<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-pandemia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/valores-e-imaginarios-ia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ciclo-etica-e-universidade-mesa-redonda-sociabilidade-e-etica-na-universidade" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/seguranca-e-privacidade-sao-temas-de-mesa-redonda-sobre-etica-na-universidade" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/religioes-antropoceno-o-caso-do-catolicismo-21-de-novembro-de-2018" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/as-religioes-e-antropoceno" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/reassessing-the-labour-theory-of-value-22-de-maio-de-2019" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/labour-theory-value" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/70-anos-da-declaracao-de-direitos-humanos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-eticos-na-universidade" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/o-tempo-e-a-avaliacao-do-valor-da-vida" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/42-dias-de-devastacao" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/o-interesse-privado-na-comunicacao-publica" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-pandemia">
    <title>Webinar analisa as questões éticas decorrentes da pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-pandemia</link>
    <description>O webinar "A Pandemia e a Ética" será realizado no dia 29 de julho às 14h, com transmissão ao vivo no site do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/transporte-publico-na-pandemia" alt="Transporte público na pandemia" class="image-right" title="Transporte público na pandemia" />As questões éticas suscitadas pela pandemia de Covid-19 nos planos governamental, social, individual e da pesquisa médica serão analisadas no webinar <i>A Pandemia e a Ética</i>, no <strong>dia 29 de julho às 14h</strong>, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> no site do IEA.</p>
<p>Os expositores serão a especialista em doenças respiratórias <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/margareth-dalcomo">Margareth Dalcolmo</a>, da Fiocruz, o patologista e professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, do IEA e da Faculdade de Medicina da USP, e o professor de ética e filosofia política <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro">Renato Janine Ribeiro</a>, do IEA e da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Janine também coordenará o evento.</p>
<p>Entre as questões a serem abordadas estão:</p>
<ul>
<li>teria sido possível prever a ocorrência de uma pandemia?</li>
<li>que medidas prévias poderiam ter sido tomadas?</li>
<li>houve demora e/ou inépcia por parte dos governos?</li>
<li>qual a responsabilidade dos indivíduos, que muitas vezes desrespeitaram as medidas elementares de prevenção?</li>
<li>são os mais pobres as principais vítimas da pandemia?</li>
<li>que medidas sociais deveriam ser tomadas para protegê-los e quem as custearia?</li>
</ul>
<p><strong><br />Pesquisa com seres humanos</strong></p>
<p>Um tema específico a ser discutido pelos expositores é o <a class="external-link" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2125189">Projeto de Lei 7.082/2017</a>, em tramitação na Câmara dos Deputados, o qual trata de princípios, diretrizes e regras básicas para a realização de pesquisas clínicas com seres humanos. De acordo com Margareth Dalcolmo, "se convertida em lei, a proposta imporá um recuo às conquistas éticas conseguidas na área médica".</p>
<p>Para ela, há quatro pontos no projeto que levariam a retrocesso:</p>
<ul>
<li>fragilização do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), desvinculando-o do Conselho Nacional de Saúde;</li>
<li>alteração da composição da Conep, com a redução de número de pesquisadores indicados pelos comitês de ética em pesquisa de 22 para 10;</li>
<li>instituição do Sistema Nacional de Ética em Pesquisa Clínica com Seres Humanos, que ficaria, segundo a pesquisadora, atrelado ao governo e sem autonomia, com risco de afrouxamento de regras éticas para laboratórios e patrocinadores de medicamentos;</li>
<li>não garantia de acesso ao medicamento no pós-estudo aos participantes de pesquisa clínica.</li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong><strong>A Pandemia e a Ética</strong></strong><br /></i><i>29 de julho, 14h<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">Transmissão ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini, <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-e-a-etica" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-07-24T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/valores-e-imaginarios-ia">
    <title>Valores e Imaginários Sociotécnicos no Contexto do Desenvolvimento da IA no Brasil </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/valores-e-imaginarios-ia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O seminário visa debater os elementos sociais - práticas, identidades, discursos, crenças e representações - que estruturam a produção de conhecimento em Inteligência Artificial. Os valores e imaginários coletivos formadores da mentalidade dos especialistas influenciam as atividades e as agendas de pesquisa. Os caminhos para descobertas e avanços na área não são independentes da cultura, mas sim co-produzidos com ela: há uma relação de interdependência entre a manifestação material da tecnologia e a interpretação que os agentes fazem das formas de vida social. Nesse sentido, o seminário propõe discutir a construção dos entendimentos compartilhados (pela via do exercício do poder, da formação de coalizões, entre outros processos) enquanto um elemento chave para a compreensão dos futuros possíveis da IA, trazendo para o debate pesquisadores que têm contribuído com o tema por meio da análise de epistemologias e da interlocução com os desenvolvedores de IA no contexto brasileiro.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-09T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ciclo-etica-e-universidade-mesa-redonda-sociabilidade-e-etica-na-universidade">
    <title>Sociabilidade e Ética na Universidade (Mesa-Redonda)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ciclo-etica-e-universidade-mesa-redonda-sociabilidade-e-etica-na-universidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ciclo de mesas-redondas discute temas relevantes sobre o comportamento ético com o intuito de contribuir na defi nição da conduta ética na USP.</p>
<p>Coordenação: Renato de Figueiredo Jardim (IF)</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/atividades-da-diretoria/2013/mesa-redonda-etica-e-universidade" class="external-link">Mesa Redonda Ética e Universidade</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/noticias/mesa-redonda-debate-sociabilidade-e-etica-no-ambiente-universitario" class="external-link">Mesa-redonda debate sociabilidade e ética no ambiente universitário </a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-03-25T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seguranca-e-privacidade-sao-temas-de-mesa-redonda-sobre-etica-na-universidade">
    <title>Segurança e privacidade são temas de mesa-redonda sobre ética na universidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seguranca-e-privacidade-sao-temas-de-mesa-redonda-sobre-etica-na-universidade</link>
    <description>O objetivo do encontro é discutir os dilemas éticos que surgem das tensões entre garantia da segurança e respeito à privacidade dos frequentadores do campus da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A Comissão de Ética da USP e o IEA realizam no dia 8 de novembro, às 15 horas, na Sala de Eventos do IEA, a primeira mesa-redonda do ciclo Ética e Universidade. A iniciativa é fruto de constatação da necessidade de discussão de temas relevantes sobre o comportamento ético, para que as conclusões possam contribuir para a definição de conceitos de conduta ética no âmbito da USP.</p>
