" height="450" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">A socióloga Marina Kohler Harkot</dd>
</dl></p>
<p>O webinar em homenagem a Marina Kohler Harkot no dia 21 de novembro transcorreu sob a forte emoção que a precoce e trágica morte da pesquisadora e cicloativista causa em todos que a conheceram e naqueles que apoiam as causas que ela defendia.</p>
<p>A vida de Marina foi tão intensa, que relembrar, durante as quatro horas do encontro, sua formação, interesses e realizações, se não diminuiu a tristeza por sua morte, demonstrou o quanto ela continuará presente em nossa sociedade, graças a seu legado repleto de caminhos abertos a serem trilhados por jovens pesquisadores e ativistas contra a desigualdade de gênero e em defesa da mobilidade ativa.</p>
<p>O encontro <i>Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot</i> teve a participação de pesquisadores, cicloativistas e familiares de Marina.</p>
<p>A homenagem da USP a ela foi uma iniciativa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, do IEA e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), onde Marina era doutoranda e pesquisadora do <a class="external-link" href="http://www.labcidade.fau.usp.br/">Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade)</a>.</p>
<p>A realização do encontro motivou o IEA e divulgar no dia 25 de novembro uma “<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">Carta Aberta sobre Mobilidade Ativa e Inclusiva</a>”, na qual é defendida uma série de "<span>sugestões para as bases de uma política de mobilidade urbana mais eficiente, ativa e inclusiva para cidades, em particular a de São Paulo".</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Mobilidade ativa</i></h3>
<p><i>O que caracteriza a mobilidade ativa é o transporte de pessoas sem o uso de veículos motorizados. Os principais exemplos dela são o caminhar e o uso de bicicleta.</i></p>
<p><i>Pesquisadores e ativistas veem a mobilidade ativa como meio de redução do trânsito e da poluição atmosférica na cidade, além de uma contribuição direta ou indireta (redução da poluição e de acidentes) para a saúde da população.</i></p>
<p><i>Para ser viabilizada, é preciso que as políticas públicas sobre a mobilidade urbana promovam a integração de todos os meios de transporte em toda a cidade e a segurança de sua prática, inclusive com adequação de calçadas e criação de ciclovias apropriadas.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Texto</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">Carta Aberta do IEA sobre Mobilidade Ativa e Inclusiva</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/homenagem-a-marina-harkot" class="external-link">Em homenagem a Marina Harkot, IEA, FAU e PRPG promovem discussão sobre mobilidade ativa</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/mobilidade-ativa-e-inclusiva-construindo-pontes-com-a-sociedade-uma-homenagem-a-marina-harkot" class="external-link">Vídeo da homenagem</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No webinar, foram apresentadas e comentadas diversas linhas de pesquisas desenvolvidas por Marina e por outras pesquisadoras que trabalharam com ela, não apenas os trabalhos ligados as dificuldades que as mulheres encontram para utilizar a bicicleta.</p>
<p><strong>Trajetória acadêmica</strong></p>
<p>O encontro foi constituído de três painéis. O tema do primeiro foi "A trajetória de pesquisa de Marina Harkot: das mulheres ciclistas aos territórios construídos a partir das subjetividades".</p>
<p>Os expositores foram: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro">Paula Freire Santoro</a>, orientadora de Marina e coordenadora do LabCidade; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/haydee-svab">Haydée Svab</a>, doutoranda do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP; Paulo Fernando Garreta Harkot e Maria Claudia Mibielli Kohler, pais de Marina; e Felipe Burato, seu marido.</p>
<p>Segundo Paula Santoro, Marina defendia a existência de uma política educacional que fosse um instrumento para várias formas de superação na nossa sociedade.</p>
<p>Comentou que um dos capítulos da dissertação de mestrado de Marina contém um levantamento extensivo sobre como coletar amostras nas pesquisas sobre gênero e bicicleta e possibilidade de pesquisas.</p>
<p>Ela também falou de vários tópicos presentes nos estudos de Marina, como a violência de gênero moldando não só o comportamento das mulheres, como o território onde elas se locomovem e a forma como o fazem.</p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Gênero e mobilidade</i></h3>
<p><i>A bicicleta era o principal meio de transporte de Marina Kohler Harkot e isso a levou ao cicloativismo há oito anos, adotando a mobilidade ativa para discutir as relações de gênero.</i></p>
<p><i>Socióloga formada pela FFLCH-USP, obteve o título de mestre pela FAU-USP com a dissertação “A bicicleta e as mulheres: mobilidade ativa, gênero e desigualdades socioterritoriais em São Paulo”.</i></p>
<p><i>Atualmente era pesquisadora do LabCidade, na FAU-USP, onde desenvolvia pesquisa de doutorado na área de planejamento urbano e regional.</i></p>
<p><i>Atuava também como consultora em planejamento urbano, sobretudo na elaboração de planos diretores municipais e políticas inclusivas para mulheres.</i></p>
<p><i>A defesa do ciclismo urbano era intensa no seu dia a dia. Participou do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito da cidade de São Paulo e dirigiu a Ciclocidade. </i></p>
<p><i><strong>Atropelamento</strong></i></p>
<p><i>No início da madrugada de 8 de novembro, um domingo, tudo isso foi interrompido brutalmente: Marina Kohler Harkot morreu aos 28 anos, atropelada enquanto pedalava na primeira faixa à direita da Avenida Paulo VI, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.</i></p>
<p><i>O motorista, José Maria da Costa Jr., 33, não prestou socorro a Marina e fugiu. Uma policial militar de folga que passava pela avenida chamou o Samu. Ela chegou a ser atendida, mas morreu no local.  O motorista foi identificado graças a placa do carro, anotada pela por outro motorista e repassada à policial.</i></p>
<p><i>Na manhã do dia 10 de novembro, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva do motorista, considerando que ele assumiu o risco de matar ao não prestar socorro à ciclista. Ele se apresentou à tarde no 14º Distrito Policial, onde foi indiciado por homicídio culposo (sem a intenção de matar).</i></p>
<p><i>Ficou calado durante o depoimento e foi liberado, pois a legislação eleitoral só permite prisão em flagrante nos cinco dias anteriores ao pleito. Segundo seu advogado, Costa Jr. alega não ter prestado socorro e fugido por ter ficado “assustado” com o acontecimento.</i></p>
<p><i>No dia 27 de novembro a Justiça aceitou a solicitação dos advogados da família de Marina e do Ministério Público para que o atropelador seja indiciado por homicídio doloso (com a intenção de matar).</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Haydeé Svab, Marina a procurou em 2016 e lhe disse que queria tratar da relação entre mulheres e o uso de bicicletas. Elas tiveram diversos encontros para discutir transporte ou questões de gênero, além de realizaram oficinas juntas e serem parceiras de ativismo e em trabalhos profissionais.</p>
<p>Um desses trabalhos foi uma consultoria para o Banco Mundial sobre mobilidade e gênero na cidade de São Paulo. “Aprendi com ela a trabalhar do ponto de vista da pesquisa qualitativa”, afirmou.</p>
