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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 271 to 285.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-reflexos-da-vida-urbana-na-saude">
    <title> Conferência discute reflexos da vida urbana na saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-reflexos-da-vida-urbana-na-saude</link>
    <description>Nono evento do Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil terá a presença do diretor do IEA-USP Paulo Saldiva</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cartazsaldiva.jpg/@@images/83496c1a-bbc7-49ad-9bb1-be3f8abef5d2.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Viver em cidades, principalmente as de médio e grande porte, pode interferir mais na saúde do que se imagina. Para discutir esse tema, a Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) trazem para o Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil o patologista e diretor do IEA Paulo Saldiva.</p>
<p dir="ltr">O evento será realizado no dia <span>10 de outubro, a partir das 19h</span>, no <span>Auditório da FDRP</span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfe-w0bSlb_zVg0CwYtH2a7NWfmXnHEwBD1U1yLqJA751iPGg/viewform" rel="noopener noreferrer" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p dir="ltr">Autor do livro Vida urbana e saúde e de várias pesquisas nessa temática, o docente vai discutir questões ligadas ao cotidiano urbano, como poluição, sedentarismo, estresse e obesidade. Problemas de saúde relacionados a esses temas podem atingir pelo menos 84% dos brasileiros, já que, segundo o IBGE, essa é a porcentagem da população que vive atualmente em cidades.</p>
<p dir="ltr">Saldiva é formado pela Faculdade de Medicina da USP e tem doutorado, pós-doutorado e livre docência pela mesma instituição. Concentra atividades de pesquisa nas áreas de anatomia patológica, fisiopatologia pulmonar, doenças respiratórias e saúde ambiental, ecologia aplicada, cidades e saúde humana, humanidades e antropologia médica. Atualmente, é professor titular do Departamento de Patologia da FMUSP e diretor do IEA-USP.</p>
<p dir="ltr"><span><i>Sobre o Ciclo de Conferências</i></span></p>
<p dir="ltr">Pensar o futuro do Brasil e do mundo mostra-se mais urgente do que nunca. Os desafios são inúmeros e estão ligados a diversas temáticas: energia, cidade, direitos humanos, democracia, imprensa, ideologia e pluralismo, globalização, concentração da riqueza, meio ambiente, entre outros.</p>
<p dir="ltr">Para propor essa discussão, o <span>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil </span>tem trazido, em 2019, especialistas da USP e de outras universidades em palestras abertas ao público, sempre realizadas às 19h no auditório da FDRP-USP.</p>
<p dir="ltr">O evento é promovido pela FDRP-USP em parceria com o IEA-RP e com apoio da Rádio USP, Jornal da USP e as Comissões de Graduação da FDRP, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a rel="noopener noreferrer" target="_blank">iearp@usp.br</a> ou (16) 3315-0368.</p>
<p dir="ltr"> </p>
<hr />
<p><span><b>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil</b><br /><i>10 de outubro, 19h<br />Auditório da FDRP-USP<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfe-w0bSlb_zVg0CwYtH2a7NWfmXnHEwBD1U1yLqJA751iPGg/viewform">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-9o-evento" class="external-link">Página do evento</a></i></span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-04T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-apresenta-a-contribuicao-do-filosofo-martin-buber-para-atividades-clinicas-e-de-pesquisa">
    <title>Conferência apresenta a contribuição do filósofo Martin Buber para atividades clínicas e de pesquisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-apresenta-a-contribuicao-do-filosofo-martin-buber-para-atividades-clinicas-e-de-pesquisa</link>
    <description>O austríaco naturalizado israelita Martin Buber (1878 - 1965) foi, entre muitos outros ofícios, um renomado filósofo, teólogo e escritor. Se debruçou sobre a importância subjetiva das relações humanas, principalmente da comunicação e do diálogo. A contribuição de suas conclusões para as atividades clínicas e de pesquisa será analisada na conferência Diálogo e Intersubjetividade em Clínica: Contribuições da Filosofia de Martin Buber.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-bbd2aaf4-bb4b-3379-ccd5-36b21ac1ac33"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Martin_Buber.jpg" alt="Martin Buber" class="image-inline" title="Martin Buber" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Martin Buber, filósofo que inspirou o livro de José Maurício de Carvalho</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O austríaco naturalizado israelita Martin Buber (1878 - 1965) foi, entre muitos outros ofícios, um renomado filósofo, teólogo e escritor. Se debruçou sobre a importância subjetiva das relações humanas, principalmente da comunicação e do diálogo. A contribuição de suas conclusões para as atividades clínicas e de pesquisa será analisada na conferência <i>Diálogo e Intersubjetividade em Clínica: Contribuições da Filosofia de Martin Buber</i>, que acontece no dia <strong>21 de maio, às 14h</strong>, no IEA. O evento é gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web, e não requer inscrição prévia.</p>
<p>O conferencista será o psicólogo professor titular aposentado <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-mauricio-de-carvalho" class="external-link">José Maurício de Carvalho</a>, da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ). Carvalho apresentará o livro <a class="external-link" href="http://editorafiloczar.com/martin-buber-a-filosofia-e-outros-escritos-sobre-o-dialogo-e-a-intersubjetividade.html">Martin Buber, a filosofia e outros escritos sobre o diálogo e a intersubjetividade</a> (<a class="external-link" href="http://editorafiloczar.com/">Editora FiloCzar</a>, 2017), de sua autoria. Participarão também, como debatedores, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/newton-aquiles-von-zuben" class="external-link">Newton Aquiles Von Zuben</a>, pesquisador da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, diretor do IEA. O encontro é organizado pela Editora FiloCzar, em parceria com o IEA.<br /><br class="kix-line-break" />O livro de Carvalho percorre toda a obra de Buber, dando destaque aos conceitos mais importantes desenvolvidos pelo filósofo, como o de intersubjetividade: para ele, todo homem nasce com a capacidade de se interrelacionar com seus semelhantes. Buber acreditava que saber se relacionar é mais importante do que ser individualmente bem-sucedido.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" />As conclusões do filósofo israelita foram aplicadas em áreas diversas do conhecimento, como teologia, pedagogia e psicologia. Segundo o professor José Maurício de Carvalho, o sentido de alteridade proposto por Buber, bem como a importância das relações dialógicas, trouxe “significativas contribuições para a reflexão dos profissionais e pesquisadores que se dedicam a questões humanas”.</p>
<hr />
<div id="_mcePaste"><strong><i>Diálogo e Intersubjetividade em Clínica: Contribuições da Filosofia de Martin Buber</i></strong></div>
<div id="_mcePaste"><i>21 de maio, 14h</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Sem necessidade de inscrição</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br); telefone: (11) 3091-1678</i></div>
<div id="_mcePaste"><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/dialogo-e-intersubjetividade-martin-buber" class="external-link">Página do evento</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-12T19:33:51Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-abordara-atuacao-de-dr-arnaldo-no-combate-as-epidemias-de-variola">
    <title>Conferência abordará atuação de Dr. Arnaldo no combate às epidemias de varíola</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-abordara-atuacao-de-dr-arnaldo-no-combate-as-epidemias-de-variola</link>
