<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 111 to 125.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-globais-kcws-sustentabilidade" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-programa-ano-sabatico-de-2021-iniciam-suas-atividades-no-iea" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/estudo-politicas-de-clima-e-saude-no-brasil" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-iea-e-do-ita-publicam-artigos-sobre-os-avancos-na-pesquisa-sobre-processos-nucleares-em-astrofisica" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-da-usp-se-unem-covid-19" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-detalham-curso-online-sobre-o-tempo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/filmagens-de-curso-sobre-o-tempo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-analisa-efeitos-e-contradicoes-das-fotografias-de-doencas-tropicais" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesamento-algebrico" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/alberto-pfeifer-filho" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/as-relacoes-entre-alimentos-agua-e-energia-como-requisitos-para-a-sustentabilidade" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/prevencao-primaria-uso-de-canabinoides" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/pesquisa-sobre-prevencao-primaria-do-uso-de-substancias-psicoativas-foco-nos-canabinoides-18-de-maio-de-2018" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral">
    <title>Pesquisas do USP Cidades Globais revelam efeitos da quarentena sobre professores e população em geral</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral</link>
    <description>Com questionários virtuais, grupos de pesquisadores avaliaram hábitos e comportamentos de milhares de brasileiros durante a pandemia</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Duas pesquisas publicadas pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> revelaram alguns dos efeitos da quarentena imposta pela pandemia do coronavírus. Com dados coletados a partir de questionários virtuais, dois grupos avaliaram o impacto emocional causado pelo confinamento: um na população em geral e o outro nos professores da rede pública paulista.</p>
<p>O levantamento “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/pesquisa-educacao-docencia-e-a-covid-19" class="external-link">Educação, Docência e a Covid-19</a>” coletou quase 20 mil respostas de professores da rede estadual de São Paulo, atingindo 544 municípios paulistas, com o objetivo de medir o impacto da quarentena sobre a atuação profissional e o aprendizado dos alunos. Mesmo com os novos desafios para lecionar, 70% declararam se sentir aptos para desempenhar suas funções virtualmente. Por outro lado, 85% têm a percepção de que os estudantes aprendem menos com a educação mediada pela tecnologia.</p>
<p>Em relação à saúde mental dos professores, outro ponto abordado nas perguntas, surgiram sentimentos de insegurança em relação ao confinamento. Mais da metade dos participantes (53%) se considerarem muito vulneráveis a contrair o vírus causador da Covid-19.</p>
<p>Os pesquisadores consideraram que as respostas dos professores mostram um cenário mais positivo e otimista em relação a outras pesquisas sobre a atuação docente nos tempos de pandemia. Alertam, porém, que existe uma urgência na revisão do atual modelo de educação mediada pela tecnologia e na adoção de novos formatos que garantam uma aprendizagem significativa dos estudantes, bem como uma forma de avaliação assertiva.</p>
<p><strong>Emoções na pandemia</strong></p>
<p>Ansiedade, preocupação, apreensão e cansaço foram as reações mais citadas pelas 1.956 pessoas que responderam à pesquisa “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/pesquisa-emocoes-momentaneas" class="external-link">Emoções Momentâneas: comportamentos e hábitos cotidianos pós-pandemia</a>”, que avaliou hábitos e comportamentos da população em geral durante o confinamento. Também foram citados angústia, tranquilidade, medo e tristeza.</p>
<p>“São contradições diante da incerteza, na qual as emoções estão constantemente em movimento, não havendo uma linha reta”, avaliam os pesquisadores. As respostas vieram de todos os 27 estados brasileiros, mas a maioria (65,9%) dos participantes era paulista.</p>
<p>A pesquisa tratou também das emoções e percepções em relação ao uso dos espaços públicos no período pós-pandemia. Cerca de 86% das pessoas afirmaram sentir falta de estar em áreas verdes e, para 66% dos que participaram, deve haver uma mudança significativa na relação com os espaços públicos (ruas, praças, parques, praias etc.) e semipúblicos (shopping centers, centros culturais, cinemas, teatros etc).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-06T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-globais-kcws-sustentabilidade">
    <title>Pesquisadores do USP Cidades Globais participarão do KCWS, evento internacional sobre sustentabilidade e urbanização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-globais-kcws-sustentabilidade</link>
    <description>Knowledge Cities World Summit será realizado pela primeira vez no Brasil entre os dias 4 e 7 de novembro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arlindo-philippi-jr/image" alt="Arlindo Philippi Jr" title="Arlindo Philippi Jr" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O professor Arlindo Philippi Jr, um dos pesquisadores do Programa USP Cidades Globais que participará do KCWS</dd>
</dl>Pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> participarão do <a class="external-link" href="http://kcws2019.com.br/">Knowledge Cities World Summit</a> - KCWS (Cúpula Mundial das Cidades do Conhecimento), evento internacional sobre o desenvolvimento e sustentabilidade nas cidades. Pela primeira vez no Brasil, a 12ª edição da cúpula será entre os dias 4 e 7 de novembro, em Florianópolis (SC), com uma <a class="external-link" href="http://kcws2019.com.br/programa/">programação</a> que prevê nove plenárias conduzidas por mais de 25 especialistas.<br /><br />Com o tema “Sustentabilidade e Inovação na Era do Conhecimento”, o evento tem como objetivo mostrar e discutir soluções para as cidades enfrentarem desafios como inclusão social, desigualdades econômicas e degradação ambiental. O encontro é dirigido tanto a representantes do setor público responsáveis pela proposição e implementação de políticas, como para cientistas, professores e alunos de graduação e pós-graduação, empresários, arquitetos e profissionais da área da tecnologia e da construção civil que lidam com sustentabilidade urbana.<br /><br />O Programa USP Cidades Globais será representado no evento por um de seus coordenadores, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Júnior</a>, além das pesquisadoras <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto" class="external-link">Debora Sotto</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jamile-sabatini-marques" class="external-link">Jamile Sabatini Marques</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tatiana-cortese" class="external-link">Tatiana Tucunduva Philippi Cortese</a>. Eles participarão de mesas redondas e conferências em que abordarão temas como inovação, cidades globais e inclusivas, e a engenharia e o meio ambiente no contexto de cidades inteligentes.<br /><br />O Knowledge Cities World Summit é organizado desde 2008 pelo World Capital Institute (WCI) e já foi sediado no México, China, Austrália, Israel, Itália, Turquia, Estônia, Coreia do Sul, Áustria, Peru e Espanha. Este ano, é promovida pela Federação do Comércio de Santa Catarina (Fecomércio) com a correalização do Sebrae.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-16T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-programa-ano-sabatico-de-2021-iniciam-suas-atividades-no-iea">
    <title>Pesquisadores do Programa Ano Sabático de 2021 iniciam suas atividades no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-programa-ano-sabatico-de-2021-iniciam-suas-atividades-no-iea</link>
    <description>Sete professores da USP desenvolverão projetos de seis meses ou um ano.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Os sete professores da USP selecionados para participar do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> em 2021 iniciam em janeiro suas pesquisas no IEA. Entre os temas a serem estudados, estão ética em inteligências artificiais, influência dos ambientes no desenvolvimento de crianças, literatura marginal, questão de gênero no sistema judiciário, teatralidade colonial, terminologia da Covid-19 e desafios da prevenção desta doença entre jovens. Os projetos foram aprovados pelos membros do Conselho Deliberativo do IEA e divulgados no dia 6 de outubro de 2020, no Diário Oficial do Estado de São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr">Foram selecionados docentes de cinco unidades diferentes da USP: Faculdade de Educação (FE), Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH); Escola de Comunicações e Artes (ECA) e Instituto de Psicologia (IP). Nesta edição, apenas um projeto terá duração de seis meses.</p>
<p><strong>Programa</strong></p>
<p dir="ltr">O programa tem apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa, que concede auxílio a cada participante. Os pesquisadores selecionados ficam dispensados de atividades didáticas e administrativas em suas unidades de origem para que possam se dedicar a pesquisas individuais interdisciplinares durante seis meses ou um ano.</p>
<p dir="ltr">Para participar das seleções anuais do programa, os professores devem estar enquadrados há sete anos no RDIDP (Regime de Dedicação Integral à Docência e Pesquisa). Cada participante deve realizar ao menos uma conferência pública por semestre de participação e produzir um artigo inédito e original ou outro produto acadêmico (livro, exposição, documentário em vídeo ou obra de arte, por exemplo).</p>
<h3><strong>Os escolhidos e seus projetos</strong></h3>
<p dir="ltr"><i><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Laura-Godinho-Lima_perfil.png" alt="Ana Laura Godinho Lima - Perfil" class="image-left" title="Ana Laura Godinho Lima - Perfil" />Ana Laura Godinho Lima (FE)</strong></i></p>
<p dir="ltr"><i> Projeto: Efeitos do ambiente no desenvolvimento psicológico e na educação: análise de discursos.</i></p>
<p dir="ltr"><i>Período: 1 ano</i></p>
<p dir="ltr">O objetivo geral do projeto é compreender de que forma diferentes áreas do conhecimento pensam o ambiente no desenvolvimento psicológico e pedagógico infantil, além de como esses saberes se articulam para promover adaptações dos espaços às necessidades das crianças, criando melhores condições para o desenvolvimento.</p>
<p><span>“Diversos especialistas, não só da psicologia, mas das outras áreas, descreveram os efeitos do ambiente no desenvolvimento dos indivíduos. Ambiente não é só o meio natural, mas todo o meio que circunda a criança, como ambiente afetivo, meio social e urbano”, comentou Ana Laura. Portanto, serão analisados discursos especializados da puericultura, educação, psicologia do desenvolvimento, psicanálise e arquitetura em relação ao ambiente e o desenvolvimento infantil.</span></p>
