<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-listam-cuidados-para-o-eleitor-nao-ser-enganado-pela-inteligencia-artificial" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-contribui-com-proposta-de-educacao-que-sera-apresentada-a-candidatos-a-prefeito" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/retratos-democracia-brasileira" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-influencia-da-corrida-eleitoral-na-inflacao" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/coloquio-debate-questoes-ambientais-nas-eleicoes-presidenciais-do-brasil" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/segundo-dialogo-do-iea-com-a-reitoria-2022-2026" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/primeiro-dialogo-do-iea-com-a-reitoria-2022-2026" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/que-fazer-em-2022" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-lanca-guia-para-cidades-sustentaveis-voltado-para-candidatos-a-prefeito-em-2020" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/candidatos-a-prefeitura-de-ribeirao-preto-se-comprometem-com-plano-de-cidade" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-guia-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/america-latina-neoliberalismo" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-listam-cuidados-para-o-eleitor-nao-ser-enganado-pela-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas listam cuidados para o eleitor não ser enganado pela inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-listam-cuidados-para-o-eleitor-nao-ser-enganado-pela-inteligencia-artificial</link>
    <description>Cristina Godoy e Evandro Ruiz, do Grupo de Estudos TechLaw do IEA-RP, falaram sobre o tema no USP Analisa que vai ao ar nesta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-246e0e4a-7fff-a38e-bd4a-90e6cee6e96a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy3_of_Designsemnome57.png/@@images/875a28fb-871c-4508-8e85-84d9baaaded4.png" alt="" class="image-left" title="" />Mesmo com as regras aprovadas em março pelo Tribunal Superior Eleitoral para o uso de inteligência artificial nestas eleições municipais, o eleitor precisa se manter vigilante para não ser enganado com conteúdos criados por meio dessa tecnologia. Os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cristina Godoy Bernardo de Oliveira, e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, Evandro Eduardo Seron Ruiz, dão uma série de dicas sobre isso no USP Analisa que vai ao ar nesta sexta (31).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina lembra que até existem algoritmos que permitem a detecção dos chamados deep fakes, uma técnica que permite criar vídeos com inteligência artificial e simular com perfeição situações ou falas que nunca existiram. Ela cita como exemplo um vídeo que circulou durante as eleições de 2022 com o então candidato a presidente Jair Bolsonaro dançando e cantando “Ilariê”, da cantora e apresentadora Xuxa Meneghel.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Conhecendo o Bolsonaro, qual era a probabilidade de ele estar fazendo um vídeo vestido de Xuxa e cantando Ilariê? Nesse sentido, já gera uma estranheza. Ou eu vou compartilhar no sentido de sátira, ou eu vou querer realmente gerar confusão, depende do tom, mas é preciso a gente avaliar o contexto. Também é preciso atentar ao local em que está sendo veiculado. Por exemplo, vídeos dos quais você nem sabe a origem e que estão circulando no WhatsApp. E sempre pensar na sua responsabilidade como cidadão antes de compartilhar”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, existem algumas dicas para reconhecer uma manipulação, como a sincronia da fala com o movimento da boca ou mesmo a aparência dos dentes enquanto a pessoa está falando no vídeo, porém a tecnologia está se aperfeiçoando com rapidez.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente não pode esquecer que os deep fakes serão cada vez mais verossímeis e vai ser muito difícil a gente identificá-los. Mas é muito importante analisar o contexto e o conteúdo transmitido pelos vídeos, que é uma das principais ferramentas para que nós não sejamos enganados com essas montagens de deep fakes”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Evandro destaca que, apesar do lado negativo, a tecnologia pode trazer uma importante economia de recursos, permitindo, por exemplo, utilizar o dinheiro do Fundo Eleitoral - que soma 4,9 bilhões de reais - para outros fins que beneficiem diretamente a população.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Para a gente ter uma ideia, uma unidade básica de saúde, a mais top delas, nível quatro, custa hoje 800 mil reais. Se a gente considerar que o Brasil tem 5.500 municípios, dá para colocar uma UBS dessa em cada município do país, sendo que muitos não tem nenhuma. É muito dinheiro. Então, eu acho que a gente devia prestar atenção que esse mundo digital novo pode encurtar o distanciamento entre o povo e esse sistema eleitoral. E a gente podia pensar em cortar um pouco - ou muito - desse dinheiro, porque com as redes sociais a gente elimina esse espaço que teoricamente antes era muito grande porque só tinha rádio e TV”, sugere ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de Cristina e Evandro, o podcast USP Analisa conversou com outra integrante do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cíntia Rosa Pereira de Lima. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://youtube.com/playlist?list=PLpEIC3ZIVnRzBRN8_WUv9NVr4ad_Cqnv0&amp;feature=shared"><span>YouTube Music</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-31T01:07:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor">
    <title>Preocupação com IA nas eleições é necessária, mas tecnologia também beneficia eleitor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor</link>
    <description>No USP Analisa, pesquisadores do Grupo de Estudos TechLaw, do IEA-RP, discutem regulação da inteligência artificial e as possibilidades de uso positivas e negativas no pleito deste ano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-730e4515-7fff-9141-9586-872bdf1ed8fe"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_Designsemnome20240503T170131.353.png/@@images/b4c79d14-be60-41c4-a473-6f37a4788aee.png" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Em 2024, mais de 2 bilhões de pessoas em 60 países vão votar em eleições gerais ou municipais - incluindo o Brasil. Será a primeira vez em que as campanhas terão à disposição ferramentas de inteligência artificial que ajudam a baratear a produção de conteúdo mas, ao mesmo tempo, também podem ser usadas para gerar informações falsas. Mas a preocupação com o uso da tecnologia nas campanhas não é nova. Os professores Cíntia Rosa Pereira de Lima, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, e Evandro Eduardo Seron Ruiz, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, e que também integram o Grupo de Estudo “Direito e Tecnologia” (Tech Law) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, conversaram com o USP Analisa desta sexta sobre esse assunto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O tema começou a ser discutido com mais intensidade após o escândalo da Cambridge Analytica, no início de 2018, quando um aplicativo criado por um pesquisador da Universidade de Cambridge e intitulado “This is your digital life” conseguiu mapear as predileções de personalidade de usuários do Facebook, informações que foram utilizadas posteriormente para distribuição de conteúdo durante eleições em várias localidades.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Muitos aplicativos hoje são disponibilizados nas redes sociais e, às vezes, de uma forma ingênua, eles se oferecem para envelhecer fotos ou disponibilizam testes aparentemente inofensivos. O “This is your digital life” pedia um consentimento nos seus termos - e os usuários não leem esses termos porque realmente são muito longos, cansativos - e lá constava que, ao fazerem login no aplicativo com a conta do Facebook, as pessoas consentiam que o criador da aplicação tivesse acesso aos seus contatos na rede social. Isso então escalou uma forma de coleta de dados pessoais que, de inicialmente uns 270 mil usuários, passou a representar 87 milhões de perfis que foram vasculhados pela aplicação”, explica Cíntia.