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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 191 to 205.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novas-formas-do-trabalho">
    <title>Grupo estudará os efeitos das novas formas de trabalho na vida dos trabalhadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novas-formas-do-trabalho</link>
    <description>Em reunião no dia 3 de dezembro, o Conselho Deliberativo do IEA aprovou a criação do Grupo de Estudos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho Contemporâneo sobre o Viver, o Adoecer e o Morrer de Trabalhadores e Trabalhadoras</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/entregador-de-comida" alt="Entregador de comida" class="image-right" title="Entregador de comida" />No início deste mês, o Conselho Deliberativo do IEA aprovou a criação do Grupo de Estudos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho sobre a Vida dos Trabalhadores, proposto pelo médico sanitarista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" class="external-link">René Mendes</a>, pesquisador colaborador do Instituto. A primeira fase do projeto será realizada no biênio 2020/21</p>
<p>De acordo com Mendes, coordenador do grupo, a proposta tem como objetivo geral “apoiar e subsidiar o movimento social de trabalhadores em sua luta contra a destruição de postos de trabalho e exclusão de pessoas, a precarização do trabalho e os modelos de organização e gestão do trabalho que prejudicam o curso da vida, produzindo sofrimento e doença e provocando morte precoce e evitável”.</p>
<p>A intenção é incentivar a criação e a adoção de morfologias de trabalho mais inclusivas e éticas - “que respeitem e valorizam as pessoas” -, segundo o pesquisador. “Isso é uma condição sine qua non para o desenvolvimento humano sustentável e socialmente mais justo.”</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p>EVENTO<br /><strong>"UBERIZAÇÃO": A ERA DO TRABALHADOR JUST IN TIME</strong></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/uberizacao-do-trabalho" class="external-link">Uberização do Trabalho será tema de seminário</a></p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeo</li>
<li>Fotos</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="Default">De acordo com Mendes, as novas morfologias do trabalho, “relativamente bem estudadas pelo viés produtivo, econômico, sociológico e do direito”, vêm ocasionando “incontáveis e ainda mal avaliados impactos adversos, extremamente lesivos para os trabalhadores e para a sociedade em geral”.</p>
<p class="Default">O reduzido conhecimento sobre os efeitos nefastos dessas formas de trabalhos é razão de muita preocupação, segundo o pesquisador. Diante disso, “faz sentido questionar, de um lado, se o trabalho em países como o Brasil continua sendo o principal, talvez o único meio para alcançar níveis equitativos de justiça social e vida digna e, de outro lado, se, em tais conjunturas contemporâneas, o trabalho ainda poderia ser considerado como vigoroso determinante e promotor de saúde”.</p>
<p class="Default">Essas dúvidas devem-se ao fato de que “elevada parcela da população não tem atualmente acesso a emprego e trabalho e, quando o tem, sua inserção se faz em níveis insuficientes e inadequados para o alcance de uma vida digna, seja na perspectiva de renda, para a subsistência básica, seja na perspectiva das condições de trabalho e do que seria, minimamente, um trabalho decente, seguro e saudável".</p>
<p class="Default">Muitas dessas novas morfologias do trabalho "estão gerando ou agravando essas condições, isto é, provocando desemprego e subemprego, precarizando as condições de trabalho e levando à perda de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, com óbvio impacto sobre a vida e saúde dos trabalhadores e trabalhadoras, ainda que essas evidências não tenham sido suficientemente avaliadas e analisadas até o momento.</p>
<p>Para atingir suas metas, o grupo pretende negociar parcerias e apoios pessoais, profissionais e institucionais no Brasil e no exterior. Também buscará estabelecer articulações e discussões de estratégias com o movimento sindical de trabalhadores, bem como articular-se com parlamentares e outros atores políticos e sociais.</p>
<p>Outra atividade do início dos trabalhos será identificar, reunir e consolidar informações sobre as interfaces do “mundo do trabalho” e o mundo da vida e saúde”. Esse material será a base para a formação de um acerco físico e/ou virtual. O estudo preliminar desse conteúdo permitirá a identificação inicial de lacunas de conhecimento, necessidades e oportunidades para investigação e avanço do conhecimento.</p>
<p>Mendes considera que o grupo possibilitará a criação de espaços de reflexão e debate inter, multi e transdisciplinar sobre as interações entre o trabalho e a vida/saúde das pessoas, “resgatando, se possível, os preceitos constitucionais que enunciam a garantia, por meio do trabalho, de uma ‘existência digna’ para todos, em direção à ‘justiça social’”.</p>
<p>Em paralelo a essas atividades, o grupo irá desenvolver estratégias para ampliar e qualificar a presença da temática na mídia, com o intuito de promover uma mobilização maior da sociedade e de seus formadores de opinião sobre a questão.</p>
<p>O grupo deverá publicar documentos sobre o estado da arte do conhecimento sobre as interações trabalho e vida/saúde e os resultados dos debates críticos e propositivos que realizará. Esses resultados serão divulgados à sociedade em geral e, especialmente, aos parceiros e apoiadores institucionais, aos movimentos sociais de trabalhadores e a potenciais apoiadores das fases subsequentes do projeto.</p>
<p>Além de Mendes como coordenador, o grupo terá a participação de outros 11 pesquisadores:</p>
<ul>
<li>Ariana Célis Alcântara, doutoranda e mestre em serviço social pela PUC-SP, mestre em ciências da saúde pela USP, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP;</li>
<li>Bruno Chapadeiro Ribeiro, psicólogo, doutor em educação pela Unicamp e pós-doutorando na Unifesp;</li>
<li>Cristian Oliveira Benevides Sanches Leal, médica veterinária, sanitarista, doutora em saúde coletiva pela UFBa, integrante da Secretaria da Saúde de Salvador e da Secretaria da Saúde da Bahia;</li>
</ul>
<ul>
<li>Fabio Alexandre Dias, engenheiro de segurança do trabalho, docente em vários cursos do Senac-SP;</li>
<li>Gilmar Ortiz de Souza, engenheiro de segurança do trabalho, professor universitário, coordenador da Pastoral Operária da Diocese de Santo André;</li>
<li>Ludmila Costhek Abílio, socióloga, pesquisadora em pós-doutorando no Instituto de Economia da Unicamp;</li>
<li>Nilce Helena Paula dos Santos, enfermeira, professora da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), integrante da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo;</li>
<li>Paulo Bergsten Mendes, administrador de empresas, pesquisador da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP;</li>
<li>Renan Bernardi Kalil, mestre e doutor em direito - área de direito do trabalho e da seguridade social - pela USP, procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT);</li>
<li>Tarcila de Almeida Santos Machado Mazer, médica, professora da Faculdade de Medicina de Franca (Unifran);</li>
<li>Wendy Ledix, sanitarista, mestrando na FSP-USP.</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://outraspalavras.net/outrasmidias/pais-desperdicado-39-milhoes-em-postos-precarios/">Alexandre Cassiano/Outras Palavras</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisadores Colaboradores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho sobre a Vida dos Trabalhadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-16T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-ciencia-tecnologia-e-inovacao-na-area-da-saude">