<p dir="ltr">O projeto também pretende realizar uma mesa redonda por semestre no IEA sobre o tema da pesquisa. Ao final da categorização dos discursos serão organizadas palestras na Faculdade de Educação e na Escola de Artes e Ciências Humanas sobre os resultados da investigação.</p>
<p dir="ltr">Ana Laura Godinho Lima é professora associada na Faculdade de Educação (FE), onde obteve os títulos de mestre, doutora e livre docente em pedagogia. Também é professora no programa de pós-graduação da Escola de Artes e Ciências Humanas (EACH). Atua nas áreas de psicologia da educação e história da educação, analisando discursos especializados da psicologia sobre a criança e sua educação a partir de uma perspectiva histórica.</p>
<p dir="ltr"><i><strong><br /><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Cristina-Godoy-Bernardo-de-Oliveira-Perfil.png" alt="Cristina Godoy Bernardo de Oliveira - Perfil" class="image-left" title="Cristina Godoy Bernardo de Oliveira - Perfil" />Cristina Godoy Bernardo de Oliveira (FDRP)</strong></i></p>
<p dir="ltr"><i>Projeto: Princípios Éticos e Normas Jurídicas para uma Inteligência Artificial (IA) de confiança</i></p>
<p dir="ltr"><i>Período: 1 ano</i></p>
<p dir="ltr">O objetivo do projeto é propor um Código de Ética brasileiro para o desenvolvimento das Inteligências Artificiais (IA). Dessa forma, Cristina pretende revisar todos os documentos internacionais a respeito da aplicação de IA e dos princípios éticos relacionados ao tema. Assim, serão encontrados parâmetros dos princípios, normas jurídicas e métodos para viabilizar um código de ética brasileiro sobre inteligências artificiais.</p>
<p><span>A principal questão a ser analisada, segundo Cristina, é se há necessidade de desenvolver princípios e regras específicos para o Brasil e suas peculiaridades políticas, sociais e econômicas. O projeto também é composto por análises dos métodos técnicos e não técnicos que garantem a confiabilidade de IA e sua aplicabilidade, agregando discussões com especialistas da ciência da computação.</span></p>
<p dir="ltr">Após as análises bibliográficas e a conclusão das teorias formuladas sobre a aplicação de inteligências artificiais confiáveis, serão analisadas as possibilidades do desenvolvimento econômico sustentável na promoção de IAs sem comprometer o Estado Democrático de Direito. “A questão é sobre se o direito deve ou não regulamentar [o desenvolvimento de IAs], porque há consequências. Se regulamentar muito pode travar o avanço tecnológico, mas precisamos primeiro ter ética comum”, afirma a pesquisadora.</p>
<p dir="ltr">O Código de Ética para o uso e aplicação de IAs será enviado aos poderes legislativos como proposta de adoção nacional ou estadual. Além disso, o projeto prevê a produção de um artigo científico; um livro sobre ética, direito e inteligência artificial; e, por fim, a organização de seminários e palestras.</p>
<p dir="ltr">Cristina é professora de filosofia do direito, inglês jurídico e instituições do direito na Faculdade de Direito de Ribeirão Preto. Atua como professora visitante na Universidade de Oxford, onde desenvolve pesquisas sobre propriedade intelectual. É líder do Grupo de Pesquisa Direito Ética e Inteligência Artificial da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Direito e Tecnologia no polo do IEA em Ribeirão Preto. Suas pesquisas abordam temas relacionados com o idealismo germânico, soberania em Hegel, partidos políticos, racionalidade jurídica e direitos fundamentais.</p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr"><i><strong><i><strong><i><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Eliane-Robert-Moraes-Perfil.png" alt="Eliane Robert Moraes - Perfil" class="image-left" title="Eliane Robert Moraes - Perfil" /></strong></i>Eliane Robert Moraes</strong></i>(FFLCH)</strong></i></p>
<p dir="ltr"><i>Projeto: O Mangue: erótica das passagens, poética das margens</i></p>
<p dir="ltr"><i>Período: 1 ano</i></p>
<p dir="ltr">O projeto visa realizar uma densa interpretação do corpus literário do Mangue, antiga zona de prostituição carioca, consagrado pelo movimento modernista brasileiro. O objetivo de Eliane é concluir um livro sobre o tema da pesquisa e suas conclusões. A publicação será o primeiro estudo extenso e rigoroso sobre as representações literárias do Mangue.</p>
<p><span>Para tanto, serão analisadas as figuras e formas que constituem o tema como uma poética singular naliteratura do país, segundo Eliane. Também serão feitas relações dos objetos literários com a iconografia que as artes plásticas do período dedicam ao tema do Mangue, abordando os contextos históricos, geográficos e sociais das obras e autores.</span></p>
<div>
<p dir="ltr">Durante o ano, Eliane irá se debruçar sobre a seleção das obras analisadas e a redação do livro. Além disso, pretende realizar dois seminários internacionais no IEA em parceria como programa de pós-graduação de Literatura Brasileira da USP, um a cada semestre, e com a participação de pesquisadores do  Centro de Pesquisa de Países Lusófonos da Universidade de Sorbonne (Paris 3). Eventuais artigos podem ser publicados no processo, assim como a participação em congressos e colóquios para apresentar os resultados da pesquisa.</p>
<p dir="ltr">Eliane é professora de literatura brasileira na Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e bolsa de produtividade no CNPq. É mestre e doutora em filosofia pela USP, com pós-doutorado na Universidade Paris Nanterre. Desenvolveu e coordenou projetos científicos em colaboração com as universidades francesas Paris 10 (Nanterre), Paris 8 (Vincennes Saint-Denis) e Paris 3 (Sorbonne Nouvelle). Realizou pesquisas sobre a relação entre estética e erótica, a literatura libertina do século 18, o surrealismo francês, erotismo moderno, entre outras. Atualmente se dedica a investigar figuras do excesso na prosa de ficção brasileira dos séculos 20 e 21.</p>
<p dir="ltr"><i><strong><br /><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Fabiana-Cristina-Severi-perfil-linkedin.jpg" alt="Fabiana Cristina Severi - Perfil" class="image-left" title="Fabiana Cristina Severi - Perfil" />Fabiana Cristina Severi (FDRP)</strong></i></p>
<p dir="ltr"><i>Projeto: Políticas e institucionalidades com enfoque em gênero no sistema de justiça brasileiro: mapeamento e análise em perspectiva interseccional</i></p>
<p dir="ltr"><i>Período: 1 ano</i></p>
<p dir="ltr">A proposta de Fabiana é entender como políticas e instituições de gênero no sistema judiciário têm melhorado o acesso das mulheres à justiça, principalmente mulheres em condição de vulnerabilidade social. “O olhar e a trajetória da pesquisa pensa essas questões a partir da demanda de mulheres subalternas e periféricas”, afirma a pesquisadora.</p>
<p dir="ltr">A forma como essas institucionalidades executam suas atividades, suas interações com outros segmentos do Estado e da sociedade civil, assim como o papel que possuem para incorporar uma perspectiva de gênero também são objetos de análise para entender como novas instituições internas do sistema melhoram o acesso das mulheres ao judiciário.</p>
<p dir="ltr">Dessa forma, as ações criadas no Poder Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública serão identificadas e categorizadas, especialmente as que foram articuladas após a Lei Maria da Penha (LEI) na esfera federal. As análises serão realizadas a partir da coleta de dados e relatórios publicados pelos próprios órgãos e instituições. A pesquisa também fará questionários e entrevistas com integrantes das instituições encontradas.</p>
<p dir="ltr">O projeto engloba a produção de artigos científicos, um livro com os resultados encontrados, um debate aberto sobre a questão de gênero no acesso à justiça e um seminário voltado a representantes do sistema de justiça para a propagação dos conhecimentos adquiridos.</p>
<p dir="ltr">Severi é professora na Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP. Suas pesquisas se relacionam aos temas: crítica jurídica e feminista, acesso à justiça para mulheres e teorias democráticas. É líder do Grupo de Pesquisa em Direitos Humanos, Democracia e Desigualdades da USP, participante do Consórcio Lei Maria da Penha pelo fim da violência às mulheres baseada em gênero e membro do Grupo de Pesquisa nPeriferias do IEA.</p>
<p dir="ltr"><i><strong><br /></strong></i><dl class="image-left captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Ieda-Maria-Alves-Perfil.png/image" alt="Ieda Maria Alves - Perfil" title="Ieda Maria Alves - Perfil" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Foto: FFLCH/USP</dd>
</dl><i><strong>Ieda Maria Alves (FFLCH)</strong></i></p>
<p dir="ltr"><i>Projeto: Estudo e divulgação da terminologia da Covid-19</i></p>
<p dir="ltr"><i>Período: 6 meses</i></p>
<p dir="ltr"><i> </i>O objetivo do projeto é detectar, estudar e divulgar a terminologia da pandemia de Covid-19, para facilitar a compreensão dos termos e informações relacionados à doença para o público não especialista. Por ser um novo termo, usado amplamente, serão observados materiais digitais em português brasileiro, em fontes oficiais e internacionais.</p>
<p dir="ltr">Após a coleta dos materiais, estes serão processados em um software especializado para que a pesquisa possa selecionar os possíveis termos a serem colocados no dicionário, entendendo também os contextos que foram usados. Depois, será realizada a elaboração das definições, com objetivo de tornar a linguagem médica mais acessível.</p>
<p>A divulgação pretendida pelo projeto será feita em uma plataforma digital e de livre acesso, pela publicação de artigos científicos e capítulos de livro, além de seminários e simpósios online abertos à comunidade externa. “Vamos precisar de assessoria médica de docentes da Faculdade de Medicina da USP em todas as fases de análise dos dados levantados”, afirmou a pesquisadora.</p>
</div>
<div>
<p dir="ltr">O projeto também vai contar com a participação do Projeto CoMet (Corpus Multilíngue para Ensino e Tradução) da FFLCH, responsável pela pesquisa de termos equivalentes em inglês que serão inseridos no projeto, e do Glossário Colaborativo COVID-19, colaboração com a Universidade Nova de Lisboa para pesquisa de variantes do termo em português europeu.</p>
<p dir="ltr">Ieda Maria Alves é professora titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas desde 2006, onde atua nas áreas de filologia e língua portuguesa, com a linha de pesquisa voltada para a lexicologia e a lexicografia. Ieda é chefe do Laboratório de Terminologia do Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia (CITRAT) da FFLCH e foi membro do Comitê Executivo da Rede Ibero-americana de Terminologia e membro diretora da Associação Internacional de Linguística do Português (AILP) de 2014 a 2017.</p>
