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Rede IEA

por Aziz Salem - publicado 08/08/2016 14:39 - última modificação 08/08/2016 14:39

Ary Plonski, vice-diretor do IEA, integrará novo conselho do Ranking Universitário da Folha

por Fernanda Rezende - publicado 05/01/2018 15:20 - última modificação 05/01/2018 15:20

Guilherme Ary Plonski - Perfil
O diretor do IEA, Ary Plonski

O vice-diretor do IEA, o engenheiro Guilherme Ary Plonski, irá integrar o recém-criado conselho de especialistas em ensino superior e avaliação de universidades do Ranking Universitário Folha (RUF). Publicado desde 2012 pelo jornal Folha de S. Paulo, o RUF avalia 195 universidades do país e os 40 cursos de graduação com maior número de ingressantes.

Além de Plonski, integram o conselho Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp; Francisco Soares, ex-presidente do InepMEC; Ronaldo Mota, chanceler do Grupo Estácio; Helena Sampaio, especialista da Unicamp em ensino privado; Adolfo Ignacio Calderón, docente da Puc-Camp; Klaus Capelle, reitor da Universidade Federal do ABC (UFABC); e Sabine Rigetti, jornalista especializada em educação e organizadora do RUF.

A participação do vice do IEA no RUF é um desdobramento do trabalho que ele realiza há anos sobre inovação e empreendedorismo nas universidades. É também uma oportunidade de ampliar a discussão que vem acontecendo no IEA desde 2017 no grupo “A USP Diante dos Desafios do Século XXI”.

Liderado por Luiz Bevilacqua, professor visitante do IEA e ex-reitor da UFABC, o grupo tem também a participação de Naomar Monteiro de Almeida Filho, ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB); de Eugênio Bucci, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA); Henrique Dreifus, professor do Instituto de Matemática e Estatísticas (IME), de Elizabeth Balbachevsky, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH); e Plonski.

IEA tem três representantes no novo Instituto de Estudos Avançados da Unicamp

por Fernanda Rezende - publicado 22/12/2017 10:05 - última modificação 22/12/2017 10:04

Três membros do IEA-USP integram o Conselho Científico-Cultural do novo Instituto de Estudos Avançados (IdEA) da Universidade de Campinas (Unicamp), inaugurado em 18 de dezembro.

Vinculado ao gabinete do reitor da universidade, o IdEA é presidido por Carlos Alberto Vogt, ex-reitor da Unicamp. A coordenação é de Antonio Alcir Bernardez Pécora, professor de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.

Entre os 12 integrantes do conselho, o IEA está representado por:

  • Celso Lafer, membro do Conselho Deliberativo do IEA, professor emérito da USP e ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio e das Relações Exteriores;
  • Eugenio Bucci, professor da Escola de Comunicação e Artes (ECA-USP), membro do Grupo de Pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade e ex-conselheiro do IEA-USP; e
  • Martin Grossmann, ex-diretor do IEA, membro da Comissão Científica da Intercontinental Academia, coordenador acadêmico da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência e do Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado. Grossmann é professor da ECA-USP.

De acordo com o reitor da Unicamp Marcelo Knobel, a ideia é que o Instituto seja um espaço para discussão de questões relativas às práticas das pesquisas e aos assuntos que mais preocupam a sociedade no momento.

O IdEA é o segundo instituto do gênero em universidades paulistas. Antes dele, dois outros órgãos da Unicamp tinham entre suas atribuições o propósito de fomentar a reflexão em torno de temas fundamentais ao avanço das ciências e humanidades: o Centro de Estudos Avançados (CEAv) e o Fórum Pensamento Estratégico (Penses).

Cátedra Bernardo O’Higgins publica livro sobre história e memória

por Vinícius Sayão - publicado 08/12/2017 14:55 - última modificação 08/12/2017 14:55

Historias y memorias. Diálogos desde una perspectiva interdisciplinaria reúne textos sobre as variadas formas de se entender a memória, importante na construção da história. Publicado pelo IEA e pela Universidad de La Frontera, Chile, por meio da Cátedra Bernardo O’Higgins, o livro foi produzido a partir de textos apresentados em um seminário que aconteceu na universidade chilena.

Editada por Álvaro Bello, Yéssica González, Paula Rubilar e Olga Ruiz, a obra tem como uma das autoras Maria Helena Capelato, coordenadora da Cátedra Bernardo O’Higgins do IEA.

Disponível no site do IEA, o livro pode ser acessado neste link.