    <title>Grupo de Estudos tratará de ciência, tecnologia e inovação na área da saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-ciencia-tecnologia-e-inovacao-na-area-da-saude</link>
    <description>Grupo de Estudos em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA no dia 3 de dezembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEB-DarkoStojanovic-Pixabay.jpg/image" alt="Tecnologia na medicina" title="Tecnologia na medicina" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Grupo promoverá seminários de casos e perspectivas para apresentar novidades e desafios relacionados à saúde</dd>
</dl>O Conselho Deliberativo do IEA aprovou, no dia 3 de dezembro, a criação do Grupo de Estudos em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, formado por pesquisadores das áreas de ciências humanas e sociais aplicadas, medicina, economia, administração e engenharia. A coordenação é de Hillegonda <span>Maria</span><span> </span><span>Dutilh Novaes, professora da Faculdade de Medicina da USP.</span></p>
<p><br /><span>Com duração prevista de 36 meses, o grupo pretende ser um canal de comunicação entre a comunidade científica e a sociedade, “promovendo discussões que sejam capazes de reunir um arcabouço teórico interdisciplinar para avançar na compreensão dos processos políticos, econômicos e culturais envolvidos na agenda de estudos em ciência, tecnologia e inovação em saúde”.<br /><br /></span><span>Para isso, o novo grupo irá promover exposições e discussões de temas pertinentes a essa agenda, combinando sessões abertas ao público com reuniões internas. Com o formato de “seminários de casos e perspectivas”, os eventos servirão também para divulgar os trabalhos acadêmicos produzidos pelo grupo e promover o diálogo com a sociedade sobre os desafios relacionados à saúde, nas áreas de: saúde pública, produção de ciência e tecnologia, transposição do conhecimento em negócios inovadores, análise jurídico-filosófica e dinâmica político-institucional.<br /><br /></span><span>“Não apenas a produção de trabalhos científicos será priorizada, mas também a produção cultural, de difusão e de tradução da realidade do setor da saúde brasileiro”. O objetivo é que as análises feitas na academia e da academia cheguem a outras áreas da sociedade, como ONGs, jornalismo, setor produtivo e áreas técnico-jurídicas da administração pública.<br /><br /></span><span>O grupo é formado por pesquisadores do Centro de Pesquisa Translacional em Oncologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo; e das seguintes áreas da USP: Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina; Núcleo de Política e Gestão Tecnológica; da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade; Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica; Faculdade de Direito; Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.<br /><br /></span><span>Multi e interdisciplinar, está organizado em três eixos:</span></p>
<ol>
<li>Saúde, Desenvolvimento e Sociedade: Resgata como central a preocupação com os impactos das intervenções políticas e societais em ciência e tecnologia na saúde, assim como a relação dessas iniciativas com a geração de novos problemas para o planeamento da saúde pública e suas agendas nacionais, regionais e locais. </li>
<li>Gestão, Inovação e Avaliação de Tecnologias em Saúde: Estuda como os recursos econômicos escassos e iniciativas de gestão públicas e privadas são alocadas ao setor de saúde para produzir bens e serviços e como são alocados nas organizações (empresas, hospitais, centros de assistência etc.).</li>
<li>Políticas Públicas de Ciência e Tecnologia em Saúde: Produz análises sobre os processos de produção e circulação do conhecimento em saúde na sociedade e na política, assim como sua interface com os elementos culturais envolvidos na atividade de desenvolvimento científico e tecnológico em saúde.</li>
</ol>
<p><br />O grupo já realizou reuniões em dezembro de 2019 e tem um calendário de atividades previstas para 2020.<br /><br /><span><strong>Integrantes</strong><br /><br /></span><span>Membros permanentes:</span></p>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Hillegonda Maria Dutilh Novaes (Saúde Coletiva, FM-USP) </li>
<li>Diogo Rosenthal Coutinho (Direito, FD-USP)</li>
<li>Moisés Goldbaum (Saúde Coletiva, FM-USP)</li>
<li>Antônio Campino (Economia em Saúde, FEA-USP)</li>
<li>Guilherme Ary Plonski (Gestão, PGT-USP)</li>
<li>Alessandro Campolina (ATS, ICESP)</li>
<li>Roger Chammas (Oncologia Molecular, ICESP)</li>
<li>Patrícia Coelho de Soàrez (ATS, FM-USP)</li>
<li>Claudia Pavani (Gestão, PGT-USP)</li>
<li>Renan Gonçalves Leonel da Silva (Pós-doc., STS, FM-USP)</li>
<li>Antonio Mauro Saraiva (Saúde Planetária, Poli-USP)</li>
</ul>
</div>
<p><span><br />Membros colaboradores</span></p>
<ul>
<li>Mário César Scheffer (Pol. e Plan. em Saúde, FM-USP)</li>
<li>Nelson da Cruz Gouveia (Saúde Global, FM-USP)</li>
<li>Amâncio Jorge Silva Nunes de Oliveira (IRI-USP, DCP-FFLCH-USP, CAENI)</li>
<li>Larry Au (Sociologia do conhecimento, Universidade de Columbia, EUA)</li>
<li>Maria Conceição da Costa (STS, DPCT-Unicamp)</li>
<li>Hatylas Azevedo (PD&amp;I, Aché Laboratórios Farmacêuticos)</li>
<li>Marcelo Caldeira Pedroso (Gestão, FEA-USP)</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-12T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/vice-coordenador-premio-quimica">
    <title>Vice-coordenador do Polo São Carlos ganha prêmio por projeto de microbateria de gelatina vegetal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/vice-coordenador-premio-quimica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:333px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/premio-frank-crespilho/image" alt="Prêmio Frank Crespilho" title="Prêmio Frank Crespilho" height="500" width="333" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:333px;">O pesquisador Frank Nelson Crespilho (à direita) recebendo o Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia</dd>
</dl>Vice-coordenador do Polo São Carlos do IEA, o pesquisador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/frank-n-crespilho" class="external-link">Frank Nelson Crespilho</a> ganhou nesta segunda-feira (2/12) o Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia. Com o projeto “Baterias orgânicas e organometálicas não corrosivas, seguras, sustentáveis e com baixa toxicidade”, ele foi vencedor na categoria pesquisador. A cerimônia de premiação aconteceu no 24º Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ), em São Paulo.<br /><br /><span>Seu projeto vencedor foi desenvolvido por pesquisadores do IQSC e da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e criou uma microbateria inédita, produzida a partir de gelatina vegetal, para ser usada em dispositivos eletrônicos da área da saúde. Menos tóxicas que as baterias tradicionalmente usadas, feitas de prata ou lítio, o novo dispositivo pode ser inclusive ingerido, para exames, sem apresentar riscos ao paciente.<br /><br /></span><span>A microbateria é feita à base de agarose, um biopolímero constituído de açúcar que pode ser extraído de algas marinhas, e, por isso, é financeiramente viável, garantem os pesquisadores: com cerca de R$ 4, é possível comprar agarose para produzir até 700 microbaterias.<br /><br /></span><span>Crespilho é pesquisador do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) e desenvolve pesquisas nas áreas de bioeletrônica e eletroquímica, com interesse em interação entre biomoléculas e nanoestruturas; nanoeletrodos; biocélulas a combustível; bioeletrodos implantáveis; e simulação e teoria Cinética em eletroquímica de bioeletrodos.<br /><br /></span><span>O Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia foi criado em 2001 pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e tem o objetivo de estimular a pesquisa e a inovação na área química no país. Cerca de 30 empresas e 20 pesquisadores já foram premiados.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Divulgação</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rede Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Química</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-03T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-relatorio-lancet">
