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Economia Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização

por Fernanda Rezende - publicado 28/06/2022 12:10 - última modificação 28/06/2022 12:10

Originado a partir do projeto de pesquisa O Brasil, como uma Variedade de Democracia “de Mercado Emergente” - Entre a Agenda da Globalização e a Agenda Democrática, em desenvolvimento no IEA desde agosto de 2020 e com duração prevista até 2024, o Grupo de Pesquisa Economia Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA em reunião no dia 22 de junho.

A cientista política Lourdes Sola, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e professora sênior do IEA, é a coordenadora do grupo, que tem também o cientista político Eduardo Viola, do Instituto de Relações Internacionais da UnB e pesquisador colaborador do IEA, como vice-coordenador. Os demais integrantes são:

  • Janina Onuki, professora do Departamento de Ciência Política da FFLCH-USP;
  • Maria Tereza Sadek, professora sênior da FFLCH-USP e professora da FGV e do Centro de Estudos de Direito Econômico e Social, CEDES;
  • Cristiane Lucena, professora do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP;
  • Vinicius Rodrigues Vieira, professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e da FGV-SP e secretário executivo do Comitê de Pesquisa 51 - Economia Política Internacional, da Ipsa;
  • Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados e pós-doutorando no IEA;
  • Moisés da Silva Marques, vice-diretor geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP);
  • Elizabeth Balbachewsky, professora Departamento de Ciência Política da FFLCH-USP e coordenadora científica no Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas (NUPPs), sediado no IEA;
  • Luciana Yeung, professora do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa;
  • Larissa Basso, pesquisadora bolsista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).


Projeto

O objetivo principal do projeto de pesquisa do grupo é desenvolver uma análise política das respostas do Brasil à globalização, de forma a situar e interpretar as opções de políticas públicas do país. Ele integra projeto do Comitê de Pesquisa em Economia Política Internacional da Associação Internacional de Ciência Política (Ipsa, na sigla em inglês) dedicado ao estudo comparativo de democracias de mercado emergente.

O projeto da Ipsa foi criado Lourdes Sola e Laurence Whitehead, presidente do comitê de pesquisa da entidade e professor da Universidade de Oxford, Reino Unido. É constituído por uma rede global de acadêmicos que buscam lançar novas perspectivas sobre os processos de reconfiguração de poder no sistema internacional, com foco nas democracias de mercado emergente.

Outros três integrantes do comitê de pesquisa da Ipsa colaboram no projeto em desenvolvimento no IEA: Leslie Elliott Armijo, da Universidade Simon Fraser, Canadá; Kathryn Hochstettler, da Escola de Economia e Ciência Política de Londres, Reino Unido; e Matthew Taylor, da Universidade Americana, EUA.

O projeto dá atenção especial às políticas econômicas e climático-ambientais implementadas desde o final dos anos 90. O ponto focal é a observação de conjunturas críticas nas quais novos desafios de governança democrática pautaram escolhas de políticas públicas decisivas, tanto em termos de seu impacto estratégico sobre os rumos do país quanto sobre sua forma de inserção no cenário global, afirmam os coordenadores.