No IEA, José Eli da Veiga lança livro "Amor à Ciência - Ensaios sobre o Materialismo Darwiniano"

por Fernanda Rezende - publicado 14/11/2017 14:05 - última modificação 14/11/2017 14:49

Capa Livro - Amor à Ciência - José Eli da VeigaO livro "Amor à Ciência - Ensaios sobre o Materialismo Darwiniano" será lançado no IEA dia 24 de novembro, às 15h, com uma conversa entre o autor José Eli da Veiga, do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, o físico e filósofo Osvaldo Pessoa Jr., da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e o jornalista Reinaldo José Lopes, da Folha de S. Paulo. Para participar, é necessária inscrição prévia. O bate-papo será transmitido ao vivo pelo site do IEA.

A tese central do livro é que não pode haver materialismo científico que não seja, antes de tudo, darwiniano. Para justificá-la, dá uma visão panorâmica de sua crescente utilidade cognitiva em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as ciências sociais.

Esse amplo avanço do materialismo darwiniano no âmbito científico está bem longe de ser homogêneo, gerando, ao contrário, variações que ainda não puderam ser selecionadas. O que só poderá começar a ocorrer quando forem superadas meia dúzia de controvérsias:

  1. A primeira diz respeito ao próprio conjunto dos fenômenos que evoluem pela interação dos quatro vetores essenciais: mutação, seleção, deriva e migração.
  2. A segunda às chamadas dimensões da evolução. O fato de já estar bem claro que vão além da genética e da epigenética, não quer dizer que a melhor forma de classificar as demais se resuma tão somente às categorias “comportamental” e “simbólica”.
  3. A terceira é sobre o alcance dos processos seletivos. Por mais que ainda haja resistência, certamente não demorará muito para que seja amplamente aceita a ideia de “seleção multinível”.
  4. A quarta reside no entendimento do fenômeno de superação dos numerosos tipos de conflitos sociais mediante cooperação.
  5. Em quinto, a que hoje parece a mais importante de todas. Se dá em torno do que chamamos de consciência. Por enquanto nem é possível avaliar qual será seu desdobramento, pois a divergência entre os materialistas darwinianos parece começar pelo próprio sentido que dão à palavra “consciência”.
  6. Por último, mas não menos importante, uma controvérsia que não é interna ao materialismo darwiniano, mas que diz respeito à concorrência de outros possíveis materialismos, entre os quais se destaca o materialismo histórico.

Livro da historiadora Lorraine Daston será lançado em Simpósio do Grupo de Pesquisa Khronos

por Vinícius Sayão - publicado 19/09/2017 15:45 - última modificação 05/10/2017 08:07

Capa livro - Historicidade e Objetividade de Lorraine  Daston

Será lançado no dia 13 de novembro, durante o 1º Simpósio USP de História da Ciência e Tecnologia, o livro Historicidade e Objetividade, escrito por Lorraine Daston, historiadora estadunidense. Publicado pela editora LiberArs, o livro aborda o principal objeto de estudo de Daston, a história dos ideais e das práticas da objetividade científica, mas também os problemas fundamentais da epistemologia e da história das ciências.

Já disponível para pré-vendas no site da editora, esse é o primeiro título da coleção Epistemologia Histórica, dirigida e coordenada por Tiago Santos Almeida, membro do Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina do IEA.

Projeto do Fórum Permanente se classifica no 8º Prêmio Ibero-americano de Educação e Museus

por Vinícius Sayão - publicado 15/09/2017 18:05 - última modificação 18/09/2017 17:04

Com o projeto Encontros interestaduais de mediação na arte: a atuação dos públicos, o Fórum Permanente (FP) foi selecionado na primeira seletiva do 8º Prêmio Ibero-americano de Educação e Museus. O FP está entre os 15 brasileiros selecionados, ao lado de instituições como Centro Cultural São Paulo, Inhotim, Universidade Federal de Minas Gerais, Museu de Arte da Pampulha e Pinacoteca.

Ao todo, foram 148 projetos de 18 países enviados para o Prêmio, sendo o Brasil, com 33, o país com maior participação, seguido de Argentina e Colômbia, com 23 e 18, respectivamente. Já habilitado entre 82 dos 148 projetos, o FP ainda tem a chance de receber parte dos 75 mil dólares de premiação que serão divididos entre oito instituições, além ser reconhecido com menção honrosa caso fique entre 20 primeiros colocados na Categoria 1.

O Fórum Permanente tem um grupo de pesquisa no IEA, Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado, coordenado por Martin Grossmann.

IEAs de Jerusalém e Estrasburgo têm oportunidades para pesquisadores estrangeiros

por Fernanda Rezende - publicado 20/07/2017 09:05 - última modificação 20/07/2017 09:06

Institutos de estudos avançados de Jerusalém, Israel, e de Estrasburgo, França, estão com chamadas abertas para pesquisadores estrangeiros.