    <title>Não frear as mudanças climáticas prejudicará saúde dos nascidos agora, alerta o relatório Lancet Countdown</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-relatorio-lancet</link>
    <description>Autores do relatório participaram de seu lançamento no IEA e reforçaram que os efeitos das mudanças climáticas na saúde humana deixaram de ser projeções e já são presenciados atualmente</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-lancet-2019" alt="Mesa Lancet 2019" class="image-right" title="Mesa Lancet 2019" />Pesquisadores brasileiros e estrangeiros que estudam as mudanças climáticas globais e suas consequências alertam: o momento para agir e começar a mudar os hábitos e padrões da humanidade é agora. Não há mais tempo a perder, uma vez que a próxima geração pode ser a primeira a sentir de maneira radical esses efeitos e, possivelmente, viver menos que seus pais.</p>
<p dir="ltr">O alerta foi dado no lançamento do <a class="external-link" href="http://www.lancetcountdown.org/2019-report/">Relatório Lancet Countdown 2019</a>, dia 18 de novembro, no IEA. Os pesquisadores presentes participaram da elaboração do relatório, que detalha os efeitos já observados e estabelece uma série de ações necessárias para frear o agravamento deste quadro.</p>
<p dir="ltr">A ampliação da capacidade do <i>Aedes aegypti</i> — mosquito transmissor da dengue, febre amarela e chikungunya — de transmitir essas doenças é uma das consequências já presenciadas. No Brasil, o aumento é estimado em 11% desde a década de 1950, segundo os pesquisadores. “É uma questão multifatorial, que envolve o aumento da temperatura, a falta de saneamento e a urbanização”, disse a médica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mayara-floss" class="external-link">Mayara Floss</a>, autora principal do relatório brasileiro e residente de medicina de família e comunidade no Grupo Hospitalar Conceição, no Rio Grande do Sul.</p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>O relatório</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr">O relatório <a class="external-link" href="http://www.lancetcountdown.org/2019-report/"><i>Lancet Countdown: Tracking Progress on Health and Climate</i> <i>Change</i></a> é uma colaboração internacional de pesquisa dedicada a acompanhar as consequências das mudanças climáticas para a saúde humana e as respostas do mundo a este quadro. O objetivo é reunir e divulgar anualmente os dados que possam embasar políticas públicas e capacitar profissionais da saúde.</p>
<p dir="ltr">Este ano, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mayara-floss" class="external-link">Mayara Floss</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/enrique-barros" class="external-link">Enrique Barros</a>, médicos do Rio Grande do Sul, coordenaram uma análise dos dados do relatório com foco no cenário brasileiro e, a partir disso, elaboraram um guia de recomendações para formuladores de políticas públicas do país. Os coautores nacionais são Mathias Bressel (Centre for Biostatistics and Clinical Trials, Peter MacCallum Cancer Centre, Melbourne, Australia); Sandra Hacon (Fiocruz); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link">Carlos Nobre</a> (IEA-USP); Daniel Knupp (Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade); Daniel Soranz (Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz e Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade - SBMFC); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (Faculdade de Medicina e IEA-USP); Laura dos Santos Boeira (<a class="external-link" href="https://www.veredas.org/">Instituto Veredas</a>); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karina-pavao-patricio" class="external-link">Karina Pavão Patrício</a> (Faculdade de Medicina da Unesp). O documento também teve a coassinatura da <a class="external-link" href="https://www.sbmfc.org.br/">Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade</a> (SBMFC) e a <a class="external-link" href="https://portal.fiocruz.br/">Fundação Oswaldo Cruz</a> (FIOCRUZ).</p>
<p dir="ltr">Para Enrique Barros, o relatório deixa claro como os efeitos das ações humanas no clima já podem ser presenciados. “As nossas escolhas já estão causando doenças hoje”, disse durante o lançamento do relatório no IEA. “Agora, cientistas de múltiplas áreas têm a responsabilidade de traduzir esses achados para o público, mostrando que ainda temos a grande oportunidade de melhorar nossa qualidade de vida, algo que terá um impacto gigantesco para nossos filhos, netos e bisnetos”.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/lancet-countdown-2019" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/so-temos-uma-casa-lancamento-do-relatorio-lancet-countdown-2019-1" class="external-link">Vídeo</a></p>
<p><a class="external-link" href="http://www.lancetcountdown.org/2019-report/">Relatório Lancet Countdown 2019</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Problemas causados pela poluição do ar também já deixaram de ser apenas uma projeção: ocorrências de baixo peso em recém-nascidos, diminuição da função respiratória em crianças e aumento do número de hospitalizações por doenças respiratórias nas comunidades da Amazônia brasileira estão associadas aos níveis de poluição atmosférica no país.</p>
<p dir="ltr">O aumento da temperatura do planeta e a mudança em padrões dos regimes de chuva podem causar desastres climáticos, e estes, por sua vez, aumentam as ocorrências de doenças infecciosas, das quais crianças são particularmente sensíveis. Segundo o relatório, o número de dias climáticos propícios a bactérias Vibrio (que causam grande parte das doenças diarreicas em todo o mundo) dobrou nos últimos 30 anos.</p>
<p dir="ltr">“É um absurdo pensar que crianças ainda morrem por diarreia em 2019”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonja-ayeb-karlsson" class="external-link">Sonja Ayeb-Karlsson</a>, professora de saúde global na University of Sussex, na Inglaterra. Ao pesquisar, em diferentes regiões do planeta, o bem-estar de populações em situações de risco por conta das alterações climáticas, ela conheceu mães que perderam seus filhos dessa maneira. “São famílias suscetíveis a desastres, migrações e eventos extremos, como inundações ou secas”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sonja-ayeb-karlsson/image" alt="Sonja Ayeb-Karlsson" title="Sonja Ayeb-Karlsson" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">A pesquisadora Sonja Ayeb-Karlsson</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Para reverter estes efeitos, o relatório Lancet Countdown tem recomendações claras. Globalmente, os países precisam seguir as diretrizes do Acordo de Paris, assinado por 195 nações, para limitar o aquecimento a menos de 2ºC. Se mantido o padrão atual da economia mundial, o aquecimento pode dobrar. Assim, pessoas nascidas hoje chegariam aos 70 anos com um planeta 4ºC mais quente.</p>
