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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-116">
    <title>Dossiê da edição 116 da revista Estudos Avançados examina faces da violência na sociedade brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-116</link>
    <description>Edição 116 da revista Estudos Avançados apresenta o dossiê "Violência, Dor e Sofrimento", além de três artigos sobre sociologia e quatro resenhas de livros.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-116" alt="Capa da revista Estudos Avançados 116" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 116" /></p>
<p>Num momento em que o governo dos Estados Unidos discute se classifica o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações narcoterroristas, algo que pode dar margem a violações da soberania brasileira, a <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2026.v40n116/">edição 116 da revista Estudos Avançados</a>, lançada recentemente, abre seu dossiê “Violência, Dor e Sofrimento” com uma análise sobre a inadequação dessa classificação [veja o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-116#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo].</p>
<p>O conjunto de textos também discute como o sistema prisional favorece os vínculos entre o PCC e quadrilhas independentes que cometem crimes violentos ao patrimônio. Ainda no âmbito da segurança pública, outro texto analisa como disputas entre grupos internos às polícias inviabilizam reformas substanciais na área.</p>
<p>Mas o dossiê não se restringe a análise da atuação e características de organizações criminosas e instituições policiais. O sociólogo Sérgio Adorno, editor da publicação, enfatiza que, além das formas usuais de violência associadas à delinquência e aos crimes contra a pessoa e o patrimônio, “o mundo globalizado tem experimentado exacerbação dos conflitos nas relações sociais e interpessoais, no mundo público e na vida privada, nas relações entre civis e nas políticas”. Essa é a razão da abrangência temática do dossiê.</p>
<p><strong>Crime organizado</strong></p>
<p>Francisco Thiago Rocha Vasconcelos e Ricardo Moura Braga Cavalcante, ambos vinculados à Universidade Federal do Ceará, são os autores do artigo “Narcoterrorismo e Narcoestado: Genealogias, Usos Políticos e Riscos Analíticos frente às Facções no Brasil”. A definição de narcoterrorismo opera sobretudo como categoria retórica e geopolítica, “sem consistência analítica”, afirmam. Para eles, o caso brasileiro mostra como grupos criminosos produzem formas de governança armada que não se confundem com terrorismo, exigindo distinções analíticas entre violência expressiva, captura institucional e mercados ilícitos.</p>
<p>A rotulagem de facções criminosas como “terroristas” apaga sua base social, sua inscrição prisional e seu caráter econômico, “substituindo a análise por uma gramática de guerra que autoriza políticas de exceção”, ponderam.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong><i>Digital e impressa</i></strong></p>
<p><i>A versão digital do número 116 da revista Estudos Avançados está disponível gratuitamente na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2026.v40n116/" target="_blank">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. Em breve será lançada a versão impressa (R$ 45,00).  Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer assinatura anual (três edições por R$ 150,00) devem enviar mensagem para <a href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quanto ao narcoestado, consideram que o termo pode ter utilidade para descrever dinâmicas de captura institucional vinculadas a economias ilícitas, “desde que empregado de modo crítico, evitando generalizações que reforçam tutelas sobre países periféricos”. No caso brasileiro, avaliam que as dinâmicas envolvem menos captura vertical de instituições e mais infiltração capilar e fragmentada de atividades ilícitas, por meio de “combinações de omissão estratégica, corrupção localizada e interesses políticos imediatos”.</p>
<p>A relação do PCC com crimes violentos ao patrimônio, especificamente os grandes roubos a instituições financeiras em várias cidades do país, é analisada em artigo do sociólogo Leonardo José Ostronoff, da<i> </i>Universidade Federal de Santa Catarina. Esses roubos constituíram o que o jargão policial e a mídia passaram a chamar de “novo cangaço” ou “domínio de cidades”.</p>
<p>Por meio do exame de documentos, entrevistas e bibliografia, Ostronoff analisa o processo que, a partir do “novo cangaço”, típico de cidades pequenas, levou ao “domínio de cidades”, que atinge cidades médias e grandes e conta com grupos maiores, explosivos e armamento de maior poder de fogo. O trabalho de campo teve como referência a cidade de Curitiba, PR.</p>
<p>A conclusão é que esses crimes não são organizados institucionalmente pelo PCC, são operações de indivíduos independentes, apesar de alguns membros da facção atuarem nelas. As relações desses criminosos com a facção ocorrem devido ao controle que ela tem do sistema prisional. As redes formadas nos presídios possibilitam o recrutamento de criminosos especializados nas tarefas exigidas pelas ações, além do empréstimo de armas e acesso a explosivos, explica o autor.</p>
<p>Ainda no campo da segurança pública, Julia Maia Goldani, pesquisadora da Escola de Direito de São Paulo da FGV, escreve sobre as dinâmicas institucionais que “minam reformas democráticas nas polícias militares do Brasil pós-1988”. Ela vê uma lacuna na compreensão dos mecanismos que propiciam a resistência das polícias a mudanças institucionais.</p>
<p>Para discutir essa lacuna, Goldani analisa o ocorrido com a <a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/114516">Proposta de Emenda Constitucional 51/2013</a>, cujo objetivo era uma reforma estrutural, e com a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora do Rio de Janeiro, exemplo de reforma incremental.</p>
<p>No caso da PEC 51/2013, ela comenta que a atuação das cúpulas de associações das diferentes categorias policiais resultou num impasse político no Congresso Nacional, com Presidência da República não interferindo para não assumir o custo político da iniciativa. O resultado foi o abandono da proposta. Já a implantação gradual de um policiamento democrático por meio das UPPs “esbarrou nos interesses de outros grupos dentro da corporação, que divergiam da visão de segurança pública proposta ou percebiam a mudança de paradigma como uma ameaça às suas posições e perspectivas dentro da organização”.</p>
<p><strong>Filosofia</strong></p>
<p>O dossiê conta ainda com duas traduções (acompanhadas de introduções dos tradutores): “O Sofrimento Não É Dor”, do filósofo francês Paul Ricoeur (1912-2005), traduzido por Caroline Fanizzi e José Sérgio Fonseca de Carvalho, ambos professores da Faculdade de Educação da USP; e “Invisibilidade: Sobre a Epistemologia do Reconhecimento”, de Axel Honneth, traduzido por Arthur Meucci, da Universidade Federal de Viçosa.</p>
<p>O texto original de Ricoeur foi apresentado em colóquio da Associação Francesa de Psiquiatria em janeiro de 1992. De acordo com os tradutores, o filósofo adota como hipótese de trabalho a de que o sofrimento consiste na diminuição da potência de agir.</p>
<p>Axel Honneth propõe uma reformulação epistemológica da teoria do reconhecimento a partir da análise da invisibilidade social, inspirada no romance “O Homem Invisível”,<i> </i>de Ralph Ellison. Para Honneth, a invisibilidade não remete à ausência perceptiva literal, mas a uma forma simbólica de desrespeito: o ato de “olhar através” do outro nega-lhe reconhecimento como sujeito moral e social válido.</p>
<p><strong>Literatura e canção</strong></p>
<p>O retrato da violência feito em obras artísticas como contos e canções e até como ela foi facilitada pelos meios digitais são temas de três artigos. Em sua análise do livro de contos “Insubmissas Lágrimas de Mulheres”, de Conceição Evaristo, Ianá de Souza Pereira, da Universidade Paulista, aponta que a obra deve ser entendida a partir de estruturas econômico-sociais, raciais e patriarcais que explicam o lugar social destinado às mulheres negras nas sociedades capitalistas. No livro, são elas que comunicam e refletem sobre a experiência de ser mulher e negra dentro do patriarcado de supremacia branca e capitalista. O objetivo do artigo é compor uma análise crítica do racismo e do patriarcado exposto pelo texto de Evaristo.</p>