<p style="text-align: justify; ">O tema da primeira mesa-redonda será Segurança e Privacidade. Os debatedores serão o professor Sérgio Adorno, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Leandro Pique Carneiro, do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, e o coronel Glauco Carvalho, da Polícia Militar do Estado de São Paulo. A moderação estará a cargo da professora Maria Hermínia Tavares de Almeida, diretora do IRI.</p>
<p style="text-align: justify; ">O objetivo do encontro é discutir as tensões entre medidas tomadas para prover segurança aos membros da comunidade USP e ao patrimônio público e o respeito à privacidade dos frequentadores da Cidade Universitária (alunos, funcionários, professores, fornecedores e visitantes).</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo a comissão, as ameaças à segurança das pessoas e do patrimônio da USP são reais e precisam ser enfrentadas com os instrumentos e recursos de garantia da ordem constitucionalmente estabelecidos, o que, em algumas circunstâncias, pode conflitar com o  também legítimo e constitucionalmente assegurado  direito à privacidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">A mesa-redonda discutirá os limites aceitáveis de convivência entre os dois direitos. Os participantes tratarão não tanto dos fundamentos últimos dos direitos à segurança e à privacidade, mas sobretudo dos dilemas concretos postos a comunidade da USP e, em especial, aos seus dirigentes, quando  da prática cotidiana de garantir os dois.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO </a></th>
</tr>
<tr>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade-08-de-novembro-de-2012" class="external-link"><strong>VEJA AS FOTOS</strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br class="_mce_marker" /><br class="_mce_marker" /><br class="_mce_marker" /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-10-29T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/religioes-antropoceno-o-caso-do-catolicismo-21-de-novembro-de-2018">
    <title>Religiões &amp; Antropoceno: O Caso do Catolicismo - 21 de novembro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/religioes-antropoceno-o-caso-do-catolicismo-21-de-novembro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Victor Matioli/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-27T16:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/as-religioes-e-antropoceno">
    <title>Religiões &amp; Antropoceno: O Caso do Catolicismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/as-religioes-e-antropoceno</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Como as religiões têm reagido diante da escalada dos impactos ambientais negativos do processo civilizador? Ou melhor: como têm adaptado suas doutrinas ao que os historiadores ambientais denominam “A Grande Aceleração”, desencadeada em meados do século passado, justamente o que tende a definir - sob o prisma científico - o Antropoceno?</p>
<p>Um claro posicionamento surgiu com a Encíclica <i><a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Laudato_si%27">Laudato Sí</a></i>, que estará no centro da apresentação do sociólogo Ricardo Abramovay, professor sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (<i>Procam/IEE/USP</i>). Para ele, a principal virtude dessa Encíclica reside no esforço de colocar em questão os modelos de produção e consumo em torno dos quais a vida econômica contemporânea está organizada. Ela não aponta o dedo apenas contra os gigantes fósseis. É uma peça de acusação contra o poder das corporações globais, seus objetivos e os meios que usam para atingi-los. Também contribui muito para o diálogo entre ciência e religião ao postular que mudanças da magnitude necessária deverão se apoiar em redefinição dos próprios objetivos da oferta de bens e serviços, sob o ângulo da ética e da espiritualidade.</p>
<p><span>Para comentar e debater tais proposições a conversa contará com a especialista Paula </span><span>Montero, professora titular do departamento de antropologia da FFCLH/USP, pesquisadora </span><span>do Cebrap e coordenadora adjunta da Fapesp.</span></p>
<p><strong>Exposição:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay" class="external-link">Ricardo Abramovay</a> (Procam IEE USP)</p>
<p><span><strong>Comentários:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paola-montero" class="external-link">Paola Montero</a> (FFLCH USP, Cebrap e FAPESP)</p>
<p><span><strong>Moderação:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Procam IEE USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-21T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/reassessing-the-labour-theory-of-value-22-de-maio-de-2019">
    <title>Reassessing the Labour Theory of Value - 22 de maio de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/reassessing-the-labour-theory-of-value-22-de-maio-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/labour-theory-value">
    <title>Reassessing the Labour Theory of Value </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/labour-theory-value</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Dando continuidade aos seminários do Grupo Marx, Ciência e Tecnologia, os professores Paul Cockshott (Universidade de Glasgow) e Marcos Barbosa de Oliveira (FFLCH e IEA-USP) irão discutir e reavaliar a pertinência da Teoria Econômica do Valor Trabalho. Eles mobilizaram uma série de referências importantes para a discussão, desde aqueles que defenderam em menor ou maior medida a teoria, como Smith, Ricardo e Marx, até seus críticos mais enfáticos, como Friedrich A. von Hayek, Von mises e Eugen Böhm Ritter von Bawerk.</p>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><strong></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paul-cockshott" class="external-link">Paul Cockshott</a><span> (University of Glasgow)</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-barbosa-de-oliveira" class="external-link">Marcos Barbosa de Oliveira</a><span> (FFLCH e IEA - USP)</span></p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-lima-pimentel" class="external-link">Orlando Lima Pimentel</a><span> (FFLCH-USP)</span></p>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-14T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/70-anos-da-declaracao-de-direitos-humanos">
    <title>Políticas de Direitos Humanos no Brasil: Trajetórias e Perspectivas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/70-anos-da-declaracao-de-direitos-humanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No próximo dia 10 de dezembro, comemora-se o <strong>70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos</strong>.</p>
<p>Parece não haver dúvidas sobre a urgência de se criar espaços para debates qualificados e críticos sobre o passado, presente e futuro das políticas de Direitos Humanos. Visando contribuir com esta tarefa, o Grupo de Pesquisa “Direitos Humanos, Democracia e Memória”, do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, propõe uma mesa-redonda com o objetivo de estabelecer um balanço sobre as conquistas e desafios da institucionalização das políticas de direitos humanos no Brasil desde a transição democrática até a atualidade.</p>
<p><strong>Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP e IEA USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a><span> (FE e IEA USP) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho" class="external-link">José Sérgio Fonseca de Carvalho</a><span> (FE e IEA USP).</span></p>
<p><strong>Organização:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/janaina-de-almeida-teles" class="external-link">Janaina de Almeida Teles</a> (IEA USP e IEVE) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-castro-fernandes" class="external-link">Fernanda Fernandes</a> (FAFE USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP e IEA USP).</span></p>
<p><strong>Exposição:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cleber-santos-vieira" class="external-link">Cléber dos Santos Vieira</a><span> (<span>Associação Nacional de Pesquisadores Negros e </span>UNIFESP)</span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eleonora-menicucci" class="external-link">Eleonora Menicucci</a><span> (EPM UNIFESP)</span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP e IEA USP)</span><span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raiane-assumpcao" class="external-link">Raiane Assumpção</a> (UNIFESP)</p>