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Atualmente, com a popularização de ferramentas de inteligência artificial, a preocupação vai além da coleta de dados e passa pela própria produção de conteúdo, já que algumas aplicações permitem produzir vídeos e áudios realistas utilizando o rosto e a voz das pessoas. Mesmo assim, Evandro destaca que tecnologias como essas ferramentas de edição e o Chat GPT podem ser usadas de forma positiva nas campanhas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Acho que há muitas maneiras do eleitor se beneficiar e ganhar informação, ganhar conhecimento sobre a plataforma do candidato, do partido. O candidato também pode, por exemplo, buscar auxílio no Chat GPT para a geração de um discurso, eventualmente resumir aquele discurso para fazer um vídeo curto para divulgar no YouTube, no Instagram. Enfim, implica até uma redução de custo com assessores, com redatores. Acredito que, no global, a gente sai com uma democracia mais fortalecida, com mecanismos desse tipo, acho que é uma grande vantagem que a computação está trazendo para nós, cidadãos”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além dos professores Cíntia e Evandro, o podcast USP Analisa conversa com outra integrante do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cristina Godoy Bernardo de Oliveira. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-03T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-contribui-com-proposta-de-educacao-que-sera-apresentada-a-candidatos-a-prefeito">
    <title>Cátedra contribui com proposta de educação que será apresentada a candidatos a prefeito</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-contribui-com-proposta-de-educacao-que-sera-apresentada-a-candidatos-a-prefeito</link>
    <description>Estudos da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira embasam documento com cinco pautas para melhorar as políticas educacionais em Ribeirão Preto (SP)</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i style="text-align: justify; ">[Texto de Marília Rocha - Assessoria de Comunicação da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira]</i></p>
<p><span id="docs-internal-guid-bea7396e-7fff-f44a-45ce-1053c807faf5"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><i><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/reunio2030800X530.png/@@images/7819a2a5-c0a4-4174-bf0e-7cc5e0311608.png" alt="" class="image-left" title="" /></i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Com objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento de políticas públicas em educação, o Instituto Ribeirão 2030, uma sociedade voluntária que reúne 28 organizações de Ribeirão Preto, finalizou seu novo documento com propostas que podem ser implementadas pela próxima gestão municipal eleita neste ano. Entre outras referências, o material conta com as recomendações que a Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, ofereceu ao município, graças ao projeto de análise de dados que conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O documento pode dar suporte para os debates e desenho de planos de governo de cada candidato, e é um desdobramento do </span><a href="https://rp.iea.usp.br/sociedade-organizada-apresenta-plano-de-cidade-para-ribeirao-preto/"><span>Plano de Cidade 2030</span></a><span>,</span><span> </span><span>que já havia sido apresentado nas últimas eleições municipais. Segundo os organizadores, para a eleição de 2024 os membros e mantenedores do Instituto elegeram a pauta da educação como a mais importante, pois apenas a partir da oferta de ensino com qualidade que Ribeirão Preto poderá vencer os demais desafios sociais. O novo documento, lançado agora, atualiza conhecimentos do plano de 2020 e aprofunda no detalhamento das questões em educação.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy5_of_1.png/image" alt="A conselheira do Instituto Ribeirão 2030 e consultora do plano, Adriana Silva" title="A conselheira do Instituto Ribeirão 2030 e consultora do plano, Adriana Silva" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A conselheira do Instituto Ribeirão 2030 e consultora do plano, Adriana Silva</dd>
</dl>“Os resultados da rede municipal estão muito aquém do potencial de uma cidade com o perfil de Ribeirão Preto. Por isso, nós fizemos um estudo da arte para entender o que diversos pesquisadores estavam identificando neste tema da educação, que vai ocupar a agenda do Instituto com prioridade”, afirmou a conselheira e consultora do plano, Adriana Silva. “O grupo que trabalhou neste projeto realizou leituras de todos os estudos produzidos pela Cátedra, e levamos em consideração as contribuições trazidas pelos pesquisadores, buscando reverberar a produção intelectual.”</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Na proposta, há referência ao diagnóstico que a equipe da Cátedra apresentou para a Secretaria Municipal de Educação a partir dos dados dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, indicando fragilidades e possibilidades para o desenho de políticas educacionais. O documento reproduz, também, as recomendações apresentadas após este levantamento, como a necessidade de assegurar redução na desigualdade entre as escolas da rede, de melhorar a aprendizagem em Matemática (a partir de formações continuadas específicas aos professores deste componente), além de profissionalizar a gestão escolar, estruturar na Secretaria uma equipe de técnicos em leitura de dados educacionais e garantir mais visibilidade às ações para melhorar o desempenho escolar na rede.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy5_of_2.png/@@images/0d042efe-af27-462e-9f1c-7587b6937431.png" alt="copy5_of_2.png" title="copy5_of_2.png" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A coordenadora do IEA-RP, Carla Ventura</dd>
</dl>“O IEA-RP possui importante parceria com o Instituto 2030, especialmente fornecendo evidências resultantes do trabalho da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, para a proposição de pautas para a educação do município. Nesse sentido, o documento lançado constitui exemplo desta colaboração e cumpre com uma das metas de nossa gestão, que é a de fortalecer ainda mais o diálogo qualificado do IEA com a sociedade civil ribeirão-pretana em áreas estratégicas para o desenvolvimento local”, afirma a coordenadora do IEA-RP, Carla Ventura.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>De acordo com os organizadores do material, o objetivo das propostas não é responsabilizar ou constranger gestores, inclusive porque “a melhora ou piora dos indicadores ocorre por razões multifatoriais, que na maioria das vezes extrapolam mandatos únicos”. O entendimento é de que o poder público precisa sempre fazer a gestão da cidade em parceria com as organizações que se consolidam como espaços de participação social. “A partir dessa premissa que o Ribeirão 2030 vem, desde sua fundação, atuando como um centro de debate (...) e se habilitando como um núcleo defensor de políticas colaborativas apresentadas para impulsionar o desenvolvimento social e econômico de Ribeirão Preto”.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além de refletir as perspectivas de diversos estudos, pesquisas e análises de especialistas, o plano traz também um amplo mapeamento sobre a rede municipal de ensino de Ribeirão Preto, incluindo a distribuição de matrículas, detalhes do orçamento municipal para Educação, infraestrutura das escolas, a formação de professores, os indicadores de desempenho, entre outros. Em cada uma das pautas, o plano traz um detalhamento de cenário e sugestões de estratégias a serem implementadas.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Conheça as cinco pautas para a educação</strong></span></p>
<ul>
<li><span>Pauta 1 – Conclusão e implementação do plano municipal da primeira infância</span></li>
<li><span>Pauta 2 – Elaboração de planejamento estratégico para a gestão da equidade</span></li>
<li><span>Pauta 3 – Criação e implementação de um plano de formação continuada que reconheça a diversa realidade dos profissionais da educação</span></li>