<p>Adriano de Paula Rabelo, da Universidade Federal de Kazan, Rússia, compara como uma canção estadunidense e outra brasileira tratam de um tipo específico de violência urbana: o assassinato, por agentes do Estados e outras pessoas, de jovens levados ao crime pelas desigualdades sociais. As canções são “In the Ghetto”, de Mac Davis, gravada por Elvis Presley em 1969, e “O Meu Guri”, de Chico Buarque, gravada por ele em 1981.</p>
<p>Uma nova forma de violência contra a mulher surgiu com o mundo digital: os sites eróticos. No artigo “A Dialética do Visível e do Oculto na Cibercultura”, Priscila Gonçalves Magossi, doutora em comunicação e cultura, aponta que “os resultados revelam uma arquitetura de impunidade global sustentada por contratos ilegítimos e fake news que se apropriam de pautas progressistas”. Segundo a autora, os mandantes desse submundo atuam em vácuo jurídico total, impondo cláusulas que silenciam vítimas e violam direitos fundamentais. O combate a isso, diz, exige regulação transnacional, educação mediática crítica e políticas públicas que priorizem direitos humanos.</p>
<p><strong>História</strong></p>
<p>As marcas de um tipo brutal de violência, aquela vivida pelos sobreviventes das bomba atômicas lançada em Hiroshima e Nagasaki pelos Estados Unidos em 1945, são analisadas em texto de Cristiane Izumi Nakagawa, psicanalista e doutora em psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP. O trabalho tem como base entrevista da autora com Keiko Ogura, uma hibakusha, como são chamados aqueles que sobreviveram à bomba, no caso dela, à lançada em Hiroshima. O objetivo foi fazer um exame psicológico dos testemunhos desses sobreviventes, com atenção especial a dois fenômenos psicológicos fundamentais para a compreensão dessas memórias: o trauma e o sentimento de culpa por ações ou omissões que causaram sofrimento a outras pessoas.</p>
<p>Mas a violência também suscita discussões sobre a postura institucional e do público em relação a ela. Isso é explorado em artigo sobre pesquisa e trabalho técnico desenvolvidos por parceria entre o Departamento de Patologia e Medicina Legal da Faculdade de Medicina e o Instituto de Biociências, ambos da USP, sobre as cabeças decepadas de Virgulino Ferreira da Silva (1897-1938), o Lampião, e Maria Gomes de Oliveira (1910-1938), a Maria Bonita. A abordagem dos pesquisadores foi baseada na revisão historiográfica e na análise qualitativa de documentos históricos, entrevistas e reportagens. "Essa metodologia permitiu explorar as narrativas que envolvem o consumo do trágico e as controvérsias sobre a preservação e exposição desses vestígios, contribuindo para discussões mais aprofundadas sobre memória, identidade e práticas museológicas", afirmam os autores.</p>
<p><strong>SOCIOLOGIA</strong></p>
<p>Outros três textos da edição configuram um minidossiê dedicado à sociologia, com propostas para sua evolução, um debate sobre o papel dos autores clássicos no discurso sociológico e um ensaio sobre o livro “A Revolução Burguesa no Brasil”, de Florestan Fernandes.</p>
<p>De acordo com Maria Aparecida de Moraes Silva, da Unesp e da UFSCar, diante das mudanças aceleradas do mundo contemporâneo, "somos levados a crer que nossa missão é dar respostas aos problemas que nos afligem desde a esfera do cotidiano, dos mais longínquos e, até mesmo, dos desconhecidos". Seu artigo "Por uma Sociologia Provocadora (de Respostas)" é baseado em conferência que fez no 22º Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia, em julho de 2025. O objetivo do trabalho, afirma, "é contribuir para uma sociologia provocadora de respostas<i>, </i>na qual o fazer sociológico<i> </i>esteja em constante processo de diálogo crítico e autocrítico com as teorias e métodos adotados, e os pontos de observação da realidade social não sejam tomados como fixos, determinísticos, porém como moventes e probabilísticos".</p>
<p>Mas diante dessa necessidade de transformação da sociologia defendida por Moraes Silva, que papel fica reservado aos autores clássicos? É sobre isso que trata o texto "O Qque Fazer com os Clássicos da Sociologia? Diagnóstico e Prognóstico", de Carlos Eduardo Sell, da UFSC. Ele examina a transformação do papel desses autores, com destaque para as implicações epistemológicas, metodológicas e pedagógicas disso. Sell identifica a emergência de um novo regime discursivo (heurística negativa) e de um consenso difuso que molda o etos científico contemporâneo. Na segunda parte do artigo, ele propõe uma heurística positiva de reflexão e ensino da teoria sociológica.</p>
<p>A seção é completada justamente com texto sobre a importância atual de um livro clássico de um dos expoentes da sociologia brasileira, Florestan Fernandes. Em 2025, seu livro "A Revolução Burguesa no Brasil" completou 50 anos da primeira edição. Para os autores do artigo, André Botelho e Antonio Brasil Jr., ambos da UFRJ, a obra está mais atual do que nunca, seja pelo ponto de vista teórico, que pode ser testado na concepção, na fatura do texto e na análise crítica forjadas a partir de uma abordagem sociológica peculiar, seja pela visão política das espirais da democracia no Brasil e no mundo.</p>
<p><strong>RESENHAS</strong></p>
<p>A seção “Resenhas” traz artigos sobre os livros “Des Électeurs Ordinaires: Enquête sur la Normalization de l’Extrême Droite” (Eleitores Comuns: Investigação sobre a Normalização da Extrema Direita), de Félicien Faury, ainda sem edição no Brasil; “Permanecer Bárbaro: Não Brancos contra o Império”, de Louisa Yousfi; “História da América Latina em 100 Fotografias”, de Paulo Antonio Paranaguá; e “Razão Desumana: Cultura e Informação na Era da Desinformação Inculta (e Sedutora)”, de Eugênio Bucci.</p>
<hr align="center" size="2" width="100%" />
<p> </p>
<p><strong><a name="sumario"></a>Sumário</strong></p>
<p><strong>Violência, Dor e Sofrimento</strong></p>
<ul>
<li>Narcoterrorismo      e Narcoestado: Genealogias, Usos Políticos e Riscos Analíticos frente às      Facções no Brasil – <i>Francisco Thiago Rocha Vasconcelos e Ricardo      Moura Braga Cavalcante</i></li>
</ul>
<ul>
<li>A      Centralidade da Prisão nas Relações entre Crimes Violentos ao Patrimônio e      o PCC – <i>Leonardo José Ostronoff</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Polícias      em Conflito: “Pluralismo Policial” e os Vetos a Reformas na Segurança      pública – <i>Júlia Maia Goldani</i></li>
</ul>
<ul>
<li>No      Gueto e na Favela: Duas Canções, Dois Retratos da Violência – <i>Adriano      de Paula Rabelo</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Um      Intérprete da Experiência Contemporânea: Paul Ricoeur e a Compreensão do      Sofrimento – <i>Caroline Fanizzi e José Sérgio Fonseca de Carvalho</i></li>
</ul>
<ul>
<li>A      Invisibilidade Social como Desrespeito na Teoria do Reconhecimento de Axel      Honneth – <i>Arthur Meucci</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Trauma      e Culpa nos hibakusha: Um Estudo da Memória de Keiko Ogura – <i>Cristiane      Izumi Nakagawa</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Conceição      Evaristo e os Arredores de “Insubmissas Lágrimas de Mulheres”<i> –      Ianá de Souza Pereira</i></li>
</ul>
<ul>
<li>A      “Mortigrafia” de Lampião e Maria Bonita: Considerações sobre a      Musealização do Trágico (1938-2023) – <i>Jô Veras Closs et al.</i></li>
</ul>
<ul>
<li>A      Dialética do Visível e do Oculto na Cibercultura – <i>Priscila      Gonçalves Magossi</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Esperançar      o Presente: Sobre Futuros Inéditos e Viáveis – <i>Bruno Souza Leal e      Ana Regina Rego</i></li>
</ul>
<p><strong>Sociologia</strong></p>
<ul>
<li>Por      uma Sociologia Provocadora (de Respostas) – <i>Maria Aparecida de      Moraes Silva</i></li>
</ul>
<ul>
<li>O      Que Fazer com os Clássicos da Sociologia? Diagnóstico e Prognóstico      – <i>Carlos Eduardo Sell</i></li>
</ul>
<ul>
<li>"A      Revolução Burguesa no Brasil": 50 anos de um Clássico Difícil – <i>André      Botelho e Antonio Brasil Jr.</i></li>
</ul>
<p><strong>Resenhas</strong></p>
<ul>
<li>Sociologia      da Normalização Política: A Extrema-Direita na França – <i>Fabio      Mascaro Querido</i></li>
</ul>
<ul>
<li>"Permanecer      Bárbaro"<i> </i>de Louisa Yousfi: Insurgências contra a      Domesticação Civilizatória – <i>Morgane Reina</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Propósito      e Valor dos Acervos Fotográficos ao redor do Mundo – Hoje e no Futuro      – <i>Sergio Burgi</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Razão,      Técnica e (Des)Informação: Os Vetores das Crises Contemporâneas – <i>Tatiana      Dourado</i></li>
</ul>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-04-07T17:03:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/matematica-ciencia-e-sociedade-25-02-2026">