<p dir="ltr"><i><strong><br /><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Sergio-Ricardo-de-Carvalho-Santos-Perfil.png" alt="Sérgio Ricardo de Carvalho Santos - Perfil" class="image-left" title="Sérgio Ricardo de Carvalho Santos - Perfil" />Sérgio Ricardo de Carvalho Santos (ECA)</strong></i></p>
<p dir="ltr"><i>Projeto: Formas da teatralidade colonial: interações cênicas entre jesuítas e tupinambás na América Portuguesa no século XVI</i></p>
<p dir="ltr"><i>Período: 1 ano</i></p>
<p dir="ltr">A pesquisa tem o intuito de descrever e analisar as tendências cênicas mais importantes praticadas pelos jesuítas na América Portuguesa no século 16, relacionando as modalidades de espetáculos com a formação espacial das vidas, cidades e aldeamentos indígenas. O principal objeto de estudo é entender a interação entre as formas europeias e as práticas indígenas retratadas em peças jesuíticas.</p>
<p dir="ltr">Sérgio realizará um estudo comparativo entre materiais da época, especialmente das obras que permitem relacionar o projeto missionário com a realidade dos povos indígenas, neste período de mudança das relações com o trabalho escravo. Dessa forma será possível analisar as interações entre os religiosos, poder militar, os colonos europeus, indígenas e africanos escravizados e os aldeões livres.</p>
<p dir="ltr">Ao final será elaborado o livro "A teatralidade na América Portuguesa no século XVI: interações cênicas  entre jesuítas e tupinambás." Paralelamente, está prevista a elaboração de quatro artigos, que servirão de base para a produção do livro. O projeto também pretende realizar dois minicursos, um a cada semestre, sobre os temas da pesquisa.</p>
<p dir="ltr">Sérgio de Carvalho é professor livre-docente da Escola de Comunicações e Artes (ECA), onde atua em pesquisas de teatro, dramaturgia e na relação entre teatro e sociedade. Possui mestrado em Artes Cênicas, doutorado em Literatura Brasileira e Livre-Docência em dramaturgia. Atualmente é diretor do Teatro da USP (TUSP) e vice-diretor do Centro Universitário Maria Antônia.</p>
<p dir="ltr"><i><strong><br /></strong></i><dl class="image-left captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Vera-Silvia-Facciolla-Paiva-Perfil-Marcos-santos.png/image" alt="Vera Silvia Facciolla Paiva - Perfil" title="Vera Silvia Facciolla Paiva - Perfil" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Foto: Marcos Santos/Jornal da USP</dd>
</dl><i><strong>Vera Silvia Facciolla Paiva (IP)</strong></i></p>
<p dir="ltr"><i>Projeto: Políticas de controle da Sars-Cov/Covid-19: o desafio da prevenção entre adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social</i></p>
<p dir="ltr"><i>Período: 1 ano</i></p>
<p dir="ltr">O objetivo desta pesquisa é acompanhar e refletir criticamente sobre as políticas de prevenção e controle da Covid-19 no segmento de jovens e adolescentes, tanto nos momentos de escolas fechadas quanto nos períodos de retorno às atividades e readaptação a elas.</p>
<p dir="ltr">Para isso, a pesquisadora pretende sistematizar o resultado de um estudo etnográfico preliminar realizado desde abril de 2020. Vera coordena um grupo no Núcleo de Estudo e Prevenção da Aids (Nepaids) da USP, que tem acompanhado virtualmente cerca de 40 adolescentes, além de alunos de graduação da universidade, para o acolhimento do sofrimento psicossocial.</p>
<p dir="ltr">Segundo Vera, a pandemia tem acentuado cada vez mais o campo da violação e negligência de direitos humanos, podendo produzir maior vulnerabilidade ao adoecimento. O projeto dará especial atenção à saúde mental, sexual e reprodutiva, assim como à prevenção da violência de gênero, especialmente em momentos de distanciamento físico de longa duração.</p>
<p dir="ltr">A discussão sobre essas políticas visa agregar pesquisadores de diversas áreas para debater os limites, dificuldades e possibilidades de sustentar a prevenção à covid-19 a longo prazo e seus impactos nos direitos humanos. “O que eu quero ressaltar é que a prevenção não se reduz à vacina”, afirmou Vera.</p>
<p dir="ltr">A pesquisadora pretende terminar de escrever um livro que vem trabalhando há anos. A obra vai tentar definir e exemplificar a produtividade da noção “Sofrimento Psicossocial”, abordando estudos da sexualidade, gênero e prevenção de doenças associados à desigualdade.</p>
<p dir="ltr">Além da publicação, o projeto também prevê debates sobre novos métodos e concepções para sustentar a prevenção e a resposta social que a pandemia demandou. Esses encontros ocorrerão em seminários e simpósios onlines bimestrais e, se possível, em evento semestral sediado no IEA.</p>
<p dir="ltr">Vera Paiva é professora titular no Instituto de Psicologia (IP), onde leciona psicologia social, e fundadora do Nepaids. Também é professora no programa de medicina preventiva da Faculdade de Medicina (FM) e orienta teses na Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP). Suas pesquisas envolvem temas de ciências sociais e humanas, saúde coletiva, políticas públicas, psicologia social, orientação e acolhimento.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Arquivo pessoal</span></p>
</div>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institutional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-01-11T16:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudo-politicas-de-clima-e-saude-no-brasil">
    <title>Pesquisadores do IEA lançam estudo com proposições para avanço e integração das políticas de clima e saúde no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudo-politicas-de-clima-e-saude-no-brasil</link>
    <description>Relatório faz parte de projeto internacional multipaíses, liderado pela George Mason University (EUA). No Brasil, reúne insights e percepções de 33 representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, de órgãos públicos federais, ONGs, think tanks e da academia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O relatório nacional da pesquisa “<i>Avanço e integração das políticas de clima e <i>saúde </i>no Brasil: Percepções de stakeholders brasileiros</i>” será lançado no dia <strong>4 de fevereiro, das 14h às 16h30</strong>, na sala Alfredo Bosi do IEA. O evento terá transmissão online ao vivo pelo canal do <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@SaudePlanetaria">YouTube do Saúde Planetária Brasil</a> e pelo site do IEA. Os resultados serão apresentados pelos autores e comentados por especialistas, como o climatologista Carlos Nobre e representantes do poder Executivo e do terceiro setor. Veja a programação abaixo.<span></span></p>
<p>Conduzido pelos pesquisadores do Grupo de Estudos Saúde Planetária, Daniela Vianna, Patricia Zimermann, ambas pós-doutorandas do IEA, e António Mauro Saraiva, coordenador do grupo e da pesquisa no Brasil, o estudo estará disponível em breve no <a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog">Portal de Livros Abertos</a> da USP. O projeto é liderado pelo Center for Climate Change Communication (4C), ligado à Universidade George Mason (Virgína, EUA), com financiamento da Wellcome Trust. Além do Brasil, foi realizado em mais cinco países: Alemanha, Caribe, Estados Unidos, Quênia e Reino Unido. Cada um lançará o respectivo relatório e, nas próximas semanas, será publicado um relatório-síntese com os resultados multipaíses.</p>
<p>Para apuração dos dados, foram realizadas 33 entrevistas semiestruturadas com representantes do Poder Executivo, de órgãos federais, do ambiente acadêmico, do Congresso Nacional, de think tanks e organizações de advocacy que trabalham direta ou indiretamente na interconexão de clima, saúde e áreas correlacionadas. Os entrevistados trataram dos seguintes temas: 1) o atual status nacional sobre como as políticas nacionais de saúde e clima no Brasil estão (ou não) integradas; 2) ideais para a integração das políticas; 3) as barreiras para avançar; 4) as oportunidades para a superação das barreiras; e 5) estratégias para avançar na integração das políticas de clima e saúde.</p>
<p>Ao sintetizar das percepções desses atores sobre o status atual, ideais para integração das políticas, barreiras, oportunidades e estratégias para superá-las, a análise revelou que as políticas públicas brasileiras existentes não conseguem assegurar soluções para os problemas decorrentes das mudanças climáticas.</p>
<p>“Há um consenso de que as políticas deveriam estar mais conectadas, potencializando benefícios mútuos para as áreas de saúde e clima. Porém, muitos apontam barreiras para essa integração, como falta de planejamento estratégico e de percepção de riscos, ausência de dados, polarização política, defesa de interesses adquiridos, silos e falta de diálogo entre órgãos governamentais e setores da sociedade e limitação de recursos e financiamentos”, escrevem os autores.</p>
<p>Dentre as recomendações dos próprios entrevistados para a integração das políticas de clima e saúde estão: melhorias na comunicação e na educação; ampliação na produção e disseminação de pesquisas e dados sobre os impactos do clima na saúde e na economia, bem como sobre os benefícios da ação climática para a saúde e outras áreas; e o fortalecimento da governança política para um planejamento integrado de país.</p>
<p><strong>Lançamento </strong></p>
<p>No evento, os autores apresentarão os resultados da pesquisa e receberão convidados comentar sobre o trabalho, refletindo sobre a aplicabilidade das recomendações em suas práticas profissionais. Discutirão, também, quais resultados merecem destaque e quais estratégias apresentadas no estudo são factíveis de serem implementadas no Brasil no curto, médio e longo prazos.</p>
<p><span><strong>Programação:</strong></span></p>
<p>14h - Abertura</p>
<p>14h15 - Apresentação pelos autores dos resultados da pesquisa no Brasil</p>
<p><strong>Daniela Vianna, </strong>comunicadora climática e pós-doutoranda do IEA, membro do Grupo Saúde Planetária Brasil</p>
<p><strong>Patricia Zimermann, </strong>educomunicadora <span>e pós-doutoranda do IEA, membro do Grupo Saúde Planetária Brasil</span></p>
<p><strong>António Mauro Saraiva,</strong> coordenador do grupo Saúde Planetária Brasil e da pesquisa no Brasil</p>
<p>14h45 - Percepções dos convidados</p>
<ul>
<li><strong>Agnes Soares</strong>, diretora do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador no Ministério da Saúde</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Carlos Nobre</strong>, climatologista, titular da Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade do IEA</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Marcio Astrini</strong>, secretário-executivo do Observatório do Clima e membro do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Sérgio Xavier</strong>, coordenador-executivo do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima e integrante permanente do Conselho Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM)</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Adriana Brito da Silva</strong>, diretora-substituta do Departamento de Políticas para Adaptação e Resiliência à Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente</li>
</ul>
<p><br />15h45 - Perguntas e respostas</p>
<p>16h30 - Encerramento</p>
<p>________________________________</p>