<p><span><strong>Moderação:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/janaina-de-almeida-teles" class="external-link">Janaina de Almeida Teles</a> (IEA USP)<span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ONU</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-04T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica">
    <title>Pesquisadores discutem desvios éticos na comunidade científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica</link>
    <description>Os casos de denúncias de má conduta científica foram debatidos na mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades, realizado no dia 28 de novembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-da-mesa-redonda-fabricacao-falsificacao-e-plagio-nas-ciencias-e-humanidades" alt="Participantes da mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades" class="image-right" title="Participantes da mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades" />A multiplicação das denúncias de má conduta científica talvez seja a maior sombra que paira sobre a comunidade acadêmica. Os casos vão desde práticas como fracionamento da produção, requentamento de artigos e falsas coautorias até desvios de extrema gravidade, como manipulação de resultados, alteração de dados e cópia de ideias, textos ou imagens sem a devida atribuição de autoria.</p>
<p style="text-align: justify; ">Com o objetivo de enfrentar essa questão, a Comissão de Ética da USP e o IEA organizaram a mesa-redonda <i>Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades</i>, realizado no dia 28 de novembro. O debate teve a participação dos professores Edson Watanabe (UFRJ), Sonia Maria Vasconcelos (UFRJ) e Marisa Russo Lecointre (Unifesp), com moderação do professor Luiz Henrique Lopes dos Santos, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>RETRATAÇÕES</strong><br />Sonia Maria tratou de um dos maiores tabus entre os pesquisadores: as retratações em revistas científicas, que se referem a artigos retirados da literatura científica devido a erros ou desvios éticos na condução ou no relato da pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify; ">Baseada em estudo liderado por Arturo Casadevall, da Yeshiva University, dos EUA (<i>leia ao lado</i>), ela afirmou que o número de retratações vem crescendo desde a década de 1970, sendo a maior parte vinculada a fraudes, publicações em duplicidade e plágio. Disse, ainda, que as estatísticas podem não refletir a gravidade da situação, uma vez que apenas uma pequena fração dos artigos com problemas éticos são retratados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ainda em referência ao estudo, a pesquisadora destacou que as notas de retratação publicadas nas revistas são "nebulosas", pois não explicitam de forma clara e objetiva as razões que levaram ao cancelamento dos artigos. Segundo a professora, as informações apresentadas são demasiadamente subjetivas e muitas vezes recorrem à ideia de um erro legítimo para disfarçar uma má conduta.</p>
<p style="text-align: justify; ">Diante desse quadro, ela levantou duas questões principais. A primeira é se a retratação invalida completamente o artigo e se este deve, a partir de então, ser eliminado da literatura científica. A segunda refere-se ao fato de muitos artigos continuarem a ser citados mesmo após serem retratados: "Os pesquisadores utilizam o artigo porque não sabem da retratação ou porque simplesmente ignoraram o fato?".</p>
<p style="text-align: justify; ">Essas questões revelam, de acordo com ela, a complexidade do problema da retratação e demonstram a necessidade de um olhar menos simplista para o assunto: "Para que os erros não sejam incorporados de forma acrítica à literatura científica, os mecanismos e atitudes em relação às correções e retratações precisam ser repensados".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PUBLICAR OU PERECER</strong><br /> Marisa Russo tocou em outro ponto caro à comunidade acadêmica: a pressão pelo aumento da produtividade científica. Para ela, quando a política do <i>publish or perish</i> (publicar ou perecer) passou a nortear a oferta de financiamentos e a determinar o status dos pesquisadores, sobretudo a partir da década de 80, teve início o desastre das pesquisas, com o acirramento da corrida para elevar a quantidade de publicações.</p>
<p style="text-align: justify; ">A professora afirmou que existe uma política de tolerância às fraudes nas universidades, visto que muitos fecham os olhos para o problema com o objetivo de proteger pesquisadores poderosos e evitar escândalos. "A fraude só existe porque existe um meio que lhe é favorável", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com ela, isso não só cria um ambiente propício a desvios de conduta ética, como leva a distorções, como a ideia de que a solução é vigiar, punir e prevenir, e não transformar o sistema. Como exemplo, citou o caso dos seguros antifraude nos EUA: ao receber um financiamento, o pesquisador precisa assinar um termo se comprometendo a não cometer fraudes sob pena de multa. E, para garantir o pagamento da multa se houver fraude, é obrigado a fazer um seguro.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para ela, a solução para o problema da má conduta científica não está no direito civil ou penal, mas numa valorização do cientista que não seja baseada na quantidade de papers, bem como na inclusão da responsabilidade coletiva entre os valores da ciência, de modo que "o valor epistêmico não se sobreponha a outros valores". <br /> <br /> <strong>CULTURA DA COLA</strong><br /> A exposição de Watanabe concentrou-se no que ele considera ser a principal causa dos desvios éticos na ciência, sobretudo do plágio: a cultura da cola, que, de acordo com ele, começa nos colégios e se consolida nas universidades. "Quando a gente conversa com o plagiador, vemos que muitas vezes ele não sabe que está fazendo algo errado, pois o plágio faz parte da cultura do ensino", disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo o professor, o problema é agravado por confusões em torno do que é direito autoral e copyright, do que pode ser considerado cópia, entre outros. Alguns exemplos apontados por ele são a ideia de que tudo na internet pode ser usado ou é de domínio público; indefinições sobre se o chefe é autor do trabalho ou sobre como proceder em estudos que envolvem grandes equipes de pesquisadores; e a cessão dos direitos de artigos ou imagens para revistas científicas quando da publicação.</p>
<p style="text-align: justify; ">Watanabe afirmou que a melhor forma de coibir a má conduta científica é acabar com a cultura do "copiar e colar" e conscientizar os alunos de que a violação acadêmica é também uma prática ilegal: "Muitos plagiam porque acham que é um crime menor. Precisamos começar nos colégios, para que as pessoas cometam o erro sabendo que estão fazendo uma coisa errada".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ÉTICA CIENTÍFICA</strong><br /> Ao fazer um balanço do debate, Santos, moderador da mesa, disse que a responsabilidade do cientista é produzir conhecimento de boa fé, dentro dos métodos e condutas da ciência. Para ele, a ética profissional do cientista diz respeito a fazer o conhecimento avançar respeitando as normas da comunidade científica.</p>
<p style="text-align: justify; ">"É preciso distinguir a questão da integridade ética da ciência, relativa à verdade dos resultados, da questão da adequação do comportamento do cientista a valores éticos gerais. Muitos conhecimentos relevantes foram considerados eticamente questionáveis quando surgiram, como o darwinismo e o heliocentrismo. A verdade nunca é prejudicial. Sou iluminista nesse sentido", concluiu.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>CICLO</strong><br /> Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades foi a segunda mesa-redonda do Ciclo Ética e Universidade, organizado pela Comissão de Ética da USP e o IEA. O primeiro debate, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp" class="external-link">Segurança e Privacidade</a> (assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link" target="_blank">vídeo</a>), aconteceu no início de novembro e o terceiro, ainda sem data marcada, será realizado em 2013.</p>