    <description>Arnaldo Vieira de Carvalho, primeiro diretor do Instituto Vacinogênico de São Paulo, foi figura importante na produção da vacina antivariólica em São Paulo no início do século XX</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-49ed48f5-bd8b-dcbc-f42e-2472c45f811e"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arnaldo-vieira-de-carvalho" alt="Arnaldo Vieira de Carvalho" class="image-inline" title="Arnaldo Vieira de Carvalho" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Doutor Arnaldo Vieira de Carvalho, </span><span>primeiro diretor do Instituto Vacinogênico de São Paulo, em 1893, </span><span> e sua participação na produção de vacina antivariólica em São Paulo no início do século XX serão temas de evento no IEA no próximo dia </span><span><strong>16 de agosto, às 14h30</strong></span><span>. </span><span>Focando</span><span> na atuação de Carvalho em um momento em que as autoridades brasileiras de saúde lutavam contra as epidemias de varíola</span><span>, a conferência terá exposição de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-amelia-mascarenhas-dantes"><span>Maria Amélia Dantes</span></a><span>, </span><span>doutora em História Social pela USP. </span></p>
<p><span>Com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a><span> pela internet, o evento é organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/khronos-historia-da-ciencia-epistemologia-e-medicina"><span>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</span></a><span> e terá moderação de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos"><span>Gildo Magalhães</span></a><span>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenador do grupo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Dr. Arnaldo foi</span><span> o primeiro diretor da Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo, mas, antes disso, foi diretor do Instituto Vacinogênico de São Paulo desde sua criação em 1893 até 1912, quando saiu para assumir a direção da nova faculdade. Responsável pela montagem de um laboratório que, na época, era considerado modelo, Carvalho deu importante suporte às campanhas de vacinação nas várias regiões do estado de São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><span id="docs-internal-guid-93e86bcb-bd8c-4312-1a13-4edaf3f15856"><i><strong><span>Arnaldo Vieira de Carvalho e a Produção de Vacina Antivariólica em São Paulo</span><span><br class="kix-line-break" /></span></strong><span>16 de agosto, às 14h30</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span>Evento gratuito, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a><span> pela internet</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span>Inscrições </span><span><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeKIUSl0XbvBT_Rii-1hEp5iOExfrjR3c7VrViCAJtFOgW-Hg/viewform">via formulário</a></span><span> </span><span><br class="kix-line-break" /></span><span>Mais informações: Cláudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/arnaldo-vieira-de-carvalho-e-a-producao-de-vacina-antivariolica-em-sao-paulo">Página do evento</a></span></i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Event</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-07T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-abordara-as-pesquisas-em-celulas-tronco-no-brasil">
    <title>Conferência abordará as pesquisas em células-tronco no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-abordara-as-pesquisas-em-celulas-tronco-no-brasil</link>
    <description>Promovido pelo IEA-RP, evento terá como palestrante a docente do IB-USP Lygia da Veiga Pereira</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazclulasred.png" class="internal-link"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazclulasred.png/@@images/0d53284d-4018-428a-b595-882db6d9208a.png" alt="Cartaz células-tronco" class="image-left" title="Cartaz células-tronco" /></a></p>
<div style="text-align: justify; ">Grande aposta de cientistas para o tratamento e até mesmo a cura de várias doenças, as células-tronco têm sido cada vez mais utilizadas por pesquisadores no Brasil e em outros países. Para abordar os avanços alcançados nessa área, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP realiza no dia 9 de agosto, a partir das 15h, no Auditório do Bloco Didático da Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto (FMRP-USP), a conferência “Pesquisa em células-tronco no Brasil: cenário atual e perspectivas”. <span>As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas </span><strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8wTDWnmAEwyXZP-PemSUu1SVWqIGC7lCagjbYyMPVgqpEWQ/viewform">clicando aqui.</a></strong></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>No evento, a docente do Instituto de Biociências da USP Lygia da Veiga Pereira, vai mostrar os trabalhos desenvolvidos com as chamadas células-tronco embrionárias, extraídas de embriões gerados por fertilização in vitro. </span><br /><span><br /></span><span>Desde 2008, a legislação brasileira permite a realização de pesquisas com esse material, mas o assunto ainda é tema de muitos debates, principalmente envolvendo setores conservadores da sociedade, que são contra a prática.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Lygia da Veiga Pereira possui bacharelado em Física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mestrado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorado em Ciências Biomédicas pelo Mount Sinai Graduate School. Atualmente, é professora titular do Instituto de Biociências da USP, chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da USP e integrante do Centro de Terapia Celular, um dos 17 centros de pesquisa, inovação e difusão financiados pela Fapesp.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><span style="text-align: justify; ">O evento tem o apoio do Centro de Terapia Celular (CTC) e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><span style="text-align: justify; "><br /></span></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Mais informações: jhenrique@usp.br ou (16) 3315 0368.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span> 
<hr />
<i><strong><i style="text-align: justify; ">Pesquisa em células-tronco no Brasil: cenário atual e perspectivas</i><br /></strong></i><i>9 de agosto, às 15h<br /></i><i>Auditório do Bloco Didático da FMRP-USP<br /></i><i>Inscrições gratuitas - <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8wTDWnmAEwyXZP-PemSUu1SVWqIGC7lCagjbYyMPVgqpEWQ/viewform" target="_blank">neste link</a></i></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-20T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/conferencia-abordara-as-pesquisas-em-celulas-tronco-no-brasil">
    <title>Conferência abordará as pesquisas em células-tronco no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/conferencia-abordara-as-pesquisas-em-celulas-tronco-no-brasil</link>
    <description>Promovido pelo IEA-RP, evento terá como palestrante a docente do IB-USP Lygia da Veiga Pereira</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazclulasred.png" class="internal-link"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazclulasred.png/@@images/0d53284d-4018-428a-b595-882db6d9208a.png" alt="Cartaz células-tronco" class="image-left" title="Cartaz células-tronco" /></a></p>
