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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 11.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sentido-de-humanidade-e-hospitalidade-num-mundo-de-guerras-e-fome">
    <title>Sentido de humanidade e hospitalidade num mundo de guerras e fome</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sentido-de-humanidade-e-hospitalidade-num-mundo-de-guerras-e-fome</link>
    <description>Movimento migratório sem precedentes leva especialistas a refletir sobre a ética da hospitalidade no dia 22 de outubro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-refugiados" alt="Crise Refugiados" class="image-right" title="Crise Refugiados" /></p>
<p>As consequências das guerras do Oriente Médio colocam em evidência na agenda internacional os impactos do assombroso número de refugiados de guerra e fome, sem paralelo na história. <span>O tema leva à discussão do princípio da hospitalidade, definida pelo filósofo Jacques Derrida como a capacidade de receber o outro como diferente, porém, essencialmente, igual. Suscita, ainda, uma análise comparativa sobre a reação europeia e a brasileira sobre a questão.</span></p>
<p>Para tratar do assunto, o IEA, com apoio do <a class="external-link" href="http://www.iri.usp.br/">Instituto de Relações Internacionais</a> (IRI) da USP, promove a mesa-redonda <i>O Desafio da Hospitalidade: Emigrantes e Refugiados</i><strong> </strong>no <strong>dia 22 de outubro</strong>, às <strong>14h30, </strong>na Sala de Eventos do IEA. As inscrições devem ser realizadas previamente<span> por e-mail (</span><a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a><span>). </span>Quem não puder comparecer pode acompanhar o evento ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>.</p>
<p>Segundo encontro do laboratório <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas/megatendencias-globais-e-desafios-a-democracia">Megatendências Globais e Desafios à Democracia</a>, o debate tem a coordenação do cientista político português <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alvaro-de-vasconcelos" class="external-link">Álvaro de Vasconcelos</a>, professor colaborador do IRI da USP, e participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/geraldo-adriano-godoy-de-campos" class="external-link">Geraldo Adriano Godoy de Campos</a>, professor do curso de Relações Internacionais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>, professora da Unifesp e coordenadora do Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-alberto-alves-amorim" class="external-link">João Alberto Alves Amorim</a>, professor de direito internacional da Unifesp e coordenador da Cátedra Sérgio Vieira da Melo, do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/larissa-leite" class="external-link">Larissa Leite</a>, coordenadora do <span>departamento de Proteção do Centro de Referência para Refugiados da Cáritas Arquidiocesana de São Paulo</span>. O laboratório Megatendências foi iniciado em junho deste ano com o debate <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/o-nacionalismo-identitario-em-foco" class="external-link"><i>O Desafio do Nacionalismo Identitário.</i></a></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-do-nacionalismo-identitario" class="state-published">O Desafio do Nacionalismo Identitário</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-do-nacionalismo-identitario" class="state-published"></a><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas/megatendencias-globais-e-desafios-a-democracia" class="state-published">Megatendências Globais e Desafios à Democracia</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>"Assistimos ao drama dos que esperavam encontrar refúgio e hospitalidade e se deparam, em muitos países, com muros, arame farpado, violência e desconfiança, com ‘o medo do outro’, especialmente os muçulmanos e aqueles que vêm do Oriente Médio", afirma Vasconcelos.</p>
<p>A guerra da Síria levou quatro milhões a deixar o país e outros oito milhões a se deslocar internamente. A essa massa somem-se os refugiados de guerras do Iraque, Afeganistão, Sudão, Eritreia e Somália. Com isto, o número refugiados no mundo em 2014 chegou a 59,5 milhões, segundo estimativa do <a class="external-link" href="http://www.acnur.org/t3/portugues/">Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Freedom House/Flicker</span></p>
<hr />
<p><i><strong>O Desafio da Hospitalidade: Emigrantes e Refugiados</strong><br /></i><i>Dia 22 de outubro, às 14h30<br /></i><i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógico, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Com t</i><i>ransmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a></i> </i><i><br /></i><i>Informações: Cláudia Tavares (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), </i><i>telefone </i><i>(11) 3091-1686<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-da-hospitalidade-emigrantes-e-refugiados" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-da-hospitalidade-emigrantes-e-refugiados</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Nacionalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oriente Médio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Megatendências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-16T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/para-especialistas-crescimento-do-numero-de-refugiados-e-crise-sem-fim">
    <title>Para especialistas, crescimento do número de refugiados é crise sem fim</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/para-especialistas-crescimento-do-numero-de-refugiados-e-crise-sem-fim</link>
    <description>USP Analisa conversou com professoras da FDRP e da Unicamp sobre situação de pessoas forçadas a deixar suas casas em virtude dos atuais conflitos armados em todo o mundo