<li><span>Pauta 4 – Reorganização funcional da secretaria a fim de aprimorar o modelo de gestão da rede</span></li>
<li><span>Pauta 5 – Política de monitoramento e transparência, com amplo acompanhamento dos indicadores em todos os eixos da educação, publicização de diagnósticos e resultados e participação democrática da comunidade escolar.</span></li>
</ul>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><i>Fonte: Plano de Cidade 2024 - Educação/Instituto Ribeirão 2030</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-26T18:04:05Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/retratos-democracia-brasileira">
    <title>Retratos do Funcionamento da Democracia Brasileira (EVENTO ADIADO, DATA OPORTUNA A SER INFORMADA)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/retratos-democracia-brasileira</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Lançamento e apresentação dos resultados do Estudo Eleitoral Brasileiro (ESEB) 2022, pesquisa pós-eleitoral realizada <span>em novembro/dezembro de 2022 </span>em parceria entre o Projeto Temático Fapesp "Qualidade da Democracia Brasileira" (Unicamp/USP) e o INCT-Instituto da Democracia e da Democratização da Comunicação (UFMG).</p>
<p><span>A pesquisa tratou de representação política, eleições, conservadorismo e o funcionamento da democracia no Brasil.</span></p>
<p>Realização: Centro de Estudos de Opinião Pública – CESOP, da Unicamp, em parceria com o Grupo de Pesquisa da Qualidade da Democracia do Instituto de Estudos Avançados da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-06T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados">
    <title>Eleições brasileiras e governança florestal são temas do número 106 da revista "Estudos Avançados"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a7225344-7fff-7568-60be-d8e2820ce029"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-no-106" alt="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" class="image-right" title="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" />Com destaque para as eleições no Brasil e o tema da governança florestal, a edição 106 da revista Estudos Avançados é lançada este mês, e sua versão digital está disponível na <a class="external-link" href="https://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420220003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">plataforma SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte, "Dossiê eleições", traz artigos que se baseiam em investigações no campo das ciências políticas para abordar a história eleitoral brasileira. "Os artigos exploram inquietações presentes na opinião pública, no debate midiático e na agenda de política, tanto nacional como regional e local", explica o editor Sérgio Adorno.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Três temas da maior relevância, segundo Adorno, estão presentes na edição: pesquisas eleitorais, programas das candidaturas e os fundamentos ideológicos do bolsonarismo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As tendências e desempenhos das pesquisas eleitorais foram analisadas por Fernando Meireles, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e Guilherme Russo, </span><span>lecturer </span><span>na Escola de Economia de São Paulo (EESP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base em estimativas de pesquisas realizadas entre 2012 e 2020. Já Bruno Wilhelm Speck, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofa, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, no artigo "Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado", avaliou que lideranças políticas são capazes de fidelizar os eleitores mais do que os partidos, a partir de dados sobre as eleições para prefeitos realizadas entre 2000 e 2020. Ainda, Lucio Rennó, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), analisou os componentes ideológicos do eleitor que apoia Jair Bolsonaro baseados em preferências sobre temas políticos no artigo "Bolsonarismo e as eleições de 2022".</span></p>
<p dir="ltr"><span>No texto "O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais", Antonio Carlos Alkmim, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e Sonia Luiza Terron, doutora em Ciência Política, usaram as oito eleições presidenciais brasileiras no período pós-ditadura militar como objeto de análise. "A polarização geográfica entre o primeiro e o segundo colocado é uma característica das eleições presidenciais brasileiras desde 1989 até 2018. Varia o sentido, a intensidade e a geografia do confronto, mas ela está presente em todas as eleições", apontam</span></p>
<p dir="ltr"><span>As reformas eleitorais enquanto reflexos do amadurecimento do sistema político brasileiro após a Constituição de 1988 foram abordadas por Arthur Fisch e Lara Mesquita, pesquisadores do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp) da FGV, que exploraram as mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral. Para eles, "é importante estar atento a tais mudanças para que o sistema evolua de forma a consolidar os ganhos da democracia".</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outras contribuições ainda abordaram as percepções dos eleitores brasileiros sobre os partidos políticos desde o processo de redemocratização e o financiamento de campanhas </span><span>e desempenho das mulheres nas eleições brasileiras.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"Se, por um lado, recentes inovações legislativas têm produzido impactos positivos, por outro, ainda assim reações conservadoras têm mitigado conquistas e mantido representação predominantemente masculina", diz Sérgio Adorno sobre reformas e igualdade de gênero na arena eleitoral brasileira nas três últimas décadas.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança florestal</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com o artigo que abre o segundo dossiê, governança florestal é um tema estratégico para a revista desde a </span><a href="https://www.scielo.br/j/ea/i/1990.v4n9/"><span>publicação do número 9</span></a><span> sobre o Projeto Floram – Florestas para o Meio Ambiente (1990), liderado pelo professor Aziz Ab’Saber, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Seus artigos trazem subsídios para uma reflexão sobre o avanço no campo da governança florestal no Brasil e as perspectivas globais no campo da governança ambiental e climática feitas nesta edição.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para falar da legislação florestal brasileira, o artigo de Paulo Eduardo dos Santos Massoca, pesquisador associado ao Center for the Analysis of Social-Ecological Landscapes (Casel) da Universidade de Indiana, e de Eduardo Sonnewend Brondízio, do Departamento de Antropologia da Universidade de Indiana, parte de um exame das narrativas sobre os valores de árvores e florestas nas leis desde o século XVI – com sua recente revalorização e o conflito de interesses opostos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na sequência, o artigo "Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade", de Ricardo Abramovay, do Instituto de Energia e Ambiente da USP, explora as raízes ideológicas e culturais dos incentivos à destruição florestal, e apresenta forças que buscam se contrapor às atuais políticas federais e iniciativas com o potencial de abrir caminho a uma economia da sociobiodiversidade florestal.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os demais artigos abordam temas como as reações e resistências lideradas por associações da sociedade civil e por força de coalizões e plataformas multissetoriais; inovações socioecológicas que conformam relações sociais que têm a comunidade local como protagonista; e uma análise dos destaques do Web-Seminário "Construindo Diálogos sobre Governança Florestal".</span></p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" nº 106</span></h3>