<div style="text-align: justify; ">Grande aposta de cientistas para o tratamento e até mesmo a cura de várias doenças, as células-tronco têm sido cada vez mais utilizadas por pesquisadores no Brasil e em outros países. Para abordar os avanços alcançados nessa área, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP realiza no dia 9 de agosto, a partir das 15h, no Auditório do Bloco Didático da Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto (FMRP-USP), a conferência “Pesquisa em células-tronco no Brasil: cenário atual e perspectivas”. <span>As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas </span><strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8wTDWnmAEwyXZP-PemSUu1SVWqIGC7lCagjbYyMPVgqpEWQ/viewform">clicando aqui.</a></strong></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>No evento, a docente do Instituto de Biociências da USP Lygia da Veiga Pereira, vai mostrar os trabalhos desenvolvidos com as chamadas células-tronco embrionárias, extraídas de embriões gerados por fertilização in vitro. </span><br /><span><br /></span><span>Desde 2008, a legislação brasileira permite a realização de pesquisas com esse material, mas o assunto ainda é tema de muitos debates, principalmente envolvendo setores conservadores da sociedade, que são contra a prática.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Lygia da Veiga Pereira possui bacharelado em Física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mestrado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorado em Ciências Biomédicas pelo Mount Sinai Graduate School. Atualmente, é professora titular do Instituto de Biociências da USP, chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da USP e integrante do Centro de Terapia Celular, um dos 17 centros de pesquisa, inovação e difusão financiados pela Fapesp.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><span style="text-align: justify; ">O evento tem o apoio do Centro de Terapia Celular (CTC) e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><span style="text-align: justify; "><br /></span></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Mais informações: jhenrique@usp.br ou (16) 3315 0368.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span> 
<hr />
<i><strong><i style="text-align: justify; ">Pesquisa em células-tronco no Brasil: cenário atual e perspectivas</i><br /></strong></i><i>9 de agosto, às 15h<br /></i><i>Auditório do Bloco Didático da FMRP-USP<br /></i><i>Inscrições gratuitas - <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8wTDWnmAEwyXZP-PemSUu1SVWqIGC7lCagjbYyMPVgqpEWQ/viewform" target="_blank">neste link</a></i></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-20T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/saude-planetaria-estresse-ambiental-climaticos">
    <title>Conexões entre Saúde Mental e Saúde Planetária: os Impactos Psicossociais dos Fatores de Estresse Ambiental e Climáticos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/saude-planetaria-estresse-ambiental-climaticos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: left; ">O <a class="external-link" href="http://saudeplanetaria.iea.usp.br/pt/">Saúde Planetária Brasil</a> promove conferência “Conexões entre Saúde Mental e Saúde Planetária: os impactos psicossociais dos fatores de estresse ambiental e climáticos”, proferida pela médica psiquiatra peruana <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elaine-flores" class="external-link">Elaine Flores</a>, pesquisadora em saúde pública e saúde planetária do <a class="external-link" href="https://www.lshtm.ac.uk/research/centres/centre-climate-change-and-planetary-health">Center on Climate Change and Planetary Health</a>, ligado à <a class="external-link" href="https://www.lshtm.ac.uk/">London School of Hygiene and Tropical Medicine (LSHTM)</a>.</p>
<p style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">O aumento, em frequência e intensidade, de eventos extremos (como secas, enchentes e furacões), bem como ondas de calor, migrações em massa, incertezas com o futuro, perda de biodiversidade e piora do conforto térmico são apenas alguns dos fatores de estresse ambientais e climáticos que a humanidade já vem sentindo e que afetam diretamente a saúde mental. Falar sobre esses impactos, e sobre possíveis formas de tratá-los coletivamente, no âmbito da saúde pública, torna-se cada vez mais premente. A doutora Eliane Flores trará contribuições sobre as interconexões entre saúde mental, mudanças climáticas e desigualdades sociais entre grupos vulnerabilizados, especialmente sob a perspectiva de gênero – já que as mulheres e as crianças são as principais impactadas pela crise climática – e de soluções baseadas na comunidade.</span></p>
<p style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">Haverá a participação breve de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andy-haines" class="external-link">Sir Andy Haines</a>, um dos principais articuladores e autor do Planetary Health Report. Ele dará uma mensagem de boas-vindas aos embaixadores de Saúde Planetária 2023 e à audiência.</span></p>
<p style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">Participarão também <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a> (SPBr), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/airton-tetelbom-stein" class="external-link">Airton Stein</a> (UFCSPA e SPBr) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/olga-garcia-falceto" class="external-link">Olga Garcia Falceto</a> (UFRGS) que integra a coordenação do Programa Brasileiro de Embaixadores em Saúde Planetária 2023.</span></p>
<div style="text-align: left; "></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left; ">
<h3 style="text-align: left; ">Transmissão</h3>
<p><span>Acompanhe pelo canal do </span><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=A_0G0wQ1C2Y" target="_blank"><span class="external-link">YouTube</span></a><span> do Saúde Planetária</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Larissa Barreto Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo de Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-05T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/compra-de-imunizantes-contra-a-covid-pelo-setor-privado-e-tema-do-vacina-talks">
    <title>Compra de imunizantes contra a covid pelo setor privado é tema do Vacina Talks</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/compra-de-imunizantes-contra-a-covid-pelo-setor-privado-e-tema-do-vacina-talks</link>
    <description>Evento on-line promovido pela UPVacina e pelo Ilha do Conhecimento terá a presença de professores da UFES e do Insper</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f79a551d-7fff-e574-42c7-b35e14d48874"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/vtalks2705.png/@@images/8d8954e2-f344-4746-b771-52d768c2ecf4.png" alt="" class="image-left" title="" />Defendida por alguns como ‘solução’ para os problemas de atraso na vacinação da população, a liberação de compra de vacinas pelo setor privado desagrada à maioria da população mundial. Para discutir esse tipo de aquisição, o Vacina Talks promove mais um encontro nesta quinta, dia 27, a partir das 19h30.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será transmitido pelo </span><a href="https://youtu.be/J7NA1jfpvTU"><span>canal da União Pró-Vacina no Youtube</span></a><span>. Não é necessário fazer inscrição para participar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O tema “A compra de vacinas contra covid-19 pelo setor privado é a solução?”, será debatido pela professora da Universidade Federal do Espírito Santo Ethel Maciel e pelo professor do Insper Thomas Conti. A moderação é do integrante do grupo de divulgação científica ilha do Conhecimento Robson Amaral.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A discussão ganha força neste momento, já que no mês passado, a Câmara dos Deputados aprovou a aquisição de imunizantes pelo setor privado no Brasil, mas com doação na mesma quantidade ao SUS. Além disso, as vacinas poderão ser adquiridas sem registro da Anvisa, desde que tenham aval da OMS.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: upvacina@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre os palestrantes</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Ethel Maciel é enfermeira epidemiologista e divulgadora científica. Atua como professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e presidente da </span><a href="https://redetb.org.br/"><span>Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Thomas Conti é economista e atua como professor do Insper e Instituto de Direito Público (IDP-SP). Sócio e CEO da AED Consulting, realiza divulgação científica no Universo Racionalista e no </span><a href="https://twitter.com/grupo_infovid?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Eauthor"><span>grupo InfoVid</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o Vacina Talks</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Vacina Talks é uma iniciativa da União Pró-Vacina em parceria com o grupo de divulgação científica Ilha do Conhecimento criada em 2021. O projeto promove lives mensais com pesquisadores de destaque no cenário científico para debater questões relacionadas à vacinação em geral. Os eventos são transmitidos no canal da União Pró-Vacina no YouTube.</span></p>