<p>Felipe Burato disse que a grande questão para Marina era a desigualdade de gênero e que o ciclismo era uma forma de discutir isso. “Pedalar para ela era um ato político, pedalava por todas as mulheres da periferia.”</p>
<p>Para ele, Marina não se propunha simplesmente a buscar soluções aplicáveis para a mobilidade feminina: "A mudança que considerava preciso construir é começar a olhar a cidade a partir do afeto, não de quilômetros de ciclovias e avenidas”.</p>
<p>A mãe de Marina apresentou um relato da formação da filha desde o início da adolescência, quando ela quis aprender alemão. Falou dos períodos em que Marina passou na Alemanha, na França e na Suíça e de quando pensou em deixar o curso de sociologia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e prestar vestibular para a FAU.</p>
<p>Foi a mãe que a aconselhou a terminar o curso de sociologia, se aprimorar em metodologia da pesquisa e depois fazer pós-graduação na FAU.</p>
<p>O pai contou como Marina o influenciou intelectualmente, tornando-se sua “consultora em ciências sociais”, além de lhe mostrar que mais importante do que as normas legais era a mudança no comportamento das pessoas, mostrando que "o politicamente incorreto, é isso mesmo, politicamente incorreto".</p>
<p><strong>Levantamentos</strong></p>
<p>“Dados de Mobilidade Ativa e Inclusiva da Cidade São Paulo” foi o tema do segundo painel, com exposições de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carolina-rattes-la-terza-de-almeida">Carol La Terza</a>, da Rede Nossa São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jo-pereira">Jô Pereira</a>, diretora geral da Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leticia-lindenberg-lemos">Letícia Lindenberg Lemos</a>, doutoranda da FAU-USP. Os comentaristas foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, do IEA e da Faculdade de Medicina (FM) da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo">Ligia Vizeu Barrozo</a>, do IEA e da FFLCH-USP.</p>
<p>Carol La Terza disse que Marina "foi orientadora de muita gente sem precisar ser uma professora formalmente". “O trabalho dela reverbera no meu trabalho e de todo mundo.” Carol destacou o interesse da socióloga em diversos temas, como desigualdade, mobilidade e relação das mulheres e da população LGBT+ com a cidade.</p>
<p>Além de participar da criação de um Grupo de Trabalho sobre Gênero na Ciclocidade em 2015, outra iniciativa de Marina na associação foi realizar um projeto a respeito de feminismo sobre duas rodas, afirmou Jô Pereira.</p>
<p>A pesquisa mostrou as visões de mulheres ciclistas e não ciclistas das cinco regiões de São Paulo sobre sua relação com o território, com a violência de gênero e outros aspectos.</p>
<p>Letícia Lindenberg Lemos ressaltou o interesse de Marina em obter dados das regiões mais periféricas da cidade de São Paulo, realizando pesquisas em todas as prefeituras regionais. Destacou que a questão central para ela eram os problemas relacionados com gênero e como as mulheres os vivenciam. Também afirmou que os trabalhos de Marina "humanizavam a pesquisa" a partir da análise qualitativa dos dados.</p>
<p>Nos comentários que fez às exposições do painel, Lígia Vizeu Barrozo, geógrafa que trabalha com dados de saúde, apresentou diversos dados sobre o uso de bicicleta na cidade de São Paulo coletados em inquérito sobre saúde de adultos feito pela FM-USP em parceria com a Prefeitura em 2015.</p>
<p>Ela apresentou também estudos que fez a partir de dados coletados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), inclusive o mapeamento de áreas com maior número de acidentes.</p>
<p>Para Paulo Saldiva, a mobilidade ativa é um marco civilizatório e vai muito além das ciclovias, pois promove a saúde e o acesso a direitos humanos. Ele considera que não faltam projetos, mas compromisso dos governantes</p>
<p>Saldiva mencionou as 35 mil mortes em acidentes de trânsito por ano no Brasil. “Isso é mais do que os mortos na guerra civil de Angola, que durou 26 anos.”</p>
<p>Para ele, "o trânsito é produto do ódio e da política atual, com as mortes em São Paulo sendo fruto da elevação da velocidade permitida".</p>
<p><strong>Políticas públicas</strong></p>
<p>O terceiro painel foi “Políticas Públicas: O Que Deve Ser Feito?”. Os expositores foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/kelly-cristina-fernandes-augusto">Kelly Fernandes</a>, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec); Gilberto Frachetta, do Conselho Municipal de Saúde; e Henrique Frota, do Instituto Pólis. Os comentaristas foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-strambi">Orlando Strambi</a>, da Escola Politécnica (EP) da USP e do WRI Brasil, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, diretor do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador do Centro de Síntese USP Cidades Globais, do IEA.</p>
<p>A participação de Marina no Conselho Municipal de Transporte foi fundamental para haver paridade de gênero entre os conselheiros, segundo Kelly Fernandes.</p>
<p>Kelly apresentou um panorama da legislação sobre segurança no transporte, das alterações no Código de Trânsito Brasileiro, dos dados sobre acidentes e mortes e da fiscalização do trânsito.</p>
<p>Para ela, há uma lacuna entre as políticas públicas para segurança no trânsito e a realidade do funcionamento da cidade, "lacuna que se amplia na periferia".</p>
<p>Gilberto Fraqueta tratou especificamente da mobilidade inclusiva. Ele considera que “praticamente não há políticas públicas para os portadores de deficiência”. Hoje há uma mudança de paradigma, disse, lembrando a criação pela ONU da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da qual o Brasil é signatário.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-de-homenagem-a-marina-harkot-21-11-2020/image" alt="Participantes da homenagem a Marina Harkot - 21/11/2020" title="Participantes da homenagem a Marina Harkot - 21/11/2020" height="280" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Participaram do webinar pesquisadores, ativistas da mobilidade ativa e inclusiva e familiares da homenageada</dd>
</dl></p>
<p>“O ambiente passou a fazer parte dos obstáculos à locomoção das pessoas. Deixou de ser um problema só das pessoas e passou a ser uma preocupação da sociedade e do poder público.”</p>
<p>Henrique Frota disse que Marina fez parte da história da parceria entre o Instituto Pólis e o LabCidade e detalhou a concepção do instituto sobre mobilidade como um direito à cidade e à cidadania.</p>
<p>“A mobilidade não pode ser vista apenas como deslocamento de um ponto A para um ponto B. É um direito social, um direito humano.”</p>
<p>Para ele, não se pode falar em mobilidade apenas em termos de políticas públicas, “ela tem de ser vista de maneira integrada no conjunto das políticas urbanas”.</p>
<p>Oswaldo Strambi disse que nós últimos anos é difícil um candidato a prefeito não ter alguma proposta para estimular o uso de bicicletas. Sobre o que deve ser feito, disse ter tido algumas respostas durante o congresso anual da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transporte, realizado dias antes do webinar.</p>
<p>Segundo ele, nas três conferências magnas do congresso, feitas por pesquisadores estrangeiros renomados, uma das soluções apontadas é incentivar o uso de bicicletas.</p>
<p>Marcos Buckeridge afirmou problemas complexos exigem soluções complexas: “Primeiro é preciso identificar a complexidade e depois detectar o comportamento sistêmico”.</p>
