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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agua-saneamento-acao-climatica">
    <title>Água, Saneamento e Ação Climática: Ciência e Políticas Públicas em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agua-saneamento-acao-climatica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Água segura e serviços de saneamento são determinantes centrais da saúde pública e da adaptação às mudanças climáticas. A intensificação de secas, enchentes e outros eventos extremos pressionam os mananciais, compromete a continuidade dos serviços e amplia riscos de contaminação, perdas econômicas e desigualdades no acesso. Nesse cenário, o desafio é duplo: avançar em soluções técnicas e fortalecer a capacidade institucional de incorporar conhecimento científico às decisões, ao planejamento e aos investimentos necessários para ampliar a resiliência no Estado de São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>O encontro reúne especialistas da universidade, do poder público e da sociedade civil para discutir prioridades e caminhos para fortalecer a resiliência dos serviços de saneamento frente aos impactos das mudanças climáticas no Estado de São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Ao longo do dia, o simpósio abordará desafios relacionados a planejamento, gestão pública, saúde pública e justiça socioambiental, bem como o papel da inovação e das soluções híbridas (que combinam infraestrutura tradicional e soluções baseadas na natureza) na construção de sistemas mais robustos diante de secas, enchentes e outros eventos extremos.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>O evento marca também o lançamento oficial do Centro de Ciência para o Desenvolvimento em Saneamento e Resiliência Climática (CCD Saneaclima), aprovado pela FAPESP, iniciativa voltada a apoiar pesquisa aplicada e cooperação com instituições parceiras para responder a problemas estratégicos do saneamento no contexto da crise climática.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>A programação inclui a apresentação do CCD Saneaclima, de sua missão e estrutura, além de duas mesas de debate: “Governança e Planejamento para Saneamento Resiliente” e “Inovação e Soluções Híbridas para Segurança Hídrica”, com participação de pesquisadores, gestores públicos e representantes de organizações da sociedade civil.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saneamento básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-29T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sao-paulo-1975-50-anos-depois">
    <title>São Paulo 1975: Crescimento e Pobreza - 50 Anos Depois</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sao-paulo-1975-50-anos-depois</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento é uma homenagem ao livro "São Paulo 1975: Crescimento e Pobreza" como obra cinquentenária que trouxe contribuições pioneiras para os estudos urbanos, importante na formação de gerações de profissionais que se dedicaram (e se dedicam) a desvendar e atuar no interior dos processos de produção do espaço urbano.</p>
<p>Esse livro contribuiu para o debate urbano atravessando as fronteiras das diversas disciplinas que se voltam para o urbano. Por encomenda da diocese metropolitana de São Paulo, o livro foi produzido não só como denúncia mas como expressão de desvendamento e politização da crise urbana instalada e agravada pela ditadura civil militar brasileira no final dos seus anos de chumbo.</p>
<p>A mesa pretende debater os 50 anos da obra a partir de algumas questões: Como se desenvolve o debate crescimento/desenvolvimento, quais questões debatidas e como 50 anos depois se recolocam e o que se acrescenta a esse debate 50 anos depois.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-08T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/arqueometalurgia-aplicada-sacadas-ferro-sao-paulo-sec-19-1">
    <title>Arqueometalurgia Aplicada às Sacadas de Ferro do Centro de São Paulo no Século 19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/arqueometalurgia-aplicada-sacadas-ferro-sao-paulo-sec-19-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Arqueometalurgia é a ciência que estuda os procedimentos de fabricação de objetos metálicos no passado, com base na microestrutura dos objetos, nas escórias geradas, nos fornos e na literatura da época. No mundo, surgiu como disciplina nos anos 70 do século 20.  Um grupo de pesquisa da Escola Politécnica vem abordando esse tema mais sistematicamente nos últimos 17 anos, mas os primeiros artigos datam da década de 1970.</p>
<p>A ferramenta principal é a análise da microestrutura dos materiais: a forma e a composição química dos cristais ali presentes permitem construir uma narrativa de como esses cristais foram formados durante sua fabricação, buscando relações com suas possíveis matérias primas.</p>
<p>A palestra apresenta um estudo de caso: Dentre as dezenas de sacadas de ferro fundido do centro de São Paulo, existem três idênticas, datadas da mesma década, 1880, cujo modelo foi criado por uma fundição francesa em 1867. O que diz a arqueometalurgia sobre a possibilidade dessas três grades terem sido fundidas pela Fábrica de Ferro do Ipanema, a única siderúrgica em operação no Brasil entre 1818 e 1890. Para isso, a microestrutura dessas grades foi comparada com a de objetos certamente fabricados em Ipanema (vasos, um canhão, uma escada espiral, um pedaço de lingote que escapou do incêndio do Museu Nacional), com objetos atribuídos a Ipanema (uma cruz de cemitério e uma bigorna), objetos com assinatura de fundição paulistana e objetos reconhecidamente importados, como a grade da Estação da Luz.</p>
<p>A hipótese de trabalho baseou-se nos supostamente incomuns teores de titânio e vanádio do minério de ferro do morro de Araçoiaba, usado por Ipanema. Serão discutidas as  informações que precisam ser coletadas, as técnicas que podem ser usadas para responder essa pergunta, que hipóteses precisam ser formuladas e quais as limitações das conclusões propostas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-01-13T09:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/apresentacao-do-observatorio-de-politicas-publicas-do-tribunal-de-contas-do-municipio-de-sao-paulo-10-10-2023">
    <title>Apresentação do Observatório de Políticas Públicas do Tribunal de Contas do Município de São Paulo - 10/10/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/apresentacao-do-observatorio-de-politicas-publicas-do-tribunal-de-contas-do-municipio-de-sao-paulo-10-10-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-11T13:44:42Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cartografia-enfrentamento-covid-19">
    <title>Experiência com Cartografia no Enfrentamento à Pandemia de Covid-19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cartografia-enfrentamento-covid-19</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="gs">
<div class="gt iv gE"></div>
</div>
<div class="gt iv gE"></div>
<div id=":t2">
<div class="qQVYZb"></div>
<div class="utdU2e"></div>
<div class="lQs8Hd"></div>
<div class="btm"></div>
</div>
<div>
<div class="aHl"></div>
<div id=":sr"></div>
<div class="gt ii" id=":sg">
<div class="aiL a3s" id=":sz">
<div dir="ltr">
<p class="mceContentBody documentContent">Neste  seminário híbrido serão apresentados os resultados da pesquisa  Metodologias Cartográficas para Monitoramento, Prevenção e Recuperação  Pós Epidemias realizado pelo<a class="external-link" href="http://www.labcidade.fau.usp.br/"> LabCidade (Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade)</a> da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), bem como, trabalhos de  vigilâncias em saúde que tiveram como base métodos de análise  territorial, com dados geoespaciais.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">O evento terá a participação de  representantes das secretarias de saúde municipais da Região  Metropolitana de São Paulo (RMSP) e do estado de São Paulo, e reunirá  pesquisadores das áreas de epidemiologia, urbanismo, geografia e medicina.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">Esse evento interdisciplinar será em dois blocos:</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Bloco 1</b> – Leituras cartográficas da pandemia na Região Metropolitana de São Paulo</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Bloco 2</b> – Desafios do uso de dados geoespaciais no enfretamento à pandemia<br /><br />Foram convidadas as secretarias de saúde das prefeituras da RMSP para compartilhar  experiências com metodologias cartográficas no enfrentamento da pandemia  de Covid-19, bem como, a todos interessados a assistirem as  apresentações.</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raquel-rolnik" class="external-link">Raquel Rolnik</a> (LabCidade da FAU-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Freire Santoro</a> (Programa Ano Sabático do IEA/FAU-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Participantes:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/2102/eliseu-alves-waldman/">Eliseu Waldman</a> (FSP-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aluisio-segurado" class="external-link">Aluísio Segurado</a> (FM-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Mediação:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>Raquel Rolnik</span> (LabCidade da FAU-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cartografia</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-10T10:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/apresentacao-observatorio-pp-sp">