<p><span>Para receber mais informações sobre as iniciativas, eventos e atividades da União Pró-Vacina, inscreva-se também em nosso canal do Telegram: </span><a href="http://t.me/upvacina"><span>t.me/upvacina</span></a><span>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><strong>Vacina Talks: A compra de vacinas contra covid-19 pelo setor privado é a solução?</strong><br /><i>27 de maio, 19h30<br /><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=J7NA1jfpvTU">Canal da UPVacina no YouTube</a><br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/vacina-talks-a-compra-de-vacinas-contra-covid-19-pelo-setor-privado-e-a-solucao" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Pró-Vacina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-27T00:59:55Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/compostos-da-maconha-e-da-ayahuasca-podem-ser-usados-no-tratamento-de-doencas">
    <title>Compostos da maconha e da ayahuasca podem ser usados no tratamento de doenças</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/compostos-da-maconha-e-da-ayahuasca-podem-ser-usados-no-tratamento-de-doencas</link>
    <description>Entrevista com pesquisador da FMRP, exibida em três programas pelo USP Analisa, mostra como estão pesquisas nesse campo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-404966d8-7fff-af7a-026a-0c5a4f765ad9"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/marijuana3678222_1280.jpg/@@images/5e0161e1-b9fe-41ad-9769-e580a80dcaa2.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A maconha e a ayahuasca são substâncias bastante conhecidas por seus efeitos no estado de consciência das pessoas. Porém, nos últimos anos, elas têm sido bastante estudadas também no combate a uma série de doenças, como Parkinson e epilepsia, e até mesmo no tratamento da depressão. Para mostrar como estão as pesquisas com essas substâncias no Brasil e na USP Ribeirão Preto, o USP Analisa exibe a partir desta semana uma entrevista especial em três partes com o pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Rafael Guimarães dos Santos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que o caminho para qualquer substância chegar às prateleiras das farmácias inclui quatro fases: a primeira, que indica sua toxicidade; a segunda, que envolve testes em pequenos grupos e indica a dose correta a ser usada; a terceira, em que a substância é aplicada em centenas ou milhares de pessoas para comprovar a eficácia; e a quarta, para observar possíveis efeitos adversos com o produto já em uso. Medicamentos que venham a conter compostos extraídos da maconha ou da ayahuasca também seguem essa regra.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em relação à maconha, o pesquisador diz que é preciso diferenciar o uso recreativo do uso medicinal. “O uso recreativo, de maneira geral, são jovens entre 20 e 30 anos que usam buscando a experiência parecida com que as pessoas usam com álcool, o que é ilegal no nosso país e na maior parte do mundo. No uso medicinal, a conduta deveria ser como a de qualquer remédio, ou seja, a automedicação pode ser bastante perigosa”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele conta que em países onde há regulamentação do uso de compostos dessa substância, o próprio governo tem plantações com variedades específicas em relação ao conteúdo de canabinóides, como o tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD). “Nesses países, ela vem sendo usada por exemplo para tratar dor crônica. Há alguns estudos preliminares para autismo e epilepsia. Mas isso não significa que as pessoas podem buscar maconha na ‘boca’ e dar para o filho autista em casa. A gente entende o desespero das famílias, mas é sempre importante ter a orientação de um profissional”, diz Santos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (25), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (29), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ayahuasca</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Canabidiol</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-25T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dependencia-de-farmacos-importados">
    <title>Como superar a dependência de fármacos importados</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dependencia-de-farmacos-importados</link>
    <description>O webinar A Dependência Brasileira da Importação de Fármacos, realizado em 30 de agosto, tratou da dependência brasileira da importação de fármacos biológicos e sintéticos. O encontro fez parte da série Jornadas Científicas Contemporâneas, composta de sete webinars coordenados pelos participantes do Programa Ano Sabático em 2022.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/producao-de-biofarmacos" alt="Produção de biofármacos" class="image-right" title="Produção de biofármacos" /></span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Questão de segurança nacional e por isso merecedora de uma política de Estado. Assim o especialista em fármacos e medicamentos </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leoberto-costa-tavares">Leoberto Costa Tavares</a><span style="text-align: justify; ">, professor titular da Faculdade de Ciências Farmacêutica (FCF) da USP e participante do Programa Ano Sabático do IEA, vê a dependência brasileira da importação de fármacos biológicos e sintéticos.</span></p>
<p dir="ltr">Evidenciada na pandemia de Covid-19, essa dependência não é nova e coloca o país em condição de alta vulnerabilidade, segundo Tavares: “O Brasil tem autonomia na fabricação de medicamentos e consegue atender a demanda da população, mas essa autonomia é parcial, já que depende da importação de fármacos, principalmente da China e da Índia, principais fornecedores internacionais.”</p>
<p dir="ltr">Para discutir as condições para a superação dessa independência, Tavares entrevistou quatro especialistas no webinar <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-a-dependencia-brasileira-da-importacao-de-farmacos">A Dependência Brasileira da Importação de Fármacos</a>, no dia 30 de agosto. O encontro fez parte da série <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-investigativas-ano-sabatico">Jornadas Científicas Contemporâneas</a>, composta de sete webinars coordenados pelos participantes do Programa Ano Sabático.  A série foi organizada em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação e integrou a programação do ciclo <a href="https://www.pensabrasil.usp.br/">USP Pensa o Brasil</a>, realizado de 29 de agosto a 2 de setembro.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminarios-sabaticos-2022" class="external-link">JORNADAS INVESTIGATIVAS CONTEMPORÂNEAS</a></p>
<hr noshade="noshade" size="3" width="100%" />
<p><span><strong>A Dependência Brasileira de Importação de Fármacos</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-a-dependencia-brasileira-da-importacao-de-farmacos">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>A Dimensão de Gênero nos Acordos de Ciência, Tecnologia e Inovação</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/igualdade-de-genero-e-estrategica-no-dialogo-politico-global-dizem-especialistas" class="external-link">Notícia</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-a-dimensao-de-genero-nos-acordos-de-ciencia-tecnologia-inovacao" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>Mutações do Ethos Escolar no Período (Pós-)Pandêmico</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/problemas-das-escolas-sao-anteriores-a-pandemia-mas-foram-acentuados-por-ela-avaliam-professores-em-evento-do-iea" class="external-link">Notícia</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-mutacoes-do-ethos-escolar-no-periodo-pos-pandemico" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>A Disciplina Arqueológica entre a Interdisciplinaridade e o Patrimônio Cultural</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-arqueologia-como-estimulo-a-nocao-de-pertencimento" class="external-link">Notícia</a></li>