<p>“Não se pode falar de mobilidade sem falar de saúde, ambiente, habitação e educação. É muito importante termos leis e capacitação de pessoas, mas é preciso também uma gestão sistêmica eficiente”, comentou</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): arquivo da Família Harkot; IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-01T05:53:18Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-cientifico-sobre-a-complexidade-de-sao-paulo">
    <title>Um olhar científico sobre a complexidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-cientifico-sobre-a-complexidade-de-sao-paulo</link>
    <description>Lançado no dia 13 de julho com apoio da reitoria da USP e da prefeitura de São Paulo, programa USP Cidades Globais buscará a qualidade de vida dos paulistanos por meio de redes de pesquisa e parcerias com a sociedade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sao-paulo-copan" alt="São Paulo - Copan" class="image-inline" title="São Paulo - Copan" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Com apoio da reitoria da USP, programa <i>USP Cidades Globais</i> buscará subsidiar políticas públicas para a qualidade de vida de São Paulo</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/lancamento-do-programa-usp-cidades-globais-13-de-julho-de-2016" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/lancamento-do-programa-usp-cidades-globais" class="external-link">Vídeo</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Página do programa</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais/na-midia" class="external-link">Repercussão na mídia</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Cidades globais influenciam o mundo. Independentemente do tamanho de sua população, elas centralizam as decisões globais. São lugares onde se fazem os melhores negócios, onde se encontra a melhor arte, as melhores orquestras, as melhores universidades, onde se come a melhor comida. Sua importância transcende os próprios países onde estão localizadas. Elas não apenas atraem mais investimentos, como também ocupam as primeiras posições em qualidade de vida. Os critérios de cidades globais, criados pela consultoria A.T. Kearney, colocam São Paulo no 34º lugar num ranking global. Mas o programa <i><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a>, </i>lançado no dia <strong>13 de julho,</strong> no Anfiteatro do Instituto Oscar Freire da Faculdade de Medicina da USP, pretende levar São Paulo para o grupo das chamadas "cidades elite", anunciou o coordenador do programa, o professor  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, do Instituto de Biociências (IB) da USP.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidades-globais-4" alt="Cidades Globais 4" class="image-inline" title="Cidades Globais 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Grupo das "cidades elite", em ranking de 2016 da consultoria AT Kerney</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O evento reuniu representantes da sociedade civil e de organizações não governamentais, pesquisadores, políticos, gestores públicos e acadêmicos, além do prefeito da capital paulista Fernando Haddad e da esposa, Ana Estela Haddad, docente da Faculdade de Odontologia da USP.</p>
<p>“A iniciativa é fundamental para o destino da cidade de São Paulo. Colocamos à disposição nossos bancos de dados, nossa inteligência e nossos servidores públicos para contribuir para o sucesso do programa”, disse Haddad.</p>
<p>O projeto idealizado pelo diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, atende a um pedido da reitoria da USP, que planeja apoiar a empreitada “pelos próximos anos”, anunciou o vice-reitor da USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a>.</p>
<p>Segundo Buckeridge, as atividades e pesquisas deverão embasar políticas públicas voltadas à qualidade de vida nas grandes cidades, em especial São Paulo. A ideia é sistematizar e aprofundar estudos que já são realizados na Universidade, tendo em vista o planejamento em áreas como mobilidade, poluição, resíduos, saúde, educação, uso e ocupação do solo, lazer, enfim, as inúmeras esferas que envolvem a vida nas grandes cidades, disse.</p>
<p>O IEA já é um interlocutor crucial, uma espécie de <i>‘think tank’</i> capaz de interagir com maior liberdade com a sociedade, no que diz respeito às regras acadêmicas. O programa encabeça um dos temas prioritários da USP e tenho certeza de que em alguns anos teremos frutos que beneficiem a população”, disse o vice-reitor.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancamento-cidades-globais-1" alt="Lançamento Cidades Globais - 1" class="image-inline" title="Lançamento Cidades Globais - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Vahan, Haddad e Saldiva: </strong><strong>parcerias com a sociedade e diálogo dos saberes para o sucesso do programa</strong><strong> </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Buscaremos promover um diálogo dos saberes a partir de parcerias construtivas e agendas comuns. A Universidade precisa aprender a ouvir a sociedade. O IEA será uma plataforma para que isso aconteça. A ideia é unir redes de pesquisa e entidades civis interessadas em trabalhar uma utopia sob a luz do conhecimento científico”, disse o professor Saldiva.</p>
<p>Advogado e ambientalista, Fabio Feldmann participou da mesa de abertura e deu um exemplo concreto de como as pesquisas da Universidade podem embasar políticas públicas e trazer resultados efetivos para a qualidade de vida nas metrópoles. Ele relembrou o rodízio de veículos em São Paulo, que introduziu em 1995 quando foi secretário estadual de Meio Ambiente. “Criamos o rodízio tendo como base os estudos do Saldiva. Costumo dizer que o professor Saldiva idealizou o rodízio e eu paguei o pato”, brincou.</p>
<p>O comentário, explicou, foi feito para lembrar a importância de associar a política ao conhecimento. “O que temos visto recentemente no Brasil foi uma perda radical do conteúdo na política. À medida que associarmos política a conteúdo, teremos chance de resgatar o país. A presença do Saldiva no IEA representa uma possibilidade incrível de fazer um realinhamento de vários atores sociais. Quem já trabalhou na gestão pública sabe que o maior desafio é como fazer essa articulação”, disse.</p>
<p>O professor Wilson Jacob Filho, do Departamento de Patologia da FM-USP, representou o diretor da unidade e lembrou a importância do programa para, entre outras frentes, atuar na saúde e prevenção de doenças das diversas camadas populacionais, em especial a dos idosos.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancamento-cidades-globais-2" alt="Lançamento Cidades Globais - 2" class="image-inline" title="Lançamento Cidades Globais - 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Buckeridge: "Falhamos em produzir bancos de dados e informações que possam dar suporte aos diagnósticos"</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O envelhecimento populacional, assim como inclusão física e social de pessoas com limites funcionais, são questões que ganham cada vez mais expressão no contexto das grandes cidades. “O programa <i>USP Cidades Globais</i> acena para a melhoria da qualidade de vida desse perfil populacional”, disse o professor Jacob Filho.</p>
<p> </p>
<p><strong>Planeta urbano</strong></p>
<p>A urbanização está em pauta no mundo todo. Se hoje 54% da população mundial moram em áreas urbanas, em 2050 essa parcela chegará a dois terços. Na América Latina, a proporção chegará a 89%, de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas.</p>