    <title>Apresentação do Observatório de Políticas Públicas do Tribunal de Contas do Município de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/apresentacao-observatorio-pp-sp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este encontro visa a alcançar dois objetivos. O primeiro deles é dar publicidade às atividades de análise da efetividade das políticas públicas e do gasto público do Município de São Paulo. O segundo objetivo é impulsionar a interação e participação de pesquisadores do IEA nos trabalhos desenvolvidos pelo Observatório, fortalecendo a parceria firmada entre as instituições em 2021.</p>
<div>O encontro iniciará com uma breve explanação sobre os objetivos do Observatório, sobre os dados colhidos das fiscalizações realizadas pela auditoria e sobre a importância das parceiras no processo de análise de dados. Na sequência, <span>os grupos de trabalho temáticos apresentarão os produtos já concluídos e em elaboração.</span></div>
<div>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gênero</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-26T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-escassez-hidrica-rmsp">
    <title>Desafios para Enfrentar a Escassez Hídrica na RMSP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-escassez-hidrica-rmsp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a9966f8f-7fff-4276-5ba6-b246ed548f33"><span>As mudanças climáticas têm imposto condições adversas à Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Embora haja uma tendência ao aumento anual dos volumes pluviométricos, situação que potencialmente poderia beneficiar alguns reservatórios, essa chuva não se distribui homogeneamente em termos geográficos e temporais. Com isso, pode chover muito em alguns lugares e muito pouco em outros. Para o Sistema Cantareira, a situação é adversa. Nos últimos onze anos, em dez o volume anual de chuvas ficou abaixo da média climatológica. Como ele é abastecido principalmente pelas chuvas que vêm da Amazônia (pelos Rios Voadores), o principal sistema de abastecimento da RMSP sofre as consequências do desmatamento naquele bioma. As grandes árvores na Amazônia repõem a umidade na atmosfera, ajudando a irrigar as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país. O desmatamento reduz a umidade e, consequentemente, diminui as chuvas. Portanto, estamos enfrentando um novo contexto climático que demanda um repensar na segurança hídrica. O que devemos ou podemos fazer para melhorar a segurança hídrica na RMSP?  Estas questões serão objeto do Debate.</span></span></p>
<p><span><span><b>Participantes: </b></span></span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza </a>(IEE-IEA-EACH/USP)</span></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/camila-clementina-arantes" class="external-link"><span>Camila Clementina Arantes</span> </a>(<span>UFABC/CBH-AT</span>)</span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-checco" class="external-link">Guilherme Checco</a> (IDS, PROCAM/IEE/USP)</span></span></p>
<p><span><span><b>Coordenação: </b></span></span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a> (GT/Ambiente e Sociedade/IEA; IEE/USP)</span></span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes" class="external-link">Pedro Cortes</a> (GT/Ambiente e Sociedade/IEA; IEE/USP)</span></span></p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Larissa Barreto Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-10-17T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-arqueologia-como-estimulo-a-nocao-de-pertencimento">
    <title>A arqueologia resgatando a memória de grupo sociais da cidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-arqueologia-como-estimulo-a-nocao-de-pertencimento</link>
    <description>O quarto encontro da série Jornadas Investigativas Contemporâneas, no dia 31 de agosto, teve o tema "Disciplina Arqueológica entre a Interdisciplinaridade e o Patrimônio Cultural" e tratou também da gestão das diversas coleções do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/parque-augusta/image" alt="Parque Augusta" title="Parque Augusta" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Parque Augusta: trabalho arqueológico permitiu identificar resquícios das antigas construções do localrevelou aspectos </dd>
</dl></p>
<p>Os desafios e realizações dos trabalhos de arqueologia histórica na cidade de São Paulo foram destaque no quarto encontro da série <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-investigativas-ano-sabatico" class="external-link">Jornadas Investigativas Contemporâneas</a>, no dia 31 de agosto. Com o tema <i>A Disciplina Arqueológica entre a Interdisciplinaridade e o Patrimônio Cultural</i>, o evento tratou também da gestão das diversas coleções do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP.</p>
<p>O encontro foi coordenado pelo arqueólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vagner-carvalheiro-porto">Vagner Carvalheiro Porto</a>, professor do museu e especialista em arqueologia mediterrânica e do Oriente Médio. Ele é um dos participantes do Programa Ano Sabático do IEA 2022, responsável pela organização das jornadas.</p>
<p>O objetivo da mesa-redonda foi discutir o patrimônio cultural sob a perspectiva das reflexões arqueológicas, levando em consideração a natureza interdisciplinar da disciplina. A ideia foi refletir, a partir da materialidade, a recepção e os usos do passado, as referências a identidades em vários níveis territoriais e o resgate da memória de diferentes grupos sociais, segundo Porto.</p>
<p>As expositoras foram três arqueólogas com diferentes experiencias de pesquisa e profissionais: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-nishida">Paula Nishida</a>, supervisora do <span style="text-align: justify; "><a class="external-link" href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/patrimonio_historico/index.php?p=28027">Centro de Arqueologia de São Paulo (Casp)</a>, vinculado ao Departamento de Patrimônio Histórico (DPH) da Secretaria de Cultura da cidade de São Paulo; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-de-jesus-cardoso-oliveira-juliani">Lucia Cardoso Juliani</a>, sócia-diretora da empresa de assessoria em arqueologia A Lasca e ex-geóloga da Prefeitura de São Paulo; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carla-gibertoni-carneiro">Carla Gibertoni Carneiro</a>, <span style="text-align: justify; ">chefe da Divisão de Apoio à Pesquisa e Extensão </span>do MAE, <span style="text-align: justify; ">responsável pela gestão das ações de salvaguarda e comunicação da instituição</span>. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-cristina-nicolau-kormikiari-passos">Maria Cristina Nicolau Kormikiari</a>, professora de arqueologia clássica no MAE, onde atua também como pesquisadora do Laboratório de Estudos sobre a Cidade Antiga (Labeca), participou como debatedora e comentarista das exposições<span style="text-align: justify; ">.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Parque Augusta</strong></span></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paula-nishida/image" alt="Paula Nishida" title="Paula Nishida" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Paula Nishida</dd>
</dl></p>
<p>Paula Nishida abordou sobretudo o trabalho arqueológico feito na pré-construção do Parque Augusta, localizado num quarteirão da região central da cidade de São Paulo.</p>
<p>Ela afirmou que antes se dizia que não era possível fazer arqueologia histórica na cidade de São Paulo, pois tudo teria sido destruído em razão do vertiginoso processo de crescimento da cidade. "Territórios inteiros desapareceram de uma hora para outra. O papel da arqueologia urbana é tentar enxergar o que resta das fases anteriores da cidade", disse.</p>
<p>A demanda pelo trabalho no parque veio da sociedade, do Movimento Parque Augusta, que instigou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a pensar o lugar como um sítio arqueológico da cidade, disse. A obra foi embargada e, diante da falta de verba para contratar a pesquisa, decidiu-se que o Casp realizaria o trabalho.</p>