<p><span>Para mais informações, contate:</span></p>
<p>Daniela Vianna – <a href="mailto:daniela.vianna@usp.br">daniela.vianna@usp.br<br /></a><span>Patricia Zimermann – </span><a href="mailto:patriciaz@usp.br">patriciaz@usp.br</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-01-24T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-iea-e-do-ita-publicam-artigos-sobre-os-avancos-na-pesquisa-sobre-processos-nucleares-em-astrofisica">
    <title>Pesquisadores do IEA e do ITA publicam artigo sobre  processos nucleares em astrofísica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-iea-e-do-ita-publicam-artigos-sobre-os-avancos-na-pesquisa-sobre-processos-nucleares-em-astrofisica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mahir-s-hussein" alt="Mahir S. Hussein" class="image-inline" title="Mahir S. Hussein" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O astrofísico Mahir S. Hussein, professor sênior do IEA, é um dos autores do trabalho</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O astrofísico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mahyr-saleh-hussein" class="external-link">Mahir Saleh Hussein</a>, professor titular aposentado do Instituto de Física da USP e professor sênior do IEA, onde coordena o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/astrofisica-nuclear" class="external-link">Grupo de Pesquisa em Astrofísica Não Convencional</a>, é um dos cinco autores de artigo sobre os avanços recentes na pesquisa sobre processos nucleares na astrofísica, publicado na edição de dezembro da revista “European Physical Journal A”, editada pela Società Italiana di Fisica e pela Springer.</p>
<p>Os outros quatro autores do artigo “<a href="https://link.springer.com/content/pdf/10.1140%2Fepja%2Fi2018-12648-5.pdf">Nuclear Processes in Astrophysics: Recent Progress</a>” são Vincenzo Liccardo, Manuel Malheiro, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/brett-vern-carlson" class="external-link">Brett Vern Carlson</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tobias-frederico-1" class="external-link">Tobias Frederico</a>, todos pesquisadores do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), onde Hussein também atua como professor visitante sênior.</p>
<p>No trabalho, eles revisam o entendimento atual sobre diferentes processos nucleares astrofísicos que levam à formação de elementos químicos, com especial atenção à formação de elementos pesados durante eventos astrofísicos de alta energia.</p>
<p>Hussein e seus colegas afirmam na sinopse do texto que graças a recente observação de multimensageiros [diferentes fontes sinais] da fusão de uma estrela de nêutrons binária (“a qual também confirmou a produção de elementos pesados”), cenários explosivos como curtas rajadas de raios gama e kilonovas [gigantescas explosões luminosas em decorrência da fusão de sistemas binários] “são agora fortemente consideradas como lugares de síntese nuclear”.</p>
<p>Os autores destacam que a origem dos elementos químicos é uma questão fascinante à qual os cientistas têm tentado responder nas últimas sete décadas. “A formação de elementos leves no universo primordial e de elementos pesados em fontes astrofísicas ocorrem por meio de reações nucleares”, comentam os pesquisadores. “Podemos dizer que os processos nucleares são responsáveis pela produção de energia e síntese de elementos nos vários locais astrofísicos.”</p>
<p>Dessa forma, explicam, as reações nucleares possuem um papel determinante na existência e evolução de vários ambientes astrofísicos, do Sol a explosões espetaculares de supernovas. “A astrofísica nuclear procura tratar das mais básicas e importantes questões de nossa existência e de nosso futuro.”</p>
<p>No entanto, alertam os pesquisadores, “há ainda muitas questões não resolvidas. Algumas delas são: “Como estrelas e nossa galáxia se formaram e como elas evoluem, como e onde os elementos mais pesados são produzidos, qual é a abundância de núcleos no universo e qual é o resultado de síntese nuclear dos vários processos de produção e porque a quantidade de lítio-7 observada é menor do que a prevista”.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Astrofísica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Astrofísica Nuclear Não Convencional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-01-04T11:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica">
    <title>Pesquisadores discutem desvios éticos na comunidade científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica</link>
    <description>Os casos de denúncias de má conduta científica foram debatidos na mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades, realizado no dia 28 de novembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-da-mesa-redonda-fabricacao-falsificacao-e-plagio-nas-ciencias-e-humanidades" alt="Participantes da mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades" class="image-right" title="Participantes da mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades" />A multiplicação das denúncias de má conduta científica talvez seja a maior sombra que paira sobre a comunidade acadêmica. Os casos vão desde práticas como fracionamento da produção, requentamento de artigos e falsas coautorias até desvios de extrema gravidade, como manipulação de resultados, alteração de dados e cópia de ideias, textos ou imagens sem a devida atribuição de autoria.</p>
<p style="text-align: justify; ">Com o objetivo de enfrentar essa questão, a Comissão de Ética da USP e o IEA organizaram a mesa-redonda <i>Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades</i>, realizado no dia 28 de novembro. O debate teve a participação dos professores Edson Watanabe (UFRJ), Sonia Maria Vasconcelos (UFRJ) e Marisa Russo Lecointre (Unifesp), com moderação do professor Luiz Henrique Lopes dos Santos, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>RETRATAÇÕES</strong><br />Sonia Maria tratou de um dos maiores tabus entre os pesquisadores: as retratações em revistas científicas, que se referem a artigos retirados da literatura científica devido a erros ou desvios éticos na condução ou no relato da pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify; ">Baseada em estudo liderado por Arturo Casadevall, da Yeshiva University, dos EUA (<i>leia ao lado</i>), ela afirmou que o número de retratações vem crescendo desde a década de 1970, sendo a maior parte vinculada a fraudes, publicações em duplicidade e plágio. Disse, ainda, que as estatísticas podem não refletir a gravidade da situação, uma vez que apenas uma pequena fração dos artigos com problemas éticos são retratados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ainda em referência ao estudo, a pesquisadora destacou que as notas de retratação publicadas nas revistas são "nebulosas", pois não explicitam de forma clara e objetiva as razões que levaram ao cancelamento dos artigos. Segundo a professora, as informações apresentadas são demasiadamente subjetivas e muitas vezes recorrem à ideia de um erro legítimo para disfarçar uma má conduta.</p>
<p style="text-align: justify; ">Diante desse quadro, ela levantou duas questões principais. A primeira é se a retratação invalida completamente o artigo e se este deve, a partir de então, ser eliminado da literatura científica. A segunda refere-se ao fato de muitos artigos continuarem a ser citados mesmo após serem retratados: "Os pesquisadores utilizam o artigo porque não sabem da retratação ou porque simplesmente ignoraram o fato?".</p>
<p style="text-align: justify; ">Essas questões revelam, de acordo com ela, a complexidade do problema da retratação e demonstram a necessidade de um olhar menos simplista para o assunto: "Para que os erros não sejam incorporados de forma acrítica à literatura científica, os mecanismos e atitudes em relação às correções e retratações precisam ser repensados".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PUBLICAR OU PERECER</strong><br /> Marisa Russo tocou em outro ponto caro à comunidade acadêmica: a pressão pelo aumento da produtividade científica. Para ela, quando a política do <i>publish or perish</i> (publicar ou perecer) passou a nortear a oferta de financiamentos e a determinar o status dos pesquisadores, sobretudo a partir da década de 80, teve início o desastre das pesquisas, com o acirramento da corrida para elevar a quantidade de publicações.</p>
<p style="text-align: justify; ">A professora afirmou que existe uma política de tolerância às fraudes nas universidades, visto que muitos fecham os olhos para o problema com o objetivo de proteger pesquisadores poderosos e evitar escândalos. "A fraude só existe porque existe um meio que lhe é favorável", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com ela, isso não só cria um ambiente propício a desvios de conduta ética, como leva a distorções, como a ideia de que a solução é vigiar, punir e prevenir, e não transformar o sistema. Como exemplo, citou o caso dos seguros antifraude nos EUA: ao receber um financiamento, o pesquisador precisa assinar um termo se comprometendo a não cometer fraudes sob pena de multa. E, para garantir o pagamento da multa se houver fraude, é obrigado a fazer um seguro.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para ela, a solução para o problema da má conduta científica não está no direito civil ou penal, mas numa valorização do cientista que não seja baseada na quantidade de papers, bem como na inclusão da responsabilidade coletiva entre os valores da ciência, de modo que "o valor epistêmico não se sobreponha a outros valores". <br /> <br /> <strong>CULTURA DA COLA</strong><br /> A exposição de Watanabe concentrou-se no que ele considera ser a principal causa dos desvios éticos na ciência, sobretudo do plágio: a cultura da cola, que, de acordo com ele, começa nos colégios e se consolida nas universidades. "Quando a gente conversa com o plagiador, vemos que muitas vezes ele não sabe que está fazendo algo errado, pois o plágio faz parte da cultura do ensino", disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo o professor, o problema é agravado por confusões em torno do que é direito autoral e copyright, do que pode ser considerado cópia, entre outros. Alguns exemplos apontados por ele são a ideia de que tudo na internet pode ser usado ou é de domínio público; indefinições sobre se o chefe é autor do trabalho ou sobre como proceder em estudos que envolvem grandes equipes de pesquisadores; e a cessão dos direitos de artigos ou imagens para revistas científicas quando da publicação.</p>
<p style="text-align: justify; ">Watanabe afirmou que a melhor forma de coibir a má conduta científica é acabar com a cultura do "copiar e colar" e conscientizar os alunos de que a violação acadêmica é também uma prática ilegal: "Muitos plagiam porque acham que é um crime menor. Precisamos começar nos colégios, para que as pessoas cometam o erro sabendo que estão fazendo uma coisa errada".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ÉTICA CIENTÍFICA</strong><br /> Ao fazer um balanço do debate, Santos, moderador da mesa, disse que a responsabilidade do cientista é produzir conhecimento de boa fé, dentro dos métodos e condutas da ciência. Para ele, a ética profissional do cientista diz respeito a fazer o conhecimento avançar respeitando as normas da comunidade científica.</p>