<p>Na edição de maio, a revista <a class="external-link" href="http://www.sciencemag.org/tags/urban-planet">Science </a>apresenta em 12 artigos os diagnósticos e as revisões para as cidades do futuro. Num dos estudos, mostra que a construção de sociedades baseadas no conhecimento é hoje uma estratégia chave para o melhor uso das tecnologias inovadoras. As sociedades do conhecimento estarão mais preparadas para maximizar os avanços da ciência, tecnologia e inovação (CT&amp;I), traz o texto.</p>
<p>“Não há nada mais complexo do que uma cidade. É o único ambiente onde o homem é o lobo do próprio homem. Fomos criados num conceito de cidade em que a posse do carro era um direito alienável. Assim como o cigarro era símbolo de sucesso, virilidade. Mexer com valores não é fácil e por isso as cidades já vêm sendo estudadas dentro do conceito de complexidade”, disse Saldiva.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidades-globais-1" alt="Ranking Cidades Globais " class="image-left" title="Ranking Cidades Globais " /></p>
<p><span>“Infelizmente, em nenhum dos 12 artigos da edição da Science, a cidade de São Paulo foi citada, mostrando que falhamos em produzir bancos de dados e informações que possam dar suporte aos diagnósticos”, disse Buckeridge.</span></p>
<p><span> </span>Outro <a class="external-link" href="http://www.usnews.com/sponsored1?prx_t=lP4BAGSkFAqOEMA">artigo</a>, publicado no U.S.News, mostra como a percepção, ou a imagem que as pessoas têm de determinada cidade, pode ajudar ou  prejudicar o seu crescimento. Isso porque a forma como as cidades são vistas pode atrair ou não investimentos e mão de obra qualificada, o que influenciará a prosperidade do lugar.</p>
<p>O professor mostrou alguns detalhes do ranking das cidades globais produzido pela A.T. Kearney. No estudo produzido pela consultoria no período de 2008 a 2016, São Paulo está em 34º em 2016, ante o 31º ocupado em 2008.</p>
<p>“Para criarem o ranking, a consultoria utilizou dados já existentes produzidos pelas cidades, um ponto em que somos deficientes. Isso mostra que também falhamos ao reunir dados. Precisamos, além disso, produzir informação e conhecimento novo que dê subsídio a políticas públicas”.</p>
<p>Buckeridge ressaltou, no entanto, que melhorar os indicadores da capital paulistana não se trata apenas de ir ao encontro de critérios do primeiro mundo, mas principalmente de melhorar a qualidade de vida dos habitantes da cidade.</p>
<p>“Buscaremos aqueles critérios internacionais, mas sempre com o chapéu da Carmen Miranda na cabeça. Não vamos deixar de ser brasileiros. Não devemos abandonar a Semana de 22, ou Mário de Andrade. Devemos nos lembrar de que sempre podemos ser inovadores. Que somos capazes de buscar aqueles índices e ao mesmo tempo criar coisas novas”, disse Buckeridge.</p>
<p>Numa das análises produzidas em 2014 pela A.T. Kearney, a consultoria construiu o indicador das cidades globais do futuro, ou seja, aquelas que teriam chances de se aproximar da posição ocupada pelas chamadas cidades elite hoje. Nesse ranking, São Paulo ocupa a 4ª posição e os maiores desafios para que a cidade alcance de fato esse lugar no futuro estão no campo da educação e inovação, mostrou Buckeridge. “Educação e inovação constituem justamente a contribuição que a Universidade pode dar. Por isso acredito que as perspectivas são positivas”, disse o professor.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Andre Deak/Flicker e Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-07-18T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-conceito-juridico-para-o-fluxo-de-pessoas-bens-e-servicos">
    <title>Um novo conceito jurídico para o fluxo de pessoas, bens e serviços </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-conceito-juridico-para-o-fluxo-de-pessoas-bens-e-servicos</link>
    <description>Tema investigado por professor da Universidade de Lyon será debatido no dia 27 de outubro </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Nasas-marchall-space.jpg" alt="Movimento Nasa" class="image-inline" title="Movimento Nasa" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span><strong>As migrações em massa, os dados que trafegam virtualmente e as trocas de resíduos e recursos são movimentos sem precedentes, que merecem novo conceito jurídico, indica tema de pesquisa  do francês </strong><strong>Jean-Sylvestre Bergé</strong>.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia <strong>27 de outubro</strong>, Jean-Sylvestre Bergé, professor de direito na Universidade de Lyon 3 (Jean Moulin) e pesquisador do Instituto Universitário Francês (IUF), realizará a conferência <i>Full Movement Beyond Control.</i> O debate, em inglês e sem tradução simultânea, terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online. Acontece das <strong>9h30 às 12h,</strong> na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>A proposta é abrir para pesquisadores brasileiros a oportunidade de discutir o tema da pesquisa conduzida por Bergé na França, que tem o mesmo título dado ao encontro. O projeto busca introduzir um novo conceito jurídico que a lei conforme conhecemos ainda não abraça. Trata-se do fenômeno que, inicialmente, Bergé vem chamando de “movimento completo para além do controle”. O movimento, no caso, refere-se às pessoas físicas ou jurídicas e aos bens tangíveis ou intangíveis, serviços e capitais.</p>
<p>O movimento de pessoas, de bens e capitais atingiu uma dimensão sem precedentes, seja no interior de territórios ou entre eles, nomeadamente, na figura do migrante, dos dados que trafegam virtualmente, ou no fluxo de resíduos e recursos.</p>
<p>Trata-se de um movimento “completo” na medida em que envolve a atenção e a ação dos diversos operadores públicos e privados – Estados, empresas, cidadãos –, em nível local, nacional ou internacional, os quais contribuem no todo ou em parte ao fenômeno, de forma voluntária ou não, aponta Bergé.</p>
<p>Segundo o pesquisador, é um movimento “além do controle” no sentido de que situações específicas, como as crises, ocorrem sem que os operadores tenham responsabilidade ou controle sobre ele. Tal movimento incontrolável resulta na criação de canais positivos e negativos, legais e ilegais numa esfera particular, de forma que é quase possível aos atores sociais trabalharem em conjunto para contê-lo.</p>
<p>Tais movimentos atingiram velocidade, diversidade e volumes sem precedentes e é razoável considerar que continuarão a se intensificar. As demandas por asilo em massa, o desperdício de bens e capitais e o tráfego de dados pessoais nas redes sociais são alguns tipos de movimentos que o pesquisador pretende abordar em seu projeto. “Há um enorme abismo entre o que ocorre de fato com esses fluxos e a arquitetura das leis locais, internacionais ou regionais”, afirma o autor. <span>A apresentação completa do projeto está disponível em SSRN: </span><a href="http://ssrn.com/abstract=2777653" target="_blank">http://ssrn.com/abstract=2777653</a> <span>ou </span><a href="http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.2777653" target="_blank">http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.2777653</a><span>.</span></p>
<p>A moderação do debate será feita pela professora <a class="external-link" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4767908U9">Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer</a>, coordenadora do Núcleo de Antropologia do Direito (Nadir), da FFLCH-USP.</p>