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: justify; "><strong>EPIDEMIA DE RETRATAÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Recente <a href="http://www.pnas.org/content/early/2012/09/27/1212247109.full.pdf+html" target="_blank">estudo</a> publicado na revista científica "PNAS", editada pela National Academy of Sciences dos EUA, analisou 2.047 artigos da área de ciências biomédicas e da vida indexados pelo PubMed em 3 de março como trabalhos que sofreram retratação. Os resultados mostraram que o número de retratações aumentou dez vezes desde 1975 e que a maior parte delas (67,4%) foi atribuída a más condutas científicas, incluindo fraude (43,4%), publicação duplicada (14,2%) e plágio (9,8%).</p>
<p style="text-align: justify; "><i>Segundo os autores do artigo, notas de retratação incompletas, pouco informativas ou enganosas levaram a uma subestimação anterior do papel da fraude na epidemia de retratação em curso.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="padding-left: 420px; text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-12-13T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz">
    <title>Permeabilidade é o principal critério de uma universidade empreendedora, diz Etzkowitz</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz</link>
    <description>Especialista esteve no lançamento do índice de empreendedorismo universitário criado pela Brasil Júnior   </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um fluxo crescente de jovens empreendedores vem redesenhando o mapa do entorno de algumas universidades públicas paulistas. As chamadas <i>start ups </i>de base tecnológica são o produto mais visível dos programas de incentivo criados por universidades, governos e agências para estimular a inovação e o empreendedorismo no Brasil. Uma nova iniciativa para fomentar o ecossistema empreendedor universitário acaba de ser criada. O <a href="http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/17112016-Livro-Universidades-Empreendedoras.pdf" target="_blank">Índice de Universidades Empreendedoras, </a>elaborado por um conjunto de entidades estudantis lideradas pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (<a href="http://www.brasiljunior.org.br/" target="_blank">Brasil Júnior</a>), foi lançado em São Paulo, durante o debate <i>Universidades Empreendedoras - Quais São?,</i> realizado no IEA, no <strong>dia 21 de novembro</strong>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/univempreendedoras-3-web.jpg" alt="Universidades Empreendedoras - 2" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Manços (esq.), da CsF, e Neves, da Brasil Jr, apresentaram o ranking das universidades empreendedoras </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com o ranking da Brasil Júnior, a USP lidera o quadro geral das universidades mais empreendedoras do Brasil, seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO). O indicador mede também o grau de empreendedorismo segundo seis eixos, que são cultura empreendedora, inovação, extensão universitária, infraestrutura, internacionalização e capital financeiro.</p>
<p>O maior grau de cultura empreendedora foi encontrado na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), quesito em que a USP ficou em 11º lugar. A USP também se destaca na categoria extensão universitária, em que é seguida pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e Universidade Federal de Viçosa (UFV).</p>
<p>Segundo o ranking, a Universidade Federal do Ceará (UFC) é a mais inovadora, seguida pela USP e PUC-Rio. Esta última é líder em termos de infraestrutura, seguida pela Unicamp e Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). A Unicamp lidera o indicador no eixo internacionalização, seguida pela USP e Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). O indicador revela ainda que o capital financeiro voltado ao empreendedorismo tem maior destaque na Unicamp, que é seguida pela USP e Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).</p>
<p>“O indicador consegue retratar o real significado de uma universidade empreendedora”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/henry-etzkowitz" class="external-link">Henry Etzkowitz</a>, presidente da <a class="external-link" href="https://www.triplehelixassociation.org/">Triple Helix Association</a> e mentor da Global Entrepreneurial University Metrics (GEUM), iniciativa voltada à criação de métricas capazes de refletir a inovação e o empreendedorismo nas universidades.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Notícia</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/indice-de-universidades-empreendedoras-tera-lancamento-em-sao-paulo" class="external-link"><span>Í</span><span>ndice de universidades empreendedoras terá lançamento em São Paulo</span></a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/universidades-empreendedoras-2013-quais-sao" class="external-link">Video </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/universidades-empreendedoras-2013-quais-sao-21-de-novembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Além de Etzkowitz, o debate organizado pelo <a href="http://pgt.prp.usp.br/?page_id=286" target="_blank">Núcleo de Política e Gestão Tecnológica</a> (PGT) da USP, pelo IEA e pela Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP contou com a participação do Pró-Reitor de Pesquisa, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, e do diretor-presidente da Fapesp, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-americo-pacheco" class="external-link">Carlos Américo Pacheco</a>. O índice foi apresentado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-pimentel-neves" class="external-link">Daniel Pimentel Neves</a>, da Brasil Júnior, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-de-rosso-mancos" class="external-link">Guilherme de Rosso Manços</a>, da Rede Ciência sem Fronteira (CsF). O debate teve a coordenação do vice-diretor do IEA, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, coordenador do PGT-USP.</p>
<p>Além da Brasil Júnior, participaram da elaboração do índice a Organização Jovem de Liderança do Mundo (AISEC), a Rede de bolsistas e ex-bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras (Rede CsF), Enactus Brasil e Associação dos Estudantes Brasileiros que estão fora do Brasil (BRASA). Criado para mostrar as iniciativas de instituições de ensino superior no Brasil que mais incentivam o empreendedorismo dentro e fora da sala de aula, o indicador foi construído por meio de uma pesquisa online que contou com a participação de mais de quatro mil estudantes universitários de todo o país. Na publicação relacionada acima há mais detalhes sobre a metodologia empregada no estudo.</p>
<p> </p>
<p><strong>Tempo em atividades externas </strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidades-empreendedoras-3" alt="Universidades Empreendedoras - 3" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ambiente inovador valoriza o contato com a sociedade, diz Etzkowitz</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A permeabilidade ou a relação extramuros é o principal critério para medir quanto uma universidade é empreendedora. Pelo menos 20% de seu quadro docente deve passar uma parte significativa de tempo desempenhando outros papéis na sociedade. Veja, por exemplo, o caso da Universidade de Stanford, que criou três categorias de cargos docentes, voltadas ao ensino, à pesquisa e à consultoria. Assim, a instituição reconhece três proporções diferentes de tempo gasto pelo docente, o que confere maior mobilidade à sua atuação dentro e fora da universidade e permite que ele tenha um engajamento sério junto à sociedade”, disse Etzkowitz.</p>
<p>Segundo o consultor, que é também professor visitante na escola de negócios da Universidade de Edinburgo, Reino Unido, o reconhecimento da atividade docente fora da universidade foi a forma como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) se tornou efetivamente uma universidade empreendedora.  Ele conta que a escola de engenharia começou a contratar consultores para dar aulas, de forma que suas consultorias continuaram a ser dadas paralelamente à atividade docente.</p>