<p style="text-align: justify; ">"É preciso distinguir a questão da integridade ética da ciência, relativa à verdade dos resultados, da questão da adequação do comportamento do cientista a valores éticos gerais. Muitos conhecimentos relevantes foram considerados eticamente questionáveis quando surgiram, como o darwinismo e o heliocentrismo. A verdade nunca é prejudicial. Sou iluminista nesse sentido", concluiu.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>CICLO</strong><br /> Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades foi a segunda mesa-redonda do Ciclo Ética e Universidade, organizado pela Comissão de Ética da USP e o IEA. O primeiro debate, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp" class="external-link">Segurança e Privacidade</a> (assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link" target="_blank">vídeo</a>), aconteceu no início de novembro e o terceiro, ainda sem data marcada, será realizado em 2013.</p>
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: justify; "><strong>EPIDEMIA DE RETRATAÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Recente <a href="http://www.pnas.org/content/early/2012/09/27/1212247109.full.pdf+html" target="_blank">estudo</a> publicado na revista científica "PNAS", editada pela National Academy of Sciences dos EUA, analisou 2.047 artigos da área de ciências biomédicas e da vida indexados pelo PubMed em 3 de março como trabalhos que sofreram retratação. Os resultados mostraram que o número de retratações aumentou dez vezes desde 1975 e que a maior parte delas (67,4%) foi atribuída a más condutas científicas, incluindo fraude (43,4%), publicação duplicada (14,2%) e plágio (9,8%).</p>
<p style="text-align: justify; "><i>Segundo os autores do artigo, notas de retratação incompletas, pouco informativas ou enganosas levaram a uma subestimação anterior do papel da fraude na epidemia de retratação em curso.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="padding-left: 420px; text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-12-13T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-da-usp-se-unem-covid-19">
    <title>Pesquisadores da USP se unem para aperfeiçoar políticas públicas contra a Covid-19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-da-usp-se-unem-covid-19</link>
    <description>Glauco Arbix explica que rede de pesquisas se divide em frentes e o andamento dos projetos será divulgado em boletins semanais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Publicado no Jornal da USP</i></p>
<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEB-agbrasil.jpg" alt="Isolamento social" class="image-right" title="Isolamento social" /></span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p><a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/ciencias/pesquisadores-da-usp-se-unem-para-aperfeicoar-politicas-publicas-contra-covid-19/">Ouça a entrevista na Rádio USP</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/boletins" class="external-link">Veja todos os boletins publicados pelo grupo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Pesquisadores da USP se unem em projeto de rede de pesquisa solidária, a fim de aperfeiçoar as políticas públicas do governo para o  enfrentamento da crise do coronavírus. O projeto</span><span> Covid-19: Políticas Públicas e as Respostas da Sociedade</span><span> é uma iniciativa de pesquisadores para calibrar o foco e aperfeiçoar a qualidade das políticas públicas dos governos nos diferentes níveis de atuação.</span></p>
<p><span>“Vivemos uma situação excepcional e não podemos parar de jeito nenhum com nossas atividades de pesquisa, em especial num momento em que há um abalo muito grande nas certezas, num mar de notícias que são desencontradas. A confusão é grande, não há uma atuação que tem uma voz única dos governos federal e estaduais”, comenta o professor Glauco Arbix, </span><span>do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, coordenador do Observatório da Inovação do Instituto de Estudos Avançados (IEA), um dos coordenadores do projeto</span><span>, ao </span><i>Jornal da USP no Ar</i><span>. </span></p>
<p><span>Pensando na dimensão do desafio, pesquisadores começaram a reunir especialistas de várias áreas, como humanas, medicina, engenharia e estatística, a fim de “avaliar a qualidade daquilo que é feito pelo setor público para pessoas que estão enfrentando dificuldades, seja no âmbito da saúde, da economia e, agora, para entender o que o mundo da política conta para nós”, explica Arbix. </span></p>
<p><span>Os pesquisadores do projeto montaram quatro frentes relacionadas à pandemia. A primeira trata do distanciamento e da quarentena, avalizando a questão da saúde pública e os impactos na política fiscal. “Conversando com outras universidades, como a de Oxford, na Inglaterra, e a de Chicago e Columbia, nos EUA, percebemos que os critérios para definição de políticas públicas no Brasil são falhos, e é disso que esse primeiro projeto trata”, aponta o professor. </span></p>
<p><span>O segundo é um projeto qualitativo sobre as dificuldades que comunidades deprimidas, do ponto de vista de renda e de salário estão passando, a fim de montar um quadro sobre as necessidades dessa população. Já o terceiro é um projeto ligado ao mercado de trabalho para identificar as categorias mais essenciais no Brasil e acompanhar, por exemplo, do ponto de vista da renda, se conseguem trabalhar de casa ou não, explica o professor.</span></p>
<p><span>A malha de proteção social é o foco do quarto projeto: como os instrumentos, ferramentas e programas que já existiam, como o Bolsa Família, e que estão sendo criados, como o coronavoucher, auxiliam a população e amenizam o impacto negativo da pandemia. “Nossa avaliação é saber se essas mudanças e decisões do governo federal e dos governos estaduais estão sendo suficientes”, afirma Arbix. </span></p>
<p><span>Ele explica que os projetos já estão em andamento e serão divulgados em boletins semanais. “Serão boletins que procuram estar baseados em fatos e dados coletados e trabalhados por indicadores, com ferramentas avançadas a que temos acesso, justamente para melhorar a qualidade das políticas públicas”, finaliza. </span></p>
<p><span>A rede de pesquisa solidária conta com apoio de diversas instituições: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Medicina Assistida por Computação Científica, Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Observatório da Inovação, Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, Instituto de Estudos Avançados da USP, Instituto de Pesquisas do Hospital Albert Einstein, Centro de Estudos da Metrópole (CEM) da USP, Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG e Centro de Ciência e Tecnolgia do Ipea e também das empresas InLoco e The Great Place to Work.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-15T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-detalham-curso-online-sobre-o-tempo">
    <title>Pesquisadores da Intercontinental Academia detalham curso sobre o tempo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-detalham-curso-online-sobre-o-tempo</link>
    <description>No encerramento da Fase Nagoya da Intercontinental Academia, os participantes do projeto detalharam como será o curso online sobre o tempo que produzirão.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/apresentacao-final-do-participantes-da-fase-nagoya-da-intercontinental-academia" alt="Apresentação Final do participantes da Fase Nagoya da Intercontinental Academia" class="image-inline" title="Apresentação Final do participantes da Fase Nagoya da Intercontinental Academia" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Apresentação do plano do curso sobre o tempo<br /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No encerramento da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Fase Nagoya da Intercontinental Academia</a>, no dia 18 de março, os 13 pesquisadores do projeto apresentaram detalhes sobre como será o Massive Open Online Course (Mooc) sobre o tempo no qual eles têm trabalhado desde a <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/home-sao-paulo">Fase São Paulo</a> da iniciativa.</p>
<p>O curso constitui a atividade prática dos participantes da Intercontinental Academia e tem como subsídios para sua produção as conferências, debates e workshops sobre o tempo realizados nas Fases São Paulo e Nagoya do projeto.</p>
<p>O Mooc se chamará Fronteiras do Tempo: Explorando o Último Grande Mistério e ficará sediado no <a class="external-link" href="https://www.coursera.org">Coursera</a>, plataforma de cursos online criada por cinco grandes universidades americanas e da qual a USP é parceira.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Fase Nagoya da International Academia —  Apresentação Final do Participantes<br /><i>18 de março de 2016</i></strong></p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-friday-march-18-workshop-by-the-participants-final-presentation">Vídeo</a> | <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/photos">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p><strong>Fase São Paulo da Intercontinental Academia —  Apresentação Final do Participantes<br /><i>29 de abril de 2015</i></strong></p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/media-center/videos/intercontinental-academia-closing-report">Vídeo</a> | <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/media-center/photos">Fotos</a></li>
</ul>
<p><i> </i></p>
<hr />
<i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-intercontinental-academia" class="external-link">Leia mais notícias sobre a Intercontinental Academia</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Serão cinco aulas mais um vídeo sobre a produção do curso. Cada aula terá cerca de uma hora e texto com aproximadamente 7 mil palavras. </span>Os temas das aulas serão:</p>
<p>1. Introdução: Aspectos do Tempo</p>
<p>2. O Presente é Especial?</p>
<p>3. Tempo, Mudança e Diferenças Culturais</p>
<p>4. O Tempo é Diferente para Humanos e Não Humanos?</p>
<p>5. Como Avaliamos o Tempo?</p>
<p>Cada aula será dividida em seções temáticas. A primeira delas (Introdução: Aspectos do Tempo), por exemplo, terá quatro seções: 1) O Que é o Tempo? 2) Como Percebemos o Tempo? 3) Como Pensamos sobre o Tempo? 4) Como usamos o Tempo?.</p>
<p>Os roteiros das aulas estarão prontos em junho e as filmagens estão previstas para agosto. <span>Uma das propostas é que as filmagens<span> — </span>com a atuação de alguns dos participantes <span> —</span> ocorram na Base de Pesquisa</span><span> </span><span>do Instituto Oceanográfico da USP em Ubatuba, no litoral norte do Estado de São Paulo</span><span>. Outras alternativas de localidades para a produção das aulas ainda serão consideradas.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: IAR/Universidade de Nagoya</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-10T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/filmagens-de-curso-sobre-o-tempo">