<p dir="ltr">A versão brasileira do relatório considera as particularidades do país e estipula recomendações específicas para a elaboração de políticas públicas. “No caso de um país em desenvolvimento, é preciso lembrar que os que têm menos dinheiro sofrerão as consequências antes”, disse Mayara Floss. “Hoje, temos uma janela de oportunidade e não há tempo a perder”.</p>
<p dir="ltr">Entre as medidas sugeridas, estão as que buscam mitigar o aumento da capacidade de transmitir doenças do <i>Aedes aegypti</i>. “É preciso fortalecer o trabalho dos agentes de saúde para melhorar a vigilância e o tratamento dessas doenças”, explicou Floss. “Mas para combater o mosquito, é fundamental que o país garanta o acesso a saneamento básico, água potável, manejo de resíduos e educação”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mayara-floss/image" alt="Mayara Floss" title="Mayara Floss" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">A médica Mayara Floss</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">No recorte brasileiro, o relatório lembra que o país é o 7º maior emissor de carbono do mundo. Por isso, ações para conter a poluição atmosférica também são necessárias. As queimadas na Amazônia, que chamaram a atenção em agosto após a fumaça chegar a estados do Sudeste, são uma das principais causas da poluição do ar no Brasil. “É essencial zerar o desmatamento até 2030, e reflorestar o que já foi desmatado”, disse a pesquisadora.</p>
<p dir="ltr">Outro agravante neste sentido é a produção de energia por carvão, material altamente poluente. “Apesar de o Brasil ter ter uma matriz de energia diversificada, tem crescido a porcentagem do carvão, com a abertura de novas usinas, algo que vai contra todas as recomendações mundiais”, disse Floss. “O objetivo deve ser eliminar esse tipo de geração de energia”.</p>
<p dir="ltr">Tantas mudanças de hábitos, porém, costumam esbarrar em padrões de comportamento definidos, muitas vezes, há várias décadas. “Uma mudança cultural é muito difícil, uma vez que ela demanda uma mudança de valores”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, professor da Faculdade de Medicina, diretor do IEA e um dos coautores do relatório. “Não há como julgar quem usufrui dos benefícios da sociedade atual, porque as pessoas foram criadas para isso. Os paradigmas se quebram lentamente, nas trocas de gerações, e hoje é possível ver indícios dessa mudança: muitos jovens já preferem, por exemplo, não ter carro”.</p>
<p dir="ltr">É importante, para Saldiva, que a sua geração não passe seus “vícios” para os mais jovens. “Existe um ranço de quem achava que ia mudar o mundo e não mudou. Na visão dessas pessoas, o mundo não tem salvação. Essa desesperança não pode ser passada para os mais jovens”.</p>
<p dir="ltr">Para Floss, a discussão sobre a necessária mudança de hábitos não deve ser uma mensagem sobre um futuro limitado, e sim sobre uma janela de oportunidade. “É um trabalho em equipe, que envolve muitos profissionais, para mostrar que a humanidade funciona, sim”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-25T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/lancet-countdown-2019">
    <title>Só Temos Uma Casa: Os Impactos das Mudanças Climáticas na Saúde e no Planeta - Lançamento do Relatório Lancet Countdown 2019 - 18 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/lancet-countdown-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-18T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/beck-revisitado-12-de-novembro-de-2019">
    <title>Beck Revisitado - 12 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/beck-revisitado-12-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Modernidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-12T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-sono-controle-motor">
    <title>Workshop Sono e Controle Motor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-sono-controle-motor</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Sleep and Motor Control Workshop<br /></strong></p>
<p>O <a class="external-link" href="http://www.biomecatronica.poli.usp.br">Laboratório de Biomecatrônica</a> é um grupo de pesquisa no Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, formado por uma equipe de engenheiros, fisioterapeutas, biólogos e cientistas do movimento.</p>
<p>A partir da coleta de dados de parâmetros motores de indivíduos, foram  observados problemas no desempenho motor relacionados à rotina diária dos voluntários (estudantes em período de provas). Isso motivou a pesquisa sobre a interação de biologia do sono e controle motor.</p>
<p>Esta linha tem despertado interesse na comunidade científica e estimulado a realização do presente workshop, no qual combinaremos:</p>
<ul>
<li><strong>palestras de diferentes especialistas das áreas de controle motor e da biologia do sono;</strong></li>
<li><strong>mesa-redonda com especialistas de diferentes áreas sobre sono;</strong></li>
<li><strong>experimentos de controle motor com 5 voluntários selecionados entre as pessoas que se registrem para participar do workshop (até o dia 12/11) que portarão um actímetro</strong> <strong>durante 14 dias. </strong>Durante o workshop analisaremos os resultados da actimetria (de forma anônima) e realizaremos questionários e testes de controle motor (tarefa de <i>timing</i> coincidente). Os voluntários deverão ser adultos saudáveis, sem transtornos neurológicos ou motores.</li>
</ul>
<p>Desta forma, tendo como metas principais a interdisciplinaridade e a cooperação entre grupos de pesquisa, surge este Workshop de Sono e Controle Motor, para viabilizar uma discussão de alto nível, com pesquisadores de relevância internacional, almejando novas parcerias e cooperações mútuas entre os grupos de pesquisa.</p>
<p><strong>Coordenação</strong><span style="text-align: start; float: none; "> </span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arturo-forner-cordero" class="external-link">Arturo Forner-Cordero</a> (EP e IEA - USP)</span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-silva-umemura" class="external-link">Guilherme Umemura</a> <span style="text-align: start; float: none; ">(EP-NEC/USP)</span></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-traldi-moura" class="external-link">Rafael T. Moura</a> (EP-USP)</span></p>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-07T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-trabalho-1">
    <title>Uberização: A Era do Trabalhador Just-in-time</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-trabalho-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este é o primeiro de uma série de diálogos temáticos com a sociedade coordenado pelo pesquisador colaborador René Mendes, que desenvolve, no IEA, o projeto <strong><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/pesquisadores-colaboradores/pesquisadores-colaboradores#renemendes" class="external-link">Impactos das novas morfologias do trabalho contemporâneo sobre o  viver, o adoecer e o morrer de trabalhadores e trabalhadoras</a></strong>, cujos justificativa, objetivos, metodologia e produtos esperados serão apresentados de forma sumária na abertura do evento.</p>
<p>Como exemplo desta complexa problemática da atualidade, a pesquisadora Ludmila Costhek Abilio irá focar o tema da <strong>“Uberização: a era do trabalhador <i>just-in-time</i>”</strong>. A uberização do trabalho nomeia uma nova forma de controle, gerenciamento e organização do trabalho. Pode também ser compreendida como uma tendência global de transformação do trabalhador em um trabalhador <i>just-in-time</i>, que está desprovido de direitos e proteções sociais, que arca com riscos e custos, que não tem qualquer garantia sobre sua remuneração e está disponível ao trabalho, sendo utilizado como um fator de produção. Assim, são urgentemente necessários espaços para refletir a relação entre Estado e inovações tecnológicas e características estruturais do mercado de trabalho brasileiro que estão se generalizando com a uberização. <span> </span><span> </span></p>