<p>O parque tem 24 mil m<sup>2</sup>. O lugar primeiro abrigou o palacete da família Uchoa, inaugurado em 1902, uma sensação da cidade na época, tendo até entradas de carros, que não chegavam a três dezenas em São Paulo. Em 1907, o palacete foi leiloado e se tornou o Colégio Des Oiseaux,  administrado por <span>cônegas belgas da Ordem dos Regrantes de Santo Agostinho</span>. O colégio funcionou até 1969, sendo ocupado por outras instituições em seguida. Nos anos 70, tudo foi demolido, mas o projeto de um consórcio japonês para o terreno não foi adiante e a área acabou virando um estacionamento, relatou Nishida.</p>
<p>As escavações no local revelaram vários resquícios do colégio (destinado a meninas da elite paulistana), do Colégio Santa Mônica (construídos pela ordem para meninas de famílias baixa renda) e de uma catedral monumental. Para fazer as escavações, foi necessário contar com a ajuda de pessoas em situação de risco cadastradas em programa municipal e voluntários, uma vez que o Casp só possuía três técnicos, disse a antropóloga. As escavações (de até três metros de profundidade em alguns pontos) desvendaram estruturas, fundações, caminhos, pisos e caminhos contemplativos, com grutas (que estavam aparentes), onde as freiras descansavam e rezavam.</p>
<p>Como não era possível abrir os canteiros de escavações ao público, a ação educativa da equipe foi colar cartazes nos tapumes e pendurar varais com folhetos nas estruturas. Neles constavam informações sobre o que existiu no local e depoimentos de pessoas que participaram da vida dos colégios.</p>
<p>"Como muitas estruturas tiveram de ser tapadas, recomendamos que o local se tornasse o primeiro parque arqueológico da cidade, com parte do encontrado sendo visível pelo público", afirmou Nishida. Para ela, há muito a ser pesquisado da arqueologia histórica da cidade em locais como pátios, estacionamentos, galpões industriais, vilas operárias, sedes de times de futebol e outros lugares.</p>
<p>É papel das universidades promover a discussão sobre o trabalho a ser feito e é preciso que os órgãos municipais discutam o que é arqueologia urbana, afirmou. "Não estamos preparando técnicos com visão sobre a arqueologia urbana para ocupar cargos nos órgãos de preservação", disse Nishida.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lucia-cardoso-juliani/image" alt="Lucia Cardoso Juliani" title="Lucia Cardoso Juliani" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Lucia Cardoso Juliani</dd>
</dl></p>
<p>Em sua exposição, Lúcia Cardoso Juliani afirmou que nos 20 anos em que trabalhou no DPH participou da equipe que iniciou o debate para a inserção da arqueologia no órgão. Segundo ela, os técnicos ligados ao património histórico viam o trabalho arqueológico como "algo irrelevante, que não daria muitas respostas sobre o passado da cidade".</p>
<p>Lucia, que também é geóloga, comentou que o trabalho na cidade é dificultado devido a fatores como o relevo ondulado e as inúmeras modificações da paisagem por drenagens e aterros, com terra retirada das bordas das bacias dos rios para aplainar os terrenos e propiciar o crescimento da metrópole.</p>
<p><strong>Capela de São Miguel</strong></p>
<p>Ela concentrou sua participação no relato sobre o trabalho feito por sua empresa na Capela de São Miguel Arcanjo, no bairro de São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo. A igreja original foi construída em 1622 no aldeamento São Miguel de Ururay, fundado por jesuítas em 1560 e integrante do antigo caminho que levava ao Vale do Paraíba do Sul.</p>
<p>Segundo ela, a obra de restauração da capela, com verba obtida via Lei Rouanet, teve o projeto arquitetônico aprovado, mas ninguém tinha pensado em trabalho arqueológico. Novamente a demanda foi da sociedade. Moradores do local procuraram a associação da igreja para dizer que tinham antepassados enterrados lá.</p>
<p>"Cavamos pouco, mas obtivemos informações importantes sobre o local. No começo, houve dificuldades no relacionamento com técnicos do Iphan, que barraram algumas iniciativas, segundo ela. "O DPH teve um papel importante ao exigir que muitas coisas fossem feitas."</p>
<p>"Foram realizadas escavações internas e externas e algumas trincheiras, com uma prospecção arqueológica orientada. Conseguimos mudar algumas diretrizes. O projeto original previa rebaixar o solo para elevar o pé direito. Pretendiam rebaixar sem fazer o trabalho arqueológico", afirmou.</p>
<p>Logo no iníco da escavação foram encontrados sepultamentos. Isso fez com que o projeto fosse mudado e, em vez do rebaixamento do piso antigo, foi prevista apenas a substituição por novas lajotas, disse Lúcia. "Numa trincheira, foi encontrado um piso de terra batida recortado a 60 cm de profundidade. Escavamos e encontramos um grande buraco. É provável que os jesuítas enterrassem coisas nesses buracos grandes sempre atrás dos altares."</p>
<p>Segundo a antropóloga, na Capela Coração de Jesus, lateral à capela principal, foram encontrados dois níveis de sepultamento, um entre 30 e 60 cm de profundidade e outro entre de 80 a 100 cm. No primeiro nível, havia um sepultamento com partes de ossos de um indivíduo, bastante descontextualizado, talvez por obras e solo remexido. No nível mais profundo, havia o sepultamento de uma pessoa colocada em posição lateral fletida, acompanhada de um saquinho com cal para diminuir o odor. "A suposição é que talvez os indígenas enterrassem seus mortos dentro da igreja quando os jesuítas viajavam. Há muitos sepultamentos nos níveis mais profundos", disse Lúcia.</p>
<p>No entorno da capela, o geoprocessamento realizado depois do trabalho arqueológico também indicou dois níveis no subsolo. Ela disse acreditar que há diversos sepultamentos nessa parte, onde foram encontradas muitas vasilhas pequenas e algumas maiores. "Há muito material do período colonial, como cerâmicas e cachimbos, estes provavelmente do contato dos indígenas com negros", afirmou</p>
<p>"No relatório, sugerimos mais pesquisa na área. O trabalho será útil para comparações com outros aldeamentos. Ao contrário de outras cidades, São Paulo cresceu a partir de vários núcleos surgidos em antigos aldeamentos, como os da Penha [onde foram encontradas urnas funerárias no passado] e de Pinheiros", comentou Lúcia.</p>
<p><strong>Gestão de coleções</strong></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carla-gilbertoni-carneiro/image" alt="Carla Gilbertoni Carneiro" title="Carla Gilbertoni Carneiro" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Carla Gilbertoni Carneiro</dd>
</dl></p>
<p>Carla Gibertoni Carneiro apresentou um panorama das coleções integrantes do MAE, especialmente sob a ótica da gestão. Segundo ela, a arqueologia brasileira vem crescendo nas últimas décadas e as coleções têm uma importância muito grande na continuidade da produção de conhecimento das histórias que a visão eurocêntrica procurou apagar.</p>
<p>Ela afirmou que o museu se pauta pela missão institucional da USP, centrada no compromisso com o ensino, a pesquisa e a extensão. Lembrou que a criação do MAE é relativamente recente, há pouco mais de 30 anos, a partir da fusão de coleções do Museu Paulista (mais conhecido como Museu do Ipiranga), do antigo Instituto de Pré-História e do Departamento de Arqueologia, ambos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>Cada instituição tinha enfoques específicos, de acordo com Carla. "O antigo MAE, por exemplo, possuía mais peças do Mediterrâneo africano, da pré-história e da arqueologia do Brasil. O Museu Paulista, por sua vez, sempre foi mais ligado à história natural, num modelo mais enciclopédico, com registros históricos de povos e culturas prestes a desaparecer. No entanto, apenas parte das coleções do Museu Paulista foi para o MAE e talvez isso explique a lacuna existente na formação acadêmica na linha da arqueologia histórica", disse a pesquisadora.</p>
<p>De acordo com ela, durante muito tempo o MAE enfrentou os desafios decorrentes da fusão das coleções, "alguns deles ainda presentes, principalmente no plano da gestão". Mas houve avanço na criação da estrutura institucional, que hoje reflete o compromisso com ensino, pesquisa e extensão, afirmou.</p>
<p>As origens das coleções são múltiplas, disse. Grande parte é oriunda de pesquisas acadêmicas em arqueologia e etnologia brasileiras. Há também coleções adquiridas e resultantes de trocas, comodatos, doações e decisões judiciais.</p>