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a50003a1-7fff-df6d-ae99-ee9c10f0e0b3"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome52.png/@@images/4413c385-912a-4df6-926c-b9846769a5cc.png" alt="" class="image-left" title="" />Conflitos armados já resultaram em pelo menos 110 milhões de refugiados em todo o mundo, segundo estimativas do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). O número vem crescendo a cada ano e pode ser ainda maior, já que não contabiliza os que vivem em campos de refugiados e as próprias mortes que acontecem em muitas travessias. Sobre essa triste situação, o USP Analisa desta sexta (3) conversou com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cynthia Soares Carneiro, e a professora do Instituto de Artes da Unicamp Ana Carolina de Moura Delfim Maciel, que também está à frente da Cátedra Sérgio Vieira de Mello da Unicamp.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Embora existam pelo menos sete conflitos armados atualmente, nem todos recebem tanta atenção da mídia, como o entre Rússia e Ucrânia ou entre Israel e o grupo palestino Hamas. “Existem conflitos que simplesmente não saem ali de um circuito um pouco mais restrito, porque nós somos, infelizmente, muito influenciados por uma mídia que é bastante excludente”, lamenta Ana Carolina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela explica que só no caso da Palestina, em menos de um mês pelo menos 340 mil pessoas já foram forçadas a abandonar suas casas, seus pertences e toda a vida que tinham antes. “É um número que infelizmente a gente não vê um horizonte de término. É uma situação realmente crítica e que eu costumo dizer que não dá para chamar de crise, porque crise é uma coisa circunscrita, que teoricamente tem começo, meio e fim. O que a gente está vendo aí é um mal crônico”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cynthia explica que o tratado criado para acolher os europeus refugiados em virtude das grandes guerras do início do século XX hoje é utilizado para bloquear o acesso dos atuais refugiados graças a uma cláusula que restringe a acolhida por um estado central caso o refugiado esteja em um terceiro país considerado seguro. Segundo ela, isso tem sido usado para justificar a retenção de refugiados em locais como Turquia, Líbia, Marrocos, México e até mesmo o Brasil - como é o caso dos venezuelanos recebidos pela Operação Acolhida.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Hoje, depois da queda do Muro de Berlim, levantaram-se uma infinidade de muros, de bloqueios físicos e uma legislação de refúgio e migratória extremamente restritiva. Os refugiados sofrem duas violências: a violência de ter que deixar os seus lares e a violência de ter uma resistência na acolhida dessas pessoas, que estão em um estado lastimável de vulnerabilidade”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Refugiados</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-03T02:47:49Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-da-diversidade-e-da-recepcao-ao-imigrante">
    <title>Os desafios da diversidade e da recepção ao imigrante</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-da-diversidade-e-da-recepcao-ao-imigrante</link>
    <description>As múltiplas nacionalidades que compõem o povo brasileiro, as agruras psíquicas do migrante involuntário, a síndrome do regresso, as dificuldades da língua e de subsistência foram temas de encontro no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>“As pessoas moralmente maduras são aqueles seres humanos que cresceram a ponto de precisar do desconhecido, de se sentirem incompletos sem certa anarquia em suas vidas; que aprenderam a amar a alteridade”. A abordagem multiculturalista do antropólogo social Gerd Baumann (1953-2014) foi lembrada pela professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Duarte Dantas </a>(Unifesp), na abertura do simpósio <i>Refúgio, Retorno, E/Imigrações: Línguas, Identidades, Saúde Mental, Crenças, Território</i>, realizado no dia 27 de novembro na antiga sala do Conselho Universitário da USP.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/operacao-tritao-regata-refugiados-no-mediterraneo/@@images/3fd13908-19a2-434e-9a31-0dc2eaabedbf.jpeg" alt="Operação Tritão resgata refugiados no Mediterrâneo" class="image-inline" title="Operação Tritão resgata refugiados no Mediterrâneo" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Operação Tritão, comandada pela Frontex, a agência da União Europeia para a gestão de fronteiras, resgata refugiados no Mar Mediterrâneo, em junho de 2015.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-intelectuais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</a> do IEA, coordenado por Dantas, o encontro expôs algumas das pesquisas realizadas pelo grupo, voltado aos estudos dos deslocamentos, migrações e interculturalidade.</p>
<p>“O contado com o diferente gera estranhamento. Se esse estranhamento for utilizado para interesses espúrios, ou interesses que não propiciam o real desenvolvimento da humanidade, isso é algo que precisamos pensar e criar espaços de reflexão capazes de atuar sobre os perigos que essa realidade nos traz”, lembrou Dantas.</p>
<p>O simpósio também marcou o lançamento do livro do professor visitante do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/jeffrey-lesser/perfil" class="external-link">Jeffrey Lesser</a>, “A invenção da brasilidade”. A obra foi editada originalmente em 2013 pela Cambridge University Press, com o título <i>Immigration, Ethnicity and National Identity in Brazil</i>.</p>
<p>Lesser abriu os debates com a palestra "A Invenção da Brasilidade: Identidade Nacional, Etnicidade e Políticas de Imigração". As muitas facetas do multiculturalismo brasileiro, as formas de convivência com o diverso e de assimilação cultural, a recepção ao estrangeiro, bem como os preconceitos etno-raciais que permeiam a própria cultura do Brasil foram algumas linhas analisadas pelo historiador.</p>
<p>Brasilianista e auto-declarado discípulo do historiador norte-americano Warren Dean, Lesser lembrou que o passado do Brasil ainda tem fortes ecos no presente. Para ele, a relação entre “estrangeridade” e “brasilidade” era tão atual no século 19 quanto é no século 21. Pinçou alguns exemplos curiosos extraídos de fatos recentes mostrados pela mídia e de registros históricos, mostrando como o passado cultural está atrelado ao comportamento cotidiano de hoje.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-a-invencao-da-brasilidade/@@images/0a990616-79c0-4257-94ee-5a7a812684d6.jpeg" alt="Capa do livro &quot;A invenção da brasilidade&quot;" class="image-inline" title="Capa do livro &quot;A invenção da brasilidade&quot;" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Capa do livro do professor Jeffrey Lesser.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Numa página do Orkut, um brasileiro reclamava de ser chamado de japonês. Há no país uma situação curiosa de cidadãos de uma nação versus estrangeiros morando numa nação”, disse Lesser, ao exemplificar como descendentes de imigrantes ainda são categorizados como estrangeiros fora da experiência nacional.</p>