    <title>Matemática, Ciência e Sociedade - 25/02/2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/matematica-ciencia-e-sociedade-25-02-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Otavio Frias Filho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-04-02T21:58:32Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/playlist-coletanea-de-videos-sobre-territorialidade-e-transversalidades-ja-esta-disponivel-no-canal-do-iea">
    <title>Coletânea de vídeos sobre territorialidade e transversalidades já está no canal do IEA no YouTube</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/playlist-coletanea-de-videos-sobre-territorialidade-e-transversalidades-ja-esta-disponivel-no-canal-do-iea</link>
    <description>IEA lança playlist sobre territorialidade e transversalidades no Brasil. Coletânea reúne trabalhos do Ciclo 2025-2026 dos catedráticos Nísia Trindade, Alemberg Quindins e Fernando José de Almeida, à frente da Cátedra Olavo Setubal.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5f198cbd-7fff-d5a1-573d-0cca4771257d"> </span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Veja também</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a class="external-link" href="http://www.youtube.com/playlist?list=PLzxGsRt_Q0kd5kuH3Dt1X9kRQzr8CIB4y" style="text-align: center; ">Playlist "Caminhos da Cutia: Os Saberes das Mulheres Indígenas no Reflorestamento do Mundo</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>O IEA lançou a playlist </span><a href="https://youtube.com/playlist?list=PLzxGsRt_Q0keznS00uZsPUriFvbw4bGIt&amp;si=ujJDXoxy6j842kDH"><span>Territórios: Diversidades, Desigualdades e Aprendizados Sociais</span></a><span> em seu </span><a href="https://www.youtube.com/@iea-usp"><span>canal no YouTube</span></a><span>. Já disponível para acesso por meio </span><a href="https://youtube.com/playlist?list=PLzxGsRt_Q0keznS00uZsPUriFvbw4bGIt&amp;si=ujJDXoxy6j842kDH"><span>deste link</span></a><span>, o conjunto de vídeos consolida os trabalhos do Ciclo 2025-2026 da </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia"><span>Cátedra Olavo Setubal - Transversalidades</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na coletânea, os catedráticos – a trinca </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nisia-trindade-lima"><span>Nísia Trindade</span></a><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alemberg-quindins"><span>Alemberg Quindins</span></a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-jose-de-almeida"><span>Fernando José de Almeida</span></a><span> – exploram a diversidade de conhecimentos territoriais em três regiões do Brasil. O projeto busca aproximar os pesquisadores das cidades, em contato com a população e suas instituições. Além da série sobre os territórios dos titulares, há vídeos de seminários e retrospectos da cerimônia de posse do trio. </span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span></p>
<p dir="ltr"><span>Durante os últimos 10 meses, Nísia, Alemberg e Fernando tiveram como objetivo principal desenvolver três projetos voltados aos estudos do programa Territórios: Diversidades, Desigualdades e Aprendizados Sociais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>São eles: o </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Hx0m3wTXl0k"><span>Seminário Territórios Errantes: Diálogos Sobre Memória, Educação e Práticas Artísticas</span></a><span>; a série </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4lVDP7wZTsI"><span>Cátedra em Movimento</span></a><span>; além de </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/disciplina-pos-cosacce-2026"><span>uma disciplina oferecida a alunos da pós-graduação</span></a><span>, que terá início no primeiro semestre de 2026. As aulas da disciplina serão transmitidas ao vivo pelo YouTube do IEA, sem emissão de certificados para quem acompanhar online.</span></p>
<p><span><strong>Projeto Cátedra em Movimento - Encontros Territoriais</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>Além dos vídeos da </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=1vzQ2z2YIJ0"><span>cerimônia de posse</span></a><span> e do Seminário </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Hx0m3wTXl0k"><span>"Territórios Errantes: Diálogos Sobre Memória, Educação e Práticas Artísticas"</span></a><span> , a playlist traz os registros audiovisuais da Cátedra em Movimento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O projeto propõe-se a oferecer uma imersão dos catedráticos na sociedade civil. A série de três vídeos mostra os destaques das passagens de seus principais pontos de referência – os locais visitados são, principalmente, áreas relacionadas a cada um dos integrantes da trinca.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As visitas começaram pelo Rio de Janeiro (RJ), na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – vinculada ao Ministério da Saúde e presidida por Nísia entre 2017 e 2021 – e em comunidades do entorno da instituição. Lá, a comitiva de pesquisadores pode entrar em contato com projetos desenvolvidos pela Fiocruz em parceria com iniciativas de locais como Maré e Manguinhos.</span></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/bDy3ZnAY4fM?si=GnFteBaAB3LOxavi" title="YouTube video player" width="560"></iframe></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span>Já em Nova Olinda (CE), na Fundação Casa Grande – Memorial do Homem Kariri – cofundada pelo catedrático Alemberg Quindins –, a programação visou conhecer espaços e iniciativas culturais da região do Cariri, como o Museu do Ciclo do Couro e o Memorial do Mestre Espedito Seleiro.</span></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/IZNVfym9mqM?si=RMl-ApVH-wL9qgzp" title="YouTube video player" width="560"></iframe></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span>Por fim, na visita realizada entre 22 e 23 de setembro de 2025 aos Centros Educacionais Unificados (CEUs) em São Paulo, os pesquisadores dialogam com gestores das instalações de incentivo à cultura e ao esporte – cuja implantação ocorreu durante a atuação de Fernando José de Almeida como secretário municipal de educação – para conhecer os impactos da iniciativa na população.</span></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/4lVDP7wZTsI?si=QR8Sr8jV3uL4kVhN" title="YouTube video player" width="560"></iframe></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Jônatas Fuentes</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Periferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Território</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-03-04T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-engenharia-paz">
    <title>Mulheres &amp; Engenharia para a Paz - Homenagem ao Dia Internacional da Mulher</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-engenharia-paz</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O encontro, uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher, é um retrato do cotidiano de mulheres em posição de liderança.</p>
<p>Traz à luz os desafios contemporâneos, motivando atuais e futuras gerações de mulheres de todas as idades, classes sociais e origem, rumo ao equilíbrio de gênero na sociedade brasileira e mundial. O evento contará com a presença de líderanças femininas e abordará o tema <i>Mulheres e Engenharia para Paz</i>.</p>
<p>Engenharia para Paz, ou <i>Peace Engineering</i>, é um campo transdisciplinar emergente na educação e pesquisa, enfatizando o papel significativo da inovação e tecnologia na prevenção e resolução de conflitos – consolidando pontes entre ciência, cultura e paz – em direção a um futuro sustentável para a humanidade e meio-ambiente.</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-03-04T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ccd-cenas-uso-drogas">
    <title>Novo centro analisará efeitos das políticas para cenas abertas de uso de droga na cidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ccd-cenas-uso-drogas</link>
    <description>Desde o final de 2025, o IEA conta com um Centro de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) da Fapesp. O tema do projeto são as cenas abertas de uso de droga na cidade de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cena-aberta-de-uso-de-drogas-no-centro-de-sao-paulo-em-2017/image" alt="Cena Aberta de Uso de Drogas no centro de São Paulo em 2017" title="Cena Aberta de Uso de Drogas no centro de São Paulo em 2017" height="411" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Cena aberta de uso de drogas na região central da cidade de São Paulo em 2017</dd>