O Instituto para Estudos Avançados de Israel (IIAS) recebe até 1º de setembro propostas para criação de grupos de pesquisa que podem ter duração de cinco a dez meses. Os grupos devem ser compostos por até oito pesquisadores de todo o mundo, os quais trabalharão numa pesquisa pioneira em suas áreas de conhecimento. Os projetos devem ser enviados via formulário online. Mais informações podem ser obtidas aqui ou por email iiasinfo@savion.huji.ac.il.

Strasbourg
Vista da cidade de Estrasburgo

Na França, há a oportunidade de se candidatar a uma bolsa de pesquisador no Instituto para Estudo Avançado (Usias) da Universidade de Estrasburgo em 2018. Todos os anos são selecionados de 10 a 20 pesquisadores, em todas as áreas do conhecimento, que podem receber o auxílio pelo período de três meses a dois anos.

O programa atende tanto pessoas já consagradas em suas áreas quanto jovens pesquisadores, desde que sejam pelo menos professores assistentes (ou equivalente). As propostas de candidatura devem ser escritas em inglês e enviadas até o dia 2 de outubro. Outras informações sobre o processo, inclusive a forma de envio, podem ser obtidas aqui.

Morre a psicóloga e professora Ecléa Bosi

por Vinícius Sayão - publicado 10/07/2017 14:10 - última modificação 11/07/2017 10:17

 

Ecléa Bosi
Ecléa Bosi em evento da Universidade Aberta, em agosto de 2011

Morreu aos 80 anos Ecléa Bosi, psicóloga e professora emérita da Universidade de São Paulo. Ela sofreu um infarto na madrugada desta segunda-feira, 10 de julho.

Formada em psicologia pela própria USP, onde também fez mestrado (1970) e doutorado (1971) em Psicologia Social, Ecléa atuava, principalmente, nos seguintes temas: psicologia, memória e cultura.

Na revista “Estudos Avançados”, publicou quatro artigos: "Memórias da Psicologia", (nº 22, 1994); "O Campo de Terezin" (nº 37, 1999); "Memória da cidade: lembranças paulistanas" (nº 47, 2003) e “Traduzindo o Leopardi”, (nº 76, 2012).

Era casada com Alfredo Bosi, ex-diretor do IEA e editor da “Estudos Avançados”, professor de literatura brasileira na USP e integrante da Academia Brasileira de Letras. Com ele, teve dois filhos, Viviana e José Alfredo.

Além de idealizar e coordenar a Universidade Aberta à Terceira Idade – projeto que traz idosos para as salas de aula da Universidade, com cursos e atividades gratuitas, Ecléa escreveu diversas obras. Entre as mais importantes, estão “Memória e Sociedade”, “Velhos Amigos” e “Cultura de Massa e Cultura Popular”.

Recebeu o título de Professor Emérito pelo Instituto de Psicologia da USP em outubro de 2008. No ano seguinte, ganhou o prêmio internacional Ars Latina por “Memória e Sociedade”. Também recebeu o Troféu Loba Romana, em homenagem à sua contribuição para a comunidade italiana no Brasil.

O velório será nesta segunda-feira no Cemitério São Paulo, a partir das 12h. O cemitério fica localizado na Rua Cardeal Arcoverde, 1250, no bairro Pinheiros.

Foto: Mauro Bellesa - IEA/USP

Professor visitante Jeffrey Lesser mostra dados preliminares de “Má saúde num Bom Retiro”

por Sylvia Miguel - publicado 01/06/2017 11:55 - última modificação 12/06/2017 14:46

Jeffrey Lesser1

Jeffrey Lesser realiza pesquisa etnográfica sobre saúde pública no Brasil

Chefe do departamento de História da Emory University, Estados Unidos, e recém nomeado diretor do Claus M. Halle Institute for Global Learning, Jeffrey Lesser teve sua afiliação como professor visitante do IEA prorrogado por mais um ano, período em que empreende a pesquisa “Má Saúde num Bom Retiro”.

Trata-se de um prolongamento de seu projeto inicial, “Metrópoles, Migração e Mosquitos: Uma História de Saúde em São Paulo, Brasil”, trabalho desenvolvido entre 2015 e 2016 e que teve como resultado a publicação do artigo A Geografia Social do Zika Virus. Integrante do Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA, o pesquisador lançou ainda em 2016 o livro "A Invenção da Brasilidade", pela Editora Unesp.

A nova pesquisa envolve extenso levantamento documental, etnográfico e pesquisa de campo a respeito do bairro do Bom Retiro, que possui importância histórica para São Paulo, não só para a construção social e demográfica da capital como também para a história da saúde coletiva no Brasil. É lá que ficava o antigo Desinfectório Central, atual Museu da Saúde Pública Emílio Ribas, em prédio que data de 1893.