<p>Por outro lado, há também o imigrante que insiste na brasilidade. “Falamos português porque somos japoneses”, disse Lesser ao citar a fala de um descendente japonês.</p>
<p>Muitas situações que expôs na palestra estão compiladas no seu livro, fruto de uma pesquisa histórica e etnográfica de fôlego que provoca indagações sobre como a brasilidade tem sido construída.</p>
<p>O debate acadêmico do livro adota uma narrativa que torna o assunto acessível a diversos públicos, buscando mais as semelhanças que as diferenças entre os diferentes grupos sociais e raciais. O Brasil não é apresentado de uma forma tão singular a ponto de ser incomparável e assim, o autor identifica “padrões que se repetem por todas as Américas”.</p>
<p>Na sequência, a mesa redonda Territórios e Crenças contou com as exposições da professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maura-pardini-bicudo-veras" class="external-link">Maura Pardini Bicudo Véras</a>, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, e do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/koichi-mori" class="external-link">Koichi Mori</a>, do Departamento de Letras Orientais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>A professora Véras fez uma análise sobre a ocupação da cidade de São Paulo e as definições de território e identidade calcadas nas diferentes etnias e raças que ocuparam a metrópole. Mori apresentou os resultados de sua pesquisa recente sobre religião e espiritualidade, com o tema “Umbanda e Xamanismo Okinawano: Um novo Encontro Intercultural”.</p>
<p>Nos intervalos do simpósio, foram apresentados vídeos produzidos pelo coletivo cultural <a class="external-link" href="http://acervovivosp.wix.com/vistopermanente#%21new-page/cl6r">Visto Permanente</a>, um projeto que disponibiliza um acervo online de produções audiovisuais sobre a arte e a cultura de comunidades transnacionais de São Paulo.</p>
<p>O grupo faz exibições de suas produções em praças e eventos públicos, no intuito de divulgar a diversidade cultural da capital paulista. O projeto busca “reivindicar a pertença do Imigrante a São Paulo e defender que quem vive e trabalha na cidade tem direito a ela”, conforme texto de apresentação na página web do grupo.</p>
<p><strong>O objeto ameaçador</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/refugiados-haitianos-no-acre/@@images/03756c27-1b1d-4491-bd86-d669e6284290.jpeg" alt="Refugiados haitianos no Acre" class="image-inline" title="Refugiados haitianos no Acre" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Imigrantes haitianos abrigados em alojamento improvisado em Brasileia, no Acre.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucienne-martins-borges" class="external-link">Lucienne Martins Borges</a>, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (RS) e da Universidade Laval, do Canadá, pontuou as diferenças entre o migrante voluntário e o migrante involuntário, mostrando sua experiência no atendimento psicológico de migrantes no Canadá.</p>
<p>Por temores alheios à sua vontade, o migrante involuntário foge de uma situação real ou de um sofrimento psíquico imposto, disse. “Nas migrações involuntárias, as pessoas estão em busca de vida e ponto, não de uma vida melhor. A maioria delas não sonhou estar no local do seu deslocamento. Apenas sonharam estar em um lugar que, de preferência, seria o seu. O movimento que define seu deslocamento é a repulsa pelo que ele é ou significa. Isso nada tem a ver com projeto de vida, é a marca de uma migração involuntária”, compara.</p>
<p>Borges integrou a mesa Migração e Saúde Mental ao lado da professora Dantas, que na sua palestra sobre Retorno, Remigração e Saúde Mental, abordou os resultados de suas pesquisas qualitativas com migrantes que retornaram ao Brasil depois de terem escolhido outra pátria para viver.  Os estudos focaram famílias e grupos de migrantes retornados dos Estados Unidos e do Japão.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view" id="parent-fieldname-title">Notícia:</p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/hospitalidade" class="external-link">A hospitalidade ao estrangeiro como elemento essencial da democracia</a></p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/o-desafio-da-hospitalidade-emigrantes-e-refugiados" class="external-link">Vídeo</a></p>
<hr />
<p>Notícia:</p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/migracoes-a-globalizacao-forcada" class="external-link">Migrações: a globalização forçada</a></p>
<hr />
<p>Vídeos:</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2006/lancamento-da-edicao-no-57-da-revista-estudos-avancados" class="external-link">Lançamento da edição nº 57 da revista "Estudos Avançados"</a> (sobre migração)</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2008/dialogo-intercultural-de-jovenes-de-la-comunidad-arabe-e-judia-en-chile" class="external-link">Diálogo Intercultural de Jóvenes de la Comunidad Árabe e Judía en Chile</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em meados dos anos de 1980, os dados oficiais do Brasil evidenciaram um fato inédito, de que o país não era apenas um receptor de migrantes. Em 2008, a estimativa oficial dava conta de que cerca de três milhões de brasileiros viviam em 117 países. “Passamos a olhar para o país como um exportador de pessoas”, lembrou.</p>
<p>As crises econômicas que levaram os brasileiros a emigrar também foram o motivo do retorno ao país. “O número de retornados ao Brasil após a crise internacional de 2008 aumentou muito”, disse Dantas. No Censo de 2010 havia mais de 455 mil migrantes retornados, mostrou.</p>
<p>A síndrome do regresso é estudada no contexto de pessoas que retornam ao seu país de origem, disse. Estudos de 1980 já apontaram que as condições econômicas negativas impulsionaram o retorno, mas também o aspecto emocional de estar junto com as familias e amigos. “Isso em nossos atendimentos todos os brasileiros falam. Voltam inclusive para ter seus filhos aqui”, disse Dantas.</p>