</dl></p>
<p>O IEA passou a sediar no final de 2025 um centro de ciência para o desenvolvimento (CCD) da Fapesp. Trata-se do CCD Cenas Abertas de Uso de Droga, um dos 34 projetos selecionados em setembro na quarta chamada de propostas do programa.</p>
<p>O Gabinete do Vice-Governador do estado de São Paulo é a instituição parceria do IEA na criação do centro, que tem como organismos associados a Casa Civil do governo estadual, três secretarias estaduais (Saúde, Segurança Pública e Desenvolvimento Social) e a Prefeitura Municipal de São Paulo.</p>
<p>Durante cinco anos, o centro estudará o impacto das políticas públicas sobre o problema das cenas abertas de uso de droga na cidade de São Paulo. Essas cenas constituem um fenômeno complexo e de grande impacto social, afetando setores como saúde pública, economia, segurança, habitação, moradia, transporte, planejamento urbano e assistência social.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Os Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) da Fapesp</h3>
<p>Os <a class="external-link" href="https://ccd.fapesp.br/">CCD da Fapesp</a> são núcleos de pesquisa com participação obrigatória de um ente público na criação e na execução do projeto, com o objetivo da solução de grandes desafios públicos enfrentados pelo governo.</p>
<p>De acordo com a fundação, os resultados da pesquisa devem não apenas promover o avanço no conhecimento existente, mas também evidenciar as melhorias esperadas nas políticas públicas.</p>
<p>Além disso, o projeto deve definir metas a serem alcançadas na difusão e transferência de tecnologia/conhecimento para a melhoria das políticas públicas, na criação de novas empresas e em outras iniciativas de impacto social ou econômico, definindo indicadores mensuráveis para a avaliação do trabalho.</p>
<p>O Programa CCD existe desde 2019, quando foi lançada a primeira chamada de propostas.  A quinta chamada<span style="text-align: center; "> foi lançada em 2025 e <a class="external-link" href="https://fapesp.br/17876/chamada-de-propostas-centros-de-ciencia-para-o-desenvolvimento-ccd-20252026">recebe propostas até 12 de março</a>.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/amancio-jorge-de-oliveira" alt="Amâncio Jorge de Oliveira" class="image-inline" title="Amâncio Jorge de Oliveira" /></h3>
<h3>Pesquisador responsável</h3>
<p>Amâncio Jorge de Oliveira, pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária e professor titular do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, é o pesquisador responsável pelo CCD Cenas Abertas de Uso de Droga. No IEA, ele coordena o Centro de Estudos de Negociações Internacionais (Caeni), núcleo de apoio à pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação. É responsável também pela Innovation and Science Diplomacy School, iniciativa de organismos da USP em parceria com outras instituições. Médico formado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Oliveira tornou-se doutor e livre-docente em ciência política pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Realizou pesquisa de pós-doutorado na Universidade de Nova York e foi pesquisador visitante do Centro Woodrow Wilson, ambos nos EUA. Foi vice-diretor do IRI e do Museu Paulista da USP.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O projeto conta com financiamento de R$ 8,3 milhões, que incluem recursos concedidos pela Fapesp e contrapartida da USP e das instituições governamentais parceiros. Parte dos recursos será destinada a bolsas para pesquisadores de vários níveis. Em março haverá a escolha de três pós-doutorandos.</p>
<p>A expressão “cena aberta de uso de droga” refere-se a espaços públicos ou semipúblicos onde o consumo de substâncias psicoativas ocorre de forma visível, frequentemente em contextos urbanos marginalizados. Ela passou a ser utilizada pelo poder público e pesquisadores como denominação neutra, em oposição ao termo “cracolândia”, considerado discriminatório e cruel em relação à situação de vida dos usuários de drogas que frequentam esses espaços.</p>
<p>No estudo do caso da experiência paulistana, o projeto utilizará uma abordagem longitudinal que permita avaliar as características do fenômeno antes e depois da implementação de políticas pelos governos municipal e estadual.</p>
<p>O pesquisador responsável pelo CCD, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/amancio-jorge-oliveira" class="external-link">Amâncio Jorge de Oliveira</a>, atual pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP, destaca que, embora já existam estudos que abordem dimensões específicas do fenômeno, há uma lacuna na produção de conhecimento que integre diferentes áreas e que avalie, de forma sistemática e multidisciplinar, os impactos da adoção de políticas públicas sobre as cenas abertas.</p>
<p>A proposta parte do pressuposto, a ser evidenciado empiricamente, de que as intervenções sofrem o efeito das interações entre elas, gerando benefícios ao processo de mitigação ou eliminação do problema.</p>
<p>Segundo Oliveira, o CCD atuará no sentido de ampliar o impacto das políticas já adotadas para a resolução do problema. "Além disso, receberá dados dos órgãos governamentais para integrar um grande banco de dados capaz de explicar como se dá esse impacto.”</p>
<p>Em paralelo à análise do caso da cidade de São Paulo, o centro fará estudos comparativos com outras realidades nacionais e internacionais, permitindo a construção de uma base de referência para a compreensão das especificidades do contexto paulistano.</p>
<p>Essa abordagem visa não apenas aprofundar o entendimento sobre os efeitos das políticas implementadas, mas também contribuir para a formulação de estratégias mais eficazes de intervenção.</p>
<p>O cronograma de trabalho do centro é composto de dez etapas:</p>
<ul>
<li>construção      do marco teórico;</li>
</ul>
<ul>
<li>mapeamento      das políticas públicas;</li>
</ul>
<ul>
<li>banco      de dados agregados;</li>
</ul>
<ul>
<li>credenciamento      e dados individuais;</li>
</ul>
<ul>
<li>entrevistas      qualitativas;</li>
</ul>
<ul>
<li>análises      estatísticas e triangulação;</li>
</ul>
<ul>
<li>estudos      internacionais comparativos;</li>
</ul>
<ul>
<li>painel      interativo e indicadores;</li>
</ul>
<ul>
<li>desenvolvimento      de plataforma com dashboards e indicadores;</li>
</ul>
<ul>
<li>relatório      e publicações.</li>
</ul>
<p>De acordo com Oliveira, as principais políticas públicas voltadas à questão das cenas abertas de uso de droga são: os programas municipais De Braços Abertos, (2014-2017) e Redenção (2017-2020), que substituiu o anterior; a Política Municipal sobre Álcool e outras Droga de São Paulo, criada pela <a href="https://www.google.com/search?q=Lei+n%C2%BA+17.089%2F2019&amp;oq=Pol%C3%ADtica+Municipal+de+Drogas+%282019%29&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQIRifBdIBBzk4MWowajmoAgawAgHxBRN9jBaK5lo_&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8&amp;ved=2ahUKEwjzwPTX7feSAxVvIbkGHcrCOwUQgK4QegQIARAB">Lei 17.089/2019</a>; a Política Estadual sobre Drogas de São Paulo, instituída pela <a class="external-link" href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2019/lei-17183-18.10.2019.html">Lei 17.183/2019</a>; e o Hub de Cuidado em Crack e Outras Drogas, implantado pelo governo estadual em 2024.</p>
<p>Ele afirma que a pesquisa busca justamente sistematizar os impactos dessas políticas: "O grande desafio será saber o peso de cada intervenção. Entender, por exemplo, o peso das políticas de saúde e o peso das políticas de segurança. Aumenta o desafio o fato de que uma política interfere na outra e o isolamento da causalidade é, de ponto de vista metodológico, extremamente complexo".</p>
<p>O centro não terá a finalidade de analisar apenas os efeitos das políticas públicas nas pequenas cenas abertas de uso de droga atuais, surgidas depois da dispersão da grande aglomeração que havia no bairro de Santa Efigênia, na região central de São Paulo.</p>
<p>O objetivo é mais amplo, aponta o pesquisador responsável: "O centro irá reconstruir toda a trajetória do fenômeno das cenas abertas e os impactos das políticas públicas sobre esse fenômeno. A proposta é acompanhar o fenômeno do ponto de vista individual, do ponto de vista de microdados, e do ponto de vista agregado, no sentido do agrupamento de cenas abertas. É um grande projeto ligado à extensão universitária na medida em que busca compreender o efeito da ciência em política públicas".</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Rovena Rosa/Agência Brasil e Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CCD Cenas Abertas de Uso de Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-02-27T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/matematica-ciencia-sociedade">