<p><span> </span><span> </span></p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ludmila-abilio" class="external-link">Ludmila Abílio</a> (CESIT Unicamp)<span> </span></p>
<p><span> </span><span> </span></p>
<p><strong>Coordenação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" class="external-link">René Mendes</a> (IEA-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Colaboradores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-05T13:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2019">
    <title>Só Temos Uma Casa: Os Impactos das Mudanças Climáticas na Saúde e no Planeta -  Lançamento do Relatório Lancet Countdown 2019 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2019</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p dir="ltr">A mudança climática está minando os fundamentos da saúde, ameaçando a comida que comemos, o ar que respiramos e os serviços de saúde dos quais dependemos. No entanto, a resposta a ela pode ser a maior oportunidade de saúde global do século 21. Este ano, o envolvimento da sociedade e da ONU nas mudanças climáticas alcançou níveis sem precedentes, mas o mundo está respondendo adequadamente?</p>
<p dir="ltr"><span>O <strong>relatório Lancet Countdown 2019</strong> rastreia o perfil de saúde pela ótica das mudanças climáticas e fornece uma avaliação independente dos governos e de seus compromissos para combater e adaptar-se a elas. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Nesse encontro, serão lançadas as recomendações políticas do Lancet Countdown Brasil, que analisa dados dos impactos das mudanças climáticas na saúde dos brasileiros em quatro áreas: <span>vulnerabilidade a doenças transmitidas por mosquitos, carvão, poluição do ar e emissões dos setores da saúde</span>. Além de apresentar <span>os dados mais recentes,<span> serão discutidas </span>as  consequências de adiarmos as ações de mitigação e as vantagens de uma  resposta adequada.</span></span></p>
<p class="translation tlid-translation"><strong> </strong></p>
<p dir="ltr"><strong><span>Sobre o Lancet Countdown </span></strong></p>
<p dir="ltr"><span>O <i><a class="external-link" href="http://www.lancetcountdown.org/">Lancet Countdown: Tracking Progress on Health and Climate Change</a></i> é uma colaboração internacional de pesquisa, dedicada a acompanhar a resposta do mundo às mudanças climáticas e os benefícios para a saúde que emergem dessa transição. O Lancet Countdown reúne 35 instituições acadêmicas líderes e agências da ONU para rastrear indicadores anuais de progresso, capacitando profissionais de saúde e apoiando formuladores de políticas para acelerar as respostas as mudanças climáticas.</span></p>
<p dir="ltr"><strong><span>As recomendações políticas para o Brasil </span></strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Este ano, sob coordenação dos autores Mayara Floss e Enrique Barros, foi elaborado o <i>briefing </i>para formuladores de políticas brasileiros, analisando os dados do Lancet Countdown com o foco no Brasil. As<a href="http://www.lancetcountdown.org/media/1417/2018-lancet-countdown-policy-brief-brazil.pdf"><span> recomendações brasileiras em 2018</span></a> abordaram três temas centrais: o impacto do calor na saúde e na produtividade do trabalho; doenças infecciosas sensíveis ao clima, especificamente dengue; e o manejo do uso da terra e desmatamento.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>O documento assinado pelo Lancet Countdown também teve a co-assinatura da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) e a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). </span></p>
<p dir="ltr"><span>Os co-autores nacionais são Mathias Bressel, Sandra Hacon, Carlos Nobre, Daniel Knupp, Daniel Soranz, Paulo Saldiva, Laura dos Santos Boeira e Karina Pavão Patrício, com revisão internacional de Nick Watts, Alice McGushin e Jessica Beagley.</span></p>
<p><strong> </strong><span><span> </span></span><span class="translation tlid-translation"><strong>Para saber mais sobre os eventos Lancet Countdown mundiais acesse:</strong> </span></p>
<p><a href="https://publichealth.yale.edu/event/61465/" target="_blank" title="https://publichealth.yale.edu/event/61465/">Yale</a>, <a href="https://www.eventbrite.co.uk/e/the-lancet-countdown-on-health-and-climate-change-2019-report-launch-tickets-75885448419" target="_blank" title="https://www.eventbrite.co.uk/e/the-lancet-countdown-on-health-and-climate-change-2019-report-launch-tickets-75885448419">Londres</a>, <a href="https://globalhealthsciences.ucsf.edu/event/lancet-countdown-health-and-climate-change" target="_blank" title="https://globalhealthsciences.ucsf.edu/event/lancet-countdown-health-and-climate-change">University of California, San Francisco </a>e <a href="https://www.medecine.parisdescartes.fr/colloques/health-impacts-of-climate-change/" target="_blank" title="https://www.medecine.parisdescartes.fr/colloques/health-impacts-of-climate-change/">Paris</a></p>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-01T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/alcool-maconha-cigarros-eletronicos-jovens">
    <title>Políticas públicas atuais não inibem o consumo de álcool, maconha e cigarros eletrônicos por jovens, dizem pesquisadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/alcool-maconha-cigarros-eletronicos-jovens</link>
    <description>Encontro organizado pelo Grupo de Estudos em Saúde Masculina ocorreu no dia 4 de outubro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jorge-hallak-e-mauricio-de-souza-lima/image" alt="Jorge Hallak e Maurício de Souza Lima" title="Jorge Hallak e Maurício de Souza Lima" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Jorge Hallak e Maurício de Souza Lima durante o debate</dd>
</dl>Pesquisas sobre o consumo de álcool e maconha por adolescentes no Brasil apontam não só um crescimento do uso dessas substâncias nos últimos anos, mas também que o primeiro contato acontece cada vez mais cedo. No caso do álcool, dados da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2015, indicam que 23,8% dos alunos do 9º ano (14 a 15 anos) havia consumido álcool no mês da pesquisa (com 21,4% alegando estado de embriaguez). O mesmo levantamento mostrou que 4,1% havia fumado maconha.<br /><br /><span>Recentemente, o cigarro eletrônico também passou a chamar a atenção dos jovens e dos cientistas. Uma pesquisa da agência americana Food and Drug Administration (FDA), a National Youth Tobacco Survey, estimou que cerca de 3,6 milhões de adolescentes americanos usavam o cigarro eletrônico em 2018 — um aumento de 1,5 milhão em relação a 2017. Neste ano, a discussão sobre os efeitos do consumo na saúde ganhou força após a suspeita de que está associado a uma doença pulmonar fatal e de usuários apresentarem dificuldades para respirar, fadiga, tosse, febre alta, náusea e vômito. No Brasil, o cigarro eletrônico é proibido, mas segundo médicos e pesquisadores, também tem se popularizado entre adolescentes.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-que-os-pais-e-educadores-devem-saber-sobre-o-uso-recreacional-de-maconha-alcool-e-cigarros-eletronicos-4-de-outubro-de-2019" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/o-que-os-pais-e-educadores-devem-saber-sobre-o-uso-recreacional-de-maconha-alcool-e-cigarros-eletronicos" class="external-link">Vídeo</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O uso dessas três substâncias em uma fase de crescimento e desenvolvimento do organismo e do intelecto pode causar sérias complicações de saúde e expõe indiretamente os jovens a diversos riscos, de acordo com médicos e pesquisadores. Para falar sobre o tema, um grupo organizou o seminário <i>O que os Pais e Educadores Devem Saber sobre o Uso Recreacional de Maconha, Álcool e Cigarros Eletrônicos</i>, realizado no IEA no dia 4 de outubro. Para eles, as atuais políticas brasileiras não estão sendo suficientes para coibir esse consumo.</p>