<p>Ela apresentou dois casos diferenciados de como coleções passam a integrar ou deixam o museu. Um deles é o da coleção que pertencia ao banqueiro Edmar Cid Ferreira. O MAE a recebeu em 2005, em seguida à falência do Banco Santos. Agora, depois de todos as despesas da USP durantes todos esses anos para abrigar e conservar essa coleção, ela está sendo reivindicada por antigos credores do banco. Para Carla, seria paradoxal que a Justiça determinasse o repasse da coleção a instituições privadas, pois desde 1961 a legislação federal estabelece que o patrimônio arqueológico pertence à União.</p>
<p>A outra experiência vai no sentido contrário. Trata-se do retorno de uma coleção a seu local de origem, o município de Pereira Barreto. No começo, Ilha Solteira e Pereira Barreto reclamaram o retorno de coleções resultantes de pesquisa realizadas na região, mas Ilha Solteira desistiu logo no início do processo, segundo Carla.</p>
<p>Pereira Barreto, por meio de uma associação da comunidade japonesa, continuou a demandar a ida da coleção para o Museu Histórico da Colonização da cidade. "Fizemos todo o planejamento da transferência para o museu, que não possuía material arqueológico, apenas objetos das famílias que colonizaram a região. Eles já tinham uma sala para exposição. Conseguimos instalar o mobiliário, ajudamos a organizar a exposição, a reserva técnica e o banco de dados e a elaborar o projeto para captação de recursos", contou Carla.</p>
<p>"Não foi um movimento de perda, mas de cooperação. A partir do interesse da comunidade foi promovido um diálogo entre o passado e a colonização no século 20", disse a pesquisadora.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): primeira, Rovena Rosa/Agência Brasil; demais, Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-09-02T12:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/turismo">
    <title>IEA e secretaria estadual assinam protocolo para pesquisas sobre inovação em turismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/turismo</link>
    <description>No dia 24 de maio, o IEA e a Secretaria de Turismo e Viagens (Seatur) do Estado de São Paulo protocolo com vistas à implantação de um Laboratório de Pesquisas e Práticas Inovadoras em Turismo (LabTur).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reuniao-do-conselho-gestor-da-seatur/image" alt="Reunião do Conselho Gestor da Seatur" title="Reunião do Conselho Gestor da Seatur" height="315" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Reunião do Conselho Gestor do Turismo do Estado de São Paulo</dd>
</dl></p>
<p><span>No dia 24 de maio, durante reunião do Conselho Gestor do Turismo do Estado de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, o IEA e a Secretaria de Turismo e Viagens (Setur) firmaram protocolo com vistas ao desenvolvimento de projetos de pesquisa na área do turismo.</span></p>
<p>A reunião contou com a participação do governador do Estado, Roberto Garcia, do secretário de Turismo e Viagens, Vinicius Lummertz, do reitor da USP, Carlos Gilberto Carlloti Jr., e do diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski.</p>
<p>Para o governador, o protocolo com o IEA e as outras parcerias assinadas pela Setur na reunião (com o Centro Paula Souza e a Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia São Paulo) se inserem nos próximos passos de planejamento do turismo em São Paulo, com a finalidade de "gerar emprego e renda e circular a economia do setor". O reitor Carlotti Jr. afirmou que os projetos futuros permitirão estudar todos os problemas que forem apresentados à USP e com isso "buscar, em conjunto, soluções para incrementar o turismo no estado".</p>
<ul>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Turismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-30T11:29:35Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole">
    <title>Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - Desafios para o Planejamento e a Governança Ambiental na Macrometrópole Paulista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>(lançamento de livro) - <a href="https://drive.google.com/file/d/19f_0QljFRct-bYbQLW0DrPqW_gTtQSgE/view?usp=sharing" rel="noopener noreferrer" style="text-align: justify; " target="_blank">Download</a></strong></p>
<p>O seminário em questão abarca apresentação de pesquisas consolidadas no âmbito do <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/97000/governanca-ambiental-da-macrometropole-paulista-face-a-variabilidade-climatica/">Projeto Temático FAPESP 2015/03804-9 </a>e que resultaram na publicação de livro homônimo que, em perspectiva interdisciplinar, traz a contribuições de 54 autores, de diversas instituições como USP, UFABC, ITA, UNESP, UNIFESP, UNB, UNESCO, entre outras.</p>
<div><span>Os participantes irão debater a importância da aproximação entre ciência e política para a tomada de decisão com foco nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e <span>refletir sobre é a contribuição subnacional para o acompanhamento das metas desses ODS no Estado de São Paulo.</span></span></div>
<div><span><span>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
</span></span></div>
<div></div>
<p><span><span><strong>Abertura:</strong></span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA USP)</p>
<p><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi </a>(ICLEI/IEA/IEE/USP)</p>
<p class="visualClear"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/klaus-frey" class="external-link">Klaus Frey</a><span> (PGT/UFABC) </span></span></p>
<p class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ruth-ferreira-ramos" class="external-link">Ruth Ferreira</a> (UFABC)</p>
<p class="visualClear"><span><strong>Debatedores:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a> (IEA e IO USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alice-junqueira" class="external-link">Alice Junqueira</a> (Climax Brasil)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristina-yumie-aoki-inoue" class="external-link"><span> </span><span>Cristina Yumie </span><span>Aoki Inoue</span></a> (UnB)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><strong>Mediadoras:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-de-oliveira-nusdeo" class="external-link">Ana Maria de Oliveira Nusdeo</a> (IEA e FD USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-canil" class="external-link">Katia <span>Canil</span></a> (UFABC)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-10T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/I%20Workshop%20do%20Plano%20Estadual%20de%20Monitoramento">
    <title>I Workshop do Plano Estadual de Monitoramento e Avaliação de Lixo Marinho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/I%20Workshop%20do%20Plano%20Estadual%20de%20Monitoramento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Objetivos do workshop:</strong></span></p>
<p><span>● Nivelar os atores em relação à temática lixo no mar</span></p>
<p>● Promover engajamento com a temática</p>
<p>● Estimular a formação de uma rede colaborativa de atores que produzem informação sobre lixo no mar no estado de São Paulo</p>
<p>● Identificar a aderência dos policy concerns à realidade do estado de São Paulo</p>
<p>● Construir mapa conceitual de diagnóstico de fontes, processos, caminhos e destino do lixo no mar no estado de São Paulo</p>
<p><span>● Identificar quais dados/informações ainda são necessários e quem pode provê-los</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Litoral</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-03T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/news/researcher-analyzes-actions-perception-health-in-bom-retiro">
    <title>Researcher analyzes actions and the perception of health in the history of "Bom Retiro"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/news/researcher-analyzes-actions-perception-health-in-bom-retiro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16">
<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rua-alagada-no-bom-retiro" alt="Rua alagada no Bom Retiro" class="image-inline" title="Rua alagada no Bom Retiro" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span class="discreet">Flooded street in Bom Retiro, a neighborhood in São Paulo with a large presence of immigrants since the end of the 19th century and always considered of poor health</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Bom Retiro, a neighborhood near the center of São Paulo, is considered a region where it is possible to live and work to achieve a better life. On the other hand, it has always been seen as a place with poor health, according to historian <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/visiting-professors/jeffrey-lesser" class="external-link">Jeffrey Lesser</a> (Emory University), who will give the conference <i>Life and Death in the 'Worst' Neighborhood of São Paulo</i> <strong>on August 5</strong>, <strong>at 2:00 pm</strong>.</p>