    <title>Pesquisadores da 1ª Intercontinental Academia iniciam filmagens de curso sobre o “tempo”</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/filmagens-de-curso-sobre-o-tempo</link>
    <description>Cinco dos 13 jovens pesquisadores que participam do projeto ficarão imersos em base de pesquisa do IO-USP para gravar as aulas que irão compor o Massive Open Online Course (Mooc)</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/base-clarimundo-de-jesus-io-usp" alt="Base Clarimundo de Jesus - IO/USP" class="image-inline" title="Base Clarimundo de Jesus - IO/USP" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Base de pesquisa do IO-USP em Ubatuba</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Começaram nesta segunda-feira, 6 de março, as filmagens do curso online que os participantes da primeira <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">Intercontinental Academia</a> (ICA) estão produzindo sobre o tema “tempo”. Em Ubatuba, na Base de Pesquisa “Clarimundo de Jesus” do Instituto Oceanográfico (IO) da USP, cinco jovens pesquisadores que integram o projeto ficarão imersos até o dia 10 de março para gravar as aulas das quatro seções que comporão o Massive Open Online Course (Mooc). Com um total de duas horas de duração, o curso deverá ficar hospedado na base da <a class="external-link" href="https://pt.coursera.org/">Coursera</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/projetos/intercontinental-academia-filmagem-mooc-sobre-o-tempo" class="external-link">Fotos das filmagens do Mooc</a></p>
<p>1º encontro em São Paulo</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-relatorio" class="external-link">Participantes da Intercontinental Academia apresentam resultados do encontro</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading">2º encontro em Nagoya</p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-detalham-curso-online-sobre-o-tempo" class="external-link">Pesquisadores da Intercontinental Academia detalham curso sobre o tempo</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" style="text-align: right; "><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias-ica" class="external-link">Todas as notícias</a></i></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gravacao-mooc-ubatuba" alt="Gravação Mooc Ubatuba" class="image-inline" title="Gravação Mooc Ubatuba" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Bastidores da gravação do Mooc</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gravacao-mooc-ubatuba-2" alt="Gravação Mooc Ubatuba - 2" class="image-inline" title="Gravação Mooc Ubatuba - 2" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Nikki Moore se prepara para iniciar a filmagem</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os jovens pesquisadores estão sendo representados por <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/david-gange">David Gange</a>, da University of Birmingham, Inglaterra; <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/eduardo-almeida">Eduardo Almeida</a> e <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/helder-nakaya">Helder Nakaya</a>, ambos da USP; <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/nikki-moore">Nikki Moore</a>, da Rice University, Estados Unidos; e <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/valtteri-arstila">Valtteri Arstila</a>, da University of Turku, Finlândia. Durante esta semana, eles terão a supervisão dos membros do Comitê Sênior da ICA <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/copy_of_martin-grossmann">Martin Grossmann</a>, da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP, e <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/regina-markus">Regina Markus</a>, do Instituto de Biociências (IB) também da USP.</p>
<p>A ICA é um programa da <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study</a> (Ubias), rede que congrega 36 institutos de estudos avançados de universidades de todos os continentes. O IEA-USP e o <a class="external-link" href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada da Universidade de Nagoya</a> (IAR), no Japão, são os responsáveis pela primeira edição. O encontro em São Paulo aconteceu de 17 a 30 de abril de 2015, e a segunda fase, em Nagoya, de 6 a 18 de março do ano passado.</p>
<p>O projeto reúne 13 jovens pesquisadores de diferentes nacionalidades e áreas do conhecimento para desenvolver estudos sobre o tema “tempo”. Sua realização foi possível graças à parceria e apoio das Pró-Reitorias de Pesquisa da USP e da Universidade de Nagoya e do <a class="external-link" href="http://www.itaucultural.org.br/">Itaú Cultural</a>, que financia boa parte dos custos por meio do programa Redes Globais de Jovens Pesquisadores da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>.</p>
<p>Durante todas as etapas da ICA e mesmo após os encontros presenciais, os jovens trabalharam na criação do roteiro do Mooc e chegaram a Ubatuba com os textos prontos do que será filmado por uma produtora de vídeo. <span>Após as gravações, a expectativa é que o curso fique completamente pronto para ir ao ar em junho.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Foto 1 - Divulgação IO-USP; Fotos 2 e 3: Richard Meckien - IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-06T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-analisa-efeitos-e-contradicoes-das-fotografias-de-doencas-tropicais">
    <title>Pesquisadora analisa efeitos e contradições das fotografias de doenças tropicais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-analisa-efeitos-e-contradicoes-das-fotografias-de-doencas-tropicais</link>
    <description>O objetivo de refletir sobre a construção histórica da medicina tropical e os indivíduos por ela subjugados motivou a idealização do encontro Representações Fotográficas de Doenças Tropicais: Ambivalências e Tensões Sociais, que acontece no dia 24 de maio, às 14h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/doencas-tropicais" alt="Doenças tropicais" class="image-right" title="Doenças tropicais" />No início do século 20, simultaneamente ao estabelecimento da fotografia, popularizou-se a prática de fotografar indivíduos doentes. Por um lado, esse recurso foi fundamental para caracterizar — e diagnosticar — doenças tropicais. Por outro, podia depreciar e diminuir os portadores. O objetivo de refletir sobre a construção histórica da medicina tropical e os indivíduos por ela subjugados motivou a idealização do encontro <i>Representações Fotográficas de Doenças Tropicais: Ambivalências e Tensões Sociais</i>, que acontece no <strong>dia 24 de maio, às 14h</strong>. O evento é público e gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web. Os interessados em participar presencialmente devem se<a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSczkX4rlCfnDDmnuMfTg3f38sdsWLSVRbptgAJGi-eOnpDFwA/viewform"> inscrever </a>previamente.</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A conferencista será <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/kelly-ichitani-koide" class="external-link">Kelly Ichitani Koide</a>, pós-doutoranda em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. A pesquisa de Kelly pretende desvendar o papel das representações fotográficas da doença na medicina tropical. O moderador do encontro será <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Rubén Mariconda</a>. Além de orientar a pesquisa de Kelly, Mariconda é professor de Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência na FFLCH e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa História, Filosofia e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a>, que organiza o evento.</div>
<div></div>
<div><span>A prática de fotografar pessoas doentes, segundo os organizadores, se justificava pela concepção de que a fotografia era o resultado objetivo da neutralidade da máquina, documentando a realidade sem a intervenção humana. Durante o evento, eles pretendem analisar algumas fotografias produzidas nesse contexto “buscando uma reflexão sobre a invisibilidade social dos indivíduos, retratados apenas para caracterizar doenças e ressaltar suas anomalias”.</span></div>
<div></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: Fiocruz</span></div>
<div id="_mcePaste"><br /> 
<hr />
<div id="_mcePaste"><i><strong>Representações Fotográficas de Doenças Tropicais: Ambivalências e Tensões Sociais </strong></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>24 de maio, 14h</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Evento público e gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSczkX4rlCfnDDmnuMfTg3f38sdsWLSVRbptgAJGi-eOnpDFwA/viewform">inscrever</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Mais informações: Cláudia R. Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1686</i></div>
<div id="_mcePaste"><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/representacoes-fotograficas-" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
<div></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Doenças Tropicais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-10T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesamento-algebrico">
    <title>Pesquisador prepara livro sobre a história do pensamento algébrico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesamento-algebrico</link>
    <description>Flávio Ulhoa Coelho, do IME-USP, foi um dos pesquisadores participantes do Programa Ano Temático no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/flavio-ulhoa-coelho" alt="Flavio Ulhoa Coelho" class="image-inline" title="Flavio Ulhoa Coelho" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Flavio Ulhoa Coelho</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por estranho que pareça, a álgebra, a chamada "ciência das equações", não se desenvolveu a partir apenas de preceitos matemáticos. A evolução do pensamento algébrico foi influenciada também por concepções filosóficas e sociais de cada período histórico.</p>
<p>Foi justamente para estudar esse desenvolvimento peculiar do pensamento algébrico que <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-ulhoa-coelho" class="external-link">Flavio Ulhoa Coelho</a>, professor do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, participou da primeira edição do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-em-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> do IEA, terminada em fevereiro. <span>O título do </span><span>projeto é </span><span>“História do Pensamento Algébrico e seus Desdobramentos Didáticos”.</span></p>
<p>Coelho explica que o período sabático teve por objetivo a a estruturação de um livro sobre essa evolução e a redação um artigo sobre sua utilização com fins didáticos. "Acredito ter avançado o que estava previsto para o período sabático, principalmente no que diz respeito à organização geral do trabalho. Já há também versões preliminares de alguns capítulos."</p>