<p dir="ltr">De acordo com a PeNSE, a idade média do primeiro episódio de consumo de álcool é de 12,5 anos. Se a lei proíbe que menores de 18 anos tomem bebidas alcoólicas, algo está muito errado, alegaram os palestrantes do evento. “Hoje, no Brasil, temos muitos pesquisadores estudando essas substâncias. Mas percebemos que só a ciência não basta”, disse o médico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-hallak" class="external-link">Jorge Hallak</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-em-saude-masculina" class="external-link">Grupo de Estudos em Saúde Masculina</a>, que organizou o seminário. “Precisamos, também, dos legisladores e da ação governamental”.</p>
<p dir="ltr">Por isso, explicou, o debate incluía uma tentativa de aproximação com o Senado Federal, representado no encontro pelo senador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucas-barreto" class="external-link">Lucas Barreto</a> (PSD-AP).</p>
<p dir="ltr"><strong>Orientação</strong></p>
<p dir="ltr">Apesar de considerarem a atuação governamental essencial, os participantes também discutiram o papel da orientação familiar e escolar no combate ao consumo dessas substâncias por jovens. “No caso do álcool, o fator parental e o exemplo visto pelos jovens são muito importantes”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-rosanna-siu" class="external-link">Erica Siu</a>, coordenadora do Centro de Informações sobre Álcool e Saúde (Cisa) e pesquisadora da Faculdade de Medicina da USP. “Muitos pais acham que é melhor apresentar a bebida ao jovem em casa, junto com eles, para ensiná-lo a beber com responsabilidade. Mas antes dos 18 anos é impensável colocar o jovem sob os efeitos causados pelo álcool”.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Políticas Públicas</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr">Por julgar essencial a atuação do Legislativo no controle do consumo de álcool, maconha e cigarros eletrônicos por adolescentes, o médico Jorge Hallak, do Grupo de Estudos em Saúde Masculina, convidou o senador Lucas Barreto (PSD-AP) para participar do debate. Ele prometeu levar as questões levantadas ao Senado Federal. “Vamos formar uma comissão para tratar desse assunto. Precisamos passar aos jovens a conscientização dos riscos causados pelo consumo dessas substâncias”.</p>
<p dir="ltr">Questionado por Zilá Sanchez da possibilidade de implementar no Brasil políticas que tiveram sucesso em outros países — como o aumento da tributação sobre bebidas alcoólicas —, Barreto ponderou que nem sempre a boa intenção da proposta vira realidade. “Já tivemos casos de estados que aumentaram o imposto sobre o álcool e o que aconteceu foi exatamente o oposto do esperado: o consumo aumentou”, disse. “Porque, na prática, houve muita sonegação de imposto e contrabando, o que diminuiu o preço dessas mercadorias”.</p>
<p dir="ltr">Barreto explicou que em Belém, no Pará, por exemplo, a arrecadação de impostos aumentou quando a taxa caiu de 25% para 7%, porque deixou de ser vantajoso praticar o contrabando de mercadorias. Por isso, reforçou, é preciso analisar muito bem as propostas, com a união de pesquisadores e legisladores.</p>
<p dir="ltr">Para Hallak, a abertura do Senado ao tema trará a oportunidade de estabelecer um núcleo de estudos com médicos e pesquisadores, a partir do IEA, para embasar as políticas públicas.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauricio-castro-de-souza-lima" class="external-link">Maurício de Souza Lima</a>, médico especialista na saúde do adolescente, contou que pais costumam perguntar o que fazer com os filhos adolescentes que querem organizar festas com bebidas alcoólicas. “Se você flexibiliza um pouco antes dos 18, na verdade já está abrindo tudo”, disse. “Já ouvi de muitos pais que eles aceitam algumas bebidas ‘porque tem pouco álcool’. Não dá. Vejo jovens de 12, 13 anos que já começaram a beber. É uma idade muito vulnerável para isso”.</p>
<p dir="ltr">Entre os vários riscos que a bebida oferece para um adolescente, Lima destacou uma que costuma perceber em muitos pacientes: a arritmia cardíaca causada pela mistura de energético (substância estimulante) com álcool (depressiva). “Pesquisas indicam que quatro latinhas de energético são suficientes para causar isso. Então, eu pergunto ao meu paciente que sei que costuma tomar quantas ele normalmente toma em uma noite na balada. Às vezes, passa de dez latinhas”.</p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/erica-siu/image" alt="Erica Siu" title="Erica Siu" height="200" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">A pesquisadora Erica Siu</dd>
</dl>Siu comparou a prática a pisar no freio e no acelerador ao mesmo tempo. “Enquanto o álcool atrapalha na percepção de julgamento — quanto já bebi? Será que devo parar? —, o energético faz o jovem ‘durar mais’ na festa, eventualmente bebendo mais e aumentando a exposição aos riscos”.</p>
<p dir="ltr">Em um contexto tão delicado e de experimentação cada vez mais cedo, muitos pais ficam na dúvida em como orientar seus filhos, ou mesmo quando devem começar a tratar desse assunto em casa. “Em relação a quando começar, sugiro que seja desde sempre: a partir do momento que o filho sai do útero”, disse Lima. “Esse assunto deve fazer parte do dia a dia das famílias. O que vai depender da faixa etária é o tom e maneira de se falar”.</p>
<p dir="ltr">Segundo ele, não é preciso apresentar uma aula com detalhes técnicos às crianças, e sim aproveitar situações do cotidiano — um comentário ou uma opinião após ver uma propaganda de cerveja na televisão, por exemplo. “O tema tem que ser tratado naturalmente, quando o assunto surgir, para que os filhos saibam o que os pais pensam sobre a questão. Isso não vai necessariamente impedir que eles experimentem bebidas alcoólicas antes dos 18 anos, mas eles vão passar a pensar sobre isso. Não vão agir por impulso. E pensar antes de consumir faz toda a diferença. As informações de qualidade sobre este tema precisam fazer parte do ar que respiramos”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Álcool</strong></p>
<p dir="ltr">Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa morre a cada 10 segundos no mundo por causa de complicações decorrentes do consumo excessivo de álcool — por ano, são 3 milhões. Evitar que os jovens tenham sua primeira experiência com bebidas alcóolicas é crucial não só para evitar os efeitos imediatos, mas também para evitar que no futuro se tornem dependentes da substância.</p>
<p dir="ltr">O Brasil, porém, ainda engatinha nesse sentido. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaz/zila-sanchez" class="external-link">Zilá Sanchez</a>, pesquisadora da Unifesp, explicou que 30% dos jovens brasileiros que estão no ensino médio (entre 15 e 18 anos) costumam fazer o que é chamado “uso pesado episódico” de álcool — em inglês, “binge drinking”. É o consumo rápido de grandes quantidades de álcool, como quatro ou cinco latas de cerveja, ou dois copos de vinho, em menos de duas horas.</p>
<p dir="ltr">“Geralmente, essa prática nesta faixa etária ocorre aos finais de semana, em bares e baladas, ou mesmo nos ‘esquentas’ antes destes eventos”, explicou Sanchez. “As pesquisas indicam que quem faz o uso pesado episódico de álcool está mais vulnerável a acidentes, transgressões da lei, abuso sexual e intoxicação”.</p>