<p>Os dados apontam um custo psíquico do retorno maior do que o da partida, disse. “O choque do retorno é grande. Quando as pessoas pensam estar voltando a um lugar familiar, acabam por se sentir estrangeiras na própria terra”, gerando quadros de depressão, estresse, ansiedade e desorientação, apontou.</p>
<p><strong>Questões da língua</strong></p>
<p>No dia 11 de novembro, o Ministério da Justiça concedeu visto de permanência a todos os haitianos que chegaram ao Brasil desde 2010, quando um terremoto matou 230 mil haitianos num terremoto. Segundo informações do Portal Brasil, os imigrantes terão direito à carteira de identidade de estrangeiro para acessar o mercado formal de trabalho e os serviços públicos.</p>
<p>Estimativas oficiais contabilizam 56 mil haitianos vivendo no Brasil desde 2010. A busca por segurança em território brasileiro vem se repetindo com dezenas de outras nacionalidades: congoleses, nigerianos, ganenses, togoleses, sul-africanos, camaroneses, colombianos, peruanos, equatorianos, bolivianos, paquistaneses, bengalis, egípcios, iraquianos, palestinos, sírios, turcos e outros.</p>
<p>A necessidade de trabalho da população imigrante suscita a necessidade de aprendizado de português, lembrou a professora<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rosane-de-sa-amado" class="external-link"> Rosane de Sá Amado,</a> do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>A docente participou da mesa Refúgio no Brasil - Experiências de Acolhimento Linguístico, em que também debateram as professoras <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-fonseca-ferreira">Ligia Fonseca Ferreira</a>, da UNIFESP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-capuano-de-oliveira">Adriana Capuano</a> da Universidade Federal do ABC.</p>
<p>Amado, que está ligada à Missão Paz e ao Oásis Solidário, dois movimentos voluntários de ensino de português para estrangeiros, disse que a cidade de São Paulo possui atualmente 20 cursos para imigrantes e refugiados, oferecidos por organizações não-governamentais, associações e igrejas. Mas isso não é suficiente e faltam professores com as competências adequadas para acolher tanta variedade, disse.</p>
<p>“A demanda pelo aprendizado da língua é muito grande. Numa sala de aula, encontramos pessoas das mais diversas nacionalidades, falantes de muitas línguas e não só a de seus países de origem. Há mutas pessoas que se voluntariam a esse trabalho e isso é bom. Mas o ideal é que pessoas especializadas estivessem no ensino de português para estrangeiros, ou mesmo profissionais bilíngues”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/aulas-de-portugues-para-imigrantes/@@images/7fec6048-7460-4d3d-a6df-bbcccfa90bdb.jpeg" alt="Aulas de português para imigrantes" class="image-inline" title="Aulas de português para imigrantes" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Imigrantes têm acesso a aulas de português em cursos oferecidos por ONGs, associações e igrejas. </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Amado, aprender o português é uma urgência não só pelo sustento. “Muitos querem aperfeiçoar o português para poder continuar os estudos”. Para a docente, isso atesta a importância da língua como acolhimento de culturas.</p>
<p>Mostrou testemunhos de imigrantes que dizem “estar” refugiados e que escolheram o Brasil em vez da Europa porque no velho continente continuariam “para sempre” refugiados. “Eles dizem que aqui no Brasil têm a esperança de mudar essa situação”, afirma.</p>
<p>Capuano relatou sua experiência na UFABC com imigrantes de vários países, especialmente as comunidades de haitianos residentes em Santo André e de sírios em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. A criação do programa de português para imigrantes e refugiados em altas vulnerabilidades encontrou desafios como a própria certificação do curso e a forma de enfrentar a diversidade dos alunos, relatou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">fotos: Irish Defence Forces;<br /> Reprodução;<br /> Luciano Pontes / Secom<br /> Maurilio Cheli/SMCS </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-12-03T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/o-fator-cientifico-tecnologico-na-presente-mudanca-de-epoca-global-o-caso-da-russia-28-de-maio-de-2018">
    <title>O Fator Científico-Tecnológico na Presente Mudança de Época Global: o Caso da Rússia - 28 de maio de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/o-fator-cientifico-tecnologico-na-presente-mudanca-de-epoca-global-o-caso-da-russia-28-de-maio-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-28T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania">
    <title>O Conflito entre Rússia e Ucrânia: um Balanço do Emprego das Forças </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>Alusivo a um ano da campanha russa em território ucraniano</b></p>
<p>O conflito entre Rússia e Ucrânia, iniciado em fevereiro de 2014, transformou-se, a partir da invasão russa de 24 de fevereiro de 2022, num confronto regional com implicações globais.</p>
<p>Completado um ano da campanha, o IEA, em conjunto com o DSI/ESEM/IRI, realizará um balanço do emprego das Forças – terrestre, aeroespacial e naval – de modo a constituir um panorama dos possíveis desdobramentos e desenlaces.</p>
<p>Esse panorama nutrirá uma avaliação estratégica, a ser realizada na sessão de debates, que buscará divisar possíveis cenários para o decorrer de 2023, no que tange à continuidade ou à cessação de hostilidades e do encontro de uma possível solução negociada. Aprendizados para o Brasil serão considerados, adicionalmente.</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rússia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Forças Armadas</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-02-16T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania-2">
    <title>O Conflito entre Rússia e Ucrânia: Aspectos Estratégicos e Impactos Internacionais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Esta segunda sessão sobre o conflito na Ucrânia aproveitará o balanço do emprego das Forças -- mote do <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania" class="external-link">encontro de 28 de fevereiro</a> p.p. -- para enfocar os aspectos estratégicos e as repercussões globais do assunto.</p>
<p>Serão analisados desdobramentos das operações militares, os vínculos de terceiras partes -- em particular o papel da da OTAN e da China -- e os cenários possíveis, incluindo a cessação ou a continuidade de hostilidades e as fórmulas divisadas para o término da beligerância.</p>