<li>Vídeo</li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>O Laboratório de Estudos Línguísticos Transatlânticos (Lelt) Pensa o Brasil: Reflexões Interdisciplinares entre Línguística, História e Antropologia</strong></span></p>
<ul>
<li>Notícia</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/jornadas-investigativas-contemporaneas-o-laboratorio-de-estudos-linguisticos-transatlanticos-lelt-pensa-o-brasil-reflexoes-interdisciplinares-entre-linguistica-historia-e-antropologia" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span><strong>Saúde Planetária na Prática: Da "Declaração de São Paulo às Ações Concretas"</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/saude-planetaria-demanda-acoes-concretas-e-dialogo-entre-areas-do-conhecimento-dizem-pesquisadores" class="external-link">Notícia</a></li>
<li>Vídeo</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">De acordo com Tavares, os posicionamentos discutidos pelos entrevistados levam a concluir que o Brasil tem condições de superar, ainda que parcialmente, a dependência de fármacos. No caso dos sintéticos, a independência total ou parcial dependerá de o país estabelecer uma política de Estado, a fim de promover o incentivo e financiamento à produção, sendo necessária também uma reserva de mercado inicial até que a atividade industrial se consolide, afirmou.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:320px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/leoberto-costa-tavares/image" alt="Leoberto Costa Tavares" title="Leoberto Costa Tavares" height="335" width="320" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:320px;">Leoberto Costa Tavares</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">“No caso dos biofármacos, a conclusão é que o Brasil tem grande possibilidade de se tornar independente e até exportador desses produtos, já que possui pessoal altamente qualificado e estrutura para a produção já instalada e em pleno funcionamento, faltando apenas aumentar o incentivo ao segmento que tem sido feito pelo Ministério da Saúde, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e agências de fomento à pesquisa, em especial a Finep e a Fapesp”, disse Tavares.</p>
<p dir="ltr">Os entrevistados do seminário foram: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adalberto-pessoa-junior">Adalberto Pessoa Junior</a>, professor livre docente da FCF-USP, pela qual é doutor em tecnologia bioquímico-farmacêutica, com pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/benedito-barraviera">Benedito Barraviera</a>,  professor titular de infectologia da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) da Unesp, onde coordena a implantação da fábrica de amostras de biofármacos no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (Cevap); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-graciano">José Antônio Graciano</a>, profissional do mercado atuando há 40 anos em laboratórios nacionais, nos últimos 10 anos envolvido no fornecimento de IFAs (insumos farmacêuticos ativos) por produtores internacionais aos laboratórios brasileiros; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lauro-moretto">Lauro Moretto</a>, consultor de inovação do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), mestre em tecnologia bioquímico-farmacêutica e doutor em ciência dos alimentos pela FCF-USP.</p>
<p dir="ltr">Em sua entrevista, Adalberto Pessoa Jr. explicou que os biofármacos são produzidos a partir de seres vivos ou processos biológicos, como bactérias, fungos, vírus e células animais, e são de grande importância, por exemplo, na produção de vacinas, como ficou demonstrado no caso da Covid-19. “Todo mundo está correndo atrás dessas tecnologias”, afirmou, lembrando que a Pfizer desenvolveu sua vacina de RNA mensageiro para o Sars-CoV-2 em menos de 70 dias. Outras tecnologias de vacina a partir de biofármacos são as de vírus desativado e as retrovirais.</p>
<p>Também está crescendo muito o desenvolvimento de medicamentos a partir de anticorpos monoclonais, muito utilizados no tratamento de câncer de forma muito específica e pontente e para o tratamento de doenças sem fármacos sintéticos disponíveis, acrescentou.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-antonio-graciano/image" alt="José Antônio Graciano" title="José Antônio Graciano" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">José Antônio Graciano</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Sobre a possibilidade de os biofármacos virem a substituir em parte os fármacos sintéticos (que respondem por 90% do total) a médio ou longo prazo, Pessoa Jr. afirmou que eles não devem substituir, mas complementar o uso de sintéticos. “O que se vê é que o aumento na utilização dos biológicos aumenta também a de sintéticos, pois um tratamento nunca é exclusivo de um ou de outro. A tendência é que haja uma mudança na proporção entre eles, com o uso de mais biológicos.”</p>
<p dir="ltr">Um dos fatores para a permanência dessa complementaridade é que o fármaco sintético é muito mais barato do que o biológico, mais caro porque a escala de produção é menor e as tecnologias envolvidas são mais complexas. Além disso, explicou, é relativamente fácil produzir um genérico do fármaco sintético, enquanto o biofármaco não permite a produção de algo idêntico, apenas biossimilar.</p>
<p dir="ltr">Provar que um biofármaco é similar ao de referência é processo muito complexo e caro, disse Pessoa Jr.: “A estrutura é, geralmente, uma molécula proteica e esse tipo de molécula é tão complexo que exige, para a comprovação de similaridade, que sejam feitas inúmeras análises físico-químicas, microbiológicas e estruturais, estudos in vitro e de atividades biológicas”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/venedito-barraviera/image" alt="Benedito Barraviera" title="Benedito Barraviera" height="363" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Benedito Barraviera</dd>
</dl></p>
<p>Quanto à possibilidade de o país se tornar independente da importação desses insumos, ele disse não ter dúvida quanto a isso e exemplificou com a produção de vacinas pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz.</p>
<p dir="ltr">Ele lembrou que em 2015 a Eurofarma desenvolveu o primeiro medicamento biossimilar da América Latina, o Fiprima (filgrastim), que começou a ser comercializado em 2016. Ele é indicado para pacientes que apresentam o sistema imunológico comprometido pelo tratamento quimioterápico. Por meio de acordo de transferência tecnológica, o medicamente é produzido também pela Fiocruz, para fornecimento ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p dir="ltr">“De lá para cá temos diversas empresas trabalhando com produção de biofármacos. Isso está crescendo porque temos pessoal altamente especializado, incluindo profissionais com doutorado e pós-doutorado em bioinformática, engenharia genética, tecnologia de fermentações, nanobiotecnologia, purificação biomolecular e formulação.” No entanto, falta mais investimento, pois grande parte dos especialistas está saindo do emprego por falta de oportunidades de trabalho, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Pessoa Jr. considera que a infraestrutura existente permite produção de biofármacos suficiente para atender parte significativa da demanda. Bio-Manguinhos, a unidade produtora de imunobiológicos da Fiocruz, “possui estrutura enorme de produção a partir da bactéria <i>Escherichia colli</i>, uma bactéria amplamente conhecida e responsável pela produção de muitos biofármacos”.</p>