<p dir="ltr">Sanchez criticou o que vê como uma cultura de incentivo ao consumo de álcool, que chega aos menores de 18 anos muitas vezes com certo consentimento da sociedade. Um exemplo são os produtos “com cara de adolescência” — bebidas coloridas, com sabores de frutas, com o intuito de ganhar o apetite dos adolescentes, mas que contêm altas concentrações alcoólicas.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lucas-barreto-perfil-1/image" alt="Lucas Barreto - Perfil" title="Lucas Barreto - Perfil" height="200" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">O senador Lucas Barreto durante o seminário</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Outro problema nesse sentido é o preço das bebidas: o popular Corote, coquetel à base de vodka, é uma das marcas que tem uma linha com sabores de frutas e pode ser encontrado por 1 ou 2 reais em todo o país.</p>
<p dir="ltr">Há, ainda, a cultura de incentivo por trás da propaganda e venda de festas onde há abuso de álcool. Sanchez explica que elas seguem um padrão muito claro: o mote é o “beba até cair”, com open bar a noite inteira; o nome dos eventos fazem alusão ao consumo excessivo ou os efeitos dele, como “Amnésia” ou “Apagão”; e muitas vezes a água não faz parte desse open bar e raramente há alimentos no local.</p>
<p dir="ltr">“Em um contexto como esse, é possível prevenir o consumo de álcool por jovens? Eu acredito que sim, mas a melhor prevenção não é a familiar ou a escolar”, disse Sanchez. “É a que vem do Legislativo. As ações governamentais são as que têm mais efeito. Não estou estou desprezando os programas de prevenção em escolas ou o papel da família. Eles funcionam, mas não são suficientes neste caso. A mudança precisa vir de cima”.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/zila-sanchez/image" alt="Zilá Sanchez" title="Zilá Sanchez" height="200" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">A pesquisadora Zilá Sanchez</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Para Hallak, é papel da ciência, a partir de seus pesquisadores, colocar limites na atuação da indústria do álcool. “São anseios naturais, uma vez que ela precisa ganhar dinheiro, oferecer empregos e pagar impostos. Mas é necessário orientar e trabalhar com os legisladores neste sentido”.</p>
<p dir="ltr">Entre as alternativas apresentadas por Sanchez, há as que a Organização das Nações Unidas (ONU) sugere como ações governamentais. “São cinco pontos principais: reduzir a disponibilidade de álcool; ampliar restrições em relação ao beber e dirigir; restringir a publicidade, o patrocínio e a promoção de bebidas alcoólicas; aumentar os preços; e facilitar o acesso de diagnóstico, intervenções breves e tratamento”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Maconha</strong></p>
<p dir="ltr">Os efeitos negativos da maconha na saúde do jovem e o risco de posterior dependência também foram discutidos durante o evento. “Há uma frase de Hipócrates que diz: ‘antes de curar alguém, pergunta-lhe se está disposto a desistir das coisas que o fizeram adoecer’”, disse Jorge Hallak, ao comentar que a maconha tem uma peculiaridade em relação a outras drogas, consideradas mais danosas: o usuário acha que a erva não faz mal e, por isso, muitas vezes não pensa em cortar ou mesmo diminuir seu consumo.</p>
<p dir="ltr">Hallak discorda da ideia de que a maconha não causa dependência. “O usuário reage muito mal quando é orientado a parar de fumar. Praticamente entra em pânico”, disse. “E ele só pedirá ajuda quando começar a ver os problemas que o consumo causa em sua vida”.</p>
<p dir="ltr">Um desses problemas, explica, é em relação a fertilidade. O sistema reprodutivo é o segundo mais afetado pela droga depois do sistema nervoso central, e ela é mais maléfica que o tabaco ao causar disfunções espermáticas e testiculares.</p>
<p dir="ltr"><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/elaine-frade-costa-1/image" alt="Elaine Frade Costa" title="Elaine Frade Costa" height="200" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">Elaine Maria Frade Costa, professora da Faculdade de Medicina da USP</dd>
</dl>No caso da mulher, os efeitos são similares. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elaine-frade-costa" class="external-link">Elaine Maria Frade Costa</a>, professora da Faculdade de Medicina da USP, explicou que a maconha é uma droga desreguladora endócrina, ou seja, pode inibir a produção de hormônios, como o estrógeno. “Isso afeta a fertilidade. Se a mulher fuma, pode ser mais difícil engravidar”, disse. “E se ela fumar durante a gravidez, há mais chance de ocorrer um aborto”.</p>
<p dir="ltr">Para o jovem, os efeitos podem ser ainda mais danosos. “A adolescência é uma janela de suscetibilidade e uma época de maturação psicológica, quando o indivíduo tem mais vulnerabilidade e está mais expostos a riscos”, disse Costa. “E o uso de drogas potencializa características próprias dessa fase, como o sentimento de contestação, impetuosidade, idealismo e onipotência”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Cigarros eletrônicos</strong></p>
<p dir="ltr">Embora se possa achar que o cigarro eletrônico é menos prejudicial que o cigarro comum, eles também são tóxicos e podem conter nicotina, lembrou a professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sandra-helena-poliselli-farsky" class="external-link">Sandra Farsky</a>. Ela também reforçou que hoje, no Brasil, seu uso é proibido.</p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sandra-farsky/image" alt="Sandra Farsky" title="Sandra Farsky" height="200" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">Sandra Farsky, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP</dd>
</dl>Só isso já justificaria, diz ela, a razão dos adolescentes não poderem usar. Mas, além disso, há diversos efeitos adversos à saúde relacionados ao cigarro eletrônico. “Como o usuário pode manusear e colocar a quantidade de nicotina que desejar, pode haver uma exposição maior, o que leva à dependência e riscos à saúde”, disse. “Há, também, produtos na composição que liberam toxinas quando aquecidos, como a glicerina e o propilenoglicol. Presentes na alimentação e nos cosméticos de maneira segura, essas substâncias se tornam perigosas se aquecidas”.</p>
<p dir="ltr">Nos Estados Unidos, esses dispositivos estão na mira dos órgãos de controle após seis usuários morrerem por causa de uma misteriosa doença pulmonar. Acredita-se que o uso do cigarro eletrônico tenha causado o problema, e foram registrados cerca de 450 casos de pessoas com dificuldades para respirar, fadiga, tosse, febre alta, náusea e vômito.</p>
<p dir="ltr">No Brasil, outro risco está relacionado aos equipamentos e baterias usados. Como são adquiridos de forma ilegal, nem sempre sua qualidade é assegurada. Farsky explicou que já foram relatados casos em que a bateria explodiu, ferindo a boca e o rosto do usuário.</p>
<p dir="ltr">“Embora inicialmente o cigarro eletrônico tenha sido usado como alternativa para quem desejava parar de fumar, hoje os adolescentes experimentam sem nunca ter fumado o cigarro comum”, completou Farsky.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor de Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos em Saúde Masculina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-16T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/riscos-saude-publica-15-de-outubro-de-2019">
    <title>Riscos &amp; Saúde Pública - 15 de outubro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/riscos-saude-publica-15-de-outubro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Modernidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-do-ctc-usp-aborda-a-participacao-brasileira-na-global-alliance-for-ipsc-therapies">