<p>Será tentado realizar um balanço dos impactos internacionais, incluindo as áreas de interesse específico do Brasil, em particular os mercados de commodities agrícolas, o preço da energia, a indústria de Defesa e adoção de padrões proprietários em tecnologias de ponta -- 5G, inteligência artificial, aplicações quânticas, e outros.</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rússia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Forças Armadas</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-02-16T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/great-power-competition-and-regional-orders-past-present-and-future-13-07-2023">
    <title>Great Power Competition and Regional Orders: Past, Present and Future - 13/07/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/great-power-competition-and-regional-orders-past-present-and-future-13-07-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Economia Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-07-14T18:47:18Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-apontam-falta-de-politicas-publicas-municipais-para-receber-refugiados-no-brasil">
    <title>Especialistas apontam falta de políticas públicas municipais para receber refugiados no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-apontam-falta-de-politicas-publicas-municipais-para-receber-refugiados-no-brasil</link>
    <description>USP Analisa desta semana conversou sobre o tema com professoras da FDRP-USP e da Cátedra Sérgio Vieira de Mello da Unicamp</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d1c11dec-7fff-7405-35db-27c202c60bc6"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome94.png/@@images/3e7b9a51-6305-4f2c-b1b5-c9e1ce34b056.png" alt="" class="image-left" title="" />Desde 1985, o Brasil já reconheceu cerca de 60 mil pessoas como refugiadas, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Porém, ainda faltam políticas públicas para recepcionar essas pessoas, principalmente no âmbito municipal. De acordo com o IBGE, nem 6% dos municípios com refugiados ou imigrantes conta com estrutura para gestão migratória. Para discutir essa questão, o USP Analisa desta sexta conversa com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cynthia Soares Carneiro, e a professora do Instituto de Artes da Unicamp Ana Carolina de Moura Delfim Maciel, que também está à frente da Cátedra Sérgio Vieira de Mello da Unicamp.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Carolina explica que o Brasil não recebe um número tão expressivo de refugiados, mesmo com a crise venezuelana, por não ser prioritariamente o país de destino desejado por eles. “O Brasil não é um país, uma rota desejável, exceto Venezuela, pela proximidade. Dos fluxos majoritários que nós temos, por exemplo, os sírios acabaram vindo uma grande parte para cá porque nós temos uma tradição imigratória síria. Então a comunidade se ajuda muito, isso é determinante. Mas não é um lugar como Alemanha, Canadá, que as pessoas têm um projeto de chegar até esse lugar para poder reconstruir a sua vida. Então tem um certo acaso. Tem também essa possibilidade de um acolhimento de uma comunidade que já está constituída. Dessa forma, a gente não tem um número expressivo”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cynthia destaca que o país tem uma sociedade xenofóbica e altamente racista, portanto há uma resistência na sociedade e nas próprias instituições na acolhida a determinados povos. “Essa legislação securitista, que coloca o Estado como destinatário e o estrangeiro como uma ameaça, existe no Brasil desde a década de 1920. Apesar da gente ter uma legislação recente, de 2017, que muda o paradigma para uma acolhida, isso acabou reforçando durante todas essas décadas uma resistência da sociedade brasileira em relação aos imigrantes e aos refugiados. Principalmente àqueles que vêm do Oriente Médio, da América Latina, que têm um fenótipo indígena, de povos originários, aqueles que vêm da África, que são o principal fluxo migratório atual. E nós percebemos que existe esse racismo estrutural nas instituições. As instituições brasileiras no município não estão preparadas para esse recebimento”, aponta ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Refugiados</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-17T18:28:44Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-primeira-guerra-mundial-sob-o-enfoque-ideologico-historiografico-e-literario">
    <title>A Primeira Guerra Mundial sob o enfoque ideológico, historiográfico e literário </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-primeira-guerra-mundial-sob-o-enfoque-ideologico-historiografico-e-literario</link>
    <description>No dia 28 de novembro, o IEA realiza o seminário A História nos Pode Ensinar Algo? 100 Anos da Primeira Guerra Mundial, em parceria com a Cátedra Martius de Estudos Alemães e Europeus e o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/quadro-gassed-john-singer-sargent/@@images/4623dfe9-9739-4cd2-a2f0-ff5ca5faffaa.jpeg" alt="Quadro &quot;Gassed&quot; - John Singer Sargent" class="image-right" title="Quadro &quot;Gassed&quot; - John Singer Sargent" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>"Gassed", obra de John Singer Sargent, retrata<br />os efeitos do gás mostarda em um grupo<br />de soldados durante a <span style="text-align: right; ">Primeira Guerra Mundial</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No ano que marca o centenário de eclosão da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o IEA rememora as lições que o conflito deu ao mundo no seminário <i>A História nos Pode Ensinar Algo? 100 Anos da Primeira Guerra Mundial</i>. Organizado em parceria com a Cátedra Martius de Estudos Alemães e Europeus, vinculada à USP, e o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), o encontro acontece no dia 28 de novembro, das 14 às 20 horas, na Sala de Eventos do Instituto.</p>