<p dir="ltr"><span><strong>Dossiê Eleições</strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais de 1989 a 2018 - Antonio Carlos Alkmim e Sonia Luiza Terron</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Reformas eleitorais no Brasil contemporâneo: mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral -</span><span> Arthur Fisch e Lara Mesquista</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Para onde foram os partidos na opinião pública? As percepções sobre os partidos políticos na redemocratização no Brasil - </span><span>Rachel Meneguello e Oswaldo E. do Amaral</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado -</span><span> Bruno Wilhelm Speck</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Financiamento de campanhas e desempenho eleitoral das mulheres nas eleições brasileiras (1998-2020) - </span><span>Vitor de Moraes Peixoto, Larissa Martins Marques e Leandro Molhano Ribeiro</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Pesquisas eleitorais no Brasil: Tendências e desempenho - </span><span>Fernando Meireles e Guilherme Russo</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Esquerda, direita e eleições presidenciais no Brasil - </span><span>Gabriela Tarouco</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Bolsonarismo e as eleições de 2022 - </span><span>Lucio Rennó</span></p>
</li>
</ul>
<p> </p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança Florestal</strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Governança florestal: três décadas de avanços - </span><span>Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo e Liviam E. Cordeiro-Beduschi</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Protegemos quando valorizamos: história da legislação florestal brasileira - </span><span>Paulo Eduardo dos Santos Massoca e Eduardo Sonnewend Brondízio</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade - </span><span>Ricardo Abramovay</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Experiências de governança da restauração de ecossistemas e paisagens no Brasil - </span><span>Robin L. Chazdon, Rafael B. Chaves, Miguel Calmon, Ludmila Pugliese de Siqueira e Rodrigo G. Prates Junqueira</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Casos brasileiros de Restauração Socioinovadora de Paisagens - </span><span>Aurélio Padovezi, Jordano Roma, Daniela Coura, Lucas Antunes da Silva, Marina Campos, Patrick Ayrivie de Assumpção e Laura Secco</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Ação coletiva multinível e inovação socioecológica na governança florestal - </span><span>Liviam E. Cordeiro-Beduschi, Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo, Aurelio Padovezi, Jordano Roma Buzati, Marcus Vinícius Chamon Schmidt e Raquel Rodrigues dos Santos</span></p>
</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-10-31T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados">
    <title>Eleições brasileiras e governança florestal são temas do número 106 da revista "Estudos Avançados"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/eleicoes-brasileiras-e-governanca-florestal-sao-temas-da-edicao-106-da-revista-estudos-avancados</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a7225344-7fff-7568-60be-d8e2820ce029"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-no-106" alt="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" class="image-right" title="Capa da Revista Estudos Avançados no. 106" />Com destaque para as eleições no Brasil e o tema da governança florestal, a edição 106 da revista Estudos Avançados é lançada este mês, e sua versão digital está disponível na <a class="external-link" href="https://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420220003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">plataforma SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte, "Dossiê eleições", traz artigos que se baseiam em investigações no campo das ciências políticas para abordar a história eleitoral brasileira. "Os artigos exploram inquietações presentes na opinião pública, no debate midiático e na agenda de política, tanto nacional como regional e local", explica o editor Sérgio Adorno.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Três temas da maior relevância, segundo Adorno, estão presentes na edição: pesquisas eleitorais, programas das candidaturas e os fundamentos ideológicos do bolsonarismo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As tendências e desempenhos das pesquisas eleitorais foram analisadas por Fernando Meireles, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e Guilherme Russo, </span><span>lecturer </span><span>na Escola de Economia de São Paulo (EESP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base em estimativas de pesquisas realizadas entre 2012 e 2020. Já Bruno Wilhelm Speck, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofa, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, no artigo "Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado", avaliou que lideranças políticas são capazes de fidelizar os eleitores mais do que os partidos, a partir de dados sobre as eleições para prefeitos realizadas entre 2000 e 2020. Ainda, Lucio Rennó, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), analisou os componentes ideológicos do eleitor que apoia Jair Bolsonaro baseados em preferências sobre temas políticos no artigo "Bolsonarismo e as eleições de 2022".</span></p>
<p dir="ltr"><span>No texto "O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais", Antonio Carlos Alkmim, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e Sonia Luiza Terron, doutora em Ciência Política, usaram as oito eleições presidenciais brasileiras no período pós-ditadura militar como objeto de análise. "A polarização geográfica entre o primeiro e o segundo colocado é uma característica das eleições presidenciais brasileiras desde 1989 até 2018. Varia o sentido, a intensidade e a geografia do confronto, mas ela está presente em todas as eleições", apontam</span></p>
<p dir="ltr"><span>As reformas eleitorais enquanto reflexos do amadurecimento do sistema político brasileiro após a Constituição de 1988 foram abordadas por Arthur Fisch e Lara Mesquita, pesquisadores do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp) da FGV, que exploraram as mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral. Para eles, "é importante estar atento a tais mudanças para que o sistema evolua de forma a consolidar os ganhos da democracia".</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outras contribuições ainda abordaram as percepções dos eleitores brasileiros sobre os partidos políticos desde o processo de redemocratização e o financiamento de campanhas </span><span>e desempenho das mulheres nas eleições brasileiras.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"Se, por um lado, recentes inovações legislativas têm produzido impactos positivos, por outro, ainda assim reações conservadoras têm mitigado conquistas e mantido representação predominantemente masculina", diz Sérgio Adorno sobre reformas e igualdade de gênero na arena eleitoral brasileira nas três últimas décadas.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança florestal</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com o artigo que abre o segundo dossiê, governança florestal é um tema estratégico para a revista desde a </span><a href="https://www.scielo.br/j/ea/i/1990.v4n9/"><span>publicação do número 9</span></a><span> sobre o Projeto Floram – Florestas para o Meio Ambiente (1990), liderado pelo professor Aziz Ab’Saber, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Seus artigos trazem subsídios para uma reflexão sobre o avanço no campo da governança florestal no Brasil e as perspectivas globais no campo da governança ambiental e climática feitas nesta edição.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para falar da legislação florestal brasileira, o artigo de Paulo Eduardo dos Santos Massoca, pesquisador associado ao Center for the Analysis of Social-Ecological Landscapes (Casel) da Universidade de Indiana, e de Eduardo Sonnewend Brondízio, do Departamento de Antropologia da Universidade de Indiana, parte de um exame das narrativas sobre os valores de árvores e florestas nas leis desde o século XVI – com sua recente revalorização e o conflito de interesses opostos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na sequência, o artigo "Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade", de Ricardo Abramovay, do Instituto de Energia e Ambiente da USP, explora as raízes ideológicas e culturais dos incentivos à destruição florestal, e apresenta forças que buscam se contrapor às atuais políticas federais e iniciativas com o potencial de abrir caminho a uma economia da sociobiodiversidade florestal.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os demais artigos abordam temas como as reações e resistências lideradas por associações da sociedade civil e por força de coalizões e plataformas multissetoriais; inovações socioecológicas que conformam relações sociais que têm a comunidade local como protagonista; e uma análise dos destaques do Web-Seminário "Construindo Diálogos sobre Governança Florestal".</span></p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" nº 106</span></h3>