<p>Na sequência, o MIT criou a regra do “um quinto”, segundo a qual o docente deve passar um quinto de seu tempo desenvolvendo coisas da sua área para a sociedade e ajudando empresas a desenvolver tecnologias. A regra se espalhou pelo sistema universitário da instituição. “Então a universidade deve legitimar o tempo que o docente se dedica à inovação e ao empreendedorismo junto à sociedade”, disse.</p>
<p>Etzkowitz cita o caso de pessoas que chegam a grandes descobertas e sequer cogitam entrar com pedido de patente. “Isso aconteceu com um físico escocês famoso que não acreditava que poderia patentear sua ideia. Mas quando Marconi apareceu com as mesmas ideias e reclamou patente, então esse cientista teve de voltar atrás”, disse, referindo-se à primeira transmissão de telegrafia sem fio efetuada pelo italiano Guglielmo Marconi (1874-1937), em 1899. O invento que antecedeu o rádio baseou-se nas descobertas de James Clerk Maxwell (1831-1879) e também nos inventos de Nikola Tesla (1856-1943) e ambos não haviam registrado patente, até então.</p>
<p>Outro caso muito famoso envolvendo patentes foi protagonizado pelo mentor de Etzkowitz, o norte-americano Robert K. Merton, criador da multimilionária Focus Group. Merton inventou uma técnica de pesquisa de opinião que posteriormente foi usada por um grupo de estudantes para avaliar a experiência das pessoas a respeito de determinados produtos. “Anos mais tarde, Merton foi convidado para uma reunião especial na Associação Americana de Pesquisa de Opinião Pública e então explicaram a Merton o que fizeram com sua invenção. Ele ficou espantado, não imaginava que com sua técnica de pesquisa seria possível criar uma indústria. Ao final, disse que desejaria ter pedido a patente”, contou Etzkowitz.</p>
<p>“Portanto, é bom pensar na pesquisa básica, mas também nos seus efeitos práticos. Além disso, precisamos criar maneiras de analisar o impacto das pesquisas de forma que não seja apenas pela publicação de artigos”, disse. <span>Foi com esse objetivo que Etzkowitz e seu sócio na Triple Helix Association, professor Loet Leydesdorff, decidiram lançar em 2015 a </span><a href="https://www.triplehelixassociation.org/news/the-global-entrepreneurial-university-metrics-initiative" target="_blank">Global Entrepreneurial University Metrics (GEUM)</a><span>. A iniciativa visa ao desenvolvimento de novas métricas – que incluam empreendedorismo, gênero, diversidade e promoção do interesse publico – para avaliar os sistemas de classificação universitários.</span></p>
<p>“Meu sócio especializou-se na métrica de publicações científicas e começou a questionar a forma como as universidades constroem suas métricas sobre o número de <i>papers </i>publicados. Notamos que se continuarmos a dar importância só aos <i>papers</i>, as universidades empreendedoras irão desaparecer. Por isso juntamos pesquisadores de diversos países, incluindo o Brasil, para criar uma métrica capaz de avaliar o empreendedorismo nas universidades. Em breve faremos workshops em Palo Alto, Califórnia, onde os primeiros resultados serão apresentados”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Mudança na prática pedagógica</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidades-empreendedoras-4" alt="Universidades empreendedoras - 4 " class="image-inline" title="Universidades empreendedoras - 4 " /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>É preciso se reinventar como professor para que empreendedorismo não seja só uma disciplina, diz Pacheco, da Fapesp </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Américo Pacheco, revelou números que sinalizam o aumento da atividade empreendedora nas universidades. Mas pontuou que o maior desafio para impulsionar a inovação e o empreendedorismo nas instituições de ensino superior diz respeito principalmente às mudanças nas práticas pedagógicas.</p>
<p>“Do ponto de vista pedagógico é difícil mudar a maneira como se ensinam as coisas, especialmente nas escolas de engenharia, que são muito tradicionais e por isso resistem mais às mudanças. Uma coisa é introduzir uma disciplina de empreendedorismo e outra é mudar a forma de ensinar, tirar o aluno da conduta passiva, estimular mais a solução de problemas, introduzir mais projetos e menos provas. Isso vai além da introdução do empreendedorismo. É preciso se reinventar como professor, buscar coisas novas dentro da prática pedagógica”, disse Pacheco.</p>
<p>Pacheco elogiou a criação do ranking de universidades empreendedoras e principalmente a agenda que dela resultará. “A iniciativa estimula a competição e as universidades disputam quem fica com o maior número de patentes porque isso gera prestígio para as instituições”, disse.</p>
<p>Segundo Pacheco, as universidades brasileiras responderam bem ao novo ambiente institucional que vem proporcionando estímulos ao empreendedorismo, especialmente após a criação da lei de inovação, que sinalizou a importância das parcerias público-privado. “O Brasil vem avançando muito mais do que outros países nessa área. Mas isso gera dúvidas se esse novo ecossistema é sustentável e se isso tem sentido econômico. As universidades brasileiras hoje são responsáveis por 16% das patentes depositadas no INPI [Instituto Nacional de Propriedade Industrial] por residentes brasileiros e essa proporção no passado era de 2%. Por outro lado, as universidades americanas têm 4% das patentes concedidas pelo USPTO [United States Patent and Trademark Office] e esse número tem permanecido nos últimos 20 anos”.</p>
<p>Se por um lado esse movimento é positivo, também demonstra a debilidade do setor privado no Brasil, acredita. Além disso, insere a cultura de valorização da propriedade intelectual no meio universitário, afirma.</p>
<p>A consequência desse novo quadro é o aumento de <i>start ups</i> no entorno das universidades públicas no estado de São Paulo, formando os chamados <i>hubs</i> de empreendedorismo nas proximidades dos campi de universidades como USP, Unicamp, federais e estaduais de São Carlos e também de São José dos Campos, Ribeirão Preto e Botucatu, observou.</p>
<p>Importante notar que egressos daquelas universidades compõem a maior parte dos proponentes de negócios para o Pesquisa Iniciativa em Pequenas Empresas (PIPE-Fapesp), programa que financia projetos de base tecnológica para micro, pequenas e médias empresas, segundo Pacheco.</p>
<p>O diretor-presidente disse que até o final de 2016 serão aprovados quase 300 projetos dessa natureza. “O PIPE já acumula cerca de 1600 projetos aprovados e é a maior carteira de empresas de base tecnológica financiados por uma instituição”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/univempreendedoras-2web.jpg" alt="Universidades Empreendedoras - 1" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Krieger (esq.), pró-reitor de pesquisa da USP, e Plonski, vice-diretor do IEA</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na abertura do debate <i>Universidades Empreendedoras - Quais São?,</i> o pró-reitor de Pesquisa da USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger">José Eduardo Krieger</a> falou sobre iniciativas e editais da USP que mostram o empenho da Universidade em promover o empreendedorismo. Entre elas, as parcerias com a Receita Federal e a associação de exportadores de carnes, que buscam soluções para desafios desses organismos, os quais afetam também a sociedade.</p>
<p>“Mais do que modismo, a inovação é uma fonte grande de recursos para a universidade. Não significa que é a única moeda e ninguém perdeu a noção do que é esta universidade e que nosso principal papel é formar indivíduos diferenciados para atuar na sociedade. Esse é o nosso primeiro produto. Mas temos a oportunidade de transformar conhecimento em riqueza e devemos aproveitar da melhor forma, em especial através dos parques tecnológicos, que dará bases para um ecossistema de inovação na universidade”, disse o professor Krieger.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-30T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-eticos-na-universidade">
    <title>Os desafios éticos na universidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-eticos-na-universidade</link>