    <title>Matemática, Ciência e Sociedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/matematica-ciencia-sociedade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ao longo deste ciclo, diversos de nossos melhores especialistas se debruçaram sobre o tema do papel da ciência para o desenvolvimento de pontos de vista muito  diversos.</p>
<p>Nesta conferência de encerramento, o catedrático Marcelo Vianna irá fazer um balanço dessas considerações e engajar os participantes a um debate sobre o papel social da ciência.</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Conferencista:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-viana" class="external-link">Marcelo Viana<span style="text-align: justify; "> </span></a><span style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; ">(catedrático </span></span><span style="text-align: justify; "><span>da Cátedra Otavio Frias Filho</span></span><span style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; ">)</span></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Comentaristas:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-chaves-de-melo-e-silva">André Chaves de Melo Silva</a><span> (coordenador acadêmico da Cátedra Otavio Frias Filho)</span></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vinicius-mota">Vinicius Mota</a><span> (editor-executivo da Folha de S.Paulo)</span></span></p>
<h3>Transmissão:</h3>
<div class="visualClear">Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Otavio Frias Filho</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-02-10T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/as-universidades-e-sua-conexao-com-a-sociedade">
    <title>As universidades e sua conexão com a sociedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/as-universidades-e-sua-conexao-com-a-sociedade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-ef24020e-7fff-8eab-e58d-a438e16e8a52"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Mostrar à sociedade como a produção acadêmica e científica das universidades impacta no dia a dia é fundamental para que ela entenda a importância de valorizar essas instituições e, no caso das universidades públicas, cobrar dos governos investimento em sua manutenção. Pensando nisso, o Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, promove no dia 28 de novembro, a partir das 10h, a conferência “As universidades e sua conexão com a sociedade”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente on-line, com transmissão pelo </span><a href="https://youtube.com/live/hhJieYrfhuw"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScvJKnuyh1-hIgWLCRhJ434py3J_m3kpb51opyUOwZWum3aCA/viewform?usp=dialog"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem o formulário que será disponibilizado no chat do YouTube durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o presidente da Academia Mundial de Ciências para o avanço da ciência em países em desenvolvimento (TWAS) Marcelo Knobel. Ele tem graduação e doutorado em Física pela Unicamp e pós-doutorados pelo Instituto de Magnetismo Aplicado, da Espanha, e pelo Istituto Elettrotecnico Nazionale Galileo Ferraris, da Itália. Foi reitor e pró-reitor de Graduação da Unicamp, diretor do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), vice-presidente da Sociedade Brasileira de Física e presidente do Insper.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Knobel é referência mundial no campo do magnetismo, sendo reconhecido como pioneiro no estudo da magnetoresistência gigante em sistemas granulares e na investigação da magnetoimpedância gigante em fios e fitas amorfos e nanocristalinos. Além de sua contribuição à pesquisa, se dedica à divulgação científica e é pesquisador na área de percepção pública da ciência.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também vão participar do debate os </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/carreira-docente-de-impacto/"><span>membros permanentes do Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto</span></a><span>, relação que inclui, além de professores e pesquisadores de diversas unidades da USP, integrantes de instituições como Global Initiative on AI for Health da Organização Mundial da Saúde (OMS), Academia Brasileira de Ciências, Academia Mundial de Ciências para o avanço da ciência em países em desenvolvimento (TWAS), Fapesp, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Illinois Urbana-Champaign e Harvard Medical School.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-11-12T16:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conexao-entre-universidades-e-sociedade-e-tema-de-conferencia-on-line">
    <title>Conexão entre universidades e sociedade é tema de conferência on-line</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conexao-entre-universidades-e-sociedade-e-tema-de-conferencia-on-line</link>
    <description>Evento, que é promovido pelo Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto do IEA-RP, terá como palestrante o físico e presidente da TWAS Marcelo Knobel</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-9927eb2c-7fff-9cd7-c7e1-23c211e4cb48"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Asuniversidadesesuaconexocomasociedade.png/@@images/0e10d595-9c7d-45c1-a9e0-4779d3134e37.png" alt="" class="image-left" title="" />Mostrar à sociedade como a produção acadêmica e científica das universidades impacta no dia a dia é fundamental para que ela entenda a importância de valorizar essas instituições e, no caso das universidades públicas, cobrar dos governos investimento em sua manutenção. Pensando nisso, o Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, promove no dia 28 de novembro, a partir das 10h, a conferência “As universidades e sua conexão com a sociedade”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente on-line, com transmissão pelo </span><a href="https://youtube.com/live/hhJieYrfhuw"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScvJKnuyh1-hIgWLCRhJ434py3J_m3kpb51opyUOwZWum3aCA/viewform?usp=dialog"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem o formulário que será disponibilizado no chat do YouTube durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o presidente da Academia Mundial de Ciências para o avanço da ciência em países em desenvolvimento (TWAS) Marcelo Knobel. Ele tem graduação e doutorado em Física pela Unicamp e pós-doutorados pelo Instituto de Magnetismo Aplicado, da Espanha, e pelo Istituto Elettrotecnico Nazionale Galileo Ferraris, da Itália. Foi reitor e pró-reitor de Graduação da Unicamp, diretor do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), vice-presidente da Sociedade Brasileira de Física e presidente do Insper.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Knobel é referência mundial no campo do magnetismo, sendo reconhecido como pioneiro no estudo da magnetoresistência gigante em sistemas granulares e na investigação da magnetoimpedância gigante em fios e fitas amorfos e nanocristalinos. Além de sua contribuição à pesquisa, se dedica à divulgação científica e é pesquisador na área de percepção pública da ciência.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também vão participar do debate os </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/carreira-docente-de-impacto/"><span>membros permanentes do Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto</span></a><span>, relação que inclui, além de professores e pesquisadores de diversas unidades da USP, integrantes de instituições como Global Initiative on AI for Health da Organização Mundial da Saúde (OMS), Academia Brasileira de Ciências, Academia Mundial de Ciências para o avanço da ciência em países em desenvolvimento (TWAS), Fapesp, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Illinois Urbana-Champaign e Harvard Medical School.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Parte considerável dos docentes de universidades públicas não refletem de maneira aprofundada sobre maximização dos impactos de suas carreiras. Além disso, as universidades públicas devem contribuir para o avanço do conhecimento científico - inclusive com temas que constituem os grandes desafios da sociedade atual - e dos métodos de ensino, extensão universitária, gestão e internacionalização a partir da indução de projetos que estimulem avanços em áreas de fronteira a partir de uma abordagem transdisciplinar e considerando a necessidade cada vez mais urgente de maior engajamento entre universidades públicas e sociedade. Neste contexto, o Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto tem como objetivo fomentar estudos, discussões, reflexões e inspirações acerca de como docentes de universidades públicas podem aumentar o impacto e a excelência de suas carreiras. Saiba mais na </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/carreira-docente-de-impacto/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-11-12T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/capitalismo-desregulado-e-producao-do-espaco-01-09-2025">