<p dir="ltr">Quando se trata de proteínas muito especializadas, o volume não é tão grande, apontou. Por exemplo, a asparaginase é um medicamento para tratamento de leucemia linfoblástica aguda, que tem de 3 a 5 mil novos casos por ano. Para atender a esse mercado, o Brasil precisa importar o produto. Se tivéssemos um biorreator de apenas 100 litros, conseguiríamos produzir o necessário em seis meses de produção, afirmou.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/adalberto-pessoa-junior/image" alt="Adalberto Pessoa Junior" title="Adalberto Pessoa Junior" height="339" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Adalberto Pessoa Junior</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Com mão de obra, equipamentos de médio porte e infraestrutura, questiona-se por que o país ainda depende da importação. No caso da asparaginase, com mercado pequeno, Adalberto acredita que o biofármaco deveria ser produzido por algum órgão público para ser fornecido pelo SUS.</p>
<p dir="ltr">"Começamos a pesquisar a asparaginase em 2013, pois faltou o produto. Se o paciente ficar um mês sem tomar, morre. Era uma questão de independência, até de soberania nacional."</p>
<p dir="ltr">Para Leoberto, o norte a ser perseguido pelo Brasil é o aumento da produção e atendimento a países vizinhos, e essa é a proposta que tem sido feita em conversas com a Fiocruz, que tem a planta para <i>e. coli</i>, afirmou Adalberto. "A gente transferiria a tecnologia para fornecimento gratuito pelo SUS. O que sobrasse, seria vendido para o mercado latino-americano e depois para o resto do mundo."</p>
<p dir="ltr">Estamos produzindo uma asparaginase melhorada em relação ao que há no mercado, que causa diversos efeitos colaterais, disse Adalberto. Ele afirmou que um biorreator de mil litros abasteceria o Brasil e a América Latina, e acredita que isso é "altamente prioritário", não apenas enquanto questão econômica, mas de segurança nacional.</p>
<p dir="ltr">Cerca de 50 anos atrás, a China estava na mesma situação que o Brasil. Ela reagiu e agora é a principal fornecedora de biofármacos, disse Leoberto. "Os custos poderiam ser competitivos com os China, Índia e Itália, ou teríamos que fazer num primeiro momento uma espécie de reserva de mercado?", questionou.</p>
<p dir="ltr">Para Adalberto, isso depende do produto. No caso da dose da asparaginase, atualmente ela custa 1.600 dólares. "A chinesa está em torno de 60, 70 dólares, mas causa diversos efeitos colaterais." Avaliando o custo de produção da asparaginase peguilada, ele afirmou que seria possível produzi-la por 100 dólares a dose. "Eles também estão produzindo por menos de 100; vendem a 1600 porque são os únicos no mercado." A China apresenta mão de obra barata, mas tem custo de transporte, imposto e a questão da validade, que diminui conforme a demora para chegar nos hospitais brasileiros.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lauro-moreto/image" alt="Lauro Moretto" title="Lauro Moretto" height="255" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Lauro Moretto</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Para Graciano, o Brasil tem autonomia na produção e exportação de medicamentos, mas alta dependência de fármacos da China e Índia. Ele apontou que em 2021, o país importou  3,2 bilhões de dólares e produziu 338 milhões de dólares de IFA. "Entendo que não estamos dando a devida importância à necessidade de independência de insumos base para atendimento da população."</p>
<p dir="ltr">Em 2019, foi apresentada uma lei para privilegiar os registros de medicamentos que tenham IFAs nacionais. Está tramitando até hoje, mas não passou da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), lembrou. O mercado brasileiro farmacêutico é o oitavo do mundo, crescendo 5% ao ano.</p>
<p dir="ltr">Para Moretto, não apenas o governo federal poderia ter uma ação, como também vários governos estaduais poderiam ter plataformas próprias, além de pedir ajuda para o governo central e adquirir protagonismo no contexto geral.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Rogério Reis/Fiogruz; arquivo pessoal de Leoberto Costa Tavares; arquivo pessoal de José Antônio<br />Graciano; Secom-UFG; arquivo pessoal de Adalberto Pessoa Junior; Câmara Municipal de São Paulo</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Farmacologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-09-13T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ia-monitoramento-epidemias">
    <title>Como a Inteligência Artificial Pode Transformar o Monitoramento de Epidemias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ia-monitoramento-epidemias</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-977cc96c-7fff-e9d0-e515-226bb3024875"><span>O monitoramento de epidemias ainda depende, em grande parte, de sistemas de informação de vigilância  de notificação de agravos, que enfrentam limitações na coleta e análise de dados em tempo real.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nesta conferência, </span><i>segunda do ciclo </i><b><i>“Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”</i></b><i>,</i><b><i> </i></b><span>serão exploradas iniciativas que aplicam técnicas inovadoras incluindo o uso de inteligência artificial e modelos de forecasting e/ou nowcasting para detectar surtos com maior agilidade e precisão ou coletam novas fontes de dados (e.g. Google Trends, Google Mobility, dados de mídias sociais, etc), ou criaram novos sistemas de informação (e.g. um data lake que permite integração de dados de várias plataformas) que podem permitir entender as evidências de uma potencial emergência precocemente. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Será discutido também o papel estratégico das universidades nesse cenário — como elas podem contribuir para o avanço dessas tecnologias e de que forma a disponibilização de dados pode potencializar o desenvolvimento de métodos cada vez mais eficazes para a vigilância epidemiológica inclusive as capacidades de realizar esforços para a detecção precoce de possíveis surtos.</span></p>
<p dir="ltr">O Ciclo é organizado pelos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-sara-levin" class="external-link">Anna Levin</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura">Deisy Ventura</a> (PPG em Saúde Global e Sustentabilidade da FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliseu-waldman" class="external-link">Eliseu Waldman</a> (FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ester-sabino">Ester Sabino</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lorena-barberia">Lorena Barberia</a> (FFLCH-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia">Nelson Gouveia</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-amelia-veras">Maria Amélia Veras</a> (Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo), <a class="external-link" href="https://www5.usp.br/reitoria/superintendencias/superintendente-de-saude/">Paulo Lotufo</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA e POLI-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-figueiredo-costa" class="external-link">Silvia Figueiredo Costa</a> (FM-USP).</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-30T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cobertura-vacinal-adequada-protege-contra-volta-de-doencas-ja-controladas">
    <title>Cobertura vacinal adequada protege contra volta de doenças já controladas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cobertura-vacinal-adequada-protege-contra-volta-de-doencas-ja-controladas</link>