<p>Em sua passagem pelo Brasil, Bergé participa também de um seminário de trabalho no dia <strong>26 de outubro</strong>, às <strong>14h</strong>, na sala 1039 do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<hr />
<p><i><strong><i>Full Movement Beyond Control<br /></i></strong></i><i>Dia 27 de outubro, das 09h30 às 12h00<br /></i><i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógico, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i></i><i><i>Com t</i><i>ransmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web<br /></a></i></i><i>Informações: Cláudia Tavares (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), </i><i>telefone </i><i>(11) 3091-1686<br /></i><i>Ficha do evento:<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/full-movement-beyond-control" class="external-link"> http://www.iea.usp.br/eventos/full-movement-beyond-control</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Industry</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Internacional</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-24T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-4">
    <title>Um debate sobre a desigualdade e a violência nas metrópoles </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-4</link>
    <description>O seminário "Desigualdade e Violência", realizado no dia 25 de agosto, foi uma iniciativa do Programa USP Cidades Globais do IEA e da sétima edição da Virada Sustentável São Paulo. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/virada-sustentavel-desigualdade-e-violencia-mesa-25-8-2017" alt="Virada Sustentável - Desigualdade e Violência - mesa - 25/8/2017" class="image-inline" title="Virada Sustentável - Desigualdade e Violência - mesa - 25/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O seminário </strong><strong><strong><i>Desigualdade e Violência</i> encerrou o ciclo organizado pelo IEA e pela Virada Sustentável São Paulo</strong></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Uma das características de metrópoles como São Paulo são os contrastes extremos das condições de vida, em função das desigualdades presentes na sociedade e elevados índices de violência.</p>
<p>Uma cidade sustentável não pode deixar de se preocupar com esses aspectos, que interferem diretamente na qualidade de vida de seus habitantes. <span>O seminário </span><i>Desigualdade e Violência</i><span>, no dia 25 de agosto, foi uma oportunidade para discutir essas questões.</span></p>
<p><span>O evento foi uma iniciativa do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a><span> do IEA e da sétima edição da </span><a href="https://www.viradasustentavel.org.br/conteudos/sao-paulo.html" target="_blank">Virada Sustentável São Paulo</a><span>. Os expositores foram dois pesquisadores da USP: a cientista política Marta Arretche, diretora do </span><a class="external-link" href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/">Centro de Estudos da Metrópole (CEM)</a><span>, e o sociólogo Sérgio Adorno, coordenador científico do </span><a class="external-link" href="http://nevusp.org/">Núcleo de Estudos da Violência (NEV)</a><span>. </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vitor-souza-lima-blotta">Vitor Blotta</a><span>, docente da Escola de Comunicações e Artes (ECA), foi o coordenador. O seminário integrou um ciclo que teve </span><span>outras três discussões: </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZarHgwtF_lk&amp;t=50s" target="_blank"><i>Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públicas</i></a><span> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mTDB-Ct0GuE" target="_blank"><i>Mobilidade Urbana</i></a><span> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Cwli_h70ZA8&amp;t=9474s" target="_blank"><i>Mudanças Climáticas e Cidades</i></a><span>, também no dia 25 de agosto.</span></p>
<p><span><strong>Igualitarismo</strong></span></p>
<p><span>Para julgar uma sociedade a partir de seu grau de igualdade é preciso possuir uma teoria normativa sobre quais desigualdades são moralmente aceitáveis, de acordo com Marta Arretche.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>SEMINÁRIOS DO PROGRAMA USP CIDADES GLOBAIS NA VIRADA SUSTENTÁVEL</strong></p>
<p><strong>Desigualdade e Violência</strong></p>
<ul>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=YZPgCMctCR4">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públlicas</strong></p>
<p><i>Notícia</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-1" class="external-link">As políticas para a sustentabilidade urbana vistas pela complexidade</a></li>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=ZarHgwtF_lk">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Mudança Climática e Cidades</strong></p>
<p><i>Notícia</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-2" class="external-link">Os efeitos das mudanças climáticas nas cidades e como enfrentá-los</a></li>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=Cwli_h70ZA8">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Mobilidade Urbana</strong></p>
<p><i>Notícia</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel-3" class="external-link">A mobilidade urbana como fator de sustentabilidade das cidades</a></li>
</ul>
<p><i>Midiateca</i></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=mTDB-Ct0GuE">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/virada-sustentavel-24-e-25-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<i>Leia mais sobre o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>"Os liberais consideram que todos devem ser iguais perante a lei e o Estado não deve intervir. Não são contra a igualdade, mas acham que ela deve estar restrita à dimensão das relações do indivíduo com a lei. No outro extremo estão os igualitaristas, que são favoráveis à igualdade de resultados, igualdade nas condições de vida."</p>
<p>Ela se orienta pelas ideias de igualitaristas como o filósofo John Rawls (1921-2002), autor de "Teoria da Justiça", e o economista e filósofo indiano Amartya Sen, ganhador do Nobel de economia em 1998. "As desigualdades resultantes de aspectos naturais, como esforço e talento, são aceitáveis. O que não devemos aceitar é aquelas que impedem os indivíduos de fazerem suas escolhas livremente."</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marta-arretche-virada-sustentavel-25-8-2017" alt="Marta Arretche - Virada Sustentável - 25/8/2017" class="image-inline" title="Marta Arretche - Virada Sustentável - 25/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Marta Arretche</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A outra questão, segundo ela, é como escolher as dimensões da vida nas quais as instituições deveriam reduzir as desigualdades. "Os libertários defendem que o critério para selecionar essas dimensões deveria ser baseado nas preferências individuais, mas isso não leva a nenhuma decisão, pois os indivíduos podem ter preferências e desejos que não sejam razoáveis ou sejam fúteis."</p>
<p>"Há estudos sobre as aspirações em países africanos que apontam o acesso à Coca-Cola como algo relevante, pois seria algo refinado, que aproximaria o indivíduo aos padrões de vida de países mais ricos. Mas isso é uma preferência fútil."</p>
<p>Para Amartya Sen, segundo Marta, as próprias preferências são afetas pela desigualdade: gente sujeita a grandes privações tem um horizonte de perspectivas limitado; os criados na fartura querem muito mais do que seria razoável.</p>