<p dir="ltr"><span><strong>Dossiê Eleições</strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>O Brasil é realmente um país polarizado? Análise das eleições presidenciais de 1989 a 2018 - Antonio Carlos Alkmim e Sonia Luiza Terron</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Reformas eleitorais no Brasil contemporâneo: mudanças no sistema proporcional e de financiamento eleitoral -</span><span> Arthur Fisch e Lara Mesquista</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Para onde foram os partidos na opinião pública? As percepções sobre os partidos políticos na redemocratização no Brasil - </span><span>Rachel Meneguello e Oswaldo E. do Amaral</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Partidos dominam registro de candidaturas, lideranças conectam melhor com o eleitorado -</span><span> Bruno Wilhelm Speck</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Financiamento de campanhas e desempenho eleitoral das mulheres nas eleições brasileiras (1998-2020) - </span><span>Vitor de Moraes Peixoto, Larissa Martins Marques e Leandro Molhano Ribeiro</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Pesquisas eleitorais no Brasil: Tendências e desempenho - </span><span>Fernando Meireles e Guilherme Russo</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Esquerda, direita e eleições presidenciais no Brasil - </span><span>Gabriela Tarouco</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Bolsonarismo e as eleições de 2022 - </span><span>Lucio Rennó</span></p>
</li>
</ul>
<p> </p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança Florestal</strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Governança florestal: três décadas de avanços - </span><span>Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo e Liviam E. Cordeiro-Beduschi</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Protegemos quando valorizamos: história da legislação florestal brasileira - </span><span>Paulo Eduardo dos Santos Massoca e Eduardo Sonnewend Brondízio</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Fundamentalismo sectário impede o fortalecimento da economia da sociobiodiversidade - </span><span>Ricardo Abramovay</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Experiências de governança da restauração de ecossistemas e paisagens no Brasil - </span><span>Robin L. Chazdon, Rafael B. Chaves, Miguel Calmon, Ludmila Pugliese de Siqueira e Rodrigo G. Prates Junqueira</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Casos brasileiros de Restauração Socioinovadora de Paisagens - </span><span>Aurélio Padovezi, Jordano Roma, Daniela Coura, Lucas Antunes da Silva, Marina Campos, Patrick Ayrivie de Assumpção e Laura Secco</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Ação coletiva multinível e inovação socioecológica na governança florestal - </span><span>Liviam E. Cordeiro-Beduschi, Cristina Adams, Luciana Gomes de Araujo, Aurelio Padovezi, Jordano Roma Buzati, Marcus Vinícius Chamon Schmidt e Raquel Rodrigues dos Santos</span></p>
</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-10-31T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-influencia-da-corrida-eleitoral-na-inflacao">
    <title>Especialistas discutem influência da corrida eleitoral na inflação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-influencia-da-corrida-eleitoral-na-inflacao</link>
    <description>USP Analisa leva ao ar nesta sexta última parte da entrevista com Nelson Augusto, do Banco Ribeirão Preto, e Rudinei Toneto, da FEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-8efd5c68-7fff-0db2-69b1-060b3e61f686"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_2.png/@@images/f0ccfb9b-33ae-4267-874a-85a9364b5f42.png" alt="" class="image-left" title="" />As eleições se aproximam e a dúvida que fica é: a corrida eleitoral pode interferir negativamente na inflação ou a alta atual é apenas um pico que tende a cair? Na última parte da entrevista ao USP Analisa sobre o tema, o economista e presidente do Banco Ribeirão Preto Nelson Rocha Augusto e o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Rudinei Toneto Junior respondem a esse questionamento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Rudinei, a tendência em relação à inflação é otimista, porém o período eleitoral e o atual governo devem deixar um sério ônus fiscal e um cenário crítico de desmonte de instituições. “A grande preocupação que fica é com qual vai ser o Estado que nós vamos ter no final do ano, Estado em termos de desempenho fiscal, de estrutura, um Estado que foi desmontado em áreas-chaves, a questão ambiental, a questão da fiscalização da receita. Os órgãos de fiscalização estão desestruturados, quebrados do ponto de vista fiscal e de estrutura. Então a remontagem das capacidades do Estado é algo de grande dificuldade que se coloca. Mas em termos de inflação, eu acho que a tendência é a redução”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nelson acredita que, após as eleições, o fim da incerteza política deve beneficiar o câmbio e valorizar a moeda nacional. “A gente tem espaço para uma apreciação forte do real, uma caída do dólar, porque depois da eleição, independente do que aconteça, a incerteza política cai. A gente não tem mais incerteza porque você já sabe quem ganhou, tanto no Congresso quanto no Executivo. O Congresso, nesse sentido, é extremamente importante porque todas as projeções mostram uma renovação muito relevante, mais de 50% na Câmara e um pedaço bastante grande no Senado. E se você tiver uma política mais crível - política econômica, principalmente - e defendendo as instituições, nós vamos ter entrada de dinheiro de fora”, afirma.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho da entrevista, que pode ser acessada na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-07-29T13:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/coloquio-debate-questoes-ambientais-nas-eleicoes-presidenciais-do-brasil">
    <title>Colóquio debate questões ambientais nas eleições presidenciais do Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/coloquio-debate-questoes-ambientais-nas-eleicoes-presidenciais-do-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-30709feb-7fff-f121-2346-15c2a84ca99d"> </span></p>
<p dir="ltr">Nos dias <strong>15</strong> <strong>e </strong><strong><span>16 </span>de <span>setembro</span></strong> acontece o colóquio "Questões ambientais no contexto das próximas eleições presidenciais no Brasil: avaliação e perspectivas" no Campus Condorcet (Aubervilliers, França). Os interessados em participar do evento, de forma presencial ou online, devem preencher o <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScOmTDP4d1bM1Mx99F1pg7MVF4Plnstk2MiX0YYkqKPuk8f0g/viewform"><span>formulário de inscrição</span></a> até 14 de setembro. O evento será realizado em português, com tradução simultânea para o francês.</p>