    <description>Especialistas esclarecem dúvidas sobre vacinas na primeira infância e obrigatoriedade da aplicação em quinto episódio de especial do USP Analisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d03a6c2e-7fff-53fc-109b-39e76e2363c0"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/vacina52.png/@@images/0699a458-bb55-4d00-8f96-1bf294730b25.png" alt="" class="image-left" title="" />A desinformação sobre vacinas tem se espalhado cada vez mais, principalmente depois do início da vacinação contra a covid-19. No quinto episódio do especial sobre vacinas produzido pelo USP Analisa, a biomédica e mestre em virologia pelo Instituto Evandro Chagas Ana Alice de Aquino, a estudante de graduação em ciências biológicas pela USP Ribeirão Preto Nathália Pereira da Silva Leite e o estudante de graduação em ciências farmacêuticas pela USP Ribeirão Preto Wasim Syed esclarecem fake news sobre a imunidade de crianças e reforçam a importância da obrigatoriedade da vacinação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Wasim, é comum as pessoas associarem a imunidade gerada após uma infecção pelo sarampo, que protege o indivíduo contra uma reinfecção a vida toda, a outras doenças e acreditarem que não é necessário se vacinar após a contaminação. Mas o estudante explica que somente a vacina pode, de fato, trazer uma proteção eficaz. “Estudos estão mostrando que a imunidade gerada pela infecção natural pelo coronavírus é diferente da imunidade gerada pela vacinação. Quando a gente introduz uma vacina, a gente espera ter um nível de imunogenicidade, ter um nível de anticorpos ou de resposta celular, de célula T, por exemplo, padrão. Ela não pode desviar tanto, tem que ser de uma forma esperada em cada paciente”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nathália destaca que é fundamental ter uma alta cobertura vacinal da população para evitar que doenças já controladas voltem a se espalhar. “As campanhas de vacinação contra a poliomielite no Brasil sempre foram muito bem sucedidas. A gente não tem poliomielite aqui faz muito tempo. Mas isso quer dizer que a gente não precisa mais se vacinar? Não, existem alguns países como o Paquistão onde a poliomielite ainda é endêmica. E hoje o trânsito internacional de pessoas é muito grande. Para alguém infectado com o vírus da poliomielite vir para o Brasil é muito fácil. Se a gente tem uma cobertura vacinal alta, a pessoa pode vir carregando o vírus que provavelmente uma epidemia não vai se instalar.”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Alice lembra ainda que a maioria das vacinas é aplicada na primeira infância porque crianças têm um sistema imunológico muito imaturo, o que pode prejudicar o desenvolvimento de uma resposta adequada em caso de infecção. Mesmo assim, alguns pais ainda hesitam em vacinar os filhos. “Não é raro a gente escutar pais e mães dizendo: meu filho é saudável, então ele não precisa se vacinar. Na verdade, a vacinação é recomendada independente da condição clínica ou socioeconômica. Algumas vacinas são sim recomendadas pelo risco epidemiológico, são administradas só em determinadas situações. Mas, no caso de bebês e crianças, todas as vacinas recomendadas para essa faixa etária devem ser administradas independente da condição clínica. É óbvio que algumas condições clínicas impedem a recomendação, porém são casos muito específicos”, ressalta ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (17), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (21), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Pró-Vacina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-17T01:24:34Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/coalizao-global-sera-necessaria-para-evitar-novas-pandemias-dizem-especialistas">
    <title>Coalizão global será necessária para evitar novas pandemias, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/coalizao-global-sera-necessaria-para-evitar-novas-pandemias-dizem-especialistas</link>
    <description>O evento "A Pandemia e a Ética" levantou questões sobre os erros éticos na gestão da pandemia de Covid-19 e o que devemos aprender para o futuro </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b5686318-7fff-8e36-43e6-c07d60a3f856"> </span></p>
<p dir="ltr">A Covid-19 se tornou uma pandemia em seis semanas, revelando que “um país sozinho não consegue segurar uma doença, muito menos impedir que chegue no seu território”, como avaliou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva?searchterm=paulo+saldi" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, ex-diretor do IEA e professor da Faculdade de Medicina da USP (FM-USP). “Depende de articulação sistêmica, depende de conceitos como empatia, solidariedade, transparência”, disse. Ele e<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/margareth-dalcomo?searchterm=Margareth+da" class="external-link"> Margareth Dalcolmo</a>, especialista em doenças respiratórias da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), participaram do webinar “A Pandemia e a Ética”, realizado pelo IEA no dia 29 de julho. O debate teve mediação do filósofo <a class="external-link" href="http://iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro?searchterm=renato+jani">Renato Janine Ribeiro</a>, professor honorário do IEA.</p>
<p dir="ltr"><span>O evento discutiu as novas questões éticas levantadas pela pandemia da Covid-19 e os caminhos possíveis para melhorar a gestão de futuras crises globais. Considerando que as doenças estão se espalhando mais rapidamente, os participantes do debate defendem que é necessário ter como valor ético a construção de um futuro que evite os danos causados por catástrofes como a causada pelo coronavírus.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Margareth coalizões internacionais são inarredáveis, mas para isso é preciso que os países e os governos saiam de qualquer veleidade obscurantista. “Esse momento que o mundo está vivendo exige uma grandeza que, atualmente, não vejo. Vivemos em um momento historicamente muito ruim, quando os valores mais elementares e humanos estão sendo vilipendiados em nome de qualquer outra coisa”, alegou Margareth. <img src="https://www.iea.usp.br/imagens/a-pandemia-e-a-etica-imagem" alt="A Pandemia e a ética - Imagem" class="image-right" title="A Pandemia e a ética - Imagem" /></span></p>
<p dir="ltr"><span>Os casos de países confiscando insumos já comercializados e, de quebra, contratos de venda para especulação destes insumos também preocupam os debatedores. “Nós estamos fazendo política de mercado. Se não tivermos um investimento a fundo perdido para estarmos prontos para os próximos vírus, vamos ter mortalidade”, comentou Saldiva. Na opinião dele, caso não sejam feitos tais investimentos, as perdas derivadas do arrefecimento da economia serão muito maiores do que os gastos para manter uma estrutura globalizada funcionando. “Precisamos redescobrir o prazer em fazer o certo sem recompensa ou mensuração”, argumentou.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apesar de terem ganhado holofote durante a pandemia, muitos dos problemas sociais e éticos já existiam antes, como foi ressaltado no debate. “Tudo foi desnudado de uma maneira absolutamente obscena, sobretudo num país como o Brasil, uma das maiores concentrações de renda do mundo”, afirmou Margareth. Diante de notícias de aglomerações públicas e que de pessoas que se recusam a usar máscaras, a especialista complementou: “O entendimento do direito coletivo é violado quando aqui no Rio de Janeiro, por exemplo,  ficou todo mundo em uma rua do Leblon. Eu descrevi como ato de arrogância, porque elas ali totalmente desprotegidas, aglomeradas e desrespeitando os trabalhadores que estavam ali servindo e usando máscara”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Conforme mostraram alguns estudos, adensamento populacional e uso do transporte público são fatores que impactam na forma como a doença se espalha pela cidade e nos índices de mortalidade. Saldiva lembra que a mortalidade na cidade de São Paulo se concentra em bairros de baixo índice socioeconômico e como mostrou a professora Raquel Rolnik, da FAU-USP, também está atrelada ao uso de transporte público. “São pessoas que, por pouca resiliência econômica, têm que se locomover em transporte público. Nós, que nos servimos dessas pessoas, temos que pensar se temos o direito ético ou não de exercer essa pressão naqueles que menos têm”, comentou o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ao complementar Saldiva, Margareth afirma que o saneamento básico e a educação também precisam ser melhor preparadas para evitar novas tragédias pandêmicas. “A realidade de saneamento no Brasil é, talvez, a coisa mais constrangedora, e não falo dos sertões ou lugares remotos, falo das periferias, das comunidades”, disse a médica. Para a especialista em doenças respiratórias, também “não é possível que ainda possa existir em 2021 alguém que não saiba a ler, que não tenha acesso à educação básica. Educação, saúde e saneamento são os bens mais preciosos para ter espírito crítico e, assim, criar um futuro mais consciente”, finalizou.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-11T18:07:20Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/clima-paisagem-e-saude">
