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Saúde e Clima
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
14/08/2025
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última modificação
03/09/2025 15:49
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registrado em:
Ciencias Ambientais,
Evento público,
Urbanismo,
Cátedra Clima & Sustentabilidade,
Crise Climática,
Clima
Neste painel interdisciplinar pesquisadores do IEA‑USP, gestores públicos e representantes de movimentos sociais debateram estratégias ancoradas em ciência, solidariedade e compaixão para a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. O encontro propôs que a cidade seja vista como um organismo vivo, com “DNA” (planos diretores), “epigenoma” (políticas e cultura) e um “metabolismo” que, sob estresse climático, desenvolve a síndrome da multidisfunção urbana: poluição atmosférica, congestionamentos crônicos, ilhas de calor e precariedade de serviços essenciais.
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O Jornalismo entre a Sobrevivência e a Relevância: Uma Discussão a Partir de Artigo de Rodrigo Mesquita
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
13/11/2025
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última modificação
16/12/2025 14:29
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registrado em:
Inteligência Artificial,
Evento público,
Cátedra Oscar Sala,
Ética,
IA,
Jornalismo
O debate tomou como ponto de partida artigo publicado em 26 de julho de 2025 na Folha de S.Paulo no qual Rodrigo Mesquita discutiu como a ascensão da inteligência artificial e dos sistemas algorítmicos redefine a produção e o consumo de informação, ampliando riscos de manipulação e exigindo novas formas de mediação democrática.
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A Noite no Plioceno e a Pedra como Míssil
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
19/11/2024
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última modificação
21/11/2024 12:12
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registrado em:
Clima,
Evento público,
Meio Ambiente,
Núcleo de Pesquisa e Divulgação em Evolução Humana
Num ambiente florestal as rochas superficiais são menos visíveis e menos acessíveis. Em desfiladeiros ou nas savanas, rochas de todos os tamanhos são mais abundantes, e caminhar ou correr exige uma observação constante e cuidadosa desses obstáculos. É possível que as mudanças climáticas aumentaram a disponibilidade de rochas, fornecendo matéria prima ideal para serem arremessadas pelas espécies de hominínios, ou para serem usadas como martelo e bigorna na extração de nozes, crustáceos e medula óssea. Ou seja, a abundância quase permanente de uma seleção de pedras soltas pode ter provocado maior aptidão do seu uso. O ato de arremessar é universal e homens tendem a selecionar uma massa “ideal” em termos de energia de impacto de ~480 g: uma constante por mais de 2 milhões de anos. Para obter o máximo impacto, um arremesso requer o uso de um braço preferido, levando o gênero homo a ser, majoritariamente, destro. Os artefatos olduvaienses sugerem que o comportamento de selecionar material para arremessar antecedeu o lascamento da pedra por um período suficiente para o desenvolvimento de um nível instintivo onde a força é aplicada com a mão direita. Os esferóides de Ain Hanech (~2 Ma) demonstram a habilidade de moldar pedras para um desejado formato e tamanho, levando à ferramenta onipresente: o biface (‘handaxe’).
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I Simpósio de História da Ciência e Divulgação Científica - 1º Dia
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
14/10/2025
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última modificação
26/11/2025 16:23
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registrado em:
Historia,
Evento público,
Ciencia,
Grupo,
Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina
Este simpósio discutiu se o uso da História da Ciência pode contribuir para aumentar o interesse público pela própria ciência. A maior parte da divulgação científica pública é feita por museus de ciência e pela mídia (jornal, rádio, TV e internet), que não costumam contar com o apoio de profissionais de História da Ciência e da Técnica.
Mas a qual História da Ciência estamos nos referindo? A do livro-texto e da busca pelas respostas mais diretas na internet, ou a daquela problematizada e discutida pelos profissionais de História da Ciência?
A primeira opção é mais fácil, mas com ela a divulgação cientifica resulta numa imagem estática do conhecimento já pronto. Por outro lado, a opção pela história problematizada, situada num contexto social e econômico, é capaz de mostrar o processo dinâmico de construção de resultados, um empreendimento que não é individual, mas sim coletivo, que pode ser repleto de contestações, omissões, avanços e retrocessos. Essa abordagem permitiria ver que o cientista e a ciência não são infalíveis, representando um modo humano de conhecimento da realidade, sempre aberto para o aperfeiçoamento, ao invés de fornecer verdades finais.
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Jornadas de Evolução Humana - 1º Dia
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
22/04/2025
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última modificação
09/05/2025 14:52
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registrado em:
Evento público,
capa
As Jornadas de Evolução Humana são um ciclo de palestras organizado por Walter Neves e Victor Nery por meio do Núcleo de Pesquisa e Disseminação em Evolução Humana do IEA-USP.