<p dir="ltr"><span>A organização é do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/institut-des-ameriques"><span>Institut des Amériques (IdA)</span></a><span>, com sede no IEA, e do Centre de Recherche et de Documentation sur des Amériques (CREDA), em parceria com a Associação de Pesquisa sobre o Brasil na Europa (ARBRE), a Red Políticas Públicas y Desarrollo Rural en América Latina y el Caribe (Red PP-AL) e o Pôle de recherche pour l'organisation et la diffusion de l'information géographique de l’Université Paris 1 (PRODIG, Paris 1).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com as eleições brasileiras marcadas para outubro de 2022, o colóquio propõe uma análise do mandato do atual presidente da República, Jair Bolsonaro, e dos efeitos de sua atuação sobre questões ambientais a partir de um debate entre pesquisadores de diversas áreas. Durante a campanha eleitoral de 2018, Bolsonaro, então candidato, afirmou que "nem um centímetro a mais [seria demarcado] para terras indígenas". "Mais de três anos depois de ter sido eleito, poucos são os que defendem a atuação do governo sobre as questões ambientais, amplamente criticada no Brasil e internacionalmente", afirmam os organizadores.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os temas a serem debatidos passam pelas teorias da conspiração propagadas no início do governo Bolsonaro, a agenda climática e relação com o agronegócio, com a Amazônia Legal e com os povos tradicionais, o desmantelamento das capacidades estatais no setor ambiental do país, a agroecologia e conservação ambiental, perspectivas no contexto das próximas eleições, entre outros tópicos.</span></p>
<p><span>A programação completa pode ser acessada </span><a href="https://jebresil.sciencesconf.org/program">aqui</a><span>.</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-07-26T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/segundo-dialogo-do-iea-com-a-reitoria-2022-2026">
    <title>Segundo Diálogo do IEA com a Reitoria 2022-2026 - 3 de novembro de 2021</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/segundo-dialogo-do-iea-com-a-reitoria-2022-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-11-19T12:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/primeiro-dialogo-do-iea-com-a-reitoria-2022-2026">
    <title>Primeiro Diálogo do IEA com a Reitoria 2022-2026 - 28 de outubro de 2021</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/primeiro-dialogo-do-iea-com-a-reitoria-2022-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-28T21:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/que-fazer-em-2022">
    <title>Biodiversidade: O que Fazer em 2022?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/que-fazer-em-2022</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>Roteiros da Biodiversidade</b></p>
<p>Mais um seminário da série<i> Roteiros da Biodiversidade</i>, este encontro irá abordar se do resultado das eleições dependerá a possibilidade do país recuperar seu protagonismo internacional perante a comunidade internacional, e simultaneamente se reencontrar com os movimentos pela sustentabilidade que hoje incorporam o setor empresarial cosmopolita e comunidade científica, alinhados com a sociedade civil .</p>
<p>Em conjunto, diga-se, com entidades multilaterais, agências das Nações Unidas e governos nacionais e subnacionais.</p>
<p><b>Abertura:</b></p>
<div>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a> (IEA USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/clovis-borges" class="external-link">Clóvis Borges</a><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/clovis-borges" class="external-link"> </a><span>(Presidente SPVS),</span> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giem-guimaraes" class="external-link">Giem Guimarães</a> (OJC)</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-feldmann" class="external-link">Fábio Feldmann</a><span> (consultor independente)</span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-07-07T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-lanca-guia-para-cidades-sustentaveis-voltado-para-candidatos-a-prefeito-em-2020">
    <title>USP Cidades Globais lança Guia para Cidades Sustentáveis voltado para candidatos a prefeito em 2020  </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-lanca-guia-para-cidades-sustentaveis-voltado-para-candidatos-a-prefeito-em-2020</link>
    <description>O documento mapeia itens de agendas políticas de cidades brasileiras e os associa aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Acesse o <span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020-4/" class="external-link">Guia para Cidades Sustentáveis: Eleições 2020</a></span></p>
<p>Assista ao <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=hzX0bD9GIvw&amp;t=9262s&amp;ab_channel=InstitutodeEstudosAvan%C3%A7adosdaUSP">vídeo</a> de lançamento do guia</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em outubro, o Centro de Síntese USP Cidades Globais (USPCG) publicou o <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020-4/" class="external-link">Guia para Cidades Sustentáveis: Eleições 2020</a>, produzido ao longo de 2020. O documento é fruto do trabalho dos pós-doutorandos do USPCG e mapeia itens de agendas políticas das cidades brasileiras que podem ser usados para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, elaborada pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p dir="ltr">Coordenador do USP Cidades Globais, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, explica que a missão do programa “é aumentar a sustentabilidade urbana e assim melhorar a qualidade de vida da população nas cidades. Para isso, acreditamos que o caminho para o desenvolvimento sustentável, utilizando os objetivos da ONU, seria adequado porque as Nações Unidas usam fortemente o conhecimento científico para produzir seus documentos”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Além de promover a sustentabilidade urbana nas agendas e ações municipais, o guia tem como objetivo fornecer à população e à imprensa uma ferramenta qualificada e acessível de cobrança da sociedade sobre a eficiência, eficácia e efetividade das propostas feitas pelos candidatos durante a campanha e após a definição das eleições.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><dl class="image-left captioned" style="width:267px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agenda-guia-para-cidades/image" alt="Agenda guia para cidades" title="Agenda guia para cidades" height="400" width="267" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:267px;">Centro da cidade de São Paulo </dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">O diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a> acredita que “é um grande desafio estabelecer uma comunicação bilateral [entre universidade e sociedade] para que haja de fato uma co-criação mas, nesse sentido, o guia cumpre este papel. Houve escuta, produção e há uma devolutiva para a sociedade mais ampla.”, diz Plonski.</p>
<p dir="ltr">Para tratar da sustentabilidade dos municípios, o Centro de Síntese analisa o urbsistema, “que seria uma adaptação do ecossistema”, explicou Buckeridge. Segundo ele, esta teoria propõe que a cidade é um mecanismo de processamento de materiais, água e energia que, ao produzirem serviços e produtos aos cidadãos, geram resíduos. “Quanto menos energia e água o urbsistema usar e gerar menos resíduo, mais sustentável ele será”, completa.</p>
<p dir="ltr">Por meio de workshops com pesquisadores especialistas em agendas urbanas aplicadas, foram obtidos 204 itens de agenda para candidatos aos cargos de vereador e prefeito, que foram analisados por grupos de trabalho. Além disso, os pós-doutorandos estudaram as metas que compõem cada ODS para derivar o nexo de cada uma delas. O nexo é um conjunto de três temas prioritários articulados pelas metas da ONU.</p>
<p dir="ltr">Foram encontrados nove temas prioritários: educação, saneamento, saúde, mudanças climáticas, meio ambiente, mobilidade, emprego e renda, assistência social e habitação. Outros três temas perpassam todos os considerados prioritários e, por isso, foram chamados de transversais: tecnologia e inovação, diálogo com a sociedade, e legislação.</p>
<p dir="ltr">Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior">Arlindo Philippi Jr</a>, vice-coordenador do USPCG, “todos os temas estão devidamente conectados pelas transversalidades, porque a participação social é obrigatória como uma grande ação permanente”.</p>
<p dir="ltr">Após identificá-los, os pesquisadores elaboraram três ações genéricas que poderiam ser feitas para atingir as metas propostas pelas ODS, as quais foram sintetizadas em um conjunto de 13 ações gerais: investir em infraestrutura, planejar, intensificar ações existentes, estimular parcerias, executar novas ações, aumentar renda, dialogar com a população, investir em pessoal, fiscalizar, gerar empregos, prevenir, consolidar propostas e aprimorar assistência.</p>