    <title>Clima, Paisagem e Saúde nas Metrópoles da América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/clima-paisagem-e-saude</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As cidades são as grandes expressões geográficas deste novo século e têm ganhado notoriedade nos debates de painéis internacionais de clima e sustentabilidade nas últimas décadas.  Diante disto o evento convida a comunidade a refletir sobre os possíveis cenários de vulnerabilidade socioambiental das metrópoles da América Latina, diante das previsões climáticas. Através disto busca contemplar as <a class="external-link" href="http://www.agenda2030.org.br/ods/11/">ODS 11 – Cidades  Inteligentes e Sustentáveis</a> e a <a class="external-link" href="http://www.agenda2030.org.br/ods/13/">ODS 13 - Ação contra a Mudança Global do Clima</a></p>
<p>Um dos principais pontos das discussões sobre mudanças climáticas e cidades é a emissão de <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gases_do_efeito_estufa">GEE (Gases do Efeito Estufa)</a>, pois devido às atividades regidas por consumo energético, como o transporte, produção industrial, iluminação e conforto térmico, os centros urbanos se tornaram os maiores emissores dos GEE na atmosfera global (70% das emissões). Isto revela o importante papel que as áreas urbanas têm tido na alteração dos padrões climáticos globais. Outra questão importante é a vulnerabilidade das populações urbanas aos impactos das mudanças climáticas, já que atualmente mais de 50% da população mundial vive em áreas urbanas, com uma porcentagem significativa de pessoas vivendo em aglomerados subnormais e ocupações irregulares em encostas ou nas margens dos corpos de água, com precariedade de abastecimento de água potável e de saneamento básico, entre outros elementos indicativos de inadequação e de má distribuição dos serviços e da infraestrutura no meio urbano.</p>
<p>Tal realidade é ainda mais alarmante na América Latina e Caribe, onde a taxa de urbanização, por exemplo, chega a 80%. Essa situação deve se agravar, uma vez que está previsto que em 2050 cerca de 68% da população mundial residirá em cidades; particularmente nos países em desenvolvimento, que apresentam déficits no controle das transformações do uso do solo urbano.</p>
<p>As cidades de todo o mundo têm sofrido com a ocorrência de ondas de calor que têm elevado as temperaturas a valores extremos, aumentando a mortalidade por doenças do sistema circulatório e respiratório. Outro problema são os extremos de precipitação, que têm causado enchentes em cidades de países com diferentes níveis de desenvolvimento, e estas têm sido responsáveis por sérios impactos negativos na saúde pública; dentro deste debate merece especial atenção às cidades de países de clima tropical e em desenvolvimento, devido a sua maior vulnerabilidade ambiental e social a desastres de origem natural. Outro importante aspecto são os deslizamentos de terras que têm proporcionado sérios desastres naturais em cidades de países em desenvolvimento.</p>
<p>Diante deste enorme desafio o evento convida especialistas em clima de cidades de diferentes países da América Latina e regiões do Brasil, para refletir sobre o estado da arte das metodologias e técnicas empregadas no estudo da atmosfera urbana, bem como dos impactos dos eventos extremos nas infraestruturas urbanas e na saúde pública. Além disso, coloca como objetivo principal o desafio de desenvolver estratégias de adaptação para o impacto das mudanças climáticas locais e globais, dentro da discussão das “Soluções Baseadas na Natureza”. Serão contempladas as cidades de São Paulo, Brasília, Recife, Santiago e Cidade do México.</p>
<p><b>Coordenação: </b><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/magda-lombardo" class="external-link">Magda Adelaide Lombardo</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugo-rogerio-de-barros" class="external-link">Hugo Rogério de Barros</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-pellegrino" class="external-link">Paulo Renato Mesquita Pellegrino</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/demostenes-ferreira-da-silva-filho" class="external-link">Demóstenes Ferreira da Silva Filho</a> (pesquisadores do Centro de Síntese USP Cidades Globais)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-06-07T18:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cirurgia-fetal-ajuda-a-prevenir-problemas-de-desenvolvimento-em-bebes">
    <title>Cirurgia fetal ajuda a prevenir problemas de desenvolvimento em bebês</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cirurgia-fetal-ajuda-a-prevenir-problemas-de-desenvolvimento-em-bebes</link>
    <description>Procedimento, que ainda é pouco realizado no Brasil, será tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/babypublic_domain_pixabay.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma técnica capaz de corrigir malformações graves antes mesmo do nascimento, a cirurgia fetal pode salvar vidas e evitar diversos problemas em crianças. O procedimento, que ainda é pouco realizado no Brasil, será tema do USP Analisa desta semana. O programa entrevista o professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Lourenço Sbragia Neto.</span><span> </span></p>
<p>Segundo ele, existem dois tipos de cirurgia fetal. Na cirurgia fetal aberta, um corte no abdome da paciente permite que o cirurgião chegue até o útero e faça o procedimento por meio de uma incisão muito pequena, sem a necessidade de retirar o feto do órgão. Já a intervenção fetal é realizada com o auxílio de um aparelho chamado fetoscópio, evitando cortes no abdome da paciente.<span> </span></p>
<p>O docente destaca ainda que esse tipo de cirurgia é bastante indicado em duas situações. No caso de defeitos da coluna conhecidos popularmente como espinha bífida, o procedimento evita a ocorrência de hidrocefalia e reduz em até 50% a necessidade de implantação de uma válvula após o nascimento, prevenindo problemas no desenvolvimento neuromotor. Já em tumores raros no pulmão ou na coluna que geram sangramentos, a cirurgia fetal é fundamental para salvar a vida do bebê.<span> </span></p>
<p>“Toda situação de indicação para doença fetal precisa ser bem diagnosticada. Por isso, é necessário que toda grávida faça o pré-natal para identificar algum tipo de doença, especificamente um ultrassom, permitindo que se possa triar, a partir de 20 semanas, algum defeito congênito”, explica o docente.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta sexta (17), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=9639">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-15T20:07:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-verdes-e-saudaveis-um-debate-sobre-arborizacao-e-saude-coletiva">
    <title>Cidades verdes e saudáveis: um debate sobre arborização e saúde coletiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-verdes-e-saudaveis-um-debate-sobre-arborizacao-e-saude-coletiva</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a95cce8e-7fff-04ac-66bf-b1b793755ebb"><span>Áreas verdes são comprovadamente benéficas à saúde do ser humano - e isso já é um consenso na comunidade científica. Porém, nem sempre a conexão com a natureza é encontrada nos grandes agrupamentos urbanos e nos equipamentos de seu espaço público. O evento vai discutir a importância de ambientes arborizados e de políticas públicas de saúde que os levem em consideração.</span></span></p>
<p><span><span><strong>Debatedores</strong></span></span></p>
<p><span><span><strong>Paulo Saldiva (FMUSP)<br />Marcela Petenusci <span id="docs-internal-guid-59eb2590-7fff-3708-ade5-7ccef5623f33"><span>(IPCCIC)</span></span><br />Perci Guzzo (Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Ribeirão Preto)</strong></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-18T00:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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