    <title>Capitalismo Desregulado e Produção do Espaço - 01/09/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/capitalismo-desregulado-e-producao-do-espaco-01-09-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-10-09T20:24:53Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-act-retoma-as-atividades-com-palestra-sobre-os-dilemas-e-perspectivas-das-tecnologias-para-a-participacao-social">
    <title>Ciclo ACT&gt; retoma as atividades com palestra sobre os dilemas e perspectivas das tecnologias para a participação social</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-act-retoma-as-atividades-com-palestra-sobre-os-dilemas-e-perspectivas-das-tecnologias-para-a-participacao-social</link>
    <description>Evento online propõe reflexão sobre a mudança no conceito de participação social nos últimos anos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>No dia 30 de setembro o pesquisador André Leirner vai ministrar a palestra  “Desenvolvendo tecnologia para a participação social: dilemas e perspectivas de um percurso experimental” no Instituto de Estudos Avançados Polo São Carlos (IEA-USP). O evento integra o Ciclo ACT&gt;, conjunto de palestras mensais sobre assuntos que envolvem arte, ciência, tecnologia e suas interconexões. A palestra será online, a partir das 17h, com transmissão pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea.polosaocarlos">youtube</a>. O evento também é aberto ao público que deseje assistir à transmissão na Sala de Projetos do IEA junto com o Grupo de Pesquisa ACT&gt;,  responsável pelo evento.</span></p>
<p><span>A apresentação faz uma reflexão sobre a mudança que o conceito de participação social tem passado nos últimos anos. Essa mudança decorre tanto do surgimento de tecnologias de comunicação dialógica em larga escala quanto da emergência de ciborgues, arranjos sociotécnicos humano-máquina híbridos, alimentados por múltiplas subjetividades e instrumentalizados por agentes dotados de Inteligência Artificial. No centro desse debate, de disputa pela memória da cultura e seus processos de construção epistêmica, os próprios conceitos de participação social e democracia são postos em cheque. </span></p>
<p><span>Nesse contexto de institucionalização algorítmica pode a democracia ser reconceitualizada e pensada como um arranjo sociotécnico humano-máquina híbrido, de interação livre e dotado de relações democraticamente justas? </span></p>
<p><span>Para explorar esse debate André Leirner irá compartilhar sua experiência como arquiteto de sistemas de tecnologia e informação em projetos desenvolvidos no decorrer de seu percurso profissional. Contará também sobre como modelos de inteligência coletiva, inseridos no contexto da ciência pós-normal, podem eventualmente funcionar como pontos de resistência, protegendo subjetividades, fomentando a diversidade e a resiliência socioambiental. </span></p>
<p><span>André Leirner é especialista em fortalecimento institucional e gestão da informação aplicada a políticas públicas. Arquiteto formado pela USP, possui mestrado em Organizações Socioespaciais pela Architectural Association de Londres e em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em seu percurso profissional trabalhou como consultor em tecnologia de informação em governo para agências multilaterais, tendo sido parte da equipe ganhadora do prêmio IF Design Awards em inovação de serviços públicos pela Federação Alemã da Indústria.</span></p>
<p><span>Como urbanista, ministrou aulas na Escola Nacional de Administração Pública, no INCT Intercity – Future Internet for Smart Cities (IME-USP), no Tribunal de Contas de São Paulo, e desenvolveu curso EAD em mobilidade urbana para transição energética para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Foi ainda membro do Grupo de Trabalho “Participação e Território”, da Secretaria Nacional de Participação Social do atual governo. </span></p>
<p><span>Atualmente realiza pesquisa no Núcleo de Pesquisa Democracia e Ação Coletiva (NDAC), que reúne pesquisadores dedicados ao estudo dos atores sociais, dos papéis de mediação política por eles desempenhados e de suas interações com os agentes estatais. Faz parte ainda do Understanding Artificial Intelligence (UAI), grupo multidisciplinar do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP) que pesquisa e seleciona informação de qualidade para promover uma Inteligência Artificial inclusiva, diversa e ética, que beneficie toda a sociedade.</span></p>
<p><span>O evento é uma oportunidade para o público compreender como a tecnologia pode ser um recurso importante para a participação social e desenvolvimento de políticas públicas mais plurais e inclusivas.</span></p>
<p> </p>
<p><b>Mais informações:</b></p>
<p><span>ieasc@sc.usp.br | (16)3373-9177</span></p>
<p>Transmissão: https://www.youtube.com/@iea.polosaocarlos</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Juliana Ferreira Bernardo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciclo Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Algoritmo</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-22T18:06:32Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conexoes-entre-universidade-setor-produtivo-e-sociedade-sao-tema-de-ciclo-de-debates">
    <title>Conexões entre universidade, setor produtivo e sociedade são tema de ciclo de debates</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conexoes-entre-universidade-setor-produtivo-e-sociedade-sao-tema-de-ciclo-de-debates</link>
    <description>Eventos serão realizados de forma on-line entre agosto e dezembro e são promovidos pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a54f79fb-7fff-2968-a1a3-727435f8ed6a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CinciaInovaoeCarreiraConectandoaAcademiaaIndstriaeaSociedade1.png/@@images/e64dada1-4c58-477b-8621-b39b824d722f.png" alt="" class="image-left" title="" />O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove neste segundo semestre o ciclo de debates “Ciência, Inovação e Carreira: Conectando a Academia, a Indústria e a Sociedade”. Os eventos serão exclusivamente on-line e realizados uma vez por mês entre 14 de agosto e 16 de dezembro.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/EsGcpH9USQhTU9na9"><span>neste link</span></a><span>. A transmissão será pelo </span><a href="https://youtube.com/playlist?list=PLpEIC3ZIVnRwyxYC3eqMnzohExCCDJa-Z&amp;si=A6DG-tOQao6Qh70W"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. Haverá envio de certificado a quem preencher o formulário de avaliação disponibilizado no chat durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O ciclo propõe um espaço de reflexão e troca sobre as conexões possíveis e desejáveis entre a produção acadêmica, o setor produtivo e as demandas sociais. A iniciativa parte do reconhecimento de que a ciência não deve se limitar aos muros da universidade, mas, sim, dialogar com a sociedade e gerar impacto real.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os debatedores serão pesquisadores ligados aos sete grupos do IEA-RP: Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública, Grupo de Pesquisa Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic), Grupo de Pesquisa Prospecção e Avaliação Tecnológica, Grupo de Estudo “Direito e Tecnologia” (Tech Law), Grupo de Estudo Rede “Ciência, Arte, Educação e Sociedade: CienArtES”, Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto e Grupo de Estudos Avançados em Tecnologia e Informação em Saúde com foco em Populações Vulneráveis (Confluencia).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os temas das discussões vão abordar a produção científica e o impacto social; a ciência aplicada a contextos reais; a criatividade na pesquisa e as conexões entre arte, ciência e sociedade; o potencial transformador da tecnologia e da inovação social; e a interdisciplinaridade e sua capacidade de integrar diferentes olhares. A moderadora será a doutora em neurociência pela Universidade de Montreal, Daniele Wolf.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-01T20:11:32Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/3por1-paulo-endo">