<p dir="ltr">Com essas análises, os itens de agenda passaram pela curadoria dos pesquisadores, reduzindo o número de propostas de 204 para 193. Eles usaram de quatro critérios: se relacionam com a Agenda 2030, se são obrigatórios para o município, se foram propostos por prefeitos e vereadores e se há repetição de itens em diferentes metas dos ODS.</p>
<p dir="ltr">O documento pode ser lido de duas formas: por ODS e por tema. Para cada ODS e tema prioritário, foram colocadas as propostas de agenda que funcionam como caminho para a realização do objetivo. Dentro de um tema, pode-se encontrar propostas relacionadas a mais de um ODS. Buckeridge enfatiza que os pesquisadores não elaboraram propostas para colocar no guia.“Não foi o objetivo neste curto período de tempo, o documento mostra itens de agenda. Já é possível pensar em algumas propostas, mas para embasá-las [na ciência] é preciso mais estudos”.</p>
<p>Professor da  Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tadeu-fabricio-malheiros">Tadeu Malheiros</a> comenta que o guia permite gerar eficiência aos gestores municipais: “Esse alinhamento das políticas vai essencialmente dar para os gestores maior eficiência das cidades em gerir suas infraestruturas e seus processos, na melhor distribuição dos benefícios a serem gerados, reduzindo desigualdades e problemas crônicos. Essa maior eficiência significa acelerar as mudanças positivas”.</p>
<h3>Apresentação do Guia</h3>
<p>O trabalho foi apresentado no dia 19 de outubro, no evento UrbanSus - Guia para Cidades Sustentáveis: Eleições 2020 realizado pelo IEA. Estiveram presentes os pós doutorandos do Centro de Síntese <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-bacchiegga">Fábio Bacchiegga</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thelmo-de-carvalho-teixeira-branco-filho">Thelmo Branco Filho</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gersica-moraes-nogueira-da-silva">Gérsica da Silva</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto">Débora Sotto</a>; o coordenador do USPCG, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>; o vice-coordenador do Centro de Síntese, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior">Arlindo Philippi Jr</a>; o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a> ; o coordenador do Grupo de Pesquisa Complexidade, Sustentabilidade e Políticas Públicas do IEA e ex-vereador de São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1">Ricardo Young</a>; o professor da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tadeu-fabricio-malheiros">Tadeu Fabricio Malheiros</a>; a pesquisadora do USPCG e professora da Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-da-penha-vasconcellos">Maria da Penha Vasconcellos</a>; a também professora da FSP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wanda-risso-gunther?searchterm=wanda+" class="external-link">Wanda Maria Gunther</a>; o coordenador do Grupo de Estudos de Meio Ambiente e Sociedade do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi">Pedro Roberto Jacobi</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro">Wagner Costa Ribeiro</a>, também membro do grupo. A mediação do evento foi realizada pelos jornalistas <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roxane-re">Roxane Ré</a>, editora do Jornal da USP no Ar, e Sérgio Gomes, diretor da Oboré Projetos Especiais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">foto: Marcos Santos/Jornal da USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-30T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/candidatos-a-prefeitura-de-ribeirao-preto-se-comprometem-com-plano-de-cidade">
    <title>Candidatos à prefeitura de Ribeirão Preto se comprometem com Plano de Cidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/candidatos-a-prefeitura-de-ribeirao-preto-se-comprometem-com-plano-de-cidade</link>
    <description>Documento foi elaborado por 28 entidades municipais, incluindo o IEA-RP, com sugestões de políticas públicas locais para os próximos dez anos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-295bd267-7fff-eb2f-5c15-e0832d8c88ea"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/image1536x755.png/@@images/da8dbe94-f423-4710-90ac-7eefda44235d.png" alt="" class="image-left" title="" />Os candidatos à prefeitura de Ribeirão Preto Duarte Nogueira (PSDB) e Suely Vilela (PSB) assinaram, nesta semana, uma carta-compromisso em que se comprometem a seguir as 30 metas propostas no </span><a href="http://www.ribeirao2030.com.br/planodecidade"><span>Plano de Cidade</span></a><span>. O documento formulado por 28 entidades representativas do município, incluindo o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, traz sugestões de políticas públicas locais para os próximos dez anos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Coordenado pelo </span><a href="https://www.ribeirao2030.com.br/"><span>Instituto Ribeirão 2030</span></a><span>, o Plano de Cidade é dividido em quatro eixos: modernização da gestão, desenvolvimento econômico, políticas sociais e políticas urbanas e ambientais. O documento tem 262 páginas, com cerca de 300 sugestões de ações para o poder público, formuladas a partir de cem entrevistas com especialistas. </span></p>
<p dir="ltr"><span>“Parabenizamos a abertura e comprometimento dos dois candidatos. O Plano de Cidade é uma construção coletiva de diversas entidades, com o objetivo comum de melhorarmos nosso município em múltiplos aspectos. Buscamos, principalmente, a atuação em rede, sendo parceiros dos gestores na formulação e execução de políticas públicas”, afirma Eduardo Amorim, presidente do Instituto Ribeirão 2030.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para o coordenador do IEA-RP, Antonio José da Costa Filho, participar da elaboração do Plano de Cidade e, consequentemente, da carta-compromisso, marca a consolidação do Polo como um locus de conexão entre a USP, a sociedade civil e o poder público municipal. A oportunidade de integrar a iniciativa surgiu a partir da atuação da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“</span><span>O polo do IEA aqui em Ribeirão Preto é hoje visto como a ponta de lança da universidade dentro da cidade. Esse é um objetivo que tínhamos desde a última gestão e esperamos que se desdobre em outras ações envolvendo a USP e a cidade de Ribeirão Preto. Acho que a participação na elaboração desses documentos mostra claramente que, tanto do lado da universidade quanto do lado da sociedade civil e do poder público, o IEA-RP hoje é visto e procurado como sendo aquela instituição dentro da USP capaz de fazer essa conexão”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Costa Filho destaca que a USP tem um papel fundamental para que essas propostas saiam do papel. “</span><span>Se você analisar o documento, a USP tem abrangência em produção de conhecimento para contribuir em todas essas 30 metas que estão colocadas lá. A carta-compromisso assinada pelos candidatos é muito importante porque esse plano é para dez anos, então perpassa a administração municipal. É preciso ainda envolver os vereadores eleitos, para que o poder legislativo municipal também se comprometa com esse plano”, afirma ele.</span></p>
<p><span>Com informações do </span><a href="https://www.ribeirao2030.com.br/2020/11/25/suely-e-nogueira-se-comprometem-com-30-metas-para-ribeirao-preto/"><span>Instituto Ribeirão 2030</span></a></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-27T15:18:58Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-guia-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020">
    <title>UrbanSus - Guia para Cidades Sustentáveis: Eleições 2020</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-guia-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Normal1"><strong>Webinar</strong></p>