<p>No entanto, o trabalho que mais influencia a literatura numa perspectiva multidimensional de combate à desigualdade é aquele feito em 2009 para o governo francês pelo economista Joseph Stiglitz, ganhador do Nobel de economia em 2001, explicou a pesquisadora.</p>
<p>De acordo com o estudo, deve-se considerar uma lista básica de nove dimensões não fúteis: consumo material, qualidade habitacional, saúde, mercado de trabalho, lazer, qualidade das interações sociais, qualidade ambiental, direitos políticos e liberdade de expressão. <span>"Esse trabalho influencia muita coisa e. com exceção da questão ambiental, essa lista está em debate entre os igualitaristas desde o final do século 19."</span></p>
<p><span>"Precisamos entender melhor o que afeta as possibilidades de igualdade em cada uma dessas dimensões, uma teoria positiva que explique por que o mundo social é desse modo.</span></p>
<p><span> </span><span>Marta disse que os estudos do CEM indicam que o grande desafio para a liberdade de escolha não é a carência em uma das dimensões, mas a superposição de desvantagens. "Estudamos as diferenças a partir de uma dimensão, mas os indivíduos são uma combinação dessas coisas. Uma mulher pobre e não branca acumula desvantagens."</span></p>
<p>Como exemplo dos impactos da desigualdade de renda, ela afirmou que isso tem grande influência na escolaridade a ser atingida pelo indivíduo e nas suas demandas em saúde: "Os mais ricos e escolarizados gastam mais com consultas e exames, os mais pobres e menos escolarizados demandam mais internações. Se o sistema estiver propiciando internações, estará atendendo aos mais pobres."</p>
<p><span>Arretche disse que os espaços urbanos são altamente segregados, com a concentração de indivíduos semelhantes no mesmo território. "Estamos habituados a estudar a desigualdade em termos de indivíduos, mas ela tem uma dimensão espacial. Há superposição de desigualdades tanto nos indivíduos quanto nos territórios." Em sua opinião, o</span><span> conceito da superposição poderia ser útil para definir quais populações merecem atenção prioritária.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sergio-adorno-virada-sustentavel-25-8-2017" alt="Sérgio Adorno - Virada Sustentável - 25/8/2017" class="image-inline" title="Sérgio Adorno - Virada Sustentável - 25/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sérgio Adorno</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Violência</strong></p>
<p><span>Para Sérgio Adorno, é difícil falar de violência sem falar na vida na cidade, na desigualdade, no acesso aos direitos e em outras questões.</span></p>
<p><span>"Nas discussões na sociedade, violência é um sinônimo para crime. Mas há uma diferença fundamental: o crime é a violência penalmente classificada, mas há uma série de atos que afetam a integridade física e psíquica dos indivíduos e não são punidos porque não são considerados crimes."</span></p>
<p><span></span><span>Além disso, "há a falsa impressão de que a violência no Brasil é um fenômeno recente, dos últimos 20, 30 anos". Uma visão errada de um passado de muitos atos cruéis na educação das crianças, no desfrute do corpo da escrava como capital da propriedade, no espancamento de mulheres para subjugá-las, comentou Adorno.</span></p>
<p>Falar de violência é ir além dos muros das prisões, segundo ele. "Ela faz parte do mundo das relações pessoais e provoca danos, prejuízos e sofrimento numa relação desigual, onde alguém se impõe sobre outra pessoa."</p>
<p>Por outro lado, a percepção do que é violento varia. Para explicar isso ele citou o <span>levantamento </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/especial/2012/dnapaulistano/" target="_blank">DNA Paulistano</a> <span>feito pelo jornal "Folha de São Paulo" em 2012 nos distritos da capital. '"À pergunta 'Você se sente muito inseguro no seu bairro?', os moradores em áreas com altas taxas de homicídio e outros problemas, como falta de saneamento e de água, responderam 'sim' em menor proporção do que aqueles de áreas com taxas mais baixas de homicídios, que dizem se sentir muito inseguros."</span></p>
<p>"Minha hipótese é que onde as taxas de homicídio são altas, os moradores se habituaram a ver os mortos dia sim dia não e consideram que 'isso acontece, nada será feito para mudar e a gente vai vivendo'. Nos bairros de alta renda, se um parente é assaltado ou assassinado, são utilizados todos os mecanismos sociais para que seja feita justiça. As mortes não são iguais."</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/vitor-blotta-virada-cultural-25-8-2017" alt="Vítor Blotta - Virada Sustentável - 25/8/2017" class="image-inline" title="Vítor Blotta - Virada Sustentável - 25/8/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Vitor Blotta</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nenhuma sociedade que caminhou em direção à democracia, ao estado de direito, deixou de lidar com a questão dos homicídios, de acordo com Adorno. "No hemisfério norte, as taxas diminuíram, no hemisfério sul, cresceram. <span>É difícil lidar com uma sociedade em que a proteção equitativa do direito à vida não é assegurada minimamente."</span></p>
<p>Segundo ele, não há consenso sobre as causas da violência no Brasil. "Sabemos que o surgimento do crime organizado alterou a economia da criminalidade e isso mudou a configuração dos crimes e da violência. As respostas dadas pelos governos tem sido matar sem perguntar e o encarceramento em massa, o que serviu para estruturar o crime organizado nas prisões."</p>
<p>Adornou disse que nos anos 2000 a cada 11 minutos em média uma pessoa foi assassinada. "Nos últimos 20 anos do século, 1,1 milhão de pessoas foram assassinadas, 50% mais do que as vítimas da guerra civil em Angola."</p>
<p><strong>Mídia</strong></p>
<p>Em uma de suas intervenções, Vitor Blotta comentou que os meios de comunicação refletem esse quadro de violência, com os programas jornalísticos de televisão "expondo irregularmente suspeitos e vítimas e apresentando coisas que podem estimular o uso da violência na resolução de conflitos".</p>
<p>Blotta disse que ao examinar essa questão do ponto de vista jornalístico surgiu a dúvida quanto à efetividade de uma coação externa para minimizar esse tipo de violência midiática. "Ela seria silenciada um pouco, mas não deixaria de existir na sociedade. A mudança efetiva viria mesmo a partir do campo interno do próprio jornalismo."</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-22T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/tragedia-no-rs-a-crise-climatica-e-a-adaptacao-das-cidades">
    <title>Tragédia no RS: a Crise Climática e a Adaptação das Cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/tragedia-no-rs-a-crise-climatica-e-a-adaptacao-das-cidades</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A maior catástrofe climática do Rio Grande do Sul escancarou o quanto as cidades estão despreparadas para a crise climática, que já cobra a conta pelo aquecimento global provocado pela ação humana. Enquanto quase 440 das 497 cidades do estado gaúcho ainda contabilizam seus mortos, feridos, desalojados e desaparecidos vitimados por esse evento extremo que impactou diretamente mais de duas milhões de pessoas, é passada a hora de cobrar e propor um planejamento urbano que considere o novo normal do clima. Os cientistas são contundentes em dizer que eventos dessa magnitude vão aumentar em intensidade e frequência, e alertam sobre os riscos há pelo menos três décadas. Enquanto isso, no Congresso Nacional, parlamentares tentam flexibilizar a legislação ambiental brasileira, sendo que o desmatamento e a mudança do uso do solo são responsáveis por cerca de 80% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil.</p>