<p>O seminário contará com cinco exposições divididas em dois painéis: <i>Literatura</i>, coordenado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helmut-paul-erich-galle" class="external-link">Helmut Galle</a>, professor do Departamento de Letras Modernas Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e <i>História e História das Ideias</i>, sob coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-lisboa" class="external-link">Karen Lisboa</a>, professora do Departamento de História da FFLCH.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/a-historia-nos-pode-ensinar-algo-100-anos-da-primeira-guerra-mundial-painel-1" class="external-link">Vídeo - Painel 1</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/a-historia-nos-pode-ensinar-algo-100-anos-da-primeira-guerra-mundial-painel-2" class="external-link">Vídeo - Painel 2</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/a-historia-nos-pode-ensinar-algo-100-anos-da-primeira-guerra-mundial-28-de-novembro-de-2014" class="external-link">Fotos</a> </li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O primeiro painel será dedicado a uma reflexão estética sobre a produção literária em torno da Primeira Guerra Mundial. Os expositores se concentrarão no atual <i>boom</i> europeu de romances gráficos sobre a temática, particularmente nas obras de Jacques Tardi e Joe Sacco; na representação do conflito na lírica expressionista; e em duas grandes obras de literatura que tratam da situação dos judeus no cenário pós-guerra: "Radetzkymarsch", de Joseph Roth, e "Hóspede Por Uma Noite", de Samuel Agnon.</p>
<p>Os aspectos políticos e historiográficos serão abordados no segundo painel, com exposições voltadas para a descrição e interpretação da Primeira Guerra Mundial no contexto da globalização; para a discussão das possibilidades de aprender com a história; e para análise da conjuntura ideológica ligada ao conflito.</p>
<p>Os expositores vão explorar os seguintes temas:</p>
<ul>
<li><i>Narrar Através de Imagens: A representação da Batalha de Somme por Joe Sacco<br /></i><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valeria-sabrina-pereira" class="external-link">Valéria Sabrina Pereira</a> (UFMG)</li>
<li><i>A Primeira Guerra Mundial na Lírica Expressionista<br /></i><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elcio-loureiro-cornelsen" class="external-link">Elcio Loureiro Cornelsen</a> (UFMG)</li>
<li><i>Olhares Judaicos sobre a Primeira Guerra Mundial: Joseph Roth e S. Y. Agnon<br /></i><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-sergio-krausz" class="external-link">Luiz Sergio Krausz</a> (USP)</li>
</ul>
<ul>
<li><i>A luta de Ideias na Primeira Guerra Mundial<br /></i><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rainer-schmidt" class="external-link">Rainer Schmidt</a> (USP/DAAD)</li>
<li><i>A História nos Pode Ensinar Algo? Abordagens da Primeira Guerra Mundial<br /></i><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/winfrid-halder" class="external-link">Winfrid Halder</a> (Heinrich Heine University Düsseldorf)</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Reprodução</span></p>
<hr />
<p><strong><i>A História nos Pode Ensinar Algo? 100 Anos da Primeira Guerra Mundial</i></strong><strong><i><br /> </i></strong><i>28 de novembro, das 14 às 20 horas<br /> Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos">localização</a>)<br /> Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web<br /> </a>Haverá exposição em alemão com tradução simultânea para o português<br /></i><i>Informações: com Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 ou e-mail sedini@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cem-anos-pgm">www.iea.usp.br/eventos/cem-anos-pgm</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-11-14T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/crise-hidrica-e-deficiencias-na-gestao-da-agua-sao-tema-de-dossie-da-revista-estudos-avancados">
    <title>'Estudos Avançados' 84 publica dossiê com análise abrangente da crise hídrica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/crise-hidrica-e-deficiencias-na-gestao-da-agua-sao-tema-de-dossie-da-revista-estudos-avancados</link>
    <description>A edição 84 da revista "Estudos Avançados" contém os dossiês "Água", "Hiroshima 70" e "Crítica da Poesia".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-estudos-avancados-84" alt="Capa de 'Estudos Avançados' 84" class="image-left" title="Capa de 'Estudos Avançados' 84" /></p>
<p>A crise hídrica que afeta o Sudeste e outras regiões brasileiras desde o início de 2014 é analisada em profundidade na nova edição (84) da revista "<a href="https://www.iea.usp.br/" class="external-link">Estudos Avançados</a>". Com 188 páginas, o dossiê "Água" contém 11 artigos de 21 especialistas vinculados à USP, à Universidade Federal do Ceará, à Universidade Federal de Juiz de Fora e ao Centro Regional do Nordeste do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<p>As questões analisadas nos artigos incluem: a necessidade de planejamento estratégico e revisão da governança da água na Região Metropolitana de São Paulo; a importância de uma nova concepção urbanística para as águas urbanas; os conflitos no uso múltiplo da água (irrigação, produção de energia, salubridade pública etc.); a arborização para umidificar a atmosfera urbana; as funções eco-hidrológicas das florestas nativas; a importância da água para a saúde; a legislação brasileira sobre a água; e a produção de conhecimentos sobre a gestão da água e os usos que a sociedade faz desse saber.</p>
<p>A respeito do dossiê, o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/../pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, observa que “as abordagens são diferenciadas e a tônica recai na necessidade premente de prever e controlar as situações de risco mediante observações e análises, sobretudo climatológicas”.</p>
<p>A elaboração do dossiê contou com a colaboração do geógrafo <a href="https://www.iea.usp.br/../pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a> e do <a href="https://www.iea.usp.br/../noticias/iea-cria-grupo-de-trabalho-para-discutir-a-crise-hidrica-em-sao-paulo" class="external-link">Grupo de Trabalho Água</a> do IEA, que produzirá um “white paper” (documento com recomendações) sobre a crise hídrica. Ribeiro integra o <a href="https://www.iea.usp.br/../pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e é professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (Procam) da USP.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-de-manifestacao-por-direito-a-agua" alt="Cartaz de manifestação por direito à água" class="image-right" title="Cartaz de manifestação por direito à água" />Hiroshima</strong></p>
