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Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais

por Fernanda Rezende - publicado 27/09/2017 16:50 - última modificação 09/10/2018 10:01

Texto de Mauro Bellesa

Sala de aula ensino básicoO ensino básico público precisa melhorar em muitos aspectos, mas o sistema educacional brasileiro não é um completo fracasso, como muitos avaliam, segundo Nílson José Machado, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP e coordenador do Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais, criado recentemente no IEA.

Leia o relatório final elaborado pelo grupo

Leia o projeto de pesquisa inicial

Entre as ações que julga primordiais para a melhoria do sistema, Machado defende: a elaboração de um projeto de Estado para a educação; a melhoria das condições de trabalho dos professores; aplicação dos recursos disponíveis em projetos relevantes e objetivos; a ênfase no ensino das ideias fundamentais de cada disciplina; e a formulação de estratégias para o reconhecimento das boas escolas e para que seu exemplo inspire outras instituições de ensino.

O objetivo do novo grupo é produzir com parceiros internos e externos à Universidade, dos setores público e privado, documentos que inspirem e fundamentem ações para o atendimento a essas prioridades. Esse trabalho será feito a partir da dedicação a três linhas de ação:

  • organização de debates e diálogos sobre os reais problemas da educação brasileiras, com a participação de profissionais atuantes na área de educação em diferentes frentes, incluindo-se os diversos níveis de ensino, bem como os setores público e privado;
  • mapeamento das boas escolas brasileiras, para identificação de características comuns apesar da diversidade de projetos institucionais, de forma a propor condições para que o número dessas escolas seja ampliado;
  • mapeamento de pontuais portadoras de ideias inovadoras, tanto em termos de tecnologias utilizadas quanto em termos de metodologias ou gestão, com o objetivo de formular práticas para a disseminação dessas experiências.

Para concretizar essas metas, o grupo promoverá um ciclo de cinco seminários de agosto a dezembro de 2017. Ao final do ciclo, cada linha de ação apresentará um documento. Os três trabalhos constituirão uma síntese das discussões realizadas e das ações propostas a ser encaminhada às instâncias decisórias educacionais.

Os temas dos seminários em cada mês são:

  • Janeiro - Escolas e Experiências Inovadoras O Que se Pode Admirar, apesar de Tudo?