<p>O artigo, a ser submetido à revista "Estudos Avançados", do IEA, está sendo redigido em parceria com Marcia Aguiar, professora da UFABC. "O enfoque do texto é verificar de que maneira a história do desenvolvimento do pensamento algébrico pode ser utilizada em salas de aula do ensino básico, para que a passagem dos estudantes ao pensamento abstrato se dê de forma mais natural."</p>
<p>Coelho não restringiu suas atividades no IEA ao projeto para o período sabático. Além de matemático, ele é escritor, com vários livros de ficção já publicados. Esse duplo interesse o levou a organizar uma mesa-redonda chamada "Literatura e Matemática", no dia 27 de outubro de 2016. Os debatedores foram o escritor Jacques Fux, o professor da UFRJ Marco Lucchesi, membro da Academia Brasileira de Letras, e o professor Nílson José Machado, da Faculdade de Educação (FE) da USP.</p>
<p>"A conversa foi bastante interessante, em função da diversidade de experiência e formação dos convidados. Também houve uma excelente participação do público." Coelho informou que o debate foi transcrito e está sendo editado para futura publicação em formato de livro. Também está sendo planejada uma nova mesa-redonda sobre o tema no primeiro semestre de 2017.</p>
<p>Quanto à atuação no IEA, Coelho afirmou que foi uma experiência extremamente gratificante, não só pela oportunidade de desenvolver o projeto que propôs, "mas principalmente pela convivência que o Instituto proporciona a seus pesquisadores, pois é um lugar muito ativo e congrega pesquisadores com interesse múltiplos".</p>
<p>Em relação ao Programa Ano Sabático especificamente, ele disse que o contato com os outros cinco pesquisadores foi muito útil para que todos pudessem se aperfeiçoar pessoal e academicamente. O grande diferencial do programa, de acordo com ele, "é a possibilidade de o pesquisador 'se distanciar' por um tempo da rotina departamental de sua unidade. Com isso, o tempo do pesquisador pode ser direcionado unicamente ao desenvolvimento da pesquisa e isso faz a diferença quando se quer refletir mais profundamente sobre algum assunto."</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-10T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/alberto-pfeifer-filho">
    <title>Pesquisador do IEA é o novo diretor de Projetos Especiais da Secretaria de Assuntos Estratégicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/alberto-pfeifer-filho</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alberto-pfeifer-filho" alt="Alberto Pfeifer Filho" class="image-inline" title="Alberto Pfeifer Filho" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alberto Pfeifer Filho</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O<span> especialista em relações internacionais </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-pfeifer-filho" class="external-link">Alberto Pfeifer Filho</a><span>, pesquisador colaborador do IEA, foi nomeado no dia 10 de maio pelo </span>ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, novo diretor de Projetos Especiais da Secretaria <span style="text-align: justify; ">de Planejamento Estratégico da <a class="external-link" href="http://www.sae.gov.br">Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos (SAE)</a> da Presidência da República.</span></p>
<p>De acordo com as normas que regulam o funcionamento da SAE, cabe à Diretoria de Projetos Especiais:</p>
<ul>
<li>coletar, sistematizar e analisar dados e informações para a <span>elaboração de estudos comparados de desafios e projetos nacionais;</span></li>
<li>realizar estudos, projetos e análises para a formulação e <span>o aperfeiçoamento das opções estratégicas nas áreas de segurança </span><span>alimentar, tecnologias sensíveis, energia e meio ambiente;</span></li>
<li>desenvolver propostas de políticas estratégicas voltadas <span>à proteção e ao desenvolvimento sustentável da Amazônia e à salvaguarda </span><span>de sua biodiversidade;</span></li>
<li>desenvolver políticas estratégicas de desenvolvimento e <span>do emprego de fontes renováveis de energia, com vistas à sustentabilidade </span><span>e à segurança energética do país.</span></li>
</ul>
<p><span>Pfeifer Filho afirmou que seu trabalho na SAE terá como diretriz ampla "perseguir o aumento da eficiência econômica, do desenvolvimento sustentável e do equilíbrio social, por meio da elevação da produtividade e da competitividade sistêmicas do Brasil".</span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">D</span><span style="text-align: justify; ">outor em geografia humana e mestre em economia aplicada pela USP, onde graduou-se em </span><span style="text-align: justify; ">engenharia agronômica e direito, Pfeifer Filho é também mestre em direito e diplomacia pela Escola Fletcher da Universidade Tufts, dos EUA. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">No IEA, ele </span><span style="text-align: justify; ">tem colaborado com o vice-diretor, Guilherme Ary Plonski, na organização do Ciclo de Diálogos Estratégicos e em outras atividades ligadas à geopolítica e internacionalização do Brasil. As atividades atuais e anteriores de Pfeifer Filho USP abrangem várias unidades: é professor na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e </span><span style="text-align: justify; ">coordenador adjunto do </span><span>Grupo de Análise da Conjuntura Internacional (Gacint) do Instituto de Relações Internacionais (IRI), onde já lecionou. Também foi professor da F</span><span style="text-align: justify; ">aculdade de Direito (FD) e </span><span>pesquisador do Núcleo de Pesquisa de Relações Internacionais (Nupri).</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-26T20:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-relacoes-entre-alimentos-agua-e-energia-como-requisitos-para-a-sustentabilidade">
    <title>Pesquisa verifica percepção de jovens sobre componentes de sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-relacoes-entre-alimentos-agua-e-energia-como-requisitos-para-a-sustentabilidade</link>
    <description>No seminário Uso de Métodos Geográficos para Caracterização de Desigualdades Sociais, realizado no dia 29 de março, pesquisadores de universidade britânicas apresentaram pesquisas realizadas no Vale do Paraíba (SP), Litoral Norte de São Paulo e na Índia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/seminario-use-of-geographic-methods-to-characterize-social-inequalities-29-03-2017" alt="Seminário Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities - 29/03/2017" class="image-inline" title="Seminário Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities - 29/03/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Participantes britânicos e brasileiros do seminário Uso de Métodos Geográfico para a Caracterização de Desigualdades Sociais</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um novo conceito para a análise das condições de sustentabilidade de áreas urbanas e rurais tem sido utilizado por pesquisadores nos últimos anos. Trata-se do exame do "nexo alimento-água-energia", que procura examinar as inter-relações desses três componentes essenciais para a qualidade ambiental e da vida humana.</p>
<p>O IEA passou a discutir esse tema no ano passado, quando ocorreu o <span>seminário </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-governabilidade-do-nexo-urbano" class="external-link">A Governabilidade do Nexo Urbano</a></i><span>. O assunto foi retomado este ano em evento público no dia 29 de março, com o seminário</span><i> Uso de Métodos Geográfico para a Caracterização de Desigualdades Sociais</i><span>.</span></p>
<p>O seminário foi organizado em parceria com o <a class="external-link" href="http://www.birmingham.ac.uk/research/activity/ias/index.aspx">Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham</a> (UoB), do Reino Unido. Os dois IEAs integram a rede Institutos de Estudos Avançados Baseados em Universidades (Ubias, na sigla em inglês) e têm realizado várias atividades em conjunto nos últimos anos.</p>
<p>Participaram como expositores pesquisadores da UoB e das também britânicas Universidade de Leicester e Universidade de Northampton. <span>A comentarista foi </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thais-mauad" class="external-link">Thais Mauad</a><span>, da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana" class="external-link">Grupo de Estudos de Agricultura Urbana</a><span> do IEA A </span><span>coordenação do encontro foi de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas  da USP e coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/espaco-urbano-e-saude" class="external-link">Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</a> do IEA<span>.</span></p>
<p><span>O primeiro painel do encontro tratou da pesquisa "(Re)Conexão do Nexo: Experiências de Jovens Brasileiros no Aprendizado sobre Alimento, Água e Energia", desenvolvida por pesquisadores das três universidades britânicas e da Unesp.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Seminário Uso de Métodos Geográficos para Caracterização de Desigualdade Sociais</strong></p>
<p>NOTÍCIA</p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="http://Pesquisadores de Birmingham apresentam estudos sobre as desigualdades sociais no Brasil e na Índia">Pesquisadores de Birmingham apresentam estudos sobre as desigualdades sociais no Brasil e na Índia</a></li>
</ul>
<p>MIDIATECA</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/use-of-geographic-methods-to-characterize-social-inequalities" class="external-link">Vídeo</a> | Fotos</li>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p><strong><i>Outro evento sobre o conceito de nexo</i></strong></p>
<p><strong>Seminário A Governabilidade do <span class="highlightedSearchTerm">Nexo</span> Urbano</strong></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-governabilidade-do-nexo-urbano" class="external-link">Nexo urbano: Nova Perspectiva de Governança da Sustentabilidade</a></p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/a-governabilidade-do-nexo-urbano" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/a-governabilidade-do-nexo-urbano-23-de-novembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><strong><i>Vídeos (em inglês) de outros eventos com pesquisadores da Universidade de Birmingham</i></strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/inovacao-social" class="external-link"><span style="text-align: justify; ">Lavagem sem Água e Outras Histórias de Inovação: Acelerando a Pesquisa em Inovação Socia</span><span style="text-align: justify; ">l</span></a></li>