    <title>Seminário do CTC-USP aborda a participação brasileira na Global Alliance for iPSC Therapies</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-do-ctc-usp-aborda-a-participacao-brasileira-na-global-alliance-for-ipsc-therapies</link>
    <description>Evento terá a presença da professora Lygia da Veiga Pereira</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ctc1.png/@@images/5d90da83-c58b-46b7-b4ed-89a65e8ee941.png" alt="" class="image-left" title="" />O Centro de Terapia Celular (CTC) da USP promove no dia 25 de outubro, a partir das 9h, no Anfiteatro Vermelho do Hemocentro de Ribeirão Preto, mais uma edição de seu Seminário, desta vez com a presença da chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da USP, professora Lygia da Veiga Pereira.</p>
<p>No evento, a docente ministra a palestra <em>A participação brasileira na Global Alliance for iPSC Therapies (GAiT)</em>. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas <a href="https://forms.gle/9FJc8n9oBrdLuEQh9">neste formulário</a>.</p>
<p>A palestra vai apresentar a contribuição e os avanços científicos conquistados em parceria com o projeto internacional. Entre eles, estão a proposta da criação de um Haplobank, um banco hiPSC a partir de indivíduos homozigotos para haplótipos HLA comuns que cobririam uma grande proporção da população.</p>
<p>A <a href="http://www.gait.global/">GAiT</a>, em português “Aliança Global para Terapias com Células-Tronco Pluripotente Induzidas”, é uma iniciativa criada para apoiar a implementação e aplicação clínica de terapias em benefício de pacientes em todo o mundo.</p>
<p>O consórcio global é formado pelas seguintes organizações: a <em>Cell and Gene Therapy Catapult</em> (Inglaterra), o <em>Center for Commercialization of Regenerative Medicine</em> (Canadá), a <em>Korean HLA-Typed iPSC Banking Initiative</em> (Coréia do Sul) e a <em>New York Stem Cell Foundation</em> (EUA).</p>
<p>O seminário tem o apoio do <a href="https://sites.usp.br/iearp/">Instituto de Estudos Avançados da USP, Polo Ribeirão Preto</a>.</p>
<p>Mais informações: <a>ctcusp@gmail.com</a> ou (16) 2101 9350.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><strong>A participação brasileira na Global Alliance for iPSC Therapies (GAiT)</strong><br /><i>25 de outubro, 9h<br />Anfiteatro Vermelho do Hemocentro-RP<br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/9FJc8n9oBrdLuEQh9">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-participacao-brasileira-na-global-alliance-for-ipsc-therapies-gait" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-04T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-reflexos-da-vida-urbana-na-saude">
    <title> Conferência discute reflexos da vida urbana na saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-reflexos-da-vida-urbana-na-saude</link>
    <description>Nono evento do Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil terá a presença do diretor do IEA-USP Paulo Saldiva</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cartazsaldiva.jpg/@@images/83496c1a-bbc7-49ad-9bb1-be3f8abef5d2.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Viver em cidades, principalmente as de médio e grande porte, pode interferir mais na saúde do que se imagina. Para discutir esse tema, a Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) trazem para o Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil o patologista e diretor do IEA Paulo Saldiva.</p>
<p dir="ltr">O evento será realizado no dia <span>10 de outubro, a partir das 19h</span>, no <span>Auditório da FDRP</span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfe-w0bSlb_zVg0CwYtH2a7NWfmXnHEwBD1U1yLqJA751iPGg/viewform" rel="noopener noreferrer" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p dir="ltr">Autor do livro Vida urbana e saúde e de várias pesquisas nessa temática, o docente vai discutir questões ligadas ao cotidiano urbano, como poluição, sedentarismo, estresse e obesidade. Problemas de saúde relacionados a esses temas podem atingir pelo menos 84% dos brasileiros, já que, segundo o IBGE, essa é a porcentagem da população que vive atualmente em cidades.</p>
<p dir="ltr">Saldiva é formado pela Faculdade de Medicina da USP e tem doutorado, pós-doutorado e livre docência pela mesma instituição. Concentra atividades de pesquisa nas áreas de anatomia patológica, fisiopatologia pulmonar, doenças respiratórias e saúde ambiental, ecologia aplicada, cidades e saúde humana, humanidades e antropologia médica. Atualmente, é professor titular do Departamento de Patologia da FMUSP e diretor do IEA-USP.</p>
<p dir="ltr"><span><i>Sobre o Ciclo de Conferências</i></span></p>
<p dir="ltr">Pensar o futuro do Brasil e do mundo mostra-se mais urgente do que nunca. Os desafios são inúmeros e estão ligados a diversas temáticas: energia, cidade, direitos humanos, democracia, imprensa, ideologia e pluralismo, globalização, concentração da riqueza, meio ambiente, entre outros.</p>
<p dir="ltr">Para propor essa discussão, o <span>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil </span>tem trazido, em 2019, especialistas da USP e de outras universidades em palestras abertas ao público, sempre realizadas às 19h no auditório da FDRP-USP.</p>
<p dir="ltr">O evento é promovido pela FDRP-USP em parceria com o IEA-RP e com apoio da Rádio USP, Jornal da USP e as Comissões de Graduação da FDRP, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a rel="noopener noreferrer" target="_blank">iearp@usp.br</a> ou (16) 3315-0368.</p>
<p dir="ltr"> </p>
<hr />
<p><span><b>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil</b><br /><i>10 de outubro, 19h<br />Auditório da FDRP-USP<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfe-w0bSlb_zVg0CwYtH2a7NWfmXnHEwBD1U1yLqJA751iPGg/viewform">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-9o-evento" class="external-link">Página do evento</a></i></span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-04T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-9o-evento">
    <title>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil (9º evento)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-9o-evento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Viver em cidades, principalmente as de médio e grande porte, pode interferir mais na saúde do que se imagina. Para discutir esse tema, a Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) trazem para o Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil o patologista e diretor do IEA Paulo Saldiva. <br /><span>O evento integra o </span><span>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil, uma iniciativa da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP p</span><span>ara refletir sobre desafios que impactam os rumos econômicos, políticos e sociais do País.</span></span></p>
<p><span><span><b>Debatedor</b></span></span></p>
<p><span><span><b>Paulo Saldiva (FMUSP/IEA-USP)</b></span></span></p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-04T15:42:22Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-que-os-pais-e-educadores-devem-saber-sobre-o-uso-recreacional-de-maconha-alcool-e-cigarros-eletronicos-4-de-outubro-de-2019">
    <title>O que os Pais e Educadores Devem Saber sobre o Uso Recreacional de Maconha, Álcool e Cigarros Eletrônicos - 4 de outubro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-que-os-pais-e-educadores-devem-saber-sobre-o-uso-recreacional-de-maconha-alcool-e-cigarros-eletronicos-4-de-outubro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos em Saúde Masculina</dc:subject>
    
    
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