    <title>Defesa dos direitos humanos e da democracia: o papel da sociedade civil - Entrevista com Paulo Endo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/3por1-paulo-endo</link>
    <description>Participação na série 3por1 do psicanalista e psicólogo Paulo Endo, professor do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a class="external-link" href="https://youtu.be/HNGYyGCb5y4?si=kZ5kRggqytQOOyAD"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-endo-3por1" alt="Paulo Endo - 3por1" class="image-right" title="Paulo Endo - 3por1" /></a>O psicanalista e psicólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a> afirma em entrevista<strong>*</strong> à série <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">3por1</a> que toda violação dos direitos humanos é um ataque à democracia. Coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-direitos-humanos-democracia-e-memoria" class="external-link">Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</a> do IEA, ele comenta a atuação do grupo contra essas violações e ressalta que o Brasil não possui uma cultura de direitos humanos capaz de fazer com que os sucessivos governantes assumam o compromisso de defesa desses direitos.</p>
<p>Endo é professor do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade do Instituto de Psicologia da USP e do Programa Interdisciplinar em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. É graduado em psicologia pela PUC-SP e mestre pela mesma universidade em psicologia clínica. Obteve o título de doutor em psicologia escolar e do desenvolvimento humano pelo IP-USP. Sua tese foi transformada no livro "A Violência no Coração da Cidade: Um Estudo Psicanalítico", ganhador do Prêmio Jabuti de 2006. É organizador da plataforma Psicanalistas pela Democracia e membro do conselho consultivo da Rede Interamericana de Pesquisas em Psicanálise e Política. Foi membro do Comitê Nacional de Prevenção e Combate à Tortura e à Violência Institucional (CNPCT) entre 2013 e 2014.</p>
<h3>Entrevista</h3>
<p><strong>3por1</strong> – Professor Paulo Endo, apesar de toda violação de direitos humanos ser execrável, pode-se identificar um tipo de violação que seja a mais grave na sociedade brasileira atualmente?</p>
<table class="tabela-esquerda-borda-cinza">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; "><i><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/3por1/paulo-endo" class="external-link">Assista ao vídeo da entrevista com Paulo Endo</a></i></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>PE</strong> – Acho que não. Uma violação de direitos humanos em si mesma é uma grave violação. Nós entendemos – pesquisamos muito isso e é uma opinião meio consensual em nosso grupo [Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória] – que qualquer violação de diretos humanos ataca frontalmente a democracia. A democracia depende dos direitos humanos e os direitos humanos dependem da democracia. Então, nossa leitura é que sempre o ataque a um ou outro é ao mesmo tempo um ataque simultâneo a ambos. Então, não há um ataque aos direitos humanos que não fira de alguma maneira a democracia, a sustentação e a consolidação a médio e longo prazo de qualquer democracia.</p>
<p><strong>3por1</strong> – Nos últimos 25 anos, cerca de 1 milhão e 300 mil brasileiros foram assassinados, mas a sociedade brasileira parece ser indiferente a esse massacre. Como reagir a essa violação do direito humano fundamental, o direito à vida?</p>
<p><strong>PE</strong> – Esse é um grave problema do Brasil. Nós tivemos alguns episódios que foram bastante lamentáveis na história do Brasil recente. Nós inclusive fizemos alguns eventos, alguns manifestos, alguns atos sobre isso. Em 2016, quando assume [a Presidência] o vice-presidente Michel Temer, uma de suas primeiras providências foi acabar com o Ministério dos Direitos Humanos, que tinha sido uma conquista de décadas dos movimentos de direitos humanos no país, dando uma envergadura federal para a proteção e consolidação dos direitos humanos no país. Quando isso aconteceu, foi o primeiro e decisivo passo no que viria depois, um governo de teor golpista que – tínhamos certeza absoluta – atacaria os direitos humanos como atacou em toda esfera federal e onde pode. Nós, como grupo de direitos humanos dentro da Universidade de São Paulo, dentro do Instituto de Estudos Avançados, a gente teve uma coisa muito importante: a prontidão do Instituto de Estudos Avançados em ter um grupo como esse no seu quadro de pesquisa, para que a gente possa responder on time às violações de direitos humanos que acontecem no país, obviamente nem todas, nem a maioria. E a gente fez muito isso a partir de 2019 – num governo que atacava deliberadamente os direitos humanos – como reação institucional, vinda da Universidade de São Paulo, do IEA, para que a gente pudesse colher manifestos e proposições para que a violação não chegasse a termo. Realizamos muitas e muitas iniciativas nesse sentido. Direitos humanos é um trabalho, como a gente diz. A gente está sempre trabalhando para consolidá-los e evitar suas violações, que estão sempre aí, estão sempre à espreita por grupos, instituições e pessoas organizadas para fazê-las.</p>
<p><strong>3por1</strong> – Atingir um respeito satisfatório aos direitos humanos no Brasil é uma questão de aplicação eficaz da legislação ou de mudanças sociais profundas?</p>
<p><strong>PE</strong> – Ambas. É importante que seja assumido pelos governos municipais, estaduais e federal que os direitos humanos são uma vértebra de uma sociedade democrática, coisa que não existe no Brasil ainda, ou seja, existe, mas depende do governo que assume, do partido que assume, o que é um absurdo no Brasil, que o governo assuma se decide valorizar ou não valorizar os direitos humanos. Então, nós não temos uma cultura de direitos humanos no sentido de que qualquer governo que assuma em qualquer esfera, municipal, estadual ou federal, seja um defensor inconteste dos direitos humanos. Por isso a sociedade civil organizada é determinante para a consolidação dos direitos humanos no Brasil, porque quando esses governos declinam ou retrocedem, você tem uma sociedade civil, seja na universidade, nos movimentos sociais, nas ONGs, que tenta forçar esses governos na defesa dos direitos humanos. Mas, infelizmente, em várias áreas dos direitos humanos, a gente está muito precário, sobretudo no que tange ao trabalho das assembleias [casas] legislativas no Brasil.</p>
<p><span class="discreet"><strong>*</strong><strong> Entrevista gravada em 8 de julho de 2025 na sede do IEA.</strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-24T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-basica-2025-7">
    <title>Educação e Combate a Pobreza, com Sustentabilidade e Trabalho Decente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-basica-2025-7</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Colóquio</h3>
<div id="_mcePaste">
<p class="MsoNormal">O colóquio busca discutir possibilidades curriculares que contemplem o estabelecimento de objetivos de longo prazo e a construção de uma visão de futuro voltada para um mundo melhor. A proposta é exemplificada por meio da discussão sobre a organização da Educação Básica, com base na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), visando o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à sustentabilidade ambiental, ao combate à pobreza e à promoção do trabalho decente.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Exposição</strong>:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://https/www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-fernandes-de-lima">José Fernandes de Lima</a> (CNE e CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Mediação</strong>:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-aparecido-cordao">Francisco Cordão</a> (CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Debate</strong>:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-tavares-magalhaes">Ana Paula Magalhães</a> (FFLCH e CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/bahij-amin-aur">Bahij Amin Aur</a> (CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-aparecida-yamamoto?searchterm=Fernanda+Aparecida+Yamamoto">Fernanda Aparecida Yamamoto</a> (Senac e IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-coelho">Márcia Azevedo Coelho</a> (CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rosemary-soffner">Rosemary Soffner</a> (CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-coelho"> </a></p>
<h3>Transmissão</h3>
</div>