<p>O segundo dossiê relembra os 70 anos do primeiro uso de uma arma nuclear numa guerra: o lançamento da bomba atômica em Hiroshima, Japão, em 6 de agosto de 1945. Os cinco textos do dossiê “buscam entender a dupla gênese – científica e política – desse crime inexpiável e impune que matou e feriu milhares de seres humanos”, explica Bosi.</p>
<p>Segundo ele, foi dada ênfase a testemunhos de sobreviventes da catástrofe. "Um dos intuitos da publicação do dossiê é alertar a comunidade científica sobre os riscos inerentes à construção de usinas nucleares.”</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Revista</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/assuntos/agua" class="external-link">Coletânea de artigos sobre água em outras edições</a></span></li>
</ul>
<p><strong>Especial do site</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/../noticias/especiais/agua" class="external-link">Água</a></span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Poesia</strong></p>
<p>O terceiro conjunto de artigos, o dossiê “Crítica de Poesia”, também com cinco textos, trata de temas relacionados com a poesia brasileira contemporânea. Esse dossiê é precedido do ensaio "Alegoria e Símbolo em torno do ‘Fausto’ de Goethe”, de Marcus V. Mazzari.</p>
<p>A edição se completa com resenhas sobre os livros “O Cientista e o Político – Mario Schenberg”, de <a href="https://www.iea.usp.br/../pessoas/pasta-pessoad/dina-lida-kinoshita" class="external-link">Dina Lida Kinoshita</a>; “Amor ao Teatro”, de <a href="https://www.iea.usp.br/../pessoas/pasta-pessoas/sabato-antonio-magaldi" class="external-link">Sábato Magaldi</a>; e “Ebony and Ivy – Race, Slavery, and the Trouble HIstory of America’s Universities”, de Craig Steven Wilder.</p>
<p><strong><i>“Estudos Avançados” nº 84 (maio-agostol/2015), 352 páginas, R$ 30,00. Assinatura anual (três edições): R$ 80,00</i><i>. Informações: <a href="https://www.iea.usp.br/" class="external-link">www.iea.usp.br/revista</a>, <a href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a> ou telefone (11) 3091-1675.</i></strong></p>
<hr />
<p> </p>
<h3><strong>SUMÁRIO DE "ESTUDOS AVANÇADOS" 84</strong></h3>
<p><strong>Água</strong></p>
<ul>
<li>Crise de Abastecimento de Água em São Paulo e Falta de Planejamento Estratégico – <i>Pedro Luiz Côrtes e Mauro Torrente</i></li>
<li>Crise Hídrica na Macrometrópole Paulista e Respostas da Sociedade Civil – <i>Pedro Roberto Jacobi, Julilana Cibim e Renata de Souza Leão</i></li>
<li>Crise Hídrica e Energia: Conflitos no Uso Múltiplo das Águas – <i>Jucilene Galvão e Célio Bermann</i></li>
<li>Uma Nova Cidade para as Águas Urbanas – <i>Renato Luiz Sobral Annelli</i></li>
<li>Árvores Urbanas em São Paulo: Planejamento, Economia e Água – <i>Marcos Buckeridge</i></li>
<li>Água: A Escolha da Ciência – <i>Marcio Miguel Automare</i></li>
<li>Conflitos pela Água em Tempos de Seca no Baixo Jaguaribe, Estado do Ceará – <i>Guilherme Reis Pereira e Miguel Dragomir Zanic Cuellar</i></li>
<li>Água e Saúde: Bens Públicos da Humanidade – <i>José da Rocha Carvalheiro</i></li>
<li>Funões Eco-Hidrológicas das Florestas Nativas e o Código Florestal – <i>Leandro Reberberi Tambosi, Mariana Morais Vidal, Silvio Frosini de Barros Ferraz e Jean Paul Metzger</i></li>
<li>O Estatudo Jurídico das Águas no Brasil – <i>Fernando Mussa Abujamra Aith e Renata Rothbarth</i></li>
<li>A Formação dos Conhecimentos em Recursos Hídricos e Aplicações em Tomada de Decisões – <i>José Nilson B. Campos e Vanessa R. Campos</i></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Hiroshima 70 Anos</strong></p>
<ul>
<li>A Gênese da Bomba – <i>Joaquim Francisco de Carvalho</i></li>
<li>As Bombas Atômicas Podem Dizimar a Humanidade – Hiroshima e Nagasaki, Há 70 Anos – <i>Emico Okuno</i></li>
<li>A Bomba – O Testemunho de Arrupe – <i>Pedro Miguel Lamet</i></li>
<li>Hiroshima: A Catastrofe Atômica e suas Testemunhas – <i>Cristiane Izumi Nakagawa</i></li>
<li>Rapsódia em Agosto – <i>Sergio Leitão</i></li>
</ul>
<p><strong>Literatura</strong></p>
<ul>
<li>Alegoria e Símbolo em torno do “Fausto” de Goethe – <i>Marcus V. Mazzari</i></li>
</ul>
<p><strong>Crítica da Poesia</strong></p>
<ul>
<li>Para Quê Poetas? – <i>Carlos Felipe Moisés</i></li>
<li>Poesia e Crítica de Poesia Hoje: Heterogeneidade, Crise, Expansão – <i>Celia Pedroso</i></li>
<li>Situação de “Sítio” – <i>Iumna Maria Simon</i></li>
<li>A Lírica do Pelourinho – <i>Priscila Figueiredo</i></li>
<li>Entre o Risco e a Leveza – Dois Poetas Brasileiros Contemporâneos – <i>Vera Lins</i></li>
</ul>
<p><strong>Resenhas</strong></p>
<ul>
<li>O Cientista e o Político – Mario Schenberg – <i>Silvio R. A. Salinas</i></li>
<li>A Crítica Teatral de Sábato Magaldi – João Roberto Faria</li>
<li>O Abraço da Hera – Raça e Escravidão na Universidade – <i>Elena Pajaro Peres</i></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: José da Rocha Carvalheiro</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poesia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-27T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/crise-hidrica-e-deficiencias-na-gestao-da-agua-sao-tema-de-dossie-da-revista-estudos-avancados">
    <title>'Estudos Avançados' 84 publica dossiê com análise abrangente da crise hídrica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/crise-hidrica-e-deficiencias-na-gestao-da-agua-sao-tema-de-dossie-da-revista-estudos-avancados</link>
    <description>A edição 84 da revista "Estudos Avançados" contém os dossiês "Água", "Hiroshima 70" e "Crítica da Poesia".</description>
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<p>A crise hídrica que afeta o Sudeste e outras regiões brasileiras desde o início de 2014 é analisada em profundidade na nova edição (84) da revista "<a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>". Com 188 páginas, o dossiê "Água" contém 11 artigos de 21 especialistas vinculados à USP, à Universidade Federal do Ceará, à Universidade Federal de Juiz de Fora e ao Centro Regional do Nordeste do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<p>As questões analisadas nos artigos incluem: a necessidade de planejamento estratégico e revisão da governança da água na Região Metropolitana de São Paulo; a importância de uma nova concepção urbanística para as águas urbanas; os conflitos no uso múltiplo da água (irrigação, produção de energia, salubridade pública etc.); a arborização para umidificar a atmosfera urbana; as funções eco-hidrológicas das florestas nativas; a importância da água para a saúde; a legislação brasileira sobre a água; e a produção de conhecimentos sobre a gestão da água e os usos que a sociedade faz desse saber.</p>