    <description>As duas primeiras mesas-redondas do ciclo Ética e Universidade acontecem em novembro. Os eventos são fruto de uma parceria entre a Comissão de Ética da USP e o IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A Comissão de Ética da USP e o IEA realizam nos dia 8 e 28 de novembro, às 15 horas, no IEA, as duas primeiras mesas-redondas do ciclo Ética e Universidade. A iniciativa é fruto da constatação da necessidade de a comunidade uspiana discutir temas relevantes sobre o comportamento ético, para que as conclusões atingidas contribuam para a definição de conceitos de conduta ética na USP.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/detalhe-do-campus-da-usp-capital" alt="Detalhe do campus da USP, capital" class="image-right" title="Detalhe do campus da USP, capital" />LIMITES</strong><br />O tema da primeira mesa-redonda será Segurança e Privacidade. Os debatedores serão o professor Sérgio Adorno, diretor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, o professor Leandro Piquet Carneiro, do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, e o coronel PM Glauco Carvalho, comandante do policiamento em Guarulhos, na Grande São Paulo. A moderação estará a cargo da professora Maria Hermínia Tavares de Almeida, diretora do IRI. (<i>Leia sobre o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp" class="external-link">primeiro encontro</a> e assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link">vídeo</a>.</i>)</p>
<p style="text-align: justify; ">O objetivo do primeiro encontro é discutir as tensões entre medidas tomadas para prover segurança aos membros da comunidade USP e ao patrimônio público e o respeito à privacidade dos frequentadores da Cidade Universitária (alunos, funcionários, professores, fornecedores e visitantes).</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo integrantes da comissão, as ameaças à segurança das pessoas e do patrimônio da USP são reais e precisam ser enfrentadas com os instrumentos e recursos de garantia da ordem constitucionalmente estabelecidos, o que, em algumas circunstâncias, pode conflitar com o  também legítimo e constitucionalmente assegurado  direito à privacidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">A mesa-redonda discutirá os limites aceitáveis de convivência entre os dois direitos. Os participantes tratarão não tanto dos fundamentos últimos dos direitos à segurança e à privacidade, mas sobretudo dos dilemas concretos postos a comunidade da USP e, em especial, aos seus dirigentes, quando da prática cotidiana de garantir os dois.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>FRAUDE</strong><br />Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades será o tema da segunda mesa-redonda do ciclo, no dia 28 de novembro. O objetivo do encontro é discutir a ética e a integridade na ciência e nas humanidades como uma responsabilidade social. A discussão internacional sobre integridade em pesquisa nos diálogos entre ciência e sociedade será abordada, especialmente no que se refere à comunicação científica e à confiança pública na ciência. Os debatedores serão os professores Edson Watanabe (UFRJ), Sonia Maria Ramos Vasconcelos (UFRJ) e Marisa Russo Lecointre (Unifesp). O professor Luiz Henrique Lopes dos Santos (FFLCH) será o moderador.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os que lidam com projetos e trabalhos científicos têm notado crescente uso, por parte de alguns autores, de textos de outros, ressalta a sinopse do evento. "Essas cópias vão de pequenos trechos até parágrafos inteiros, seja de trabalhos publicados nos veículos especializados, seja de textos facilmente encontrados na internet. Igualmente graves são a fabricação de resultados e a falsificação de informações cada vez mais freqüentes e que, muitas vezes, residem numa zona de penumbra entre o procedimento não ético e a falsidade ideológica."</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com a comissão, é difícil estabelecer se essas patologias do trabalho intelectual sempre existiram e são mais fáceis de detectar por causa da evolução dos mecanismos de busca ou se estão aumentando pelas facilidades de cópia que os meios de comunicação oferecem, notadamente a internet.</p>
<p style="text-align: justify; ">"A cultura da cola sempre existiu entre nós e, por ser praticada por estudantes, tendemos a relativizar seus efeitos na formação do profissional." Por esse motivo, a mesa-redonda também abordará a necessidade de uma revolução educacional, começando nos colégios, onde a cultura de copiar e colar é praxe.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>SOCIABILIDADE</strong><br />A terceira mesa-redonda será realizada em 2013. O tema será Sociabilidade. A idéia é discutir como se apresenta no mundo contemporâneo a dimensão da sociabilidade na sua relação com a ética e como pensar a ética nos diversos domínios da vida social organizada em instituições várias e em registros particulares: a política, a economia, o intercâmbio social no sentido estrito e o registro simbólico na cultura. Os expositores serão os professores Cícero Araújo (FFLCH), Eduardo Bittar, da Faculdade de Direito (FD) e Sylvia Leser de Mello, do Instituto de Psicologia (IP). A moderação será do professor Gabriel Cohn (FFLCH).</p>
<p style="text-align: justify; ">Sinopse sobre o evento elaborada pela comissão explica que a ética e a sociabilidade sempre tiveram relação muito próxima e, no entanto, problemática: "Recorrendo ao significado original do primeiro termo, é como se estivesse em causa o <i>ethos</i>, o caráter das relações entre os homens. Mas, se considerarmos o início da questão, na antiguidade européia clássica, encontraremos em Aristóteles uma versão peculiar da sociabilidade, a <i>philia</i>, a amizade, aquilo que se exprime na confiança e na reciprocidade".</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo o texto, com a gradativa emancipação de uma específica dimensão social da vida no mundo moderno, "a sociabilidade se adensa e ganha em dimensões, enquanto a ética se converte em campo próprio de referência e de presença naquilo que, agora, passa a ser conhecido como sociedade, distinta do Estado".</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Jorge Maruta/Agência USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-10-31T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-tempo-e-a-avaliacao-do-valor-da-vida">
    <title>O tempo e a avaliação do valor da vida</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-tempo-e-a-avaliacao-do-valor-da-vida</link>
    <description>Uma nova arquitetura capaz de influenciar reações foi tema de palestra da ICA durante os workshops de Humanidades e Ciências Sociais, no dia 10 de março.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/takehiro-ohya" alt="Takehiro Ohya" class="image-inline" title="Takehiro Ohya" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Takehiro Ohya fala das implicações da arquitetura no campo jurisdicional.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em casos de acidentes graves ou mortes, muitas vezes os familiares da vítima desejariam voltar o tempo para evitar o ocorrido. Mas, e se, em vez de voltar o tempo, as sociedades e suas instituições pudessem contar com ambientes capazes de evitar o erro, ou induzir ao acerto?</p>
<p>A proposta já existe na chamada arquitetura de escolha (choice architecture), um conceito apresentado no dia 10 de março pelo professor <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/people/takehiro-ohya" target="_self">Takehiro Ohya</a>, da Keio University, durante os workshops de Humanidades e Ciências Sociais da <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya" target="_blank">Intercontinental Academia</a> (ICA).</p>
<p>Realizada em Nagoya, Japão, de<strong> 6</strong> a <strong>18</strong> de março, a segunda fase da ICA reuniu cientistas de diversas áreas e 13 jovens pesquisadores selecionados para desenvolver estudos sobre o tema “tempo”. O conteúdo das pesquisas subsidiará os estudos dos jovens participantes da ICA na criação de um Massive Open Online Course (Mooc), que será disponibilizado gratuitamente na plataforma Cousera.</p>