<p>Nesta live, que será transmitida pelo canal do Saúde Planetária no YouTube (QR Code no card) na terça-feira, 21 de maio, às 19h, vamos mostrar o caminho errático pelo qual estamos seguindo, rumo a um aquecimento ainda maior devido ao aumento anual das emissões. Vamos também conversar com especialistas para propor soluções de resiliência e governança para repensar o planejamento urbano e a gestão de riscos à luz das lentes da Saúde Planetária no enfrentamento da emergência climática.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo de Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-16T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/the-contribution-of-living-labs-to-urban-sustainability-transitions-how-to-deal-with-upscaling-12-de-novembro-de-2019">
    <title>The Contribution of Living Labs to Urban Sustainability Transitions: How to Deal with Upscaling? - 12 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/the-contribution-of-living-labs-to-urban-sustainability-transitions-how-to-deal-with-upscaling-12-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-12T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/upscaling">
    <title>The  Contribution of Living Labs to Urban Sustainability Transitions: How to Deal with Upscaling?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/upscaling</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Segundo a teoria, a transição para a sustentabilidade depende de inovações sociais, tecnológicas ou institucionais desenvolvidas nos chamados "nichos". Os nichos são espaços protegidos que oferecem um local para experimentação e aprendizado com maneiras novas e mais sustentáveis ​​de suprir as necessidades humanas. Uma transição ocorre quando essas novas maneiras alteram o "regime" existente e se tornam "o novo normal".</p>
<p>Um exemplo atual de nichos são os Laboratórios Urbanos Vivos, espaços onde diversas partes interessadas inovam, experimentam e aprendem juntos para encontrar soluções para os desafios da sustentabilidade urbana. No entanto, apesar da rápida disseminação desses laboratórios e de iniciativas semelhantes em cocriação transdisciplinar, sua contribuição para a transição para a sustentabilidade urbana ainda parece bastante limitada.</p>
<p>Para que isso aconteça, as inovações desenvolvidas precisam se deslocar do nicho para o regime, do experimental para o <i>mainstream</i>. O <i>upscaling</i> refere-se aqui à implementação mais ampla de uma inovação nas cidades e entre cidades.</p>
<p>O seminário propõe uma discussão sobre a importância desses novos espaços de coprodução e transdisciplinaridade com a participação de pesquisadores do tema.</p>
<p><strong>Expositores:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joop-de-kraker" class="external-link">Joop de Kraker</a> (Universidade de Maastricht)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (USP)</p>
<p><strong>Moderadora:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-marques-di-giulio" class="external-link">Gabriela Marques Di Giulio</a> (USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-25T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tendencia-e-macrometropole-de-sao-paulo-dominar-o-sistema-urbano-brasileiro">
    <title>Tendência é macrometrópole de São Paulo dominar o sistema urbano brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tendencia-e-macrometropole-de-sao-paulo-dominar-o-sistema-urbano-brasileiro</link>
    <description>Em comparação com o entorno da cidade do Rio de Janeiro, a região próxima à capital paulista tem cidades maiores, mais importantes e que continuam crescendo, como Campinas, e, portanto, cresce mais que a área fluminense</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-macrometropolis" alt="Mesa Macrometrópolis" class="image-inline" title="Mesa Macrometrópolis" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Da esquerda para a direita: François Ebrard, Hervé Théry, Cathy Chatel e Roberta Galvão</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A região metropolitana extensa de São Paulo – que vai desde a região de Campinas até a fronteira com o Estado do Rio de Janeiro – deve dominar sozinha o sistema urbano brasileiro no futuro. Em comparação com o entorno da cidade do Rio de Janeiro, a região próxima à capital paulista tem cidades maiores, mais importantes e que continuam crescendo, como Campinas, e, portanto, cresce mais que a área fluminense, como explicou a francesa </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cathy-chatel">Cathy Chatel</a><span>, pesquisadora visitante da Unesp e integrante do e-Geopolis.</span></p>
<p dir="ltr">Ela participou do seminário <i>Macrometrópoles de Alta Densidade: São Paulo e Xangai</i>, realizado no IEA no dia 12 de setembro, ao lado de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberta-fontan-pereira-galvao">Roberta Fontan Pereira Galvão</a>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francois-moriconi-ebrard">François Moriconi-Ebrard</a>, da Unesp e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/herve-thery">Hervé Théry</a>, do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade">Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade</a>, que organizou o evento em parceria com a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP.</p>
<p dir="ltr">Segundo a pesquisa de Cathy, a diferença no número de habitantes da região metropolitana de São Paulo e Rio de Janeiro dobrou entre 1980 e 2010. Naquele ano, a população da área próxima a São Paulo era de 11 milhões de habitantes, três milhões a mais que a metropolitana do Rio de Janeiro. Já em 2010, a região metropolitana paulista passou a ter quase seis milhões a mais que a fluminense.</p>
<p dir="ltr">Se consideradas as regiões metropolitanas extensas, em 2016, a de São Paulo possuía 28 milhões de habitantes em 30 municípios, contra 13 milhões de habitantes na do Rio de Janeiro, divididos em 16 municípios.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cathy-chatel" alt="Cathy Chatel" class="image-inline" title="Cathy Chatel" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Para Cathy Chatel, “São Paulo vai dominar sozinho o sistema urbano brasileiro”</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">“A descontinuidade no sistema urbano permite dizer que Rio e São Paulo são as metrópoles brasileiras”, diz Cathy. E já possuindo densidade populacional maior, além de apresentar maior crescimento, “São Paulo vai dominar sozinho o sistema urbano brasileiro”, completou a geógrafa.</p>
<p dir="ltr">O aglomerado de São Paulo já é um dos maiores do mundo, como apresentou Moriconi-Ebrard. Na classificação liderada por Xangai, na China, São Paulo ocupa a 11ª posição, com 18,7 milhões de habitantes, atrás dela, na 27ª posição, está o Rio de Janeiro.</p>
<p dir="ltr">No entanto, o local mais densamente habitado no mundo é, na verdade, uma ilha colombiana. Santa Cruz del Islote está localizada no Mar do Caribe, próximo a Cartagena. Lá praticamente não há espaço livre, tanto que o cemitério teve que ser construído em outra ilha.</p>