<p>A visiting professor at the IEA since 2015 and a member of the Institute's <a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-groups/intercultural-dialogues" class="external-link">Intercultural Dialogues Research Group</a>, Lesser will analyze the relationship between public health (as well as a series of formal policies reinforced by trained actors) and the "public's health" (how residents of the neighborhood understand their own health conditions). The reference information have been obtained by a project that analyzes data of a neighborhood's block from the 1880s until today.</p>
<p>This study is developed by the Lesser Research Collective, which uses archival and observational methods to analyze the practices of residents and health professionals, and the stories they tell about what happens during the residents' course of life and death regarding health.</p>
<p>The conference will be broadcast <a href="https://www.iea.usp.br/en/aovivo" class="external-link">live</a> on IEA's website.</p>
<p><strong>The neighborhood</strong></p>
<p>With a strong connection to the working class since the 19th century, Bom Retiro has become a textile pole in the last decades. Its history is marked by the presence of immigrants (from other countries and regions of Brazil) and descendants of slaves.</p>
<p>While the cultural background of the neighborhood was influenced by Italian, Spanish, and Portuguese catholic immigrants at the end of the 19th century, this mosaic changed with the large presence of East-European jews and christians from South Korea, Paraguay, and Bolivia in the late 20th century.</p>
<p>"However, even though the place is still considered a 'neighborhood of immigrants,' this is not demographically correct, since most of the residents have always been Brazilians," says Lesser.</p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16"><i><i><i> </i></i></i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text "></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " style="text-align: right; "><span class="discreet">Photo: <a class="external-link" href="https://www.flickr.com/photos/cbnsp/5346418832">Catia Toffoletto / CBN SP</a></span></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text "><i><i><i><br /></i></i></i></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights>Original version in Portuguese by Mauro Bellesa.</dc:rights>
    
      <dc:subject>Public Health</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Event</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Immigration</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-27T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/suzana-pasternak-e-a-nova-professora-senior-do-iea">
    <title>Suzana Pasternak é a nova professora sênior do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/suzana-pasternak-e-a-nova-professora-senior-do-iea</link>
    <description>Urbanista pesquisará a dinâmica urbana da macrometrópole paulista</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div id="_mcePaste"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/suzana-pasternak" alt="Suzana Pasternak" class="image-right" title="Suzana Pasternak" />A urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suzana-pasternak" class="external-link">Suzana Pasternak</a> é a nova <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores-seniores" class="external-link">professora sênior</a> do IEA. Sua pesquisa tratará da dinâmica urbana da macrometrópole paulista, considerando suas regiões metropolitanas e aglomerações, nos anos 2010. Um dos objetivos do projeto é identificar os mecanismos produtores de avanços ou bloqueios nas condições de bem-estar urbano, de sustentabilidade ambiental e de vulnerabilidade social nas áreas envolvidas.</div>
<div style="text-align: left; "><br />
<p dir="ltr">Participante da <a class="external-link" href="http://observatoriodasmetropoles.net.br/wp/">Rede Observatório das Metrópoles</a>, grupo de pesquisa do Programa dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), a urbanista foi uma das pesquisadoras do projeto da rede que estudou as desigualdades sócio-espaciais na região metropolitana de São Paulo no período entre 1991 e 2010. Sua proposta no IEA, portanto, é uma continuação deste trabalho, mas desta vez abrangendo uma área muito maior, a macrometrópole paulista.</p>
<p dir="ltr">Esta enorme região urbana, sem modelo similar em outros estados brasileiros, é composta pelos municípios das regiões metropolitanas da cidade de São Paulo, da Baixada Santista, de Campinas, de Sorocaba, e do Vale do Paraíba e Litoral Norte; além, também, das aglomerações urbanas de Jundiaí e Piracicaba, e da microrregião de Bragança Paulista.</p>
<p dir="ltr">O conjunto reúne em seu território 174 cidades e cerca de 30,5 milhões de habitantes, segundo o Censo IBGE de 2010, ou 73,3% da população paulista. Economicamente, a macrometrópole concentra 83,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado e 27,6% do PIB brasileiro.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/tendencia-e-macrometropole-de-sao-paulo-dominar-o-sistema-urbano-brasileiro" class="external-link">Tendência é macrometrópole de São Paulo dominar o sistema urbano brasileiro</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2010/sao-paulo-desenvolvimento-e-espaco-a-formacao-da-macrometropole-paulista" class="external-link">São Paulo, Desenvolvimento e Espaço: A Formação da Macrometrópole Paulista</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Em seu projeto de pesquisa, Suzana explica que, apesar de a macrometrópole estar interligada por rodovias importantes e com alta concentração de atividades estratégicas, financeiras e de comunicação, alguns de seus municípios apresentam pouca atratividade, condições precárias de moradia, serviços públicos deficientes e problemas de preservação ambiental. Por isso, o trabalho vai considerar os principais entraves à implementação de políticas públicas voltadas ao bem-estar e à sustentabilidade na macrometrópole para caracterizar os regimes urbanos, a provisão de moradia e a estruturação sócio-espacial.</p>
<p dir="ltr">Segundo Suzana, o objetivo é apontar, a partir das análises, a importância das metrópoles e dos aglomerados macro metropolitanos como elementos centrais para pensar o presente e o futuro da urbanização brasileira.</p>
<p dir="ltr">Professora aposentada da FAU/USP, Suzana especializou-se em urbanismo na Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne), na França, logo após concluir a graduação em arquitetura e urbanismo no Mackenzie. Com experiência na área de planejamento urbano e regional, os principais temas de suas pesquisas são favelas, habitações populares e desigualdades sócio-espaciais. A urbanista também tem mestrado e doutorado em saúde pública pela USP.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span>Foto: Maria Leonor de Calasans / IEA-USP</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Habitação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-25T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/infertilidade-masculina-esta-associada-a-poluicao-do-ar-agrotoxicos-e-tabagismo">
    <title>Infertilidade masculina está associada à poluição do ar, agrotóxicos e tabagismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/infertilidade-masculina-esta-associada-a-poluicao-do-ar-agrotoxicos-e-tabagismo</link>
    <description>Pesquisador do IEA reúne 10 anos de pesquisas sobre saúde sexual masculina em um capítulo do livro "Bioenvironmental issues affecting men’s reproductive and sexual health"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-livro-Suresh-C-Sikka.jpg" alt="Capa livro Suresh C Sikka" class="image-inline" title="Capa livro Suresh C Sikka" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>Jorge Hallak, Mariana M. Veras e Paulo Saldiva escreveram o primeiro capítulo do livro editado por Suresh C. Sikka</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Assim como o sangue, o sêmen carrega consigo informações importantes para analisar o estado de saúde dos homens. Os efeitos da exposição a pesticidas, poluição atmosférica e da água, tabagismo e abuso de drogas e medicamentos, por exemplo, podem ser observados no sêmen e atuar como indicadores de graves problemas de saúde.</span></p>