<div id="_mcePaste">Acompanhe a transmissão do evento pelo canal do <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/live/xgMBbTCtQgI">YouTube do Cátedra</a></div>
<div></div>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Amanda Carvalho Matos</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-17T16:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-analisara-a-preparacao-do-mundo-para-futuras-pandemias">
    <title>Ciclo analisará a preparação do mundo para futuras pandemias </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-analisara-a-preparacao-do-mundo-para-futuras-pandemias</link>
    <description>O evento inaugura o ciclo “Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”, sediado no IEA
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-32b22052-7fff-4b58-547c-27147f76d7aa"> </span></p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/flexibilizacao-do-uso-de-mascaras/image" alt="Flexibilização do uso de máscaras" title="Flexibilização do uso de máscaras" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O evento inaugura o ciclo “Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”, sediado no IEA | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</dd>
</dl>“E se a Pandemia Acontecesse Hoje? O Mundo Está Mais Preparado do que Há Cinco Anos?”. Em busca de respostas para esses questionamentos, que nomeiam o evento, pesquisadores de algumas unidades da USP irão se reunir em <strong>11 de março, ás 14h</strong>, no IEA para o primeiro encontro do ciclo “Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”. A data marca o dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou a pandemia mundial.</p>
<p dir="ltr"><span>A  pandemia da Covid-19 impactou diretamente diversos setores da economia mundial, como o sistema de saúde, de transporte e comércios. </span><a href="https://especiais.gazetadopovo.com.br/coronavirus/casos-no-mundo/?utm_source=gazeta-do-povo&amp;utm_medium=infografia-box-promo&amp;utm_campaign=coronavirus"><span>Dados</span></a><span> publicados pelo </span><a href="https://ourworldindata.org/"><span>Our World in Data</span></a><span>, no auge da pandemia em 2021, mostraram que o Brasil foi o segundo país com mais mortes por covid-19, o que revelou a falta de estrutura para lidar com a doença.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Organizado pelo IEA, </span><span>o evento abordará os avanços da OMS na preparação para futuras pandemias, as emendas ao Regulamento Sanitário Internacional e acordos sobre pandemias, além de destacar a importância da coordenação multissetorial na resposta a pandemias. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Os expositores são </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura"><span>Deisy Ventura</span></a><span>, </span><span>professora da Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP-USP) e vice-diretora do Instituto de Relações Internacionais (IRI-USP), e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-cardo"><span>Denise Cardo</span></a><span>, consultora executiva do</span><span> </span><span>U. S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). </span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>Na palestra </span><span>“Análise das negociações do acordo sobre pandemias - por uma abordagem brasileira da preparação e da resposta às emergências", Ventura apresentará um balanço sobre os principais pontos de consenso e dissenso dessas negociações e irá propor uma abordagem brasileira da preparação e resposta às pandemias. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Em “Podemos melhorar a respostas às novas epidemias?”, Cardo discutirá as lições aprendidas com a pandemia e a necessidade de promover conexões institucionalizadas para </span><span>a detecção precoce e a ação efetiva, com o objetivo de salvar vidas. “Embora haja progressos em diversos países, as respostas recentes a doenças emergentes demonstram que desafios significativos ainda persistem”, explica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“</span><span>O debate se concentra na necessidade de conexões institucionais e internacionais para detecção precoce e resposta rápida”, destacam os organizadores. </span><span>O evento será aberto ao público, com inscrição prévia. Para mais informações sobre a programação, clique </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-hoje-mundo-preparado"><span>aqui</span></a><span>. </span></p>
<p dir="ltr"><span>A comissão organizadora do evento é formada pelos professores </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-sara-levin"><span>Anna Levin</span></a><span>, Faculdade de Medicina da USP (FM-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura"><span>Deisy Ventura</span></a><span> (FSP-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliseu-waldman"><span>Eliseu Waldman</span></a><span> (FSP-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ester-sabino"><span>Ester Sabino</span></a><span>, responsável por coordenar o sequenciamento genético do coronavírus (FM-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lorena-barberia"><span>Lorena Barberia</span></a><span>, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia"><span>Nelson Gouveia</span></a><span> (FM-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-amelia-veras"><span>Maria Amélia Veras</span></a><span> (Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo); e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-figueiredo-costa"><span>Silvia Figueiredo Costa</span></a><span> (FM-USP).</span></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><span id="docs-internal-guid-c805593b-7fff-b792-4cd4-be8b6c687787"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>E se a Pandemia Acontecesse Hoje? O Mundo Está Mais Preparado do que Há Cinco Anos?</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><i>11 de março, das 14h às 16h</i></span></p>
<p dir="ltr"><i><span>Local: </span><span>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</span></i></p>
<p dir="ltr"><i><span>Transmissão ao vivo no </span><a href="https://www.youtube.com/@iea-usp"><span>canal do YouTube</span></a><span> do IEA</span></i></p>
<p dir="ltr"><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1oTqjKwx1B0yc74DxUX7yE8BL8Ebz-jgjLs_VqvCp3q8/preview">inscrição</a> prévia</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Lívia Uchoa </dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-21T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-hoje-mundo-preparado">
    <title>E se a Pandemia Acontecesse Hoje? O Mundo Está Mais Preparado do que Há Cinco Anos?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-hoje-mundo-preparado</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Neste evento serão abordados os avanços da OMS na preparação para futuras pandemias, incluindo as emendas ao Regulamento Sanitário Internacional e o acordo sobre pandemias. Também serão analisados os consensos e dissensos dessas negociações sob a perspectiva do Sul Global e a abordagem brasileira baseada no SUS.</p>
<p>Os pesquisadores irão destacar a importância da coordenação multissetorial na resposta a pandemias, enfatizando transparência, diretrizes claras e comunicação eficaz. O debate se concentra na necessidade de conexões institucionais e internacionais para detecção precoce e resposta rápida.</p>
<p>Essa palestra é a primeira do ciclo <b><i>“Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”, </i></b>organizado pelos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-sara-levin" class="external-link">Anna Levin</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura">Deisy Ventura</a> (PPG em Saúde Global e Sustentabilidade da FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliseu-waldman" class="external-link">Eliseu Waldman</a> (FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ester-sabino">Ester Sabino</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lorena-barberia">Lorena Barberia</a> (FFLCH-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia">Nelson Gouveia</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-amelia-veras">Maria Amélia Veras</a> (Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA e POLI-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-figueiredo-costa" class="external-link">Silvia Figueiredo Costa</a> (FM-USP).</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
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      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-18T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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