<p class="Normal1">Neste 2020, ano em que se realizam eleições para Prefeitos(as) e Vereadores(as) no país, os professores, pesquisadores colaboradores e pós-doutores do <span>Centro de Síntese USP Cidades Globais (USP CG)</span> realizaram estudos para estabelecer as relações entre as ações e intervenções necessárias à melhoria das condições de vida da sociedade no contexto das cidades e suas conexões com os <a class="external-link" href="https://www.unicef.org/brazil/objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU</a>. Os resultados obtidos deram origem ao <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020-4/" class="external-link">Guia para Cidades Sustentáveis</a> e atendem à finalidade de oferecer um conjunto de propostas contendo itens de agenda que possam contribuir para as campanhas dos candidatos aos cargos municipais de vereadores(as) e prefeitos(as) nas cidades brasileiras.</p>
<p>Três objetivos, portanto, estão colocados:</p>
<p>(1)fornecer parâmetros que possam balizar a decisão de candidatos a cargos de vereadores(as) e prefeitos(as) na escolha de itens de agenda para suas campanhas e, se eleitos, possam exercer seus mandatos no sentido de aumentar a sustentabilidade urbana dos municípios brasileiros;</p>
<p>(2)subsidiar a mídia para questionar os candidatos em debates e entrevistas de forma a, se possível, salientarem a importância da sustentabilidade das cidades a partir dos programas por eles propostos, seja para o legislativo (vereadores/as) ou para o executivo (prefeitos/as); e</p>
<p>(3)fornecer à população uma ferramenta qualificada de cobrança dos candidatos sobre o que prometem e o que cumprem. Espera-se que este guia possa ser utilizado também, ao longo dos mandatos dos vencedores das eleições, como um documento de cobrança da sociedade sobre a eficiência, eficácia e efetividade dos candidatos por ela eleitos. Esta circunstância fornece as condições para que sejam estabelecidos modelos de gestão urbana com forte embasamento no conhecimento científico, que tragam sustentabilidade às cidades.</p>
<p><strong>O USP Cidades Globais</strong></p>
<p class="Normal1">O <strong>Centro de Síntese USP Cidades Globais (USP CG)</strong><strong>,</strong> sediado no Instituto de Estudos Avançados da USP, surge em 2016 como espaço de diálogo e convergência intelectual entre pesquisadores, sociedade civil e setores público e privado, voltado para o entendimento e encontro de propostas e soluções para <strong>a promoção da qualidade de vida nas cidades</strong>.</p>
<p class="Normal1">A missão do USP CG é entender a cidade como um sistema complexo, por meio de uma abordagem inter e transdisciplinar, que possa fornecer respostas para a seguinte pergunta norteadora, com projeções até 2050: o que pode ser feito para melhorar a vida das pessoas nas cidades e regiões metropolitanas?</p>
<p class="Normal1">Sendo o <strong>Instituto de Estudos Avançados da USP</strong> por natureza um instituto interdisciplinar, o USP CG visa oferecer a pesquisadores e profissionais a possibilidade de desenvolver pesquisas inovadoras, estabelecer conexões acadêmicas e ingressar nas várias redes de pesquisa com as quais o IEA/USP e outras unidades têm relacionamento.</p>
<p class="Normal1"><strong>UrbanSus</strong></p>
<p class="Normal1"><span>Este seminário é realizado no âmbito do </span><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/urbansus/eventos-urbansus" class="external-link">Ciclo de Seminários UrbanSus</a> </strong><strong>e </strong><span>visa apresentar e disponibilizar à comunidade em geral os resultados desses estudos.</span></p>
<p class="Normal1">O <strong>Ciclo de Seminários UrbanSus</strong><strong> </strong>tem o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setores públicos e empresariais, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, o Ciclo UrbanSus visa refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas, compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras.</p>
<p class="Normal1">Assim, no contexto do Ciclo UrbanSus, o seminário propõe-se a trazer maior compreensão sobre o tema na academia, na sociedade e nos setores públicos e empresariais, visando a construção de uma cultura da sustentabilidade nos processos de desenvolvimento urbano e das cidades brasileiras.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-05T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/america-latina-neoliberalismo">
    <title>Cenário político da América Latina é tema de seminário em ciclo sobre o neoliberalismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/america-latina-neoliberalismo</link>
    <description>Parte das atividades do Grupo de Estudos Neoliberalismo, Subjetivação e Resistências, encontro é no dia 16 de março, às 14h</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcha-mas-grande-de-chile-2019/image" alt="Marcha Mas Grande De Chile 2019" title="Marcha Mas Grande De Chile 2019" height="375" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">As manifestações que tomaram as ruas chilenas em 2019 começaram após o aumento do preço da passagem do metrô | Hugo Morales/Wikimedia Commons</dd>
</dl></p>
<p><i><b>ATENÇÃO: </b>Atendendo às medidas de prevenção à disseminação do coronavírus (Covid-19), este evento foi CANCELADO. </i></p>
<p>O seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/metamorfoses-neoliberalismo-1" class="external-link">Entre Eleições e Insurreições: Para Onde Vai a América Latina</a>?</i>, que acontece no dia <strong>16 de março, às 14h</strong>, no IEA, irá abordar o que os organizadores veem como uma “onda progressista que atravessou boa parte do continente sul-americano nas últimas duas décadas”, além de também analisar os “processos políticos que impuseram importantes inflexões no campo das instituições democráticas”.<br /><br /><span>Primeiro encontro do ciclo </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/metamorfoses-neoliberalismo-/" class="external-link">Metamorfoses do Neoliberalismo e Emergências Críticas</a></i><span>, a atividade é aberta ao público, com </span><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfHNuuXiqmOQqUH7C2E2hzEpul1SKypjX41845yOQwsPshZnA/viewform">inscrição prévia</a><span>. Para assistir a </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a><span> pelo site do IEA, não é preciso se inscrever.<br /><br /></span><span>O expositor será </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-luis-barbosa-dos-santos" class="external-link">Fabio Luis Barbosa dos Santos</a><span>, doutor em história econômica pela USP e professor do departamento de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A história e as relações internacionais da América Latina estão entre os temas pesquisados por Santos.<br /><br /></span><span>A moderação será de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilton-ken-ota" class="external-link">Nilton Ota</a><span>, pesquisador colaborador do departamento de Sociologia da FFLCH-USP e vice-coordenador do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/neoliberalismo-subjetivacao-e-resistencias" class="external-link">Grupo de Estudos Neoliberalismo, Subjetivação e Resistências</a><span> do IEA, que organiza o ciclo em parceria com a Rede Interdisciplinar de Pesquisadores (FFLCH/USP) e o laboratório Sophiapol (Université Paris-Nanterre).<br /><br /></span><span>O ciclo, que está em sua segunda edição, tem como objetivo apresentar e aprofundar hipóteses trabalhadas pelo grupo de estudos no IEA. Segundo os organizadores, a análise será focada nos “elementos que sugerem tanto a estruturação de um processo antidemocrático cada vez mais mundializado, quanto a emergência de novas modalidades de organização e ação, de resistência e invenção políticas”.</span></p>
<p><span><br /></span></p>
<hr />
<p><strong>Entre Eleições e Insurreições: Para Onde Vai a América Latina?</strong><i><br />16 de março, 14h<br /><span>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfHNuuXiqmOQqUH7C2E2hzEpul1SKypjX41845yOQwsPshZnA/viewform">inscrição prévia</a> - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br />Mais informações: Claudia Regina Pereira (clauregi@usp.br), telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/metamorfoses-neoliberalismo-1" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Neoliberalismo, Subjetivação e Resistências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-10T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