<p dir="ltr">Para Jorge Hallak, professor especialista em urologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), o sêmen é um biomarcador da qualidade de vida masculina e análises seminais deveriam ser tão comuns quanto as sanguíneas. Por esse motivo, Hallak dedicou boa parte de sua carreira a estudos da andrologia e infertilidade do homem. Em abril deste ano, ele assumiu a coordenação do recém-formado <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-em-saude-masculina" class="external-link">Grupo de Estudos em Saúde Masculina</a> do IEA, que pretende produzir e difundir novos conhecimentos sobre os mais diversos aspectos da saúde sexual e reprodutiva dos homens.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> Um dos estudos desenvolvidos por ele analisou os efeitos da poluição atmosférica sobre os que são, segundo ele, os principais parâmetros seminais: concentração, motilidade e morfologia dos espermatozóides. Além disso, observou as maneiras pelas quais os poluentes agem sobre os níveis de vitamina D do corpo, a proporção sexual dos nascimentos em determinado período e o desenvolvimento de cânceres no sistema reprodutor masculino. <br class="kix-line-break" /></p>
<p dir="ltr">As investigações demonstraram uma considerável redução na motilidade progressiva dos espermatozóides, a qual, segundo Hallak, “é um dos parâmetros mais importantes para avaliar a qualidade espermática, porque determina a qualidade efetiva das células”. Ele alerta que a baixa motilidade demonstra uma deficiência energética da célula. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que uma amostra saudável deve apresentar motilidade mínima de 50%. Em 2001, o valor médio registrado pela pesquisa de Hallak era de quase 60%. Em 2008, o valor médio foi pouco superior a 25%, número substancialmente inferior ao recomendado pela OMS.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> Também foi constatada uma grave piora na morfologia dos espermatozóides, quando expostos a níveis crescentes de poluição. O poluente escolhido para os testes foi o dióxido de enxofre (SO2). Ao elevar a concentração de SO2 de 8,5 para 17 microgramas por metro cúbico de ar (µg/m3), observou-se uma deterioração de quase 25% nas características morfológicas do esperma.</p>
<p dir="ltr">As principais conclusões das pesquisas de Hallak foram compiladas em um capítulo do livro <i>Bioenvironmental issues affecting men’s reproductive and sexual health</i>, organizado por Suresh C. Sikka e publicado em 2018. O artigo foi escrito em parceria com Mariana M. Veras, pesquisadora da FMUSP e Paulo Saldiva, médico da FMUSP e diretor do IEA.</p>
<p dir="ltr">“O efeito destes intoxicantes é tão forte que pode interferir no próprio processo de evolução da espécie”, concluem os autores do artigo. Para eles, apesar das evidências de que o meio ambiente influencia largamente a saúde masculina, isso quase nunca é levado em consideração nas análises médicas.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/workshops-de-pesquisadores/workshops-de-pesquisadores-do-iea-16-e-17-de-maio-de-2018/jorge-hallak-17-05-2108/@@images/d8bf3c5f-5d3d-4707-b1e9-a54d228c883f.jpeg" alt="Jorge Hallak - 17/05/2108" class="image-inline" title="Jorge Hallak - 17/05/2108" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Jorge Hallak: “O que se percebe é que a qualidade do sêmen em São Paulo está piorando, isso é fato”</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>As pesquisas</strong><br class="kix-line-break" /> Inicialmente, os pesquisadores procuravam entender os impactos da poluição na população masculina da capital paulista. “Os dados preliminares da nossa pesquisa, realizada na cidade de São Paulo entre 2000 e 2008, demonstram uma queda clara nos parâmetros seminais de doadores saudáveis”. A investigação comandada pelo professor Hallak usou amostras de 743 pacientes com idades entre 23 e 50 anos (média de 36,5 anos) e seguiu os critérios descritos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As pesquisas foram realizadas em grande parte pelo centro de ciência e inovação de Hallak, o Androscience, e em menor escala pela FMUSP. <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> Foram coletados também dados diários sobre as concentrações de O3, CO, NO2, SO2 e MP10 (material particulado com diâmetro aerodinâmico inferior a 10 micrometros). As análises dos três principais parâmetros seminais foram então confrontadas com as referências atmosféricas captadas diariamente, criando uma relação entre a qualidade do sêmen e a poluição do ar.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> No capítulo, os autores relatam uma pesquisa realizada em 1992 que sugere, com base em estudos realizados entre 1938 e 1991, que as contagens de espermatozóides haviam caído 42% no período em todo o mundo. Entretanto, um <a href="https://academic.oup.com/DocumentLibrary/humupd/PR/dmx022_final.pdf">artigo</a> publicado em junho do ano passado atualizou estes números e fez aumentar a preocupação de parte da academia. O trabalho, que analisou 200 estudos realizados entre 1973 e 2011, concluiu que a contagem total de espermatozóides caiu 59,3% na América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia, durante o período. Segundo Hagai Levine, médico responsável pelo estudo, se esta lógica se mantiver, a raça humana poderá ser extinta.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> Apesar da clara relação de causa e efeito entre os objetos estudados, Hallak lembra que existem outras causas para a piora dos parâmetros seminais: “É importante lembrar que a poluição ambiental e atmosférica é apenas um dos fatores que contribuem para a deterioração da qualidade do sêmen”. Ele ressaltou, por exemplo, que o consumo de alimentos ultraprocessados e cultivados com altas dosagens de hormônios e agrotóxicos também pode comprometer duramente a capacidade reprodutiva masculina.<br class="kix-line-break" /></p>
<p dir="ltr">Um grupo de risco, quando se fala em exposição à poluição, é o das mulheres grávidas. De acordo com os autores do artigo, os efeitos para os recém-nascidos podem ser graves. “Entre as consequências associadas à exposição aos poluentes atmosféricos durante a gravidez estão o peso reduzido no nascimento, prematuridade, mortalidade neonatal e pós-neonatal e defeitos congênitos”, apontam.</p>
<p dir="ltr">Para eles, este tipo de informação deveria ser melhor aproveitada pelo órgãos legisladores do Estado, que poderiam desenvolver políticas públicas de proteção para este este e outros grupos de risco. “Se considerarmos que a influência da poluição nos estágios iniciais da vida (embrião e feto) aumenta os riscos de desenvolvimento de diabetes, síndromes metabólicas, doenças cardiovasculares e câncer, a exposição durante a gravidez deveria ter um profundo impacto nas estratégias de saúde pública para prevenir essas enfermidades”, acreditam os autores.</p>
<p dir="ltr"><strong>Razão sexual</strong><br class="kix-line-break" /> Apesar de focarem seus estudos em seres humanos, os autores relatam que testes realizados com outros mamíferos comprovaram que a proporção sexual (número de machos versus número de fêmeas) pode ser afetada por situações de grande estresse, como indisponibilidade de alimento e poluição do ar. Partindo dessa lógica, eles buscaram entender como os poluentes afetam esta proporção em humanos. “Nós elegantemente demonstramos que existe uma dura redução na razão sexual das áreas mais poluídas de São Paulo”, defendem.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> Os autores comprovaram esta diminuição confrontando as razões sexuais e os índices de poluição de diversas localidades da cidade de São Paulo. Para tanto, usaram dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), que registra as concentrações de MP10 em 23 estações espalhadas pela cidade. Eles então mapearam os nascimentos que ocorreram em um raio de dois quilômetros de cada uma destas estações e delinearam uma relação entre os dois fatores. O resultado alcançado foi significativo. Na região menos poluída, a razão foi de 51.7%, e na área mais poluída, 50.7%. A diferença de 1% entre as razões significa que nascem todos os anos, nas área mais poluídas, 1180 homens a menos do que nas áreas menos poluídas.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/banco-de-semem" alt="Banco de semem" class="image-inline" title="Banco de semem" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong>Vitamina D</strong><br /></span><span>“Os baixos níveis de vitamina D alcançaram proporções epidêmicas nas sociedades modernas e já podem ser detectados em 75% dos indivíduos, incluindo adolescentes em áreas urbanas”, apontam os autores do capítulo. Segundo eles, deficiências da vitamina estão associadas a diferentes doenças que acometem os ossos. Mais recentemente, foram relacionadas a um crescente número de outras doenças cardiovasculares e autoimunes, além de afetarem sinalizações do sistema imune inato e respostas a ferimentos e infecções. </span></p>