<p>A respeito do dossiê, o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, observa que “as abordagens são diferenciadas e a tônica recai na necessidade premente de prever e controlar as situações de risco mediante observações e análises, sobretudo climatológicas”.</p>
<p>A elaboração do dossiê contou com a colaboração do geógrafo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a> e do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-cria-grupo-de-trabalho-para-discutir-a-crise-hidrica-em-sao-paulo" class="external-link">Grupo de Trabalho Água</a> do IEA, que produzirá um “white paper” (documento com recomendações) sobre a crise hídrica. Ribeiro integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e é professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (Procam) da USP.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-de-manifestacao-por-direito-a-agua" alt="Cartaz de manifestação por direito à água" class="image-right" title="Cartaz de manifestação por direito à água" />Hiroshima</strong></p>
<p>O segundo dossiê relembra os 70 anos do primeiro uso de uma arma nuclear numa guerra: o lançamento da bomba atômica em Hiroshima, Japão, em 6 de agosto de 1945. Os cinco textos do dossiê “buscam entender a dupla gênese – científica e política – desse crime inexpiável e impune que matou e feriu milhares de seres humanos”, explica Bosi.</p>
<p>Segundo ele, foi dada ênfase a testemunhos de sobreviventes da catástrofe. "Um dos intuitos da publicação do dossiê é alertar a comunidade científica sobre os riscos inerentes à construção de usinas nucleares.”</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Revista</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/assuntos/agua" class="external-link">Coletânea de artigos sobre água em outras edições</a></span></li>
</ul>
<p><strong>Especial do site</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua" class="external-link">Água</a></span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Poesia</strong></p>
<p>O terceiro conjunto de artigos, o dossiê “Crítica de Poesia”, também com cinco textos, trata de temas relacionados com a poesia brasileira contemporânea. Esse dossiê é precedido do ensaio "Alegoria e Símbolo em torno do ‘Fausto’ de Goethe”, de Marcus V. Mazzari.</p>
<p>A edição se completa com resenhas sobre os livros “O Cientista e o Político – Mario Schenberg”, de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dina-lida-kinoshita" class="external-link">Dina Lida Kinoshita</a>; “Amor ao Teatro”, de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sabato-antonio-magaldi" class="external-link">Sábato Magaldi</a>; e “Ebony and Ivy – Race, Slavery, and the Trouble HIstory of America’s Universities”, de Craig Steven Wilder.</p>
<p><strong><i>“Estudos Avançados” nº 84 (maio-agostol/2015), 352 páginas, R$ 30,00. Assinatura anual (três edições): R$ 80,00</i><i>. Informações: <a href="https://www.iea.usp.br/revista">www.iea.usp.br/revista</a>, <a href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a> ou telefone (11) 3091-1675.</i></strong></p>
<hr />
<p> </p>
<h3><strong>SUMÁRIO DE "ESTUDOS AVANÇADOS" 84</strong></h3>
<p><strong>Água</strong></p>
<ul>
<li>Crise de Abastecimento de Água em São Paulo e Falta de Planejamento Estratégico – <i>Pedro Luiz Côrtes e Mauro Torrente</i></li>
<li>Crise Hídrica na Macrometrópole Paulista e Respostas da Sociedade Civil – <i>Pedro Roberto Jacobi, Julilana Cibim e Renata de Souza Leão</i></li>
<li>Crise Hídrica e Energia: Conflitos no Uso Múltiplo das Águas – <i>Jucilene Galvão e Célio Bermann</i></li>
<li>Uma Nova Cidade para as Águas Urbanas – <i>Renato Luiz Sobral Annelli</i></li>
<li>Árvores Urbanas em São Paulo: Planejamento, Economia e Água – <i>Marcos Buckeridge</i></li>
<li>Água: A Escolha da Ciência – <i>Marcio Miguel Automare</i></li>
<li>Conflitos pela Água em Tempos de Seca no Baixo Jaguaribe, Estado do Ceará – <i>Guilherme Reis Pereira e Miguel Dragomir Zanic Cuellar</i></li>
<li>Água e Saúde: Bens Públicos da Humanidade – <i>José da Rocha Carvalheiro</i></li>
<li>Funões Eco-Hidrológicas das Florestas Nativas e o Código Florestal – <i>Leandro Reberberi Tambosi, Mariana Morais Vidal, Silvio Frosini de Barros Ferraz e Jean Paul Metzger</i></li>
<li>O Estatudo Jurídico das Águas no Brasil – <i>Fernando Mussa Abujamra Aith e Renata Rothbarth</i></li>
<li>A Formação dos Conhecimentos em Recursos Hídricos e Aplicações em Tomada de Decisões – <i>José Nilson B. Campos e Vanessa R. Campos</i></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Hiroshima 70 Anos</strong></p>
<ul>
<li>A Gênese da Bomba – <i>Joaquim Francisco de Carvalho</i></li>
<li>As Bombas Atômicas Podem Dizimar a Humanidade – Hiroshima e Nagasaki, Há 70 Anos – <i>Emico Okuno</i></li>
<li>A Bomba – O Testemunho de Arrupe – <i>Pedro Miguel Lamet</i></li>
<li>Hiroshima: A Catastrofe Atômica e suas Testemunhas – <i>Cristiane Izumi Nakagawa</i></li>
<li>Rapsódia em Agosto – <i>Sergio Leitão</i></li>
</ul>
<p><strong>Literatura</strong></p>
<ul>
<li>Alegoria e Símbolo em torno do “Fausto” de Goethe – <i>Marcus V. Mazzari</i></li>
</ul>
<p><strong>Crítica da Poesia</strong></p>
<ul>
<li>Para Quê Poetas? – <i>Carlos Felipe Moisés</i></li>
<li>Poesia e Crítica de Poesia Hoje: Heterogeneidade, Crise, Expansão – <i>Celia Pedroso</i></li>
<li>Situação de “Sítio” – <i>Iumna Maria Simon</i></li>
<li>A Lírica do Pelourinho – <i>Priscila Figueiredo</i></li>
<li>Entre o Risco e a Leveza – Dois Poetas Brasileiros Contemporâneos – <i>Vera Lins</i></li>
</ul>
<p><strong>Resenhas</strong></p>
<ul>
<li>O Cientista e o Político – Mario Schenberg – <i>Silvio R. A. Salinas</i></li>
<li>A Crítica Teatral de Sábato Magaldi – João Roberto Faria</li>
<li>O Abraço da Hera – Raça e Escravidão na Universidade – <i>Elena Pajaro Peres</i></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: José da Rocha Carvalheiro</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poesia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-27T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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