<p>Professor de jurisprudência e especialista em filosofia do direito, Ohya mostrou na palestra <i>Time institutionalized and its transformation</i> alguns conceitos de controle social aplicados ao ambiente construído. Trata-se de um tipo de arquitetura teorizada por Lawrence Lessig, professor de direito na Harvard University e criador das licenças <i>Creative Commons,</i> da internet.</p>
<p>A arquitetura de escolha trata de como as decisões são influenciadas pela maneira como as escolhas (coisas) são apresentadas. Essa arquitetura pode ter um viés paternalista ou paternalista libertário, conforme Ohya.</p>
<p>Barras que forçam a caminhar em determinado local ou direção, barreiras no metrô, ou poltronas que não permitem deitar em aeroportos são exemplos da arquitetura de escolha do tipo paternalista porque não dão opção à pessoa, citou Ohya.</p>
<p>Por outro lado, uma lanchonete poderia tornar mais acessíveis e mais visíveis os alimentos saudáveis, em detrimento dos industrializados. Nesse caso, embora o ambiente tenha uma intervenção influenciando “positivamente o cidadão no sentido de ajudá-lo a realizar uma ação para seu próprio benefício”, os indivíduos não são impedidos de comer o que quiserem. O arranjo das escolhas alimentares tem o efeito de diminuir o consumo de “junk food” e aumentar o de alimentos saudáveis, disse.</p>
<p>De acordo com o professor, há quatro forças principais que exercem controle nas grandes sociedades. São elas, a lei, as convenções sociais ou tradições e religiões, o mercado e, mais recentemente, a arquitetura.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3><strong>Relacionado</strong></h3>
<p><strong>Vídeo:</strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-thursday-march-10-lecture-by-takehiro-ohya">Time institutionalized and its transformation</a></strong></p>
<p><strong><i>Mais informações:</i></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/programme" target="_blank">Programação completa ICA - Nagoya</a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias-ica">Todas as notícias da Intercontinental Academia</a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Site:</strong><strong></strong></p>
<p><strong><i><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net</a></i></strong><strong></strong></p>
<p> </p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O ambiente físico influencia as decisões porque a disposição das coisas ou as estruturas construídas podem provocar reações no uso de determinado local, explicou Oyha.</p>
<p>A arquitetura de escolha se baseia no fato de que agimos intuitivamente, ou heuristicamente, e nem sempre nos comportamos como agentes racionais, disse Ohya. Na teoria econômica, o agente racional pode ser um indivíduo ou uma firma que toma decisões tendo em vista suas preferências e o uso eficiente da informação. O objetivo é racionalizar suas decisões, seja para maximizar custos, produção, materiais ou outras ações.</p>
<p>O controle social exercido por meio de leis ou regras é uma ação posterior e pode haver quem não seja passível de ser controlado por leis e regras, por exemplo, deficientes mentais ou físicos, disse Ohyo. “Por outro lado, é possível argumentar que a arquitetura poderia controlar até mesmo cães e gatos. Mas também pode não ter efeito em casos muito específicos”, disse o professor.</p>
<p>No controle social exercido pela arquitetura, não há assimetrias antes ou depois da ação. Ela funciona independente da idade, desde que as condições sociais permaneçam as mesmas. No exemplo do acidente grave ou perda de vida humana, em termos de compensação financeira, a legislação da maioria dos países avalia o valor da vida de acordo com a idade e capacidade de produzir riquezas que a pessoa ainda teria ao longo da vida. Por isso, nesse caso, a lei é assimétrica e limitada.</p>
<p>“Quanto mais jovem e quanto mais você ganha, mais você vale. Significa que a vida de uma dona de casa, ou de um operário, de um idoso ou de um deficiente, não tem valor? Nesse novo modelo de controle social, a assimetria de tempo pode desaparecer”, disse Ohya.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"> Foto: IAR/Nagoya</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-30T18:58:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/42-dias-de-devastacao">
    <title>O resultado de 42 dias de ocupação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/42-dias-de-devastacao</link>
    <description>O cenário encontrado pela Diretoria e funcionários do IEA depois da reintegração do conjunto de edifícios que abrigam suas dependências é de depredação, furtos e violações </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<td scope="row">
<h3 style="text-align: right; ">MANIFESTAÇÕES</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/carta-aberta-do-conselho-deliberativo-do-iea" class="external-link"><i><strong>Carta aberta do Conselho Deliberativo do IEA</strong></i></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/carta-aos-estudantes-que-ocuparam-a-reitoria" class="external-link"><strong><i>Carta aos estudantes que ocuparam a Reitoria da USP</i><br />Massimo Canevacci</strong></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; ">
<p><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/un-effort-encore" class="external-link"><strong><i>'Un effort encore!!!'<br /></i>Carlos Guilherme Mota</strong></a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/carta-aberta-aos-estudantes-da-usp" class="external-link"><strong><i>Carta aberta aos "estudantes" da USP<br /></i>Carlos Guilherme Mota</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/a-comunidade-uspiana" class="external-link"><i>À comunidade uspiana — Os pingos nos is: predação, não!</i><br />Carlos Guilherme Mota</a></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/universidade-e-democracia" class="external-link"><strong><i>Universidade e democracia [artigo de 2004]</i><span style="text-align: right; "><br />Alfredo Bosi, Ana Lydia Sawaya, Celso Grebogi,<br /></span><span style="text-align: right; ">Hernan Chaimovich, João </span><span style="text-align: right; ">Steiner e Yvonne Mascarenhas</span></strong></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; ">
<h3>PREJUÍZOS</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/prejuizos?searchterm=preju" class="external-link">Equipamentos não localizados e reparos a<br />serem feitos nas instalações e em móveis</a></strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3 style="text-align: right; ">FOTOS</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: right; "><a style="text-align: left; " href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/depredacao-do-predio-da-reitoria" class="external-link"><strong>DEPREDAÇÃO DA REITORIA</strong></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/depredacao-do-predio-da-reitoria" class="external-link"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/depredacao-na-reitoria-e-no-iea-1/@@images/cb392b67-88ee-401b-96bd-f58727b8ef7e.jpeg" alt="Depredação na Reitoria e no IEA - 1" class="image-inline" title="Depredação na Reitoria e no IEA - 1" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: right; "><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/pichacoes" class="external-link">PICHAÇÕES</a> — </strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/depredacao-do-iea" class="external-link"><strong>DEPREDAÇÃO DO IEA</strong></a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/pichacoes" class="external-link"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/depredacao-na-usp-e-no-iea-16" alt="Depredação na USP e no IEA  - 16" class="image-inline" title="Depredação na USP e no IEA  - 16" /></a><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/depredacao-do-iea" class="external-link"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/depredacao-na-reitoria-e-no-iea-7" alt="Depredação na Reitoria e no IEA - 7" class="image-inline" title="Depredação na Reitoria e no IEA - 7" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">Foi de estarrecimento e indignação o sentimento de todos que ingressaram na manhã de ontem, 12 de novembro, no conjunto de edifícios da Administração Central da Universidade, onde funcionam vários setores ligados ao Gabinete do Reitor e às Pró-Reitorias, outros organismos da USP e o IEA, que, provisoriamente, desde de fevereiro de 2011, ocupa um andar desse complexo.</p>