<p>Alguns estudos têm demonstrado que a exposição à poluição atmosférica também pode contribuir para diminuir os níveis de vitamina D em mulheres e fetos (devido à deficiência materna). Os autores citam um estudo conduzido por Baiz et al. em 2012, cujos resultados demonstraram que a exposição materna a ‘níveis urbanos’ de NO2 e MP10, durante toda a gravidez, foi um forte preditor de baixos índices da vitamina em recém-nascidos.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> As conclusões explicitam mais uma das consequências negativas da poluição atmosférica. Para os pesquisadores, “estes efeitos podem ter impactos abrangentes no desenvolvimento de doenças como obesidade, diabetes, síndromes metabólicas, neuropsiquiatria, depressão, doença de Alzheimer e outras condições neurodegenerativas”. <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> <strong>Compostos desreguladores endócrinos</strong><br class="kix-line-break" /> “Toda poluição atmosférica que respiramos se transforma, dentro do corpo, em desreguladores endócrinos, que têm se mostrado intimamente associados aos cânceres de próstata, tireóide, mama, ovários, testículos e outros”, aponta Hallak. <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> Segundo a definição da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês), um composto desregulador endócrino é “um agente exógeno que interfere na síntese, secreção, transporte, metabolismo, ação vinculativa ou eliminação de hormônios naturais responsáveis pelos processos de homeostase, reprodução e desenvolvimento”.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> Eles são dificilmente identificáveis, apesar de amplamente disseminados no ambiente, e quando combinados adquirem a capacidade de produzir danos graves à saúde. Segundo os autores, os desreguladores endócrinos englobam uma grande variedade de classes químicas, “incluindo hormônios naturais e sintéticos, componentes de plantas, pesticidas, produtos industrializados e outros subprodutos e poluentes industriais”.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> Metais pesados também agem como desreguladores endócrinos e podem ser considerados agentes tóxicos. Os encontrados em ambientes de convívio humano (cádmio, chumbo, mercúrio, arsênico e vanádio) são sabidamente nocivos a gametas e embriões, além de terem efeitos carcinogênicos. “Estes desreguladores podem causar tumores, defeitos congênitos e outras anomalias no desenvolvimento”, concluem os autores do artigo.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto 1: <span style="text-align: right; ">Divulgação/Elsevier</span><br />Foto 2: Leonor Calasans/IEA-USP<br />Foto 3: <span style="text-align: right; ">Divulgação/Clínica Tambre</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-20T21:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/news/Dedemographic-profile-of-latin-america-needs-policies-for-development-indicates-panel">
    <title>Demographic profile of Latin America needs policies for development, indicates panel</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/news/Dedemographic-profile-of-latin-america-needs-policies-for-development-indicates-panel</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/silvia-giorguli-13-6-2018" alt="Silvia Giorguli - 13/6/2018" class="image-inline" title="Silvia Giorguli - 13/6/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Silvia Giorguli: "What happens in Latin American labor markets points to what lies ahead"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Latin American countries are experiencing the so-called demographic dividend, a situation in which the number of individuals under 15 years of age has grown, allowing the expansion of the economically active population, which may result in conditions for greater economic development.</p>
<p>However, "the demographic dividend is not automatic; it depends on labor market conditions, jobs that allow individual and social development, productivity, investment and also macroeconomic conditions," warned sociologist and demographer <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/speakers/silvia-giorguli" class="external-link">Silvia Elena Giorguli Saucedo</a>, president of <a class="external-link" href="https://www.colmex.mx/">El Colegio de México</a> (COLMEX.)</p>
<p>She stated this during the panel <i>Demographic Dividend in Latin America</i>, held on June 13. The event has also featured presentations by demographer <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/speakers/bernadette-waldvogel" class="external-link">Bernadette Waldvogel</a>, from the State System of Data Analysis Foundation (SEADE,) and economist <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/speakers/otaviano-canuto" class="external-link">Otaviano Canuto</a>, a member of the World Bank's Board of Executive Directors, who participated via Skype from his office in Washington.</p>
<p>It has been the second activity of the agreement signed between USP and COLMEX in December 2017, which has the IEA and <a class="external-link" href="http://www.usp.br/internationaloffice/en/" target="_blank">USP's International Cooperation Office</a> (AUCANI) as protagonists. On the day before, June 12, the Mexican researcher gave the conference <i>Migration and Education</i>. Both events have been supported by the Consulate General of Mexico in São Paulo.</p>
<p><strong><span>Uncertainties</span></strong></p>
<p>Giorguli has recalled what happened in Asian countries, "where there has been a good synergy between demographic changes and economic growth," and presented doubts about the Latin American process: "Will the region take advantage of the dividend or not? How to anticipate the financial needs and health care for a larger elderly population?"</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Related material</h3>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/en/media-library/photos/events-2018/bonus-demografico-na-america-latina-13-de-junho-de-2018" class="external-link">Photos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/en/media-library/video/bonus-demografico-na-america-latina" class="external-link">Video</a></strong> <span>(in Spanish and Portuguese)</span></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/en/news/seminar-on-migration-marks-the-beginning%20of-the-collaboration-between-usp-and-el-colegio-mexico" class="external-link">Migration and Education</a></strong><br />Conference with Silvia Giorguli on June 12, 2018</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>According to her, Latin America has already reached its maximum population and the number of young people has also reached its peak, making the perspective of the rate of dependence in the next decade to be the lowest of the region in all its history. "With the end of growth in the number of young people, inequality in access to education is easier to solve. This will also increase the economically active population by 2030/2040."</p>
<p>Creating the synergy between the dividend and economic growth depends on how the population's economic participation will take place, she said. "Mexico is bad in that regard. One of the options is to encourage the insertion of women into the labor market and this has to do with promoting education, good living conditions, family-work relationships, flexible working hours and shared domestic responsibilities." For Giorguli, a "gender dividend" may reflect better conditions for the country than the demographic dividend itself in 2050.</p>
<p>She has explained that Latin America has a very peculiar behavior in relation to the occurrence of the dividend. "Uruguay has made the transition first, Mexico is on average in the region and Guatemala is in last, but in a more intense process than the other two. By 2030, the three countries will have a similar demographic profile." One of the Mexican problems is that part of the dividend goes to the United States. "Now the migration has decreased and we can take advantage of it."</p>
<p>Giorguli has commented that there are other factors that may interfere with the good use of the dividend, such as the universalization and improvement of education, but believes that the most important factor is the profile of the labor market in Latin America, characterized by the high level of informality and turnover in work stations. "What is happening in the labor markets today shows what is ahead."</p>
<p><span><strong>State of São Paulo</strong></span></p>
<p>In contrast to Giorguli's presentation on the demographic transition in Latin American countries, especially in Mexico, Waldvogel has presented studies on the perspectives of the demographic dynamics of the state of São Paulo by 2050, produced by the Demographic Group of the SEADE Foundation.</p>
<p>According to her, the foundation has statistical data produced since the end of the 19th century, when the Office of Statistics and State Archives was created. "We have received copies of all the birth and death certificates of São Paulo. From the data that have been available since the 1940s, we have been disaggregating the information that allow us to verify the vegetative balance [births minus deaths] and the migratory balance [immigrants minus emigrants]."</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/bernardette-waldvogel-15-6-2018" alt="Bernardette Waldvogel - 15/6/2018" class="image-inline" title="Bernardette Waldvogel - 15/6/2018" /></th>