Os resultados preliminares do novo estudo iniciado em 2016 serão apresentados em conferência marcada para o dia 6 de junho, das 11h30 às 13h, no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. O debate Má Saúde num Bom Retiro, organizado Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina, terá moderação do professor Gildo Magalhães dos Santos, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

A prorrogação da atuação de Lesser junto ao IEA ocorre sem implicações salariais, já que o professor realiza seu trabalho com bolsa da University Research Council (URC - Fundação das Pesquisas), da Emory University.

A pesquisa

O trabalho em andamento conta com a participação de estagiários da USP e da Universidade Emory, e iniciou desde que o grupo obteve a permissão do Comitê de Ética da Prefeitura para a realização de pesquisa de campo e etnográfica com médicos e agentes comunitários de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Vigilância Sanitária do Bom Retiro.

Os pesquisadores estão realizando o mapeamento geoespacial de um quarteirão do bairro do Bom Retiro, o que permite entender a numeração e a evolução dos prédios da região desde 1890 até o presente. A ideia é criar um mapa usando Sistema de Informação Geográfica (SIG), que permitirá observar a evolução espacial e temporal da região estudada.

A partir de diferentes tipos de fontes históricas, epidemiológicas e etnográficas, os dados irão permitir uma análise minuciosa, envolvendo desde histórias contadas por moradores sobre como evitar doenças, até a questão do controle social realizado por campanhas estaduais para uma variedade de ameaças epidemiológicas que variam desde a violência até a dengue.

O projeto faz uso de novas metodologias digitais que permitem o mapeamento da “saúde do público" e como o público em questão tem pensado a saúde ao longo do tempo.

O Bom Retiro está localizado no coração da metrópole paulistana. Cheio de pequenas fábricas e armazéns, o bairro operário foi povoado desde o final do século XIX por imigrantes de diversas etnias, migrantes nordestinos e afro-brasileiros descendentes de escravos.

Enquanto as origens culturais dos imigrantes mudaram –historicamente, passaram de católicos italianos, espanhóis e portugueses, ao final do século XIX, para judeus da Europa Oriental e árabes na metade do século XX, além de chineses, coreanos e bolivianos nos dias atuais–, o bairro sempre manteve a sua visão interna e externa como sendo um lugar em que a saúde (no sentido mais amplo da palavra) é precária. Atualmente, a região do Bom Retiro convive com o grave problema dos viciados em crack.

Imagem: Leonor Calasans

Pesquisador do IEA é o novo diretor de Projetos Especiais da Secretaria de Assuntos Estratégicos

por Mauro Bellesa - publicado 26/05/2017 17:40 - última modificação 26/06/2017 07:55

Alberto Pfeifer Filho
Alberto Pfeifer Filho

O especialista em relações internacionais Alberto Pfeifer Filho, pesquisador colaborador do IEA, foi nomeado no dia 10 de maio pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, novo diretor de Projetos Especiais da Secretaria de Planejamento Estratégico da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.

De acordo com as normas que regulam o funcionamento da SAE, cabe à Diretoria de Projetos Especiais:

  • coletar, sistematizar e analisar dados e informações para a elaboração de estudos comparados de desafios e projetos nacionais;
  • realizar estudos, projetos e análises para a formulação e o aperfeiçoamento das opções estratégicas nas áreas de segurança alimentar, tecnologias sensíveis, energia e meio ambiente;
  • desenvolver propostas de políticas estratégicas voltadas à proteção e ao desenvolvimento sustentável da Amazônia e à salvaguarda de sua biodiversidade;
  • desenvolver políticas estratégicas de desenvolvimento e do emprego de fontes renováveis de energia, com vistas à sustentabilidade e à segurança energética do país.

Pfeifer Filho afirmou que seu trabalho na SAE terá como diretriz ampla "perseguir o aumento da eficiência econômica, do desenvolvimento sustentável e do equilíbrio social, por meio da elevação da produtividade e da competitividade sistêmicas do Brasil".

Doutor em geografia humana e mestre em economia aplicada pela USP, onde graduou-se em engenharia agronômica e direito, Pfeifer Filho é também mestre em direito e diplomacia pela Escola Fletcher da Universidade Tufts, dos EUA.

No IEA, ele tem colaborado com o vice-diretor, Guilherme Ary Plonski, na organização do Ciclo de Diálogos Estratégicos e em outras atividades ligadas à geopolítica e internacionalização do Brasil. As atividades atuais e anteriores de Pfeifer Filho USP abrangem várias unidades: é professor na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e coordenador adjunto do Grupo de Análise da Conjuntura Internacional (Gacint) do Instituto de Relações Internacionais (IRI), onde já lecionou. Também foi professor da Faculdade de Direito (FD) e pesquisador do Núcleo de Pesquisa de Relações Internacionais (Nupri).

Foto: Leonor Calasans/IEA-USP