<p style="text-align: justify; ">Com a execução da reintegração de posse determinada pela Justiça, terminava a invasão e ocupação do local por estudantes, iniciada no dia 1º de outubro, após tentativa frustrada de invasão da reunião do Conselho Universitário (Co) que aprovou as <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-mudancas-no-processo-eleitoral-para-reitor-e-vice-reitor-da-usp" class="external-link">novas normas do processo eleitoral para reitor e vice-reitor da Universidade</a>.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Logo à entrada, no saguão da Sala do Co, o cenário era de completa devastação, com móveis quebrados e amontoados, paredes e piso pichados, vidros quebrados, extintores disparados, maquetes de futuros edifícios da USP destruídas —, inclusive a do prédio onde será a sede própria do IEA —, colchões, roupas e sapatos, além de muito lixo. A situação era a mesma por todo o térreo, acrescida nos outros espaços pelo arrombamento de portas de salas, de armários e de gaveteiros e por processos e outros documentos espalhados pelo chão, amassados e pisoteados.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">Ao subir pela escada ao 5º andar do bloco K, sede do IEA, os prenúncios eram preocupantes: pichações nos saguões de cada andar, destruição de pontos eletrônicos e de câmeras de vigilância.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ao chegar ao IEA, as piores expectativas se confirmaram. Num vaso à entrada do andar, três teclados mais sofisticados amontoados e memórias de computador esparramadas pelo chão. O que se viu a seguir foi o resultado da ação de um bando de malfeitores: portas arrombadas, equipamentos furtados, todos os armários e gaveteiros abertos e revirados, documentos espalhados pelas mesas e pelo chão.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Vale destacar que não houve apenas <a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/prejuizos?searchterm=preju" class="external-link">danos materiais, avaliados em R$ 78.390,00</a> (inclusive o furto de objetos pessoais). Dirigentes, pesquisadores e funcionários do Instituto sofreram danos morais com a degradação de seu ambiente de trabalho e a violação de sua privacidade pelo acesso a bens particulares, conteúdo de computadores e abertura de correspondências.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Neste dia seguinte, o IEA tenta voltar à normalidade, mas ela não retornará tão cedo. É preciso organizar o que for possível e contabilizar os prejuízos, inclusive dos equipamentos furtados, para a instrução de um boletim de ocorrência. Nesses 42 dias, tivemos que realizar nossas atividades em condições precárias e assim continuaremos até podermos nos equipar novamente e utilizar nossa <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/etica-e-ataque-disposicao-da-sala-11-de-setembro-2013" class="external-link">Sala de Eventos</a>, principal atingida pela depredação e pelos furtos.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Há algo de muito errado, absurdo, inaceitável quando uma universidade precisa contabilizar equipamentos furtados e patrimônio danificado em função de acontecimentos cujos responsáveis são estudantes.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">O IEA repudia veementemente tudo que aconteceu e pergunta: como isso foi possível? Por quê? Até quando estaremos sujeitos a fatos violentos como esses?</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">O IEA, como plataforma interdisciplinar universitária de crítica científica, institucional e sociocultural, coloca-se à disposição da comunidade e da sociedade para refletir, analisar, debater essa situação, no desejo do diálogo, do entendimento e da estabilidade desta Universidade.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><i>São Paulo, 13 de novembro de 2013.<br /></i><i>Instituto de Estudos Avançados da USP</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-11-13T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-interesse-privado-na-comunicacao-publica">
    <title>O interesse privado na comunicação pública</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-interesse-privado-na-comunicacao-publica</link>
    <description>O lugar da notícia e da informação pública e o papel das emissoras públicas na democracia brasileira serão temas debatidos no auditório Freitas Nobre, da ECA-USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/skyline-com-antenas-de-televisao" alt="Skyline com antenas de televisão" class="image-inline" title="Skyline com antenas de televisão" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A “supermáquina da comunicação oficial”, transformada numa “usina de propaganda ideológica” e autopromoção, é papel que precisa ser revisto na questão da comunicação pública. A discussão delineada no livro “O Estado de Narciso – A comunicação pública a serviço da vaidade particular” (Companhia das Letras), do jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eugenio-bucci">Eugênio Bucci</a>, será o ponto de partida para o debate <i>Comunicação Pública e Democracia, </i>que acontece no dia <strong>22 de setembro</strong>, das <strong>14h às 17h,</strong> no auditório Freitas Nobre da ECA-USP. O encontro é gratuito e terá transmissão online pelo <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">site do IEA</a>.</p>
<p>O historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-luis-schuler?searchterm=fernando+schuler">Fernando Luis Schuler</a>, pesquisador e professor na área de análise política do Insper, apresentará a versão preliminar de um texto de sua autoria sobre a missão das emissoras públicas numa democracia, dialogando com as ideias do livro de Bucci.</p>
<p>Bucci e Schuler irão discutir a comunicação pública e o papel das emissoras públicas na democracia brasileira. As atuações da máquina pública, do mercado privado, dos partidos políticos e dos estrategistas dentro desse contexto de comunicação também serão analisados.</p>
<p>No livro, Bucci mostra que as peças de comunicação que saem da máquina pública nem sempre permitem ao leigo distinguir o que é comunicação de ações governamentais, propaganda eleitoral ou, simplesmente, publicidade. O tortuoso caminho da notícia suscita o necessário questionamento sobre até que ponto a comunicação pública pode ser considerada realmente pública no Brasil, já que as táticas de informação nas diferentes esferas do poder muitas vezes expressam, de forma maquiada, o interesse privado.</p>
<p>A atividade integra o ciclo de seminários teóricos “Fundamentos Filosóficos e Jurídicos da Liberdade de Imprensa e do Jornalismo”, organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/jornalismo-direito-liberdade" target="_blank">Grupo de Pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade</a> do IEA, coordenado por Bucci. Superintendente de Comunicação Social da USP, Bucci é autor de diversos livros. Foi presidente da Radiobrás e membro do conselho curador da Fundação Padre Anchieta.</p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><i><strong><i>Comunicação Pública e Democracia </i></strong>- </i><span>1º seminário do ciclo </span><span>Fundamentos Filosóficos e Jurídicos da Liberdade de Imprensa e do Jornalismo<br /></span><i><i><i>22 de setembro, das 14h00 às 17h30<br /></i></i></i><i><i><i>Auditório Freitas Nobre, ECA/USP: Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo, SP<br /></i></i></i><i><i><i>Evento gratuito sem necessidade de inscrição prévia — Transmissão online pelo <a class="external-link" href="http://www.iptv.usp.br/portal/home">IPTV-USP<br /></a></i></i></i><i><i><i>Informações: Cláudia Regina (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /></i></i></i><i><i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/comunicacao-publica-democracia" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/comunicacao-publica-democracia</a></i></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-15T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