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<tr>
<td><strong>Bernadette Waldvogel: "We are also in demographic dividend; we need to observe what society needs to do to benefit from it"</strong></td>
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</table>
<p>Waldvogel has said that the highest rates of <span>population </span>growth in São Paulo occurred in the 60s, 70s and 80s, "a period in which immigration had more weight." After the 1980s, the growth rate has dropped, reaching only 12% in the last decade." The current rate is only due to the vegetative balance, which has also been decreasing because of the drop in the number of births and the increase in mortality. "The decrease occurs in all administrative regions of the state."</p>
<p>As for the São Paulo fertility rate, which is now 1.5 per woman (less than the replacement rate), the drop was pronounced since 1970, when it was 4.2, but in a discontinuous way, with periods of small increase. In terms of life expectancy, the increase was also relevant in the state, with a nine-year increase, currently being 73 years for men and 79 years for women, according to the foundation's data.</p>
<p>According to Waldvogel, there was a sharp drop in infant mortality between 1975 and 2016, currently being of 10.7 deaths per thousand live births. Sanitation, and the decrease in parasitic infections and respiratory diseases have contributed to this, she explained. "In the beginning, the decline was mostly pronounced among postnatal cases [after four weeks to one year of age] and then there was an increase among neonates [first four weeks of life]." However, 30% of deaths occur in the first week of life. "Neonatal deaths indicate that health actions need to be taken."</p>
<p>The researchers' projections indicate that the state's population is expected to increase to 48 million <span>by 2040</span>, and then begin to decline as the number of deaths will outstrip births, with the population pyramid becoming increasingly narrow. By 2050, the fertility rate will be 1.5, with a life expectancy of 79.1 for men and 84.2 for women. The average age of the adult population will be 44 years.</p>
<p>According to Waldvogel, the number of individuals under the age of 15 has been declining since 2000 and will return to what it was in the 1970s. The population over 65 is expected to outgrow the under-15 in the next decade. The population between 15 and 64 is expected to grow and decline in the 2040s. This will make the 65 plus population reach its plateau before 2100.</p>
<p>She has said that the <span>under-15 <span>dependent</span></span> population of São Paulo reached its peak in 2015, so "we are in the middle of the demographic dividend. It is time to observe what society needs to do to benefit from it." Having reached the universalization of education, "it is necessary to improve its quality and the moment is important for society to look at it to prepare for the future."</p>
<p>Asked by Giorguli if poor fertility in the state of São Paulo is a problem or an opportunity, Waldvogel replied that "it is positive if it is used to reduce the problems, because it reduces pressures, especially in early childhood education, besides being able to solve problems as even though infant mortality is low, there are still many neonatal deaths."</p>
<p>Waldvogel has asked Giorguli about the fact that the Mexican population still has not reduced population growth and the fertility rate is still not so low. Giorguli has explained that the current fertility rate is 2.2 and that "there are problems that come from the past," with inequalities between rural and urban rates, and between indigenous and non-indigenous, as well as teenage pregnancy, which has increased over the last seven years.</p>
<p><strong>Retirement and health</strong></p>
<p>Based on a study on the demographic dividend in Latin America published by the World Bank two years ago, Canuto has addressed the fiscal implications of demographic changes in the region. The process of rapid aging of the population of Latin American countries exerts two pressures in the fiscal sphere according to him: the growth of the expenses with the health system and the cost of the pensions of the public sector.</p>
<p>He sees the fact that pensions are predefined and social security contributions are below international trends <span>in most countries of the region </span><span>as distortions</span>. "In terms of retirement age, countries are in line with the international reality, except Brazil." Even countries with predefined contributions, replacement rates are below what would be socially acceptable, putting pressure on the system."</p>
<p>Canuto has said that the Brazilian <span>total </span>pension spending already equals a percentage of the gross domestic product (GDP) similar to or higher than the percentages of the Scandinavian countries or Japan. "We spend the same as those who have, proportionally, twice the population over 65. Our system is very generous with privileged groups who are not old enough to retire. There are accumulations of pensions of various origins, including death, and other benefits."</p>
<p>For him, it is natural for retirement to be lower than the reference income, "because some expenses cease to exist for the retiree, such as transportation and care for dependents." In the average of OECD (Organisation for Economic Co-operation and Development) countries, the ratio of retirement to active salary is 53%, but in Brazil it is 93%, according to the economist.</p>
<p>In the case of the health system, he has said that spending is high compared to that of other emerging countries, but at the same time "pension and health care coverage is still limited, reflecting the low participation of women in labor force and the country's trademark: informality."</p>
<p>"Latin America must promote participation in the labor force, especially of women, and implement policies to reduce informal work."</p>
<p>Countries such as Chile and Mexico, which have predefined contributions and low replacement rates, will need to raise contributions to the social security system, he said. "It is also important to reduce the benefits in countries with very high rates of income, such as Venezuela, Ecuador and Paraguay."</p>
<p>He has pointed out that most Latin American countries would benefit from gradual increases in the retirement age - in parallel with the increase in life expectancy - accompanied by increased contributions, "especially in the acute cases of Nicaragua, Costa Rica, Honduras and Guatemala."</p>
<p>Giorguli has pointed out to Canuto that Latin America is very diversified in terms of social security contributions and access to public services. "Argentina and Uruguay have the most universalized services, while sectors in Brazil, Mexico and other countries have less access."</p>
<p>He has acknowledged that this diversity will require differentiated patterns of reform. "The agenda should focus on the adjustment of pensions and contributions according to the circumstances of each country. The challenge is the universalization of access to public services."</p>
<p>Still on Canuto's presentation, Waldvogel has also emphasized the importance of the formalization of labor market for the maintenance of the social security system, and has raised two impacts of the demographic dividend: lower pressure in children's hospitals and lower pressure on care for the elderly, which "tends to be more time-consuming and more expensive."</p>
<p>For Canuto, the dividend is potentially positive, but if it is not well used it can turn into a demographic liability. "In Brazil, half of the dividend is already behind us and we are not using it in the best way possible. If the quality of education was better, the youngest active population would be having a leap in productivity."</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Photos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights>Original version in Portuguese by Mauro Bellesa.</dc:rights>
    
      <dc:subject>Economic development</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>cover</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demography</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Event</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Latin America</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-19T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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