<p dir="ltr"><strong>Espaço rural x espaço urbano</strong></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/macrometropoles-de-alta-densidade-sao-paulo-e-xangai" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/macrometropoles-de-alta-densidade-sao-paulo-e-xangai-12-de-setembro-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No início de 2010, a população mundial se tornou predominantemente urbana. Mas, como aponta Roberta Galvão, cada país atingiu esse ponto em diferentes momentos. A população japonesa, por exemplo, tornou-se de maioria urbana em 1950, enquanto a brasileira foi apenas no final da década de 60. Tardiamente, isso só aconteceu na China em 2010 e na Tailândia apenas em 2015.</p>
<p dir="ltr">“Diferenciar áreas urbanas e rurais é fundamental na gestão de políticas públicas e no desenvolvimento de áreas rurais”, afirmou Roberta, que desenvolveu uma pesquisa para reconhecer a real área rural no entorno da metrópole paulista. Na pesquisa, foram identificadas discrepâncias entre o que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta e o que a mancha urbana mostra.</p>
<p dir="ltr">“As características de cidades rurais vêm mudando. Atualmente, existe turismo, lazer, indústrias e condomínios nessas áreas”.</p>
<p dir="ltr">Segundo a pesquisadora, o IBGE, fonte de dados que subsidiam a formulação de políticas públicas, utiliza um método que não corresponde ao real. O Instituto define qual é o espaço urbano e o que sobra da área municipal é considerado rural. No caso de São Paulo,  quando Roberta comparou com a mancha urbana da metrópole constatada em sua pesquisa, verificou que a área que o IBGE considera urbana é maior do que a área realmente existente. Na verdade, existe mais área rural na metrópole de São Paulo do que o IBGE indica em seus dados.</p>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans / IEA-USP</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-13T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/residuos-solidos">
    <title>Tecnologia e legislação para resíduos sólidos em foco</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/residuos-solidos</link>
    <description>Strategic Workshop "Mude o Foco – Resíduos Sólidos: Direito e Tecnologia" acontece no dia 12 de maio, das 8h às 17h, no auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cooperativa-de-catadores-de-lixo-na-rua-joao-moura-pinheiros" alt="Cooperativa de Catadores de Lixo na Rua João Moura - Pinheiros" class="image-inline" title="Cooperativa de Catadores de Lixo na Rua João Moura - Pinheiros" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cooperativa de catadores de lixo na Rua João Moura, no bairro de Pinheiros, São Paulo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="gmail-msolistparagraph">A massificação do consumo levou a um extraordinário aumento na quantidade de resíduos sólidos e da preocupação sobre o que fazer e como lidar com eles. Se mal geridos, tais resíduos podem contaminar solos e águas.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">Para debater o assunto, pensar alternativas e sensibilizar para o tema, a Pró-Reitoria de Pesquisa e a Superintendência de Gestão Ambiental, ambas da USP, e o Instituto O Direito Por um Planeta Verde realizam o Strategic Workshop <i>Mude o Foco – Resíduos Sólidos: Direito e Tecnologia</i>.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">O encontro acontece no <strong>dia 12 de maio, das 8h às 17h</strong>, no auditório <span>István Jancsó, </span>da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Cidade Universitária. A atividade tem o apoio do IEA, da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) e do Instituto Carrefour. Para participar será necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1O6UqKzj1a2dEdy5wTEyojgnXkhUclsQBOQtZPVtEUVU/viewform?edit_requested=true"><strong>inscrição prévia</strong></a>. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><strong>ao vivo</strong></a> pela web.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">Desde a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em agosto de 2010, a discussão sobre o tema ganhou peso. A legislação atual prevê a responsabilidade pós-consumo, o que significa envolver os cidadãos no ciclo de vida dos produtos, inserindo-os no sistema de logística reversa.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">No entanto, segundo Roberta Kronka Mülfarth, professora do Departamento de Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, faltam instrumentos econômicos e jurídicos que possam intensificar as ações de governabilidade local, “visto que os municípios são atores importantíssimos para a efetivação da legislação, por meio da coleta seletiva e reciclagem”.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">Mülfarth lembra que é necessário efetivar políticas públicas de incentivo à conscientização dos cidadãos para reutilização, redução e reciclagem dos resíduos, bem como desenvolver políticas de integração e responsabilização à destinação adequada.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">Para tratar os resíduos, ela lembra que há diversas tecnologias que podem ser aplicadas de acordo com o tipo e quantidade, a logística de coleta, transporte e armazenamento, minimizando a geração e propiciando uma melhor gestão.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph"><strong>Programação</strong></p>
<p class="gmail-msolistparagraph">No período da manhã, o workshop terá abertura do reitor da USP, Marco Antonio Zago; do secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Gilberto Natalini; de pró-reitor de Pesquisa da USP, José Eduardo Krieger, e da superintendente de Gestão Ambiental, Patrícia Iglecias. Em seguida, haverá conferência da ministra Regina Helena Costa, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e do embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph">À tarde, a programação será dividida em dois blocos, um sobre tecnologia e outro sobre direito. Participarão o engenheiro Vahan Agopyan, vice-reitor da USP; Fernando José Von Zuben, secretário adjunto municipal do Verde e do Meio Ambiente; Jorge Alberto Soares Tenório, professor da Escola Politécnica da USP; Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Carrefour; Tatiana Barreto Serra, promotora de justiça do Ministério Público de São Paulo; Osvaldo Shigueru Nakao, superintendente de Espaço Físico da USP; e Renata Seabra, consultora da Unesco.</p>
<p class="gmail-msolistparagraph"><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/SW-mude-o-foco" class="external-link">Veja a programação completa</a></p>
<hr />
<p><i><strong>Mude o Foco – Resíduos Sólidos: Direito e Tecnologia</strong><br /><i>12 de maio, das 8h às 17h<br /><span>Auditório <span>István Jancsó - </span>Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin<br /></span>Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária, São Paulo - <a class="external-link" href="https://www.google.com.br/maps/place/Biblioteca+Brasiliana+Guita+e+Jos%C3%A9+Mindlin/@-23.5622849,-46.7220506,15z/data=!4m5!3m4!1s0x0:0xdeccbf8feef8a374!8m2!3d-23.5622849!4d-46.7220506">veja mapa</a><br />Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1O6UqKzj1a2dEdy5wTEyojgnXkhUclsQBOQtZPVtEUVU/viewform?edit_requested=true">inscrição prévia</a> - Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet <br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>)<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/SW-mude-o-foco" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/SW-mude-o-foco</a> </i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-05T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