<li><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/jovens-cuidadores-perspectivas-globais-sobre-o-papel-das-criancas-no-cuidado-com-suas-familias" class="external-link">Jovens Cuidadores: Perspectivas Globais sobre o Papel das Crianças no Cuidado com suas Famílias</a></span></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/o-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-de-birmingham-o-ano-do-desenvolvimento-e-planos-para-o-futuro?searchterm=Birmingham" class="external-link"><span style="text-align: justify; ">O</span> Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham: O Ano de Desenvolvimento e Planos para o Futuro</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A pesquisa está em andamento e tem por objetivo analisar as experiências de jovens (10 a 24 anos) do Vale do Paraíba e do Litoral Norte do Estado de São Paulo com questões relativas a alimentos, recursos hídricos e fontes energéticas, além de verificar o que eles sabem sobre a relação entre esses três fatores.</span></p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/peter-kraftl-29-03-2017" alt="Peter Kraftl - 29/03/2017" class="image-inline" title="Peter Kraftl - 29/03/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td>Peter Kraftl</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O coordenador do projeto, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/peter-kraftl" class="external-link">Peter Kraftl</a>, da UoB, falou sobre os objetivos e metodologia da pesquisa, o conceito de nexo alimento-água-energia e os questionamentos a essa abordagem. Segundo ele, <span>a ideia de nexo tem sido defendida basicamente por pesquisadores e formuladores de políticas dos EUA e do Reino Unido.  "Uma das questões que queremos avaliar é se essa ideia é relevante para o Brasil".</span></p>
<p><span>Embora o pensamento baseado no nexo possa ser útil para grupos formuladores de política, "ele implica na criação de conexões e exame dos trade-offs [relações em que o ganho em algo significa perda em outro] que acabam desembocando num holismo imposto, reduzindo processos sociais e materiais complexos a simples componentes do nexo, como alimento e água", comentou Kraftl. Em sua opinião, muitas pesquisas ignoram a realidade de vida de indivíduos e comunidades e como se engajam no nexo.</span></p>
<p><span>Ele disse que um dos problemas principais para formulação de políticas públicas a partir da análise do nexo é conseguir minimizar ao máximo o trade-off, como no dilema entre plantar para produzir alimentos ou biocombustíveis. Kraftl perguntou: "Quem toma essas decisões? Como elas são tomadas? Quais as vantagens e desvantagens de cada opção?"</span></p>
<p><span>Todavia, ele considera que o exame de como jovens e formuladores de políticas públicas veem o entrelaçamento dos componentes do nexo influencia a vida e trabalho das pessoas pode favorecer a educação sobre sustentabilidade. </span></p>
<p><span>Além de Kraftl, também fizeram exposições sobre a pesquisa Catherine Walker, da Universidade de Leicester, que tratou das entrevistas feitas com lideranças e profissionais, e Cristiana Zara, da UoB, que falou sobre as entrevistas feitas com os jovens do Vale do Paraíba.</span></p>
<p><span>Em março tiveram início as entrevistas de referência detalhadas com 5 mil jovens da região. No mesmo período começaram a ser feitas as entrevistas qualitativas com 50 jovens. </span><span>Um aplicativo para celular tem sido fornecido aos entrevistados para que registrem suas experiências diárias em relação a alimentos, água e energia.</span></p>
<p><span>Até junho, também serão entrevistados 50 pessoas envolvidas com a formulação de políticas, incluindo educadores e representantes do setor privado e do órgãos governamentais.</span></p>
<p><span>O projeto também está realizando um concurso de vídeo. Dez vídeos ficarão online no YouTube para que jovens de todo o mundo votem nos seus preferidos.</span></p>
<p><span>Catherine disse que objetivo de realizar entrevistas com lideranças e profissionais é útil para entender o contexto em que os jovens estão crescendo, o acesso que eles têm aos recursos, as restrições a esse acesso e o que eles sabem sobre recursos naturais.</span></p>
<p><span>Um dos pontos destacados nessas entrevistas, segundo ela, é a questão do êxodo rural. "Os jovens não encontram oportunidades de desenvolvimento e educação no campo e são atraídos pelas cidades por diversos fatores. Isso é preocupante, uma vez que já há grandes concentrações de pessoas em cidades do Vale do Paraíba. E à</span><span> medida que pequenos produtores de alimentos se transferem para a cidade, a terra acaba sendo ocupada pela agricultura intensiva, que demanda mais água."</span></p>
<p><span>A segurança em relação à água também tem aparecido com destaque nas entrevistas, com muitas referências à crise hídrica de 2014/2015. "Vários entrevistados destacaram que as pessoas tem consciência sobre a importância dos recursos quando eles se tornam escassos, mas acabam voltando aos hábitos de consumo anteriores à crise quando o fornecimento se normaliza."</span></p>
<p>Cristiana, por sua vez, destacou que nas entrevistas que estão sendo feitas com os 5 mil jovens revelam o forte envolvimento cultural deles com a comida, com grande apreço pelo papel da comida no favorecimento da sociabilidade.</p>
<p>No caso da água, ela disse que está havendo uma expansão dos conceitos sobre os variados usos do recurso (alimentação, saneamento, agricultura, produção de energia e uso industrial), com a incorporação do tema na educação para a sustentabilidade, "apesar de isso não se dar maneira uniforma no sistema educacional".</p>
<p><span>Segundo Cristiane, os jovens demonstram um forte sentimento de responsabilidade individual pelo uso adequado dos recursos naturais. "Para muitos, se cada um fizer sua pequena parte,  isso irá encorajar práticas sustentáveis na comunidade. Ao mesmo tempo há um forte senso da dimensão política da questão, com a demanda de que o Estado também faça sua parte."</span></p>
<p><span>O projeto liderado por Kraftl é financiado pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Apoio à Pesquisa (via Fapesp) e por duas instituições britânicas: o Conselho de Pesquisa Econômica e Social (ESRC, na sigla em inglês) do Reino Unido e o Fundo Newton.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sophie-hadfield-hill-29-03-2017" alt="Sophie Hadfield-Hill - 29/03/2017" class="image-inline" title="Sophie Hadfield-Hill - 29/03/2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sophie Hadfield-Hill</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Urbanismo na Índia</strong></p>
<p>A segunda parte do evento também tratou indiretamente de aspectos relacionados ao nexo, porém no contexto específico do crescimento urbano indiano. O tema foi o projeto "Novo Urbanismo na Índia: Vida Urbana, Sustentabilidade e Vida Cotidiana". A expositora foi <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sophie-hadfield-hill" class="external-link">Sophie Hadfield-Hill</a>, da UoB, coordenadora do projeto, também apoiado pelo ESRC.</p>
<p>Segundo ela, 590 milhões de indianos estarão vivendo em cidades em 2030, com 91 milhões de famílias de classe média e 61 cidades com mais de 1 milhão de habitantes. "Será necessário o investimento de US$ 1,2 trilhão paras as demandas desse crescimento urbano."</p>
<p>Sophie falou sobre os novos empreendimentos habitacionais em construção na periferia das cidades indianas e sobre as ameaças às áreas urbanas. "Há a pressão do crescimento e da migração da população sobre os serviços urbanos, sobre o acesso a saneamento, água e energia, além dos impactos sobre a terra e demais consequências da desigualdade social."</p>
<p>Os principais desafios são o fornecimento de água de qualidade, coleta de esgoto e fornecimento de energia elétrica. "De acordo com o Banco Mundial, apenas 16% das casas tem coleta de esgoto. Nenhuma cidade indiana tem fornecimento de água 24 horas por dia e apenas 1/4 da população tem acesso à eletricidade".</p>
<p>Apesar de todas essas dificuldades para a vida urbana na Índia, o primeiro ministro Narendra Modi, ao assumir o governo em maio de 2014, propôs a criação de 100 cidades inteligentes, com a adaptação de cidade existentes e construção de cidades inteiramente novas, comentou Sophie A proposta recebeu várias críticas, segundo ela, mas 20 cidades já foram escolhidas por meio de concurso nacional.</p>
<p>O governo indiano define cidades inteligentes como aquelas que "se preocupam em primeiro lugar com suas necessidades mais urgentes e nas melhores oportunidades para a melhoria da qualidade de vida". Elas devem utilizar um elenco de abordagens que inclui "tecnologias digitais e de informação, melhores práticas de planejamento urbano, parecerias público-privadas, mudança políticas e colocar as pessoas em primeiro lugar", comentou Sophie.</p>
<p>Entre outras iniciativas, as propostas para a cidades inteligentes indianas preveem pavimentação que capture a energia do movimento dos automóveis, sistemas online das conexões de água e pontos de ônibus inteligentes.</p>
<p>Como caso de estudo ela falou sobre a construção da cidade de <a class="external-link" href="http://lavasa.com">Lavasa</a> por um empreendimento privado. Ela terá cinco polos (o primeiro já está pronto), abrigarão 300 mil habitantes e poderá receber 2 milhões de turistas por ano.</p>
<p>Segundo Sophie, Lavasa está sendo construída segundo os princípios do novo urbanismo. Alguns deles são: sustentabilidade; crescimento planejado de densidade (população diminui à medida que as habitações se distanciam do centro); mistura de tipos de moradia, inclusive de grupos de renda; facilidade de acesso a serviços em geral (10 minutos de caminhada a partir de casa ou do trabalho à maioria deles); qualidade arquitetônica e de design urbano.</p>
<p style="text-align: right; "><strong><span class="discreet">Fotos: Marcos Santos/Jornal da USP</span></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-18T13:47:29Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/prevencao-primaria-uso-de-canabinoides">
    <title>Pesquisa Sobre Prevenção Primária do Uso de Substâncias Psicoativas: Foco nos Canabinóides</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/prevencao-primaria-uso-de-canabinoides</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span> </span></p>
<div class="gmail_default">
<div class="gmail_default">Iniciada em 2015, a série S<i>trategic Workshops</i> já promoveu 30 encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
</div>
<div class="gmail_default">O <span>objetivo</span><span>​ deste workshop​ </span><span>é </span><span>incentivar a organização da pesquisa na </span><span>USP</span><span> em torno desse tema estratégico, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes Unidades.</span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span><span>Aguardando mais informações.</span></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-22T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/pesquisa-sobre-prevencao-primaria-do-uso-de-substancias-psicoativas-foco-nos-canabinoides-18-de-maio-de-2018">
    <title>Pesquisa Sobre Prevenção Primária do Uso de Substâncias Psicoativas: Foco nos Canabinóides - 18 de maio de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/pesquisa-sobre-prevencao-primaria-do-uso-de-substancias-psicoativas-foco-nos-canabinoides-18-de-maio-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