Os assuntos abordados estão relacionados às características da nossa linhagem evolutiva, vista a partir de fósseis hominínios, além de novos projetos de pesquisa desenvolvidos pelas instituições nacionais em parceria com o exterior, métodos tecnológicos de datação de DNA, e evolução do comportamento sexual humano.
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O Brasil na Nova Era da Geoeconomia: Como se Situar, como Responder?
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
07/08/2025
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última modificação
04/09/2025 14:18
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registrado em:
Geopolítica,
Evento público,
Grupo de Pesquisa Economia Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização
O seminário analisou os desafios para o Brasil no contexto da geoeconomia. Segundo os expositores, a situação do país é delicada quanto à sua inserção no sistema internacional. Entre os motivos apontados estão a falta de um projeto sobre qual papel o Brasil quer ter no mundo e as carências em termos de políticas e organismos que promovam setores estratégicos, como o mineral. Participaram José Roberto Mendonça de Barros, Lourdes Sola, Raul Jungmann e Rubens Barbosa.
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"Ensarnei-me a Fundo na Sarna Gálica": Monteiro Lobato e a Literatura Francesa
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
25/09/2025
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última modificação
03/10/2025 13:52
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Brasil-França,
Evento público,
Brasil,
Crítica Literária,
França,
USP
Está aula ministrada por Ana Luíza Bedê, do Grupo de Pesquisa Brasil-França, inaugurou o curso Circulações Literárias Brasil-França no Século 20, integrante da programação das Semanas Franco-Uspianas 2025. A aula explorou aspectos da relação de Monteiro Lobato com a França a partir de três de suas obras: "Ideias de Jeca Tatu" (1919), "Mundo da Lua" (1923) e "A Barca de Gleyre" (1944). A crítica de Lobato aos francesismos e às influências francesas é conhecida e sua reputação como intelectual antigalicista mantém-se até hoje. No entanto, esses livros revelam um autor interessado na produção artística e literária francesa de diferentes períodos históricos.
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Quilombo Inteligente - Audiência Pública: Resultados e Perspectivas
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
08/12/2025
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última modificação
16/12/2025 12:12
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registrado em:
Divulgação,
Evento público,
Pesquisa
Encerramento do projeto-piloto "Quilombo Inteligente”, com apresentação de resultados de atividades desenvolvidas em São Paulo e outros Estados como Rio de Janeiro, Goiás e Bahia. O objetivo do projeto foi motivar, mobilizar e apoiar trilhas profissionalizantes para adolescentes e jovens em quilombos, aldeias indígenas e favelas.
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O Nordeste na COP30
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
30/06/2025
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última modificação
04/09/2025 12:06
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registrado em:
Clima,
Evento público,
Nordeste,
Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade
Este terceiro encontro do Ciclo de Debates Socioambientais Rumo à COP30 discutiu os aspectos que tornam o Nordeste uma região central para o alcance das metas de mitigação do aquecimento global. O objetivo foi analisar como a região se insere na COP30, considerando o contexto brasileiro e sua governança socioambiental climática A região é sensível a extremos climáticos, como riscos de escassez hídrica, secas, inundações e enchentes. Contudo, do ponto de vista da gestão climática, a governança ainda é frágil e setorizada, especialmente nas capitais.
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Medicina de Caixa Negra: Uma Análise Ética
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
05/12/2024
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última modificação
20/12/2024 15:35
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registrado em:
Inteligência Artificial,
Evento público,
Saúde,
IA,
Medicina
A aplicação da IA na Medicina (IAM) produz práticas de saúde mais fiáveis, precisas e eficientes do que a Medicina Tradicional (MT), auxiliando parcial/totalmente a tomada de decisão médica, como o uso de aprendizagem profunda em imagens de diagnóstico, desenhando planos de tratamento ou diagnóstico preliminar. No entanto, a maioria destes sistemas de IA são puras “caixas negras”: o profissional de saúde compreende os inputs e outputs do sistema, mas não pode ter acesso ao que acontece “dentro” do mesmo, e não pode oferecer uma explicação, criando um processo opaco que culmina numa “lacuna da confiança”. Tal fato cria uma “medicina de caixa negra”, uma vez que o profissional deve confiar (epistemicamente) nestes sistemas de IA que são mais precisos, rápidos e eficientes do que qualquer especialista ou grupo de especialistas humanos, mas não são transparentes (epistemicamente) e não oferecem qualquer tipo de explicação. Nesta palestra, foram analisados os prós e os contras de três formas de responder ao “a lacuna da confiança”, para diagnosticar e identificar os principais aspetos relevantes que devem ser considerados entre a confiança e os processos algorítmicos em saúde.
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